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El Barça cierra la grada de animación frente el Alavés tras el intento de agresión a Camavinga

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La grada de animación del Barça volverá a quedarse en silencio este fin de semana. Apenas siete meses después de su estreno en el nuevo Spotify Camp Nou, los aproximadamente 1.200 integrantes del Gol 1957 no podrán presenciar el próximo partido de Liga ante el Alavés. La decisión de la junta directiva de Joan Laporta llega después de los incidentes protagonizados por algunos aficionados durante el clásico contra el Real Madrid, que han provocado denuncias por parte de la Liga ante los organismos disciplinarios de la Real Federación Española de Fútbol (RFEF). Es un nuevo capítulo de una relación difícil, marcada por los desencuentros, las sanciones económicas y una desconfianza que ni el regreso al Camp Nou ha disipado.

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60 mansões de R$ 5 milhões, superesportivos e jatinho: saiba o que dá para comprar com o prêmio histórico da Mega-Sena

Uma aposta única registrada no estado do Mato Grosso acertou as seis dezenas do concurso 3077 da Mega-Sena e faturou o prêmio de R$ 324,8 milhões.

O montante total coloca o novo ganhador entre os maiores detentores de patrimônio gerado por loterias no país.

O poder de compra dos R$ 324,8 milhões

Para dimensionar a quantia sorteada no concurso 3077, o valor total permite aquisições de grande porte nos mercados imobiliário, automotivo e de aviação:

  • Imóveis de alto padrão: O valor equivale à compra de 60 mansões avaliadas em R$ 5 milhões cada, mantendo ainda um saldo restante superior a R$ 24 milhões para custos operacionais e impostos.
  • Veículos de luxo: A quantia possibilita a aquisição de uma frota com mais de 300 carros esportivos de luxo na faixa de R$ 1 milhão por unidade.
  • Aviação executiva: O prêmio comporta a compra de duas a três aeronaves executivas de longo alcance, além da estruturação de hangaragem própria.

Rendimento na renda fixa e prazo de resgate

Caso o valor integral de R$ 324,8 milhões seja aplicado em modalidades tradicionais de investimento ou na caderneta de poupança, o rendimento mensal estimado pode variar entre R$ 1,6 milhão e R$ 2,5 milhões, a depender da taxa básica de juros vigente.

De acordo com as normas das Loterias Caixa, o ganhador possui o prazo limite de 90 dias corridos, contados a partir da data do sorteio, para realizar a retirada do prêmio em uma agência bancária credenciada.

Se o prêmio não for resgatado dentro do período determinado por lei, o montante total é repassado ao Tesouro Nacional para destinação ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

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Neymar no litoral catarinense: o prédio de 32 mil m² com apartamentos de até R$ 54 milhões que terá robô autônomo nos elevadores

Um empreendimento residencial em construção na frente-mar da Meia Praia, em Itapema (SC), que tem como a família do jogador Neymar como sócios do projeto imobiliário, passará a contar com um robô entregador autônomo para transportar encomendas e pequenos volumes diretamente até a porta dos apartamentos.

A tecnologia é integrada aos elevadores do edifício e tem como objetivo aumentar a privacidade dos moradores, além de otimizar a rotina da equipe de atendimento do condomínio.

Após o recebimento e a liberação do pacote pela portaria, o volume é colocado no compartimento do equipamento. O robô realiza sozinho o deslocamento pelos corredores e pavimentos, utilizando os elevadores para entregar o pedido na unidade indicada e retornando em seguida à base.

Estrutura do edifício e mercado de robótica

Com 32 mil m² de área construída e 45 pavimentos, o edifício soma 68 apartamentos com áreas privativas entre 264 m² e 966 m² e opções de quatro a seis suítes. Os valores de venda das unidades variam de R$ 14 milhões a R$ 54 milhões, somando um VGV estimado em R$ 650 milhões.

A adoção do sistema reflete o crescimento da automação no setor residencial e de logística. De acordo com estudo da consultoria MarketsandMarkets, o mercado global de robôs de entrega deve avançar de US$ 800 milhões em 2025 para US$ 3,24 bilhões em 2030.

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Infraestrutura e previsão de entrega

Além da entrega automatizada, o projeto prevê segurança monitorada por inteligência artificial, infraestrutura para carregamento de veículos elétricos e heliponto homologado. A entrega do edifício está prevista para dezembro de 2028.

