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Irã planeja atingir alvos de IA no caso de ataque dos EUA, diz autoridade

O Irã incluiu a infraestrutura de inteligência artificial na região em sua lista de possíveis alvos para ataques de retaliação, caso os Estados Unidos ou Israel realizem uma ofensiva, informou uma autoridade de segurança de alto escalão em Teerã à CNN nesta sexta-feira (30).

A fonte, que falou à CNN sob condição de anonimato, afirmou que ataques à infraestrutura de IA seriam um exemplo de “uma ação com consequências que vão além da crise energética e do Estreito de Ormuz, e com impactos globais muito amplos”.

A autoridade acrescentou que, caso o conflito seja retomado, será uma longa “guerra de surpresas”, que evitará comportamentos previsíveis.

Fontes afirmaram à CNN que o Exército dos EUA no Oriente Médio está preparado para lançar novas operações militares, potencialmente de grande porte, contra o Irã “dentro de 96 horas após receberem” uma ordem de Donald Trump.

Forças suficientes já estão implantadas na região para realizar possíveis investidas, disseram as fontes.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

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IA. Amália é instrumento de soberania digital, diz ministro

Gonçalo Matias foi à comissão parlamentar do OE2027 defender o modelo de linguagem nacional. Prometeu também trabalho legislativo sobre agentes de IA.

© TOMÁS SILVA/OBSERVADOR

"Estamos a trazer inteligência artificial para a Administração pública", salientou Gonçalo Matias Ministro Adjunto e da Reforma do Estado
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Google vai implementar anúncios nas respostas de IA no Brasil

O Google anunciou nesta semana que vai implementar anúncios nas respostas do Modo IA em mais países, incluindo o Brasil. A mudança deve acontecer ainda este ano.

O Modo IA é responsável pelas respostas geradas por inteligência artificial, que aparecem quando o usuário faz uma pesquisa no buscador do Google.

O anúncio foi feito por Shashi Thakur, vice-presidente e gerente-geral do Google Ads, em publicação no blog da empresa. Ele afirmou que as buscas estão se tornando cada vez mais conversacionais, e que, no Modo IA, elas são, em média, três vezes mais longas do que as pesqusias tradicionais.

“A IA nos ajuda a entender melhor o que as pessoas estão procurando, permitindo conectá-las às empresas e serviços que melhor atendem às suas necessidades”, escreveu.

Thakur também afirmou que pesquisas internas do Google mostraram que as pessoas se sentem confortáveis com anúncios no Modo IA, além de achá-los relevantes. “As taxas de cliques já são semelhantes entre itens patrocinados e de lista de produtos orgânicos no Modo IA”, disse.

O resultado é a implementação imediata dos anúncios em mais dez países: Austrália, Canadá, Índia, Quênia, Malásia, Nova Zelândia, Nigéria, Paquistão, Filipinas e Cingapura. Outros três países — Brasil, México e Reino Unido — receberão as propagandas nos próximos dois meses, ainda este ano.

Mais recursos no Modo IA

Nos Estados Unidos, onde os anúncios já estão disponíveis, o Google revelou uma nova modalidade: os anúncios multiturn, para consultas de follow up no Modo IA.

Segundo a postagem de blog, eles serão rotulados como “Patrocinado”, para sinalizar o usuário.

Ações da Alphabet despencaram

O anúncio do Google vem em meio à divulgação de resultados trimestrais decepcionantes para a Alphabet, controladora da big tech, principalmente em seu negócio de publicidade.

As receitas da divisão em nuvem Google Cloud mais que dobraram. Os investidores, inquietos com os custos altos e com a desaceleração do crescimento do mecanismo de busca do Google, fizeram com que as ações caíssem 10% após o fechamento do mercado.

A empresa registrou um fluxo de caixa livre negativo de US$ 9,1 bilhões, contra as expectativas dos analistas de que ficaria próximo do ponto de equilíbrio, segundo dados da LSEG.

