El Niño : les habitants du Pacifique se préparent à affronter le phénomène
Uma perícia contratada pela defesa de Daniel Vorcaro identificou a criação e a modificação de centenas de arquivos no celular do ex-banqueiro após o aparelho ter sido apreendido pela Polícia Federal.
De acordo com o analista de Política Teo Cury, a defesa de Vorcaro quer entender o que aconteceu com o celular desde que ele foi apreendido pela Polícia Federal em novembro do ano passado. “É uma nova frente de estratégia, de ofensiva jurídica da defesa de Daniel Vorcaro”, afirmou Cury durante o Live CNN desta sexta-feira (30).
Vorcaro está preso de maneira ininterrupta desde março deste ano. Anteriormente, ele havia sido detido em novembro, depois colocado em prisão domiciliar e, mais tarde, voltou a ser preso.
Ao longo do primeiro semestre, a defesa tentou, sem sucesso, fechar acordos de delação premiada. Foram três rejeições, sendo duas pela PF e uma pela PGR (Procuradoria-Geral da República).
De acordo com Cury, as autoridades avaliam que Vorcaro não tem como garantir as informações que oferecia, nem como apresentar provas ou assegurar o ressarcimento dos valores supostamente desviados no esquema.
“Ele apresentou uma série de coisas, mas a Polícia Federal falou: já consegui isso, ou já consegui sem a sua ajuda”, explicou o analista. Diante do fracasso nas negociações de delação, a perícia sobre o celular passa a ser a principal aposta da defesa para tentar anular o processo.
O argumento é o de que a prisão não pode ser mantida diante de dúvidas sobre a integridade da perícia do aparelho, que é considerado “a prova central da Operação Compliance Zero”.
A tese é a de que, se confirmadas as alterações indevidas no dispositivo, a veracidade das informações que embasam grande parte da investigação ficaria comprometida, podendo levar à anulação do caso.
Além da criação e modificação de arquivos, o laudo elaborado pelo perito Marcos Monteiro, a pedido dos advogados de defesa, aponta ainda possíveis falhas na chamada cadeia de custódia do dispositivo. No entanto, o documento não indica quem realizou as alterações e tampouco conclui que tenha havido uma adulteração deliberada.
O celular em questão é o mesmo que foi apreendido com Vorcaro na noite de 17 de novembro, quando ele foi detido no aeroporto de Guarulhos, prestes a embarcar para os Emirados Árabes Unidos em um jatinho particular.
De acordo com a perícia particular, o maior volume de modificações teria ocorrido no dia 18 de novembro, horas após a prisão de Vorcaro. Nessa data, 657 arquivos teriam sido modificados, sendo 59 deles bancos de dados.
Além disso, outros 436 arquivos teriam sido criados no mesmo dia, entre eles 222 de preferências do sistema, 94 imagens no padrão iPhone e 5 bancos de dados. O sistema do próprio aparelho registra ainda três conexões via cabo USB nessa mesma data.
O laudo aponta ainda outras duas datas relevantes: 23 de novembro e os dias 13 e 14 de maio, quando 340 arquivos teriam sido alterados.
No total, durante todo o período em que o aparelho esteve sob custódia da Polícia Federal, a perícia contabilizou alterações ou criações de 999 arquivos, incluindo o principal banco de dados do WhatsApp, que registra histórico de conversas, chamadas, grupos e informações sobre mídias.
Essa alteração no banco de dados do WhatsApp também teria ocorrido no dia 18 de novembro.
A perícia deixa claro que não é possível identificar quem operou o celular, se houve intervenção humana intencional ou qual foi a extensão real das alterações. O documento também não permite determinar quem manuseou o aparelho entre o momento da apreensão e a chegada à perícia da Polícia Federal.
As chamadas falhas na cadeia de custódia dizem respeito justamente a esse intervalo, durante o qual o dispositivo esteve em posse das autoridades.
Com base nesse relatório, a defesa de Vorcaro apresentou dois pedidos: o acesso à íntegra dos dados do aparelho, já que afirma ter tido acesso apenas a relatórios produzidos por programas de computador, e a revogação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro.

Daniel Acker/Bloomberg via Getty Images
Warren Buffett hasn't had a glass of water since at least the 1970s.
That's what the 96-year-old business icon once told Bill Ackman, the billionaire hedge fund manager recalled during an episode of the Equity Mates Investing podcast that aired this week.
Ackman said that Buffett came over for dinner at his home "years ago," and he'd made sure to stock up on the legendary investor's favorite drink, Cherry Coke.
The Pershing Square founder and CEO said that once they were sitting at the table, he asked Buffett whether he'd like still or sparkling water. Buffett politely declined, opting for his preferred soda instead.
"But I said, you know, 'Don't you drink water?'" Ackman recalled. "And he said, 'Bill, I haven't had water in 48 years.'"
Ackman didn't immediately respond to a request for more detail about Buffett's hydration habits.
Not drinking water might sound unbelievable, but Buffett — who retired as Berkshire Hathaway's CEO after 60 years in charge last December, and as the company's chairman this September — is famous for drinking five cans of Coke daily.