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Menino de 13 anos nadou 4 km no mar agitado, correu na praia e ligou para o resgate para salvar a família — e acabou virando ‘herói do mar’

Um adolescente de 13 anos nadou cerca de 4 quilômetros em mar aberto, percorreu mais 2 quilômetros a pé pela areia e acionou o serviço de emergência para salvar a mãe e dois irmãos menores que ficaram à deriva na praia de Quindalup, na Austrália Ocidental.

O caso ocorreu após a embarcação em que a família estava começar a alagar devido aos fortes ventos e à correnteza.

Decisão crítica em mar aberto

O incidente começou quando Austin Appelbee, a mãe, Joanne, de 47 anos, e os irmãos Beau, de 12, e Grace, de 8, foram surpreendidos por rajadas de vento que empurram os caiaques da família para longe da costa. Com uma das embarcações enchendo de água, o jovem decidiu deixar o grupo e nadar sozinho em direção à praia para buscar socorro.

Durante a travessia de aproximadamente quatro horas contra as ondas, Austin manteve o foco na costa. Ao atingir a terra firme, o garoto ainda correu dois quilômetros ao longo da praia até encontrar um ponto com sinal de telefone para discar para o serviço de emergência.

A ligação para o socorro

Na chamada telefônica divulgada pelas autoridades locais, o garoto manteve a calma ao repassar as coordenadas geográficas aproximadas de onde a família havia sido vista pela última vez. Durante o atendimento, Austin solicitou um helicóptero de resgate para localizar os familiares e pediu uma ambulância para si mesmo, relatando sintomas de exaustão e hipotermia.

A Polícia da Austrália mobilizou equipes de resgate aéreo e marítimo. A mãe e as duas crianças foram encontradas flutuando na água, agarradas aos coletes salvividas e aos destroços do caiaque, pouco antes do pôr do sol.

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Reconhecimento das autoridades

Todos os membros da família foram levados ao hospital para avaliação médica e liberados sem ferimentos graves. A atuação do adolescente foi elogiada por equipes de resgate e autoridades policiais, que destacaram o preparo físico e a determinação do jovem diante de uma situação de risco no oceano.

O feito rendeu a Austin o apelido de “herói do mar” pela imprensa australiana e pela comunidade local.

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E se a sua melhor atitude for movida pelo egoísmo? Entenda a teoria da “química moral”

Atos de generosidade, compaixão e sacrifício pessoal podem não derivar de virtudes puras ou desinteressadas, mas sim de impulsos de preservação individual e busca pelo prazer. A tese da “química dos conceitos e sentimentos” foi apresentada pelo filósofo alemão Friedrich Nietzsche.

Segundo a análise, comportamentos classificados como morais ou altruístas constituem versões refinadas de inclinações egoístas herdadas.

A dissolução do altruísmo e a metáfora da química

Na tradição filosófica clássica, virtudes como a abnegação eram tratadas como qualidades de origem elevada ou milagrosa. No entanto, a investigação psicológica indica que não existe ação inteiramente isenta de interesse pessoal.

Leia também: Aos 10 anos, ele descobriu a maior tragédia de sua vida no próprio funeral da mãe: a história do filósofo que transformou o trauma no segredo da vida

Nietzsche utilizou a analogia da química para demonstrar que, assim como cores magníficas são extraídas de materiais brutos e desprezados, as condutas mais estimadas pela sociedade resultam da sublimação de impulsos básicos.

Atitudes de amabilidade e socorro ao próximo trazem consigo o sentimento de poder, o alívio de um desconforto próprio ou a busca por aprovação social.

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Autoconservação e a utilidade social das virtudes

De acordo com a reflexão de séculos passados, a distinção entre atos considerados bons ou maus não se baseia em oposições essenciais, mas no grau de desenvolvimento do intelecto e na autoconservação do indivíduo.

Condutas prejudiciais ou benéficas são motivadas pelo desejo de obter prazer e evitar o sofrimento.

A transição da moralidade para a observação objetiva

A desconstrução da pureza moral não busca condenar a conduta humana, mas libertá-la de interpretações equivocadas.

