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Respaldo mayoritario en la ONU al cese del bloqueo a Cuba
Lucro da Coca-Cola sobe 14% para 12,36 milhões de dólares entre janeiro e setembro

A Coca-Cola registou um lucro líquido de 12.358 milhões de dólares (cerca de 11.045 milhões de euros) nos primeiros nove meses do ano, um aumento de 14% em relação ao período homólogo. O lucro do terceiro trimestre foi de 4.009 milhões de dólares, um crescimento de 8% face ao mesmo período do ano anterior.
A multinacional norte-americana Coca-Cola registou um lucro líquido atribuído de 12.358 milhões de dólares (cerca de 11.045 milhões de euros) nos primeiros nove meses do ano, um aumento de 14% em relação ao período homólogo.
De acordo com a informação divulgada hoje pela empresa, no terceiro trimestre do ano, que terminou em 02 de outubro, o lucro líquido atingiu 4.009 milhões de dólares (cerca de 3.583 milhões de euros), mais 8% face ao mesmo período do ano anterior.
A Coca-Cola registou receitas de 39.232 milhões de dólares (cerca de 35.066 milhões de euros) nos primeiros nove meses do ano, o que representa um aumento de 9% em relação ao ano anterior.
Apenas no terceiro trimestre este valor fixou-se nos 13.380 milhões de dólares (cerca de 11.959 milhões de euros), um aumento de 7% relativamente a 2025.
“Os resultados deste trimestre demonstram o impulso sustentado do nosso sistema, o que nos dá confiança nas previsões atualizadas para todo o ano”, afirmou o presidente executivo (CEO) da empresa, Henrique Braun, citado em comunicado.
Numa perspetiva regional, o volume de vendas aumentou 5% na Europa, no Médio Oriente e em África e 6% na América Latina e na Ásia-Pacífico, mas manteve-se na América do Norte.
Para 2026, a multinacional prevê um crescimento de, pelo menos, 11% no lucro por ação, um aumento em relação ao intervalo de 9% a 10% estimado na apresentação dos resultados anteriores.
Crédito Agrícola mantém rating ESG de ‘2’ da Sustainable Fitch e melhora score global para 65 pontos

A agência Sustainable Fitch manteve o rating ESG corporativo do Grupo Crédito Agrícola (GCA) em ‘2’, numa escala de 1 (melhor) a 5 (pior), e reviu em alta o seu score global de 64 para 65 pontos, informou hoje a instituição financeira em comunicado.
Segundo a instituição financeira, esta avaliação reflete os progressos alcançados no reporte de sustentabilidade, nas práticas operacionais, nas políticas de exclusão setorial e no crescimento da atividade de financiamento e investimento sustentáveis, evidenciando a integração dos princípios ESG (ambientais, sociais e de governação) no modelo de negócio do banco.
O relatório da Sustainable Fitch reconhece o modelo de banca cooperativa da instituição, destacando o seu contributo para a inclusão financeira e para o desenvolvimento económico local. Em concreto, a avaliação sublinha que o Crédito Agrícola está presente em 95% dos municípios portugueses de baixa densidade e mantém 257 agências em localidades onde não existe qualquer outra instituição de crédito, o que representa 41,7% da sua rede comercial de 615 balcões.
Na vertente social e de igualdade de género, o documento assinala que as mulheres representam 52% do total de colaboradores do grupo bancário. Já no órgão de governação, composto pelo Conselho de Administração Executivo e pelo Conselho Geral e de Supervisão, a representação feminina fixa-se nos 37,5%, apresentando um nível de independência de 55%.
No plano ambiental, a avaliação destaca a Estratégia de Sustentabilidade 2026-2028 e as metas estabelecidas para 2030 relativas à redução de emissões operacionais e financiadas em oito setores de elevada intensidade carbónica. O grupo comprometeu-se a alcançar a neutralidade carbónica nos âmbitos 1 e 2 e a reduzir em 33% as emissões operacionais do âmbito 3 até 2030.
O Grupo Crédito Agrícola é o sexto maior grupo bancário português em termos de ativo líquido, operando através da Caixa Central e de 67 Caixas Agrícolas associadas, prestando serviços a cerca de 1,6 milhões de clientes.
