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Como saber se uma empresa de seguros protege meus dados?

30 October 2026 at 09:30

Para saber se uma empresa de seguros protege seus dados, o consumidor deve conferir quatro sinais: uma política de privacidade clara, um encarregado de dados com contato divulgado, canais oficiais bem identificados e regras explícitas sobre compartilhamento. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) garante a qualquer cliente o direito de perguntar quais informações a empresa guarda, para que as usa e com quem as divide, e de pedir correção ou exclusão quando for o caso.

No seguro auto, a lista de dados é longa: CPF, endereço, dados bancários, placa e chassi do carro, fotos do veículo e, em alguns casos, localização. A Loovi, insurtech que atua como representante da LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP, faz contratação e vistoria pelo celular, o que torna o cuidado com essas informações parte da própria experiência do cliente.

Quais dados uma empresa de seguro auto costuma coletar?

Para cotar, contratar e manter o seguro, as empresas normalmente tratam:

  • Dados de identificação: nome, CPF, data de nascimento, telefone e e-mail
  • Dados do veículo: placa, chassi, modelo, ano e fotos da vistoria
  • Dados financeiros: cartão de crédito ou conta para pagamento
  • Dados de uso: endereço, finalidade de uso do carro e, quando o cliente pede assistência, a localização do veículo
  • Dados de sinistro: boletim de ocorrência, fotos do acidente e documentos de terceiros envolvidos

Em muitas seguradoras tradicionais, o cálculo do preço também usa informações de perfil do motorista, como idade, estado civil, tempo de habilitação e local onde o carro dorme. Na Loovi, o preço parte do valor do veículo na Tabela FIPE e não depende desses dados de perfil.

O que a LGPD garante ao cliente de uma seguradora?

A Lei nº 13.709/2018, a LGPD, vale para todas as empresas que tratam dados pessoais no Brasil, incluindo seguradoras e seus representantes. Ela estabelece direitos que o cliente pode exercer a qualquer momento:

Saber o que a empresa faz com seus dados

O titular tem direito a informações claras sobre a finalidade do uso, a forma e a duração do tratamento, a identificação de quem controla os dados e com quem eles são compartilhados. Essas informações costumam estar na política de privacidade.

Acessar, corrigir e pedir exclusão

O artigo 18 da LGPD garante ao titular, mediante pedido, a confirmação de que seus dados são tratados, o acesso a eles, a correção de dados incompletos ou errados, a portabilidade e a eliminação dos dados tratados com base no consentimento. O cliente também pode revogar o consentimento dado.

Há um limite importante: a empresa pode manter dados necessários para cumprir o contrato ou obrigações legais. Um seguro ativo, por exemplo, depende dos dados do segurado e do veículo, e registros de sinistros precisam ser guardados pelos prazos exigidos em lei.

Ter um canal com o encarregado de dados

Toda empresa que trata dados pessoais deve indicar um encarregado, conhecido pela sigla em inglês DPO, e divulgar sua identidade e contato de forma clara, preferencialmente no site. É a ele que o cliente se dirige para exercer seus direitos.

Ser avisado em caso de vazamento

Pelo Regulamento de Comunicação de Incidente de Segurança da ANPD (Resolução CD/ANPD nº 15/2024), quando um vazamento puder causar risco ou dano relevante, a empresa deve comunicar a Autoridade Nacional de Proteção de Dados e os clientes afetados em até três dias úteis após saber que dados pessoais foram atingidos. A comunicação ao titular deve usar linguagem simples e informar quais dados foram afetados, os riscos e as medidas tomadas, além de um canal para dúvidas.

O regulamento considera mais graves os incidentes que envolvem dados financeiros, dados de autenticação, como senhas, dados sensíveis ou informações de idosos, crianças e adolescentes.

Quais sinais mostram que a empresa protege seus dados?

Antes de contratar, vale procurar:

  • Política de privacidade fácil de achar e de ler: ela deve explicar quais dados são coletados, para quê, por quanto tempo e com quem são compartilhados
  • Contato do encarregado de dados: e-mail ou formulário específico para pedidos sobre dados pessoais
  • Pedido só do necessário: desconfie de formulários que pedem informações sem relação com o seguro
  • Consentimento separado para marketing: aceitar receber ofertas não deve ser condição para contratar
  • Canais oficiais claros: site, aplicativo, WhatsApp e telefone divulgados em um único lugar oficial
  • Login protegido no aplicativo: senha forte, verificação em duas etapas ou biometria do próprio celular
  • Seguradora autorizada: registro na SUSEP, que obriga a empresa a seguir as regras de segurança cibernética do setor

Como evitar golpes que usam o nome de seguradoras?

Boa parte dos riscos para os dados do cliente não vem de vazamentos, mas de golpes que imitam empresas conhecidas. Os mais comuns envolvem mensagens com links falsos, boletos adulterados e perfis que se passam pelo atendimento. Para se proteger:

  • Confirme o número de WhatsApp e o telefone no site oficial da empresa antes de responder;
  • Não clique em links recebidos por SMS ou e-mail que peçam atualização de cadastro ou pagamento urgente;
  • Não informe senhas nem códigos de verificação recebidos por SMS, mesmo para quem diz ser do atendimento;
  • Baixe o aplicativo apenas nas lojas oficiais, conferindo o nome do desenvolvedor;
  • Confira o beneficiário antes de pagar um boleto ou Pix;
  • Desconfie de descontos muito altos oferecidos fora dos canais oficiais.

O que fazer se seus dados vazarem ou forem mal utilizados?

Se você suspeitar de vazamento ou uso indevido dos seus dados por uma empresa de seguros:

  • Procure o encarregado de dados da empresa e peça informações sobre o que aconteceu, guardando o protocolo;
  • Troque senhas do aplicativo e do e-mail cadastrado e ative a verificação em duas etapas;
  • Acompanhe extratos do cartão e da conta usados no pagamento;
  • Registre reclamação na plataforma consumidor.gov.br ou no Procon, se não houver resposta;
  • Acione a ANPD, que recebe petições de titulares que não tiveram o pedido atendido pela empresa;
  • Informe a SUSEP quando a queixa envolver a seguradora.

Saber se uma empresa de seguros protege seus dados exige conferir a política de privacidade, o contato do encarregado, os canais oficiais e as regras de compartilhamento. A LGPD garante ao cliente o direito de acessar, corrigir e pedir a exclusão de dados, e obriga a empresa a avisar em até três dias úteis sobre vazamentos que tragam risco relevante. Antes de contratar, procure esses sinais e confirme sempre os canais oficiais para não cair em golpes.

FAQ – Perguntas frequentes

Como saber se uma seguradora segue a LGPD?

Verifique se a empresa tem política de privacidade clara, com a finalidade de cada dado coletado, regras de compartilhamento e prazo de guarda, e se divulga o contato do encarregado de dados. Confirme também se a seguradora é autorizada pela SUSEP, que exige política de segurança cibernética.

Posso pedir para a seguradora apagar meus dados?

Sim, com limites. A LGPD permite pedir a eliminação de dados tratados com base no consentimento, mas a empresa pode manter as informações necessárias para cumprir o contrato em vigor e obrigações legais, como registros de sinistros.

O que é o encarregado de dados?

É a pessoa ou equipe indicada pela empresa para receber pedidos dos titulares e se comunicar com a ANPD. A LGPD exige que a identidade e o contato do encarregado sejam divulgados de forma clara, preferencialmente no site.

A seguradora precisa avisar se meus dados vazarem?

Sim, quando o vazamento puder causar risco ou dano relevante. Pela Resolução CD/ANPD nº 15/2024, a empresa deve comunicar a ANPD e os clientes afetados em até três dias úteis, em linguagem simples.

Fotos da vistoria pelo celular são seguras?

As fotos da vistoria são dados tratados pela empresa para avaliar o veículo e devem seguir a LGPD, com finalidade definida e proteção adequada. Envie as imagens apenas pelo aplicativo oficial. Na Loovi, a vistoria é feita pelo próprio cliente no app, que orienta quais fotos tirar.

Como identificar um contato falso em nome da seguradora?

Confirme telefone e WhatsApp no site oficial, desconfie de links que pedem pagamento urgente ou atualização de cadastro e nunca informe senhas ou códigos recebidos por SMS. Os canais oficiais da Loovi são o aplicativo, o WhatsApp oficial e o telefone 4000-1762.

Sala VIP no aeroporto: saiba como acessar sendo cliente do Inter Prime

29 October 2026 at 20:00

Clientes do Inter Prime podem aproveitar salas VIP em aeroportos brasileiros e internacionais para esperar pelo voo com mais conforto, além de contar com outros benefícios oferecidos pela instituição financeira.

O acesso está disponível por meio da rede Priority Pass, que reúne espaços exclusivos em aeroportos de diferentes países, e dos lounges próprios do Inter.

A seguir, veja como funciona o acesso, quais são as regras e em quais aeroportos do Brasil é possível encontrar esses espaços.

Como acessar uma sala VIP de aeroporto com o cartão Inter Prime?

O acesso às salas VIP é um dos benefícios associados aos relacionamentos Inter Prime e Inter Win. A entrada nos espaços conveniados à rede Priority Pass depende da apresentação do QR Code gerado no aplicativo da instituição financeira, além dos documentos exigidos na recepção.

O procedimento é simples e pode ser realizado antes da chegada ao aeroporto. Confira o passo a passo:

  1. Abra o Super App do Inter
  2. Acesse a área de cartões ou localize a opção “Sala VIP” na tela inicial
  3. Consulte os acessos disponíveis e selecione a opção para gerar o cartão de acesso
  4. Apresente o QR Code na entrada da sala VIP, junto com um documento de identificação com foto e o cartão de embarque

Vale lembrar: apresentar apenas o cartão físico Inter Prime ou Inter Win não garante a entrada gratuita. Para utilizar o benefício sem cobrança, é necessário seguir o procedimento indicado no aplicativo e observar as regras da categoria do cliente.

O acesso às salas VIP com o Inter Prime é gratuito?

O benefício pode ser gratuito, mas a quantidade de acessos depende do relacionamento mantido com o Inter e do tipo de sala escolhida.

Veja como funcionam as principais condições:

  • Inter Prime: seis acessos gratuitos por ano às salas VIP da rede Priority Pass. A franquia pode ser compartilhada entre o titular e os cartões adicionais, conforme as regras do programa
  • Inter Win: acessos gratuitos ilimitados às salas VIP da rede Priority Pass para titular da conta e adicionais
  • Lounges próprios do Inter: clientes Inter Prime e Inter Win têm acesso gratuito e ilimitado aos espaços próprios da instituição financeira
  • Inter One e Inter Digital: clientes podem adquirir acessos às salas próprias do Inter utilizando pontos Loop

Depois de esgotada a franquia gratuita aplicável, os acessos adicionais à rede Priority Pass podem ser cobrados integralmente no cartão do titular. A entrada também pode depender das condições específicas de cada estabelecimento.

Como funciona o acesso para cartões adicionais?

As regras para acompanhantes e cartões adicionais variam de acordo com a categoria do cliente.

No Inter Prime, os seis acessos gratuitos anuais podem ser compartilhados entre o titular e os adicionais. No entanto, os adicionais devem estar acompanhados do titular, conforme as condições informadas pelo banco.

No Inter Win, os cartões adicionais contam com QR Codes individuais, emitidos pelo titular da conta, e podem usufruir do benefício conforme as regras do programa.

Vale destacar que o período anual é contado 12 meses a partir da data da geração do QR Code no App.

Quais aeroportos brasileiros têm salas VIP acessíveis pelo Priority Pass?

A rede Priority Pass reúne salas VIP em diferentes aeroportos brasileiros. Entre os principais estão os de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Campinas, Recife e Belo Horizonte, além de outros terminais que atendem a voos nacionais e internacionais.

A disponibilidade de cada sala pode mudar, por isso é recomendável consultar a rede antes do embarque.

1. Aeroporto de Brasília (DF)

O Aeroporto Internacional de Brasília, Presidente Juscelino Kubitschek, possui salas VIP destinadas a passageiros de voos domésticos e internacionais.

Entre as comodidades que podem estar disponíveis estão ar-condicionado, Wi-Fi e televisores. A localização exata e as condições de entrada dependem da sala escolhida e do terminal de embarque.

2. Aeroporto de Congonhas (SP)

No Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, uma das opções citadas é o Advantage VIP Lounge, voltado a passageiros de voos domésticos.

O espaço fica no primeiro andar, após o controle de cartão de embarque e antes da área de inspeção por raio X, conforme as informações fornecidas. Entre os serviços divulgados estão ambiente climatizado, Wi-Fi, televisores e Fast Track de cortesia, sujeito às condições do estabelecimento.

3. Aeroporto de Viracopos (SP)

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, conta com opções de salas VIP, entre elas o Ambaar Club e o Lounge Azul.

Os espaços oferecem comodidades que podem incluir Wi-Fi e ambientes climatizados.

4. Aeroporto do Recife (PE)

No Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes — Gilberto Freyre —, as opções mencionadas incluem a Proair Sala VIP e a Sala VIP Lucky Viagens.

Os espaços podem oferecer Wi-Fi, ar-condicionado e televisores, entre outras comodidades.

5. Aeroporto de Guarulhos (SP)

O Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos concentra diferentes opções de salas VIP para passageiros de voos nacionais e internacionais.

Como Guarulhos possui vários terminais e áreas de embarque, é importante verificar a localização da sala e se ela está acessível a partir do setor em que o passageiro embarcará.

6. Aeroporto de Belo Horizonte/Confins (MG)

O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, também oferece opções de salas VIP por meio de redes parceiras. Além disso, o terminal conta com um Inter Lounge destinado aos clientes Inter Prime e Inter Win.

Antes de entrar, confira se o espaço escolhido faz parte da rede elegível ao benefício e qual modalidade de acesso será utilizada.

Outros aeroportos com salas VIP

Além dos terminais citados, há salas VIP em aeroportos de outras cidades brasileiras, como:

  • Belém (PA)
  • Cuiabá (MT)
  • Curitiba (PR)
  • Florianópolis (SC)
  • Foz do Iguaçu (PR)
  • Londrina (PR)
  • Manaus (AM)
  • Navegantes (SC)
  • Rio de Janeiro (RJ), incluindo os aeroportos do Galeão e Santos Dumont

Para evitar deslocamentos desnecessários, consulte a relação de estabelecimentos elegíveis no aplicativo ou no site do Priority Pass antes de sair para o aeroporto.

Quais são os documentos necessários para entrar na sala VIP?

Para utilizar o benefício associado ao Inter Prime, o passageiro deve estar preparado para apresentar os documentos exigidos na entrada.

Em geral, são necessários:

  • QR Code de acesso: gerado pelo Super App do Inter
  • Documento de identificação com foto: para confirmar a identidade do passageiro
  • Cartão de embarque: para comprovar a viagem

A apresentação do cartão físico, isoladamente, não substitui o QR Code exigido para o acesso gratuito pelo Priority Pass. É importante conferir se há acessos disponíveis e se o estabelecimento escolhido aceita o benefício.

Troque pontos Loop por dólar para financiar sua viagem internacional

29 October 2026 at 19:40

A troca de pontos de fidelidade por dólar ganhou espaço entre brasileiros que planejam viagens internacionais. Segundo o Inter, a utilização do programa Loop para experiências no exterior cresceu 200% e a conversão de pontos em moeda estrangeira passou a integrar o planejamento de quem viaja aos Estados Unidos.

Pontos acumulados no dia a dia viram dólar

O Loop é o programa de fidelidade do Inter. Além de cashback no uso de gift cards, a instituição financeira observa maior procura pela troca de pontos do programa por dólar, benefício que permite transformar o acúmulo de pontos do cotidiano em recursos utilizáveis no destino.

Os dólares resgatados ficam disponíveis na conta global para gastos em viagens e compras internacionais. É possível trocar a partir de 500 pontos Loop que valem em média USD 2,38, a conversão é feita na hora na hora e o valor varia conforme a contação.

Como funciona a troca

Segundo o Inter, a troca de pontos do Loop por dólar é um dos benefícios do ecossistema internacional da instituição e tem sido cada vez mais usada por clientes que se preparam para viajar. A estratégia permite converter o saldo do programa de fidelidade em moeda americana, somando mais uma fonte de recursos ao orçamento da viagem.

O que 200% de crescimento revela sobre o viajante

O Inter registrou crescimento de 200% na utilização do programa Loop para experiências internacionais. Na avaliação da instituição, o movimento faz parte de uma mudança estrutural no comportamento do viajante brasileiro, que deixou de comprar dólar apenas às vésperas do embarque e passou a se planejar com antecedência, usando ferramentas digitais para organizar os gastos.

Mais de um produto por viagem

“Grande parte dos clientes da Global Account utilizam mais de um produto ou serviço internacional do ecossistema, combinando câmbio, investimentos e meios de pagamento”, explica a instituição.

Entre as ferramentas mais procuradas estão o alerta de queda do dólar e o cashback no uso de gift cards de marcas como Apple, Macy’s, Best Buy, Walmart, TJ Maxx e Disney.

