Normal view
- teleSUR Español
- Mozambique invita a empresas agroindustriales de países BRICS a invertir desarrollo agrícola
China’s Xi Jinping Congratulates Marxist Lula on Dubious Brazil Election Win
Genocidal Chinese dictator Xi Jinping personally congratulated Luiz Inácio Lula da Silva on Tuesday after Brazil affirmed his victory in this year’s presidential election, extending his rule for a fourth term in office.
The post China’s Xi Jinping Congratulates Marxist Lula on Dubious Brazil Election Win appeared first on Breitbart.
Egipto planea construir nuevos reactores en la central nuclear El-Dabaa tras 2030
Brasil amplía la red de telesalud y supera los 12 millones de procedimientos
- teleSUR Español
- BRICS propone nuevas herramientas para impulsar la cooperación industrial con África
BRICS propone nuevas herramientas para impulsar la cooperación industrial con África
- Strategic Culture Foundation
- Devemos esperar alguma mudança na política externa no próximo governo de Lula?
Devemos esperar alguma mudança na política externa no próximo governo de Lula?
Por motivos geográficos inevitáveis e por uma diminuição da autonomia psicossocial, a política brasileira é extremamente dependente dos câmbios políticos que ocorrem de tempos em tempos nos EUA.
Junte-se a nós no Telegram
, X
e VK
.
Escreva para nós: info@strategic-culture.su
Estando confirmada a vitória eleitoral de Lula (e apesar das controvérsias e da crise que perduram) agora é o momento de refletir sobre a possibilidade de mudanças significativas na política externa do presidente do Brasil em seu 4º mandato, que durará até 2030.
Uma pequena revisão das posições assumidas ao longo deste mandato que começou em 2023 se faz necessária.
Numa lista que não deve ser considerada exaustiva, Lula: 1) Reativou a participação brasileira em vários organismos internacionais para os quais Bolsonaro havia dado pouca atenção; 2) Ensaiou uma aproximação com a China no início de seu governo e aumentou laços comerciais após tarifas dos EUA, mas paralisou e recusou a participação na Iniciativa Cinturão & Rota; 3) Reativou a Cúpula da Amazônia, a organização do Tratado de Cooperação Amazônica e realizou na Amazônia a COP30, demonstrando um enfoque na Agenda Verde e na internacionalização (mediada por ONGs ocidentais) da região amazônica; 4) Condenou a operação militar especial russa na Ucrânia, mas se opôs a sanções ocidentais à Rússia, atribuindo responsabilidade pelo conflito tanto à OTAN quanto à Rússia, além de recusar enviar armas e munições para os ucranianos, por outro lado defendendo a retirada das tropas russas e a devolução de todos os territórios libertados/integrados à Ucrânia (incluindo a Crimeia); 5) Condenou a Operação Dilúvio Al-Aqsa do 7 de outubro de 2023 como um ataque terrorista, criticando também a reação israelense como desproporcional e, depois, como genocídio, gerando tensões com o governo de Netanyahu; 6) Pressionou por “eleições livres” na Venezuela, se recusou a reconhecer a reeleição de Maduro, vetou a entrada da Venezuela nos BRICS; 7) Presidiu os BRICS no ano de 2025, sem muitos avanços; 8) Acordo de livre-comércio com a União Europeia; 8) Condenou a Nicarágua e Daniel Ortega na ONU e em organizações de direitos humanos; 9) Criticou o recrudescimento dos embargos contra Cuba e deu seguimento à ajuda humanitária ao país; 10) Levou o caso das tarifas de Trump à OMC; 11) Ampliou parcerias de defesa com Suécia, Itália, Turquia e outros países da OTAN para a produção de equipamentos militares (aviões, veículos, etc.); 12) Se aliou ao Canadá e União Europeia na iniciativa “Parceiros pelo Multilateralismo”, que visa fortalecer a ONU contra ameaças de revisão da velha ordem internacional; 13) Fez publicamente frente comum com os EUA (quando ele era governado por Joe Biden) contra a ameaça das “autocracias” e da “extrema-direita internacional”.
A partir dessas posturas assumidas pelo governo Lula entre 2023 e 2026 podemos deduzir alguns padrões e tendências bem específicos:
1) Defesa do fortalecimento da ONU, dos organismos multilaterais e da “ordem mundial baseada em regras” do pós-Guerra Fria, contra o unilateralismo dos EUA e o revisionismo multipolarista defendido por potências contra-hegemônicas; 2) Inclinação para a União Europeia, enquanto durar o domínio trumpista nos EUA; 3) Máxima diversificação das relações comerciais; 3) Enfoque temático na Agenda Verde, na defesa da democracia liberal e na defesa dos “direitos humanos”.
