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© MARTIAL TREZZINI/EPA

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A África do Sul não irá impor uma proibição geral às importações de aves do Brasil, restringindo apenas os embarques provenientes de estabelecimentos onde tenham sido registrados surtos da doença de Newcastle, informou o Departamento de Agricultura do país nesta quarta-feira, em comunicado (28).
O país africano importa cerca de um quinto do consumo anual de carne de frango, sendo o Brasil responsável por pelo menos 70% do total das importações.
Os certificados sanitários veterinários acordados entre os dois países permitem a continuidade do comércio de carne de aves fresca, ovos para incubação e pintinhos de um dia, apesar do surto, desde que sejam cumpridos os requisitos de importação, informou o departamento.
As autoridades locais informaram terem sido notificadas pelo Brasil sobre o primeiro surto no estado de Santa Catarina em 20 de outubro. Nesta terça-feira (27), o Brasil anunciou um terceiro surto da doença de Newcastle em uma granja avícola no município de Nova Erechim, em Santa Catarina.
O povo indígena Terena, localizado no Mato Grosso do Sul, denunciou, nesta terça-feira (27), ameaças, intimidações e episódios de racismo dentro das próprias aldeias durante o segundo turno das eleições presidenciais.
A APIB (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil), ainda publicou situações em que os indígenas foram impedidos de votar em escolas localizadas nas aldeias. Muitos ainda foram chamados de “bugres”, termo pejorativo, racista e histórico usado no Brasil para designar os povos originários.
Um dos áudios pulicados em meio a denúncia mostra o desejo de um homem de que os povos não deveriam votar.
“Senão nós não vamos começar a botar isso, trabalhar, mandar fechar a porteira para não sair mais para a cidade, porque índio é só no mato. E cortar luz, cortar água, porque índio também não pode ter nada disso, é só lamparina. E água no poço. E eu acho que o índio também não podia voltar”, ressaltava um dos áudios da denúncia.
A APIB destacou que repudia essas violações e exige que as denúncias sejam investigadas, com a responsabilização dos envolvidos e a garantia da segurança das comunidades. “O direito ao voto é de todos! Nenhum povo indígena pode ser ameaçado, discriminado ou silenciado por exercer seus direitos políticos”, ainda afirmou o órgão.
A CNN Brasil entrou em contato com o Governo do Mato Grosso do Sul, com a Polícia Federal e com o Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso do Sul, mas até o momento não obteve resposta.
Os Terena são um povo indígena falante de língua Aruak. Atualmente, uma das maiores populações indígenas do país, habitam terras indígenas em dois estados brasileiros, Mato Grosso do Sul e São Paulo.
Os Ministérios dos Povos Indígenas (MPI), dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) e da Igualdade Racial (MIR), por meio de nota, apontaram que estão atuando em conjunto para investigar as denúncias de violência relacionadas aos povos indígenas, comunidades quilombolas e povos de terreiro, após o segundo turno das eleições.
“É inaceitável que discordâncias políticas possam ter como resultado o uso de violência para reprimir e intimidar opiniões diferentes, colocando em risco a vida das pessoas. Vivemos em um país democrático em que as diferentes visões de mundo devem ser respeitadas e coexistir de forma pacífica e livre”, afirmou a nota.
Uma sucuri-amarela foi filmada enrolada em um jacaré dentro de um lago, no Pantanal de Mato Grosso do Sul. O registro foi feito durante um safari nesta segunda-feira (26).
Na filmagem, realizada pelo técnico em agropecuária Adriel Abreu, é possível ver a sucuri com o corpo enrolado no animal. Assista:
“[Quando chegamos] A sucuri-amarela já estava submersa na água dando para ver as arrodias dela envolta do jacaré, quando ela faz esse processo de asfixia da presa”, disse o técnico.
Na ocasião, Adriel acompanhava um grupo de turistas, que puderam se aproximar do lago e ver a movimentação do animal.
“Era um lago pequeno desses de beira de estrada mesmo, a água estava até um pouco turva. Sucuri não é muito normal [de ser vista], mas nesses últimos dias ela está aparecendo com mais frequência”, concluiu Abreu.
A Receita Federal apreendeu, nesta terça-feira (27), mais de R$ 350 mil em mercadorias na BR-101, entre eletrônicos, cigarros, vestuários, calçados e cabelo humano, na altura do município de Garuva, em Santa Catarina.
A apreensão foi feita durante abordagens em ônibus e automóveis na região de fronteira entre o estado do Paraná e Santa Catarina. Além das mercadorias apreendidas, um veículo também foi apreendido, o valor total de tudo o que foi recolhido pelas equipes somou mais de R$ 350 mil.
Segundo o órgão, a entrada irregular das mercadorias no país pode ser caraterizada como crimes de descaminho e contrabando.
Tanto as mercadorias quanto ao veículo, todos foram levados para o depósito de mercadorias da Receita Federal em Joinville.
*Sob supervisão de Thiago Félix