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Mega-Sena: quanto rendem R$ 305 milhões na poupança, Tesouro Direto ou CDB

A Mega-Sena realiza nesta terça-feira (27) o concurso 3076, com prêmio estimado em R$ 305 milhões.

A pedido do CNN Money, Michael Viriato, estrategista da Casa do Investidor, realizou um levantamento mostrando quanto rende uma aplicação do valor integral do prêmio, considerando o atual patamar da taxa básica de juros em 13,75%.

A poupança segue com o “menor” retorno, tanto no curto quanto no longo prazo: em um mês, a aplicação renderia pouco mais de R$ 2 milhões e, após um ano, o ganho seria de R$ 24,9 milhões.

A melhor opção estaria nos CDBs de bancos médios, considerando uma remuneração de 110% do CDI.

Neste caso, os mesmos R$ 305 milhões renderiam R$ 2,8 milhões em apenas um mês e R$ 37 milhões em um ano.

O levantamento apresenta os ganhos em percentuais e em reais da poupança, do Tesouro Direto (considerado o título pós-fixado, o Tesouro Selic), CDBs e fundos DI, que acompanham o CDI e a taxa Selic.

 

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As contas já consideram os rendimentos líquidos, ou seja, descontados do Imposto de Renda que incide sobre os ganhos. Apenas a poupança é livre de cobranças.

A simulação considera taxa de administração de 0,5% para os fundos DI e de 0,2% para Tesouro Selic, embora a cobrança varie entre fundos e corretoras.

O sorteio da Mega-Sena será realizado às 21h, no Espaço da Sorte, em São Paulo, e será transmitido ao vivo pelas redes sociais da Caixa.

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Um em cada cinco está a poupar para reforma comprando casas

Estudo do regulador dos seguros e fundos revela que "parte considerável" da população está a poupar para a reforma, mas metade não vai além dos depósitos bancários. E 17% investem em imobiliário.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

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Operação mira lavagem de dinheiro com joias e bloqueia R$ 374 milhões em SP

A Polícia Civil de São Paulo deflagrou, na manhã desta terça-feira (27), a terceira fase da Operação Ouro Reverso, que mira desarticular o Núcleo 3 de uma organização criminosa responsável por transformar o faturamento de itens roubados, sobretudo alianças, em um esquema de lavagem de dinheiro ligado a venda de joias.

As equipes cumprem 31 mandados de busca e apreensão e a Justiça bloqueou bens e ativos no valor de mais de R$ 374 milhões.

A operação, coordenada pela DIG (Investigações sobre Fraudes Financeiras e Econômicas) e realizada pelo Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), já interditou um comércio de joias e apreendeu um imóvel. De acordo com a corporação, a quadrilha utilizou “laranjas” e diversos destinatários para circular ativos.

As apurações sobre o caso começaram em 2024, após o jogador de futebol Neymar ganhar um colar avaliado em R$ 2 milhões do influenciador “Buzeira”, investigado e condenado por integrar uma organização criminosa em outro caso.

A ação ocorre com o apoio da Receita Estadual e da Receita Municipal e da Caixa Econômica Federal.

Fases da operação

A primeira fase aconteceu em maio de 2025, quando os policiais localizaram o Núcleo 1, batizado de Obtenção (O Sangue), responsável diretamente pelos roubos violentos das joias e pela receptação desses materiais.

Na ocasião, Rony Gonçalves, apontado como um dos maiores negociadores de ouro roubado de São Paulo, foi preso. Segundo as investigações, ele integrava um esquema comandado por Suedna Barbosa Carneiro, a “Mainha do Ouro”, suspeita de chefiar o suporte financeiro e operacional para as quadrilhas que realizavam os assaltos.

Já a segunda fase ocorreu em agosto deste ano, e focou em acabar com as lojas e os laboratórios onde eram vendidas e criadas joias por meio materiais roubados, identificado como Núcleo 2 e batizado de A Fachada.

À época, foi localizado uma área no Centro de São Paulo onde eram exercidas essas atividades, chamada “Círculo do Fogo“. A fundição de novas peças e a respectiva venda ocorria nessa fase, inclusive com a aderência de empresas de fachada para a circulação desses itens advindos de ação criminosa. A polícia chegou a apreender R$ 1,6 milhão em joias e R$ 35 milhões em bens e ativos.

A operação desta terça-feira segue em andamento.

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

 

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