Ao ignorarmos aos discursos de Lula e atentarmos exclusivamente para uma desconstrução das posições concretas e das ações efetivas do Brasil durante seu atual governo, adquirimos uma imagem que é bastante diferente daquela que é vista por uma grande parte dos analistas estrangeiros, que não raro possuem uma imagem mais “chavista” de Lula.
Em tese, não há motivo para que a postura internacional do Brasil mude nos próximos anos. Ela tende a permanecer aproximadamente a mesma, com as tendências já indicadas.
O único fator disruptivo na previsibilidade do governo brasileiro são os EUA.
Por motivos geográficos inevitáveis e por uma diminuição da autonomia psicossocial, a política brasileira é extremamente dependente dos câmbios políticos que ocorrem de tempos em tempos nos EUA.
Nesse sentido, portanto, diante da atual crise política brasileira, se o governo dos EUA deixar de reconhecer o resultado eleitoral e partir para tentativas diretas de desestabilização do Brasil através de sanções, o reconhecimento de um “governo no exílio”, etc, isso de fato pode forçar o Brasil a uma postura mais contra-hegemônica.
Não obstante, se Trump ignorar o lóbi bolsonarista e buscar algum modus vivendi com Lula, existe a forte tendência à manutenção daquelas tendências que já indicamos.
E finalmente, se os Democratas retornarem à Casa Branca após as eleições de 2028, então o governo do Brasil fará uma virada mais pró-EUA, buscando a reaproximação com Washington, tal como vinha acontecendo quando Joe Biden era presidente dos EUA.
India Concludes Its Chairmanship: BRICS Parliamentary Forum in New Delhi
Lula is an uncomfortable but necessary trading partner

Lula is an uncomfortable but necessary trading partner

- teleSUR Español
- Irán y Rusia acuerdan ampliar la cooperación bilateral e impulsar proyectos conjuntos
Irán y Rusia acuerdan ampliar la cooperación bilateral e impulsar proyectos conjuntos
Científicos chinos descubren que una sola neurona puede realizar cálculos complejos
Rusia propone crear un grupo «BRICS Plus» en la Unión Interparlamentaria
Rusia y África impulsan la cooperación empresarial a través de TV BRICS
Welche Rolle können die BRICS bei internationalen Krisen spielen?
Periodistas de países BRICS+ proponen proyectos mediáticos sobre recursos naturales
Foro Semana Creativa Rusa – Eurasia impulsará la cooperación en las industrias
- teleSUR Español
- Irán alcanza 137 millones de toneladas de producción agrícola gracias a rendimientos
Irán alcanza 137 millones de toneladas de producción agrícola gracias a rendimientos
- teleSUR Español
- Principales universidades de países BRICS+ se integrarán en el espacio educativo común de TV BRICS
Principales universidades de países BRICS+ se integrarán en el espacio educativo común de TV BRICS
Cuba Joins BRICS Parliamentary Forum in New Delhi as Partner Country
Cuba is participating as a partner country in the 12th BRICS Parliamentary Forum in New Delhi, focused on strengthening parliaments for people-centered development.
Ana María Mari Machado, vice president of the National Assembly of People’s Power, held bilateral meetings prior to the start of the general sessions, representing the Caribbean island.
In dialogue with Om Birla, speaker of India’s Lok Sabha (lower house), both parties assessed the deepening of legislative exchange, capacity building and cooperation in sectors such as healthcare and the pharmaceutical industry.
RELATED: Cuba’s Pediatric Leukemia Survival Rate Falls Below 50% Due to U.S. Blockade
The leader of the Indian legislature highlighted the relevance of parliamentary dialogue for strengthening ties of friendship between both nations.
On 26–27 October 2026, New Delhi will host the 12th BRICS Parliamentary Forum, bringing together parliamentary delegations for meaningful deliberations on democratic governance, institutional innovation and development that places people at its centre.#BRICS2026… pic.twitter.com/3cRn08jdPR
— Ministry of Information and Broadcasting (@MIB_India) October 26, 2026
During the meetings, the Cuban delegation set out the impact of the economic, commercial and financial blockade imposed by the United States, with special emphasis on the energy siege that directly affects the well-being of the population and the national economy.