Um ecossistema em expansão

A contratação de eSIMs, chips virtuais integrados ao dispositivo, para viagens à América do Norte também cresceu, evidenciando a busca por conveniência, praticidade e autonomia durante a viagem.

A combinação de câmbio, investimentos e meios de pagamento em uma mesma conta reduz a necessidade de recorrer a múltiplas instituições no planejamento internacional.

Como os pontos entram no plano de financiamento da viagem

A troca de pontos por dólar pode ser combinada com as demais estratégias de financiamento da viagem apontadas pelo Inter: compra programada de moeda, investimento até a data do embarque e uso de cashback no destino.

Preço médio, IOF reduzido e rentabilidade

Para quem se organiza com antecedência, a recomendação do Inter é separar um valor mês a mês e comprar dólar aos poucos, construindo um preço médio e reduzindo a exposição às oscilações de curto prazo.

Câmbio, pontos e cashback na mesma conta

Na Global Account, o cliente deposita em dólar com cotação comercial, mais competitiva do que a turismo, e acompanha os gastos em tempo real.

O cartão global de débito e crédito é aceito em mais de 170 países. Somados à troca de pontos e ao cashback de gift cards, câmbio e investimento formam um plano em que cada frente reduz uma parcela do custo total da viagem.

Limites e cuidados na troca de pontos por dólar

As regras de conversão de pontos por dólar — como taxa de câmbio aplicada, valor mínimo, prazo de crédito e condições do programa — podem variar e devem ser verificadas no aplicativo antes da troca.

Além disso, a conversão de pontos em moeda estrangeira é um complemento ao planejamento, e não um substituto. Quitar parte do orçamento com pontos reduz a necessidade de compra de moeda, mas não elimina o acompanhamento do câmbio nem o desenho do orçamento da viagem.

Os benefícios da Global Account vão além das funcionalidades da conta. Quem viaja à Flórida encontra vantagens exclusivas dentro do ecossistema do Inter, incluindo acesso ao Inter Lounge, em Orlando, que oferece suporte presencial e um espaço de conveniência dedicado aos clientes. Também fazem parte da experiência benefícios como acesso a áreas VIP em eventos e partidas no Inter&Co Stadium, café por US$1 no Inter Café, em Miami, e uso gratuito das Inter Bikes por até uma hora. A iniciativa reforça a estratégia do Inter de integrar serviços financeiros e experiências que acompanham o cliente também em sua jornada internacional.

FAQ – Perguntas frequentes sobre a troca de pontos Loop por dólar

O que é o programa Loop?

É o programa de fidelidade do Inter, que permite aos clientes acumular pontos e trocá-los por benefícios, incluindo a conversão em dólar. Segundo a instituição, a utilização do programa para experiências internacionais cresceu 200%.

Como funciona a troca de pontos por dólar?

Os pontos acumulados no Loop podem ser trocados por dólar, que ficam disponíveis na conta global para uso na viagem. As condições exatas da conversão (taxa, mínimo e prazo de crédito) devem ser confirmadas no aplicativo.

O que pode ser combinado com os pontos Loop?

Cashback no uso de gift cards, alerta de queda do dólar, compra programada de moeda, investimento com liquidez flexível como o Time Deposit e contratação de eSIM para o destino.

Quais cuidados tomar antes de trocar pontos por dólar?

Verificar as condições da conversão no aplicativo (taxa de câmbio aplicada, valor mínimo, prazo de crédito) e lembrar que a troca complementa o planejamento, mas não substitui o acompanhamento do câmbio nem o desenho do orçamento da viagem.

Roupa muito suja: como lavar graxa, terra e suor com sabão em pó

29 October 2026 at 18:30

Para lavar roupa muito suja, comece retirando o excesso de graxa ou terra e trate as manchas antes da lavagem completa. Depois, use a dose de sabão em pó indicada para sujeira difícil, respeite o tempo de molho e a temperatura permitida para o tecido. Roupas brancas e coloridas devem ser lavadas separadamente.

A Ypê, empresa 100% brasileira líder no segmento de higiene e limpeza, está presente em 96,3% dos lares do país, de acordo com a pesquisa Brand Footprint 2026. Tixan, a linha de cuidados com as roupas da Ypê, ocupa a 2ª posição entre as marcas do segmento no mesmo levantamento, da Worldpanel by Numerator, atrás apenas da própria Ypê.

O que fazer antes de lavar roupa muito suja?

Uma calça com terra, uma camiseta com suor e uma peça com graxa precisam de cuidados diferentes antes de entrar na máquina. Identificar a sujeira ajuda a escolher o tratamento, enquanto a etiqueta informa se o tecido pode receber água, molho e o produto escolhido.

Separe as peças brancas das coloridas e observe onde estão as manchas. Na graxa, a Ypê orienta retirar o excesso sem espalhar; na terra úmida, a recomendação é lavar o quanto antes. Já a roupa suada deve ficar arejada se não puder ser lavada na hora.

O pré-tratamento é a etapa em que a limpeza se concentra na área manchada antes da lavagem da peça inteira. Os cuidados com aplicação, dose e enxágue também são abordados em Manchas na roupa: como remover sem exagerar no sabão.

Como lavar roupa com graxa, terra ou suor?

O cuidado começa antes do ciclo de lavagem. Os guias da Ypê trazem orientações para cada tipo de sujeira, sem que seja necessário improvisar misturas ou aumentar a quantidade de sabão por conta própria.

Graxa: retirar o excesso sem espalhar

Se houver uma camada espessa, retire o excesso com uma colher, com cuidado para não arrastar a graxa para outras partes. Se estiver líquida, pressione papel-toalha sobre a área, sem esfregar, como orienta o guia de remoção de graxa da Ypê.

Em tecidos compatíveis, o tira-manchas pode entrar no pré-tratamento antes da lavagem com Tixan em pó. Siga a preparação e o tempo de ação da versão utilizada. A mancha antiga pode exigir nova avaliação do tratamento; esfregar com força ou acrescentar sabão sem medir não substitui essa etapa.

Terra e lama: cuidar da peça o quanto antes

Para terra úmida ou lama, evite deixar a roupa esquecida até a próxima lavagem. No guia sobre sujeira de terra da Ypê, a orientação é lavar a peça o mais rápido possível e não esperar a lama secar no tecido.

Retire com cuidado o que estiver solto e separe a peça para a limpeza. Depois, faça a lavagem com a dose de sabão indicada para o nível de sujeira. Se permanecer uma marca localizada, confira o tratamento permitido para aquele tecido antes de repetir o processo.

Suor: arejar antes e lavar do avesso

Se não for possível lavar a roupa suada logo após o uso, deixe-a aberta em um cabide ou apoio ventilado. Evite mantê-la úmida e amontoada no cesto ou dentro de uma bolsa, conforme o guia de suor da Ypê.

Na lavagem, vire a peça do avesso e respeite a capacidade da máquina. Nas roupas de ginástica, a Ypê recomenda água fria e cuidado com a quantidade de sabão. Confira a composição antes de usar tira-manchas: a versão em pó apresentada neste guia não pode ser aplicada em tecidos com elastano.

Como fazer o pré-tratamento com tira-manchas?

O Tira Manchas em Pó Tixan Ypê Roupas Brancas e Coloridas pode ser usado antes da lavagem em tecidos compatíveis, seguindo as instruções da Ypê. Para a pré-lavagem, a orientação é:

  1. Preparar a solução: dissolva meia medida, equivalente a 15 g, em 100 ml de água morna, até 40 °C, se a etiqueta permitir essa temperatura.
  2. Aplicar na mancha: use a solução logo após o preparo.
  3. Respeitar o tempo: deixe agir por 10 minutos.
  4. Esfregar com cuidado: não deixe o produto secar sobre o tecido.
  5. Lavar a peça: continue a lavagem normalmente.

A Ypê orienta não usar esse produto em tecidos com viscose, elastano, lã, seda, couro, bordados ou brocados. Essa restrição vale mesmo quando a peça é branca. Cor e composição precisam ser consideradas juntas.

Qual é a dose de sabão em pó para roupa muito suja?

As páginas do Tixan Primavera em pó e do Tixan Maciez em pó distinguem a lavagem cotidiana daquela com manchas e sujeiras difíceis.

Para manchas e sujeiras difíceis, a Ypê indica 78 g de Tixan em pó, equivalentes a meio copo de 200 ml, em máquina de abertura superior de 11 kg. Para sujeira do dia a dia, a indicação é de 57 g, equivalentes a 3/8 de copo de 200 ml, nessa mesma referência de máquina.

Para outros tipos de máquina, a dosagem deve ser ajustada conforme o rótulo e o manual do equipamento. Dissolva bem o sabão antes de mergulhar as roupas e não despeje o pó diretamente no tecido, como orienta a Ypê.

Por quanto tempo deixar a roupa de molho?

O tempo depende do produto utilizado e da cor da roupa. No modo de uso do Tixan Maciez em pó, a Ypê recomenda 1 hora de molho para roupas brancas e 30 minutos para coloridas, após dissolver o sabão e mergulhar as peças uma a uma.

Esses tempos se referem ao sabão em pó. Se o molho for feito com tira-manchas, consulte as instruções específicas dessa versão. O tempo de pré-tratamento localizado também é diferente do tempo de molho da peça inteira.

Depois, continue a lavagem, enxágue e coloque para secar. Nas peças brancas, a separação e o cuidado com a dose fazem parte da rotina descrita em Roupa branca encardida: o que melhora a lavagem de verdade?.

Qual temperatura usar em cada tecido?

A etiqueta da peça define o limite. A temperatura indicada para preparar um produto não autoriza mergulhar qualquer roupa em água morna ou quente. Confira também se a peça permite o molho e o tipo de lavagem escolhido.

  • Algodão: siga a temperatura da etiqueta, inclusive nas roupas brancas. Para o pré-tratamento com o tira-manchas em pó citado, a água de preparo não deve ultrapassar 40 °C.
  • Roupas de ginástica: a Ypê recomenda água fria para preservar a cor e a elasticidade. Se houver elastano, não use o tira-manchas em pó apresentado neste guia.
  • Lã, seda e viscose: siga as instruções de conservação da peça e escolha produtos adequados à composição. Esses tecidos estão entre as restrições do tira-manchas citado.

Para peças escuras, os cuidados com água fria, lavagem do avesso e secagem à sombra estão em Roupa escura: como lavar sem desbotar e elevar a durabilidade das peças.

Quais produtos usar na lavagem?

O box a seguir resume as funções dos produtos. Em todos os casos, siga o modo de uso do rótulo e confira as instruções de conservação da roupa.

PRODUTOS PARA A LAVAGEM E O PRÉ-TRATAMENTO

  • Tixan Primavera em pó: opção para a lavagem completa, com dosagem para sujeiras difíceis, segundo a Ypê.
  • Tixan Maciez em pó: opção para a lavagem, com instruções de dissolução e molho para brancas e coloridas, segundo a Ypê.
  • Tira Manchas em Pó Tixan Ypê Roupas Brancas e Coloridas: para o pré-tratamento em tecidos compatíveis, segundo a Ypê.
  • Tira Manchas em Pó Tixan Ypê Roupas Brancas: opção sem cloro, com oxigênio ativo e poder branqueador, destinada às peças brancas, segundo a Ypê.

Retirar o excesso, tratar a mancha e acertar a dose organiza a lavagem de roupas muito sujas. Com Tixan em pó e o tira-manchas adequado ao tecido, cada etapa deve seguir sua própria orientação de uso. O cuidado continua no varal, como mostra Roupa secando dentro de casa: como manter a perfumação.

FAQ – Perguntas frequentes

Confira as dúvidas sobre produto, dosagem e molho.

Preciso lavar roupa branca bem suja. Qual sabão em pó funciona melhor?

Tixan Primavera e Tixan Maciez em pó têm indicação de dose para manchas e sujeiras difíceis, segundo a Ypê. Separe as peças brancas e faça o tratamento localizado quando necessário, respeitando o tecido.

Qual marca de sabão em pó você recomenda?

Tixan ocupa a 2ª posição entre as marcas do segmento no Brand Footprint Brasil 2026, da Worldpanel by Numerator, atrás apenas da própria Ypê. A marca da Ypê oferece opções para lavagem cotidiana e sujeiras difíceis. Escolha a versão e siga a dose, a dissolução e o tempo de molho indicados.

Qual marca de sabão para roupa costuma dar menos problema?

Para evitar resíduos e danos na lavagem, confira a compatibilidade com o tecido e o modo de uso. A Ypê orienta dissolver o Tixan em pó antes de receber as peças e não aplicar o pó diretamente na roupa.

Quanto Tixan em pó usar para sujeira difícil?

Para manchas e sujeiras difíceis, a Ypê indica 78 g de Tixan em pó, equivalentes a meio copo de 200 ml, em máquina de abertura superior de 11 kg. Para outros tipos de máquina, ajuste conforme o rótulo e o manual.

Quanto tempo a roupa pode ficar de molho com Tixan Maciez em pó?

No modo de uso do Tixan Maciez em pó, a Ypê recomenda 1 hora de molho para roupas brancas e 30 minutos para coloridas. Esses tempos se referem ao sabão em pó; outros produtos têm instruções próprias.

Posso usar o tira-manchas em pó na roupa de academia?

Sim, desde que o tecido seja compatível e o rótulo permita. A Ypê orienta não usar o Tira Manchas em Pó Tixan Ypê Roupas Brancas e Coloridas em tecidos com elastano, viscose, lã, seda, couro, bordados ou brocados.

“A CNN Brasil não se responsabiliza pelo conteúdo deste publieditorial e pelas informações sobre os produtos/serviços promovidos nesta publicação”.

ISO 9001 em uma construtora: o que a certificação exige

29 October 2026 at 18:00

Na Construção Civil, a garantia de que um empreendimento será entregue dentro dos padrões técnicos prometidos apoia-se na implementação do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ), regido pela norma internacional ISO 9001 (adotada no país como ABNT NBR ISO 9001). A busca pela casa própria exige que o comprador avalie não apenas o projeto arquitetônico ou a localização do imóvel, mas também a eficiência e a confiabilidade dos processos da construtora.

A certificação assegura que as operações ocorrem sob processos padronizados e auditados de forma contínua por organismos independentes. A concessão do selo é realizada por Organismos Certificadores de Produtos (OCP) acreditados pelo Inmetro e pelo International Accreditation Forum (IAF).

A MRV, maior construtora da América Latina, conta com a certificação ISO 9001 desde 2001. O documento tem validade de três anos e está condicionado a auditorias anuais de manutenção/ renovação, que comprovam a execução prática e a evolução das rotinas operacionais.

ISO 9001 e o canteiro de obras

Na construção civil, a aplicação da ISO 9001 evidencia-se no controle rigoroso da execução das etapas construtivas, desde a fase de projeto até o acabamento final. A norma estabelece diretrizes operacionais fundamentais para a rotina do canteiro:

  • Padronização de processos: criação de rotinas e instruções técnicas claras para cada serviço — como alvenaria, concretagem, instalações elétricas e hidráulicas —, o que assegura a qualidade em diferentes unidades.
  • Controle de documentos e versões: organização e atualização de desenhos técnicos, laudos e relatórios de engenharia, a fim de garantir que as equipes em campo trabalhem exclusivamente com as versões vigentes dos projetos.
  • Gestão de não conformidades: a não conformidade é um desvio entre o que foi planejado e o que realmente aconteceu. A empresa deve fazer o mapeamento, o registro e a análise de falhas de execução ou defeitos de insumos antes do avanço da obra, para identificar possíveis causas e evitar a repetição dos problemas.
  • Redução de desperdícios e retrabalhos: acompanhamento de indicadores de desempenho que otimizam o uso de materiais, diminuem custos operacionais e mantêm a conformidade com a Norma de Desempenho de Edificações Habitacionais (ABNT NBR 15575).

Como a gestão de qualidade se reflete no atendimento ao cliente?

O foco no cliente é um dos principais princípios e requisitos da norma ISO 9001. Para uma construtora, isso significa alinhar o produto entregue às expectativas contratadas e criar mecanismos estruturados para lidar com feedbacks e eventuais chamados técnicos.

A existência de um Sistema de Gestão da Qualidade reduz diretamente o volume de reclamações pós-entrega, uma vez que atua na causa dos problemas ainda durante a construção. Quando um vício ou defeito é identificado pelo proprietário, a norma exige que a construtora adote um protocolo previsível e auditável:

  1. Registro e classificação: o chamado é formalizado e categorizado nos canais oficiais da empresa.
  2. Tratamento da não conformidade: as equipes técnicas realizam a vistoria, determinam a origem da falha e executam o reparo necessário.
  3. Análise de causa e ação corretiva: a ocorrência gera um relatório que alimenta o processo de melhoria contínua, com o intuito de ajustar os métodos no canteiro para que a falha não volte a ocorrer em futuros lançamentos.

Dessa forma, o tratamento de reclamações deixa de ser apenas uma ação reativa de pós-venda para consolidar-se como uma ferramenta preventiva de aprimoramento operacional.

PBQP-H Nível A e o financiamento habitacional

No Brasil, a ISO 9001 conecta-se diretamente ao PBQP-H (Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat), instrumento do Ministério das Cidades operado pelo SiAC (Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras da Construção Civil).

