O presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (29) que pretende fazer um pronunciamento à nação na próxima semana. Em áudio compartilhado no canal “Exército do Lula”, no WhatsApp, o petista disse que aguarda a recuperação da voz e pediu que os apoiadores mantenham a mobilização após as eleições do último domingo (25).
“Na próxima semana, eu pretendo fazer um pronunciamento à nação. Mas também, na próxima semana, eu quero que o meu exército volte a uma atividade plena, porque vocês sabem que eu devo essa eleição ao povo brasileiro”, disse.
Lula também anunciou que pretende participar de uma transmissão ao vivo com o deputado federal André Janones (Rede-MG), responsável pelo canal, que reúne mais de 10 milhões de seguidores.
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“Na semana que vem, eu quero repetir: estarei fazendo um pronunciamento à nação assim que a minha voz sair”, afirmou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) agradeceu nesta quinta-feira (29) ao ex-presidente argentino Mauricio Macri após ser parabenizado pela vitória nas eleições do último domingo (25).
Macri felicitou Lula na segunda-feira (26) e desejou que o novo mandato traga “prosperidade e crescimento” para o país e a região. O atual presidente da Argentina, Javier Milei, ainda não reconheceu o resultado das eleições brasileiras.
Em resposta nesta quinta, Lula afirmou compartilhar com Macri o desejo de que “a região que trabalhe unida pelo desenvolvimento e pela prosperidade de nossos povos” e disse ter saudades dos tempos em que diferenças entre os países eram discutidas de “maneira civilizada e republicana“.
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Veja a mensagem do presidente Lula, nas redes sociais:
Agradeço ao ex-presidente @mauriciomacri pelos cumprimentos e pelos bons votos. Compartilho plenamente o desejo de uma região que trabalhe unida pelo desenvolvimento e pela prosperidade de nossos povos. E lembro com saudades dos tempos em que diferenças circunstanciais entre nossos países se discutiam e se solucionavam de maneira civilizada e republicana.
“Em 2023, quando Milei foi eleito presidente, não houve nenhum gesto do presidente Lula para cumprimentá-lo pessoalmente, nem nada. Pelo menos por enquanto, não vamos publicar nenhum comunicado”, afirmou o porta voz.
Diante da insistência da imprensa argentina acerca da necessidade de um comunicado institucional reconhecendo o resultado do pleito brasileiro, o porta-voz insistiu que “não haverá”.
Ravier se refere à postagem de Lula na rede social X após a vitória de Milei nas eleições presidenciais argentinas, há três anos. Na ocasião, o líder brasileiro não parabenizou diretamente Milei, que o havia insultado durante a campanha eleitoral.
“Meus parabéns às instituições argentinas pela condição do processo eleitoral e ao povo argentino que participou da jornada eleitoral de forma ordeira e pacífica. Desejo boa sorte e êxito ao novo governo. A Argentina é um grande país e merece todo o nosso respeito. O Brasil sempre estará à disposição para trabalhar junto com nossos irmãos argentinos”, escreveu o petista.
Na recente campanha eleitoral brasileira, Milei apoiou abertamente a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL), fazendo ataques a Lula e ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). As falas levaram o Itamaraty a rebaixar o nível da relação diplomática entre os países e não enviar o embaixador brasileiro, Júlio Bitelli, novamente a Buenos Aires.
Na terça-feira (27), Flávio e a família embarcaram em um voo particular no aeroporto da cidade argentina com destino a Miami, nos Estados Unidos. Eles chegaram no destino final na manhã seguinte, depois de uma escala no Equador.
Caputo não possui cargo formal no governo, mas mantém comunicação direta com representantes da Casa Branca ligados ao presidente americano Donald Trump. Ele também representa o grupo digital Las Fuerzas del Cielo.
Segundo fontes da Casa Rosada ouvidas pelo Clarín, o assessor monitorou a operação desde o início, “quando empresas ligadas à Embaixada dos Estados Unidos contrataram um voo com a companhia argentina Baires Fly”.
Caputo saiu de Buenos Aires em direção a Puerto Iguazú em um voo comercial, acompanhado da equipe. “Do terminal, acompanhou cada etapa da operação para garantir o transporte da família Bolsonaro, com uma preocupação central: impedir que fotos ou vídeos do que acontecia no local fossem divulgados”, segundo o jornal argentino.