Leia também: Por que algumas pessoas rejeitam casamentos e rotinas rígidas? Entenda quem são os “espíritos livres”

Ao reconhecer que a moralidade do costume nasceu da necessidade de convivência e proteção mútua, a observação psicológica substitui o julgamento moral pelo entendimento objetivo das causas reais do comportamento.

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Muere Michel Pineda, leyenda del Espanyol, a los 62 años

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El Espanyol está de luto. Michel Pineda Uzaeta, uno de los delanteros más queridos por la afición blanquiazul durante la década de los ochenta, ha fallecido a los 62 años, según ha comunicado este jueves el club perico. Nacido en Gien (Francia) el 9 de junio de 1964, Pineda defendió la camiseta del Espanyol durante seis temporadas, entre 1984 y 1990, en las que disputó 233 partidos oficiales y marcó 73 goles. Su entrega, carácter y capacidad goleadora lo convirtieron en uno de los futbolistas más populares de su generación.

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Koundé, de nuevo al margen del grupo a dos días del Alavés

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Jules Koundé sigue sin entrenarse con el grupo y tiene muy complicada su participación en el partido del próximo sábado contra el Alavés en el Spotify Camp Nou. El defensa francés tampoco se ha ejercitado este jueves junto a sus compañeros, a solo dos días del encuentro, y está prácticamente descartado para la cita liguera.

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Mar de chocolate no Caribe: entenda o fenômeno das algas que exalam cheiro de ovo podre

O acúmulo massivo de uma alga marinha conhecida como sargaço alterou a paisagem de praias paradisíacas no Caribe mexicano, criando o fenômeno chamado de “mar de chocolate”.

Além do impacto visual na Riviera Maya e no estado de Quintana Roo, a matéria orgânica em decomposição exala um odor de ovo podre e gera gás sulfeto de hidrogênio, uma substância tóxica que acende alertas de saúde e preservação ambiental na região.

Como surge o fenômeno e por que o odor é tão forte?

Cientistas apontam que a proliferação acelerada do sargaço decorre do aquecimento das águas oceânicas. O ciclo de presença das algas, que costumava durar entre dois e três meses, estendeu-se para um período crítico de até nove meses por ano.

Projeções de autoridades ambientais indicam que o volume recolhido nas praias deve ultrapassar 131 mil toneladas até o fim do ano, superando o recorde anterior de 105 mil toneladas.

A decomposição das algas ocorre entre 24 e 48 horas após a chegada à costa. Nesse intervalo, há a liberação do sulfeto de hidrogênio. Além disso, o sargaço pode filtrar metais pesados, como o arsênio, para a areia da praia, impactando a biodiversidade local.

Brian LaPointe, professor do Harbor Branch Oceanographic Institute da Universidade Atlântica da Flórida, destaca a necessidade de integrar sistemas de observação via satélite a intervenções coordenadas.

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Prejuízos financeiros e impacto no turismo

A crise afeta diretamente a economia local. De acordo com o vereador de Tulum, Elheno Barbacano, a redução no fluxo de turistas é severa, prejudicando hotéis, restaurantes e o comércio. Para conter os danos estéticos e operacionais, trabalhadores realizam diariamente a remoção manual e mecânica das algas nas praias.

O governo de Quintana Roo estima que o gerenciamento do sargaço custa cerca de US$ 2 bilhões por ano, o equivalente a aproximadamente 11% do Produto Interno Bruto (PIB) regional. Especialistas reforçam que a implementação de modelos de previsão e mitigação prévia é fundamental para conter os impactos contínuos no ecossistema e na economia caribenha.

*Com informações da Reuters

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Segredo de engenharia dos anos 60 que fez um minúsculo carrinho atingir o equivalente a 320 km/h

Em 1968, a fabricante de brinquedos Mattel lançou no mercado a linha de miniaturas em escala 1/64 denominada Hot Wheels. Ao contrário dos veículos de brinquedo produzidos até então, os novos modelos conseguiam rolar em alta velocidade em pistas inclinadas ou com um simples toque de dedo, atingindo o equivalente a 200 milhas por hora (cerca de 320 km/h) em comparação com a escala de um automóvel em tamanho real.

O diferencial técnico que permitiu o desempenho das miniaturas residia em sua estrutura de suspensão e rolamento.

Os projetistas utilizaram um eixo de arame fino de aço (music wire), devidamente lubrificado e conectado a um mancal de plástico exclusivo. Essa solução de engenharia reduziu o atrito mecânico, permitindo que as rodas girassem com resistência mínima.