Risk grows of continental spread of Ebola after case is reported in Nigeria

The risk of continental spread of Ebola looms as Nigeria becomes the fourth African country to report a confirmed case of the deadly virus since the outbreak was declared in the Democratic Republic of Congo (DRC) in mid-May.
Caused by the rare Bundibugyo strain of the virus, it has since become the world’s second-deadliest Ebola outbreak ever and the fastest-growing on record. It has killed 4,803 patients, nearly half of all the 9,876 confirmed cases in the eight provinces of DRC’s eastern region as of October 23
The real scale of deaths is likely much higher, since community transmission of the virus had already begun in DRC’s Ituri province by mid-February, three months before it was detected and officially declared an outbreak on May 15.
Neighboring Uganda, which is backing armed groups in Ituri, undermining the already delayed and severely underfunded health response, also reported its first case on May 15. However, after two deaths and 20 confirmed infections, the health ministry declared Uganda Ebola-free in late July. The WHO also certified this in late August, after no new cases were confirmed for 42 days.
However, its Ebola-free status has now come under question with the first case in Nigeria. The 42-year-old patient is a Ugandan national and Swiss citizen. She is the wife of a Swiss diplomat at its embassy in Nigeria’s capital, Abuja, where she resides.
After a two-and-a-half-week-long vacation in Uganda, she and her husband returned to Abuja on October 3. Four days later, she fell ill. Initially suspected of Malaria, she was treated at two private hospitals before being tested positive for Ebola and isolated on October 20.
Uganda makes a false claim
Soon after she was tested positive in Nigeria, the Ugandan health ministry claimed that the patient had traveled to the DRC.
However, the “information supplied to WHO did not include [her] travel” to any country other than Uganda, WHO representative in Nigeria Pavel Ursu said on October 22.
“So far, there is no validated information that this case traveled to DRC,” added Wessam Mankoula, the Head of Health Emergencies of the continent’s highest health authority, the Africa Centers for Disease Control and Prevention (CDC).
Then on October 23, the Swiss foreign ministry said explicitly that the patient had not traveled to the DRC, directly contradicting Uganda’s claim, indicating that she was infected in Uganda.
Uganda, meanwhile, still maintains that it has no confirmed Ebola cases. The WHO and Africa CDC are now examining a hypothesis that she may have contracted the virus at the airport in Uganda’s capital, Kampala, where a Kenyan businessman, infected during his travels in the DRC, was also present while she was boarding her flight to Abuja.
The Kenyan businessman had spent seven years in the DRC. While traveling on business, he had already fallen ill in September and was treated in multiple hospitals, but was not diagnosed with Ebola. Early symptoms of Ebola are often similar to other diseases in the region, including Malaria. He was reportedly provided antibiotics and sent home at one of the hospitals.
An illegal border crossing
The man in question traveled by road to Uganda from the conflict-ridden, mineral-rich, Ebola-affected province of North Kivu, parts of which are occupied by the Rwandan army and its proxy, the M23, which Uganda also supports, according to the UN.
It is unclear how the Kenyan businessman reached Kampala from North Kivu. Soon after the outbreak was declared, Uganda had closed the border with DRC, except for humanitarian trucks. Mankoula said he had crossed the border illegally.
In Kampala, he boarded a flight to Nairobi on October 3 from Entebbe Airport, through which the Uganda-born Swiss citizen who later tested positive in Nigeria was also passing that day to catch her flight to Abuja.
“Has there been any touch or contact between two cases [him and the case in Nigeria] at the airport at the same time?” This is one of the theories that is currently under investigation,” said Mankoula of the Africa CDC.
When the Kenyan businessman landed in Nairobi, he was already ill. The family member who picked him up from the airport drove him straight to the Nairobi Hospital, where he died two days later. Eight others who came into contact were also infected and isolated. They include four health workers and four family members, one of whom died later on October 23.
Even as health authorities examine whether he was also the source from whom the Nigerian case contracted the virus, virologist Marion Koopmans, who is also a member of the WHO’s Ebola emergency committee, has cast doubt on this theory.
