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Mulher condenada por matar filho que se parecia com o pai é presa no DF

Uma mulher de 35 anos que era procurada há cerca de um ano após ser condenada pela morte do filho de dois anos foi presa nesta quarta-feira (28), em Brazlândia, na Região Administrativa IV do Distrito Federal. O crime ocorreu em 2017 e, à época, a ré confessou que matou a criança por ela ter semelhanças com o pai, seu ex-marido.

De acordo com a Polícia Civil, a mulher cometeu o crime em Iporá, no oeste do Goiás, mas fugiu para o Distrito Federal após obter a progressão de regime oito anos após o crime.

Mãe que espancou filho até a morte tinha tatuagem com nome da criança

À época da condenação, a mulher recebeu a pena de 26 anos de reclusão pela Justiça de Goiás. Durante o interrogatório do caso, ela confessou o crime e afirmou que jogou álcool e, logo depois, ateou fogo no filho.

Durante o cumprimento do mandado de prisão, os agentes constataram que a mulher está grávida de oito meses. Ela foi encaminhada à 35ª DP (Sobradinho II) e, em seguida, levada à DCCP (Divisão de Controle e Custódia de Presos), onde aguardará os próximos passos para o cumprimento de sua pena.

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

 

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Assessor de Trump teria ajudado a organizar viagem de Flávio Bolsonaro aos EUA

Jornais dos Estados Unidos apontaram a participação de pessoas ligadas aos governos de Donald Trump e Javier Milei na articulação da viagem do senador Flávio Bolsonaro (PL) e de familiares para os Estados Unidos.

O Wall Street Journal publicou na noite de quarta-feira (28) que Jason Miller, assessor de comunicação da Casa Branca, ajudou a conseguir o avião particular utilizado no transporte da família. Segundo o jornal, Santiago Caputo, um dos principais assessores do presidente argentino, Javier Milei, também participou da operação.

De acordo com a publicação, após cruzar a fronteira do Brasil com a Argentina, o carro de Flávio foi escoltado pela Polícia de Segurança Aeroportuária argentina até o controle de imigração do Aeroporto Internacional das Cataratas do Iguaçu.

O jornal informou ainda que Caputo manteve contato direto com Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio, que vive nos Estados Unidos desde o ano passado. No aeroporto, um jato particular da empresa Baires Fly aguardava a família.

New York Times também aponta participação de assessor da Casa Branca

Nesta quinta-feira (29), o New York Times também publicou informações sobre o envolvimento de Jason Miller na viagem. Segundo o jornal, Eduardo Bolsonaro atuou como contato direto entre o assessor americano e os responsáveis pela articulação.

A publicação afirma que o plano começou a ser organizado na segunda-feira (26).

Miller voltou a integrar temporariamente a equipe da Casa Branca em setembro. Ele já havia trabalhado como um dos principais assessores de Trump durante o primeiro mandato e nas duas campanhas presidenciais do republicano.

Em 2021, Miller esteve no Brasil e se encontrou com o então presidente Jair Bolsonaro (PL) e com o então deputado federal Eduardo Bolsonaro. Ao embarcar de volta aos Estados Unidos, foi detido para prestar depoimento por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, no âmbito do inquérito que investigava manifestações antidemocráticas.

Trump autorizou entrada de Flávio nos Estados Unidos

O presidente Donald Trump confirmou que autorizou a entrada de Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos. O senador e seus familiares receberam uma autorização temporária, geralmente utilizada em situações humanitárias. Esse tipo de permissão permite que a pessoa permaneça no país enquanto regulariza sua situação migratória.

O Departamento de Estado americano não confirmou qual será o tipo de visto concedido ao senador. Segundo informações divulgadas pela imprensa dos Estados Unidos, o governo pretende acelerar o processo para a concessão do status de residente permanente, conhecido como green card.

Esse é o mesmo tipo de autorização concedido a Eduardo Bolsonaro. Para a maioria dos imigrantes, o processo de obtenção da residência permanente pode levar anos.

Trump chama eleição brasileira de “grande vergonha” e afirma que Lula pediu neutralidade

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou nesta quinta-feira (29) como uma “grande vergonha” a eleição que reconduziu Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência. O republicano afirmou que não apoiou nenhum dos candidatos porque, segundo ele, Lula pediu que mantivesse a neutralidade.

Ao comentar o resultado, Trump evitou responder diretamente quem venceu a disputa e disse que acompanhou o processo sem tomar partido. O presidente americano também citou a reação do mercado financeiro brasileiro após a votação para justificar sua avaliação negativa sobre a eleição.

© Jacquelyn Martin/Estadão Conteúdo

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump
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Malafaia chama filhos de Bolsonaro de “jumentos” e “amadores babacas”

Em uma conversa reservada com aliados, o pastor Silas Malafaia chamou os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de “jumentos”. A mensagem, revelada pelo jornal O Globo e confirmada pelo UOL, foi enviada pelo líder evangélico após a divulgação de uma carta do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), na qual ele se colocou como “verdadeiro presidente eleito do Brasil” e acusou o sistema eleitoral de fraude sem apresentar provas. “Esses filhos de Bolsonaro são uns jumentos. Só se aconselham com gente errada! Faz carta, fala bobagem, depois corrige”, escreveu o pastor.

Na mesma mensagem, Malafaia afirmou que Donald Trump já retirou o apoio à família Bolsonaro. “Trump já tirou o apoio. ‘Deixei ele vir para América, mas não me meto nessa questão’. Um bando de amadores babacas”, declarou o pastor, reproduzindo uma suposta fala do presidente dos Estados Unidos. A referência é à chegada de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos na última terça-feira (27/10), após deixar o Brasil.

A carta de Flávio foi divulgada horas após ele chegar a Miami, na Flórida. Minutos depois da primeira versão, o senador publicou uma versão editada do texto em seu próprio perfil nas redes sociais, na qual se denominou “líder do Brasil”. As acusações de fraude na eleição presidencial foram mantidas. O candidato derrotado citou a decisão do STF que prorrogou o prazo de votação por duas horas e afirmou que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não apresentou respostas críveis.

Não é a primeira vez que Malafaia critica publicamente os filhos de Bolsonaro. Em agosto de 2025, um dia após o anúncio do aumento das tarifas dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, o pastor chamou o deputado Eduardo Bolsonaro de “babaca” em uma mensagem de áudio enviada ao ex-presidente. Na ocasião, ele afirmou que poderia gravar um vídeo para criticar o deputado, mas que ainda não havia feito isso por consideração a Jair Bolsonaro.

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