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Ouro recua e bate mínima em mais de um ano com preocupações com IA

O ouro encerrou a sessão desta sexta-feira (30) em queda robusta, atingindo a mínima em cerca de um ano, em meio a uma venda generalizada das ações de tecnologia diante de preocupações com gastos com inteligência artificial e de à renovação dos temores inflacionários.

Na Comex, divisão de metais da Nymex (bolsa de Nova York), o ouro para dezembro encerrou em queda de 3,3%, a US$ 3.898,9 por onça-troy, enquanto a prata para dezembro recuou 5,9%, a US$ 49,276 por onça-troy.

Na semana, a queda foi de 2,71% e 2,90%, respectivamente. Em outubro, o ouro caiu 6,9% e a prata recuou 13,51%.

O metal dourado caiu abaixo de US$ 4 mil a onça, batendo o valor mais baixo desde setembro de 2025. A Capital Economics atribui o movimento às perspectivas de um Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano) mais hawkish e a apreensão em relação à IA.

O setor tem acumulado perdas após resultados trimestrais decepcionantes na semana, como o da Alphabet e Intel.

A Capital prevê que os preços vão recuar para a faixa de US$ 3.600 até o fim do próximo ano, “com o estouro da bolha do mercado de ações de IA prestes a assustar ainda mais os investidores em ouro”.

Na mesma linha, o Saxo avalia que essa onda de vendas no setor de tecnologia aumenta o risco de liquidação também no mercado de metais preciosos, à medida que investidores podem se desfazer de posições para cobrir perdas e levantar recursos.

Além disso, as preocupações com a inflação elevada seguem no radar. Os preços do petróleo voltaram a avançar diante de novos bombardeios no Oriente Médio, enquanto as negociações diplomáticas seguem nos bastidores.

A alta amplia as expectativas de inflação persistente e as apostas em uma política monetária mais restritiva, vetores que continuam a pesar sobre o ouro, de acordo com a DHF Capital.

A prata, por sua vez, também teve perdas fortes e bateu a mínima desde novembro de 2025.

*Com informações de Dow Jones Newswires

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Electrocutados, brotes de tuberculosis e impagos: una investigación destapa la explotación laboral tras el auge de los centros de datos en Europa

El crecimiento de la inteligencia artificial en Europa tiene una cara bastante menos conocida que las inversiones millonarias de las grandes tecnológicas. Detrás de los edificios que albergan los servidores necesarios para que funcionen herramientas como ChatGPT hay miles de trabajadores encargados de construirlos. Y algunos de ellos están denunciando condiciones laborales que difícilmente encajan con la imagen que compañías como Google y Microsoft proyectan de sí mismas.

Según una investigación de cinco meses de The Guardian e Investigate Europe, las denuncias por explotación laboral afectan a obras de varios países europeos, entre ellos Suecia, Noruega, Bélgica y Países Bajos. Los periodistas han tenido acceso a historiales médicos, nóminas y documentos de las inspecciones laborales que muestran situaciones preocupantes. Y algunas de ellas han terminado sin que las autoridades impongan sanciones.

Cinco días en coma por una descarga de 400 voltios

Poste eléctrico Poste eléctrico

Uno de los afectados es Sandu, un trabajador de 34 años que el pasado mes de marzo estaba realizando unas pruebas eléctricas en un centro de datos de Google en Saint-Ghislain, Bélgica. Sus superiores le habían asegurado que los cables no tenían corriente, pero durante una de las comprobaciones recibió una descarga de 400 voltios que le provocó quemaduras en el 12% del cuerpo.

"Me quedé completamente ciego", recuerda Sandu, que tuvo que permanecer cinco días en coma inducido y sufrió quemaduras de segundo y tercer grado. El trabajador también asegura que negarse a realizar tareas de última hora podía costarle el empleo. "No tenía elección. Han despedido a personas por negarse", explica. La inspección laboral belga cerró el expediente a finales de octubre sin encontrar irregularidades.

Y el caso de Sandu no parece ser un accidente aislado. En Reino Unido se registraron dos muertes relacionadas con la construcción de centros de datos entre 2024 y 2025, una de ellas en una subestación eléctrica destinada a Microsoft. También se han producido accidentes graves durante este año en obras de Italia, Suecia, Noruega y Bélgica.

