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Carta Aberta à Comunidade Portuguesa: Uma comunidade que dá, prospera

Créditos: MDC Media Group

Zohran Mamdani disse: “Substituam a frieza do individualismo feroz pelo calor de uma visão coletiva.”

O individualismo feroz pode ser uma referência a uma visão narcísica de uma comunidade que pressupõe que, enquanto operar de acordo com um autodiagnóstico que sugere “quem me vai salvar senão eu mesmo?”, mais ninguém importa.

O mundo não pode funcionar com sentimentos autocráticos que apenas servem o individualismo. A sociedade precisa de mentes abertas que vejam aqueles ao seu redor como embaixadores capazes de trazer harmonia a um mundo fraturado, onde retribuir não seja uma obrigação, mas sim uma experiência de harmonização das nossas mentes e da nossa existência.

Hoje, faço um apelo à minha comunidade e a outras: a Magellan Charities precisa da vossa ajuda. Durante demasiado tempo, demasiados de vós permaneceram à margem, assumindo que a construção da comunidade deve ser feita por outros, esquecendo a propagação cultural e substituindo-a por reconhecimento político e medalhas, enquanto outros sugerem que aqueles que tiveram a coragem de dar um passo à frente e se tornar focos de mudança não passam de colonizadores de interesse próprio no meio de uma população que nunca teve a coragem de assumir riscos. É chegada a hora de ser um obstáculo à cobardia que abunda nas comunidades.

Há algo de profundamente errado numa sociedade que consegue falar sem fim sobre progresso e salvação cultural, compaixão e direitos humanos, mas que volta as costas aos idosos que precisam de cuidados, dignidade e compreensão. Vivemos num mundo que celebra o sucesso, o dinheiro e as realizações pessoais, mas que frequentemente se esquece daqueles que passaram a vida a trabalhar para criar famílias e a construir as próprias comunidades de que hoje desfrutamos.

A diáspora portuguesa no Canadá está a atravessar um momento histórico, após 73 anos de introspecção sem sequer o perceber. Aqueles que viram e se preocupam com a mudança da comunidade começaram a fazer um exame de consciência e uma reflexão sobre a atual liderança e sobre a forma como está a ser administrada, para garantir a sobrevivência das alianças que nos trouxeram até aqui. A minha conclusão pessoal é que nos tornamos preguiçosos em relação às nossas obrigações para com os nossos jovens e precisamos de indivíduos corajosos, com ideologias originais, para nos levarem até à próxima geração. A Magellan pode ser um ponto de partida para implementar uma ideologia de mudança, adotando uma responsabilidade moral de cuidado, respeito, ensino e humildade que possa ser bordada no manto que protegerá a nossa identidade como um povo que se importa. O hiperbolismo não tem lugar numa sociedade baseada no cuidado, e o patronato de lideranças falsamente poderosas morrerá como um momento lascivo e temporário, porque o desejo morre com as secreções líquidas.

Não estou zangado com a minha comunidade, apenas desanimado por ver que as pessoas não reconhecem o que é importante na construção comunitária e não contribuem em conformidade. Os nossos idosos não são um fardo; são pessoas com histórias para contar, lições para partilhar e memórias que unem gerações. No entanto, quando ficam frágeis ou dependentes, alguns veem-se sozinhos, esquecidos e tratados como um inconveniente. Esta é uma forma vergonhosa de julgar o valor humano. Se esquecermos aqueles que ajudaram a construir o nosso mundo, que tipo de mundo estamos a deixar para as gerações que se seguem?

No dia 7 de novembro, a Magellan vai realizar um evento maravilhoso para angariar fundos. Precisamos que a comunidade se una e patrocine o evento através da compra de bilhetes. Lembrem-se de que a Magellan é um projeto da comunidade. Não é verdade?

Manuel DaCosta/MS


A Community that Gives, Thrives

Zohran Mamdani said, “Replace the frigidity of rugged individuals with the warmth of a collective vision.”

Rugged individualism can be a reference to a narcissistic view of a community which assumes that as long as it operates in accordance with self-prognosis that suggests “who’s gonna save me but myself?,” than no one else matters.

