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“Anthropic reacende entusiasmo na inteligência artificial”, destaca analista da ActivTrades

Anthropic

A divulgação do prospeto S-1, documento que antecede a entrada em bolsa, pela Anthropic, que detém o modelo Claude, na segunda-feira 28 de outubro, está a “reacender o entusiasmo” em torno da inteligência artificial (IA), afirma o analista da ActivTrades, Henrique Valente.

Este entusiasmo está refletido no avanço em 126 pontos do índice bolsista norte-americano Nasdaq na manhã desta quarta-feira 28 de outubro, adianta. “A publicação do prospeto S-1 da Anthropic, em preparação para a sua entrada em bolsa, ajudou a reacender o entusiasmo em torno da inteligência artificial, também alimentado por novos anúncios de financiamento e pelos resultados dos fabricantes de semicondutores”, referiu o analista.

No prospeto, a Anthropic revela que vai entrar em bolsa através do índice bolsista Nasdaq, com o símbolo ANT. Também foi divulgado que a empresa teve um prejuízo de 80,7 mil milhões de dólares (72,4 mil milhões de euros) nos primeiros seis meses do ano, quase o dobro face ao prejuízo de 41,9 mil milhões de dólares (37,6 mil milhões de euros) registado em 2025.

“A nossa receita foi de 16,3 mil milhões de dólares (14,6 mil milhões de euros) nos seis meses findos em 30 de junho de 2026, um aumento em relação aos 1,2 mil milhões de dólares (mil milhões de euros) registados nos seis meses findos em 30 de junho de 2025. O nosso prejuízo operacional foi de 693 milhões de dólares (622,3 milhões de euros) nos seis meses findos em 30 de junho de 2026, uma redução em relação aos 2,1 mil milhões de dólares (1,8 mil milhões de euros) registados nos seis meses findos em 30 de junho de 2025”, assinalou.

O documento mostra ainda que no final de setembro a empresa detentora do Claude tinha mais de 11.900 clientes com um volume de negócios igual ou superior a 100.000 dólares (89 mil euros) nos últimos doze meses, face aos mais de 950 do período homólogo. “Além disso, à medida que os clientes incorporam o Claude nos seus fluxos de trabalho mais críticos e iniciativas de crescimento, muitos expandem rapidamente as suas implementações para níveis de faturação mais elevados. Em 30 de setembro de 2026, tínhamos mais de 1.900 clientes com um volume de negócios igual ou superior a um milhão de dólares (900 mil euros) nos últimos doze meses e aproximadamente 250 clientes com um volume de negócios igual ou superior a 10 milhões de dólares (8,9 milhões de euros) nos últimos doze meses”, acrescentou.

A empresa explicou que este crescimento nos clientes é justificado pelo cada vez maior das soluções da Anthropic. “O valor que o Claude oferece aos clientes contribuiu para a nossa taxa de retenção de receitas líquidas de aproximadamente 900% em 30 de setembro de 2026”, assinalou. Foi ainda revelado que a receita aumentou 1.368% em termos homólogos nos três meses que acabaram em 30 de junho de 2026, enquanto que as despesas de computação e infraestruturas aumentaram 300% no mesmo período temporal.

O entusiasmo nos mercados de capital com a Anthropic espalhou-se a outras regiões. “Na Ásia, a SK Hynix e a Samsung Electronics chegaram a subir cerca de 8% esta manhã (28 de outubro). Na Europa, a ASML ganhou 2,8% na sessão de ontem (27 de outubro). Nos Estados Unidos, a Broadcom avançou 4% e a CoreWeave valorizou 7,9%, enquanto o Nasdaq Composite terminou a sessão [de 27 de outubro] com uma subida de aproximadamente 1,2%”, descreveu o analista da ActivTrades Europe.

Agora o foco está na reunião da Reserva Federal norte-americana (Fed), marcada para esta quarta-feira 28 de outubro, onde se decidirá o caminho das taxas de juro, acrescentou. “A expectativa dominante é de manutenção das taxas de juro no intervalo de 3,75% a 4,00%, após a subida de setembro. Sem atualização do dot plot nesta reunião, o foco estará no comunicado e na conferência de imprensa de Kevin Warsh, às 18h30. Perante a relutância do presidente da Fed em dar indicações explícitas sobre a trajetória futura das taxas de juro, os investidores procurarão sobretudo perceber se a pausa poderá prolongar-se ou se a persistência da inflação deixa aberta a porta a uma nova subida em dezembro”, conclui Henrique Valente.

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Britain's ex-prime minister is paid up to $10,000 an hour advising Anthropic, Microsoft, and Goldman

Rishi Sunak, former UK prime minister, during the Bloomberg New Economy Forum in New Delhi, India, on Wednesday, Oct. 14, 2026. The New Economy Forum is being organized by Bloomberg Media Group, a division of Bloomberg LP, the parent company of Bloomberg News. Photographer: Prakash Singh/Bloomberg via Getty Images
Rishi Sunak was prime minister of the UK from 2022 to 2024.

