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Wall Street fecha em baixa afetada pelos resultados da Alphabet

A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, afetada pelos resultados considerados dececionantes da Alphabet (Google), que reavivaram os receios em torno da rentabilidade da inteligência artificial (IA).

 

O resultado da sessão indica que o índice tecnológico Nasdaq perdeu 1,38%, o alargado S&P500 recuou 0,30% e o seletivo Dow Jones Industrial Average baixou 0,25%.

"Está claro que o mês foi particularmente constrangedor para os investidores que apostam na IA", comentou Angelo Kourkafas, da Edward Jones, em declarações à AFP.

O episodio mais recente foi a queda acentuada da Alphabet, a casa-mãe ('holding') da Google, verificada hoje, um dia depois de divulgar resultados trimestrais aquém das expectativas.

Penalizado em particular pela queda da publicidade, o grupo desvalorizou 12,64%, o que representa uma diminuição da capitalização bolsista em 480 mil milhões de dólares em apenas uma sessão.

Dado o seu peso no mercado bolsista, a sua queda "pesou sobre o sentimento dos investidores sobre os valores tecnológicos, em particular os mais expostos à IA", comentaram os analistas da Briefing.com.

Na semana passada, a Meta (Facebook, Instagram) ja tinha abalado o setor, ao reavivar os receios dos investidores quanto ao custo crescente das despesas com esta tecnologia.

Soube-se agora que a Alphabet, só no terceiro trimestre, investiu 51 mil milhões de dólares, na sua maioria dirigidos para os seus centros de dados, mais do que os 45 mil milhões no trimestre anterior.

"Os investidores estão a colocar em causa o modelo económico" em torno desta tecnologia, estima Kourkafas. "Eles querem provas tangíveis de que todos estes investimentos acabarão por se traduzir na melhoria dos lucros".

Os conglomerados dos semicondutores - indispensáveis para a construção dos centros de dados onde são treinados os modelos de IA - recuram hoje, casos de Nvidia (-0,80%), AMD (-2,08%) e Broadcom (-1,94%).

Por sua vez, a Microsoft, que perdeu 0,16%, teve um melhor desempenho, depois de apresentar resultados a superar as expectativas dos analistas.

A sua atividade de informática à distância ('cloud') viu o seu volume de negócios subir 30% em ermos homólogos.

Por junto, comentou Kourkafas, "o dinheiro não sai do mercado de ações. Simplesmente, muda de um setor para outro".

Assim, os investidores reagiram bem a outros resultados fora da tecnologia, casos da empresa de cruzeiros Norwegian (+13,33%) e das farmacêuticas Eli Lilly (6,57%) e Merck (3,85%).

Leia Também: Wall Street abre em queda devido a perdas no setor tecnológico

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Ministro reconhece “enorme atraso” nos salários dos portugueses

O ministro da Economia reconheceu hoje, em Lisboa, que existe um “enorme atraso” no rendimento dos portugueses, defendendo que não existe razão para que o país se contente com menos do que a média europeia.

“O PIB [Produto Interno Bruto] ‘per capita’ é um dos piores indicadores no confronto com a Europa. Estamos aproximadamente em 80% do PIB ‘per capita’. Tanto quanto Portugal tinha há 30 anos. Estivemos a marcar passo”, admitiu o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, numa audição parlamentar no âmbito da discussão do Orçamento do Estado para 2027 (OE2027).

O governante vincou que existe “um enorme atraso” no rendimento dos portugueses, apesar de ressalvar que este já foi pior, e acrescentou não ver razão para que o país se contente com menos do que a média da União Europeia.

A forma de Portugal recuperar este atraso, segundo o ministro, é o país crescer, a cada ano, mais do que a média europeia.

Neste sentido, apontou que se o país crescer tanto como no primeiro semestre deste ano, é possível atingir 100% da média europeia em 2043.

“Em 10 anos conseguimos recuperar 12 pontos percentuais. Está ao alcance dos portugueses, assim haja ambição e organização do trabalho”, referiu.

Para Castro Almeida, tal acontecerá se a “maior fatia do rendimento” ficar nas mãos das famílias e no bolso das empresas.

“O Estado deve ficar com o indispensável para garantir o Estado social e a autoridade”, notou.

O ministro destacou ainda que o Governo fez “seis baixas do IRS”, que representam menos 4.000 milhões de euros arrecadados em impostos.

Em resposta aos deputados, o ministro da Economia disse ainda que os salários dos portugueses estão, sistematicamente, a crescer acima da inflação, referindo-se ao que classificou como “números inequívocos do INE” (Instituto Nacional de Estatística).

Contudo, admitiu que gostava que esta diferença fosse maior, o que explicou não ser possível devido à guerra do Golfo e ao aumento dos custos com os combustíveis.

“Apesar disso, [os salários] estão a crescer em Portugal. Não estou a dizer que estão bem ou a crescer demais”, insistiu.

A votação final global do OE2027 está marcada para 24 de novembro, após o processo de debate na especialidade.

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OE2027: Governo nega excesso de turismo e defende crescimento em valor

O ministro da Economia negou hoje, em Lisboa, que Portugal tenha excesso de turismo, embora tenha reconhecido que em algumas zonas e períodos tal possa acontecer, e defendeu ser necessário um aumento para valorizar os salários do setor.

 

"Nós achamos que há espaço para mais turismo em Portugal. Não é verdade que haja turismo a mais", apontou o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, em resposta aos deputados, numa audição parlamentar no âmbito da discussão do Orçamento do Estado para 2027 (OE2027).

