Se aceitarmos resultados não auditáveis, cuspidos por sistemas que ninguém consegue perceber, arriscamos deslizar para uma espécie de “pós-ciência” — ao estilo da “pós-verdade”.
A ausência persistente de mulheres entre os laureados científicos levanta uma questão incómoda: estarão os mecanismos de nomeação e selecção à altura da excelência que pretendem reconhecer?