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Sesks lidera Rali Seis Cidades e Armindo Araújo comanda entre os portugueses

24 October 2026 at 21:24

O letão Martins Sesks (Skoda Fabia) terminou hoje na liderança a primeira etapa do Rali Seis Cidades do Norte de Portugal, última prova do Europeu, com Armindo Araújo a comandar entre os concorrentes do campeonato português.

Sesks chega à jornada decisiva com 10,5 segundos de vantagem sobre o finlandês Roope Korhonen (Toyota GR Yaris), enquanto o francês Pablo Sarrazin (Lancia Ypsilon) ocupa a terceira posição, a 24,7.

Armindo Araújo (Skoda Fabia RS), navegado por Luís Ramalho, terminou em sétimo da geral e na frente dos pilotos do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), com 5,5 segundos de avanço sobre Pedro Almeida (Toyota GR Yaris) e 19,1 sobre Rúben Rodrigues (Skoda Fabia RS), nono e 10.º da classificação absoluta, respetivamente.

Na penúltima ronda do campeonato português, Araújo, já afastado da discussão pelo título, intrometeu-se no duelo entre Almeida e Rodrigues, os dois candidatos, que terão de esperar pela derradeira prova da temporada para decidir o campeão.

Depois das dificuldades sentidas durante a manhã, alterações na afinação do Skoda permitiram ao piloto de Santo Tirso melhorar o ritmo e assumir o comando durante a tarde, beneficiando também de um furo de Pedro Almeida na segunda passagem por Ribeira de Pena.

“Durante a tarde conseguimos encontrar uma afinação mais acertada, que nos deu maior confiança e permitiu melhorar significativamente o nosso ritmo”, explicou Araújo.

O piloto manifestou-se satisfeito com a evolução ao longo de uma etapa “particularmente exigente”, estabelecendo como objetivo manter a competitividade no domingo.

Na frente da classificação absoluta, Sesks assumiu o comando na primeira especial de hoje e venceu quatro das oito classificativas disputadas, apesar de problemas numa válvula de controlo da pressão do turbo.

“Estava a atacar nesta especial, ainda tenho as mãos a tremer um pouco. Foi uma boa classificativa”, afirmou o letão após o último troço, salientando as dificuldades provocadas pelas pedras incrustadas no piso.

Korhonen venceu três especiais, mas perdeu tempo na última passagem por Boticas/Senhor do Monte, depois de sair largo para uma zona de vegetação e terminar com o pneu dianteiro esquerdo sem pressão.

O espanhol Jan Solans (Skoda Fabia RS) terminou em quarto, seguido do romeno Simone Tempestini e do francês Arthur Pelamourgues, ambos em carros da mesma marca.

A etapa ficou ainda marcada pelo abandono do britânico Kris Meeke (Toyota GR Yaris), após um acidente na quarta especial, sem consequências físicas para o piloto e o navegador Stuart Loudon.

Entre os concorrentes do campeonato português, José Pedro Fontes (Lancia Ypsilon) é quarto, a 2.41,0 minutos de Araújo, seguido de Pedro Meireles (Skoda Fabia RS), a 2.44,8.

Nas duas rodas motrizes, Hélder Miranda (Peugeot 208 Rally4) lidera, à frente de Pedro Silva (Lancia Ypsilon) e Afonso Seixas (Renault Clio).

A prova termina no domingo, com oito classificativas, correspondentes a duas passagens por Montim, Seixoso, Santa Quitéria e Lameirinha. A primeira especial começa às 08:05 e a ‘power stage’ de Lameirinha está marcada para as 15:05, antes do pódio em Guimarães.

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Declarações de Benjamim Pereira atiçam ‘manif’ contra custos da habitação em Braga

24 October 2026 at 20:32

As recentes declarações do presidente do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) sobre a capacidade de sacrifício dos jovens serviram de rastilho à manifestação que hoje começou pelas 15:00, em Braga, em defesa de um teto para todos.

“Não sabemos o que é sacrifício? Ter dois trabalhos para pagar a renda e comer não é sacrifício?”, insurgiu-se Juliana Oliveira, porta-voz dos manifestantes, no arranque dos protestos, junto ao coreto da Avenida Central, que tem servido de teto a pessoas em situação de sem-abrigo na cidade.

Surfando a onda dos sacrifícios, Juliana Oliveira perguntou ainda se ser obrigado a pensar duas vezes antes de ir ao médico ou ao dentista ou de deixar de estudar por falta de recursos não são sacrifícios.

“E essas pessoas sabem o que é sacrifício? Acham que sacrifício é ser convidado para um jantar de família e terem de comer camarão tigre em vez de lagosta?”, acrescentou.