Além do sistema de rodagem, os modelos originais apresentavam acabamento com a tinta metálica Spectraflame, escapamentos侧ais, traseiras elevadas e pneus com faixa vermelha.

A primeira coleção comercializada ficou conhecida entre entusiastas como “Sweet 16”, constituída por dez modelos baseados em carros de produção modificados e seis veículos de exposição (show cars).

Valorização no mercado de colecionadores

A combinação entre velocidade e design expandiu o apelo do produto para além do público infantil.

Entre as opções de lançamento, a cor rosa choque (hot pink) tornou-se a mais rara e valorizada por colecionadores, uma vez que executivos da empresa na década de 1960 consideravam a tonalidade pouco apropriada para brinquedos masculinos.

O impacto técnico e cultural do projeto resultou na inclusão da marca no National Toy Hall of Fame em 2011. Atualmente, exemplares antigos raros alcançam valores expressivos em leilões, com registros que chegam a 72 mil dólares por uma única unidade.

 

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Vietnam aspira a exitosa organización de APEC 2027

Hanoi, 29 oct (Prensa Latina) Vietnam aspira hoy a la exitosa organización del Año APEC 2027 por la huella que dejará dentro de la organización y entre sus socios, y como una oportunidad para conectar recursos internacionales al servicio del desarrollo socioeconómico.

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Gli Stati Uniti e Trump al bivio alle elezioni di midterm: la contesa tra democratici e repubblicani e gli scenari per il Congresso

L’inimmaginabile potrebbe a questo punto accadere. Soltanto qualche mese fa, la previsione più realistica nella politica americana era che alle elezioni di midterm i democratici riconquistassero la Camera e i repubblicani si confermassero maggioranza al Senato. Il dato si basava su un calcolo. Per conquistare il Senato, i democratici avrebbero dovuto conservare quattro seggi che già ora controllano – Georgia, Minnesota, New Hampshire, Michigan – ma che i repubblicani giudicavano “contendibili”. Oltre a mantenere i quattro collegi, i dem ne avrebbero dovuto conquistare altri quattro tra Maine, North Carolina, Alaska, Texas, Ohio, Iowa. Se non impossibile, la cosa appariva ardua. In molte di queste zone Trump aveva vinto nel 2024 con oltre 20 punti di vantaggio. Come sarebbe stato possibile ribaltare una così massiccia prevalenza dei conservatori? Quanto sarebbe stata realistica una vittoria liberal nella Trumpland?

A pochi giorni dall’apertura delle urne, l’inimmaginabile può essere immaginato. Oltre che alla Camera, i democratici potrebbero prevalere anche al Senato. In tutti gli Stati sopra menzionati, sondaggisti e ricercatori parlano di una situazione di sostanziale equilibrio. A rivelarlo, oltre ai sondaggi, è anche la corsa disperata che Donald Trump ha intrapreso da un comizio all’altro in Texas. Ohio, Iowa, Mississippi, fino a qualche mese fa solide roccaforti repubblicane e dove ora si spedisce a far comizi last minute un presidente ottantenne, non si sa quanto consapevole del momento. Il timore è che le roccaforti crollino. Persino il Kansas, che non elegge un senatore democratico dal 1932, non pare più così certa terra repubblicana. Nelle ultime settimane si è assistito a un altro fenomeno significativo. I repubblicani, che pure a queste elezioni dispongono di un solido vantaggio finanziario rispetto ai democratici, stanno riposizionando ingenti risorse dai collegi elettorali “di attacco” a quelli “di difesa”. Gli strateghi del G.O. P. si sono cioè convinti che a questo punto non si tratti tanto di strappare seggi ai democratici ma di difendere, disperatamente, i propri. Con un presidente largamente impopolare e un’economia frenata dalla guerra in Iran, la linea non può che essere quella della resistenza.

