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- Israel: oposición busca alianzas tras elecciones en que ningún partido logró mayoría
Benjamin Netanyahu's Party Says Israeli Election Was ‘Stolen by Arab Parties’
Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu’s Likud party complained on Wednesday that this week's tumultuous election was “stolen by Arab parties that support terrorism and the elimination of the Jewish state.”
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- PBS NewsHour - The Latest
- Netanyahu's party claims Israeli election 'stolen' as results show him losing majority
Netanyahu's party claims Israeli election 'stolen' as results show him losing majority

- The Times of Israel
- With all votes counted, Netanyahu’s bloc has 53 seats, Eisenkot’s 48, Arab parties 19
With all votes counted, Netanyahu’s bloc has 53 seats, Eisenkot’s 48, Arab parties 19

Eleição de Israel: Veja resultado final e como Parlamento será dividido
O Comitê Central de Eleições de Israel divulgou nesta quinta-feira (29) o resultado final da votação para o Parlamento do país. Ele ainda será certificado em 4 de novembro e está sujeito a “pequenas alterações”, segundo as autoridades.
O partido Likud, de Benjamin Netanyahu, continua sendo a maior legenda no Parlamento, tendo conquistado 27 cadeiras. O Yashar, de Gadi Eisenkot, principal rival do primeiro-ministro, ficará com 21.
O bloco do premiê conquistou um total de 53 cadeiras, mas ficou aquém de assegurar a maioria, que seria de 61 cadeiras — o Knesset tem, ao todo, 120 lugares.
Por sua vez, a oposição também falhou na tentativa de conquistar maioria: o bloco assegurou 48 assentos.
Os partidos árabes, agrupados na Lista Conjunta e no Ra’am, conseguiram um resultado expressivo, com 19 cadeiras. Assim, podem ser importantes para as alianças de formação de novo governo.
Veja como ficará a distribuição do Parlamento de Israel:
- Likud: 27 cadeiras
- Yashar!: 21 cadeiras
- B’Yachad: 12 cadeiras
- Lista Conjunta: 11 cadeiras
- Os Democratas: 8 cadeiras
- Ra’am: 8 cadeiras
- Yisrael Beiteinu: 7 cadeiras
- Otzma Yehudit: 7 cadeiras
- Yahadut HaTorah: 7 cadeiras
- Shas: 6 cadeiras
- Religious Zionism: 6 cadeiras
Ao todo, 5.716.665 votos foram contabilizados. Destes, 5.690.778 foram considerados válidos, enquanto 25.887 votos foram invalidados.
O comparecimento de eleitores às urnas foi o mais alto em décadas, com 77,9%.
Veja o número de votos por partido
-
Likud, partido de Netanyahu, lidera com 1.167.458 votos válidos (20,52%)
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Yashar, partido de Gadi Eisenkot, com 913.502 votos (16,05%)
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Juntos, partido liderado pelo ex-primeiro-ministro Naftali Bennett, com 531.414 votos (9,34%)
-
Lista Conjunta, aliança de partidos árabes, com 500.147 votos (8,79%)
-
Os Democratas, partido liderado por Yair Golan, com 366.352 votos (6,44%)
- Yisrael Beytenu, de Avigdor Lieberman, com 337.413 votos (5,93%)
- Ra’am (Lista Árabe Unida), com 337.253 votos (5,93%)
-
Otzma Yehudit, partido de Itamar Ben-Gvir, com 326.624 votos (5,74%)
-
Judaísmo Unido da Torá, com 312.604 votos (5,49%)
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Shas, partido religioso sefardita, com 299.506 votos (5,26%)
-
Sionismo Religioso, de Bezalel Smotrich, e Zehut, de Moshe Feiglin, com 290.451 votos (5,10%)
O que acontece agora?
Depois que os resultados forem certificados, o processo eleitoral passa para o presidente de Israel, Isaac Herzog.
Em uma série de reuniões em Jerusalém, Herzog iniciará uma rodada de consultas durante a qual cada partido eleito recomendará seu candidato ao cargo de primeiro-ministro.
Com base nessas recomendações, o presidente encarregará um dos candidatos com a tarefa de tentar formar um governo.
Depois de receber a incumbência, o candidato iniciará semanas de negociações políticas sobre cargos ministeriais, prioridades orçamentárias e compromissos de governo.
Essa pessoa designada pelo presidente terá um prazo de 28 dias — provavelmente prorrogável por mais 14 dias — para formar um governo.
Se não conseguir, o presidente israelense passará a incumbência a outro candidato, que terá mais quatro semanas.
Se essa segunda tentativa também fracassar, o Parlamento terá um curto prazo para apresentar outro candidato. Caso isso não aconteça, o país irá automaticamente a novas eleições.