Numa sessão sobre a proposta do Plano Diretor Municipal de Gaia, na quinta-feira, o presidente do IHRU, Benjamim Pereira, disse não saber se a sociedade atual está disponível para o nível de sacrifício da anterior, recordando que os próprios avós e o pai emigraram para ter uma casa.

No dia seguinte, Benjamim Pereira admitiu que as expressões que utilizou sobre a capacidade de sacrifício dos jovens foram infelizes, esclarecendo que não teve intenção de desvalorizar as dificuldades na habitação ou sugerir a emigração.

As declarações de Benjamim Pereira deram mais força à manifestação de hoje em Braga por mais e melhor habitação, que contou, no arranque, com cerca de duas centenas de pessoas.

Juliana Oliveira frisou que se trata de uma manifestação pacífica e que os presentes não se deixarão levar por eventuais ondas mais violentas.

“Não somos arruaceiros”, afirmou, pedindo também “algum cuidado com as beatas” e com o consumo de drogas e álcool, enquanto estiver a decorrer a manifestação.

A manifestação de hoje mete música, assembleia popular e jantar volante, confecionado numa cantina improvisada e com o que os participantes levarem.

Gente para cuidar das crianças, médicos e enfermeiros para eventuais primeiros socorros e mediadores para possíveis conflitos também fazem parte do “cardápio” da manifestação.

“Não é só a habitação que aqui está em causa. É também o custo de vida, é também a educação, é também a paz, é toda uma série de questões que fazem de nós, jovens de hoje, uma geração de muitos sacrifícios”, disse ainda Juliana Oliveira.

Gestora de projetos, com 25 anos, Juliana partilha casa com outras duas pessoas, sublinhando que, atualmente, é “impensável” comprar habitação própria.

No entanto, não desiste de lutar por dias melhores.

“Quando se é de esquerda, tem-se sempre esperança”, atirou.

Duas semanas após o início, no Porto, os protestos pelo direito à habitação prosseguem um pouco por todo o país, cumprindo, assim, a promessa de continuar nas ruas até que o Governo deixe cair a nova lei das rendas e adote medidas como o fim das demolições e dos despejos sem alternativa habitacional, a proibição de compra de habitação por parte de fundos imobiliários, o aumento de habitação pública, a aplicação de tetos às rendas e a recuperação de imóveis devolutos para fins habitacionais.

A proposta de lei do Governo para alterar o regime de arrendamento urbano foi aprovada na generalidade em 30 de setembro, contando com os votos a favor de PSD, IL e CDS-PP, a abstenção do Chega e os votos contra da esquerda, estando agora a ser discutida na especialidade, na comissão parlamentar de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação.

De acordo com os mais recentes dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados na sexta-feira, o preço das casas no país subiu 18% para 2.445 euros/m2 no 2.º trimestre deste ano, face ao mesmo período do ano passado, e aumentou 4,6% comparativamente aos primeiros três meses deste ano.

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Canoísta de Ponte de Lima Ricardo Coelho é campeão mundial C1 de maratonas

24 October 2026 at 18:39

O canoísta Ricardo Coelho, de Ponte de Lima, sagrou-se hoje campeão mundial C1 de maratona, dando o primeiro título sénior a Portugal em Gualeguaychú, na Argentina.

Ricardo Coelho terminou os cerca de 30 quilómetros em 1:45.10,54 horas, menos 5,95 segundos do que o húngaro Mihaly Pluzsik e 42,16 do que o polaco Mateusz Borgiel, segundo e terceiro respetivamente.

No K2 júnior, Joana Peixoto e Beatriz Sá foram quartas, com Mariana Morais a ser 13.ª no K1 sénior, a mesma posição que Nuno Morais conseguiu no K1 júnior.

Portugal já tinha duas medalhas de ouro nos Mundiais de maratonas, no C2 júnior, por Duarte Cunha e Gabriel Fernandes, que ainda venceu os C1 juniores.

Além dos títulos, Portugal tem ainda o bronze de Maria Sousa nas provas de C1 júnior, a prata de Ricardo Coelho na prova curta de C1, os bronzes de Fernando Pimenta, na prova curta de K1, e Martim Conceição, na prova curta de K1 júnior, e a prata de Leonardo Barbosa em C1 sub-23.

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Avic recorre de decisão que retira sobrecompensação por transportes em Viana do Castelo

24 October 2026 at 18:10

O grupo Avic anunciou hoje que vai recorrer da decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal que julgou “totalmente improcedente” a ação contra a Câmara de Viana do Castelo, relativa às compensações por Obrigações de Serviço Público (OSP) de transportes.

