Beyond ‘vote chori’, Congress needs a broader strategy to take on Modi government




Um jovem foi flagrado caminhando à beira de um lago em meio a ventos intensos e ondas violentas provocadas pelo ciclone Arnab, em Isukulanka, no estado de Andhra Pradesh, sul da Índia.
O vídeo mostra coqueiros se curvando com a força do vento e a água atingindo o caminho por onde o rapaz passa na quarta-feira (28).
Segundo relatos locais, o ciclone atingiu a costa próxima a Yanam, com ventos de aproximadamente 125 km/h e rajadas de até 140 km/h.
A tempestade deixou seis mortos e danificou casas, além de derrubar árvores e provocar alagamentos em diversas estradas.
De acordo com o IMD (Departamento Meteorológico da Índia), o ciclone atravessou a costa de Andhra Pradesh e Yanam, a cerca de 20 quilômetros de Narsapur.
A passagem da tempestade provocou danos em diferentes localidades e mobilizou ações de resposta nas áreas afetadas.
Ao menos seis pessoas morreram, dezenas de casas foram danificadas e plantações foram destruídas, após um ciclone potente atingir a costa leste da Índia, vindo da Baía de Bengala, na quarta-feira (28), trazendo chuvas intensas e ventos fortes, informaram as autoridades.
O ciclone Arnab, classificado pelo Departamento Meteorológico da Índia como uma “tempestade ciclônica muito severa” — a terceira categoria mais alta em sua escala —, atingiu o estado de Andhra Pradesh na manhã da quarta-feira, com seu centro avançando, na sequência, para o interior do território, segundo a agência.
O fornecimento de energia em várias áreas ao longo da costa leste do país continuava interrompido nesta quinta-feira (29).
Pelo menos 15 mil postes de energia foram danificados pelo ciclone, declarou o governador do estado, N. Chandrababu Naidu, em um comunicado.
“Andhra Pradesh foi o estado mais afetado… três pessoas perderam a vida”, disse a repórteres Narendra Singh Bundela, um alto funcionário da NDRF (Força Nacional de Resposta a Desastres).
Chuvas intensas e ventos fortes destruíram pelo menos 180 casas, derrubaram 220 árvores e interromperam o fornecimento de energia em várias áreas, relatou o ministro-chefe de Andhra Pradesh, N. Chandrababu Naidu, em uma carta ao ministro do Interior federal, Amit Shah, na qual o atualizou sobre a situação.
Duas das mortes foram causadas pela queda de uma árvore e por eletrocussão, informaram à agência de notícias Reuters autoridades do gabinete de Naidu.
O estado vizinho de Odisha não foi tão gravemente atingido, disse Bundela, acrescentando que a expectativa era de que a velocidade dos ventos diminuísse à medida que o ciclone avançasse para o interior.
Mais de 180 mil pessoas foram retiradas nos estados de Andhra Pradesh e Odisha antes da chegada do ciclone.
Algumas escolas foram fechadas, e serviços de trem e voos foram cancelados ao longo da costa leste.
Diversas equipes da NDRF e do estado estavam trabalhando nas áreas afetadas, afirmou Bundela, acrescentando que alguns estados vizinhos também poderiam ser atingidos por chuvas intensas.
Imagens de televisão mostraram árvores caídas em rodovias, enquanto trabalhadores, vestindo trajes de proteção contra a chuva, atuavam na remoção de galhos e folhas das vias.
“Ninguém sabia em qual casa a água entraria em seguida, ou qual residência acabaria submersa”, disse Nagi, morador do distrito de Kakinada, em Andhra Pradesh.
“Árvores caíram, casas foram danificadas e todos os nossos pertences, incluindo nossos livros, foram destruídos”, relatou Nagi, que não informou seu sobrenome.
Pescadores ao longo da costa foram aconselhados a não sair para o mar; o departamento meteorológico informou que prevê perdas nas plantações, bem como danos a casas com telhados de palha e a linhas de comunicação.
Estão previstos ventos de 125 km/h a 135 km/h, com rajadas de até 150 km/h.
Além disso, espera-se uma elevação do nível do mar de 1 a 1,5 metro acima da maré normal, o que provavelmente causará inundações em áreas baixas de Andhra Pradesh.
As operações em três aeroportos do estado foram suspensas, informou o Ministério da Aviação Civil da Índia.

Earlier this week, thousands of farmers in India’s western state of Maharashtra marched to its capital, Mumbai, and forced the state government to recognize their right to the land they have tilled for years and fulfill their demands.
Over 12,000 in number, the farmers, carrying red flags and shouting slogans against the ultra-right-wing government led by the Hindu-supremacist Bharatiya Janata Party (BJP), were led by the All India Kisan Sabha (AIKS), a left-wing farmers’ union.
The farmers were also supported by several other left-wing mass organizations, such as the Center for Indian Trade Unions (CITU) and Democratic Youth Federation of India (DYFI).
The farmers started their march on foot and in hundreds of vehicles from Akole on Monday and were aiming to reach the residence of the state’s Chief Minister in Mumbai, a distance of around 200 km, where they were about to organize an indefinite sit-in to press for their demands.
The major demands of the farmers were recognition of their rights over the lands they have been tilling for generations, adequate compensation for crops lost due to this years’ drought and a loan waiver of at least Rs 200,000 (around 2,100 USD) among others.
The call for the march to Mumbai came after the government failed to respond to the farmers’ demand during a six-day sit-in between October 21 to 26 in Akole. Before starting to march to Mumbai the farmers also carried out a march in Akole itself.
The government initially failed to respond to the farmers’ demand and instead threatened them with police action and sent notices asking them to end the agitation.
AIKS responded by saying in its press release on Monday that “people’s problems cannot be made to disappear by issuing notices or resorting to pressure” and announced the march to Mumbai.
The farmers marched for two days before the government called for negotiations on Tuesday and later announced an agreement on all major demands.
A large number of farmers in Maharashtra and other regions of the country cultivate the land without having any documentary proof of their ownership. The governments often recognize such lands as forest areas or put them under categories which makes it impossible to claim private ownership. This often creates threats of eviction and the deprivation of the only source of livelihoods for millions of peasants.
AIKS in Maharashtra has been demanding recognition of the ownership of the peasants on the land they have tilled for generations and has led various successful movements for the same in different parts of the state in the past decade.
Earlier this year it led a similar movement in the state’s Nashik district, forcing the government to acknowledge the issue and promise reforms.
In addition to the long-term problem of ownership, several of the states in India faced a deficient monsoon this year, affecting agriculture adversely and creating losses to millions of farmers in the country. In Maharashtra alone, the government has declared 265 out of 358 administrative units (Taluks) as “drought affected.”
Most of the state governments have failed to provide any meaningful relief to the farmers yet. However, under pressure, the Maharashtra government recently announced a Rs 5,000 (around 50 USD) compensation for each farming family in the drought-affected regions, inviting strong reactions from the farmers over the paltry amount.
AIKS called the government’s announcement of the drought relief “grossly inadequate” and a “cruel mockery of the losses suffered by the peasantry.” It demanded that compensation must be based on the actual losses faced by the peasants, including a waiver from paying the loans up to Rs 200,000.

