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Porque é que os músculos perdem força com a idade?

À medida que envelhecemos, os músculos perdem força e massa. No entanto, algumas das alterações que ocorrem no tecido muscular poderão representar não apenas sinais de deterioração, mas também respostas adaptativas destinadas a proteger as células contra danos. Uma nova investigação esclarece por que razão os músculos envelhecidos tendem a apresentar uma maior proporção de fibras musculares de contração lenta e identifica uma molécula que poderá abrir novas perspetivas para o tratamento da perda muscular. Um novo estudo, publicado o mês passado na Nature Aging, identificou a cardiolipina, uma molécula essencial ao funcionamento das mitocôndrias, como um possível elemento-chave na

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Mulher viveu três anos com um “bebé de pedra” no abdómen. Um dilema médico

As imagens do TAC não deixaram dúvidas:  tinha as estruturas do esqueleto de um feto, com crânio, coluna, costelas e ossos dos braços e das pernas. Em 400 anos, só há algumas centenas de casos documentados de “bebé de pedra”. Durante três anos, uma mulher de 42 anos da Somalilândia viveu com uma dor surda na parte baixa do abdómen. Nos últimos meses, juntou-se-lhe uma sensação de peso que foi crescendo. Quando foi ao hospital, os médicos chegaram a um diagnóstico que, em 400 anos, só foi documentado algumas centenas de vezes: um litopédio, ou “bebé de pedra”. O historial

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De la ovación de Chicago al aplauso de Madrid: los oncólogos celebran avances inéditos contra los tumores más letales

Aplausos de los asistentes a una de las sesiones plenarias del congreso de la Sociedad Estadounidense de Oncología (ASCO, por sus siglas en inglés), celebrado el pasado mayo en Chicago (Estados Unidos)

No es habitual ver a un puñado de oncólogos invadidos por la emoción y la euforia. Tampoco que las gráficas de alguno de sus estudios se viralicen en redes sociales. Pero este año ha ocurrido. Y más de una vez. El pasado mayo, en Chicago, durante el congreso de la Sociedad Americana de Oncología (ASCO, por sus siglas en inglés), un auditorio entero se puso en pie para aplaudir los resultados de una terapia dirigida que logra duplicar la supervivencia en cáncer de páncreas, un tumor de muy mal pronóstico. Y este fin de semana, en Madrid, centenares de oncólogos de medio mundo volvieron a ponerse en pie: esta vez, una ovación espontánea recorrió el congreso europeo de oncología al conocerse que un ensayo para el cáncer de pulmón más agresivo lograba una mejora de la supervivencia nunca vista en ese tumor. “Estamos viendo una explosión de diferentes fármacos. Y esta innovación no está ocurriendo solo en los tumores más frecuentes, sino también en algunos más raros y agresivos. Esto es muy importante y significativo”, reflexiona la oncóloga Ángela Lamarca, coordinadora del Comité de Comunicación del congreso europeo.

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