Catorce personas compartiendo un baño y tuberculosis en los alojamientos

Satya Nadella, CEO de Microsoft Satya Nadella, CEO de Microsoft

En Suecia, Microsoft lleva desde junio de 2024 ampliando sus instalaciones de Gävle, un proyecto de 3.000 millones de euros que ocupa unas 130 hectáreas. Allí trabajan 148 empresas bajo la coordinación de Collen Construction, de las cuales 28 son subcontratistas directos. Una de ellas es BenBau, cuyos trabajadores han denunciado condiciones de hacinamiento en las viviendas proporcionadas por la empresa.

Para hacerse una idea de cómo viven algunos de estos empleados, basta con mirar las cifras: 24 personas compartiendo una cocina y 14 hombres utilizando un único baño. Se trata de trabajadores que han llegado desde otros países para participar en la construcción de las instalaciones y que dependen de sus empleadores también para disponer de alojamiento.

Las condiciones sanitarias de estas viviendas empezaron a preocupar especialmente en febrero, cuando un trabajador rumano dio positivo en tuberculosis activa. Otros compañeros que compartían alojamiento con él también comenzaron a presentar síntomas, aunque no consta que todos estuvieran infectados. Según sus testimonios, BenBau sólo avisó inicialmente a algunos convivientes y les indicó que las pruebas médicas eran voluntarias.

Después de trasladar al enfermo al hospital, la compañía alojó a otro trabajador en su habitación. Además, las solicitudes de información realizadas a las autoridades suecas revelaron que no se había comunicado ningún brote de tuberculosis. BenBau, por su parte, asegura que se toma muy en serio la salud y seguridad de sus empleados y que dispone de procedimientos para atender estas situaciones.

Los alojamientos no son la única fuente de reclamaciones. Más de 30 empleados han aportado cientos de nóminas que apuntan a jornadas de entre 50 y 60 horas semanales sin cobrar las horas extraordinarias, además de cantidades pendientes por vacaciones. Días antes de publicarse la investigación, el sindicato Solidariska Byggare, que representa a 70 trabajadores rumanos, alcanzó un acuerdo con BenBau para cobrar los atrasos y permitir el acceso sindical a las obras.

Las grandes tecnológicas invierten miles de millones, pero ¿quién responde por los trabajadores?

Centro de datos de Amazon en El Burgo de Ebro, en la provincia de Zaragoza Centro de datos de Amazon en El Burgo de Ebro, en la provincia de Zaragoza

Europa tiene actualmente más de 2.300 centros de datos operativos y cientos más en construcción. Por si no estás familiarizado con estas instalaciones, son enormes edificios llenos de servidores que permiten funcionar a servicios en la nube y herramientas de inteligencia artificial como ChatGPT. Y la demanda de capacidad informática está haciendo que se construyan cada vez más.

Ya hemos hablado anteriormente de los problemas derivados de su expansión, especialmente por su consumo energético. Ahora, mientras las grandes tecnológicas multiplican sus inversiones para disponer de más infraestructura, la investigación pone sobre la mesa otro problema: las condiciones laborales de quienes construyen esos centros de datos.

La cuestión está en cómo se organizan estas obras. Google y Microsoft contratan a empresas constructoras que, a su vez, encargan distintos trabajos a otras compañías. En algunos proyectos participan decenas de contratistas y subcontratistas, muchos de ellos irlandeses, lo que complica determinar quién debe responder cuando se producen irregularidades. Especialmente cuando los trabajadores afectados son extranjeros y dependen de sus empleadores para trabajar y vivir en el país.

Tampoco parece que los problemas hayan empezado recientemente. Desde 2021, las autoridades suecas han abierto 50 expedientes relacionados con las condiciones laborales en obras de centros de datos vinculadas a Microsoft y varias empresas irlandesas. En uno de ellos, un montacargas lesionó el pie de un supervisor pese a que el conductor no tenía la certificación correspondiente. Las autoridades no encontraron motivos para denunciar al empleador.