Eleições em Israel: Bloco de Netanyahu não conquista maioria no Parlamento
A coalizão do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, não conseguiu obter maioria no Knesset, o Parlamento de Israel, nas eleições gerais do país.
O bloco formado por partidos de direita e ultraortodoxos obteve 53 cadeiras, abaixo das 61 necessárias para formar a maioria.
Os resultados finais foram divulgados pela Comissão Central de Eleições de Israel, após a conclusão da contagem dos votos e a revisão dos dados.
Leia Mais:
Já Likud, partido do primeiro-ministro, liderou a disputa, conquistando 27 das 120 cadeiras do Knesset.
O partido foi o mais votado, seguido pelo Yashar, do ex-chefe militar e principal rival de Netanyahu, Gadi Eisenkot, que garantiu 21 assentos. O Juntos, do ex-premiê, Naftali Bennett, por sua vez, conquistou 12 cadeiras, enquanto a Lista Conjunta, da aliança de partidos árabes, ficou com 11.
Os Democratas e o Ra’am terão oito representantes cada. Já o Yisrael Beytenu, o Otzma Yehudit e o Judaísmo Unido da Torá conquistaram sete cadeiras cada. O Shas e o Sionismo Religioso ficaram com seis assentos cada.
Ao todo, 11 listas de candidatos conseguiram superar a cláusula de barreira (de 3,25% dos votos) e terão representantes no Parlamento israelense. As demais candidaturas não atingiram o percentual mínimo exigido para conquistar cadeiras.
Segundo a Comissão Central de Eleições, o comparecimento às urnas foi de 77,9%. Foram contabilizados 5.716.665 votos, dos quais 5.690.778 foram considerados válidos e 25.887, inválidos.
Veja o número de votos por partido
-
Likud, partido de Netanyahu, lidera com 1.167.458 votos válidos (20,52%)
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Yashar, partido de Gadi Eisenkot, com 913.502 votos (16,05%)
-
Juntos, partido liderado pelo ex-primeiro-ministro Naftali Bennett, com 531.414 votos (9,34%)
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Lista Conjunta, aliança de partidos árabes, com 500.147 votos (8,79%)
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Os Democratas, partido liderado por Yair Golan, com 366.352 votos (6,44%)
- Yisrael Beytenu, de Avigdor Lieberman, com 337.413 votos (5,93%)
- Ra’am (Lista Árabe Unida), com 337.253 votos (5,93%)
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Otzma Yehudit, partido de Itamar Ben-Gvir, com 326.624 votos (5,74%)
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Judaísmo Unido da Torá, com 312.604 votos (5,49%)
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Shas, partido religioso sefardita, com 299.506 votos (5,26%)
-
Sionismo Religioso, de Bezalel Smotrich, e Zehut, de Moshe Feiglin, com 290.451 votos (5,10%)
O que acontece agora?
As autoridades israelenses têm até o dia 4 de novembro para certificar os resultados. Enquanto isso, o presidente israelense, Isaac Herzog, realizará uma rodada de consultas com todos os principais líderes partidários.
Na sequência, ele convidará os líderes que, em sua avaliação, possuem as maiores chances de formar um governo. Esse processo pode levar semanas.
O primeiro líder designado tem 28 dias para formar um governo, com a possibilidade de uma prorrogação de 14 dias caso não consiga fazê-lo.
Se o primeiro candidato não obtiver sucesso, o presidente pode transferir a incumbência para um segundo candidato, que terá 28 dias para formar um governo.
Caso a segunda tentativa também fracasse, a maioria dos membros do Knesset pode solicitar ao presidente que encarregue um terceiro candidato, que terá, então, 14 dias para montar uma coalizão.
Se tudo isso falhar, haverá uma nova eleição.
(Com informações de Kara Fox e Tal Shalev, da CNN)
Knesset, Likud: Entenda os principais termos da eleição de Israel
Retired Israeli general on what the election results tell us

Israel kills six Palestinians in Gaza on eve of announcement of election results
The Israeli military intensified its deadly attacks on Palestinians in different parts of the Gaza Strip in the last 24 hours that preceded the announcement of the Knesset election results, which are expected by the morning of Friday, October 30.
Read more: Israel’s elections: all roads lead to genocide
At least six Palestinians were killed and dozens of others wounded in Israeli strikes that targeted different areas of the war-torn enclave.
The fatalities include four government employees, who were killed in an Israeli strike on the Ministry of Economy in the Al-Mawasi area, west of the southern city of Rafah. Thirty others were wounded in the same offensive.
The Gaza-based government media office condemned the assault in a statement published on Telegram, describing it as “a new crime and a horrific massacre that targeted a group of civilian public-sector employees.”