“A empresa não concorda com a decisão e, como tal, vai interpor o competente recurso no prazo legal”, refere um comunicado enviado hoje às redações.

A empresa António dos Prazeres da Silva & Filho, Lda., que faz parte do grupo Avic, adianta ter tomado conhecimento da sentença do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, de 23 de outubro de 2026, no processo que moveu contra o Município de Viana do Castelo.

“Nesse processo, a empresa pede a compensação do défice de exploração do serviço público de transporte na carreira Braga – Viana do Castelo, entre 2021 e 2024”, explica a transportadora.

Na sexta-feira, a Câmara de Viana do Castelo revelou que o Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Braga julgou “totalmente improcedente” a ação apresentada pelo grupo Avic contra a Câmara de Viana do Castelo, relativa às compensações por Obrigações de Serviço Público (OSP) de transportes.

Até 2023, o valor das compensações por OSP foi de 250 euros, por dia, até 150 quilómetros percorridos.

Em 2024, a proposta da Câmara de Viana do Castelo foi de 285 euros, por dia, por 125 quilómetros, tendo sido rejeitada pela transportadora que reclamou uma compensação adicional de 268.573,54 euros, acrescida de juros de mora, também reclamados pela empresa, relativa à prestação de serviços de transporte público entre 2021 e 2024.

O impasse levou a que, em junho de 2024, a empresa António dos Prazeres da Silva & Filho decidisse suspender o serviço público de transporte de passageiros (SPTP) em oito carreiras de transporte público urbano e interurbano, assim como em vários horários em diversas linhas, por gerarem “receitas de bilhética de apenas 86,20 euros, por dia, por viatura, valor insuficiente para cobrir sequer os custos do motorista”.

O acórdão do Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Braga, de 23 de outubro, a que a agência Lusa teve hoje acesso, julgou “a ação totalmente improcedente e, em consequência, absolveu” a Câmara de Viana do Castelo.

A “empresa não demonstrou ter direito a receber valores superiores aos previstos nos protocolos celebrados com o município para aqueles anos, conforme exigia”.

O tribunal “dá relevância aos protocolos assinados com o município, considerando que a legislação relativa ao serviço público de transporte não conferia, por si só, à operadora o direito de exigir valores adicionais aos que tinham sido acordados”.

Segundo o tribunal, a empresa “age em abuso de direito, ao reclamar valores superiores aos dos protocolos que voluntariamente subscreveu”.

“O valor de referência de 2020 foi proposto pela própria Autora, e esta nunca demonstrou, com elementos contabilísticos, que a compensação fosse deficitária ou que os custos invocados decorressem do cumprimento das obrigações de serviço público”, lê-se no acórdão com 33 páginas.

Quanto aos pareceres então emitidos pela AMT – Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT), o tribunal considera que “não vinculavam o município de Viana do Castelo ao pagamento dos montantes exigidos”.

“Os relatórios da AMT limitam-se a concluir pela inexistência de sobrecompensação, o que não equivale à existência de compensação deficitária”, adianta o tribunal.

Para a autarquia, a decisão do tribunal “considera que não ficou demonstrada a violação de um dever legal que obrigasse o município a rever as compensações acordadas, determinando totalmente improcedente a ação da empresa, absolvendo o Município”.

O tribunal aponta que “a compensação devida à empresa pelo cumprimento das obrigações de serviço público relativas à carreira Braga – Viana do Castelo, nos anos de 2021 a 2024, é a que resulta dos protocolos celebrados com o município, que este pagou”.

“Nem a lei, nem os protocolos, nem as pronúncias da AMT conferem à empresa o direito a receber da autarquia a diferença entre os gastos da exploração, acrescidos de lucro razoável, e os rendimentos obtidos. E não se verificam os pressupostos da responsabilidade civil extracontratual nem do enriquecimento sem causa (…). A demonstração dos montantes dos gastos, dos rendimentos e do défice alegados pela empresa em nada alteraria a solução, o que confirma a desnecessidade das diligências de prova requeridas”, lê-se no documento.

O tribunal atribuiu à empresa a responsabilidade pelas custas processuais.

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Sócios do SC Braga aprovam contas do clube por esmagadora maioria

24 October 2026 at 16:38

Os sócios do SC Braga aprovaram hoje, em assembleia geral (AG), o relatório e contas do clube de 2025/26 e o orçamento desta época por esmagadora maioria.

Segundo nota no seu sítio oficial, 98,3 por cento dos 390 associados presentes na reunião magna dos ‘arsenalistas’ aprovaram o exercício líquido positivo de 6,2 milhões (zero votos contra e 1,7 por cento abstiveram-se).