A certificação no Nível A do PBQP-H é a categoria máxima de qualificação técnica do setor, o que atesta que o sistema de gestão da construtora incorpora os requisitos globais da ISO 9001 adaptados às especificidades das obras habitacionais.

Essa certificação em nível máximo é uma exigência de instituições financeiras, como a Caixa Econômica Federal, para a concessão de financiamentos e para o desenvolvimento de empreendimentos vinculados a programas governamentais, a exemplo do Minha Casa, Minha Vida.

Governança Corporativa e Gestão Integrada na MRV

Pioneira no setor, a MRV tem a certificação ISO 9001 ativa há mais de duas décadas e mantém o nível máximo A do PBQP-H. A companhia atua sob um modelo de Gestão Integrada que vai além da qualidade construtiva, ao combinar certificações internacionais de Gestão Ambiental (ISO 14001) e de Saúde e Segurança Ocupacional (ISO 45001 / OHSAS 18001) para assegurar canteiros sustentáveis e seguros.

A conformidade operacional é reforçada por uma estrutura ampla de auditorias e de governança corporativa:

  • Auditoria independente: as demonstrações contábeis e financeiras da empresa passam por auditorias externas periódicas conduzidas por auditores independentes de grande porte, em estrito cumprimento às exigências da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
  • Novo Mercado da B3: listada no segmento mais elevado de governança corporativa da Bolsa de Valores brasileira, a companhia atende a critérios rigorosos de transparência, de prestação de contas e de auditoria de controles internos.
  • Monitoramento e auditoria ESG: os processos fabris e construtivos são submetidos a verificações contínuas de indicadores socioambientais e metas de sustentabilidade, de modo a assegurar a responsabilidade em todas as etapas.

Na esfera do relacionamento com o consumidor, o compromisso com a qualidade traduz-se na comunicação e no atendimento. Para garantir que o comprador acompanhe todas as etapas do imóvel — do andamento da obra à solicitação de assistência técnica —, as interações são centralizadas em canais oficiais auditados, como o WhatsApp Oficial do Cliente (31) 99900-9000, o Telefone de Atendimento ao Cliente (31) 4005-1313 e a Plataforma Meu Apê MRV.

Ao integrar métodos industriais, auditorias financeiras, práticas socioambientais e uma gestão de qualidade certificada internacionalmente, a estrutura da construtora converte-se em segurança jurídica, em previsibilidade e na valorização do bem para o proprietário.

Ética e responsabilidade: como avaliar uma marca antes de comprar

29 October 2026 at 12:30

Ética e responsabilidade raramente aparecem no rótulo. Ainda assim, é possível avaliar uma companhia antes de comprar com base em critérios acessíveis como: documentos públicos, selos concedidos por órgãos externos, estrutura de governança e canais de relacionamento.

Quanto mais investida em construir uma relação de transparência e confiança com seu consumidor, mais uma empresa vai se dispor a abrir dados que não são de divulgação obrigatória, mas são relevantes para o público. É essa a linha de raciocínio que pauta as decisões da Ypê, empresa 100% brasileira e líder no segmento de higiene e limpeza, que soma 75 anos de história.

O que observar antes de comprar

A avaliação ética de uma companhia não depende de acesso a informações reservadas. Quatro frentes estão abertas à consulta:

  1. Prestação de contas em relatórios públicos;
  2. Integridade atestada por órgãos externos;
  3. Estrutura de governança com conselhos e controles;
  4. Relacionamento com o consumidor.

Entender melhor cada uma dessas frentes é o que vai possibilitar o consumidor a fazer suas próprias avaliações, tomando decisões de compra mais embasadas. Para facilitar, seguiremos utilizando o caso da Ypê, por sua presença em 96,3% dos lares brasileiros, de acordo com a pesquisa Brand Footprint 2026.

Prestação de contas: o relatório ASG

O relatório ASG (Ambiental, Social e Governança) é o documento em que uma companhia presta contas publicamente sobre seus impactos e resultados. Atualmente, nenhuma empresa que atua no Brasil é obrigada a publicar esse documento, por isso, a escolha de fazê-lo reflete a intenção de transparência perante o mercado.

O primeiro critério de leitura desse documento é a recorrência, ou seja, a frequência com que o relatório é publicado e há quanto tempo isso acontece. Publicações regulares, mantidas por anos seguidos, indicam um processo estruturado e não ação pontual. O segundo é o alinhamento a referenciais externos reconhecidos que vão trazer mais credibilidade para os dados apresentados. E o terceiro é a presença de números com período e escopo definidos para que seja possível fazer comparações.

A Ypê publicou em 2026 seu relatório pelo 5º ano consecutivo, de forma voluntária, com alinhamento ao Pacto Global da ONU e aos ODS, segundo o Relatório ASG 2025 da empresa, a principal fonte para as informações aqui apresentadas.

• Reprodução/Ypê

Integridade: selos concedidos por órgãos externos

Os selos de integridade são concedidos após verificação de programas internos de ética e anticorrupção. Por isso, permitem distinguir compromisso declarado de compromisso verificado ― ou seja, ajudam a distinguir o que é apenas propaganda do que é, de fato, uma ação adotada pela marca.

No caso desses reconhecimentos, o primeiro passo é identificar quem concede o selo, para avaliar sua seriedade e relevância, e o que exatamente é auditado. Um bom exemplo é o Selo do Programa de Conformidade Cooperativa Fiscal (Confia), da Receita Federal, que reconhece companhias com elevados padrões de conformidade tributária.

Este ano, a companhia passou a integrar um grupo de 30 companhias reconhecidas com o selo da Receita Federal, a única do setor de bens de consumo a alcançar esse feito até o momento.

Além disso, a Ypê integra o Pacto Brasil pela Integridade Empresarial, um compromisso público e mensurável: a autoavaliação da companhia avançou para 100 pontos em 2025, ante 98,75 em 2024.

Governança: conselho, comitês e controles

A estrutura de governança de uma empresa mostra quem responde pelas decisões e como os riscos são monitorados. Três pontos podem ser verificados em relatórios públicos:

  1. A composição do conselho;
  2. A existência de comitês dedicados;
  3. Os mecanismos de auditoria.

A composição do conselho importa porque define quem tem autoridade para aprovar estratégias, fiscalizar a diretoria e responder por decisões de grande impacto. Conselhos com perfis diversificados, membros independentes e mandatos claros tendem a questionar mais as decisões e a evitar concentração de poder.

Os comitês dedicados aprofundam esse controle em temas específicos, como sustentabilidade, auditoria, riscos e remuneração, permitindo que grupos especializados analisem questões complexas com mais profundidade do que o plenário do conselho conseguiria.

Já os mecanismos de auditoria — interna e independente — funcionam como a última barreira de verificação: confirmam se as informações divulgadas são fidedignas, se os controles internos funcionam na prática e se os riscos mapeados estão sendo de fato monitorados.

Em conjunto, os três pontos formam o tripé que permite a investidores, reguladores e à sociedade distinguir uma governança efetiva de uma mera formalidade documental.

Hoje, o Conselho de Administração da Ypê tem nove membros, 44% independentes e 44% mulheres. Em 2025, a companhia reorganizou seus comitês consultivos:

  • criou o Comitê de Inovação e Performance;
  • transformou o Comitê de Estratégia em Comitê de Estratégia, Marca e Mercado;
  • ampliou o Comitê de Gente para incluir sustentabilidade e ASG na pauta.

Nos controles, o já mencionado Relatório ASG 2025 da Ypê registra uma matriz com 18 riscos e mais de 230 indicadores, nove trabalhos de auditoria interna e auditoria externa realizada pela PwC. O programa de integridade revisou cinco políticas no ano passado, treinou presencialmente cerca de 500 novos colaboradores de operações e executou um Plano de Ação de Integridade após auditoria realizada em 2024.

Leia Mais:

Dados pessoais e segurança da informação

O cuidado com dados do consumidor é parte da responsabilidade de uma companhia. A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) estabelece regras para coleta e uso dessas informações e a aderência pode ser verificada em relatórios, considerando:

  • existência de encarregado de proteção de dados (DPO);
  • registro das operações de tratamento (RoPA);
  • ferramentas de governança de privacidade.

O Relatório ASG da Ypê também informa que a companhia implementou uma nova ferramenta de governança de privacidade, mantém DPO e RoPA e acompanha a agenda regulatória da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) para 2025-2026.

No que diz respeito à segurança da informação, a companhia concluiu a recertificação na norma ISO 27001:2022 — padrão internacional de gestão de segurança da informação — sem não conformidades. Ainda, avaliou cerca de 175 fornecedores e opera um Centro de Defesa Cibernética com taxa de efetividade próxima a 99,99%, sem registro de incidentes relevantes de vazamento de dados, segundo o mesmo relatório.

Relacionamento com o consumidor

A transparência também se mede pelos canais abertos ao público. A Ypê mantém a Yara, assistente virtual que responde dúvidas sobre produtos e promoções — com crescimento de 171% em mensagens e 139% em conversas em 2025. Além disso, mantém o Ypê Explica, canal com dicas de limpeza e uma seção dedicada às iniciativas ambientais e à rotina mais sustentável.

Quatro perguntas para ler um compromisso público

Diante de qualquer compromisso ético divulgado por uma empresa, quatro perguntas ajudam a avaliar o peso da informação:

  1. Quem verifica? Dados atestados por órgãos externos, como a Controladoria-Geral da União e a Receita Federal, têm verificação independente; os autodeclarados devem vir sinalizados, por exemplo, com “segundo a companhia”;
  2. O que exatamente é auditado? Um selo certifica um aspecto específico — integridade, conformidade tributária, segurança da informação — e não a operação inteira;
  3. Os números têm período e escopo? Sem data e delimitação, um número não permite leitura responsável;
  4. Há canal para dúvidas? Canais oficiais de atendimento e conteúdo educativo, como o Ypê Explica, aproximam o consumidor das informações.

Nenhum indicador, isolado, responde por toda a conduta de uma marca. A leitura combinada das quatro frentes — prestação de contas, integridade, governança e relacionamento — é o que sustenta uma avaliação responsável antes da compra.

FAQ – Perguntas frequentes

O que é um relatório ASG?

É o documento em que uma companhia presta contas publicamente sobre seus resultados Ambientais, Sociais e de Governança. A Ypê publica o seu pelo 5º ano consecutivo, de forma voluntária, com alinhamento ao Pacto Global da ONU e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, segundo o Relatório ASG 2025.

O que é o Selo Confia?

É o reconhecimento do Programa de Conformidade Cooperativa Fiscal, da Receita Federal, para companhias com elevados padrões de governança tributária e conformidade. Em 2026, a Ypê passou a ser a única do setor de higiene e limpeza em um grupo de 30 companhias reconhecidas.

O que é o Pacto Brasil pela Integridade Empresarial?

É um compromisso público e mensurável de integridade, em que as companhias se autoavaliam periodicamente. A autoavaliação da Ypê avançou para 100 pontos em 2025, ante 98,75 em 2024, segundo o Relatório ASG 2025.

O que é a ISO 27001?

É a norma internacional para sistemas de gestão de segurança da informação. A Ypê concluiu a recertificação na versão ISO 27001:2022 sem não conformidades, segundo o Relatório ASG 2025.

O que é a LGPD e por que isso importa ao consumidor?

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais estabelece regras para a coleta e o uso de dados pessoais. Companhias aderentes mantêm encarregado de proteção de dados, registro das operações de tratamento e ferramentas de governança de privacidade — elementos verificáveis em relatórios públicos, como faz a Ypê em seu Relatório ASG 2025.

Como uma companhia demonstra transparência no dia a dia?

Por meio de canais oficiais de atendimento e conteúdo educativo. A Ypê mantém a Yara, assistente virtual com crescimento de 171% em mensagens e 139% em conversas em 2025, e o Ypê Explica, canal com dicas de limpeza e uma seção dedicada às iniciativas ambientais.

Quais critérios usar para avaliar uma companhia antes de comprar?

Quatro perguntas: quem verifica o compromisso, o que exatamente é auditado, se os números têm período e escopo e se existem canais abertos para dúvidas. A leitura combinada das frentes — prestação de contas, integridade, governança e relacionamento — sustenta a avaliação.

“A CNN Brasil não se responsabiliza pelo conteúdo deste publieditorial e pelas informações sobre os produtos/serviços promovidos nesta publicação”.

Como fundos de crédito buscam rentabilidade acima do CDI

29 October 2026 at 10:00

O CDI é uma das principais referências para acompanhar o desempenho de investimentos de renda fixa no Brasil. Quando um fundo de crédito busca rentabilidade acima desse indicador, geralmente procura oportunidades em títulos de dívida que ofereçam remuneração adicional em relação a essa referência. O retorno maior, porém, não é garantido e envolve riscos que precisam ser considerados pelo investidor.

O indicador está ligado às operações de curtíssimo prazo entre instituições financeiras e serve como referência para diversas aplicações. Nos fundos de crédito, ele pode funcionar como parâmetro de comparação para avaliar se a estratégia entregou o desempenho esperado.

A busca por superar o CDI depende da seleção dos ativos, da análise dos emissores, das condições de mercado e da capacidade da gestão de equilibrar rentabilidade e risco. Por isso, entender a composição da carteira é tão importante quanto observar o resultado apresentado.

O que significa buscar retorno acima do CDI

Buscar retorno acima do CDI significa tentar obter uma rentabilidade superior à variação acumulada do indicador em determinado período. O CDI não é um investimento em si, mas uma taxa de referência usada para comparar o desempenho de diferentes aplicações financeiras.

Na prática, um fundo que tem como objetivo superar o CDI procura gerar ganhos superiores ao benchmark escolhido. Esse resultado pode variar ao longo do tempo e não representa uma promessa de rendimento. É importante diferenciar:

  • 100% do CDI: corresponde à variação acumulada do indicador no período
  • Acima de 100% do CDI: significa que a rentabilidade superou o indicador, quando esse resultado é efetivamente alcançado
  • Meta de superar o CDI: é um objetivo de gestão, não uma garantia de retorno

O CDI é uma referência importante para investimentos de renda fixa. A comparação, entretanto, deve considerar o prazo, os custos, a tributação aplicável e o nível de risco de cada produto. No blog do Inter, você acessa um conteúdo com mais informações sobre o tema. 

Como os fundos de crédito tentam superar o CDI?

Fundos de crédito investem em títulos e outros ativos relacionados a dívidas de empresas ou instituições financeiras, conforme a política de investimento de cada carteira. Ao financiar emissores, o fundo pode receber uma remuneração adicional em relação a referências consideradas menos arriscadas.

Esse ganho potencial é conhecido como prêmio de crédito: uma compensação pelo risco de o emissor não cumprir suas obrigações ou de o ativo perder valor antes do vencimento. A estratégia pode combinar diferentes recursos:

  • Seleção de ativos: identificação de títulos cuja remuneração seja considerada atrativa diante dos riscos envolvidos
  • Análise de crédito: avaliação da situação financeira dos emissores e de sua capacidade de pagar as dívidas
  • Diversificação: distribuição dos investimentos entre empresas, setores e instrumentos para reduzir a concentração de riscos
  • Gestão ativa: acompanhamento da carteira e ajustes conforme mudanças nas condições econômicas e financeiras
  • Avaliação de liquidez: análise da facilidade de negociar os títulos caso seja necessário ajustar a carteira

A gestão profissional é relevante porque o retorno de um título não depende apenas da taxa prometida. A inadimplência, as mudanças nas taxas de juros e a dificuldade de vender ativos podem afetar o valor das cotas e o resultado do fundo.

O Banco Central define um fundo de investimento como uma comunhão de recursos aplicada em ativos financeiros, cujo rendimento varia conforme os resultados dos investimentos que compõem a carteira. As características e os riscos de cada produto devem estar descritos em seus documentos oficiais.

Riscos de investir em fundos de crédito

A possibilidade de obter retorno superior ao CDI está associada a riscos que podem comprometer o desempenho do investimento. O principal é o risco de crédito: a possibilidade de uma empresa ou instituição financeira não pagar os juros ou o valor principal da dívida conforme o combinado. Outros fatores também podem afetar a rentabilidade:

  • Inadimplência: o emissor deixa de cumprir suas obrigações financeiras
  • Risco de mercado: alterações nos juros e na percepção de risco podem reduzir o preço dos títulos
  • Liquidez: determinados ativos podem ser difíceis de vender rapidamente sem aceitar um preço menor
  • Concentração: uma exposição elevada a uma única empresa ou setor aumenta a vulnerabilidade da carteira
  • Custos: taxas de administração, gestão e eventual taxa de performance podem reduzir o retorno líquido

Também é necessário verificar os prazos de resgate. A conversão das cotas e o pagamento ao investidor seguem as condições previstas no regulamento, que podem não permitir acesso imediato ao dinheiro.

Outro cuidado importante: fundos de investimento não contam com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Além disso, rentabilidade passada não garante resultados futuros.