It added that “targeting government teams and civilian public employees is part of the organized crime that the Israeli occupation has practiced, and a malicious exposed attempt to push towards chaos and disorder by undermining the work of government crews and institutions, which seek to maintain the stability and safety of society.”
Meanwhile, two people were killed and several others were wounded when an Israeli drone struck a civilian vehicle near the entrance to the Al-Maghazi refugee camp, in the central Deir al-Balah Governorate.
The latest deaths take the toll of people killed by Israel in Gaza since the US-brokered ceasefire deal was reached in October 2025 to more than 1,574 people, with 5,867 others wounded, according to Gaza’s Health Ministry.
The ministry also reported that at least 74,570 people have been killed since Israel started its genocidal aggression on the besieged strip in October 2023.
Como Israel pode sair do impasse eleitoral e formar um novo governo?
As eleições em Israel nesta semana terminaram sem que um bloco político conseguisse garantir clara maioria no Parlamento, o que deve gerar negociações delicadas para formação de um novo governo.
Benjamin Netanyahu permanecerá no cargo como primeiro-ministro interino, mas enfrenta um Parlamento com maioria da oposição que busca destituí-lo.
Aqui estão alguns cenários que podem acontecer nos próximos dias e meses.
Outra eleição
Após a divulgação dos resultados finais oficiais das eleições — o que deve ocorrer na próxima semana –, o presidente de Israel, Isaac Herzog, iniciará consultas com representantes dos partidos e, em seguida, indicará o candidato que considerar ter as melhores chances de formar um governo.
Se o candidato não conseguir formar um governo, outro poderá tentar e, caso esse também falhe, o Knesset poderá indicar outro. Há um prazo de cerca de 100 dias para esse processo.
Se ninguém tiver sucesso, será realizada outra eleição.
Herzog afirmou na quarta-feira (28) que tudo deve ser feito para evitar uma nova eleição e pediu aos partidos que participarem das consultas com ele com a mente aberta.
Governo de unidade
O partido Likud, de Netanyahu, que ainda deve conseguir a maior quantidade de assentos no Knesset, poderia formar uma coalizão com partidos de oposição de centro e de direita, como o Yashar, de Gadi Eisenkot — o segundo maior partido —, o “Israel, Nosso Lar”, de Avigdor Lieberman, e a facção “Juntos”, de Naftali Bennett.
Esse agrupamento garantiria 66 cadeiras, uma maioria no Parlamento de 120 cadeiras.
No entanto, essa opção parece remota neste momento, pois significaria que Netanyahu provavelmente teria que abandonar seus aliados políticos “naturais”: os partidos de ultradireita e os judeus ultraortodoxos.
Além disso, os partidos da oposição teriam que quebrar sua principal promessa aos eleitores, que era destituir Netanyahu.
Ainda assim, se nenhum dos lados conseguir formar um governo ao final de semanas de negociações prolongadas, um governo de unidade poderá surgir como última opção.
A retomada dos confrontos com o Irã, ou com outros atores, também poderia aproximar os lados.
Governo de minoria de Eisenkot
Se Herzog escolher Eisenkot primeiro, ele poderia tentar formar um governo com os aliados “naturais” do Yashar — Juntos, Os Democratas e Israel, Nosso Lar — apoiado pelos dois partidos árabes de Israel, mesmo que eles não sejam integrantes desse governo: Ra’am e a Lista Conjunta.
A coalizão de Eisenkot somaria 48 cadeiras, de acordo com a última apuração de votos, com os partidos árabes somando 19 cadeiras, o que, juntos, alcançaria uma maioria de 67 cadeiras.
Mas, mesmo que Eisenkot volte atrás em sua promessa de campanha de não incluir partidos árabes no governo e aceite o apoio deles, seria difícil convencer muitos israelenses, cujas atitudes em relação à minoria árabe de Israel se endureceram ainda mais desde o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023.
Netanyahu concentrou sua campanha em deslegitimar o apoio dos partidos árabes, que alcançaram níveis recordes nas eleições.
Por enquanto, apenas o partido “Os Democratas”, de centro-esquerda, se manifestou publicamente pedindo a inclusão desses partidos.
Ambos os partidos árabes sinalizaram que estão dispostos a cooperar com a chapa de Eisenkot.
O Ra’am integrou-se ao governo de Naftali Bennett em 2021, a primeira vez que um partido árabe independente entrou em uma coalizão israelense. Esse governo caiu após 18 meses.
Netanyahu com maioria para um governo de direita
A coalizão de Netanyahu deve sair das 64 cadeiras que detém no Parlamento para 53, de acordo com os últimos resultados eleitorais.