Os sócios do SC Braga aprovaram ainda o orçamento da presente temporada, tendo-se registado 96,2 por cento de votos a favor, 3,3 por cento abstiveram-se e 0,5 por cento votaram contra.

Quanto à aplicação dos resultados, a votação foi praticamente unânime: 99,7 por cento votaram a favor e apenas 0,3 por cento abstiveram-se (zero votos contra).

Há cerca de uma semana, os acionistas da sociedade anónima desportiva (SAD) do SC Braga aprovaram por unanimidade, em assembleia geral, o relatório e contas de 2025/26, que apresentou um resultado líquido de 17,3 ME e o orçamento da presente temporada.

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SC Braga tem que “somar três pontos impreterivelmente”

24 October 2026 at 15:10

O treinador Franclim Carvalho disse hoje que o SC Braga tem que “somar três pontos impreterivelmente” na deslocação ao terreno do Nacional, no domingo, da nona jornada da I Liga de futebol.

O SC Braga voltou às vitórias diante dos belgas do Gent (2-0), na quinta-feira, na segunda jornada da Liga Conferência, após um ciclo de quatro partidas consecutivas sem vencer (um empate e três derrotas), que ditou a saída de Carlos Vicens, mas é apenas oitavo classificado no campeonato.

Os bracarenses defrontam agora o Nacional, que vem de ser eliminado da Taça de Portugal pela Sanjoanense, equipa do Campeonato de Portugal (quarto escalão), e que conta apenas com uma vitória e tem a pior defesa do campeonato (18 golos sofridos).

“Sabemos como funciona e quando há uma mudança há sempre uma postura diferente em campo. Este vai ser o segundo jogo, mas estamos cá há quatro dias. O mérito da vitória foi todo dos jogadores e foi muito importante. O percurso é longo e é preciso arrepiar caminho. Temos que somar três pontos impreterivelmente”, disse na conferência de imprensa de antevisão da partida.

Na sua estreia como treinador dos minhotos, Franclim Carvalho apresentou de início uma linha de quatro jogadores atrás, ao contrário de Carlos Vicens, que usava três, mas durante o jogo a equipa também alinhou com uma defesa a cinco.

“Temos essas dinâmicas e com o Gent apresentámos três nuances diferentes. As características dos jogadores e o queremos implementar vão casar e vai ser um produto final bom. O Bright [Arrey-Mbi] esteve mais aberto umas vezes [à esquerda], outras mais dentro, tem que ter o conforto em ambas as posições, mas obviamente que tem mais no corredor central, porque tem sido esse o percurso dele”, disse.

O SC Braga rematou cinco vezes na primeira parte diante do Gent, facto frisado pelo técnico no final.

“Vícios da forma de jogar anterior? Não sei, constatei factos. Quero é que a minha equipa chute mais à baliza e que tenha esse caudal ofensivo. Para ganhar, precisamos de fazer golo e para isso de chutar à baliza. Fizemos 17 remates na segunda parte, 22 no total e foi o jogo em que fizemos mais remates esta época. Não significa que vamos fazer sempre golo, mas vamos estar mais perto disso”, reforçou.

Ricardo Horta colocou a fasquia na qualificação para a Liga dos Campeões, lembrando que esta época os três primeiros classificados apuram-se para a competição (os dois primeiros de forma direta), mas o treinador quer pensar jogo a jogo.

“Parece-me muito pouco lógico pensar na classificação final porque faltam imensos jogos. O mais importante é o jogo com o Nacional e a classificação final do SC Braga não vai ser esta com certeza”, disse.

O treinador referiu ainda que Jonas Wind não é ainda opção: “sabemos o percurso dele neste último ano e meio, temos de gerir o Jonas de forma diferente, até porque gosto de jogar e treinar com muito andamento nas minhas equipas”.

SC Braga, oitavo classificado, com 11 pontos, e Nacional, 16.º, com quatro, defrontam-se a partir das 18:00 de domingo, no Estádio da Madeira, jogo que será arbitrado por José Bessa, da associação do Porto. 

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Interino Ricardo Silva confiante na resposta do Famalicão frente ao Rio Ave

24 October 2026 at 15:08

O treinador interino do Famalicão, Ricardo Silva, mostrou-se hoje confiante numa reação da equipa frente ao Rio Ave, na nona jornada da I Liga de futebol, apesar de reconhecer que os vila-condenses atravessam um melhor momento anímico.

“É lógico que o Rio Ave estará num momento anímico muito acima daquele que poderá ser o nosso”, admitiu o técnico, destacando a reação do adversário após a mudança de treinador.

Ainda assim, Ricardo Silva garantiu ter recebido “respostas muito boas” dos jogadores durante a semana e acredita que a diferença de confiança poderá não ter influência no encontro.