“I think that is very speculative unless there is evidence of sharing the same space in a manner that could explain that. Random presence at the same location, a large airport, is not a supported epidemiological link by any standard of what we currently know,” she said.
If he was not the source, that could mean Ugandan authorities are either not revealing or are unaware of potential cases in the country. Even if he was the source, questions remain about Uganda’s Ebola-free status, as others he may have come into contact with – either in the airport or on his way to it in Kampala – could also have contracted the virus.
Nigeria at risk of community transmission
Either way, Nigeria is now at risk of community transmission. The Nigerian case landed on October 3 in Abuja, at one of the busiest airports in West Africa. Only on October 20, 13 days after developing symptoms, was she tested positive for Ebola and isolated.
Amid fears that the virus may have infected others who may have come into contact with her during this period, especially health workers, Nigerian Health Minister Muhammad Ali Pate said that authorities were tracing all 44 contacts. “We are trying to contain it so it doesn’t go out to the communities. Hopefully, it won’t get to that,” he added.
“When we identified at-risk countries, Nigeria was not part of this list. It is now. That list would have to be redrawn, and North and Southern Africa could also be at risk,” said Jean Kaseya, director-general of the Africa CDC, adding, “We need to consider that no one is safe today.”
Malévola ironiza gravidez de Soso Careca e Paiva: “Quero ser madrinha”
Poucas horas após a influenciadora Soso Careca, 19, e o cantor MC Paiva, 24, confirmarem nesta terça-feira (27) que estão à espera do primeiro filho, a criadora de conteúdo Malévola, 22, opinou sobre o anúncio em suas redes sociais.
Nos últimos meses, o trio ganhou atenção nas redes sociais após protagonizarem diversas confusões públicas. Comentando sobre a notícia, Malévola questionou: “O MC Paiva vai ser pai de novo, pela terceira vez. Agora, pergunta que não quer calar: será que todo mundo está preparado pela responsabilidade que vem pela frente?”.
Surpreendendo parte do público, a influenciadora afirmou que espera que a mãe de primeira viagem tenha uma forte rede de apoio para receber o bebê e ainda declarou: “Se precisar, eu tô aqui”.
“Uma menina tão nova, eu não acho que ela esteja acabando com a vida dela, mas ser mãe é uma responsabilidade enorme. A vida dela vai mudar completamente. Tá todo mundo pedindo meu posicionamento: desejo muita saúde pra essa criança, que não tem nada a ver com os nossos conflitos de adultos. Só fico um pouco preocupada por todo o histórico do futuro pai da criança”, completou.
Colocando um ponto final na briga do trio, Malévola pediu respeito para o bebê e para o processo de gestação da paulista de 19 anos. Ainda criticando a postura de Paiva com os outros filhos — Gustavo e Lucas —, a paulista reafirmou estar preocupada com como eles sustentarão o herdeiro.
“Mas é isso, essa é a minha opinião. Estão falando que eu vou amaldiçoar essa criança, gente. Se eu não for a madrinha, ela não for minha filhada, com 16 anos eu vou fazer ela colocar o dedo no espinho… Pelo amor de Deus, gente. A Malévola de um filme é uma, eu sou outra. Eu abençoo essa criança”, finalizou.
Posteriormente, em seus stories do Instagram, a criadora de conteúdo apenas reforçou que gravou o vídeo após muitos pedidos de fãs para que ela se pronunciasse sobre o caso. Em seu perfil secundário, ela voltou a ironizar a comparação dos seguidores com a vilã dos filmes da Disney: “Eu acho é graça”.
Rumores de gravidez de Soso Careca e MC Paiva
Os rumores da gravidez de Soso Careca já tinham circulado nas redes sociais antes da confirmação oficial do casal. Em setembro, a influenciadora e MC Paiva foram vistos saindo de um pronto-socorro obstétrico em São Paulo, o que levantou suspeitas entre os internautas.
Além disso, nas últimas semanas, uma internauta divulgou um vídeo do ensaio fotográfico que os dois fizeram para anunciar a gestação. Mesmo sem saber qual seria o motivo da sessão de fotos, o público especulou o anúncio de que eles estão à espera de um herdeiro.