Mas o líder mais longevo de Israel é visto como um dos políticos mais habilidosos do país e poderia dividir a oposição ao atrair integrantes de seus partidos para o seu lado.
Ele já conseguiu fazer isso antes, inclusive como líder da oposição na corrida para as eleições de 2022, das quais saiu vitorioso. Mas a coalizão contra a qual ele lutava na época tinha uma vantagem muito menor e ele não precisou de muitos desertores para desestabilizar seus rivais políticos.
La guerra contro l’Iran e il “terribile potere del denaro”
Netanyahu sta dicendo a Trump che ora deve portare a termine l’opera di distruzione dell’Iran
Il «Grande Progetto» volto a «mantenere [la civiltà occidentale] al vertice del mondo» (come ha affermato il Segretario di Stato statunitense Marco Rubio) richiede che gli strumenti per garantire l’obbedienza siano di due tipi: La creazione di un fervore rivoluzionario distruttivo dal basso (oggi definito «cambio di regime»); e, in secondo luogo, l’uso di ciò che Theodore Herzl, in una famosa frase, definì «il terribile potere del denaro di esercitare una pressione irresistibile sulla politica internazionale», al fine di cooptare gli strati dominanti in una rete di potere che promuovesse il «progetto» del Grande Disegno.Questo è ciò che stiamo osservando nella guerra di Trump contro l’Iran.
L’attacco israelo-americano del giugno 2025 era principalmente un attacco di decapitazione volto a neutralizzare sia la leadership politica che quella militare dell’Iran, mentre elementi armati addestrati dal Mossad, il MEK e i separatisti baluchi tra gli altri sarebbero stati infiltrati in Iran per fomentare la rivoluzione dalla base. A quel tempo, il figlio dell’ex Scià – in modo poco plausibile – veniva presentato ai media occidentali come il futuro leader dell’Iran.
Non ha funzionato. E ora Netanyahu sta sostenendo che Israele disponga di «nuove prove» del fatto che l’Iran si stia orientando verso la produzione di un componente bellico nell’ambito del proprio programma nucleare. Sta dicendo a Trump che ora deve portare a termine l’opera di distruzione dell’Iran. E per motivare ulteriormente Trump, il principale quotidiano israeliano Ma’ariv riporta che Israele ha trasmesso direttamente alla Casa Bianca i sondaggi del Likud, secondo cui Netanyahu potrebbe vincere le elezioni israeliane del 27 ottobre. Secondo l’articolo, queste informazioni del Likud (che contraddicono la maggior parte degli altri sondaggi israeliani) hanno spinto Trump a esprimere il proprio pieno sostegno elettorale a Netanyahu.
Allo stesso tempo, i miliardari filosionisti stanno esercitando il «terribile potere del denaro» su Trump: «Non accetteremo nulla di meno della sconfitta dell’Iran. Se continuerà a cercare un accordo, le ritireremo il nostro sostegno finanziario».
Alti funzionari della sicurezza israeliani, sia in carica che in pensione, confutano tuttavia la necessità di un attacco imminente all’Iran e l’affermazione di Netanyahu relativa a nuove prove che l’Iran si stia muovendo verso l’arma nucleare –il Capo di Stato Maggiore delle Forze di Difesa Israeliane (IDF) Zamir ha dichiarato al Canale 13 israeliano: «Non vediamo la necessità di attaccare l’Iran prima delle elezioni»; Il principale stratega militare israeliano Udi Evental ha messo in guardia: «Una guerra per ostacolare le elezioni e la democrazia, non per ostacolare il programma nucleare dell’Iran. Netanyahu, che si sospetta sia immerso fino al collo in considerazioni politiche e personali estranee alla questione, non è idoneo a prendere una decisione del genere. Non glielo si deve permettere».
Che esistano o meno prove del genere non ha davvero importanza. Probabilmente non esistono. L’affermazione costituisce semplicemente il pretesto con cui si sta esortando gli Stati Uniti ad agire per ‘portare a termine l’opera’ contro l’Iran. Come sempre, Netanyahu ha dichiarato negli ultimi giorni: «L’Iran sta ancora una volta cercando di sviluppare le sue armi di morte… C’è un solo modo per eliminare questa minaccia una volta per tutte: rovesciare il regime in Iran, e questa è la mia direttiva all’IDF, al Mossad e alle agenzie di sicurezza».Un alto funzionario iraniano ha dichiarato a Drop Site che l’attuale valutazione dei servizi segreti interni di Teheran indica un’elevata probabilità che possano iniziare bombardamenti su larga scala – anche prima delle elezioni israeliane di martedì.