“Sentimos que estão confortáveis, ligados àquilo que lhes foi passado e capazes de chegar ao jogo e responder perante o desafio que será o Rio Ave”, afirmou.

Depois da saída do treinador Carlos Carvalhal no início da semana, Ricardo Silva assumiu o comando interino da equipa e explicou que a prioridade passou por “aliviar o peso” dos jogadores e recuperar a confiança do grupo.

Ricardo Silva revelou ainda que Van Breemen e Aranda já integraram os trabalhos e estão disponíveis, enquanto Mattara permanece no boletim clínico. Gil Dias falha a partida por castigo.

O Famalicão, 13.º classificado, com sete pontos, desloca-se no domingo a Vila do Conde, para defrontar o Rio Ave, 14.º, também com sete, às 18:00, com arbitragem de Hélder Carvalho, da associação de Santarém.

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Botelho da Costa crê em Moreirense “ofensivo” ante Estoril com qualidade

24 October 2026 at 13:42

O treinador Vasco Botelho da Costa afirmou hoje que o Moreirense quer prosseguir o crescimento ofensivo perante o Estoril Praia, adversário com “mais qualidade” face ao lugar que ocupa na I Liga portuguesa de futebol, na nona jornada.

Após o empate com o Vitória SC (1-1), sofrido no último minuto, e as derrotas com Gil Vicente (1-0) e AVS (1-0), essa última a ditar a eliminação da Taça de Portugal, a formação de Moreira de Cónegos quer reatar o caminho dos triunfos em casa da equipa ‘canarinha’, 18.ª e última classificada, interinamente orientada por Sérgio Raimundo, após a saída de Vasco Matos, em 15 de outubro.

“Pela qualidade individual que tem, não é uma equipa que pertence ao lugar em que está. É um alerta, mas temos de olhar muito para nós, para o quanto crescer e evoluir. Temos de ganhar, mas não fazendo disso uma obsessão, porque os indicadores dos últimos jogos mostram cada vez mais capacidade ofensiva, com chegada [à área]. Queremos continuar esse caminho”, disse, ao projetar o encontro de domingo, marcado para as 15:30.

Ciente de que o relativo desconhecimento do sistema de jogo adotado por Sérgio Raimundo, também responsável pelos sub-23 estorilistas, pode tornar o jogo mais “difícil de prever”, Vasco Botelho da Costa mostrou-se confiante no desempenho da sua equipa, nomeadamente do setor defensivo, que vai exigir reformulação, após a expulsão de Maracás no desafio da ‘prova rainha’.

“No primeiro jogo da época, o Maracás estava castigado. Olhando para o nosso plantel hoje em dia, quando não joga um jogador, temos uma solução quase instantânea. O Moreirense foi bastante competente na elaboração deste plantel. As ‘dores de crescimento’ são normais quando operamos mudanças”, frisou.

O técnico admitiu, porém, que, na hora de defender, os minhotos têm de ser “mais pressionantes e agressivos” face a desafios anteriores, até para evitarem “ser penalizados” ao mínimo erro, como aconteceu em Vila das Aves, com um golo sofrido na sequência de um lançamento lateral favorável.

Os ciclos de jogos sem triunfos, como aquele que os ‘axadrezados’ atravessam, tem de ser olhado pelos jovens elementos do plantel a seu cargo como uma “oportunidade de crescer” na forma como “lidam com a adversidade” e colocam as “expectativas no sítio”, acrescentou.

Botelho da Costa também demonstrou agrado com o facto de o Moreirense atingir os três mil sócios, conforme o emblema vimaranense anunciou na sexta-feira, tendo vincado que os jogadores trabalham para os associados “terem orgulho na equipa que veem dentro de campo” todos os fins de semana.

O Moreirense, 12.º classificado da I Liga portuguesa, com oito pontos, visita o Estoril Praia, 18.º e último, com dois, em partida agendada para domingo, às 15:30, no Estádio António Coimbra da Mota, na Amoreira, no concelho de Cascais, com arbitragem de Carlos Macedo, da associação de Braga.

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Nacional precisa de “saber sofrer” para pontuar frente ao SC Braga

24 October 2026 at 13:41

O treinador interino do Nacional, Bruno Abreu, afirmou hoje que a equipa tem de “saber sofrer” para conseguir um bom resultado frente ao SC Braga, no domingo, na nona jornada da I Liga portuguesa de futebol.

“Sabemos que vamos ter de sofrer e que vamos ser, muitas vezes, pressionados por uma equipa de grande qualidade como é o SC Braga, mas também temos as nossas armas e queremos criar o maior desconforto possível para que eles sintam que nós estamos cá para ganhar o jogo”, referiu o madeirense, pela segunda vez nas funções de interino esta temporada, em conferência de imprensa.

