Dona da Michael Kors recua nas receitas, mas aumenta lucros

As receitas do segundo trimestre do exercício fiscal de 2027 da Capri Holdings, grupo norte-americano que detém a Michael Kors e a Jimmy Choo, caíram 5,5%, para 727 milhões de euros, de acordo com um comunicado divulgado pela empresa esta sexta-feira. O grupo registou, ainda assim, um lucro líquido de 27 milhões de eueos, face a um prejuízo de 34 milhões no período homólogo.

A Michael Kors, a maior marca do grupo, teve receitas de 596 milhões de euros, menos 8,6% do que um ano antes. Na Jimmy Choo, as receitas cresceram 11,5%, para 131 milhões de euros.
O resultado operacional foi de nove milhões de euros, face a um prejuízo operacional de 11 milhões no segundo trimestre fiscal de 2026. A margem operacional subiu para 1,2%, contra 1,4% negativos no período homólogo.
Para o exercício fiscal de 2027, a Capri prevê receitas de cerca de 3,07 mil milhões de euros e um resultado operacional de 157 milhões. O grupo espera um lucro diluído por ação de aproximadamente 1,98 euros.
“Ao longo do segundo trimestre, as tendências melhoraram mês após mês em ambas as nossas casas de luxo, refletindo as medidas que adotámos para afinar as gamas de produtos, reforçar a atratividade das marcas e aprofundar o envolvimento dos consumidores. Estamos satisfeitos com os progressos alcançados e acreditamos que estas iniciativas começam a posicionar as nossas marcas para um crescimento sustentável”, afirma John D. Idol, chairman e CEO da Capri Holdings. “Continuamos a esperar que as receitas totais da empresa regressem ao crescimento na segunda metade do exercício fiscal de 2027″, acrescentou.