The world cannot operate with autocratic sentiments that only serve individualism.  Society needs open minds that view those around each other as ambassadors that can bring harmony to a broken world and where giving back is not an obligation but an experience about harmonizing our minds and our existence.  Today, I’m appealing to my community and others that Magellan Charities needs your help.  For too long, too many of you have stayed on the sidelines assuming that community building is to be done by others forgetting cultural propagation and substituting with political recognition and medals while others suggest that those who had the courage to step up and become hamlets for change at self-serving colonizers within a population who never had the courage to become risk takers.  It is now time to become a liability to the cowardice which abound in communities.  There is something deeply wrong with a society that can speak endlessly about progress and cultural salvation, compassion and human rights, yet turns its back on elderly people who need care, dignity and understanding.  We live in a world that celebrates success, money and personal achievement, but too often forgets those who spent their lives working to raise families and building the very communities we enjoy today.  The Portuguese diaspora within Canada is traversing an historical moment in time after 73 years of introspection without even realizing it.  Those of us who have seen and care about the community change have begun to undertake self-examination and reflection on the current leadership and how it’s being administered to ensure survival of the covenants  which have brought us here.  My personal conclusion is that we have become lazy about our obligations to our youth and we need courageous individuals with original ideologies to carry us  to our next generation. ⁷ Magellan can be a stepping stone, which implements an ideology for change, adopting a morality based responsibility of care, respect, teaching and humbleness which can be embroidered into the mantle that will protect our identity as a people that care.  Hyperbolism has no place in a society based on care and patronage by faux powerful leaderships will die as a temporary lascivious moment because lust dies with liquid secretions. I’m not angry with my community, only discouraged that people don’t recognize what’s important in community building and contribute accordingly.  Our elderly are not a burden, they are people with stories to tell, lessons to share and memories that connect generations.  Yet, when they become frail or dependent, some find themselves alone, forgotten and treated as an inconvenience.  This is a shameful way to judge human value.  If we forget those who help build our world, what kind of world are we leaving for the generations to follow?

On November 7th, Magellan is holding a wonderful event to raise funds.  We need the community to come together and sponsor the event by buying tickets.  Remember that Magellan is a community project.  Isn’t it?

Manuel DaCosta/MS

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Grupo Folclórico de Fornelos assinala 25 anos de preservação das tradições populares

O Grupo Folclórico de Fornelos celebrou 25 anos de atividade com uma gala comemorativa, realizada a 24 de Outubro, no Senhor dos Enfermos. A iniciativa homenageou fundadores, colaboradores e voluntários que contribuíram para o percurso da coletividade e para a preservação das tradições e da identidade cultural local.

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North Korea linked to $6.3B Binance hack

A North Korea-based cybercrime group appears to be behind a $6.3 billion hack of the cryptocurrency exchange Binance, according to two blockchain intelligence firms. Both TRM Labs and Chainalysis tied the largest crypto hack on record to TraderTraitor, a North Korean hacking unit that has previously targeted the digital asset industry. Billions of dollars’ worth…

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Campanha democrata nos EUA suspeita de recrutar candidato com o mesmo nome do rival para confundir eleitores no Alasca

Uma estratégia atribuída a elementos da campanha da candidata democrata Mary Peltola está a provocar polémica no Alasca, nos Estados Unidos, depois de ter sido revelado que assessores terão procurado um professor reformado chamado Dan Sullivan, tal como o senador republicano que concorre à reeleição.

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Irán anuncia la destrucción de "un dron naval enemigo" en aguas de Ormuz

El Ejército de Irán ha anunciado este viernes la destrucción de "un dron naval enemigo" en aguas del estrecho de Ormuz, sin más detalles sobre el incidente, en medio del aumento de las tensiones con Estados Unidos y el estancamiento de las conversaciones para intentar alcanzar un acuerdo de paz en Oriente Próximo.

"Esta mañana, un dron naval enemigo que operaba en un área en el este del estrecho de Ormuz ha sido alcanzado y destruido por la Armada", ha afirmado el Ejército iraní en un breve comunicado, tal y como ha recogido la cadena pública de televisión iraní, IRIB.

Tres buques incendiados

Asimismo, las fuerzas iraníes han afirmado que un total de tres buques, entre ellos un superpetrolero, se han incendiado tras chocar con minas navales al intentar transitar por rutas "prohibidas e inseguras", sin que por ahora haya informaciones sobre víctimas o daños.

Irán ha declarado cerrado el estrecho de Ormuz, paso estratégico del petróleo desde el golfo Pérsico a países de todo el mundo, y ha advertido de que solo es seguro cruzarlo a través de las rutas autorizadas por sus Fuerzas Armadas. Estados Unidos, por su parte, asegura que no hay bloqueo del estrecho porque controla este estrecho militarmente, una presencia que se limita a la parte exterior del paso.

La Guardia Revolucionaria iraní ha advertido en numerosas ocasiones de que las zonas de la ruta sur se encuentran minadas, si bien el Mando Central de Estados Unidos (CENTCOM) ha afirmado por contra que la vía está limpia de estos explosivos y ha garantizado el paso de cientos de buques por la zona.