Il punto è che all’Iran non interessa chi vincerà le elezioni di medio termine, né chi conquisterà la presidenza degli Stati Uniti nel 2028. Per la leadership iraniana è tutto uguale. Comprendono bene il concetto del «Grande Disegno» (come potrebbero non farlo?).In Iran è ben chiaro che il Paese è impegnato in una lunga guerra contro l’intero blocco atlantista: Israele, i suoi servizi di intelligence, i suoi arsenali, i suoi satelliti, la sua industria militare e la sua macchina mediatica. Non importa se alla Casa Bianca ci sia un repubblicano o un democratico. Gli alti funzionari iraniani ritengono che entrambi i partiti siano stati comprati dal terribile potere sionista del denaro.
Comprendere il «Progetto» significa comprendere che la classe dei finanziatori sionisti non si accontenterà mai di un «accordo o compromesso». Essi sostengono con certezza che l’Iran alla fine verrebbe meno a qualsiasi acconsentimento ipotizzato alle richieste statunitensi. Gli israeliani e i loro alleati della classe dei finanziatori semplicemente non credono (e lo ripetono incessantemente) che l’Iran accetterebbe mai di sottomettersi a Israele, né di accettare il dominio politico e culturale degli Stati Uniti. Potrebbero avere ragione. Perché? Semplicemente perché l’Iran possiede una civiltà profonda, che affonda le sue radici in un complesso di credenze e pratiche specificamente persiano-iraniane risalenti al secondo millennio a.C.: il mazdeismo, una cosmologia del dramma divino, rappresentata dalla lotta continua tra Luce e Oscurità.
Il rinomato studioso, il professor Henri Corbin, ha sostenuto che «l’Iran era situato in una posizione centrale… non essendo solo una nazione o un impero, ma un universo spirituale». Egli concepiva quindi l’Iran come una forza mediatrice, sia geograficamente che metafisicamente.
Per millenni, gli iraniani hanno percepito il mondo come dotato di una chiara dimensione metafisica – e di una storia. È quindi improbabile che possano essere attratti da un atteggiamento materialistico e nichilista di stampo occidentale. Gli Stati civilizzatori, siano essi l’Iran o la Russia, che abbracciano valori contrari non soccomberebbero mai al «Grande Disegno». Di conseguenza, devono essere distrutti.
Cosa significa questa storia metafisica? Significa che l’Iran si sta preparando alla guerra, non a un «accordo». Mohsen Rezaei, segretario del Consiglio Supremo di Sicurezza Nazionale iraniano e rappresentante personale della Guida Suprema, l’Ayatollah Mojtaba Khamenei, ha affermato che, «Se la domanda è se l’Iran abbia ancora la capacità di proseguire le operazioni con missili e droni [in caso di attacco], la risposta è “sì” … Gli Stati Uniti dispongono di risorse preziose nella regione. In caso di guerra, anche cavi, centri dati e strutture di intelligenza artificiale potrebbero rientrare nel raggio d’azione. Se il conflitto dovesse riprendere, avremo un piano più ampio». «Tutti devono comprendere che un’azione contro l’Iran comporta un costo».
Alti funzionari iraniani ritengono che la guerra sia imminente. L’Iran dispone di piani di ampia portata (in caso di attacco) che coinvolgono anche l’Arabia Saudita e la sua leadership, ha lasciato intendere un alto funzionario iraniano. Karl Miller (dal campo) afferma che, a questo proposito, un quarto della produzione petrolifera saudita è già stato distrutto e che i danni causati dagli attacchi di rappresaglia di AnsarAllah interessano l’intera catena produttiva saudita – «dalla testa di pozzo alla stazione di servizio» – e che l’Arabia Saudita sta colmando il deficit attingendo alle proprie riserve.
Il rapporto di Miller, citato da Larry Johnson, avverte che,«se i canali di esportazione dell’Arabia Saudita dovessero chiudersi, il suo petrolio non avrebbe altra destinazione se non le proprie raffinerie, le proprie centrali elettriche e i propri serbatoi di stoccaggio. Una volta che lo stoccaggio fosse pieno, si raggiungerebbe all’incirca il limite massimo di produzione che l’Arabia Saudita potrebbe mantenere. Se Ras Tanura e Yanbu venissero chiusi contemporaneamente, il Regno sarebbe costretto a chiudere la maggior parte dei propri giacimenti petroliferi. Questo è esattamente lo scenario che la campagna di Ansar Allah contro l’oleodotto, il Mar Rosso e i terminali del Golfo è volta a provocare». «Qualsiasi nuova campagna americana o israeliana contro l’Iran si abbatterà su un sistema energetico saudita che non dispone più di margini per assorbirla», osserva Larry Johnson.
