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Aumenta a casi cinco mil la cifra de palestinos desplazados en Hebrón

Ramala, 27 oct (Prensa Latina) El número de palestinos desplazados por las operaciones militares israelíes en las zonas de Deir Baha y Al-Jalda, en la ciudad de Hebrón, al sur de Cisjordania ocupada, ascendió a cuatro mil 969, informó hoy la municipalidad local.

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Comisión de la ONU acusa a Israel de exterminio en Cisjordania

Naciones Unidas, 27 oct (Prensa Latina) Una comisión independiente de investigación de la ONU acusó a Israel de continuar cometiendo hoy crímenes de lesa humanidad, incluido el exterminio, contra la población palestina de Cisjordania.

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Jordânia diz que matou mais de 20 militantes do Estado Islâmico na Síria

A Jordânia afirmou nesta terça-feira (27) que as forças do país mataram mais de 20 militantes do Estado Islâmico em ataques aéreos no sul da Síria, após um ataque mortal a uma igreja na Jordânia que as autoridades ligaram a militantes que operam do outro lado da fronteira.

Os ataques, que se seguiram a um raro atentado na Jordânia, acirraram as tensões entre os dois aliados dos Estados Unidos.

A Jordânia tem sido uma parceira de longa data dos EUA na luta contra o extremismo, enquanto o governo liderado por islamitas da Síria, do presidente Ahmed al-Sharaa, que deseja restaurar as relações do país com o Ocidente após derrubar o antigo governante Bashar al-Assad em 2024, afirmou que está buscando conter o extremismo.

A Síria afirmou que os ataques mataram sete pessoas, incluindo três crianças e uma mulher. A Jordânia lamenta as vítimas civis, disse o ministro da Comunicação do Governo, Mohammed al-Momani, em uma publicação na rede social X.

A Jordânia afirmou na segunda-feira (26) que sua força aérea atacou o que descreveu como esconderijos de militantes no sul da Síria, após determinar que os suspeitos do ataque à igreja na semana passada tinham ligações com “grupos terroristas” baseados naquela região.

Autoridades de segurança jordanianas disseram separadamente que as forças de segurança prenderam dois irmãos e o cunhado deles após um tiroteio relacionado ao ataque à igreja, que deixou nove mortos.

O morador local Salah Mahwash, falando à Reuters durante o funeral de quatro pessoas, incluindo três crianças, em Al-Mismiyah, no sul da Síria, disse:

“Por volta das 22h, houve uma explosão e o som de aviões sobrevoando a área. Fomos até o local e encontramos uma família pobre cujo pai havia desaparecido durante os acontecimentos e estava preso na prisão de Sednaya.

Atentados do Estado Islâmico em Paris completam 10 anos; relembre

 

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Operação de Israel na Cisjordânia força deslocamento de quase 4 mil civis

As forças militares de Israel continuaram, na segunda-feira (26), a intensificar as medidas militares e a isolar áreas na cidade de Hebron, na Cisjordânia, provocando o deslocamento de quase 4 mil civis palestinos, segundo a agência de notícias WAFA, que cita fontes locais.

O número de famílias afetadas pela ofensiva israelense em curso em partes de Hebron — iniciada após um ataque armado nas proximidades da cidade que resultou na morte de dois soldados da FDI (Forças de Defesa de Israel) na sexta-feira (23) — subiu para 619, informou a agência.

Acrescentou ainda que cerca de 3.971 palestinos foram deslocados à força de suas residências, enquanto outros 85 foram detidos.

As operações militares e o fechamento forçado de áreas em Hebron causaram danos a diversas instalações civis e comerciais, resultando em perdas materiais significativas, segundo a agência.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, teria rejeitado uma proposta do chefe do Estado-Maior das FDI, Eyal Zamir, para encerrar a operação em Hebron, informou a emissora pública Kan na segunda-feira.

Embora os militares tenham deixado claro que todos os objetivos foram alcançados, Netanyahu ordenou a continuidade da operação, segundo o relato.

Citando uma fonte militar, a Kan afirmou que a operação cumpriu seus propósitos: estabelecer dissuasão, localizar instalações ligadas a “terroristas” e coletar informações de inteligência.

As tropas revistaram 500 edifícios por toda a cidade, mas apreenderam apenas duas armas de fogo.

Além de Hebron, um bloqueio abrangente, que cobre toda a Cisjordânia ocupada, foi imposto após o ataque a tiros ocorrido na sexta-feira.

Em algumas áreas, os palestinos foram orientados a manter seus filhos em casa, sem ir à escola, enquanto muitos não conseguem ir ao trabalho, uma vez que o bloqueio deve permanecer em vigor até o dia das eleições em Israel, nesta terça-feira (27).

Em um dos terminais de ônibus nos arredores de Ramallah, todos os veículos ficaram parados; os motoristas aguardam o fim do bloqueio, já que a circulação de pessoas dentro da Cisjordânia está impedida.

“Estou falando sobre os bloqueios e fechamentos em toda a Cisjordânia, de modo geral, e na região a noroeste de Ramallah, em particular — área onde vivo e trabalho hoje. Toda a Cisjordânia está repleta de postos de controle. Esses postos controlam a vida das pessoas: a vida de estudantes, de pacientes e de trabalhadores”, relatou o motorista de ônibus Tahir Shalatwa

“A qualquer momento, o portão pode ser fechado ou aberto, causando um atraso de meia hora ou mais. Meu trajeto costumava levar poucos minutos, mas agora levo 90 minutos, pois precisei seguir por estradas de terra e caminhos nas montanhas”, completou ele.

