Fábrica da Tupperware em Constância vendida por 4 milhões

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A cobertura duplex de 431 metros quadrados do ex-jogador Robinho, localizada no bairro Aparecida, em Santos, no litoral de São Paulo, teve seu preço de venda reduzido em R$ 1,1 milhão.
Colocado no mercado em 2025 pelo valor inicial de R$ 11 milhões, o imóvel não recebeu propostas concretizadas ao longo de 12 meses e passou a ser anunciado por R$ 9,99 milhões.
O apartamento está distribuído em dois pavimentos com vista para o mar e é comercializado na modalidade porteira fechada, com móveis e eletrodomésticos inclusos. A área privativa dispõe de três suítes, sendo a principal equipada com hidromassagem, dois closets, camarim e escritório.
A planta conta com seis banheiros, dois lavabos, salas de estar, jantar e televisão, além de cozinha ampla e dependência para funcionários. Na área externa do pavimento superior, a propriedade possui piscina privativa, deck de madeira, churrasqueira e espaço gourmet.
O imóvel dispõe de cinco vagas de garagem demarcadas, sistema de monitoramento por câmeras e portas blindadas.
A manutenção do imóvel envolve despesas fixas estimadas em R$ 6 mil para a taxa de condomínio e cerca de R$ 1,8 mil para o IPTU.
Além do valor de mercado, a propriedade registrou repercussão nacional em março de 2024, quando agentes da Polícia Federal cumpriram no local o mandado de prisão contra o ex-atacante.
Robinho foi detido no endereço para o cumprimento da pena de nove anos de prisão por estupro coletivo, após decisão do Superior Tribunal de Justiça que validou a sentença emitida pela Justiça da Itália referente ao crime ocorrido em 2013.
Com o desconto aplicado de mais de 10% em relação ao valor original de anúncio, o apartamento segue no mercado imobiliário da Baixada Santista no aguardo de compradores.

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O mercado de habitação em Famalicão vai ser reforçado brevemente com 108 apartamentos e os primeiros 52 fogos estarão prontos a habitar em meados de 2027, foi hoje divulgado pela promotora Medium Real Estate.
Em comunicado, a empresa refere que o Green Plaza Apartments, que está na segunda e última fase de construção, será o empreendimento imobiliário “mais verde da cidade”.
“Depois de concluída a primeira fase, com 56 apartamentos vendidos, estamos agora a comercializar os 52 apartamentos que correspondem à segunda fase do Green Plaza. Os imóveis estarão habitáveis em junho de 2027 e 75% deles já estão vendidos”, revelou Pedro Fernandes, CEO da Medium Real Estate, em comunicado enviado às redações.
Com floreiras em todas as varandas, o verde das plantas será a “grande atração” exterior dos 108 apartamentos do Green Plaza, um empreendimento localizado numa área residencial à volta do futuro Centro de Atletismo de Vila Nova de Famalicão, na Rua de Lino José de Sousa Ferreira, na zona norte da cidade.
De acordo com a promotora, a verticalização de plantas na fachada do Green Plaza Apartments permitirá a “regulação natural da temperatura e da humidade”. As plantas proporcionam a “humanização do ambiente e têm um impacto na redução de ruídos”. Em todas as varandas está incluído um sistema de rega automática.
“Viver no Green Plaza será como viver num jardim vertical. É uma simbiose perfeita entre o verde e o espaço urbano”, destacou ainda Pedro Fernandes.
Comercializado em exclusivo pela agência imobiliária Medium, o Green Plaza Apartments ainda tem disponíveis unidades das tipologias T0, T1, T2 e T3, com preços a partir de 199 mil euros. As áreas brutas variam entre os 67,2 metros quadrados (T0) e os 152,2 metros quadrados (T3).























Além do espaço desportivo municipal, o Green Plaza Apartments está localizado a centenas de metros de vários hipermercados, de um hospital (Centro Hospitalar do Médio Ave), de dois parques verdes (Parque de Sinçães e Parque da Devesa) e de um espaço de eventos culturais (a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, cuja programação é reconhecida em todo o país).
“É um lugar tranquilo, servido por espaços comerciais e diversos serviços e com acesso rápido à rede de autoestradas (A3 e A7) em direção a cidades como Porto, Braga, Guimarães, Póvoa de Varzim ou Vila do Conde”, resumiu Pedro Fernandes, acrescentando que “Famalicão é uma cidade muito bem localizada, com acesso a todos os serviços que uma família precisa”.
Os apartamentos estão divididos em blocos de oito pisos, com garagem e lugares de garagem para cada apartamento e ainda uma sala para bicicletas. A zona também é servida por transportes urbanos.
O projeto prevê eletrodomésticos nas cozinhas, ar condicionado, bombas de calor e caixilharias em alumínio em todos os apartamentos.
O projeto de arquitetura do Green Plaza é da autoria do gabinete Trama Arquitetos, enquanto a construção está a cargo da Competro – Investimentos, Lda, sediada em Vila Verde.
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Decorreu dia 24 mais uma sessão pública de sorteio de fogos habitacionais no concelho de Loulé, desta vez referente à atribuição de 36 casas para arrendamento acessível. No Salão de Festas de Loulé – e também online – foram muitos os que quiseram acompanhar, a par e passo, mais um momento importante da Estratégia Local de Habitação do Município de Loulé 2019-2032.
Num total de 285 candidaturas de agregados familiares e habitacionaios elegíveis, foram 36 os que ouviram o seu número ser chamado, num processo “transparente e equitativo”. Um momento de muita alegria para os sorteados já que permitirá uma renda com um valor abaixo dos preços atuais do mercado imobiliário. As habitações localizam-se na Urbanização Clona, em Loulé (34) e em Quarteira (2), nas tipologias, T1, T2, T3 e T4.
Este sorteio destinou-se fundamentalmente à classe média, a profissionais das forças e segurança, professores, jovens até aos 35 anos de idade e também famílias residentes no concelho há mais de 4 anos.
A maioria dos fogos (34) foram financiados pelo PRR – Plano de Recuperação e Resiliência.
O presidente da Autarquia de Loulé, Telmo Pinto, destacou a importância do direito à habitação enquanto “direito à dignidade” e sublinhou o esforço do Município para dar resposta às dificuldades habitacionais, informando que estão a ser preparadas novas soluções, desde logo as mais imediatas como o aumento do apoio ao arrendamento para mitigar o impacto das rendas elevadas, visando alcançar “400 a 500 famílias”.
Recorde-se que o trabalho desenvolvido desde 2019, no âmbito da Estratégia Local de Habitação, já permitiu aumentar o parque habitacional municipal de 280 para mais de 500 soluções. Entre casas já entregues, em construção ou projetadas, destacam-se: 387 em Loulé, 71 Quarteira, 18 em Salir, 18 no Parragil, 12 Boliqueime, 9 na Tôr, 8 em Almancil e 6 no Ameixial. Na reunião camarária de onte foi aprovada a construção de 7 fogos em Quarteira, e amanhã, na Assembleia Municipal, vai estar em aprovação o projeto para 56 novas habitações no concelho. “Queremos responder a todos, estamos focados em dar respostas em todo o território, do litoral ao interior”, disse ainda Telmo Pinto.