Qualsiasi nuovo attacco all’Iran, per estensione, significherà la fine del Golfo così come lo conosciamo, la fine del petrodollaro e la fine del Golfo come principale fornitore di liquidità per Wall Street e il mondo della tecnologia.
Ciononostante, secondo quanto riferito, Trump avrebbe affermato che gli Stati Uniti non stanno attualmente negoziando con l’Iran e che qualcosa accadrà «molto presto».
Forse. (Ma con Trump tutto si riduce a speculazioni). Se però sta bluffando, non funzionerà, e la sua umiliazione sarà ancora più profonda.
Un uomo che conosce Trump meglio di molti altri (avendo scritto quattro libri su di lui), Michael Wolff, sostiene che se i Democratici vinceranno nelle elezioni di medio termine del 3 novembre –
«Cercheranno di far capire al mondo che è “un nuovo giorno”. Trump, dal canto suo, cercherà di far capire al mondo che è ancora lui a controllare la scena. Ci sarà una serie di eventi di questo tipo (come una presunta invasione di Cuba, ad esempio) di portata superiore a qualsiasi cosa possiamo immaginare. Non si mostrerà umile. Il concetto di umiltà non esiste nell’animo di Donald Trump. Pertanto, farà esattamente il contrario».
«Non ritirarsi, ma attaccare».
- The Times of Israel
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Netanyahu accused of smearing Arab voters to hold on to power
Prime minister claims Arab Israeli parties used foreign backing to steal elections, in which his coalition lost its majority
Benjamin Netanyahu has been accused of using smear tactics to cling to power, after he claimed that Arab Israeli parties had used foreign backing to “steal” Tuesday’s election, in which the prime minister’s coalition lost its parliamentary majority.
Netanyahu and his allies called on the internal security service, Shin Bet, to investigate alleged vote buying and other irregularities in Palestinian communities in Israel, supposedly funded by foreign money.
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© Photograph: Jalaa Marey/AFP/Getty Images

© Photograph: Jalaa Marey/AFP/Getty Images

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Israel’s election yielded a stalemate. Which means Netanyahu won

- The Times of Israel
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Maioria de 61 cadeiras gera governo fraco em Israel, diz especialista
A formação de um governo com apenas 61 cadeiras no Knesset, o Parlamento de Israel, é viável, mas resulta em uma administração extremamente frágil e suscetível a colapsos. A avaliação é de Samuel Feldberg, diretor acadêmico da StandWithUs Brasil, em entrevista à CNN.
Segundo Feldberg, a margem mínima de 61 cadeiras torna o governo vulnerável a qualquer dissidência interna. “Qualquer um que acorda com dor de barriga e decide não apoiar o governo, o governo cai”, afirmou.
Ele citou como exemplo o governo anterior, derrubado por uma discussão sobre a permissão de determinados alimentos nos hospitais durante a Páscoa Judaica. “Não foi nenhuma questão nuclear do Irã ou relação com os Estados Unidos ou entrega da Cisjordânia para os palestinos — uma questão alimentar, trivial, diária derrubou o governo”, destacou.
Fragilidade estrutural do sistema parlamentar israelense
Para Feldberg, um governo verdadeiramente estável em Israel precisaria de ao menos 65 ou 66 cadeiras. Ele também ressaltou que o presidente israelense não dispõe de instrumentos de coerção para influenciar o processo de formação de coalizão.
“O presidente tem que decidir para quem ele dá o mandato para formar a coalizão, mas ele não consegue trazer as partes para uma negociação e obrigá-los a formar um governo de coalizão”, explicou.
O especialista também mencionou a possibilidade de manobras legislativas após a posse dos novos membros do parlamento.
Segundo ele, a oposição, que inclui partidos árabes, poderia assumir o controle da presidência do parlamento — responsável por definir as pautas — e eventualmente legislar para impedir que candidatos sob investigação ou julgamento participem de processos eleitorais. “Isso eliminaria Netanyahu do processo eleitoral se houvesse novas eleições”, afirmou Feldberg.
O papel de Lieberman no cenário político israelense
Feldberg também traçou um perfil do ex-ministro da Defesa de Israel e líder do partido Yisrael Beiteinu, Avigdor Lieberman, descrito como uma “raposa política” com longa trajetória no parlamento e no governo israelense.
De acordo com o especialista, Lieberman surgiu como representante dos imigrantes que chegaram da União Soviética após seu desmembramento, no início da década de 1990, consolidando-se posteriormente como uma figura da direita israelense — sem, contudo, ser associado à extrema direita.
“Ele não tem nada a ver com Ben-Gvir ou com Smotrich, mas tem posições muito firmes na direita israelense”, disse.
