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Homem é sequestrado e levado para cativeiro em bairro popular de Salvador; entenda o caso

Um homem sequestrado durante a madrugada desta segunda-feira, 26, enquanto estava em uma festa no bairro de Pirajá, em Salvador, foi resgatado pela Polícia Civil em um imóvel no Calabetão. Segundo as investigações, o local era utilizado como cativeiro por integrantes de uma organização criminosa. Durante o período em que esteve sob poder dos sequestradores, a vítima teria sido submetida a sessões de tortura. Criminosos exigiram dinheiro da famíliaDe acordo com informações da Delegacia Antissequestro (DAS), vinculada ao Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), os suspeitos entraram em contato com familiares da vítima e exigiram uma quantia em dinheiro para libertá-la. Após receber denúncias sobre a possível localização do cativeiro, equipes policiais realizaram diligências e localizaram o imóvel. A operação contou com apoio da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (CORE) e do Departamento de Inteligência Policial (DIP). Drogas e arma de fogo foram apreendidasDurante as buscas no imóvel, os policiais encontraram porções de maconha, cocaína e crack, além de uma balança de precisão e um caderno com anotações relacionadas à possível comercialização de entorpecentes. Em outra ação, um homem que estava com uma arma de fogo em via pública foi conduzido à unidade policial e autuado em flagrante por posse ilegal de arma de fogo. Ele permanece custodiado à disposição da Justiça.A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar e localizar os demais envolvidos no sequestro e esclarecer as circunstâncias do crime.

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Shopping vira alvo de investigação após denúncia de assédio eleitoral

Uma reunião corporativa para apresentação de resultados colocou um shopping de Cuiabá, no Mato Grosso, na mira do Ministério Público do Trabalho (MPT).Uma denúncia aponta suspeita de assédio eleitoral durante o encontro, quando uma liderança regional teria relacionado uma candidatura à Presidência a possíveis benefícios econômicos para o varejo. O caso também levou à abertura de um inquérito policial e segue sob investigação.MPT recomenda medidas de proteçãoNesta segunda-feira, 26, o MPT informou que recomendou medidas para impedir pressões, constrangimentos ou discriminação de funcionários por suas opiniões políticas. O órgão também orientou o empreendimento a garantir tempo suficiente para que os trabalhadores escalados no domingo, 25, dia do segundo turno, pudessem votar. Entre as providências estão a divulgação de orientações contra o assédio eleitoral e a criação ou reativação de um canal anônimo de denúncias. O shopping deveria comprovar o cumprimento das medidas em até 48 horas, sob risco de ações administrativas e judiciais.Como denunciar assédio eleitoralO MPT reforça que o assédio eleitoral no trabalho viola a liberdade de opinião e o direito ao voto livre e secreto. Trabalhadores que tenham sofrido ou presenciado situações semelhantes podem denunciar pelo site ou pelo e-mail prt23.atendimento@mpt.mp.br, com preservação da identidade. Em casos individuais, também é possível buscar o sindicato da categoria, um advogado ou o Ministério do Trabalho e Emprego, pelo telefone 158.

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Plano Estratégico da Polícia Civil da Bahia estabelece metas até 2035

Os próximos anos da polícia investigativa da Bahia estão planejados no Plano Estratégico Organizacional (PEO) da Polícia Civil da Bahia, que abrange o período de 2026 a 2035. A corporação lançará o plano nesta terça-feira (27), no Centro de Operações e Inteligência (COI), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador.O documento estabelece objetivos, metas e indicadores para orientar as ações da instituição e avaliar os resultados ao longo da próxima década.Metas da Polícia Civil para os próximos 10 anosSegundo a PC, o plano foi elaborado ao longo de quase 15 meses, com a participação de representantes da gestão e de servidores em oficinas de trabalho. O documento reúne diretrizes para o desenvolvimento institucional e a organização de projetos prioritários.O objetivo é posicionar a Polícia Civil da Bahia entre as cinco polícias judiciárias mais bem avaliadas do país até 2035, com foco no aprimoramento do esclarecimento de crimes e na recuperação de bens e valores. Entre as prioridades estão:o aperfeiçoamento da investigação criminal;o fortalecimento da investigação patrimonial;a modernização de processos;a incorporação de tecnologias;a profissionalização da gestão.O planejamento também prevê ações voltadas à valorização, ao desenvolvimento e ao engajamento dos servidores, além do fortalecimento da gestão participativa e da relação de confiança com a sociedade.Plano Estratégico OrganizacionalO PEO está estruturado em quatro perspectivas: Governança e Gestão, Pessoas e Cultura, Excelência Profissional e Valor Social.Os eixos abrangem desde a melhoria das condições de funcionamento da instituição e o desenvolvimento dos profissionais até a qualificação da atividade investigativa e os resultados entregues à população. Acompanhamento das metasA execução do plano será organizada em projetos e iniciativas vinculados a indicadores e metas. O Comitê de Gestão Estratégica (CGE) será responsável pela deliberação e pela orientação estratégica, enquanto o Escritório de Gestão de Projetos e Processos (EGPP) atuará na coordenação técnica e metodológica da execução e do monitoramento.O documento prevê ciclos de avaliação e revisão a cada dois anos, além de revisões extraordinárias conforme as regras estabelecidas.Para a Polícia Civil, o acompanhamento permitirá avaliar o desempenho institucional e ajustar as iniciativas necessárias ao cumprimento dos objetivos definidos para 2035.

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Crimes eleitorais: quem descumpriu a lei pode ser condenado depois do pleito?