Bruno Abreu, no comando técnico depois da saída de Alexandre Santos para o Petro de Luanda após uma curta experiência na Madeira, com derrotas nos quatro jogos disputados, já tinha passado por situação idêntica após a demissão de Gião, em setembro, tendo aí comandado a equipa, também como interino, na visita ao Sporting.

O madeirense não teceu comentários sobre o novo treinador, João Henriques, que vai assumir o cargo a partir de segunda-feira, preferindo destacar a vontade do grupo em reverter o momento negativo.

“Senti, essencialmente, muita vontade e disponibilidade do grupo de trabalho em reverter a situação. Naturalmente é para isso que estamos cá e é isso que todos queremos dentro do clube”, vincou.

O conjunto minhoto também mudou de treinador durante a semana, com a saída de Carlos Vicens, rendido no cargo por Franclim Carvalho, que chegou após uma experiência no Botafogo, do Brasil, tendo logo vencido na estreia, na receção ao Gent, por 2-0, na segunda jornada da fase de liga da Liga Conferência.

Abreu, de 51 anos, reconhece a situação delicada do Nacional, 16.º classificado e numa série de seis derrotas consecutivas para o campeonato, que não permite “escolher adversários”, mostrando-se ainda relativamente conhecedor dos métodos de trabalho do novo ‘timoneiro’ dos bracarenses.

“Temos algum conhecimento em função daquilo que o ‘míster’ Franclim fez, tanto no Botafogo, como agora, essencialmente, neste último jogo [com o Gent]. Tentar perceber algumas dinâmicas e colher o máximo de indicações possíveis […], mas com a plena consciência de que será um jogo naturalmente bastante difícil”, notou, acrescentando ainda que o oitavo lugar na tabela não “reflete a qualidade do plantel” do SC Braga.

Ainda a contas com problemas físicos, Léo Santos, Ulisses Rocha, Wesley Gasolina, Igor Liziero e Filipe Soares são ausências confirmadas no emblema insular, ao contrário de José Gomes, que treinou sem limitações durante a semana e “está convocado”, segundo Bruno Abreu.

O Nacional, 16.º e antepenúltimo classificado, com quatro pontos, recebe no domingo o SC Braga, oitavo, com 11, a partir das 18:00, no Estádio da Madeira, no Funchal, sob arbitragem de José Bessa, da associação do Porto.

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APA emite decisão desfavorável à central fotovoltaica na Serra do Marão

24 October 2026 at 12:02

A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) emitiu uma decisão desfavorável ao projeto de hibridização fotovoltaica do Parque Eólico de Penedo Ruivo, na Serra do Marão, segundo informações do portal Participa.

“Apesar dos impactes positivos do projeto associados à produção de energia elétrica a partir de fonte renovável, tendo em conta os impactes negativos, significativos e não minimizáveis identificados ao nível de fatores ambientais determinantes, o projeto não é compatível com a salvaguarda dos valores em presença, pelo que se emite decisão desfavorável ao projeto de hibridização fotovoltaica do Parque Eólico de Penedo Ruivo”, refere a Declaração de Impacte Ambiental (DIA) consultada pela agência Lusa.

O projeto de hibridização fotovoltaica do Parque Eólico de Penedo Ruivo, na Serra do Marão, propunha uma área de implementação de 21 hectares, dos quais sete seriam ocupados com painéis solares naquele território dos concelhos de Baião e de Amarante, no distrito do Porto.

Proposto pela empresa EnergieKontor, previa-se uma produção anual líquida de 24,86 gigawatt-hora, a produção de energia elétrica através de sistema fotovoltaico em hibridização com o parque eólico existente e uma fase de exploração de 30 anos.

Segundo a DIA, face às condicionantes ecológicas, territoriais e paisagísticas existentes na área de estudo, designadamente a inserção integral do projeto na Zona Especial de Conservação (ZEC) Alvão/Marão e a sobreposição com áreas integradas na Paisagem Protegida Regional da Serra da Aboboreira, considera-se “que eventuais modificações do projeto dentro da área de estudo tenderiam a manter os principais impactes negativos significativos identificados no âmbito da avaliação”.

Refere ainda que, embora o projeto assente numa lógica de hibridização e de aproveitamento parcial de infraestruturas elétricas já existentes associadas ao Parque Eólico de Penedo Ruivo, designadamente ao nível da ligação elétrica e subestação, “tal circunstância não elimina nem reduz, por si só, a significância dos impactes ecológicos, paisagísticos, territoriais e cumulativos identificados na avaliação, atendendo às características da solução proposta, à sensibilidade da área de implantação e à pressão territorial já existente na Serra do Marão”.