*Publicada por Luiza Zequim, da CNN Brasil, com informações de Giu Aya, da CNN Brasil. Sob supervisão de Flávio Ismerim, da CNN Brasil
Quem é Malévola, influenciadora trans que foi presa no Egito
Lousal recebe 5.ª edição do Nature Weekend

A aldeia de Lousal, no concelho de Grândola, recebe nos dias 30 e 31 de outubro e 1 de novembro, a 5.ª edição do Nature Weekend, um evento que reúne natureza, património, ciência, cultura e animação, com atividades gratuitas dirigidas a visitantes de todas as idades.
Ao longo dos três dias, o programa incluí caminhadas e percursos de descoberta do património arqueológico, atividades desportivas e náuticas, como stand up paddle, canoagem e wakeboard, bem como workshops de construção de papagaios e moinhos de vento.
A animação estará presente nas ruas da aldeia, com espetáculos de teatro-circo, comédia, música e performances. A programação integra ainda iniciativas de observação de morcegos e uma palestra, intitulada de “O Feitiço dos Bichos”, além de atividades temáticas de Halloween, entre as quais o Halloween Cluedo e o Baile de Halloween.
No último dia, o evento termina com a iniciativa “As Bruxas Voltam a Casa”, que contempla o lançamento de papagaios e a implantação de moinhos de vento na Corta da Mina.
Com atividades distribuídas por vários espaços da aldeia, nomeadamente o Centro Ciência Viva do Lousal, o Museu Mineiro, a Tapada, a Corta da Mina e o Salão do Lousal, o Nature Weekend pretende valorizar o património natural, mineiro e cultural do território, proporcionando experiências de descoberta, convívio e entretenimento. Para consultar o programa clique aqui.
Serra de Grândola recebe 11.ª edição do Ultra Trail Serra de Grândola

A Serra de Grândola prepara-se para receber a 11.ª edição do Ultra Trail Serra de Grândola (UTSG) já no próximo domingo, 1 de novembro, cujo evento é organizado pelo Município de Grândola e pelo Clube Amiciclo, com o apoio do movimento associativo do concelho, o evento integra três distâncias competitivas e uma caminhada, com partidas e chegadas junto ao Complexo Desportivo Municipal José Afonso.
O Trail Ultra, a distância mais longa da competição, apresenta um percurso de 46km e 2500 metros de desnível positivo (D+). Seguem-se o Trail Sprint, com 26km e 1400 metros D+, e o Mini Trail, com 14km e 600 metros D+. Paralelamente, realiza-se uma caminhada de 11km e 350 metros de desnível positivo, de caráter não competitivo.
A Serra de Grândola como cenário de competição
Maioritariamente disputados por trilhos e caminhos da Serra de Grândola, os percursos atravessam um território caracterizado pelo relevo acentuado e pela presença dominante do montado de sobro, um dos elementos mais representativos da paisagem natural do concelho.
É neste cenário que os atletas irão enfrentar sucessivas subidas e descidas, em percursos que exigem preparação física, resistência e capacidade de gestão do esforço.
Apesar da altitude relativamente moderada da serra, a acumulação de desnível ao longo dos percursos constitui um dos principais desafios da competição.
Partidas a partir das 8h00 junto ao Complexo Desportivo Municipal José Afonso
O programa tem início às 8h00, com a partida dos participantes do Trail Ultra, seguindo-se o Trail Sprint, às 8h30, o Mini Trail, às 9h30, e a Caminhada, às 9h35.
As primeiras chegadas à meta estão previstas para as 10h35, no Mini Trail, 11h15, no Trail Sprint, e 12h30, no Trail Ultra.
A cerimónia de entrega de prémios terá início a partir das 12h00, junto à meta, à medida que forem conhecidos os resultados das diferentes distâncias competitivas. Serão distinguidos os melhores classificados individuais, por escalão e por equipas, bem como a equipa com maior número de atletas a concluir o conjunto das três provas.