Se questo è il quadro che a pochi giorni dal voto emerge da sondaggi e analisi, una certa prudenza è comunque d’obbligo. Chi nel 2016 avrebbe mai pensato che un imprenditore mezzo fallito diventato personaggio TV folkloristico fosse candidato repubblicano alla presidenza, senza esperienza e senza un partito alle spalle, e potesse battere Hillary Clinton e diventare presidente degli Stati Uniti? Chi avrebbe immaginato che sempre quel presidente, sconfitto, allo sbando, circondato da generale riprovazione per aver lanciato i suoi supporter contro il Congresso, potesse tornare alla ribalta e rientrare trionfalmente alla Casa Bianca quattro anni dopo? La carriera politica di Trump – il corso della sua vita – sono costellati da continue cadute e inaspettati ritorni e non si può escludere che istinto e capacità di capire cuore e testa degli americani lo facciano tornare in auge anche questa volta.

La cosa è possibile, ma improbabile. Trump ha ottant’anni e, nonostante le chiacchiere da lui stesso alimentate, nessuna possibilità di un terzo mandato. Tra due anni lascerà la Casa Bianca e il suo principale problema non sarà tanto consolidare il movimento che ha creato e trovargli un leader, quanto difendere se stesso e la sua famiglia dalle inchieste che i democratici, nel caso di ritorno al potere, faranno partire. C’è poi da aggiungere che difficilmente la crisi energetica globale, scatenata dalla guerra in Iran, si risolverà nel giro di qualche settimana. Se si incrociano lo stato attuale delle cose e i dati dei sondaggi, quello che potrebbe accadere il 3 novembre è quindi molto di più di un semplice trasferimento del controllo del Congresso dai repubblicani ai democratici. La sera del 3 novembre potrebbe rappresentare l’inizio della fine dell’era Trump, il momento in cui un presidente ormai anziano, pochissimo amato, segnato da diverse crisi che non sa risolvere, perde anche il sostegno del suo partito al Congresso e diventa una delle figure tragiche dell’immaginario politico americano. Una lame duck, un’anatra zoppa.

Ovviamente gli scenari sono diversi per i diversi risultati del voto. Nel caso i democratici dovessero riprendere il controllo della sola Camera, potranno nominare lo speaker, gestire l’agenda dei lavori e le commissioni, avviare inchieste e indagini formali, ostacolare l’approvazione di tasse e bilancio federale (il power of the purse, il potere di borsa, negli Stati Uniti appartiene al Congresso nel suo insieme, la Camera ha però più funzioni di proposta e il Senato di verifica e approvazione). A Trump resterebbe il potere di veto e la possibilità di governare attraverso decreti e ordini esecutivi. Il Senato in mano ai repubblicani significherebbe una cosa soprattutto – e importante per i conservatori: audizioni più veloci e quasi certa approvazione per i giudici federali nominati dal presidente. Limitato nei poteri sul fronte interno, Trump potrebbe dedicarsi con più tempo e impegno alla politica estera – su cui il presidente ha più ampia autonomia – puntando alla chiusura del conflitto in Ucraina e alla liquidazione della minaccia nucleare iraniana. Per un politico che da sempre sogna di tramandare ai posteri il segno del suo passaggio alla Casa Bianca, non è cosa trascurabile.

Tutto ciò diventerebbe ancora più restrittivo dei poteri del presidente, nel caso i democratici conquistassero la maggioranza di Camera e Senato. A quel punto l’agenda legislativa di Trump subirebbe uno stop quasi totale e la Casa Bianca sarebbe costretta a un’estenuante lavoro di compromesso sulle leggi che fanno funzionare la macchina statale. Per i giudici federali scelti da Trump, l’audizione davanti ai senatori non sarebbe più una formalità. E un ruolo chiave verrebbe a quel punto giocato dalle commissioni del Congresso, controllate in toto dai democratici e da cui partirà una probabile, profonda revisione politica e giudiziaria degli anni di governo di Trump – inclusa la schiera dei collaboratori particolarmente zelanti: Pete Hegseth, Robert F. Kennedy, Todd Blanche. Non ci sono dubbi sul fatto che i democratici faranno partire, proprio dalla Camera, un nuovo impeachment per Trump. Anche questo, come i precedenti, si concluderà nel nulla. Sono necessari i due terzi del voto del Senato per mettere sotto accusa un presidente – e i dem non li hanno. Anche questo, come i precedenti, creerà tensioni e alimenterà la crisi americana nei due anni finali di Donald Trump – destinato a uscire di scena come tigre ferita, più che anatra zoppa.