A consulta pública decorreu entre 13 de março e 24 de abril e foram submetidas 666 exposições, 661 de cidadãos particulares e as outras da Associação de Municípios do Douro e Tâmega, da União das Freguesias de Teixeira e Teixeiró, Associação Portuguesa para a Conservação da Biodiversidade (FAPAS), Associação de Conservação da Natureza e do Património Rural (Palombar) e da iniciativa Visit Marão.

A consulta revelou que a esmagadora maioria dos cidadãos manifestou oposição ao projeto, considerando que, apesar da importância da transição energética, a instalação da central fotovoltaica representa “uma ameaça grave a um território protegido e de elevado valor ecológico, paisagístico, cultural e económico”.

São apontados impactes significativos sobre habitats e espécies protegidas, paisagem, turismo de natureza e modos de vida locais, bem como falhas no processo de avaliação ambiental e na análise de alternativas, defendendo-se que a energia solar deve ser instalada preferencialmente em áreas já artificializadas. 

Segundo a documentação disponibilizada ‘online’, apenas cinco cidadãos e a União de Freguesias de Teixeira e Teixeiró apoiaram o projeto.

A Comissão de Avaliação, no âmbito do procedimento de Avaliação de Impacte Ambiental (AIA) do projeto, deu um parecer desfavorável tendo em consideração “os impactes negativos significativos, diretos, permanentes e cumulativos identificados, a elevada sensibilidade ecológica, paisagística e territorial da área de implantação e o facto de não se considerar demonstrado que as medidas de minimização propostas sejam suficientes para assegurar a adequada compatibilização ambiental e territorial da solução apresentada”.

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Seguro agradece a todos os que servem no Exército

24 October 2026 at 10:41

O Presidente da República assinala hoje o Dia do Exército com uma mensagem escrita em que expressa reconhecimento a todos os que nele servem “num contexto internacional cada vez mais complexo, exigente e imprevisível”.

Numa mensagem publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, António José Seguro menciona que o Dia do Exército “tem como referência histórica a tomada de Lisboa, em 1147, pelas tropas de D. Afonso Henriques” e recorda os que combateram por Portugal no passado.

“Nas comemorações deste ano, realizadas na cidade do Porto, é de inteira justiça reconhecer o compromisso e a dedicação das mulheres e homens que servem o Exército português, cumprindo as suas missões em território nacional e além-fronteiras”, considera.

O chefe de Estado e comandante supremo das Forças Armadas agradece o “profissionalismo e sentido de dever” de todos os que no presente “contribuem diariamente para a defesa da liberdade, da soberania e dos interesses nacionais, num contexto internacional cada vez mais complexo, exigente e imprevisível”.

“Ao Exército Português, o Presidente da República dirige uma saudação especial para que continue a honrar o seu legado de coragem, resiliência e perseverança, a servir os portugueses e a preparar-se para o futuro de Portugal”, lê-se no texto.

Nesta data, António José Seguro também presta homenagem “a todos os soldados que, com a sua bravura e compromisso, ajudaram a construir Portugal”.

“É igualmente justo recordar todos aqueles que serviram Portugal nas fileiras do Exército, em particular os antigos combatentes, cujo exemplo continua a inspirar as gerações atuais”, afirma.

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Hoje há Gil Vicente-FC Porto em Barcelos

24 October 2026 at 08:03

O FC Porto procura hoje regressar às vitórias e fugir ainda mais na liderança da I Liga portuguesa de futebol, na visita a Barcelos para defrontar o Gil Vicente, na nona jornada da prova.

Depois do desaire caseiro com PSV Eindhoven (1-0) na Liga dos Campeões, competição em que continua sem qualquer ponto em três rondas, o FC Porto vai tentar em Barcelos, na casa do sétimo classificado, reforçar ainda mais o bom arranque de campeonato.

Os ‘dragões’ vão entrar em campo com cinco pontos de vantagem sobre o Benfica, segundo classificado, que, na segunda-feira, joga nos Açores com o Santa Clara, e seis sobre o Sporting, terceiro, que recebe no domingo o Académico de Viseu.

Caso consiga a nona vitória seguida na Liga, o técnico Francesco Farioli passa a protagonizar o segundo melhor arranque de sempre da história do FC Porto no campeonato, e o melhor dos últimos 87 anos, depois de já ter igualado o registo de oito triunfos de Jesualdo Ferreira de 2007/08.

Melhor que o italiano só mesmo o húngaro Mihaly Siska, que viveu 13 vitórias seguidas com os ‘dragões’ em 1939/40.