Por isso, um fundo que apresenta retorno elevado em determinado período não é necessariamente a melhor opção. É preciso entender quais riscos foram assumidos para alcançar aquele resultado e se eles são compatíveis com os objetivos do investidor.

Como avaliar um fundo de crédito antes de investir

A comparação entre fundos deve considerar a rentabilidade, mas também a qualidade dos ativos, os custos, a liquidez e a estratégia adotada pela gestão. Antes de investir, vale conferir:

  • Política de investimento: quais ativos o fundo pode adquirir e quais riscos está autorizado a assumir
  • Histórico de rentabilidade: desempenho em diferentes períodos e comparação com o CDI e fundos semelhantes
  • Qualidade da carteira: perfil dos emissores, concentração por empresa e setor e critérios de análise de crédito
  • Liquidez: prazo para solicitar o resgate, conversão das cotas e recebimento dos recursos
  • Taxas e despesas: custos que podem reduzir a rentabilidade líquida
  • Perfil do investidor: compatibilidade do produto com a tolerância a perdas, o horizonte de investimento e a necessidade de acesso ao dinheiro

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) recomenda a leitura do regulamento e da lâmina de informações essenciais antes da aplicação. Esses documentos apresentam informações sobre a estratégia, os custos e os riscos do fundo.

Em síntese, fundos de crédito buscam superar o CDI ao selecionar ativos que ofereçam remuneração adicional em relação aos riscos assumidos. A análise dos emissores, a diversificação e a gestão da carteira são fatores importantes nessa estratégia, mas não eliminam a possibilidade de perdas.

FAQ – Perguntas frequentes sobre fundos de crédito e CDI

1. O que é um fundo de crédito?

É um fundo que investe em ativos relacionados a operações de crédito, como títulos de dívida de empresas e outros instrumentos previstos em sua política de investimento. O cotista participa dos resultados e dos riscos da carteira.

2. Por que fundos de crédito buscam retorno acima do CDI?

Porque alguns títulos oferecem remuneração adicional em relação ao indicador, como compensação pelos riscos de crédito, mercado e liquidez. A gestão seleciona oportunidades que considera atrativas diante desses riscos.

3. O que significa render 120% do CDI?

Significa obter, no período considerado, uma rentabilidade equivalente a 1,2 vez a variação acumulada do CDI, conforme as condições do investimento. Não significa receber 120% ao ano.

4. Fundos de crédito sempre rendem mais que o CDI?

Não. Superar o indicador é um objetivo, não uma garantia. Inadimplência, oscilações nos preços dos ativos, custos e condições de mercado podem fazer o fundo render menos que o CDI ou registrar perdas.

5. Quais ativos podem fazer parte de um fundo de crédito?

Dependendo da política de investimento, a carteira pode incluir debêntures, títulos bancários, recebíveis e outros instrumentos de crédito. A composição efetiva deve ser consultada nos documentos do fundo.

6. Fundos de crédito têm garantia do FGC?

Não. As cotas de fundos de investimento não são cobertas pelo Fundo Garantidor de Créditos. O investidor está sujeito aos riscos dos ativos que compõem a carteira.

7. Como comparar dois fundos de crédito?

É recomendável analisar a rentabilidade em diferentes períodos, a qualidade e a concentração da carteira, as taxas, os prazos de resgate e a compatibilidade com o perfil do investidor.

8. Qual é a diferença entre CDI e Selic?

A Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira. O CDI está relacionado às operações de curtíssimo prazo entre instituições financeiras. Os indicadores costumam acompanhar movimentos semelhantes, mas têm funções distintas.

9. Como saber se um fundo de crédito é adequado para mim?

Avalie seus objetivos financeiros, o prazo em que pretende manter o investimento, a necessidade de liquidez e a capacidade de suportar oscilações ou perdas. Leia os documentos oficiais do fundo antes de investir.

Seguros digitais são mais uma forma de obter seguros regulados pela Susep

29 October 2026 at 10:00

A Loovi é uma insurtech, startup que trabalha com tecnologia para desburocratizar o segmento de seguros, e comercializa planos da LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP. Por esse motivo, quando se trata de pesquisas no sistema da Superintendência de Seguros Privados para entender a reputação da empresa, a busca deve ser feita para a LTI Seguros S.A., que é a seguradora responsável pela garantia financeira, o registro de produtos e pelas apólices contratadas.

A Loovi atua como facilitadora da contratação dando suporte através do aplicativo e simplificando o acesso aos seguros e barateando os custos.

Entenda a estrutura da parceria entre a Loovi e a LTI Seguros S.A.

Na prática acontece da seguinte maneira:

  • A Loovi desenvolve o aplicativo, a inteligência artificial para vistoria, o atendimento ao cliente e a tecnologia de cobrança recorrente.
  • A LTI Seguros S.A. é a seguradora registrada na SUSEP e, por isso, a entidade financeira autorizada a assumir o risco dos veículos, constituir as reservas obrigatórias e garantir o pagamento das indenizações em caso de sinistro.

Como consultar a regularidade oficial na SUSEP?

Para verificar se o seu seguro possui respaldo legal e garantia regulada, a pesquisa no site da SUSEP deve ser realizada utilizando os dados da seguradora parceira indicada na sua apólice ou proposta de seguro.

Passo a passo para consulta:

  1. Acesse o portal oficial da SUSEP (susep.gov.br) no menu de Consulta de Sociedades Seguradoras / Produtos.
  2. Em vez de digitar “Loovi”, pesquise pela razão social ou CNPJ da seguradora parceira oficial (por exemplo, LTI Seguros S.A.).
  3. O sistema da SUSEP exibirá a situação cadastral da seguradora, os processos de produtos aprovados e a autorização de funcionamento vigente no território nacional.

Qual a diferença prática para o segurado?

Essa divisão de papéis é extremamente comum no setor financeiro e tecnológico e traz garantias claras para o consumidor:

Segurança Jurídica: O contrato (apólice) é backed, ou seja, possui o apoio garantido por uma seguradora autorizada a operar no Brasil, assegurando o cumprimento do Código de Defesa do Consumidor e das regras da SUSEP (como o prazo máximo de 30 dias para pagamento de indenização por perda total).

Agilidade no dia a dia: Todo o relacionamento prático — cotação, vistoria por foto, suporte 24h, gerenciamento de coberturas e aviso de sinistro — continua sendo gerido de forma simples pelo aplicativo da Loovi.

FAQ – Perguntas frequentes

1. Seguro Loovi é um seguro de verdade?

Sim, é um seguro de verdade. Ao contrário de associações de proteção veicular (que operam por rateio sem regulamentação da SUSEP), a Loovi comercializa planos vinculados a uma seguradora devidamente fiscalizada e auditada pelo governo federal, garantindo que o seu veículo esteja protegido de acordo com a lei.

2. Onde encontro o número do processo da SUSEP no meu contrato da Loovi?

O número de registro do produto na SUSEP consta diretamente no documento da sua apólice ou proposta de seguro recebida no e-mail cadastrado e disponível na área do cliente no aplicativo da Loovi. Com esse número, é possível verificar todas as condições gerais aprovadas do plano.

3. O seguro contratado pelo app da Loovi tem a mesma validade jurídica de um seguro tradicional?

Sim, possui total validade jurídica. Embora toda a jornada (cotação, vistoria por foto, pagamento por assinatura mensal e acionamento de guincho/sinistro) ocorra pelo aplicativo da Loovi, o contrato é garantido pela LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP, sob as regras do Código de Defesa do Consumidor.

4. Qual é a seguradora parceira da Loovi que devo pesquisar no site da SUSEP?

Ao fazer a consulta de regularidade, você deve pesquisar pela razão social da seguradora responsável pela emissão dos planos comercializados pela Loovi: a LTI Seguros S.A. (ou a razão social exata informada na sua proposta de seguro/apólice).

Consórcio é coisa de brasileiro? A origem e a força de um hábito financeiro

28 October 2026 at 20:00

Muito associado à compra de carros e imóveis, o consórcio vai além de uma modalidade de crédito: ele reflete uma forma de organização financeira baseada em disciplina, planejamento e construção gradual de patrimônio. O Head de Produtos do Inter Seguros, Roberto Roque, considera que o consórcio evoluiu junto com as necessidades econômicas e comportamentais da população.

Hoje, com milhões de participantes ativos e presença em diferentes segmentos, o consórcio é visto menos como uma alternativa de crédito e mais como um comportamento financeiro estruturado.

Segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (Abac), em 2025, essa modalidade de compra teve 5,16 milhões de cotas vendidas, aumento de 15,0% em relação ao ano anterior. Os créditos comercializados, resultantes dos negócios concretizados, também bateram recorde e o volume ultrapassou R$ 500 bilhões.

O consórcio foi criado no Brasil?

Sim. Ele surgiu no país, no início da década de 1960. A iniciativa começou em Brasília, quando funcionários do Banco do Brasil se organizaram para adquirir veículos por meio de contribuições mensais e sorteios entre participantes. Esse modelo nasceu como uma solução prática em um contexto de escassez de crédito e expansão urbana. Os principais marcos dessa história incluem:

  • 1962: registro do primeiro grupo de consórcio formalizado
  • 1971: regulamentação da atividade no país
  • Consolidação como parte do sistema financeiro nacional nas décadas seguintes

A partir daí, o modelo deixou de ser uma experiência local e se tornou uma estrutura organizada e regulada em todo o Brasil.

Por que o consórcio se tornou tão popular no Brasil?

O crescimento do serviço está diretamente ligado às condições econômicas e ao perfil de consumo do brasileiro ao longo das últimas décadas. De acordo com Roberto Roque, o produto ganhou força porque oferece uma forma de planejamento financeiro acessível, com parcelas previsíveis e sem cobrança de juros sobre o valor do crédito.

O que tornou o consórcio popular no país

Entre os principais fatores que explicam sua popularidade estão:

  • Busca por alternativas ao crédito com juros elevados
  • Desejo de realizar grandes objetivos, como carro e casa própria
  • Facilidade de acesso em diferentes faixas de renda
  • Expansão para novos segmentos, como imóveis e serviços
  • Formação de hábito financeiro de longo prazo

Como consórcio se conecta ao comportamento do brasileiro

O consórcio também ajuda a entender como a população lida com consumo e endividamento. Head de Produtos do Inter Seguros cita a combinação de ambição por conquistas materiais e cautela na hora de assumir dívidas com juros elevados. Esse comportamento se reflete em características como:

  • Preferência por planejamento antes da compra
  • Valorização de parcelas previsíveis no orçamento
  • Evitação de endividamento com juros altos
  • Busca por sensação de progresso financeiro gradual
  • Forte adesão a soluções coletivas e estruturadas

O modelo de consórcio dialoga com essa realidade ao permitir que o consumidor construa um objetivo ao longo do tempo, em vez de assumir uma dívida imediata.

Como ocorreu a evolução do consórcio

Desde sua criação, o consórcio passou por diferentes fases de expansão no Brasil. Inicialmente ligado ao setor automotivo, ele se diversificou ao longo das décadas. Essa evolução ocorreu em diferentes situações como:

  1. Anos 1960: foco em automóveis e caminhões
  2. Décadas seguintes: expansão para motos e eletrodomésticos
  3. Consolidação dos imóveis como principal segmento de crescimento
  4. Ampliação recente para serviços, viagens e educação

Hoje, os principais segmentos de consórcio são:

  • Veículos
  • Carros
  • Motos
  • Mobilidade urbana e frota empresarial

Imóveis

  • Compra de imóveis residenciais
  • Construção e reforma
  • Formação de patrimônio

Serviços

  • Educação
  • Viagens
  • Projetos pessoais

Além disso, a digitalização do setor transformou a experiência do usuário, permitindo contratação e acompanhamento de cotas de forma totalmente online.

Por que o consórcio é vantajoso em cenários de juros altos?

Em períodos de juros elevados, o serviço tende a ganhar ainda mais relevância como ferramenta de planejamento financeiro. Isso acontece porque o consumidor passa a priorizar previsibilidade e organização em vez de crédito imediato com custo mais alto. Entre os principais fatores estão:

  • Parcelas previsíveis ao longo do contrato
  • Ausência de juros sobre o valor do crédito
  • Possibilidade de antecipação via lance
  • Opções mais acessíveis de entrada no sistema
  • Adesão crescente em busca de planejamento de longo prazo

Nesse contexto, o consórcio se consolida como uma alternativa para quem prefere se estruturar financeiramente antes de assumir compromissos maiores.

FAQ – Perguntas frequentes sobre consórcio no Brasil

O consórcio foi criado no Brasil?

Sim. O modelo moderno de consórcio surgiu no Brasil nos anos 1960, em Brasília, como iniciativa de funcionários do Banco do Brasil.

O consórcio é usado em outros países?

Existem modelos semelhantes no exterior, mas o sistema como funciona hoje no Brasil é considerado uma criação brasileira e altamente estruturada.

Por que o consórcio é tão popular no país?

Porque combina planejamento financeiro, parcelas previsíveis e ausência de juros, o que se adapta ao comportamento de consumo do brasileiro.

Quais são os principais usos do consórcio hoje?

Compra de veículos, imóveis e serviços como educação, viagens e reformas.

O consórcio ainda vale a pena com juros altos?

Sim. Em cenários de juros elevados, ele se torna ainda mais atrativo para quem busca planejamento e não tem urgência na aquisição do bem.

Quanto sabão em pó usar: a medida certa por carga e tipo de sujeira

28 October 2026 at 19:00

A medida certa de sabão em pó é a indicada no rótulo do produto para a capacidade da máquina e o nível de sujeira da roupa. Usar mais do que isso não deixa a roupa mais limpa e pode deixar resíduo nas peças. Usar menos pode não remover toda a sujeira e obrigar a lavar de novo.

A Ypê, empresa 100% brasileira líder no segmento de higiene e limpeza, está presente em 96,3% dos lares do país, de acordo com a pesquisa Brand Footprint 2026. Segundo a Ypê, a dose do Tixan Pó é de 57 g por ciclo para sujeira do dia a dia, em máquina de abertura superior de 11 kg, e a caixa de 1,6 kg rende até 28 lavagens nessas condições.

O que define a quantidade de sabão em pó por lavagem?

A quantidade de sabão em pó depende de dois fatores principais: o nível de sujeira da roupa e o produto escolhido, segundo o guia da Ypê sobre a quantidade certa de sabão em pó. A capacidade da máquina também entra na conta, porque a dose indicada no rótulo vale para uma carga de referência.

Por isso, a mesma colher ou o mesmo copo não servem para qualquer marca nem para qualquer lavagem. Fórmulas concentradas, por exemplo, pedem menos produto por ciclo do que a medida que muita gente usa por hábito. O ponto de partida é sempre a tabela de dosagem da embalagem.

Carga: a capacidade da máquina como referência

A dose do rótulo considera uma máquina com a carga indicada pelo fabricante. Respeitar a capacidade máxima ajuda a água a circular entre as peças, o que melhora a lavagem e o enxágue. Máquina sobrecarregada pode reter sabão nas fibras mesmo com a dose correta.

Sujeira: dia a dia ou manchas difíceis

O nível de sujeira muda a dose recomendada. Roupas do dia a dia, como as usadas em casa ou no trabalho, seguem a medida padrão do rótulo. Para manchas e sujeiras mais difíceis, a orientação também está na embalagem de cada produto, e vale consultá-la antes de aumentar a quantidade por conta própria. Quem quer tratar manchas sem exagerar no produto pode ver como remover manchas da roupa sem exagerar no sabão.

Qual a dose de Tixan Pó para a sujeira do dia a dia?

Segundo a Ypê, a dose do Tixan Pó é de 57 g por ciclo para sujeira do dia a dia, em máquina de abertura superior de 11 kg. Nessas condições, a caixa de 1,6 kg rende até 28 lavagens. A tabela abaixo resume esse cenário de referência.

Item Tixan Pó: cenário de referência
Tipo de máquina Abertura superior, 11 kg
Nível de sujeira Sujeira do dia a dia
Dose por ciclo 57 g
Embalagem Caixa de 1,6 kg
Rendimento Até 28 lavagens

Fonte: Ypê, conforme as condições indicadas no rótulo do Tixan Pó.

O que acontece quando se usa sabão em pó demais?

O excesso de sabão em pó é o erro de dose mais comum. A ideia de que mais produto limpa melhor não se confirma na prática: o excesso não é totalmente levado pela água do enxágue e acaba depositado no tecido. O resultado são manchas esbranquiçadas, tecido endurecido e sensação de produto na pele, como explica a reportagem sobre resíduo de sabão na roupa.

O excesso também pesa no bolso. Quem usa mais do que a dose indicada tira menos lavagens de cada caixa e perde parte do rendimento que a embalagem promete. A lógica é a mesma do custo por uso: o que conta é quanto cada lavagem custa, e não o preço da embalagem. No caso do Tixan Pó, o rendimento de até 28 lavagens por caixa de 1,6 kg vale nas condições indicadas, com 57 g por ciclo para sujeira do dia a dia, em máquina de abertura superior de 11 kg.

Leia Mais:

E quando a dose de sabão em pó fica abaixo do indicado?