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Midterm 2026, il più costoso della storia Usa: i milioni di Musk, dei super ricchi e i “dark money” per finanziare i repubblicani

Questa volta potrebbero essersi sbagliati. Alle elezioni di midterm del 3 novembre, i super ricchi hanno scelto il partito repubblicano e potrebbero aver puntato sul cavallo sbagliato. I sondaggi, a meno di una settimana dal voto, danno infatti i repubblicani destinati a perdere la maggioranza alla Camera e in un testa a testa molto poco rassicurante con i democratici al Senato. Un’analisi condotta da CNBC sui dati della Federal Election Commission ha evidenziato comunque che 14 dei 20 dei maggiori finanziatori o gruppi di finanziatori al midterm 2026 hanno scelto il G.O.P. Guida il gruppo pro-repubblicani Elon Musk – ovviamente, verrebbe da dire, considerato il suo ruolo in gran parte della battaglie della destra Usa e globale. Vengono quindi i proprietari di Uline, Richard e Elizabeth Uihlein, seguiti da Jeff Yass, l’uomo più ricco della Pennsylvania, tra i 25 più ricchi al mondo. I 20 hanno comunque complessivamente messo a disposizione di questo ciclo elettorale 1 miliardo e 200 milioni di dollari, pari a circa un ottavo dei 9 miliardi e 800 milioni complessivi raccolti sino al 25 settembre dalle campagne dei partiti e dai super Pac. Se però si considera il cosiddetto dark money, quindi i fondi non tracciabili provenienti dai gruppi non-profit, la spesa per queste elezioni potrebbe arrivare a 15 miliardi. Una cifra stratosferica, che fa del midterm 2026 il più costoso della storia americana.

Sono diverse le ragioni che spiegano il vantaggio dei repubblicani sui democratici nella raccolta di finanziamenti elettorali. A risaltare è anzitutto il ruolo di Donald Trump, il presidente più pro-business della storia americana, che ha gestito la Casa Bianca come un comitato d’affari in cui politica e miliardi si confondono, in cui si esige dal mondo del business fedeltà cieca – in cambio di leggi e regolamentazioni favorevoli – e in cui dichiarazioni e decisioni governative sono state sapientemente distribuite in modo da orientare migliaia di operazioni sui mercati azionari e delle criptovalute. La scelta del G.O.P. da parte dei super ricchi dipende comunque anche da ragioni interne al Partito Democratico. Tra queste, c’è il “trauma” per la sconfitta di Kamala Harris, ancora molto forte. Non è poi ancora chiaro quale sarà il peso dei socialisti democratici nel partito. Domina anche una certa scarsa considerazione per la leadership democratica di Washington, guidata da Chuck Schumer e Hakeem Jeffries, non particolarmente capaci di dare al partito una linea unitaria. Questo complesso di ragioni ha fatto sì che, rispetto al passato, siano passati meno finanziamenti per il Democratic National Committee. Quando i ricchi hanno voluto donare ai democratici, lo hanno fatto direttamente ai candidati o alle cause che sostengono.

È vero che i democratici sono stati capaci di lavorare soprattutto su milioni di piccoli contributi, poi indirizzati ai 13 duelli chiave al Senato – ciò che ha rafforzato le loro speranze di riprendersi anche il Senato. Per il resto, appunto, nel campo dem si è distinto il solito George Soros, il maggiore finanziatore privato individuale delle cause progressiste anche a questo giro elettorale, che ha destinato 103 milioni di dollari a organizzazioni a lui collegate, tipo “Democracy PAC”, che hanno a loro volta sostenuto gruppi e comitati vicini ai dem. Subito dietro Soros, tra i principali donatori dell’area liberal, si colloca l’ex sindaco di New York Michael Bloomberg, che è intervenuto soprattutto nell’ultima fase della campagna elettorale, tra settembre e ottobre, con un mega finanziamento di 80 milioni di dollari destinato all’“House Majority PAC” e in generale ai gruppi focalizzati sulla riconquista democratica della Camera. Bloomberg ha continuato anche a finanziare una causa cui da anni si mostra particolarmente sensibile: quella del controllo nella vendita e possesso delle armi.