Prakash Singh/Bloomberg via Getty Images

  • Rishi Sunak has senior advisor roles with Anthropic, Microsoft, and Goldman Sachs.
  • Sunak, who was the UK's prime minister between 2022 and 2024, makes up to $10,000 an hour from them.
  • Goldman paid him about $1.5 million, compared with Anthropic shares valued at about $500,000.

How much is Anthropic paying for the advice of the UK's former prime minister? A lot less than Microsoft.

Rishi Sunak, who led the country from 2022 to 2024, last year took on senior advisor roles with Anthropic, Microsoft, and Goldman Sachs.

As he still serves as a member of Parliament, the payments are detailed in a public register of MPs' financial interests. The most recent register, published Monday, shows Sunak earned more than £2.2 million, or over $2.9 million, from the three jobs.

Sunak, who started his career as a Goldman analyst before completing an MBA at Stanford, donated these earnings to charity. He and his wife Akshata Murthy set up The Richmond Project, which works to improve people's numeracy skills.

The couple is jointly worth about $750 million, according to The Sunday Times Rich List, with much of that wealth coming from Murthy, whose father founded Indian tech firm Infosys.

Anthropic hired Sunak as a senior advisor last October, paying him with equity in the AI firm. The register shows the shares were worth £373,000, or $495,000, when his one-year contract began.

Working an estimated 70 hours a year, that translates to about $7,000 an hour.

Also last October, Sunak started advising Microsoft. The tech giant paid him £741,735 a year, or almost $1 million. For an estimated 96 hours of work, per the register, that works out to about $10,200 an hour.

Sunak's role with Goldman is the most lucrative. He was paid nearly £1.1 million a year, or about $1.5 million.

The register shows the role involves an estimated 175 hours of work a year, suggesting he earns about $8,300 an hour.

Alongside his work in tech, Sunak writes a column for The Sunday Times. He also donates this money to charity, but it pales in comparison to the income from his other jobs. The register shows he earns £28,500 a quarter for five hours of work a week — about $580 an hour.

Sunak's office did not immediately reply to a request for comment.

Read the original article on Business Insider

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Anthropic manager says the 'coding interview is dead' — here's his advice for junior developers

A person is seen in front of a code written by 'HAVELSAN GPT' in December 2023
Anthropic engineering manager Felix Rieseberg says coding tests are obsolete in the AI era.

Utku Ucrak/Anadolu via Getty Images

  • An Anthropic manager says Claude has made traditional coding interviews a poor hiring signal.
  • His advice to juniors: target business problems and build a focused prototype over a weekend.
  • Google and Amazon are also reshaping engineering work and hiring around AI fluency and impact.

Out with the coding test, in with Claude.

That's the shift Felix Rieseberg, an Anthropic engineering manager, says he has made to his team's hiring process, arguing that AI has rendered traditional coding interviews a poor measure of who will succeed at work.

"The coding interview is dead, at least for my team at Anthropic," Rieseberg wrote in a Tuesday post on X. "I've seen enough to know that it no longer provides signal."

Rieseberg elaborated in a blog post, writing that there's "no point" in giving candidates coding challenges or asking them about programming languages like assembly.

"Claude is now better at both," he said of the company's own AI model.

Coding challenges were once a "weak but useful" predictor of success, Rieseberg said, but the most impactful builders on his teams are not necessarily the people who excel at such tests.

"I'm seeing engineers who are comparatively new fly past people who are probably better coders and have been around much longer," he wrote. "Hunger beats tenure."

AI is writing most of the code at Anthropic, and the shift tracks with changes underway at other Big Tech companies. Business Insider's Hugh Langley reported last week that Google is expanding pilots for software-engineering interviews that allow candidates to use Gemini to assess their AI fluency and prompting skills.

Amazon, meanwhile, told engineers on Tuesday to prioritize customer and business outcomes over raw AI usage. The company calls the moment the era of the "Renaissance Developer," in which human judgment and machine intelligence combine to build products faster.

How junior engineers can stand out

The rise of AI coding tools has fueled fears that junior developer roles will become harder to get, as AI takes on work like debugging and building simple features — tasks that once helped early-career engineers learn the ropes.

In his blog, Rieseberg shared advice for junior engineers — or, more broadly, people without organizational status or power. Rather than just clearing backlog tickets, he said they should identify the business problems their company is trying to solve.

Then, they should come up with a bold idea that could materially advance those goals and build a working prototype over a weekend. The project should communicate one compelling idea, he said, rather than bury several good ones inside an overly ambitious product.

The coding interview is dead, at least for my team at Anthropic. I've seen enough to know that it no longer provides signal. I removed it from loops this month.

I have a spicy, optimistic take - I think there's an opportunity for junior engineers: https://t.co/PVvpQCbQtK

— Felix Rieseberg (@felixrieseberg) October 27, 2026

Newer engineers should also lean into their outsider perspective. They may be more likely to spot broken user experiences or question ingrained assumptions about what is possible, Rieseberg said.