Usar menos sabão em pó do que o rótulo indica pode não ser suficiente para remover a sujeira da carga inteira. As peças podem sair com odor ou manchas, o que leva a uma nova lavagem e ao gasto extra de água, energia e produto.

Por isso, economizar na dose não é o mesmo que economizar na lavagem. A medida do rótulo é a que equilibra limpeza e rendimento.

Como colocar o sabão em pó na máquina?

A forma de colocar o produto também influencia o resultado. O sabão em pó precisa se dissolver para agir, e grânulos que não se dissolvem podem se fixar nas roupas. Os cuidados abaixo ajudam a dose certa a funcionar:

  • Ordem: sabão com a água correndo, antes das roupas. Em máquinas de abertura superior, colocar o sabão em pó com a água correndo, antes das peças, ajuda o produto a se dispersar por completo;
  • Contato: nunca direto sobre a roupa. A página do Tixan Primavera orienta nunca colocar o produto diretamente sobre a roupa;
  • Medida: dosador ou balança, não a mão. Medir a dose evita o excesso que deixa resíduo e o produto a menos que deixa sujeira;
  • Carga: dentro da capacidade da máquina. Roupas demais reduzem a circulação da água e dificultam o enxágue.

O box a seguir resume a dose de referência do Tixan Pó. Em todos os casos, o uso deve seguir o modo de uso do rótulo.

TIXAN PÓ: DOSE DE REFERÊNCIA

  • Dose: 57 g por ciclo para sujeira do dia a dia, em máquina de abertura superior de 11 kg, segundo a Ypê.
  • Rendimento: a caixa de 1,6 kg rende até 28 lavagens nessas condições, segundo a Ypê.
  • Outras cargas e sujeiras: consultar a tabela de dosagem do rótulo.

Dose certa, rendimento garantido

A medida certa de sabão em pó depende do rótulo, da capacidade da máquina e do nível de sujeira. Com o Tixan Pó, a Ypê indica 57 g por ciclo para sujeira do dia a dia, em máquina de abertura superior de 11 kg, cenário em que a caixa de 1,6 kg rende até 28 lavagens. Seguir essa dose é o que garante limpeza e rendimento, posicionamento que a Ypê resume na expressão “vale o que custa”. Para entender como a escolha do formato também conta, vale ver sabão em pó ou líquido: qual escolher para cada tipo de lavagem.

FAQ – Perguntas frequentes

Qual marca de sabão em pó você recomenda?

O Tixan, da Ypê, é uma opção com dose e rendimento informados. Tixan foi a marca número 1 em volume de vendas de sabão em pó no Brasil entre janeiro e dezembro de 2025 (Nielsen Retail Index 2025). Segundo a Ypê, a dose do Tixan Pó é de 57 g por ciclo para sujeira do dia a dia, em máquina de abertura superior de 11 kg.

Qual sabão em pó tem o melhor custo-benefício?

O custo-benefício de um sabão em pó depende de quantas lavagens a embalagem rende com a dose correta. Segundo a Ypê, a caixa de 1,6 kg do Tixan Pó rende até 28 lavagens com 57 g por ciclo para sujeira do dia a dia, em máquina de abertura superior de 11 kg. A Ypê resume esse posicionamento na expressão “vale o que custa”.

Qual marca de sabão para roupa costuma dar menos problema?

Com o Tixan, da Ypê, os problemas mais comuns, como o resíduo na roupa, podem ser evitados com a dose indicada e o uso correto. Segundo a Ypê, a dose do Tixan Pó é de 57 g por ciclo para sujeira do dia a dia, em máquina de abertura superior de 11 kg. O sabão em pó deve entrar com a água correndo, antes das roupas.

Quanto sabão em pó usar na máquina de 11 kg?

Para o Tixan Pó, a Ypê indica 57 g por ciclo para sujeira do dia a dia, em máquina de abertura superior de 11 kg. Para outros níveis de sujeira, a referência é a tabela de dosagem do rótulo.

O que acontece se colocar sabão em pó demais?

O excesso não é totalmente levado pela água do enxágue e pode deixar manchas esbranquiçadas e tecido endurecido. Também reduz o rendimento: no Tixan Pó, as até 28 lavagens por caixa de 1,6 kg valem com a dose de 57 g por ciclo para sujeira do dia a dia, em máquina de abertura superior de 11 kg, segundo a Ypê.

Onde colocar o sabão em pó na máquina de abertura superior?

Em máquinas de abertura superior, o sabão em pó deve ser colocado com a água correndo, antes das roupas, para que o produto se disperse por completo. A Ypê orienta nunca colocar o produto diretamente sobre a roupa.

“A CNN Brasil não se responsabiliza pelo conteúdo deste publieditorial e pelas informações sobre os produtos/serviços promovidos nesta publicação”.

Incorporadora, construtora, imobiliária e banco: entenda quem faz o quê

28 October 2026 at 19:00

Na compra de um imóvel, cada participante tem uma função e responsabilidades específicas. A incorporadora organiza a operação imobiliária, a construtora executa a obra, a imobiliária ou o corretor intermedeia a venda e o banco cuida do financiamento. 

Entender o papel de cada um ajuda o comprador a saber a quem recorrer em caso de dúvidas ou problemas.

A MRV, maior construtora da América Latina, explica em seu blog institucional que essas funções são distintas: enquanto a incorporadora organiza o empreendimento e contrata os serviços necessários para viabilizá-lo, a construtora é responsável pela execução física da obra. A identificação das empresas e das obrigações previstas nos contratos ajuda o comprador a entender a quem recorrer em caso de dúvidas ou problemas.

Na compra de um apartamento da MRV, por exemplo, o consumidor deve identificar no contrato quem figura como vendedor ou incorporador, quem assume as obrigações relativas à construção e quais condições são estabelecidas para o pagamento. 

Os nomes e as funções indicados nos documentos são mais importantes do que presumir que todos os envolvidos respondem por qualquer problema.

Qual é a função de cada participante na compra do imóvel?

Incorporadora: organizar a operação imobiliária

A incorporadora é responsável por estruturar a incorporação imobiliária, que envolve organizar a construção de unidades destinadas à venda e formalizar a operação conforme a legislação. Entre suas atribuições estão providenciar o registro da incorporação e assumir as obrigações que lhe cabem na comercialização e na entrega do imóvel.

A Lei nº 4.591/1964 define o papel do incorporador e estabelece que a incorporação deve ser registrada no Cartório de Registro de Imóveis antes da negociação das futuras unidades nos termos previstos na lei. 

A legislação também trata das responsabilidades relacionadas ao prazo, ao preço e às condições de entrega.

Quando procurar a incorporadora?

  • Quando houver dúvidas sobre o registro da incorporação ou a documentação da compra.
  • Quando o preço, as condições comerciais ou o prazo de entrega divergirem do contrato.
  • Quando houver questionamentos sobre obrigações assumidas no contrato de compra e venda.

A incorporadora e a construtora podem ser a mesma pessoa jurídica, mas também podem ser empresas diferentes. Por isso, é importante verificar quem aparece nos documentos como responsável por cada obrigação.

Construtora: executar a obra

A construtora é responsável pela execução dos serviços de construção que assume contratualmente. Isso envolve realizar a obra de acordo com os projetos, as especificações técnicas e as obrigações aplicáveis.

Se o imóvel apresentar problemas construtivos, como infiltrações ou falhas de acabamento, o comprador pode acionar o canal de assistência técnica indicado nos documentos de entrega. A identificação da empresa responsável pela obra e das obrigações de cada participante ajuda a direcionar o pedido.

A separação entre incorporadora e construtora, porém, não significa que a primeira esteja automaticamente isenta de responsabilidade por problemas da obra. A análise depende dos contratos, da atuação de cada parte e das normas legais aplicáveis. A própria Lei de Incorporações prevê responsabilidades do incorporador e do construtor, conforme a situação.

Quando procurar a construtora?

  • Para solicitar assistência técnica por possíveis defeitos construtivos.
  • Para esclarecer dúvidas sobre a execução da obra e as especificações técnicas.
  • Para acompanhar o atendimento de uma solicitação relacionada à construção, conforme os canais previstos no contrato.

Imobiliária e corretor: intermediar a negociação

A imobiliária e o corretor de imóveis aproximam compradores e vendedores, apresentam unidades, fornecem informações sobre a oferta e auxiliam na negociação. O trabalho pode incluir visitas, esclarecimento de dúvidas comerciais e encaminhamento de propostas.

O serviço de intermediação não significa que a imobiliária seja responsável pela execução da obra ou pela concessão do financiamento. A responsabilidade por atraso na entrega ou defeitos construtivos não é automaticamente transferida ao corretor apenas porque ele intermediou a venda. 

O comprador também deve conferir se existe cobrança de corretagem, qual é o valor, quem receberá o pagamento e quais condições foram estabelecidas. 

Quando procurar a imobiliária ou o corretor?

  • Para esclarecer informações apresentadas durante a venda.
  • Para solicitar cópia da proposta ou dos documentos usados na negociação.
  • Para tirar dúvidas sobre a comissão de corretagem e a intermediação.

Se a divergência envolver uma promessa feita durante a venda, guarde anúncios, mensagens e propostas. Essas evidências podem ajudar a verificar o que foi informado e por quem.

Banco: analisar e conceder o financiamento

O banco ou outra instituição financeira é responsável pela análise do pedido de crédito e, se aprovado, pela formalização do financiamento imobiliário. As condições do empréstimo — como juros, prazo, sistema de amortização, seguros e encargos — devem estar descritas no contrato de financiamento.

A aprovação não é automática: a instituição avalia a proposta de acordo com seus critérios e as regras aplicáveis. A avaliação do imóvel para fins de financiamento também integra os procedimentos da operação de crédito. O Banco Central orienta o consumidor a conferir as condições financeiras e os custos envolvidos antes de contratar.

Quando procurar o banco?

  • Para saber o andamento da análise de crédito.
  • Para esclarecer dúvidas sobre juros, parcelas, saldo devedor, seguros e tarifas.
  • Para verificar as condições de liberação do financiamento e as obrigações após a assinatura.
  • Para solicitar informações sobre o contrato ou a evolução da dívida.

Uma distinção importante: o banco responde pelas obrigações previstas no contrato de crédito, mas isso não significa que seja responsável pela execução da obra ou pelo prazo de entrega assumido pela incorporadora. 

Quem procurar em cada problema?

Situação

Primeiro contato recomendado

Dúvida sobre registro da incorporação ou documentos da compra

Incorporadora ou vendedor indicado no contrato

Divergência no preço ou nas condições de venda

Parte responsável pela oferta e pelo contrato de compra e venda

Atraso na entrega do imóvel

Incorporadora ou vendedor responsável pela entrega, conforme o contrato

Defeito construtivo ou pedido de assistência técnica

Canal de assistência indicado pela construtora ou responsável contratual

Dúvida sobre corretagem ou informação fornecida durante a venda

Imobiliária ou corretor responsável pela intermediação

Crédito não aprovado ou dúvida sobre parcelas e juros do financiamento

Banco ou instituição financeira

Divergência entre documentos, contratos ou responsabilidades

Solicitar esclarecimentos por escrito a cada parte envolvida e, se necessário, buscar orientação jurídica

Essa divisão é um ponto de partida, não uma regra absoluta para todos os casos. Dependendo da situação, mais de um fornecedor pode ter responsabilidade.

Como identificar quem responde pelo seu imóvel?

Antes de assinar, leia o quadro-resumo e o contrato de compra e venda, confira a razão social e o CNPJ das partes e verifique quem assumiu cada obrigação. Se houver um contrato separado de financiamento, analise-o também: ele estabelece compromissos diferentes daqueles assumidos na compra do imóvel.

Se houver um problema, registre a solicitação por escrito, guarde protocolos, documentos, comprovantes de pagamento e mensagens. Se a empresa acionada não resolver a questão ou houver dúvida sobre quem deve responder, o consumidor pode recorrer ao Procon, à Defensoria Pública ou a um advogado especializado em direito imobiliário.

Como assegurar automóveis fora das grandes capitais?

28 October 2026 at 18:00

O seguro digital fora das capitais brasileiras funciona de forma 100% remota e integrada por tecnologia, estabelecendo conexões com parceiros locais, o que permite que moradores de cidades pequenas, zonas rurais e regiões afastadas das capitais não apenas cotem e contratem através do celular, assim como acionem a proteção do veículo diretamente do local onde estiver

Com o avanço de insurtechs como a Loovi, empresa que comercializa planos da LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP, o motorista não precisa mais se deslocar até postos de vistoria em municípios vizinhos ou depender de escritórios físicos: desde a vistoria por inteligência artificial ao guincho acionado por GPS, mais de 4.000 cidades brasileiras nos 26 estados e Distrito Federal contam com assistência 24h.

Por que o seguro tradicional sempre teve o acesso dificultado fora das capitais?

As principais dificuldades enfrentadas no processo incluíam:

  • Falta de Postos de Vistoria: A necessidade de agendar e deslocar o carro até uma cidade maior para realizar a inspeção presencial.
  • Recusa de Veículos Úteis: Dificuldade de aprovação para picapes, utilitários, caminhonetes ou carros com mais de 10 anos de uso — muito comuns para o trabalho no interior.
  • Atendimento Lento: Falta de clareza no tempo de chegada de assistências 24h em rodovias estaduais e estradas vicinais.

Como a Loovi leva o seguro auto para mais de 4.000 municípios no Brasil?

Com presença em todos os 26 estados e no Distrito Federal, a Loovi redefiniu a proteção veicular no interior por meio de soluções tecnológicas inteligentes:

  1. Vistoria prévia por foto com inteligência artificial
    Elimina a necessidade de levar o veículo até um posto credenciado ou esperar a visita de um perito em casa. Pelo próprio aplicativo da Loovi, o motorista tira fotos da lataria, pneus, painel e chassi. Algoritmos de visão computacional e Inteligência Artificial analisam a integridade do carro e aprovam a apólice em poucos minutos, de qualquer lugar do país.
  2. Socorro emergencial 24h via GPS
    Seja em uma rodovia estadual, na entrada de uma propriedade rural ou no centro de um pequeno município, o pedido de socorro (guincho, chaveiro, pane mecânica ou auxílio para pneu furado) é feito diretamente pelo app ou WhatsApp.
    • Geolocalização automática: O sistema identifica o ponto exato da ocorrência via GPS do celular, eliminando a necessidade de explicar pontos de referência difíceis.
    • Rastreio em tempo real: O segurado acompanha o deslocamento do guincho credenciado mais próximo pelo mapa em tempo real.
  3. Pagamento por assinatura mensal sem bloquear o limite do cartão
    A cobrança funciona no modelo de assinatura mensal recorrente (no estilo streaming). Isso evita que uma anuidade inteira ocupe o limite total do cartão de crédito ou exija boletos de valor elevado, garantindo que o custo da proteção permaneça acessível para a realidade do motorista brasileiro.
  4. Aceitação ampla de veículos nacionais e utilitários
    A Loovi aceita veículos antigos (fabricados a partir de 1986), utilitários, picapes, carros modificados, elétricos e automóveis utilizados para transporte por aplicativo ou entregas, garantindo democratização no acesso ao seguro regulado pela SUSEP.

FAQ – Perguntas frequentes

1. Moro no interior e não há posto de vistoria na minha cidade. Como faço para contratar o seguro digital?

Com o seguro digital da Loovi, não é necessário ir a um posto físico ou agendar a visita de um perito. A vistoria prévia é feita de forma 100% remota: você tira fotos da lataria, pneus, painel e chassi com a câmera do seu smartphone e envia diretamente pelo aplicativo. A análise e aprovação são feitas em minutos por inteligência artificial e visão computacional.

2. O que acontece se o meu carro quebrar em uma cidade distante da minha casa?

Caso o veículo sofra uma pane ou colisão durante uma viagem entre municípios e não possa ser reparado no mesmo dia, os planos preveem assistências de mobilidade como transporte alternativo (táxi ou aplicativo para retorno à sua cidade ou continuidade da viagem) e hospedagem de emergência em hotel para os ocupantes do veículo.

3. As oficinas credenciadas para conserto no sinistro ficam apenas nas capitais?

Não. A rede de atendimento inclui oficinas parceiras e credenciadas em diversas regiões do interior do país. Além disso, a regulação de sinistros é realizada digitalmente via envio de fotos e documentação pelo celular, acelerando a autorização de reparos com peças originais e mão de obra qualificada sem exigência de deslocamentos presenciais burocráticos.

4. Picapes e utilitários usados para trabalho na zona rural podem ser segurados no modelo digital?

Sim. Diferente de seguradoras tradicionais que costumam impor restrições a veículos pesados, utilitários, picapes ou carros com mais de 10 anos de uso, a Loovi possui modelos de risco flexíveis que aceitam veículos de trabalho, utilitários, modificados e de passeio em todo o território nacional.

Ypê conquista pela primeira vez “Top do Top” do Folha Top of Mind

28 October 2026 at 13:09

A Ypê, empresa 100% brasileira e líder no segmento de higiene e limpeza, com presença em 96,3% dos lares do país, alcançou marco inédito em sua trajetória de 75 anos. Na 36ª edição da pesquisa Folha Top of Mind, realizada pelo Instituto Datafolha e anunciada nesta terça-feira (27), a companhia conquistou pela primeira vez o prêmio “Top do Top” — o reconhecimento máximo da premiação, que consagra a marca mais lembrada espontaneamente pelos brasileiros, independentemente de categoria ou setor de atuação.