Contudo, reconheceu que "em uma ou outra zona do país" e em semanas específicas tal possa acontecer.

O titular da pasta da Economia sublinhou ser necessário um crescimento do turismo, sobretudo, em valor e não em dormidas, vincando que esta é a única forma para melhorar os salários dos trabalhadores deste setor, que são "globalmente maus".

Castro Almeida referiu que os últimos dados mostram as dormidas de turistas em Portugal a crescer 1,5% e as receitas 5%.

"Estamos no caminho certo, a acrescentar valor", referiu, precisando que o Governo não pode definir os salários do turismo ou de qualquer setor, mas apenas o salário mínimo nacional.

A votação final global do OE2027 está marcada para 24 de novembro, após o processo de debate na especialidade.

 

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Gigante das entregas realiza demissões em massa às vésperas da Black Friday

O Esquenta Black Friday da Amazon já começou com descontos antecipados e com isso realizou uma nova rodada de demissões nesta quarta-feira, 28, e já soma mais de mil postos de trabalho cortados em outubro. Desta vez, até 250 vagas foram eliminadas na divisão de dispositivos e serviços, principalmente na área de desenvolvimento de software. No início do mês, a empresa já havia dispensado cerca de mil funcionários de sua divisão principal de varejo.Empresa afirma que busca mais eficiênciaEm resposta à Reuters, um porta-voz da Amazon confirmou os cortes e afirmou que a empresa tomou a decisão de eliminar um pequeno número de cargos. Segundo ele, as mudanças têm como objetivo tornar as operações mais eficientes e alinhar as equipes ao planejamento de desenvolvimento de produtos.Uma pessoa familiarizada com o assunto informou que os cortes atingiram principalmente profissionais de desenvolvimento de software. Os funcionários foram comunicados por mensagens de texto e e-mails enviados durante a madrugada. Em uma das mensagens, a vice-presidente de Recursos Humanos da divisão de dispositivos e serviços, Cherie Robinson, informou que a empresa havia realizado uma revisão completa de sua estrutura. Leia Também: INCLUSÃO E QUALIFICAÇÃO Projeto de qualificação profissional transforma realidade de comunidades na Bahia NÃO PERCA O PRAZO! Carnaval 2027: Prefeitura de Salvador abre inscrições para seis funções; veja EMPREGOS & NEGÓCIOS BYD abre 30 vagas de jovem aprendiz para fábrica em Camaçari; confira Demissões ocorrem após lançamentos de produtosA nova rodada de cortes acontece após semanas de lançamentos de produtos, incluindo leitores eletrônicos Kindle e tablets. Nesta quarta-feira, a Amazon também anunciou um novo despertador e uma moldura digital equipados com a assistente virtual Alexa.A empresa deve divulgar os resultados financeiros do terceiro trimestre após o fechamento do mercado nesta quinta-feira, 29.

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Deuda de Brasil sigue en 82,9 por ciento del PIB

Brasilia, 29 oct (Prensa Latina) La deuda bruta de Brasil se mantuvo en septiembre pasado en 82,9 por ciento del Producto Interno Bruto (PIB), equivalente a 11,1 billones de reales (dos billones 70 mil millones de dólares), divulgó hoy el Banco Central.

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Ministro reconhece "enorme atraso" no rendimento dos portugueses

O ministro da Economia reconheceu hoje, em Lisboa, que existe um "enorme atraso" no rendimento dos portugueses, defendendo que não existe razão para que o país se contente com menos do que a média europeia.

 

"O PIB [Produto Interno Bruto] 'per capita' é um dos piores indicadores no confronto com a Europa. Estamos aproximadamente em 80% do PIB 'per capita'. Tanto quanto Portugal tinha há 30 anos. Estivemos a marcar passo", admitiu o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, numa audição parlamentar no âmbito da discussão do Orçamento do Estado para 2027 (OE2027).

O governante vincou que existe "um enorme atraso" no rendimento dos portugueses, apesar de ressalvar que este já foi pior, e acrescentou não ver razão para que o país se contente com menos do que a média da União Europeia.

A forma de Portugal recuperar este atraso, segundo o ministro, é o país crescer, a cada ano, mais do que a média europeia.

Neste sentido, apontou que se o país crescer tanto como no primeiro semestre deste ano, é possível atingir 100% da média europeia em 2043.

"Em 10 anos conseguimos recuperar 12 pontos percentuais. Está ao alcance dos portugueses, assim haja ambição e organização do trabalho", referiu.

Para Castro Almeida, tal acontecerá se a "maior fatia do rendimento" ficar nas mãos das famílias e no bolso das empresas.

"O Estado deve ficar com o indispensável para garantir o Estado social e a autoridade", notou.

O ministro destacou ainda que o Governo fez "seis baixas do IRS", que representam menos 4.000 milhões de euros arrecadados em impostos.

Em resposta aos deputados, o ministro da Economia disse ainda que os salários dos portugueses estão, sistematicamente, a crescer acima da inflação, referindo-se ao que classificou como "números inequívocos do INE" (Instituto Nacional de Estatística).

Contudo, admitiu que gostava que esta diferença fosse maior, o que explicou não ser possível devido à guerra do Golfo e ao aumento dos custos com os combustíveis.

"Apesar disso, [os salários] estão a crescer em Portugal. Não estou a dizer que estão bem ou a crescer demais", insistiu.

A votação final global do OE2027 está marcada para 24 de novembro, após o processo de debate na especialidade.

Leia Também: PTRR: Danos causados pelas tempestades absorveram mais de 3.000 milhões

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