A plataforma eleitoral de Lieberman, segundo Feldberg, sempre foi historicamente radical contra a população árabe em Israel. Sua proposta mais controversa prevê a troca de territórios com os palestinos, mantendo os assentamentos na Cisjordânia, mas entregando a um eventual Estado palestino áreas israelenses habitadas predominantemente por árabes.
“Diminui a população árabe em Israel, entregando território onde vive predominantemente a população árabe”, explicou. A proposta nunca foi aprovada nem cogitada seriamente. Vale lembrar que a população árabe israelense representa cerca de 20% do total — o equivalente, em termos proporcionais, a mais de 40 milhões de eleitores no Brasil.
- The Times of Israel
- Daily Briefing Oct. 29 – After election dust settles, who will be the last man standing?
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- The Times of Israel
- Election committee chief instructs Shin Bet to probe suspicion of foreign influence on vote
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- Il Fatto Quotidiano
- Israele al bivio: l’autogol dell’opposizione fa il gioco di Netanyahu. E ora l’attacco all’Iran è più vicino
Israele al bivio: l’autogol dell’opposizione fa il gioco di Netanyahu. E ora l’attacco all’Iran è più vicino
Scrivo questo post con grande rammarico, ma con una netta consapevolezza del quadro politico israeliano all’indomani di queste elezioni. Pare che una grande fetta dell’elettorato viva consapevolmente accettando la minaccia di un isolamento internazionale, di sanzioni economiche, di un conflitto perenne e di ben sei o sette fronti aperti con i paesi vicini o lontani. Altrimenti l’esito di questo voto non sarebbe spiegabile.
Benjamin Netanyahu – il principale responsabile, come primo ministro, della sciagura del 7 ottobre e del massacro compiuto da Hamas; colui che ha rifiutato qualsiasi commissione d’inchiesta; colui che a due o tre giorni dalle urne ha proposto come soluzione economica il passaggio a un’economia basata sulle criptovalute; colui che alla vigilia del voto ha diffuso un’immagine creata dall’intelligenza artificiale che mostrava Tel Aviv sotto una bomba atomica iraniana – questo leader politico non solo non ha perso il suo potere, ma ha riscosso un ampio consenso.
Che cosa possiamo dedurre da questo esito? A mio avviso, che molti israeliani non comprendono la reale posizione internazionale del proprio paese e, con il loro voto, finiscono per attirare sanzioni, minacce e guerre. Dopo il risultato di martedì notte, Netanyahu si sentirà autorizzato dal suo popolo – che è anche il mio – a sferrare all’Iran quello che definirà un “attacco preventivo”. Se a questo aggiungiamo l’incertezza del quadro politico americano, vediamo come ancora una volta il Medio Oriente rischi di incendiarsi.
L’elettorato di Netanyahu è un fenomeno peculiare. Stanotte, mentre seguivo l’evoluzione dei dati dagli exit poll fino ai risultati reali, mi è tornato in mente un evento storico traumatico che tutti i lettori conoscono bene. Netanyahu vinse le elezioni per la prima volta dopo l’assassinio di Yitzhak Rabin: si candidò contro Shimon Peres, premio Nobel e statista di caratura mondiale, riuscendo a prevalere a pochi mesi dall’uccisione di Rabin per mano di un terrorista dell’ultradestra.
Perché collego quell’evento al voto di oggi? Perché l’elettorato di Netanyahu ragiona esattamente come la tifoseria di una squadra di calcio: non c’è un’analisi razionale sull’operato del governo, sull’andamento dell’economia, sulla sicurezza reale dei cittadini, sulla qualità del sistema scolastico o sulle pensioni. Nonostante negli ultimi quattro anni tutti questi ambiti abbiano registrato fallimenti, gli elettori non valutano questi aspetti: tifano per Netanyahu a prescindere dal piano politico.
La prova è semplice: solo tre o quattro giorni fa, Netanyahu ha ammesso apertamente che Israele rischia le sanzioni e che gli Stati Uniti stanno cambiando atteggiamento, sostenendo che tali sanzioni si potrebbero aggirare con le criptovalute. Poi ha agitato la minaccia dell’atomica iraniana, dimenticando che solo sei mesi fa dichiarava che gli attacchi preventivi avevano già distrutto ogni capacità nucleare dell’Iran. La logica e la verità sono diventate del tutto opzionali per questo elettorato.
Nella giornata di giovedì terminerà lo scrutinio delle elezioni israeliane. Nel momento in cui scrivo si sta verificando l’esito delle ultime 400.000 buste, ma non è un motivo per sperare in un cambiamento per come lo avevamo immaginato. Adesso il blocco di Netanyahu ha 53% e il blocco di Eisenkot ha 48. I dati ufficiali definitivi non cambieranno questo esito: nelle campagne precedenti le “doppie buste” (il sistema per il voto a distanza o fuori sede) hanno sempre mostrato una leggera tendenza verso la destra.