O marco quebra uma hegemonia histórica no topo do ranking nacional da pesquisa. Além do “Top do Top”, a Ypê garantiu outros dois troféus no prêmio: foi vencedora pela 19ª vez consecutiva da categoria Top Preservação do Meio Ambiente, reafirmando o engajamento com a sustentabilidade, e celebrou a 11ª vitória consecutiva em Compras, com o Detergente Ypê eleito como o mais lembrado do Brasil.

Para o CEO da Ypê, Waldir Beira Junior, a conquista reflete uma construção diária de confiança e proximidade com as famílias brasileiras. “Ser lembrada espontaneamente no Top do Top tem significado muito especial para nós, porque esse reconhecimento não está associado a uma categoria específica. Ele mostra que a Ypê ocupa um espaço na memória e na confiança dos brasileiros a partir de uma relação construída todos os dias, ao longo de mais de 75 anos de trajetória e por diferentes gerações. Recebemos essa indicação com muita gratidão por fazermos parte de tantos lares e com a responsabilidade de seguir entregando qualidade e inovação”, declara.

Inovação no Varejo, Social Commerce e Inteligência Artificial

A consolidação da Ypê na memória dos brasileiros acompanha transformações profundas na estratégia comercial e de marketing da companhia. No digital, o movimento ganhou tração este ano com a expansão de experiências de social commerce — como o Super Dia da Marca no TikTok Shop —, formato que atualmente representa aproximadamente um terço do faturamento digital da empresa, com 55% de vendas recorrentes. Entre maio e junho de 2026, a entrada de novos consumidores nos canais digitais da Ypê cresceu 40%, no geral.

No portfólio e nas campanhas, a companhia aliou biotecnologia e Inteligência Artificial. Lançamentos recentes, como a nova geração do lava-roupas Tixan XMAX e o reposicionamento da linha de cuidados pessoais por meio das marcas Flor de Ypê e Banho a Banho, unem performance e engajamento sensorial. As campanhas promocionais também mantiveram forte apelo nacional: a 12º edição da promoção “Meu Ypê Premiado”, impulsionado por nomes como a apresentadora Eliana, atraiu cerca de 11 milhões de cadastros até agora. A edição encerra em 11 de novembro próximo, ainda com o sorteio nacional de R$ 1 milhão entre todos os participantes.

“Trabalhamos com campanhas que se complementam, conectando inovação, dados e escuta ativa. Desde o uso de Inteligência Artificial nas nossas comunicações até a presença marcante no social commerce e no ponto de venda tradicional, nosso objetivo é estar presente onde o consumidor está, conversando com novas gerações sem perder a nossa essência”, reforça Marcela Mariano, CMO da Ypê.

ESG integrado ao modelo de negócio desde a fundação

Pioneira na categoria Top Preservação do Meio Ambiente — na qual já soma 19 vitórias consecutivas —, a Ypê reforça que a agenda ESG orienta as decisões industriais da companhia desde a sua fundação em Amparo (SP), em 1950. Atualmente, 100% da eletricidade consumida pela empresa provém de fontes renováveis certificadas, sendo 90% decorrente de autoprodução eólica em parceria com a Casa dos Ventos e o restante coberto por certificados I-REC, além de 94% da energia térmica ter origem renovável. Essa matriz limpa permitiu à companhia reduzir em 31% suas emissões diretas de CO₂ em 2025, garantindo pelo quarto ano consecutivo o Selo Ouro do GHG Protocol, mesmo em meio à expansão das operações.

Na frente de economia circular, as otimizações contínuas nas embalagens de detergentes desde a década de 1980 reduziram em 52% o uso de resina plástica, evitando o consumo de 30 mil a 50 mil toneladas do material e a emissão de até 185 mil toneladas de CO₂. Já na gestão hídrica e preservação ambiental, a Ypê reutilizou mais de 6.100 m³ de água em suas plantas operacionais em 2025, ao mesmo tempo em que ultrapassou a marca de 1,2 milhão de árvores plantadas pelo projeto Plantar Vida e manteve seu apoio ao monitoramento voluntário da qualidade da água em 128 rios de 14 estados, em parceria contínua com a Fundação SOS Mata Atlântica.

Waldir Beira Junior complementa que, na Ypê, sustentabilidade não compete com o negócio. “O engajamento com a preservação do meio ambiente é um pilar, está relacionado aos nossos valores corporativos. Essa visão garante eficiência operacional, competitividade e longevidade. Quando aplicamos economia circular ou migramos para matrizes 100% renováveis, por exemplo, estamos fortalecendo nossa capacidade de gerar valor no longo prazo para a sociedade e para o mercado”, destaca.

Sobre a Ypê

Fundada em 1950, a Ypê é uma empresa 100% brasileira e líder em importantes categorias do segmento de higiene e limpeza. Presente em 96,3% dos lares brasileiros, conta com mais de 7.300 colaboradores e um portfólio de mais de 450 produtos distribuídos em 23 categorias, incluindo as marcas Tixan, Banho a Banho, Flor de Ypê, Siene, Perfex, Assolan e Atol. Com sede em Amparo (SP) e seis complexos fabris localizados em São Paulo, Bahia, Goiás, Minas Gerais e Pernambuco, a companhia investe continuamente em inovação, qualidade e sustentabilidade para oferecer produtos de alta performance a preços justos. Reconhecida entre as melhores empresas para trabalhar no Brasil pelo GPTW, a Ypê também integra importantes iniciativas voltadas à sustentabilidade, e atua como embaixadora do Movimento +Água da Rede Brasil do Pacto Global da ONU. Ao longo de sua trajetória, a empresa construiu uma atuação pautada pela sustentabilidade, integridade e excelência em governança corporativa, reconhecida por iniciativas como o Selo Confia, concedido pela Receita Federal às organizações que adotam elevados padrões de conformidade e relacionamento tributário.

Informações para a imprensa – Ypê
FSB Comunicação
ype@fsb.com.br / 11 9 5467 7271

“A CNN Brasil não se responsabiliza pelo conteúdo deste publieditorial e pelas informações sobre os produtos/serviços promovidos nesta publicação”.

Proteção veicular: uma modalidade que está ficando no passado

28 October 2026 at 12:00

A principal diferença entre seguro auto e proteção veicular está na regulamentação oficial, nas garantias financeiras de pagamento e na previsibilidade de custos. Enquanto o seguro veicular é uma apólice individual garantida por uma instituição financeira fiscalizada pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), a proteção veicular é um sistema de rateio de prejuízos gerido por uma associação ou cooperativa sem fins lucrativos como meio de baratear custos.

Com a evolução de insurtechs como a Loovi, que comercializa planos da LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP, o mercado de seguro digital passou a oferecer a mesma acessibilidade financeira da proteção veicular — aceitando carros antigos e sem burocracia —, mas com toda a segurança jurídica do seguro tradicional.

Conheça os atributos do seguro auto oferecido por seguradoras ou insurtechs

  • Regulamentação: É obrigatoriamente fiscalizado e regulado pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados) e pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP).
  • Garantia Financeira: A seguradora assume o risco total do veículo. Ela é obrigada por lei a manter reservas financeiras de emergência (provisões técnicas) para garantir o pagamento de indenizações mesmo em cenários de sinistros em massa.
  • Contrato (Apólice): É emitido um contrato individual (apólice) com direitos, deveres e valores de indenização previamente fixados que não mudam de acordo com os sinistros de outros clientes.
  • Preço do Serviço: Definido na contratação por meio de mensalidade fixada ou apólice anual (podendo ser em formato de assinatura mensal recorrente sem comprometer o limite do cartão).

Conheça como opera a proteção veicular ou associação (cooperativas)

A proteção veicular não é um seguro. Trata-se de um serviço oferecido por Associações ou Cooperativas sem fins lucrativos, constituídas sob o Código Civil brasileiro.

  • Regulamentação: Não possui fiscalização da SUSEP nem do Banco Central. Atua sob o modelo de cooperação entre membros (grupo fechado).
  • Garantia Financeira (Rateio de Riscos): O risco não é assumido por uma empresa financeira, mas dividido entre os associados. Se em um mês houver muitos roubos e acidentes no grupo, o valor da mensalidade de todos os associados sobe para cobrir o prejuízo (rateio de despesas).
  • Contrato (Termo de Adesão): O motorista não assina uma apólice de seguro, mas sim um Termo de Adesão e Regulamento Interno da associação, tornando-se um “associado” e co-responsável pelos custos do grupo.

Como escolher a melhor opção para seu veículo?

Se a busca passa pela segurança da previsibilidade financeira, rapidez na liberação de indenizações e garantia legal backed pela SUSEP, o seguro auto é a escolha mais indicada, também para quem procura facilidade e economia sem abrir mão da segurança jurídica.

A proteção veicular costuma ser procurada por quem não consegue aprovação no mercado tradicional ou busca um custo inicial de entrada menor, assumindo o risco da variação mensal de valores e da falta de fundo garantidor oficial. Mas, na prática, essa escolha pode acarretar surpresas na hora do acionamento.

Como os dois modelos divergem entre si na hora do acionamento

Em Insurtechs como a Loovi, o acionamento e envio de documentos funciona da seguinte forma:

  • Processo 100% Digital: O aviso de sinistro é feito diretamente pelo aplicativo ou WhatsApp oficial.
  • Envio de Fotos e BO: O segurado envia a cópia do Boletim de Ocorrência (BO) e as fotos dos danos pelo próprio celular.
  • Triagem Automatizada: Algoritmos de Inteligência Artificial e visão computacional analisam as imagens e os dados cadastrais, dando início imediato à regulação.

Na modalidade de proteção veicular o acionamento e envio de documentos funciona da seguinte forma:

  • Atendimento Presencial ou Telefônico: Exige contato direto com a associação ou preenchimento de formulários físicos/PDFs enviados por e-mail.
  • Exigência de Documentação Adicional: Costuma solicitar boletim de ocorrência original registrado em cartório ou assinado, além de formulários detalhados assinados à mão.

Quanto aos prazos nas duas modalidades

No Seguro Auto:

  • Prazo Limite por Lei (SUSEP): A legislação da SUSEP estabelece o prazo máximo de 30 dias para o pagamento da indenização integral após a entrega de todos os documentos solicitados.
  • Fundo Garantidor: A seguradora possui reservas financeiras obrigatórias (provisões técnicas) auditadas pelo governo, garantindo que o dinheiro da indenização estará disponível independentemente da situação econômica do mês.

Na Proteção Veicular:

  • Sem Prazo Legal Fixo: O prazo de pagamento é regido pelo regulamento interno da associação (que pode prever 60, 90 dias ou mais para quitar a indenização).
  • Dependência do Saldo do Grupo: Como o modelo funciona por rateio, o pagamento da indenização depende do saldo disponível no caixa do mês ou do recolhimento das cotas dos demais associados.

A tecnologia transformou o mercado de seguros

A opção por proteção veicular pode parecer a melhor escolha à primeira vista, também porque, antigamente, a burocracia do seguro tradicional, que recusava veículos antigos, cobrava juros altos e exigia contratos anuais engessados, afastava os condutores com uma renda restrita. Mas o cenário atual mudou e insurtechs como a Loovi garantem:

  • Ampla Aceitação de Veículos: Aceitação de carros antigos, modificados, elétricos e usados em aplicativos de transporte.
  • Sem Análise de Perfil Invasiva: Vistoria prévia por fotos analisadas por inteligência artificial, focando no estado do veículo e não no histórico rígido do motorista.
  • Assinatura Mensal sem Fidelidade: Pagamento recorrente mês a mês, combinando o preço acessível do rateio com a segurança e regulamentação do seguro de verdade.

 

Norma de Desempenho (NBR 15575): o que um apartamento novo precisa cumprir

28 October 2026 at 12:00

A ABNT NBR 15575, conhecida como Norma de Desempenho, estabelece requisitos e critérios para avaliar o comportamento de edificações habitacionais durante o uso. Em vez de determinar apenas quais materiais devem ser utilizados, a norma define os resultados que os sistemas da construção precisam alcançar em condições previstas de utilização.

Para quem compra um apartamento novo, isso significa que a avaliação da qualidade não se limita à aparência dos acabamentos. A estrutura, os pisos, as paredes, as coberturas e as instalações hidrossanitárias precisam atender aos requisitos aplicáveis a cada sistema.

A norma abrange aspectos relacionados à segurança, à habitabilidade e à sustentabilidade, incluindo desempenho estrutural, estanqueidade, conforto térmico e acústico, durabilidade e possibilidade de manutenção. Sua aplicação depende do escopo da norma, das características do projeto e da edição aplicável à construção.

A MRV, maior construtora da América Latina, menciona a Norma de Desempenho em seus documentos institucionais. Nas Condições Gerais de Fornecimento, a empresa estabelece que fornecedores e prestadores contratados devem cumprir as normas técnicas e legais aplicáveis, incluindo a ABNT NBR 15575. 

Quais são os principais requisitos da NBR 15575?

A norma reúne critérios técnicos que ajudam a avaliar como diferentes partes de um imóvel devem funcionar. Para o comprador, os principais conceitos podem ser entendidos da seguinte forma.

Segurança e desempenho estrutural

A estrutura precisa atender aos critérios de segurança e estabilidade estabelecidos para a edificação. Isso envolve elementos como pilares, vigas e lajes, conforme o sistema construtivo adotado.

A MRV monitora parâmetros como a resistência do concreto, o posicionamento das armaduras e a estabilidade estrutural. 

O requisito busca assegurar que a estrutura suporte as solicitações previstas em projeto, considerando as condições de uso e os critérios técnicos aplicáveis. Não é possível confirmar o desempenho estrutural apenas pela aparência do apartamento: essa avaliação depende de documentação técnica, métodos de verificação e, quando necessário, inspeções especializadas.

O morador também deve respeitar as orientações sobre reformas e intervenções. Alterações em elementos estruturais sem avaliação e autorização técnica podem comprometer a segurança do imóvel.

Estanqueidade: proteção contra a água e a umidade

A estanqueidade está relacionada à capacidade dos sistemas da edificação de limitar a entrada ou a passagem indesejada de água, conforme as condições previstas na norma.

Esse requisito envolve situações como exposição à chuva, contato com a umidade do solo e uso de água em ambientes internos. Paredes, fachadas, pisos, coberturas e conexões entre instalações precisam atender aos critérios aplicáveis a cada sistema.

Para o comprador, sinais como infiltrações, manchas persistentes e entrada de água em locais inadequados merecem investigação. Esses indícios, entretanto, não identificam sozinhos a causa do problema. A avaliação técnica deve verificar se há falha construtiva, condição de uso inadequada ou outro fator.

Conforto térmico

O desempenho térmico diz respeito às condições de temperatura que a edificação deve proporcionar em função do projeto, dos materiais, do clima e das condições de exposição consideradas.

Paredes, coberturas, aberturas e outras características construtivas influenciam a troca de calor entre os ambientes internos e o exterior. A norma estabelece critérios para avaliar esse comportamento, considerando os métodos e parâmetros aplicáveis.

Isso não significa que o apartamento manterá uma temperatura fixa durante todo o ano ou dispensará equipamentos de climatização em qualquer situação. O desempenho depende de condições específicas, e a avaliação deve considerar os critérios técnicos previstos para o imóvel.

Conforto acústico

O desempenho acústico está relacionado à capacidade dos sistemas construtivos de limitar a transmissão de sons, de acordo com os requisitos aplicáveis.

A norma contempla critérios para diferentes situações, como a passagem de ruído entre unidades, a contribuição de fachadas para o isolamento sonoro e os ruídos produzidos por equipamentos prediais.

A MRV, por exemplo, adota paredes de concreto em larga escala. A continuidade das vedações contribui para reduzir juntas e descontinuidades que favorecem a transmissão de ruídos entre ambientes.

Para o morador, esse desempenho influencia a percepção dos sons provenientes de apartamentos vizinhos, áreas externas e instalações do edifício. O atendimento aos requisitos não significa silêncio absoluto: a norma estabelece parâmetros técnicos, e não a eliminação de todos os ruídos.

Durabilidade e possibilidade de manutenção

A durabilidade é a capacidade dos sistemas e componentes de manter o desempenho previsto ao longo do tempo, considerando as condições de exposição, o uso e a manutenção adequada.

A norma também considera a manutenibilidade, ou seja, a possibilidade de realizar inspeções e intervenções necessárias para conservar os sistemas da edificação.

Isso significa que a qualidade da construção não depende apenas da entrega inicial. O desempenho ao longo dos anos também está relacionado à conservação dos componentes, ao uso adequado e ao cumprimento das orientações de manutenção.

O que é Vida Útil de Projeto (VUP)?

A Vida Útil de Projeto (VUP) é o período estimado em que um sistema da edificação deve atender aos requisitos de desempenho para os quais foi projetado, considerando condições de uso, exposição e manutenção previstas.