De hecho, el comandante del CENTCOM, Brad Cooper, ha subrayado este mismo viernes que durante una visita realizada esta semana a la zona ha podido ver "decenas de buques comerciales", incluidos portacontenedores y metaneros, transitando por la zona, así como efectivos militares desplegados en el estrecho de Ormuz.

"Lo que no vi fue a la Guardia Revolucionaria, en absoluto", ha manifestado. "Patrullaron el estrecho de Ormuz y las aguas circundantes durante décadas, acosando, amenazando e interceptando buques según su voluntad", ha dicho, antes de resaltar que ahora la Armada iraní "está en el fondo del mar".

Asimismo, ha insistido en que la "principal ruta internacional" en la zona "está limpia de minas" gracias a las labores de las fuerzas estadounidense, que siguen "altamente vigilantes y presentes" para garantizar la "libertad" de movimiento en el estrecho de Ormuz.

Cooper ha destacado que "esta semana se ha alcanzado un hito significativo", al alcanzarse la salida de 1.500 millones de barriles de petróleo desde verano gracias a las misiones de escolta del Ejército de Estados Unidos, al tiempo que ha ensalzado que Teherán sigue sin poder exportar su crudo a causa del "firme bloqueo" a sus puertos.

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Christa Pike habla por primera vez tras sobrevivir a dos inyecciones letales: "Hay dolor en mi mente"

Christa Pike, condenada a muerte estadounidense, ha expresado su agradecimiento a todas las personas que la han acompañado y apoyado en su recuperación tras sobrevivir a dos intentos fallidos de ejecución inyección letal a finales de septiembre en Tennessee: "Me aferro al amor y a la amabilidad de tantas personas que me han recordado que no estoy sola", ha manifestado en la que es su primera declaración pública tras salir del hospital.

Pike ha relatado en primera persona cómo vivió el proceso y ha señalado que acudió a la cámara de ejecución de la prisión de Riverbend convencida de que iba a morir, después de haberse despedido de sus seres queridos, hace ahora un mes. Sin embargo, ha recordado, varios días más tarde recuperó la consciencia en el hospital, donde despertó "sola, desorientada y con dolor".

Desde entonces, asegura que no ha dejado de sufrir secuelas físicas y psicológicas. "Me duele el cuerpo. Me duelen los brazos. Me duelen las manos. Me duele la garganta", ha explicado en un comunicado compartido por su equipo legal en redes sociales. "Todavía me cuesta hablar. Y el dolor no es solo físico. Siento dolor en mi mente y en mi alma", ha añadido

La reclusa, que afirma estar recuperándose progresivamente, ha lamentado las consecuencias de lo ocurrido y la "incompetencia" que, a su juicio, ha situado a numerosas personas en esa "terrible situación".

En su mensaje, Pike ha destacado especialmente las muestras de solidaridad recibidas desde distintos lugares del mundo, tanto de personas cercanas como de desconocidos. "Saber que tanta gente se preocupa por mí, que me ven como un ser humano cuya vida importa", ha señalado, es algo que la ha emocionado profundamente y que, según reconoce, no puede "expresar plenamente con palabras".

Asimismo, ha trasladado su gratitud a los servicios de emergencia, al personal médico y de enfermería y a los trabajadores del hospital que la atendieron, por haberla tratado "con compasión, dignidad y respeto". También ha dedicado unas palabras de reconocimiento a sus abogados y a quienes han defendido su caso y han permanecido a su lado.

Pese a la mejoría experimentada, Christa Pike ha aclarado que su recuperación no significa que haya superado lo sucedido. "Curarse no es lo mismo que estar bien. Desde aquella noche, he estado prácticamente aislada en la unidad médica de la prisión (...). Ese aislamiento conlleva su propio tipo de dolor", ha aseverado, evocando los 28 años que pasó anteriormente en régimen de aislamiento.

La condenada reconoce que todavía desconoce por qué sobrevivió y qué ocurrirá en adelante. Aunque admite que algunos días le resulta especialmente difícil mantener la esperanza, asegura que intenta avanzar poco a poco: "Por ahora, intento recuperarme, día a día", ha concluido.

Christa Pike fue declarada culpable de asesinato en primer grado y condenada a la pena máxima por la muerte en 1995 de Collen Slemmer, una compañera de clase. Pike, que nunca negó su participación en el crimen, se convirtió con 21 años en la persona más joven en el corredor de la muerte. En su último intento sin éxito por el indulto, incidió en sus problemas de salud mental de entonces, asegurando que le llevó "muchos años" comprender la gravedad de sus actos.

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