Por supuesto, las empresas implicadas tienen su propia versión. Google asegura que obliga a sus proveedores a cumplir las leyes laborales, mientras que Microsoft afirma que supervisa a sus contratistas mediante auditorías. Collen Construction también sostiene que mantiene una política de tolerancia cero ante las vulneraciones de derechos de los trabajadores. Todo ello contrasta con las situaciones documentadas en las obras.

James McCabe, representante del sindicato Unite the Union, denuncia que en los centros de datos donde han encontrado contratistas irlandeses también han detectado obstáculos para que los sindicatos puedan acceder a los trabajadores, además de sospechas de explotación laboral. Johan Danielsson, eurodiputado encargado de regular las cadenas de subcontratación, también ha advertido del riesgo de importar a Europa modelos empresariales contrarios a la actividad sindical.

La investigación no atribuye responsabilidades penales a Google ni a Microsoft, pero sí plantea dudas sobre el control de las condiciones laborales en las cadenas de subcontratación. En España también está creciendo la construcción de centros de datos, especialmente en Aragón, Madrid y Castilla y León. Por ahora no hay pruebas en esta investigación de que aquí estén ocurriendo las mismas prácticas.

 

© Difoosion

Centro de datos de IA
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Cómo la inteligencia artificial está transformando el mercado laboral según el economista jefe de Google, y "más rápido de lo que creemos"

Frente a la narrativa catastrofista que anticipa una purga masiva de trabajadores a manos de los algoritmos, en las facultades punteras de Economía y Empresariales el debate real discurre por el cauce más constructivo de la transformación del trabajo existente. Así lo sostiene el economista jefe de Google. Para Fabien Curto Millet la pregunta clave no es cuántos puestos destruirá la inteligencia artificial, sino cómo remodelará los que ya existen.

Durante un encuentro organizado por el Stone Center on Inequality and Shaping the Future of Work –centro impulsado, entre otros, por los economistas del MIT David Autor y Simon Johnson, premio Nobel de Economía 2024–, Curto Millet sintetizó el panorama en tres frentes: "Habrá empleos destruidos, empleos creados y empleos transformados. La mayor parte de la acción se concentrará en esta tercera categoría: la mayoría de los trabajos de nuestra economía van a ser transformados por la IA, y probablemente más rápido de lo que creemos".

Para el directivo de Google, las compañías y los profesionales que logren replantear desde la raíz los procesos operativos serán los únicos capaces de extraer valor tangible en este nuevo paradigma.

La tecnología siempre crea empleo

La historia económica avala su perspectiva. Cada salto tecnológico de calado ha alterado la fisonomía del mercado laboral, pero sin vaciarlo. Apoyándose en estudios de David Autor, Curto Millet recordó que cerca del 60% de las ocupaciones actuales en Estados Unidos no existían hace 80 años.

"La tecnología es, de forma sistemática, una creadora neta de empleo", remarcó Millet. Como precedente ilustrativo, citó investigaciones de James Manyika, actual vicepresidente de Google-Alphabet, sobre la irrupción de la informática personal: la llegada del ordenador provocó la desaparición de 3,5 millones de puestos vinculados a la fabricación de máquinas de escribir o a tareas administrativas básicas, pero propició la creación de 19 millones de empleos en fabricación de hardware, desarrollo de software y analítica de datos.

Con la IA generativa y predictiva se espera una dinámica homóloga. Un indicador temprano es la emergencia acelerada de roles inéditos, como el de forward-deployed engineer (ingenieros de despliegue sobre el terreno encargados de acoplar modelos avanzados a necesidades operativas concretas de las empresas), que ya marca la pauta de las demandas corporativas venideras.

Reestructurar el flujo operativo

Uno de los principales errores en los que caen los comités de dirección al adoptar IA es limitarse a buscar victorias rápidas (quick wins): recortar costes de personal o arañar porcentajes mínimos de productividad mediante automatizaciones superficiales.