The delegation also reiterated its interest in moving from partner country status to full member state of BRICS, reaffirming its commitment to work closely with the group for the benefit of the peoples of the Global South.
- Il Fatto Quotidiano
- Per Lula elezione record, ma la sfida è appena iniziata: Bolsonaro punta al sabotaggio e gli Usa sono sempre più lontani
Per Lula elezione record, ma la sfida è appena iniziata: Bolsonaro punta al sabotaggio e gli Usa sono sempre più lontani
In venti giorni, Luiz Inácio ‘Lula’ Da Silva – rieletto presidente al ballottaggio del 25 ottobre – ha guadagnato 10,3 milioni di voti in più rispetto al primo turno. E alla fine ha staccato di 4,4 milioni di voti l’avversario Flávio Bolsonaro, che pure partiva in vantaggio (2,2 milioni di voti). Ed è la prima volta, dal 1989 – anno in cui il Brasile è tornato alle urne dopo vent’anni di dittatura e altri quattro di transizione – che chi perde al primo turno vince al ballottaggio. “Non era mai successo”, scrive su ‘O Globo’ l’analista Bernardo Franco Mello, elencando altri elementi inediti dell’elezione: “Non era mai stato eletto un presidente all’età di 80 anni. Nessuno era mai stato eletto quattro volte per governare il Brasile“. Lula ha anche invertito il risultato pro-Bolsonaro che al primo turno era stato registrato in 211 municipi che prima avevano votato il figlio di Jair: la maggior parte di loro (76) si concentra a Minas Gerais, lo stato che ha deciso l’elezione seguito da São Paulo, Paraná, Rio do Grande Soul e altri. Al ballottaggio è anche diminuita l’astensione rispetto al primo turno, dal 21,08% al 19,21%, la più bassa dal 2006, sommando circa 3 milioni di voti all’elezione. Inoltre, i voti bianchi/nulli sono diminuiti di 1,53% (1,8 milioni circa).
I social: ponte con le classi subalterne – Lula ha anche saputo mobilitare il voto delle donne (58,9%) e dei giovani tra 16 e 24 anni (49,8%). Forte del voto delle classi popolari, dove si registrano 30 milioni di persone che hanno superato la povertà grazie ai programmi di welfare, Lula ha ottenuto anche il voto moderato, fuggito in massa dall’hate speech di Bolsonaro. La chiave, spiegano gli attivisti del Partito dei lavoratori a Ilfattoquotidiano.it, è stata il cosiddetto “Exército do Lula”, una rete di attivisti digitali nata per innovare il discorso del candidato 80enne e aggirare la censura di Meta. “Abbiamo parlato con il linguaggio dei Social – spiega il deputato André Janones, stratega di campagna di Lula – e abbiamo trasformato un canale WhatsApp in una macchina elettorale capace di connettere direttamente con il popolo”. Campagna rafforzata dalla Par condicio algoritmica imposta dal Tribunale supremo elettorale a Meta, i cui Social – previo intervento umano – si erano indebitamente sbilanciati a favore di Bolsonaro. “Lula ha saputo articolare la dimensione virtuale con quella territoriale”, ha commentato l’analista Beatriz Stolowicz, dello storico Istituto messicano della Radio.
La sfida: unire il Paese, nonostante Bolsonaro – La comunicazione politica sarà chiave anche dopo il voto là dove il Lula IV affronta già le insidie di Bolsonaro, che – svelano alte fonti a Ilfatto.it – userà la sua maggioranza relativa del Partito liberale al Congresso (121 deputati) e al Senato (28) come megafono per contestare la validità del risultato, tenere alta la tensione e ostruire l’attuazione del programma elettorale progressista. Bolsonaro – a cui è stato sequestrato il passaporto su provvedimento del magistrato della Corte suprema Alexandre Moraes, causa indagini per riciclaggio – punta a far fronte comune con altre formazioni di opposizione (tra cui socialdemocratici e repubblicani) per porre il veto su eventuali emendamenti costituzionali in materia tributaria e bloccare l’approvazione della Legge di bilancio, nell’intento di tagliare fondi in materia ambientale, di diritti o pari opportunità.
L'articolo Per Lula elezione record, ma la sfida è appena iniziata: Bolsonaro punta al sabotaggio e gli Usa sono sempre più lontani proviene da Il Fatto Quotidiano.