O secretariado do evento funcionará no Complexo Desportivo Municipal José Afonso, no sábado, 31 de outubro, entre as 15h00 e as 19h00, e no domingo, 1 de novembro, com horários diferenciados para cada distância, a partir das 6h30.
A população poderá acompanhar as partidas, as chegadas e a entrega de prémios junto ao Complexo Desportivo Municipal José Afonso, neste dia dedicado ao trail running e à descoberta do património natural da Serra de Grândola.
RDC supera los 10.000 casos de ébola y suma casi 4.900 muertes
Angola aboga por fin de bloqueo a Cuba y regreso al diálogo
Naciones Unidas, 27 oct (Prensa Latina) Angola abogó hoy en la Asamblea General de Naciones Unidas (AGNU) por el fin del bloqueo estadounidense a Cuba, la eliminación de la Isla del listado de países supuestamente patrocinadores del terrorismo y por retornar al diálogo.
The post Angola aboga por fin de bloqueo a Cuba y regreso al diálogo first appeared on Noticias Prensa Latina.
Número de casos de Ebola no Congo ultrapassam 10 mil, diz governo
O número de casos confirmados de Ebola na República Democrática do Congo ultrapassou 10 mil, segundo dados do governo divulgados nesta terça-feira (27), um marco que coincide com o crescente temor de que a epidemia possa se espalhar para mais países africanos.
O último relatório do Instituto de Saúde Pública do Congo indica que o número de casos chegou a 10.060, com 4.887 mortes causadas pelo vírus.
O surto, provocado pela rara espécie Bundibugyo do vírus Ebola, foi anunciado em meados de maio e, desde então, se tornou o maior e mais mortal da história da RD Congo, superando a epidemia de 2018-2020.
Atualmente, é a segunda maior e a segunda mais mortal já registrada, atrás apenas do surto de Ebola na África Ocidental de 2014-2016, que infectou mais de 28.600 pessoas e matou mais de 11 mil, principalmente na Guiné, Libéria e Serra Leoa.
No início deste mês, o Quênia relatou seu primeiro caso e, posteriormente, anunciou um total de nove casos , após a morte de um homem que havia viajado do Congo via Uganda em Nairóbi.
Na semana passada, a Nigéria tornou-se o quarto país africano a registrar um caso de Ebola.
As autoridades de saúde têm procurado descobrir como e onde a paciente — esposa de um diplomata suíço, que não havia viajado para o Congo — contraiu a doença. O governo suíço afirmou acreditar que ela a contraiu em Uganda.
A mulher e o marido foram levados de avião para hospitais na Suíça na segunda-feira.
Uganda registrou 20 casos em maio e junho, a maioria importada do Congo, mas a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou o país livre do Ebola em agosto.
Autoridades ugandesas afirmam que o país não possui nenhum caso de Ebola.
O ministro da Saúde de Uganda afirmou no domingo que os cidadãos ugandeses que retornarem ao país com histórico de viagem ao Congo serão colocados em quarentena por 21 dias.
Ebola na República Democrática do Congo é o mais mortal da história
Peltola asks judge to dismiss DOJ certification lawsuit

Radar África: A meia vitória da Sonangol no fim do namoro da Galp

Sciopero generale il 30 ottobre, l’Usb mobilita il Paese contro carovita e riarmo: dai trasporti alla sanità, oltre 50 manifestazioni. La mappa in aggiornamento
“Contro l’economia di guerra imposta dal Governo Meloni, contro il carovita che sta strangolando la popolazione, contro la repressione dei giovani e dei lavoratori che protestano per i loro diritti”. Venerdì 30 ottobre sarà una grande giornata di protesta in tutto il Paese: lo sciopero generale, proclamato dall’Unione sindacale di base, coinvolgerà tutte le categorie del lavoro pubblico e privato. Dalla sanità alla scuola, passando per i trasporti (nonostante la precettazione) e i servizi portuali. Cortei e presìdi sono stati indetti in decine di città, per dare continuità allo sciame di manifestazioni che ha attraversato l’Italia, e non solo, nelle ultime settimane. I sindacati chiamano a raccolta tutti. Gli autotrasportatori e gli agricoltori che hanno bloccato il Paese contro il carogasolio. I lavoratori che chiedono salari più alti e condizioni di vita migliori. Le centinaia di migliaia di studenti che il 16 ottobre sono scesi in piazza per il No Meloni Day. I movimenti per la casa, per l’ambiente e i centri sociali. Più in generale, tutti i cittadini che, di fronte alla crescita dell’inflazione e all’erosione dei loro diritti sociali, osservano la politica rispondere alle crisi investendo miliardi in armi. “In questa situazione nessuno può pensare di salvarsi da solo – ha dichiarato l’Usb, lanciando lo sciopero -. C’è bisogno di unire le proteste e costruire una mobilitazione generale di tutte le categorie sociali e del lavoro, per rivendicare la messa sotto controllo dei prezzi, il rilancio di salari e pensioni, una spesa pubblica indirizzata verso i servizi sociali e non alle armi”.