Las organizaciones que sigan intentando encajar modelos avanzados en metodologías de trabajo analógicas desaprovecharán la mayor parte de su potencial

Según el economista de Google, el verdadero impacto económico no llegará mediante parches, sino a través del rediseño integral de los flujos de trabajo. "Es necesario reestructurar por completo la forma en que se ejecuta el trabajo para exprimir todo el impacto productivo de la inteligencia artificial", advirtió. Aquellas organizaciones que sigan intentando encajar modelos avanzados en metodologías de trabajo analógicas o fragmentadas desaprovecharán la mayor parte de su potencial.

De gestionar personas a dirigir agentes de IA

Esta metamorfosis altera de manera directa el organigrama empresarial y la propia naturaleza del mando intermedio y directivo. Con el despliegue de la IA agéntica –aquella basada en sistemas capaces de tomar decisiones encadenadas y ejecutar tareas de forma autónoma–, el rol del mánager deja de definirse exclusivamente por la cantidad de personas a su cargo. "Ahora también es necesario gestionar todos estos agentes de IA, incluso cuando sobre el papel se es un contribuidor individual sin subordinados humanos directos", apuntó Millet.

Para aquellos mandos que sí lideran equipos de carne y hueso, el contexto exige una actitud de resistencia y guía: la era del "mánager héroe". Estos líderes deberán orquestar la integración directa y sin fricciones de las nuevas herramientas en sus departamentos, al tiempo que ejercen de escudo y soporte emocional para sus plantillas durante una transición laboral vertiginosa.

Riesgo de brecha para las pymes

La amortiguación del impacto a corto plazo pasa de forma ineludible por el factor humano. Para Millet, líderes empresariales y reguladores públicos deben volcarse de inmediato en programas ambiciosos de recualificación profesional (upskilling y reskilling) que permitan absorber los desplazamientos temporales de mano de obra.

"La recualificación representa un esfuerzo colosal. Tenemos que preparar a nuestros trabajadores para el éxito, de modo que puedan incorporarse a todas las nuevas oportunidades que generará la IA", defendió. Esta transición formativa podría permitir, además, reubicar talento hacia sectores crónicamente deficitarios de personal, como el sanitario.

Millet apeló a la colaboración público-privada como palanca indispensable para garantizar que el acceso a la tecnología no profundice las desigualdades por edad, género o geografía. Asimismo, lanzó una advertencia sobre la asimetría del tejido empresarial: la adopción entre las grandes corporaciones y las pequeñas y medianas empresas corre el riesgo de agrandar una brecha competitiva insalvable si las políticas públicas no intervienen con rapidez para allanar el terreno.

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Intel sufre su mayor caída en Bolsa desde 1973: se hunde un 28,58% quemando 130.000 millones de dólares de capitalización

Desplome histórico de las acciones de Intel. Los títulos de la tecnológica estadounidense se han hundido este viernes un 28,58%, tras publicar unas previsiones para el cuarto trimestre por debajo de las estimaciones del mercado ante una caída de las ventas del mercado de ordenadores personales. El porcentaje significa que Intel ha firmado su peor sesión en Bolsa en 53 años. La mayor caída, hasta ahora, fue en mayo de 1973, cuando se dejó un 30%. El 2 de agosto de 2024, se dejó un 26%, tras presentar pérdidas por el deterioro de su división de fabricación y anunciar 15.000 despidos. Con la bajada, Intel ha quemado más de 130.000 millones de dólares en capitalización bursátil, y está arrastrando a otros grupos del sector de los semiconductores como Nvidia, Broadcom, Micron Technology y AMD, que también han sufrido fuertes castigos.

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© JOHN G. MABANGLO (EFE)

Sede de Intel.
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ChatGPT prueba conversaciones en tiempo real a través de las apps de mensajes: lo nuevo de Dots

OpenAI anunció sus nuevos agentes de inteligencia artificial en el evento anual DevDay 2026, celebrado a finales de septiembre. Esta innovación se llama dots, está diseñada para permanecer activa y encargarse de distintas tareas, plantea una nueva forma de trabajar con la IA, actúa en nombre del usuario, está impulsada por GPT-6 Astra, tiene su propio ordenador en la nube, aprende de comentarios con el paso del tiempo y, además, trabaja las 24 horas del día de forma autónoma para hacerse cargo de un proyecto de principio a fin.