He pointed to two relatively new Anthropic engineers who built a graphical interface for Claude Code over a weekend; the first public version shipped around eight days later.

Rieseberg said he has not yet solved the problem of how to assess candidates who build effectively with AI.

For now, he said he is scanning resumes and portfolios for small prototypes that show "taste, empathy, and principled thinking" — qualities that AI researchers and tech leaders are increasingly putting a premium on in the age of AI.

Read the original article on Business Insider

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Quem controla a IA? A Anthropic tem um plano a longo prazo

Poucas empresas de capital aberto afirmam ter o futuro da humanidade em jogo enquanto tomam decisões corriqueiras sobre a composição de seu conselho.

Não é o caso da Anthropic. Tendo alertado que sua inteligência artificial poderia um dia curar o câncer ou matar até 8 bilhões de pessoas, a Anthropic estabeleceu um plano complexo sobre quem poderá governar a empresa à medida que sua tecnologia avança rapidamente, conforme revelou seu pedido de IPO na segunda-feira.

A expectativa é que a startup seja avaliada em US$ 1,5 trilhão, o que a tornaria a empresa de benefício público mais valiosa do mundo. Segundo a legislação de Delaware, essa estrutura exige que o laboratório de IA equilibre os interesses dos investidores com a promoção de um bem maior.

Mais do que detalhes técnicos, a estrutura da Anthropic pode ter grandes implicações para investidores e para o público que adota cada vez mais a IA da empresa sediada em São Francisco. Os detalhes mostram como a desenvolvedora se isolou da pressão dos investidores para poder seguir o que considera ser o melhor para a humanidade.

A Anthropic concedeu 50,1% do poder de voto em determinadas questões aos seus sete cofundadores, que, segundo o documento, estão “distintamente capacitados para serem gestores da nossa missão”, conforme relatado anteriormente pela Reuters.

Embora um fundo independente controle a maioria das cadeiras do conselho, o poder de voto dos cofundadores se estenderá às eleições dos demais diretores e às propostas dos acionistas em geral.

O documento apresentado na segunda-feira revelou ainda mais complexidades na gestão de um negócio que a Anthropic espera que sobreviva à equipe unida que o criou.

Assim que a maioria dos cofundadores deixar o cargo e suas ações com direito a voto múltiplo “Classe F” forem vendidas, o conselho da Anthropic se dividirá em três grupos de tamanho semelhante, com mandatos de três anos.

Ao adotar um sistema de reeleição de diretores semelhante ao do Senado dos EUA, a Anthropic adotou uma estrutura que já foi popular como forma de impedir aquisições hostis. A empresa há muito expressa preocupação com os riscos de a IA cair em mãos autoritárias ou nefastas.

Essa estrutura também contraria algumas tendências de governança corporativa. Neste século, as principais empresas americanas passaram a eleger todos os seus diretores anualmente, se tornando mais receptivas às demandas dos acionistas em áreas como remuneração de executivos ou estratégia.

A Anthropic se recusou a comentar.

Flexibilidade a longo prazo

Além do seu conselho administrativo, a Anthropic possui outro órgão de governança com seu próprio conjunto de regras: seu fundo fiduciário de benefícios de longo prazo.

Atualmente presidido pelo líder global em saúde Neil “Buddy” Shah, o fundo controla uma classe especial de ações chamada “Classe T”, que lhe permite eleger a maioria do conselho da Anthropic. A desenvolvedora também já considerou o que aconteceria se essas ações deixassem de existir.

O objetivo de tais eventualidades é “preservar a flexibilidade a longo prazo caso as circunstâncias mudem”, afirmou a empresa em seu documento. Mesmo que alguém não vinculado à missão da Anthropic de beneficiar a humanidade adquira suas ações Classe T, a estrutura exigiria que os diretores seguissem “disposições relacionadas ao nosso propósito de benefício público”.

Em última análise, o poder do fundo sobre o conselho faz da Anthropic uma “empresa controlada” segundo as regras da Nasdaq, se isentando de cumprir alguns requisitos típicos, como ter um comitê independente de nomeação e governança corporativa. A Anthropic está usando essa isenção para colocar Daniela Amodei, presidente e irmã do CEO Dario Amodei, nesse comitê.

Os líderes no comando da Anthropic

A Anthropic também criou um comitê de segurança e risco em seu conselho, atualmente composto pelo CEO da Novartis, Vas Narasimhan, e pelo ex-funcionário da Casa Branca de Trump, Chris Liddell. O bilionário Reed Hastings, cofundador da Netflix, é o atual diretor independente principal da Anthropic.

Ainda assim, os sete cofundadores da Anthropic — incluindo os irmãos Amodei — permanecem no centro da governança num futuro próximo. Isso se deve, em parte, à existência de uma entidade chamada “Founder LLC”, que, depois do fundo fiduciário, terá a maior influência nas eleições do conselho.

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