Sono stati però appunto i repubblicani ad accaparrarsi la fetta più consistente delle centinaia di milioni donati nel 2026 dai grandi ricchi alla politica Usa. In cima alla classifica dei “generosi” del G.O.P. c’è Elon Musk, che a questo ciclo elettorale si impone definitivamente come il più grande donatore politico individuale nella storia degli Stati Uniti. Per le elezione 2026, Musk ha investito 446 milioni di dollari del suo patrimonio personale. Il finanziamento – che segue a un’altra donazione record, quasi 290 milioni di dollari alle presidenziali 2024 – è stato fatto cadere a pioggia su istituzioni ufficialmente legate al partito e a gruppi che rappresentano le cause conservatrici. Al “Senate Leadership Fund” il principale PAC a sostegno dei candidati repubblicani per il Senato, è andata la donazione più consistente del proprietario di Tesla: circa 158 milioni, destinati soprattutto alla non facile impresa di sostenere le speranze di elezione in Texas di Ken Paxton, candidato voluto fortemente da Donald Trump ma segnato, nella sua carriera politica, da troppe zone d’ombra. L’ultima riguarda i circa 350 viaggi fuori del Texas, pagati dai contribuenti del Texas, che Paxton fece da attorney general dello Stato.

Tra i beneficiari di Musk c’è poi, con 76 milioni, il suo personale gruppo di pressione politica, “America Pac”, che si è concentrato sulle operazioni di canvassing, la campagna porta a porta dei candidati, oltre che sulla mobilitazione dell’elettorato conservatore nei distretti elettorali in bilico. Al “Congressional Leadership Fund” sono invece andati 20 milioni di dollari, meno che al Senato, considerate le scarse speranze repubblicane di mantenere il controllo della Camera. Ancora al Texas, in particolare al “Lone Star Liberty PAC”, Musk ha indirizzato 10 milioni di dollari – la perdita del seggio senatoriale in Texas sarebbe simbolicamente, oltre che politicamente, un pessimo segnale per l’America di Trump. Altri milioni sono andati all’associazione dei governatori repubblicani e a quella degli attorneys general – rispettivamente, 10 e 2 milioni di dollari. Se una parte significativa dell’enorme quantità di denaro immesso da Musk nel midterm è andata alla difesa della maggioranza repubblicana del Senato – il miliardario cerca di tutelare i contratti che SpaceX ha con il governo federale, in particolare NASA e Dipartimento alla Difesa, ed evitare che un Congresso dominato dai democratici faccia partire inchieste a raffica sul suo operato a capo del DOGE – non sono state dimenticati i temi qualificanti dell’agenda conservatrice più radicale, con milioni di dollari a gruppi che contrastano le restrizioni in tema di AI o che si battono contro i diritti delle persone transgender.

Dietro Musk, si è consolidato a queste elezioni il ruolo di Richard e Elizabeth Uihlein come grandi donatori conservatori. A capo di un impero costruito grazie agli imballaggi industriali, la coppia ha donato quest’anno ai repubblicani tra i 135 e i 150 milioni di dollari. Gli Uihlein si sono concentrati su aree e candidati specifici. 34,8 milioni di dollari sono andati ai repubblicani del Wisconsin e sono serviti in gran parte a finanziare la campagna a governatore di Tom Tiffany. Una cifra ancora maggiore, intorno ai 39 milioni di dollari, sono stati versati dagli Uihlein a “Restoration of America PAC”, che li ha a sua volta destinati alle campagne elettorali dei repubblicani di un altro Stato del Midwest, il Minnesota. In California Richard Uihlein ha spedito circa 17 milioni di dollari per sostenere la “Prop 39”, un referendum sull’introduzione dI regole più severe nell’identificazione degli elettori. Brilla poi come finanziatore di cause conservatrici Jeff Yass, storico libertarian, co-fondatore della società di trading Susquehanna International Group, che ha donato milioni di dollari a cause come la libertà di scelta scolastica per le famiglie e il finanziamento pubblico per le scuole private; la battaglia contro la regolamentazione delle attività economiche; il sostegno a Israele e l’elezione del maggior numero di giudici federali conservatori. Dietro questo gruppetto si schiera il Gotha della finanza e dell’economia Usa, da Marc Andreessen e Ben Horowitz a Miriam Adelson, da Kenneth Griffin a Paul Singer – tutti insieme appassionatamente per sostenere con una valanga di dollari quella che potrebbe rivelarsi una tra le delusioni più cocenti nella storia recente dei repubblicani.

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