Já o Gil Vicente vem de um motivador triunfo na casa do Sporting de Braga (2-1) durante a semana, em jogo em atraso da segunda jornada.

O Gil Vicente-FC Porto está agendado para as 20:30.

Também hoje, num dérbi da região lisboeta, o Estrela da Amadora recebe o Casa Pia (15:30) e o Alverca mede forças com o Arouca (18:00).

Na sexta-feira, a ronda arrancou em Guimarães, com o Vitória a regressar às vitórias com uma goleada de 5-0 sobre o Marítimo, resultado que deixa os vitorianos no 11.º posto, com oito pontos, os mesmos do Marítimo, 13.º.

Programa e resultados da nona jornada

– Sexta-feira, 23 out:

Vitória SC – Marítimo, 5-0

– Sábado, 24 out:

Estrela Amadora – Casa Pia, 15:30

Alverca – Arouca, 18:00

Gil Vicente – FC Porto, 20:30

– Domingo, 25 out:

Estoril Praia – Moreirense, 15:30

Rio Ave – Famalicão, 18:00

Nacional – SC Braga, 18:00

Sporting – Académico de Viseu, 20:30

– Segunda-feira, 26 out:

Santa Clara – Benfica, 17:45 locais (18:45, horas de Lisboa)

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Tiago Margarido: “A maior diferença para outros jogos teve a ver com a eficácia”

23 October 2026 at 23:38

Declarações após o jogo Vitória SC–Marítimo (5-0), da nona jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado hoje, no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães:

– Tiago Margarido (treinador do Vitória SC): “A maior diferença para outros jogos, tirando o do Moreirense (1-1), teve a ver com a eficácia. Noutros jogos, tivemos um futebol ofensivo envolvente, mas não conseguimos faturar. Hoje, conseguimos.  

Queria dar uma palavra aos adeptos, que nos ajudaram muito. Estiveram connosco desde o primeiro minuto. Mereciam muito esta vitória. Sentíamos que a equipa estava a jogar bem. Hoje, conseguimos materializar o que fizemos. Acredito que seja um ‘ponto de viragem’ para o resto da época.

[Uma vitória assim folgada] mostra que o nosso caminho está a ser bem feito. Tivemos jogos em que, a nível exibicional, criámos muito, mas não ganhámos. Nas últimas três semanas, trabalhámos muito contra ‘bloco baixo’. As equipas vêm ao D. Afonso Henriques jogar em ‘bloco baixo’. A equipa está agora mais preparada para jogar a esse nível.

É uma das especialidades do Jakupovic. É muito forte nos livres diretos [que valeu o primeiro golo]. As bolas paradas são extremamente importantes no futebol atual. A equipa não estava a ser eficaz a esse nível. Hoje, conseguimos ser eficazes nesse capítulo. O Alanzinho é um jogador com uma batida diferenciada nesse aspeto. Temos de melhorar o índice de aproveitamento nos cantos. Espero que seja ‘ponto de partida’ para marcarmos mais nesse capítulo do jogo.

O Lucas [Furtado], desde que chegou ao Vitória, está num processo de crescimento e de evolução. Recuperou de uma lesão complicada. Só está a trabalhar a 100% nem há dois meses. Tem evoluído bastante. É um jogador humilde, que gosta de aprender. O trabalho foi recompensado no campeonato. Deu ‘segurança’ à equipa, assim como o Oli [Zych] dava. A luta pela baliza está ao ‘rubro’. Mantivemos a baliza a ‘zeros’”.

– Mitchell van der Gaag (treinador do Marítimo): “Até agora, tínhamos deixado sempre uma boa imagem no campeonato. Hoje, foi o momento em que senti que, depois do segundo golo, desistimos como equipa. No nosso caso, nunca pode acontecer. A jogar contra um Vitória em casa, na superação, em dificuldades [no campeonato], desistimos. Nunca fizemos isso durante a época. Isso é o pior do jogo. É muito claro que temos de melhorar em muitos aspetos.

Na próxima terça-feira, temos mais um jogo contra o Sporting, para a Taça da Liga. O que mostrámos hoje não é o Marítimo. Ao longo das épocas, isto acontece. Vamos continuar a trabalhar.

Temos oito pontos. Estamos numa fase difícil. Entrámos muito bem no campeonato. Algumas equipas pensaram que, se calhar, seria fácil jogar contra o Marítimo, mas temos mostrado valor. Infelizmente, hoje sofremos uma derrota pesada. Contra o FC Porto, falaram muito bem de nós e parece que somámos uma vitória ‘moral’ (derrota por 2-1), mas perdemos três pontos. Hoje, também perdemos três pontos. Ninguém vai ter um campeonato fácil”.

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