Usb: “Saldiamo tutte le lotte”
Lo sciopero generale avverrà nella stessa giornata in cui, a livello internazionale, incroceranno le braccia i lavoratori portuali contro la guerra e il traffico di armi. Secondo Usb, saranno oltre 100 i porti coinvolti nella mobilitazione, distribuiti su quattro continenti. Anche per questo il sindacato di base ha scelto il 30 ottobre come data. La volontà è di unire le istanze di tutte le proteste, per saldare le lotte contro la guerra, il riarmo e i loro effetti, come il carovita. Numerose le richieste portate in piazza: salari più alti, il ripristino della scala mobile, lo stop alla crescita dei prezzi, la riduzione dell’Iva sui beni di prima necessità, il no alle politiche di riarmo, la difesa del lavoro e dell’industria, l’opposizione alla speculazione immobiliare e finanziaria.
“Il 30 ottobre scioperiamo e blocchiamo tutto, ancora una volta, per dire chiaramente che i soldi vanno investiti nell’istruzione, nella sanità, nei salari, nelle pensioni e non nella guerra – si legge in una nota di Usb -. Per garantire alle future generazioni un futuro di diritti e di pace e non di guerra e di morte come carne da cannone. Contro l’inconsistenza dei provvedimenti assunti dal governo Meloni, schierato apertamente dalla parte delle compagnie petrolifere e delle banche“. Nel mirino anche le politiche industriali dell’esecutivo, accusato di smantellare ciò che resta dell’industria italiana, “dall’Ilva all’automotive“. Ma l’Usb critica anche le altre grandi organizzazioni sindacali, accusate di “restare a guardare”, mentre in diversi Paesi europei si moltiplicano le proteste.
Fermi scuola, trasporti e sanità
Lo sciopero generale coinvolgerà anche il settore dei trasporti (come confermato da Usb, nonostante la precettazione del ministro Matteo Salvini), con possibili cancellazioni e modifiche ai servizi ferroviari, aerei, marittimi e del trasporto pubblico locale. Per le ferrovie, lo stop inizierà alle 21 di giovedì 29 ottobre e durerà 24 ore. Trenitalia garantirà i servizi essenziali previsti nei giorni feriali, mentre non sono previste fasce di garanzia per i collegamenti FrecciaLink. Possibili variazioni anche prima e dopo gli orari dello sciopero. Anche nel trasporto aereo, la mobilitazione durerà dalle 24 ore, a partire dalla mezzanotte del 30 ottobre. Negli aeroporti di Firenze e Pisa si fermerà anche il personale delle società Consulta, GH Toscana e Toscana Aeroporti. Lo sciopero interesserà inoltre i lavoratori portuali e il trasporto marittimo, mentre per autobus, tram e metropolitane gli orari e le fasce di garanzia saranno definiti a livello locale. Nel comparto autostradale, la protesta inizierà alle 22 del 29 ottobre. Anche il servizio taxi sarà coinvolto per tutta la giornata del 30 ottobre.