O segundo turno das eleições de 2026  terminou com 721 ocorrências policiais em todo o país, segundo balanço do Ministério da Justiça. Entre os registros do domingo, 25, estão 287 casos de violação ou tentativa de violação do sigilo do voto, 90 de boca de urna e 77 de propaganda irregular. Apesar do encerramento da votação, os casos ainda podem resultar em investigações e processos criminais.Em entrevista ao portal A TARDE, o advogado criminalista e professor da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Ivan Jezler, explicou que o fim das eleições não interrompe a apuração das possíveis irregularidades. "Crime eleitoral é de ação penal pública incondicionada (art. 355 do Código Eleitoral), e por isso não depende de vontade de candidato, partido ou vítima para seguir adiante”, afirmou. Ivan Jezler, advogado criminalista e professor da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) - Foto: Divulgação Quem cometeu crime eleitoral ainda pode ser condenado?Segundo Jezler, as ocorrências podem resultar em termos circunstanciados, nos casos de menor potencial ofensivo, ou em inquéritos policiais, conforme a gravidade dos fatos. Os procedimentos são encaminhados ao Ministério Público Eleitoral, que avalia se existem elementos para apresentar denúncia, propor acordos previstos em lei ou solicitar o arquivamento. O advogado também destacou que a responsabilização pode ocorrer mesmo anos depois do pleito, desde que sejam respeitados os prazos legais. “O prazo é o da prescrição penal, calculado pelo Código Penal com base na pena máxima de cada crime”, explicou.Ele ressaltou que os processos criminais são diferentes das ações eleitorais que podem resultar na cassação de mandatos, como a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) e a Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME).Quais são as penas para os crimes eleitorais?As punições variam de acordo com a infração. A violação do sigilo do voto pode resultar em detenção de até dois anos, conforme o artigo 312 do Código Eleitoral. Já a boca de urna e determinadas formas de propaganda eleitoral no dia da votação podem ser punidas com detenção de seis meses a um ano, além de multa, com possibilidade de substituição da pena privativa de liberdade por prestação de serviços à comunidade, nos termos legais.Sobre a propaganda irregular, Jezler explicou que nem toda infração configura crime. Em determinadas situações, a conduta pode resultar em multa e retirada do material. Já práticas específicas previstas na legislação eleitoral podem levar à responsabilização criminal. “Como boa parte desses crimes é de menor potencial ofensivo, o autor que não tem antecedentes costuma receber a proposta de transação penal, com pagamento de multa ou prestação de serviços, sem chegar a uma condenação”, afirmou.Provas digitais podem ser decisivasMesmo quando não há prisão em flagrante, as autoridades podem reunir provas por meio de depoimentos de eleitores, mesários e fiscais partidários, além de imagens de câmeras, fotografias, vídeos e denúncias encaminhadas pelo aplicativo Pardal, da Justiça Eleitoral. Conforme o caso, também podem ser realizadas perícias e diligências autorizadas judicialmente.De acordo com o advogado, as provas digitais ganharam relevância nas investigações. "Hoje a prova digital pesa mais do que o flagrante”, declarou. Em casos de suspeita de compra de votos, por exemplo, o rastreamento de valores e o cruzamento de informações financeiras podem contribuir para esclarecer os fatos, respeitadas as exigências legais para obtenção das provas.Qual é o papel de cada órgão?A Polícia Federal atua como polícia judiciária eleitoral, realizando flagrantes e conduzindo investigações. A Polícia Civil pode atuar de forma supletiva nas situações previstas. O Ministério Público Eleitoral avalia as provas e decide se apresenta denúncia, propõe acordos legais ou pede o arquivamento. A Justiça Eleitoral, por sua vez, julga os processos de sua competência.Ao explicar a divisão de responsabilidades, Jezler resumiu: “A polícia investiga, o Ministério Público acusa e a Justiça Eleitoral julga.” Assim, as ocorrências registradas durante o segundo turno podem continuar sendo apuradas depois da votação, mas qualquer responsabilização depende das provas reunidas, do enquadramento jurídico e do respeito ao devido processo legal.

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GNR faz 82 detenções e apreende droga, armas e barcos no Algarve

A atividade operacional desenvolvida pela GNR no Algarve culminou em 82 detenções, por diversos ilícitos, e na apreensão de droga, armas, barcos e combustível na semana de 19 a 25 de outubro.

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Una noche de terror, pistola en la boca y tortura a manos de la banda de los falsos policías de Santiago

Uno de los asaltantes de la banda de Santiago que cometía robos en casas habitadas y no dudaban en usar la violencia.

A la una y media de la madrugada, un hombre llamado Rubén circula por la carretera en dirección a su vivienda en Arroyomolinos (Madrid). Es 22 de febrero de 2023, apenas hay tráfico, pero una patrulla de la policía le da el alto. Él para el vehículo pensando que es un control rutinario, cuando, de repente, se ve envuelto en una maraña de golpes e insultos y esos supuestos agentes lo meten a trompicones en su coche. Al mismo tiempo, en su casa, cuatro encapuchados, también vestidos como policías, sacan a su mujer y sus hijos de la cama y los meten en otro coche. Es el inicio de una noche de terror y brutalidad a manos de una banda a la que no le temblaba el pulso para conseguir todo el dinero y las joyas que pudiera. ¿Su límite? Una anotación en un papel en la mesilla de noche de uno de los criminales da una idea de sus expectativas: “Riqueza Éxito - un millón de euros”.

La anotación de un miembro de la banda de los falsos policías, intervenida en un registro policial.

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