❌

Reading view

Construtora de Braga apoia primeira Trienal de Artes das Universidades Católicas em Angola

A construtora bracarense DST, através da dstangola, é um dos parceiros da ART CUT’26, uma iniciativa internacional que reúne mais de uma centena de artistas e que inaugura, esta quinta-feira, em Luanda, Angola.

A Trienal de Arte das Universidades Católicas é promovida no âmbito do Dicastério para a Cultura e a Educação da Santa Sé, presidido pelo cardeal José Tolentino de Mendonça, e envolve 105 artistas, 14 curadores e sete universidades de três continentes, refere a empresa em comunicado hoje enviado a O MINHO.

O apoio do grupo de Braga contempla a realização da exposição em Luanda e a produção de uma obra de arte pública da artista Mónica de Miranda, intitulada Earthworks, que será apresentada na Universidade Católica de Angola.

A instalação, desenvolvida a partir de um projeto apresentado em 2025 na Somerset House, em Londres, Inglaterra, aborda temas como a memória, a ecologia, o território e a relação entre o indivíduo e a comunidade. A participação do dstgroup inclui o apoio técnico e construtivo à produção de estruturas e elementos que integram a obra.

Sob o tema Exercícios de Empatia, a ART CUT’26 pretende promover a reflexão sobre o papel da arte na aproximação entre pessoas, culturas e diferentes formas de pensamento.

Em Luanda, o capítulo da Trienal, intitulado Ubuntu / Humanity, é desenvolvido em colaboração com a Universidade Católica de Angola. Inspirado no conceito africano de Ubuntu, que destaca a interdependência entre as pessoas e a dimensão comunitária da existência, o projeto reúne artistas angolanos e internacionais para refletir sobre identidade, memória, pertença e convivência.

A programação distribui-se por três espaços da capital angolana: a Universidade Católica de Angola, o Palácio de Ferro e o Hotel Globo. O programa inclui exposições, escultura, instalação, cinema, fotografia, vídeo e performance, com a participação de artistas como Mónica de Miranda, Kiluanji Kia Henda, Deborah Stratman, Julianknxx e Sarah Maldoror.

Além das exposições, estão previstas conversas, encontros, visitas comentadas e oficinas, em colaboração com instituições académicas locais, com o objetivo de aproximar a arte dos diferentes públicos e estimular o diálogo com novas gerações de criadores angolanos.

“O projeto, concebido e proposto pelo cardeal Tolentino de Mendonça, entusiasmou-nos por, também em Angola, podermos ajudar todos a interrogarem-se através da arte”, afirma José Teixeira, presidente da DST, citado no comunicado.

O empresário considera que a arte permite encontrar “propósito, sentido e significado” e destaca a sua capacidade de dar a conhecer novas realidades e de proporcionar diferentes formas de liberdade.

A cerimónia inaugural realiza-se às 15:30 de quinta-feira, no polo Palanca da Universidade Católica de Angola, e contará com intervenções de José Teixeira, Nuno Crespo, curador-geral da Trienal, e Maria da Assunção, reitora da instituição. Está também prevista a participação do arcebispo de Luanda, Filomeno do Nascimento Vieira Dias, e do ministro da Cultura de Angola, Filipe Zau.

A exposição estará patente até 20 de dezembro de 2026. A ART CUT’26 estende-se a oito cidades de três continentes, incluindo Lisboa, Luanda, Rio de Janeiro, Bogotá, Santiago do Chile, Boston e Milão, e culminará numa apresentação em Veneza, no final de 2027.

A participação nesta iniciativa dá continuidade ao investimento cultural do dstgroup em Angola, onde o grupo tem promovido projetos de valorização da literatura, da língua portuguesa e do acesso ao conhecimento, nomeadamente através do Prémio de Literatura dstangola/Camões.

O conteúdo Construtora de Braga apoia primeira Trienal de Artes das Universidades Católicas em Angola aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Empresa de Braga leva fibra ótica a mais 1.300 casas em Trás-os-Montes

A dstelecom, do Grupo DST, de Braga, está a reforçar a sua rede de fibra ótica multioperador no concelho de Freixo de Espada à Cinta, no distrito de Bragança, região de Trás-os-Montes, com uma operação de expansão que permitirá levar conectividade de última geração, pela primeira vez, a Mazouco, Lagoaça e Fornos, num total de mais de 1.300 casas.

“Com esta intervenção, o concelho passará a contar com cerca de 3.300 casas abrangidas até ao final de 2026, atingindo uma taxa de cobertura de 95%”, salienta a dstelecom, em comunicado enviado hoje a O MINHO.

Segundo a empresa, “esta intervenção vem reforçar a infraestrutura já existente em Ligares e em Freixo de Espada à Cinta, contribuindo para uma cobertura cada vez mais abrangente do território e criando melhores condições de conectividade para famílias e empresas”.

“Acreditamos que o acesso a infraestruturas digitais de qualidade não pode depender do local onde se vive ou trabalha. Ao levarmos fibra ótica a mais 1.300 casas em Freixo de Espada à Cinta, estamos a criar melhores condições para as famílias, para as empresas e para o desenvolvimento económico deste território. É este o nosso compromisso: aproximar o interior das oportunidades do mundo digital”, afirma Ricardo Salgado, CEO da dstelecom, citado no comunicado.

O conteúdo Empresa de Braga leva fibra ótica a mais 1.300 casas em Trás-os-Montes aparece primeiro em O MINHO.

  •  
❌