Possibili ripercussioni anche sui servizi di scuola e sanità. Alla mobilitazione proclamata dall’Usb, si aggiunge lo sciopero generale indetto da Usi-Cit, con l’adesione di Cub Scuola Università Ricerca, Cub Sanità, Fisi e Flmuniti-Cub. Per quanto riguarda il mondo dell’istruzione, la protesta potrò coinvolgere tutto il personale scolastico, con possibili interruzioni delle attività didattiche. Ripercussioni sono attese anche nel sistema sanitario, sia pubblico che privato, dove lo sciopero potrebbe rallentare alcune prestazioni ambulatoriali, visite già programmate e attività non urgenti. Rimane comunque garantita la tutela dei servizi essenziali, comprese le prestazioni di pronto soccorso. La partecipazione non è automatica per tutti gli addetti e l’indizione dello sciopero non comporta necessariamente la chiusura totale dei servizi. L’entità delle ripercussioni dipenderà dalle adesioni registrate
La mappa delle proteste (in aggiornamento)
Sono previste manifestazioni in almeno 50 città, distribuite in 18 regioni, con un calendario ancora in aggiornamento. In Friuli Venezia Giulia, appuntamento a Trieste, alle 9 al Varco 4 del Punto Franco Nuovo. In Veneto si manifesta a Padova, alle 8 alla stazione, Vicenza, alle 8 in piazza Castello, a Verona alle 7.30 in piazzale 25 Aprile, Venezia alle 9, Campo Santa Margherita. Gli appuntamenti in Piemonte: a Torino, alle 9.30 in piazza Palazzo di Città, a Novara, alle 9.30 in piazza Cavour, a Verbania, alle 17 in piazza Ranzoni, ad Alba, alle 8.30, piazza Garibaldi, Cuneo alle 9, piazza Europa. In Lombardia mobilitazioni a Milano, alle 10 in piazza Duca d’Aosta, a Brescia, alle 9 alla stazione della metropolitana San Faustino, e a Bergamo, alle 17 in piazza Gaza, a Porta Nuova.
In Emilia-Romagna appuntamenti a Piacenza, alle 8 al parcheggio Cheope (Facsal), a Bologna, alle 9.30 in piazza Maggiore, e a Rimini, alle 9 all’Arco d’Augusto. A Ravenna la mobilitazione prevede diverse tappe: preconcentramento alle 9 in piazza del Popolo, concentramento alle 10 in Darsena e partenza del corteo alle 11 verso Marina di Porto. Alle 12.30 è previsto un pranzo sociale in piazzale della Marina, da dove partirà un secondo corteo alle 14. In Liguria si manifesta a Imperia, alle 9.30 in piazza Ulisse Calvi, e a La Spezia, alle 9.30 davanti alla Prefettura. A Genova sono previsti due appuntamenti: alle 9.30 al Varco Albertazzi e alle 10 alla stazione Principe.
Le città coinvolte in Toscana: a Massa appuntamento alle 17 in piazza Garibaldi, a Carrara alle 6 al porto, a Pisa alle 9 in piazza Gaza (piazza XX Settembre), a Firenze alle 10 in piazza Bambine e Bambini di Beslan, alla Fortezza da Basso, a Siena alle 9 al terminal bus di Pescaia, a Piombino alle 16 in piazzale Premuda, al porto, a Grosseto 9.30, piazza Rosselli. A Livorno due appuntamenti: alle 6 alla rotatoria Ponte Penova e alle 9 in piazza Cavour. Nelle Marche si manifesta ad Ancona, alle 10.30 in corso Carlo Alberto, sul lato di piazza Ugo Bassi. In Umbria appuntamento a Perugia, alle 8.30 in piazza Partigiani. Le mobilitazioni nel Lazio: a Civitavecchia, alle 9 in corso Centocelle, davanti al Teatro Traiano, a Roma, alle 10.30 in piazza dei Cinquecento, a Latina 9, piazza del Popolo.