Ministro de Israel mostra futuro centro de enforcamento para palestinos

 

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Experto de la ONU pide acciones para evitar apoyo a la ocupación israelí de Palestina

El jurista expresó su preocupación por el incremento de víctimas en los territorios palestinos ocupados, incluida Gaza, pese a los períodos de cese de hostilidades registrados en la zona.
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Bombardeios da Jordânia na Síria deixam sete mortos após ataque a igreja

A Defesa Civil da Síria informou que equipes de emergência atenderam, na noite de segunda-feira (26), quatro locais atingidos por ataques aéreos jordanianos nas áreas rurais das províncias de Daraa e Sweida.

Sete pessoas, incluindo três crianças e uma mulher, morreram, e outras três ficaram feridas nos ataques jordanianos, acrescentou o órgão em seu relatório preliminar.

A Jordânia afirmou que sua Força Aérea atacou o que descreveu como esconderijos de militantes no sul da Síria, após concluir que os suspeitos responsáveis pelo ataque mortal a uma igreja no reino na semana passada tinham ligações com “grupos terroristas” que atuam no país vizinho.

Pouco depois dos ataques, a Síria fechou nesta terça-feira (27) a passagem de fronteira de Nassib, na divisa com a Jordânia, suspendendo o tráfego de passageiros e de mercadorias nos dois sentidos, informou a Autoridade Geral Síria para Passagens de Fronteira e Alfândegas em comunicado.

Nassib é a única passagem de fronteira entre a Jordânia e a Síria destinada ao transporte de passageiros e de mercadorias.

As Forças Armadas jordanianas disseram que a operação foi realizada em coordenação com Damasco. O governo sírio apresentou uma versão contraditória, afirmando ter aberto uma investigação sobre os ataques jordanianos e ressaltando, em comunicado, a importância da coordenação operacional e de segurança nas áreas de fronteira.

Damasco informou à Jordânia sua “total objeção” aos ataques realizados sem coordenação prévia, afirmou o Ministério das Relações Exteriores sírio em comunicado.

Ataques a “esconderijos de militantes” na Síria

A Jordânia afirmou na segunda-feira que sua Força Aérea atacou o que descreveu como esconderijos de militantes no sul da Síria, após concluir que os suspeitos responsáveis pelo ataque a uma igreja no reino na semana passada tinham ligações com “grupos terroristas” que atuam no país vizinho.

Mais cedo, autoridades de alto escalão da área de segurança do governo disseram que as forças de segurança jordanianas prenderam dois irmãos e o cunhado deles após uma troca de tiros. A operação ocorreu no âmbito das investigações sobre a violência na igreja, que deixou nove mortos.

“Se Deus quiser, eles representam apenas a si mesmos”, afirmou o diretor de Segurança Pública da Jordânia, major-general Obeidallah al-Maaytah.

Esse tipo de violência é raro na Jordânia, aliada dos Estados Unidos e considerada relativamente estável no Oriente Médio. O ataque de sexta-feira (23) contra a minoria cristã levou o rei Abdullah a ordenar que as forças de segurança respondessem com “mão de ferro”.

Em entrevista coletiva, al-Maaytah e o ministro do Interior, Mazen al-Faraya, disseram que o país não tolerará o terrorismo extremista.

“O caso ainda não foi encerrado; as investigações continuam. Até o momento, não há indícios de ligações entre eles e outras células”, acrescentou al-Faraya.

Ataque a igreja

O ataque de sexta-feira ocorreu durante um funeral em uma igreja ortodoxa grega na vila de Hamoud, a cerca de 120 quilômetros a sudoeste da capital, Amã. Além dos nove mortos, a ação também deixou pelo menos 34 feridos.

Testemunhas disseram que homens armados abriram fogo por vários minutos. Os suspeitos, que moravam perto de Hamoud, serão levados à Justiça, afirmaram as autoridades de segurança. Os três foram identificados durante a entrevista coletiva.

Imagens de vídeo da Reuters mostraram um edifício com marcas de tiros após a troca de disparos na vila de al-Judayyda, na província de Karak.

A Diretoria de Segurança Pública da Jordânia informou, em comunicado divulgado pela imprensa estatal, que as forças de segurança localizaram os suspeitos escondidos em uma casa abandonada. Eles se recusaram a se render e atacaram os agentes, que revidaram e prenderam os três após feri-los.

Nenhum agente de segurança ficou ferido. As forças de segurança encontraram diversas armas de fogo e munições em posse dos suspeitos.

Nenhum grupo reivindicou a autoria do ataque à igreja.

Parceira dos Estados Unidos no combate ao extremismo, a Jordânia já impediu anteriormente planos de grupos militantes islâmicos. As autoridades de segurança não mencionaram nenhum grupo islâmico durante a entrevista coletiva.

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Israel desplaza por la fuerza a miles de palestinos en Hebrón

Utilizando la muerte de dos soldados como pretexto, la ocupación impone un asedio punitivo sobre la población civil de Hebrón, demoliendo manzanas enteras en una acción catalogada por organismos internacionales como un crimen de castigo colectivo.
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Nicaragua expresa condolencias a Jordania por ataque terrorista

Managua, 26 oct (Prensa Latina) El Gobierno de Nicaragua expresó sus condolencias y solidaridad al pueblo y Gobierno de Jordania por un ataque terrorista perpetrado la semana pasada en la provincia de Karak, que dejó nueve fallecidos y más de 40 heridos.

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