Aparte de estas prestaciones, los dots también se pueden conectar fácilmente a más de 4.000 aplicaciones —ya sea a través de ChatGPT, mensajes de texto, Slack o Teams— para hacer preguntas, explorar ideas y orientar el trabajo. Ahora, para ampliar sus usos, OpenAI está integrando los dots en las aplicaciones de mensajería para que los usuarios puedan encargarle tareas sin necesidad de abrir ChatGPT.

Acorde a la información compartida por la compañía de Sam Altman, la función se está desplegando en fase beta para los suscriptores de ChatGPT Pro en Estados Unidos y es compatible con iMessage, el servicio de mensajería de Apple, y RCS, el estándar de comunicación utilizado en Android. Por lo tanto, a través de estos canales, los usuarios pueden interactuar con un dot mediante mensajes de texto, fotografías y notas de voz.

Cómo configurar un dot en una app de mensajería

Los interesados tienen que abrir el perfil de su dot en la aplicación móvil o de escritorio de ChatGPT, o en la versión web, y seleccionar 'Mensajes'. Después, tienen que verificar su número de teléfono, guardar el contacto que envíe el dot y mandarle un mensaje para iniciar una conversación. Para iMessage, es recomendable usar el número de teléfono verificado, mientras que los usuarios de Android tienen que habilitar RCS en su aplicación de mensajería.

Una vez hechos estos pasos, los personas pueden encargarle tareas al dot, pedirle que supervise determinados asuntos o enviarle fotografías y mensajes de voz. De esta manera, el agente responderá mediante mensajes de texto cuando detecte alguna novedad relevante, teniendo en cuenta que puede utilizar el contexto de las conversaciones mantenidas en ChatGPT y de los canales conectados para decidir dónde enviar cada actualización.

En este punto, cabe mencionar que la comunicación con un dot es privada y bidireccional únicamente entre el usuario y el agente. Además, activar esta función no permite que Dot ni OpenAI accedan al resto de las conversaciones de texto del usuario.

Disponibilidad

La mensajería está diseñada para mantener conversaciones individuales, por lo que no es compatible con los chats grupales, las llamadas telefónicas ni FaceTime. Aun así, los usuarios pueden llamar a dot directamente desde ChatGPT.

Por el momento, la versión beta está restringida a los suscriptores de ChatGPT Pro que se encuentren en Estados Unidos. Quienes tengan otro plan o residan en otros países tendrán que esperar a que OpenAI amplíe su disponibilidad.

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Mistral, el competidor europeo de OpenAI y Anthropic, ya permite descargar su IA más potente en servidores propios

A raíz de los temores ante el riesgo de modelos de IA que se descontrolan, lo que ha ocurrido en múltiples ocasiones en los últimos meses, ha comenzado un intenso debate sobre si se debería ‘desconectar la inteligencia artificial’. Esto es una manera muy sencilla de sugerir que las empresas de la industria deberían tener mecanismos que permitan, por un lado, que su tecnología de frontera (la más avanzada) trabaje dentro de un entorno ‘cercado’ y, por otro lado, aislarla rápidamente en caso de que se salte esos límites impuestos. No sería como apagar un botón, pero para entenderlo gráficamente esa metáfora, algo simplista y muy exagerada, podría valernos.

Sin embargo, esta idea para Europa tiene un matiz diferente: muestra una vez más la excesiva dependencia que el viejo continente tiene en materia tecnológica de otros países, especialmente de Estados Unidos –aunque también de China–. En el sector de la IA, las empresas que actualmente marcan el ritmo son OpenAI y Anthropic, ambas estadounidenses, de manera que si estas empresas ‘cortan el grifo’, los europeos nos quedamos congelados. Por eso cada vez más resuena un concepto que no debemos perder de vista: soberanía digital.