In Abruzzo appuntamento a Pescara, alle 10 in piazza Italia, mentre in Molise si manifesta a Campobasso, alle 9 in piazza San Francesco, a Termoli 8.30, piazza Donatori di Sangue. Due le mobilitazioni in Campania: a Napoli, alle 9.30 in piazza Mancini, e a Benevento, alla stessa ora in piazza Vittoria Colonna. In Basilicata appuntamento a Potenza, alle 9 in piazza Cagliari. In Puglia si scende in piazza a Bari, alle 9.30 in piazza Prefettura, e a Lecce, alle 9 a Porta Napoli. Due le manifestazioni anche in Calabria: a Cosenza, alle 9 in piazza Loreto, e a Reggio Calabria, alle 9 in piazza De Nava.
In Sicilia sono previsti tre appuntamenti: a Palermo, alle 9 in piazza Politeama, a Catania, alle 9.30 al porto, ad Alcamo 8.30, quartiere Maria Ausiliatrice, e a Pozzallo (Ragusa), alle 17 in piazza dei Marinai. Infine, in Sardegna, si manifesta a Sassari, alle 9.30 in piazza San Vincenzo, a Nuoro, alle 9 in via Dante, e a Cagliari, alle 9.30 in piazza Garibaldi, da dove partirà un corteo diretto al porto.
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Harry Kane e Alexia Putellas vencem prêmio Bola de Ouro de 2026

Nascido na capital inglesa, Kane recebeu das mãos do ex-jogador brasileiro Ronaldo Fenômeno o troféu de maneira inédita na carreira. Ele superou a concorrência dos também atacantes Kylian Mbappé, francês que defende o Real Madrid (Espanha), e Lamine Yamal, espanhol que atua no Barcelona, do mesmo país.
Somando atuações por Bayern de Munique e seleção da Inglaterra, Kane anotou 73 gols em 65 partidas na temporada 2025/2026, que contempla o período entre 3 de agosto de 2025 e 19 de julho de 2026. Somente pelo clube, onde foi campeão alemão e da Copa da Alemanha, o inglês de 33 anos balançou as redes 61 vezes em 51 jogos. Não à toa, também levou o Prêmio Gerd Müller, de melhor atacante, repetindo 2024.
Já Alexia liderou o Barcelona a quatro títulos na temporada: Campeonato Espanhol, Copa da Rainha, Supercopa da Espanha e o principal deles: a Liga dos Campeões da Europa. Ela ainda venceu a Liga das Nações da União Europeia de Futebol (Uefa) pela seleção de seu país.
A meia de 32 anos deixou para trás duas atacantes: a polonesa Ewa Pajor, do próprio Barcelona, e a jamaicana Khadija Shaw, do Manchester City (Inglaterra). Foi a terceira vez que ela levou o prêmio - as anteriores foram 2021 e 2022. Após a última temporada, a 14ª dela no time catalão, Alexia deixou o clube para defender o London City Lionesses (Inglaterra).
Entre os homens, o Brasil teve três indicados entre os 30 finalistas. O atacante Vinícius Júnior, do Real Madrid, ficou na 17ª posição. Gabriel Magalhães, do Arsenal (Inglaterra), foi o 21º, quatro postos a frente do também zagueiro Marquinhos, do Paris Saint-Germain (França).
No feminino, a única representante do país no top-30 foi Lorena. A goleira do Kansas City Current (Estados Unidos) e da seleção brasileira ocupou o 28º lugar. Ela ainda concorreu ao posto de melhor da posição na temporada, entre cinco finalistas, mas a ganhadora foi a espanhola Cata Coll, do Barcelona.
O futebol brasileiro também marcou presença na eleição de melhor time masculino da temporada. Tetra da Libertadores em 2025, o Flamengo acabou superado pelo Paris Saint-Germain, vencedor da Liga dos Campeões da Europa e que conquistou a Copa Intercontinental justamente em cima do Rubro-Negro, nos pênaltis.
Demais vencedores da Bola de Ouro
Troféu Yashin Masculino: Unai Simón - Athletic Bilbao e seleção da Espanha)
Troféu Gerd Müller Feminino: Charlyn Corral - atacante do Pachuca e da seleção do México (50 gols em 49 jogos na temporada)
Time Feminino do ano: Barcelona
Troféu Sócrates (prêmio que reconhece causas sociais): Bukayo Saka, atacante do Arsenal e da seleção da Inglaterra
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(@mcdavipaiva)