La parola cambiamento è tornata molto in queste settimane. Se veramente le forze democratiche, che nella società israeliane credono in uno Stato democratico e liberale, vogliono operare un reale cambiamento, allora devono invitare i partiti arabi – che sono i grandi vincitori di quest’ultima tornata elettorale – a governare insieme con il blocco di Eisenkot. Vorrei aggiungere, come israeliano che vive fuori del suo paese, nella cosiddetta “diaspora”, che se nell’establishment occidentale qualcuno avesse osato dire sugli ebrei le cose che i partiti legittimi di governo, ma anche di opposizione, dicono degli arabi israeliani, allora tutti noi ebrei della diaspora grideremmo all’antisemitismo: è ora di finirla con questa retorica e andare verso il cambiamento perché a mio avviso è l’unica strada per il futuro di Israele. Scelte diverse porteranno a un paese boicottato, invischiato in guerre continue con i suoi vicini, senza più alcuna prospettiva di pace.
Ma c’è un’altra questione che va analizzata con pari durezza: anche il cosiddetto “blocco del cambiamento” – i partiti di Gadi Eisenkot, Naftali Bennett, Yair Lapid e Avigdor Lieberman – ha commesso un errore politico gravissimo e imperdonabile. Rifiutando a più riprese qualsiasi ipotesi di governo con i partiti arabi, hanno ceduto a pregiudizi ideologici e compiuto un autogol strategico clamoroso. Nel tentativo di escludere dall’esecutivo i rappresentanti del 20% della popolazione israeliana, hanno finito per fare il gioco di Netanyahu. Se i partiti che intendono fermarlo si alleassero con i partiti arabi israeliani, avrebbero i numeri per bloccare la formazione di un nuovo governo di destra o di estrema destra.
Il modo in cui è stata trattata la popolazione araba israeliana in questi ultimi anni è intollerabile: un clima di aperto disprezzo e ostilità. La violenza e gli omicidi all’interno di questa comunità hanno raggiunto livelli mai visti prima. E il ministro della Sicurezza Nazionale, Itamar Ben-Gvir, ha agito deliberatamente in questa direzione, considerando gli arabi israeliani come quinte colonne o collaboratori dei palestinesi. Ogni giorno si assiste a incursioni nei territori e ad azioni alimentate da frange estremiste armate.
Tutto ciò è gravissimo. I partiti arabi hanno ottenuto un’alta affluenza perché i cittadini sono usciti a votare per rispondere alle offese di Ben-Gvir. Rifiutarsi di collaborare con loro solo perché arabi è di una cecità politica inaccettabile per uno Stato che ospita una minoranza così consistente. Gli israeliani devono decidere se vogliono vivere in un paese in cui tutte le rappresentanze politiche legittime possono governare, o se intendono affermare che il 20% della popolazione ha diritto di voto ma non di governo. Agli occhi del mondo, questo è l’ennesimo segnale di una società discriminatoria con venature di apartheid — una deriva che non aiuta Israele e che, al contrario, aumenta i rischi per le comunità ebraiche in tutto il mondo.
L’atteggiamento verso la popolazione araba mi sdegna profondamente anche per un motivo molto concreto, legato al sistema sanitario: oltre il 20% dei medici e degli infermieri negli ospedali israeliani sono arabi, così come quasi il 50% dei farmacisti. Sono loro a curare i nostri anziani, i nostri genitori e i nostri figli, e lo fanno con immensa dedizione.
Una società che affida la propria salute a questi professionisti e poi nega valore politico al loro voto si macchia di un’ipocrisia inaccettabile, riducendoli a semplici servitori utili nel momento del bisogno. E così facendo, ci si consegna nuovamente nelle mani di Netanyahu e dell’estrema destra.
Tuttavia, temo che nei prossimi giorni Netanyahu possa ritenere legittimato un attacco all’Iran. E il capo di Stato Maggiore Eyal Zamir, che prima delle elezioni aveva sollevato forti perplessità evidenziando come l’azione non fosse dettata da reali esigenze di sicurezza nazionale, si troverà ora nell’impossibilità di frenarlo, poiché il voto popolare viene usato per legittimare l’ennesima escalation. A Netanyahu poco importa se l’intelligence americana conferma che non ci sono movimenti o minacce imminenti nei siti nucleari iraniani: gli basterà appagare le aspettative della sua tifoseria elettorale.
L'articolo Israele al bivio: l’autogol dell’opposizione fa il gioco di Netanyahu. E ora l’attacco all’Iran è più vicino proviene da Il Fatto Quotidiano.