Es precisamente en ese discurso de ser independientes tecnológicamente hablando donde entra una de las noticias más importantes de hoy en el terreno de la IA: Mistral AI, una de las principales alternativas europeas a los gigantes norteamericanos de la industria, acaba de abrir su último large language model (LLM) publicado para que pueda descargarse, integrarse y utilizarse en infraestructura propia. Es decir: una empresa u organización puede desplegar en sus servidores el modelo de IA más potente de esta compañía francesa y usarlo de forma local, sin que las peticiones y las respuestas tengan que viajar a la nube.

Mistral Large 4 (Le Chonk), un modelo de un billón de parámetros y multimodal, no es completamente nuevo. Se lanzó al mercado en formato preliminar a principios de octubre y, entonces, la tecnológica de origen francés ya prometió que abriría una versión mejorada a final de mes, la cual, además, sería descargable. La novedad es que Mistral ha liberado los llamados pesos del modelo, es decir, los archivos que contienen los valores que la inteligencia artificial ha aprendido durante su entrenamiento. Estos pueden descargarse desde la plataforma Hugging Face y utilizarse para poner el sistema en funcionamiento fuera de la infraestructura de Mistral.

La relevancia de esto es doble: en primer lugar, esa ejecución en local permite un mayor control sobre la seguridad y la privacidad de los datos, pues los datos ya no salen de la empresa o de la organización, sino que permanecen en sus sistemas; y, en segundo lugar, ‘poseer’ el modelo permite que sea más personalizable, adaptar su funcionamiento a las necesidades reales de cada compañía o institución.

Sin embargo, que el modelo pueda descargarse no significa que cualquiera pueda ejecutarlo en su ordenador. Mistral Large 4 tiene aproximadamente 1,05 billones de parámetros, aunque su arquitectura permite activar solo una parte de ellos durante cada operación. Aun así, ponerlo en funcionamiento requiere una infraestructura informática considerable.

Una versión mejorada de Le Chonk

La compañía asegura que “la respuesta” a la primera versión preliminar pública “ha superado” sus expectativas y que han recibido apoyo y comentarios por parte de su comunidad de desarrolladores, clientes con acceso anticipado y socios.

“Hemos puesto en práctica esos comentarios mientras continuamos ampliando el aprendizaje por refuerzo, lo que ha impulsado mejoras sustanciales en la codificación y la ciberseguridad defensiva”, añaden, asegurando asimismo que el nuevo modelo que ahora publican “también presenta mejoras sustanciales en la eficiencia del razonamiento, lo que proporciona a los desarrolladores un mayor rendimiento a la vez que reduce los costes de inferencia”.

Concluyen con un mensaje rotundo: “Mistral Large 4 se posiciona como el mejor modelo de ponderación abierta para codificación y uno de los modelos abiertos más capaces del mundo en general. Entrenado desde cero en infraestructura europea con un linaje claro desde su concepción hasta su lanzamiento, proporciona a las organizaciones una base confiable para la IA soberana”.

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La amistad de Jensen Huang, jefe de Nvidia, con una presunta agente china dispara las alarmas sobre el espionaje en el mundo de la IA

Una empresa de Singapur de centros de datos, Megaspeed, compra chips a Nvidia, la empresa más valiosa del mundo gracias a sus sofisticados dispositivos que impulsan el boom actual de IA. El Gobierno de EE UU sospechaba desde 2024 que Megaspeed revendía esos chips a Alibaba y otras empresas chinas de manera irregular. Porque desde 2022 Washington restringe la exportación de los modelos más potentes a China.

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Alice Huang y Jensen Huang (en el centro) en un bar de Taipei en 2024. Imagen extraída del LinkedIn de la empresa NetThunder.
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Gordofobia, trans, ecoansiedad, ciberataque, brontosaurio o ramen: las nuevas palabras que entran en el Diccionario

La nueva edición del Diccionario de la RAE.