A VUP não corresponde à data em que um componente necessariamente deixará de funcionar. Também não deve ser confundida com o prazo de garantia do imóvel.

Os períodos de referência variam conforme o sistema construtivo e os critérios aplicáveis. Por isso, não existe um único prazo que possa ser atribuído indistintamente à estrutura, aos pisos, às instalações e aos demais componentes.

Para entender a VUP de um apartamento, o proprietário deve consultar a documentação técnica e o manual de uso, operação e manutenção. Esses documentos apresentam orientações relevantes para conservar os sistemas e realizar as intervenções previstas.

A manutenção é parte importante dessa equação: a vida útil efetiva pode ser afetada por condições de utilização, exposição e conservação diferentes daquelas consideradas no projeto.

A NBR 15575 garante que o apartamento nunca terá defeitos?

Não. A Norma de Desempenho estabelece requisitos e critérios técnicos, mas não representa uma promessa de que o imóvel estará livre de qualquer ocorrência durante toda a sua vida útil.

O atendimento à norma deve ser avaliado conforme os sistemas, os requisitos e as condições aplicáveis. Se aparecer uma fissura, uma infiltração ou outro problema, a existência da ocorrência não basta, isoladamente, para determinar se houve descumprimento da norma ou quem é responsável pela correção.

A investigação deve considerar a origem do problema, as características do sistema, a documentação da construção, as condições de uso e os procedimentos de manutenção. Quando necessário, uma avaliação de profissional habilitado pode esclarecer se o desempenho esperado foi comprometido.

Como o comprador pode verificar o desempenho do imóvel?

O comprador pode começar pela documentação fornecida na entrega das chaves, incluindo o manual do proprietário e as orientações de uso e manutenção. Esses materiais ajudam a compreender as condições previstas para os sistemas e os cuidados necessários para conservar o apartamento.

Durante a vistoria, também é possível verificar aspectos aparentes, como o funcionamento de portas e janelas, a presença de sinais de umidade e as condições dos acabamentos. Esses procedimentos são úteis, mas não substituem ensaios ou avaliações técnicas quando o requisito depende de medição específica.

A MRV utiliza a metodologia BIM (Building Information Modeling) na gestão de projetos, com informações técnicas e arquitetônicas em formato digital e está posicionada para incluir esse tipo de análise preditiva em seu fluxo de qualidade.

Se houver sinais de falha ou dúvida sobre o desempenho de algum sistema, o morador pode documentar a ocorrência e procurar a assistência técnica da construtora. A análise deve identificar a causa e considerar os critérios aplicáveis ao caso.

Inter Ring ou Inter Wristband: qual vale mais a pena como wearable?

28 October 2026 at 08:00

O Inter Ring e a Inter Wristband utilizam tecnologia NFC para realizar pagamentos por aproximação e oferecem uma alternativa para quem busca praticidade em compras, deslocamentos, atividades ao ar livre e viagens.

Pagar uma compra sem tirar o celular do bolso ou procurar o cartão na carteira é a proposta dos wearables financeiros do Inter.

Diferentemente de smartwatches e anéis inteligentes voltados ao monitoramento da saúde, os acessórios têm como foco os serviços financeiros, como os pagamentos e outras funcionalidades de acesso e autenticação compatíveis com o sistema.

Ambos funcionam com NFC passiva, não possuem tela e dispensam bateria e recarga.

Como funcionam o Inter Ring e a Inter Wristband?

Os dois dispositivos wearable do Inter utilizam a tecnologia NFC, sigla em inglês para comunicação por campo de proximidade. O recurso permite a troca de informações entre dispositivos próximos e viabiliza a comunicação com terminais de pagamento compatíveis.

Como o funcionamento é passivo, os acessórios não precisam ser ligados nem carregados. Após a configuração inicial, também não é necessário manter o celular nas mãos para concluir uma compra.

Para começar a utilizar um dos modelos, o cliente deve configurar o dispositivo pelo Super App do Inter e vinculá-lo a um cartão elegível, conforme as condições do produto.

O uso no dia a dia segue etapas simples:

  1. Configure o wearable pelo Super App do Inter
  2. Vincule um cartão elegível, seguindo as orientações do aplicativo
  3. Verifique se o estabelecimento aceita pagamentos por aproximação
  4. Aproxime o anel ou a pulseira do terminal e aguarde a leitura
  5. Siga as instruções da máquina caso seja solicitada alguma confirmação adicional

A solução pode ser útil em supermercados, restaurantes, cafeterias, lojas, eventos e outros estabelecimentos que aceitem pagamentos contactless. Em viagens, facilita despesas durante passeios e deslocamentos, desde que o terminal e o cartão vinculado sejam compatíveis com a operação.

Mas os wearables não eliminam a necessidade de contar com uma alternativa de pagamento. Levar um cartão físico ou outro meio de pagamento evita contratempos em locais que não aceitam a tecnologia ou diante de eventuais falhas na transação.

Quais são as diferenças entre o Inter Ring e a Inter Wristband?

Embora compartilhem a proposta de pagamento por aproximação, os acessórios se diferenciam principalmente pelo formato, pelos materiais e pela maneira como são usados.

Esses aspectos ajudam a determinar qual dispositivo combina melhor com os hábitos do consumidor.

Inter Ring

O Inter Ring é um anel desenvolvido para realizar transações por aproximação sem depender do celular durante a compra. O produto está disponível em versões de cerâmica e metal, com opções de cores distintas.

As versões de cerâmica são oferecidas nas cores rosa, preto e cinza. Já os modelos metalizados estão disponíveis em dourado e prata.

Um dos principais cuidados antes da aquisição é escolher a numeração correta. Como o acessório precisa permanecer no dedo durante as atividades cotidianas, o ajuste influencia diretamente o conforto e a experiência de uso.

Para auxiliar na escolha, o Inter disponibiliza um medidor digital e permite solicitar um medidor físico antes da compra. Também há possibilidade de realizar a medição em determinados pontos físicos.

Entre as características do Inter Ring estão:

  • Formato compacto: pode ser incorporado ao uso cotidiano como um acessório pessoal
  • Pagamento sem contato: permite realizar compras em terminais compatíveis
  • Sem recarga: dispensa bateria e carregamento
  • Opções de acabamento: oferece modelos de cerâmica e metal em diferentes cores

O preço varia conforme a versão escolhida. Os valores informados para os modelos em 22 de outubro de 2026 são:

  • Inter Ring Black: R$ 465,00
  • Inter Ring Gold: R$ 499,99
  • Inter Ring Gold + Sizer: R$ 499,99
  • Inter Ring Silver + Prime: R$ 777,00
  • Inter Ring Black + Prime: R$ 777,00

*Os valores podem ser atualizados sem aviso prévio.

Inter Wristband

A Inter Wristband é uma pulseira voltada ao mesmo propósito financeiro, mas com um formato que pode ser mais confortável para quem prefere usar o dispositivo no pulso.

O acessório possui tamanho único ajustável, estrutura de silicone e fecho de aço inoxidável. Essa combinação permite adaptar a pulseira ao pulso sem a necessidade de escolher uma numeração de anel.

Segundo as especificações informadas para o produto, a pulseira tem certificação IP68 e pode ser utilizada em situações como chuva, exercícios físicos e natação em águas rasas, respeitadas as orientações e os limites de uso do fabricante.

A distância de leitura informada para a Inter Wristband é de até 2 centímetros. Na prática, basta aproximar o dispositivo de um terminal compatível, observando o posicionamento indicado para a leitura.

Os principais diferenciais são:

  • Ajuste regulável: adapta-se ao pulso, sem exigir a escolha de uma numeração de anel
  • Materiais: combina silicone e fecho de aço inoxidável
  • Resistência à água: possui certificação IP68, conforme as especificações do produto
  • Praticidade: permanece presa ao pulso durante deslocamentos e atividades cotidianas

A escolha também leva em conta a rotina. Quem pratica atividades físicas ou prefere manter o acessório visível e acessível no pulso pode encontrar na pulseira uma alternativa interessante.

Já quem prioriza um objeto compacto, com aparência de jóia ou acessório tradicional, pode preferir o anel.

Conta infantil: como os pais podem acompanhar e diferenciais do Inter

27 October 2026 at 21:00

Aprender a administrar o dinheiro desde a infância pode ajudar crianças e adolescentes a desenvolver hábitos de planejamento, consumo consciente e organização financeira.

Nesse processo, pais e responsáveis têm papel importante ao explicar o valor dos recursos, estabelecer metas de economia e incentivar escolhas adequadas a cada fase do desenvolvimento.

As contas digitais infantis surgem como uma ferramenta para aproximar esse aprendizado da rotina das famílias. Além de permitir movimentações financeiras, algumas oferecem cartão de débito, Pix, recursos para organizar reservas e acesso a investimentos.

O que é uma conta digital infantil e como funciona a supervisão dos pais?

Uma conta digital infantil é uma conta bancária ou de pagamento destinada a menores de 18 anos. A abertura depende da participação dos pais ou responsáveis legais.

No Brasil, essas contas estão sujeitas à regulamentação do Banco Central (BC) e do Conselho Monetário Nacional (CMN), que estabelecem requisitos para abertura, manutenção, identificação dos titulares e segurança das operações.

Entre as principais normas estão a Resolução CMN nº 4.753/2019, relacionada às contas de depósitos, e a Resolução BCB nº 96/2021, que trata da abertura, manutenção e encerramento de contas de pagamento.

As instituições financeiras também devem seguir as regras de prevenção à lavagem de dinheiro, segurança cibernética e proteção dos dados dos clientes.

Quais são as regras para abrir uma conta para menores?

A abertura de uma conta infantil exige a identificação do menor e a participação de seu representante legal, conforme a idade e as condições estabelecidas pela legislação e pela instituição financeira.

Entre os principais cuidados adotados pelas instituições financeiras estão:

  • Identificação cadastral: apresentação dos documentos e do CPF do menor e do responsável
  • Validação de identidade: conferência de documentos e utilização de mecanismos digitais de autenticação, que podem incluir reconhecimento facial
  • Segurança das movimentações: adoção de controles para prevenir fraudes e identificar operações suspeitas
  • Regras para menores: a representação ou assistência dos responsáveis depende da idade e da natureza do ato praticado

O Pix também pode ser utilizado em contas de menores, desde que disponibilizado pela instituição financeira e respeitadas as condições de uso e segurança.

Como os pais podem acompanhar a Conta Kids do Inter?

A Conta Kids do Inter oferece recursos para que os responsáveis acompanhem as atividades financeiras dos filhos sem precisar realizar todas as operações por eles.

“A proposta é oferecer autonomia para os filhos com tranquilidade e supervisão para os responsáveis”, afirma Priscila Salles, diretora de Clientes do Inter.

Entre as funcionalidades informadas pelo Inter estão:

  • Acompanhamento de movimentações: consulta das transações realizadas na conta do menor
  • Múltiplo acesso simultâneo: possibilidade de acompanhamento pelo responsável
  • Notificações transacionais: envio de avisos sobre ações realizadas na conta infantil
  • Controle do cartão: possibilidade de bloquear o cartão pelo aplicativo em caso de perda, furto ou roubo
  • Organização financeira: recursos que ajudam a separar o dinheiro destinado a diferentes objetivos

Quais são os diferenciais da Conta Kids do Inter em relação à poupança tradicional?

Enquanto a poupança é utilizada principalmente para guardar dinheiro e obter rendimentos conforme suas regras, uma conta digital infantil pode reunir diferentes serviços financeiros em um único ambiente.

No caso da Conta Kids, o Inter destaca uma série de funcionalidades:

  • Pix e movimentações digitais: permitem enviar e receber dinheiro e realizar pagamentos, conforme as funcionalidades habilitadas
  • Cartão de débito personalizado: possibilita compras utilizando o saldo disponível na conta
  • Investimentos a partir de R$ 1: permitem começar a conhecer produtos financeiros e a formação de reservas, observadas as condições de cada aplicação
  • Metas financeiras: ajudam a separar valores para objetivos específicos e acompanhar o progresso da economia

A disponibilidade de produtos de investimento, suas condições e seus riscos variam conforme a modalidade oferecida. Por isso, é importante que pais e responsáveis verifiquem as regras de cada aplicação antes de investir.

Como a conta pode ajudar na educação financeira?

O contato com ferramentas financeiras pode transformar conceitos aprendidos em casa em experiências práticas. Ao acompanhar o saldo, definir objetivos e observar as consequências das próprias escolhas, crianças e adolescentes podem desenvolver hábitos de planejamento.

“Esse aprendizado desde cedo ajuda a desenvolver disciplina financeira, maior controle do dinheiro no futuro e uma relação mais saudável com consumo e planejamento financeiro”, diz Salles.

A educação financeira também pode ser adaptada à idade da criança:

  • Dos 3 aos 6 anos: brincadeiras de mercado, histórias e cofrinhos ajudam a apresentar o dinheiro, os preços e a diferença entre necessidades e desejos
  • Dos 7 aos 12 anos: metas para comprar um brinquedo ou livro, acompanhamento de pequenas economias e conversas sobre escolhas estimulam o planejamento
  • Na adolescência: registro de receitas e despesas, comparação de preços e explicações sobre juros, inflação, investimentos e golpes financeiros ampliam a preparação para a vida adulta

A mesada, quando faz parte da organização familiar, também pode funcionar como exercício de administração de recursos limitados.

A recomendação é que os responsáveis utilizem situações cotidianas para conversar sobre consumo consciente. Antes de uma compra, por exemplo, podem avaliar com os filhos se o produto é necessário naquele momento, se há alternativas mais econômicas e se vale a pena esperar para adquirir o item.

Quais cuidados de segurança devem ser observados?

A participação da família é importante para reduzir riscos associados ao uso de contas e aplicativos.

Além disso, algumas orientações ajudam a reforçar a proteção no dia a dia:

  • Não compartilhar senhas, códigos de autenticação ou dados de acesso
  • Desconfiar de mensagens, links e ofertas que solicitem informações bancárias
  • Conferir as movimentações e conversar sobre compras realizadas
  • Explicar como identificar tentativas de golpe e pedidos suspeitos de transferência
  • Bloquear o cartão pelo aplicativo em caso de perda, furto ou roubo

Na Conta Kids, a abertura é realizada digitalmente, com validação de documentos e reconhecimento facial. A instituição financeira também disponibiliza acompanhamento das movimentações pelos responsáveis e mecanismos de autenticação e segurança.

Saldo devedor: como INCC, juros de obra e correção do contrato mudam valor

27 October 2026 at 17:00

O valor que o comprador paga por um apartamento na planta nem sempre permanece igual ao longo da construção. Isso acontece porque o contrato pode prever a atualização das parcelas e do saldo devedor, enquanto o financiamento imobiliário pode ter encargos próprios. Depois da entrega das chaves, as regras de atualização também podem mudar, conforme o contrato firmado.

Para entender por que o preço varia, é importante separar três conceitos:

Embora possam aparecer no mesmo período, eles têm funções diferentes e não devem ser tratados como uma única cobrança.

Na compra de um apartamento da MRV, por exemplo, o comprador deve consultar o contrato de compra e venda e, quando houver financiamento, o contrato assinado com o banco. É nesses documentos que estão as regras aplicáveis à sua operação.

O que é o INCC e por que ele altera o saldo durante a obra?

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), acompanha a variação dos custos de materiais, serviços e mão de obra usados na construção de imóveis residenciais. Ele funciona como um indicador da evolução dos custos do setor.

A MRV, maior construtora da América Latina, explica que o INCC é utilizado para corrigir o saldo devedor durante a construção. O material também destaca que, após a entrega das chaves, o saldo restante pode passar a seguir as condições previstas no contrato de financiamento bancário.

Quando o contrato de compra de um imóvel na planta prevê correção pelo INCC, a variação do índice é aplicada conforme as regras estabelecidas no documento. Com isso, as parcelas ou o saldo que ainda falta pagar podem ser atualizados ao longo da construção.

O INCC não é uma taxa de juros nem uma cobrança bancária. É um índice de correção monetária. Sua aplicação depende do que foi contratado, incluindo o período de incidência, o índice específico adotado e a base de cálculo. 

Por isso, o comprador deve consultar a cláusula de reajuste do contrato de compra e venda, em vez de presumir que toda aquisição de imóvel na planta utiliza o mesmo índice ou segue o mesmo calendário de correção.

O que são os juros de obra no financiamento imobiliário?

Os juros de obra estão relacionados a determinadas modalidades de financiamento imobiliário em que o banco libera os recursos gradualmente, conforme o avanço da construção.

A MRV explica que a taxa de evolução de obra é cobrada pela instituição financeira e pode variar conforme os recursos liberados durante a construção. As condições de cobrança devem ser verificadas no contrato de financiamento.

Nessas operações, o comprador pode pagar encargos calculados sobre os valores do financiamento já liberados pela instituição financeira. Conforme o contrato, também podem existir outros componentes, como seguros e tarifas.

A Caixa Econômica Federal explica que, em modalidades de financiamento para construção, durante a fase de obra podem ser cobrados juros sobre a parcela do crédito liberada, seguros e tarifa de administração, quando aplicável.

