Um modelo de inteligência artificial denominado REDMOD consegue identificar alterações no tecido pancreático que podem indicar a presença de cancro anos antes de a doença se tornar visível para os médicos ou para as tecnologias de imagiologia convencionais. De acordo com uma investigação publicada em abril na Gut, o sistema consegue detetar sinais precoces de adenocarcinoma ductal pancreático, o tipo mais comum de cancro do pâncreas. Segundo o ScienceDaily, os investigadores acreditam que esta tecnologia poderá ajudar a transformar a deteção do cancro do pâncreas, identificando a doença numa fase muito mais precoce, quando as probabilidades de sucesso do tratamento
Uma aluna suspensa por conversas privadas ganhou o processo contra o colégio de Braga. Já em Milão, a Monalisa surge de peito nu com cicatrizes para alertar para o cancro da mama.
Peditório vai envolver 21.600 voluntários, que estarão identificados com o colete da liga e cofres, e, como aconteceu em anos anteriores, vai decorrer até domingo em locais públicos.