La 24ª edición del Diccionario presentada hoy incluye más de 6.000 nuevas entradas. Esto incluye tanto nuevas palabras como nuevas acepciones, de todo tipo. El ámbito tecnológico, lógicamente, se lleva la palma. IA aparece como sinónimo y siglas de inteligencia artificial, pero también llegan ciberataque, ciberseguridad, desconfigurar, renderizar, resetear o QR. Aunque no teníamos muy claro qué es, también aparece cúbit. Por no salir del ámbito tecnológico, los nuevos actores de la comunicación digital también llegan al DRAE: influencer, pódcast, post. Una incorporación que seguro agradece la sección de este periódico que trabaja con cámaras es fotogalería.

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Critical Soft­ware de Coimbra corta cerca de 200 empregos por causa da inteligência artificial

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By: ECO

Critical Software abriu esta semana um novo escritório. Nova sede reabilitou o antigo edifício histórico da Coimbra Editora

A empresa portuguesa Critical Software vai cortar cerca de 200 empregos até ao final deste ano devido aos avanços da inteligência artificial (IA). A tecnológica deverá terminar 2026 com aproximadamente 1.300 colaboradores, menos do que os cerca de 1.500 que tinha no início do ano, noticia esta sexta-feira o jornal Expresso (acesso pago).

A redução de 13% no quadro de pessoal acontece porque, perante o desenvolvimento da IA, “há funções que deixam de fazer sentido”. “Há umas que desaparecem, outras que são transformadas e outras que são criadas”, afirmou João Carreira, presidente executivo da Critical Soft­ware, ao semanário do grupo Impresa.

A Critical Soft­ware, fundada em Coimbra em 1998, está a fazer um investimento de cerca de oito milhões de euros em IA. “Temos de tirar o máximo partido do que a IA nos pode dar em termos de amplificar as capacidades dos nossos engenheiros e pôr-nos numa posição de liderança”, diz o gestor da empresa que desenvolve software para aviões, comboios, missões espaciais e outros sistemas críticos.

A Critical Soft­ware torna-se assim o mais recente exemplo em Portugal a seguir este movimento, depois da Bhout, da Defined.ai ou da norte-americana Bitsight. “As funções mais repetitivas, de programação, de teste, essas são muito facilmente substituídas pela máquina”, admitiu  João Carreira.

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Mais queixas, textos longos e leis inventadas. A marca da inteligência artificial chega à Justiça


As queixas não param de aumentar, os textos são mais longos e bem estruturados e há ainda registos de citações de leis que não se aplicam ou que nem sequer existem. A inteligência artificial (IA) está a mudar a forma como os cidadãos expõem os seus problemas às entidades públicas, facilitando a elaboração de queixas com uma aparência de maior rigor jurídico, mas nem sempre mais claras ou úteis para quem as tem de analisar.

Imaginemos que recebe uma multa com a qual não concorda. Em vez de perder tempo a tentar perceber como contestá-la, abre uma plataforma de inteligência artificial, explica o que aconteceu e pede-lhe…

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El mundo editorial busca cómo marcar las líneas rojas en el uso de la IA

Casetas de libros en Sant Jordi en Barcelona.

La discusión en torno al uso de la inteligencia artificial en la producción editorial se centraba hasta hace unos meses en el ámbito de habla hispana en la regulación de su uso para la confección de portadas, de textos de contraportada, o en su empleo en traducciones y en audiolibros. Los contratos entre editoriales y autores, a menudo supervisados por agentes literarios, han tratado de asegurar que, tras la automatización, implícita en el uso de la nueva y cambiante herramienta, siempre había un humano que revisaba y firmaba el trabajo, que asumía la autoría en los aspectos formales de ese artefacto llamado libro. “Nuestra postura ha sido contraria al uso de IA en portadas o contraportadas o audiolibros y hemos incluido cláusulas en este sentido en los contratos”, explica Mónica Martín de la agencia MB. “Con nuestros autores tenemos una relación de confianza, con frecuencia revisamos varios borradores de una misma obra. No tenemos nada estipulado contractualmente con ellos sobre la IA”.

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Un usuario prueba la aplicación Pangram de detección de texto generado con IA.
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