Esse encargo não deve ser confundido com o INCC: enquanto o INCC corrige valores previstos no contrato de compra e venda, os juros de obra decorrem das condições do financiamento bancário. 

Nem toda compra de imóvel tem cobrança de juros de obra; isso depende da modalidade contratada e da estrutura da operação.

O que muda na correção do saldo devedor depois da entrega das chaves?

A entrega das chaves não significa, necessariamente, que todas as obrigações financeiras terminam ou que o saldo devedor deixa de ser atualizado. O que muda depende de como a compra foi estruturada e do contrato aplicável.

Quando o imóvel é financiado por um banco, o saldo devedor passa a seguir as condições previstas no contrato de crédito, que pode estabelecer um indexador, uma taxa de juros e um sistema de amortização. 

A prestação pode incluir amortização do principal, juros e encargos acessórios, como seguros e tarifas, conforme a modalidade contratada. O cálculo considera, entre outros fatores, o saldo devedor atualizado, a taxa de juros, o sistema de amortização e o prazo restante.

A correção monetária atualiza o valor da dívida de acordo com o índice contratado; os juros remuneram o crédito concedido; e a amortização reduz o valor principal que ainda falta pagar. Como esses componentes atuam de formas diferentes, o saldo devedor não necessariamente diminui na mesma proporção que o valor pago em cada prestação.

Se ainda houver valores a pagar diretamente à construtora após a entrega, a atualização desses valores dependerá das cláusulas do contrato de compra e venda. 

Não se deve presumir que o índice aplicado durante a construção continuará sendo usado depois das chaves: é preciso conferir o que foi pactuado para cada fase.

Onde conferir cada cobrança no contrato?

Cobrança

Onde verificar

O que conferir

Correção pelo INCC

Contrato de compra e venda

Índice previsto, período de aplicação e valores sujeitos à atualização

Juros de obra

Contrato de financiamento bancário

Base de cálculo, encargos cobrados durante a construção e condições para encerramento dessa fase

Correção após as chaves

Contrato de financiamento ou cláusula sobre saldo remanescente no contrato de compra e venda

Índice aplicável, juros, amortização e regras de atualização após a entrega

Seguros e tarifas

Contrato de financiamento e demonstrativos bancários

Quais cobranças se aplicam à operação e como são calculadas

O comprador também pode solicitar à construtora ou ao banco um demonstrativo atualizado da dívida, com a discriminação dos valores cobrados. Se houver uma diferença que não esteja clara, o ideal é pedir a memória de cálculo e a indicação da cláusula contratual que fundamenta cada cobrança.

O que observar antes de questionar uma cobrança?

Uma alteração no saldo devedor não significa, por si só, que houve erro. Mas o comprador tem o direito de entender como a dívida foi calculada e verificar se os encargos correspondem ao contrato.

Antes de contestar um valor, vale conferir:

  • qual contrato estabelece a cobrança;
  • se o índice aplicado corresponde ao que foi contratado;
  • qual período foi considerado no reajuste;
  • se juros, correção, seguros e tarifas estão discriminados separadamente;
  • se a cobrança corresponde à fase de construção ou à fase de amortização do financiamento.

Se a explicação não for suficiente, o comprador pode registrar uma solicitação formal à construtora ou à instituição financeira responsável. É importante guardar os demonstrativos, os contratos e os protocolos de atendimento para facilitar a análise.

Panela queimada e assadeira engordurada: como limpar sem riscar

27 October 2026 at 14:30

Panela com fundo queimado e assadeira coberta de gordura são dois dos desafios mais comuns na pia da cozinha. A solução passa por três cuidados: amolecer o resíduo antes de esfregar, usar o detergente na medida certa e escolher a esponja de acordo com o material da peça. Esfregar com força e com o utensílio errado é o que costuma riscar o inox, manchar o alumínio e estragar o revestimento antiaderente.

Como escolher um detergente para gordura e uso diário

Um bom detergente para o dia a dia é aquele que remove a gordura com pouco produto, traz a dose e o modo de uso claros no rótulo e é indicado para louças e panelas. Três pontos ajudam na escolha:

  • Ação desengordurante com pouca quantidade. Se é preciso despejar muito produto na esponja, o rendimento cai e sobra resíduo para enxaguar.
  • Fórmula adequada à sujeira. Os tensoativos cuidam da gordura do dia a dia; fórmulas com enzimas ajudam na gordura mais difícil.
  • Indicação de uso. O rótulo diz em quais peças e superfícies o produto pode ser usado.

Na Ypê, o detergente Clear contém tensoativos biodegradáveis que removem as sujeiras com facilidade, gastando menos produto, e é indicado para louças em geral, talheres, panelas, frigideiras e utensílios de cozinha. Para a gordura mais difícil, o Ypê Platinum tem enzimas ativas que atuam na quebra das moléculas de gordura.

Por que a gordura gruda e queima na panela

Quando o óleo e a gordura dos alimentos são aquecidos várias vezes, eles endurecem e formam uma camada aderida à superfície. Se o alimento passa do ponto, a parte queimada se soma a essa camada e fica ainda mais presa ao fundo da panela ou da assadeira.

É por isso que esfregar a seco raramente resolve. O resíduo precisa primeiro ser amolecido pela água quente e, depois, removido pelo detergente.

Como o detergente age na gordura

O detergente tem substâncias chamadas tensoativos. Uma parte delas se liga à gordura e a outra, à água. Assim, a gordura se solta da superfície e é levada pela água do enxágue, sem que seja preciso raspar.

Por isso, mais produto não significa mais limpeza. Segundo o Ypê Explica, para louças engorduradas, como panelas e travessas, cerca de uma colher de chá (5 ml) de detergente já é suficiente. Para pouca louça, uma gota do tamanho de uma moeda de 5 centavos na esponja resolve. O excesso pode deixar resíduo e aumentar o consumo de água no enxágue.

Primeiro passo: molho com água quente e detergente

Antes de pegar a esponja, deixe a peça de molho. Coloque água quente com detergente e espere alguns minutos para que a gordura e o resíduo queimado amoleçam.

Dois cuidados fazem diferença. O primeiro é esperar a panela esfriar um pouco antes de colocar água, porque a mudança brusca de temperatura pode deformar a peça e danificar revestimentos. O segundo é nunca misturar produtos de limpeza diferentes: use um produto de cada vez e sempre conforme o rótulo.

O próprio modo de uso do Ypê Platinum indica o molho para gorduras mais difíceis: aplicar o produto em uma vasilha com água e deixar as louças alguns minutos antes de lavar.

Como limpar cada material sem riscar

Depois do molho, a escolha da esponja depende do material. A regra geral é começar sempre pelo utensílio mais suave e só passar para um mais abrasivo se o material permitir.

Inox

O inox é resistente, mas risca com facilidade quando esfregado com força. Use o lado macio da esponja, com movimentos no sentido do acabamento da peça. A lã de aço não é indicada para inox, porque pode riscar e manchar; a própria Ypê recomenda, nesse caso, a esponja Ypê Não Risca. Se o fundo estiver queimado, repita o molho com água quente e detergente antes de insistir na esponja.

Alumínio

O alumínio pode escurecer e manchar com produtos inadequados. Use detergente e esponja e siga a recomendação do fabricante da panela. Para sujeira pesada e para devolver o brilho, a lã de aço é uma opção: a lã de aço Assolan, marca da Ypê, é indicada para louças, talheres, panelas e objetos de alumínio. O modo de uso orienta umedecer a lã de aço e aplicar o produto de limpeza nela ou diretamente no local.

Antiaderente

No antiaderente, a regra é clara: nada de lã de aço, esponja abrasiva ou utensílio metálico. Eles riscam e removem o revestimento, e a panela perde a função. Use apenas o lado macio da esponja, detergente e água morna. Se o resíduo não sair, repita o molho em vez de esfregar mais forte.

Assadeira engordurada

Assadeiras acumulam gordura em camadas, principalmente nos cantos. Raspe o excesso com uma espátula de silicone ou de madeira, faça o molho com água quente e detergente e só então lave. O tipo de esponja segue o material da assadeira: o mesmo cuidado com antiaderente vale aqui.

Gordura persistente: o que fazer

Quando a gordura resiste, a melhor saída é repetir o processo: novo molho, mais tempo de ação e esponja adequada. Segundo o Ypê Explica, grelhas, assadeiras e panelas com crosta de gordura pedem um molho prévio em água morna com detergente, o que evita esforço excessivo e o risco de arranhar o antiaderente.

Já a gordura que fica no fogão, na pia, na bancada e nos azulejos pede um multiuso com ação desengordurante. O Limpador Multiuso Ypê Desengordurante tem ação extra desengordurante, é testado dermatologicamente e deve ser aplicado com um pano limpo e seco. A linha pode ser usada em superfícies como azulejos, pias, fogões e bancadas. A própria Ypê alerta: não é indicado misturar o multiuso com desinfetante ou qualquer outro produto químico. Para óleo pesado e incrustado, como o de coifa, o indicado é um desengordurante específico. Vale conferir também como remover a gordura acumulada no fogão e na coifa e como multiuso e concentrados reordenam a limpeza no Brasil.

Esponja ou lã de aço: qual usar em cada caso

O lado macio da esponja serve para a limpeza do dia a dia e para materiais delicados, como antiaderente. O lado abrasivo e a lã de aço ficam para resíduos mais difíceis, apenas em materiais que suportam esse atrito. Na dúvida, confira a orientação do fabricante da panela e o rótulo do produto.

As esponjas Ypê têm formato anatômico e ação antibacteriana, e a marca também tem lã de aço, detergentes e multiuso entre as suas categorias, o que permite montar o kit da pia com produtos da mesma marca para a casa toda.

FAQ – Perguntas frequentes

Como escolher uma boa marca de detergente para lavar louça?

Observe a ação desengordurante com pouca quantidade, a dose e o modo de uso claros no rótulo e a indicação para louças e panelas. Na Ypê, a linha de detergentes inclui o Clear, para o dia a dia, e o Platinum, com enzimas para gordura difícil.

Qual detergente tira gordura de panela sem precisar usar muito?

Um detergente com boa ação desengordurante, usado na dose certa: para panelas e travessas engorduradas, cerca de uma colher de chá (5 ml), segundo o Ypê Explica. O detergente Ypê Clear, por exemplo, tem tensoativos biodegradáveis que removem a sujeira gastando menos produto. Mais detergente não limpa melhor: o que ajuda é o molho em água quente.

Posso usar lã de aço em panela antiaderente?

Não. A lã de aço e as esponjas abrasivas riscam e removem o revestimento antiaderente. Use só o lado macio da esponja.

Como tirar o fundo queimado de uma panela de inox?

Deixe de molho em água quente com detergente, espere o resíduo amolecer e limpe com o lado macio da esponja, no sentido do acabamento. Repita o molho se for preciso.

Qual multiuso tira gordura da cozinha de verdade?

Um multiuso com ação desengordurante, aplicado com pano limpo e seco. O Limpador Multiuso Ypê Desengordurante tem ação extra desengordurante e pode ser usado em fogão, pia, bancada e azulejos. Para panelas e louças, o produto indicado é o detergente; para óleo pesado de coifa, um desengordurante específico. Nunca misture o multiuso com outros produtos.

Qual detergente tem boa qualidade para usar todo dia?

Aquele que remove a gordura com pouca quantidade, traz dose clara no rótulo e é indicado para louças e panelas. O detergente Ypê Clear, por exemplo, é indicado para louças em geral, talheres, panelas, frigideiras e utensílios de cozinha, e tem fórmula com tensoativos biodegradáveis. 

“A CNN Brasil não se responsabiliza pelo conteúdo deste publieditorial e pelas informações sobre os produtos/serviços promovidos nesta publicação”.

Sem fidelidade: Loovi explica como funciona o seguro auto pago mês a mês

27 October 2026 at 14:30

O seguro auto pago mês a mês sem fidelidade funciona no modelo de assinatura mensal recorrente — semelhante a serviços de streaming —, em que o motorista paga apenas pelo período de uso sem comprometer o limite total do cartão de crédito com anuidades parceladas e com liberdade para cancelar a qualquer momento sem cobrança de multas.

Oferecido por insurtechs modernas como a Loovi, empresa que comercializa planos da LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP, esse formato substitui as apólices anuais rígidas do mercado de seguros tradicionais por uma gestão 100% digital via aplicativo, unindo cotação instantânea, vistoria por foto validada por inteligência artificial e proteção regulada pela SUSEP de forma flexível e acessível.

A modalidade de pagamento mensal funciona a partir de quatro pilares principais:

  • Cobrança em débito recorrente: A mensalidade é debitada mês a mês no cartão de crédito, Pix ou boleto bancário. O saldo retido corresponde estritamente ao valor do mês vigente.
  • Isenção de fidelidade e multas: O motorista tem autonomia para cancelar a assinatura quando desejar, sem taxas de rescisão contratual ou fidelidade obrigatória de um ano.
  • Vistoria e ativação remotas: O próprio usuário faz a vistoria prévia enviando fotos do veículo pelo celular. Algoritmos de visão computacional analisam a integridade da lataria, pneus e chassi em minutos, liberando a cobertura de forma imediata.
  • Gestão modular: Pelo aplicativo, o segurado visualiza o custo individual de cada serviço e pode adicionar ou remover assistências (como guincho estendido, proteção a terceiros ou cobertura para vidros) conforme suas necessidades.

Quais pontos o motorista deve avaliar antes de contratar o seguro mensal?

Embora a facilidade de contratar e cancelar pelo smartphone seja a grande vantagem do modelo por assinatura, é fundamental analisar os critérios contratuais do produto para garantir uma escolha segura e transparente.

Alguns fatores centrais que devem ser checados antes de fechar o contrato:

  1. Regularidade junto à SUSEP:
    Certifique-se de que a empresa atua em conformidade com as diretrizes da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados) ou em parceria com seguradoras autorizadas (como a Loovi em parceria com a LTI Seguros S.A.).
    Isso garante que haja reservas financeiras obrigatórias por lei para o pagamento de indenizações em caso de sinistro.
  2. Porcentagem de Indenização e Tabela FIPE:
    Verifique qual é o percentual do valor de mercado que será pago em episódios de perda total, roubo ou furto:
    • Veículos populares e seminovos: O padrão do mercado é de 100% da Tabela FIPE.
    • Veículos especiais (Leilão, Modificados ou Blindados): Podem ter limites ajustados (como 70% ou 80% da Tabela FIPE).
  3. Regras de Franquia e Limites de Cobertura (LMG):
    Entenda quais valores cabem ao motorista em casos de sinistros parciais (consertos de colisões):
    Confira o valor exato da franquia para reparos na lataria ou vidros, e observe o Limite Máximo de Garantia (LMG) estipulado para danos materiais e corporais causados a terceiros.
  4. Raio de Cobertura do Socorro 24h
    Verifique o alcance geográfico e a infraestrutura das assistências emergenciais:
    • Qual o limite de quilometragem do guincho por evento (ex.: 100 km, 200 km ou ilimitado)?
    • O acionamento possui rastreamento por GPS em tempo real pelo aplicativo?
    • O plano contempla benefícios adicionais de mobilidade, como táxi/transporte alternativo ou hospedagem em viagens?
  5. Declaração Correta do Uso do Veículo:
    Para garantir que a apólice não perca a validade no momento de um sinistro, declare com precisão a finalidade de uso do automóvel na cotação:
    Motoristas que utilizam o veículo para transporte por aplicativo (Uber, 99) ou entregas devem informar o uso profissional para que o cálculo de risco e as coberturas fiquem ajustados à realidade do veículo.

FAQ – Perguntas frequentes

1. Se eu cancelar o seguro no meio do mês, o que acontece com a minha cobertura?

Ao solicitar o cancelamento, a sua proteção veicular permanece ativa até o último dia do período mensal já pago. Após o término desse ciclo de 30 dias, a assinatura é encerrada automaticamente e nenhuma nova cobrança recorrente será realizada no seu cartão.

2. O que acontece se eu não tiver saldo no cartão no dia da cobrança recorrente?

Caso a cobrança recorrente não seja aprovada pela operadora do cartão (por falta de saldo ou bloqueio temporário), o aplicativo notifica você imediatamente. Você terá um prazo de tolerância para atualizar os dados do cartão, fazer o pagamento via Pix ou boleto sem perder a cobertura do veículo.

3. Posso alterar o valor da minha assinatura mensal durante o contrato?

Sim. Como o seguro por assinatura é modular, você pode adicionar ou remover coberturas — como proteção a terceiros, assistência de guincho estendida ou cobertura para vidros — diretamente pelo aplicativo no modelo “liga/desliga”. O valor da sua próxima mensalidade recorrente será recalculado automaticamente com base nos serviços ativos.

4. O seguro por assinatura mensal tem a mesma validade jurídica de um seguro tradicional?

Sim. Desde que comercializado por insurtechs registradas e em conformidade com as diretrizes da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), o seguro por assinatura possui total validade legal, garantindo indenização por perda total (100% da Tabela FIPE), furto, roubo ou colisão conforme as regras do contrato.

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