He quipped in 2015 that he was "one-quarter Coca-Cola," as it accounted for 25% of his daily calories.
Buffett's love of soda goes back decades. During Berkshire's 1986 meeting, he declared that after "48 years of allegiance" to Pepsi, he was switching to Cherry Coke, saying it would be the meeting's official drink going forward.
Coca-Cola has also been one of Buffett's landmark investments. Berkshire hasn't touched its roughly 9% stake in the beverage giant since it finished building it in the mid-1990s. The position cost about $1.3 billion and was worth around $28 billion at the end of December — a roughly 21-fold gain.
Coke is only part of Buffett's iconic diet. He's known for grabbing McDonald's for breakfast on his drive to work, and munching on hot dogs, fries, popcorn, cookies, candy, ice cream, and other comfort foods.
His love of fast food and sweet treats extends to his investments. Berkshire counts See's Candies and Dairy Queen among its subsidiaries, and Kraft Heinz among its largest stock holdings.
Buffett's childlike tastes have led to issues in the past, including a disastrous sushi dinner in Tokyo.
Bill Gates and his then-wife, Melinda, went to great lengths to ensure the investor didn't starve when he joined them on a 17-day trip to China in 1995.
They organized for their hotel's chefs to be taught how to prepare hamburgers and fries, and when they climbed the Great Wall, they made sure to have Cherry Coke waiting for Buffett at the top.
Two Maine high school girls plan to ask federal officials to intervene over a transgender soccer player’s participation on an opposing team, alleging the state’s eligibility rules have denied them fair competition and hurt their teams’ results.
The player scored or assisted on roughly half of South Portland High School’s goals this season, according to a draft Title IX complaint prepared by Alliance Defending Freedom, provided to OutKick. A scoring chart supplied for the planned complaint credits the athlete with 15 goals and 10 assists.
ADF plans to submit the complaint Monday, Nov. 2, to the U.S. Department of Education’s Office for Civil Rights on behalf of Reagan Wilson, a junior at Fryeburg Academy, and Morgan Clark, a junior and varsity soccer captain at Windham High School. The draft has not yet been filed.
"Despite all their hard work and discipline, Reagan and Morgan may be denied the thrill of victory because Maine lets males with inherent biological advantages compete on girls’ teams," the draft states.
"Reagan and Morgan urge OCR to step in, stop this violation of federal law, and protect the right of women and girls to compete on a level playing field."
The complaint would target the Maine Department of Education, Maine Principals’ Association, South Portland School Department and Windham Raymond School District. It asks federal officials to investigate and require changes to eligibility policies, along with remedies for alleged past violations.
The allegations center on a freshman who identifies as female and joined South Portland’s girls’ varsity soccer team this fall.
The supplied chart credits the athlete with three goals in South Portland’s 7-0 season-opening victory over Portland, both goals in a 2-0 win over Gorham and two goals and two assists in a 9-0 victory over Biddeford.
It also lists three assists in a 6-1 win over Noble and a goal in a 4-1 victory over Falmouth.
The chart includes results through South Portland’s Oct. 27 playoff victory and lists an Oct. 30 matchup against Scarborough as upcoming. The source who supplied the document said it would be updated before Monday’s filing if the athlete scores additional playoff goals.
South Portland’s improvement has also drawn attention in local sports coverage. The Portland Press Herald reported that the team finished 2025 with a 3-9-2 record and reached 11-2-2 after winning its first regional quarterfinal in program history Oct. 27.
Wilson’s team lost to South Portland in an Aug. 29 match, according to the draft. Clark’s Windham team played South Portland to a 1-1 tie Oct. 1, a result the complaint alleges lowered Windham’s ranking.
Both girls intend to play varsity soccer next year and expect to face the athlete again, their attorneys say.
Wilson’s experience extends beyond soccer. The draft says she previously competed against a transgender runner who won the 2024 Western Maine Conference cross-country championship. It also alleges her indoor track team’s standing suffered when a transgender athlete won the girls’ pole vault at the 2025 state championships.
The attorneys describe those earlier competitions as evidence that Maine officials knew about the effects of their policies, although those events are not themselves the subject of this complaint.
At the center of the legal challenge is the Maine Principals’ Association’s gender identity participation policy.
The draft quotes that policy as allowing a transgender student to compete according to either birth sex or gender identity, "but not both." It also cites language stating that "[n]o medical records or official documents shall be requested or required to establish a student’s gender identity."
ADF argues that the policy fails to preserve equal athletic opportunities for female students.
"Under the policy, biological males can win not only in the male category but also in the female category, expanding opportunities for male athletes at the expense of female athletes," the draft states.
Maine officials have defended participation based on gender identity under the Maine Human Rights Act, which prohibits discrimination on that basis. The association previously said it would continue following state law despite Trump’s executive order restricting transgender participation in female sports.
The draft also invokes the Supreme Court’s June ruling in West Virginia v. B.P.J. , which upheld state restrictions on transgender participation in girls’ and women’s sports.
CLICK HERE FOR MORE OUTKICK SPORTS COVERAGE
The court concluded that Title IX permits eligibility rules based on biological sex. However, it expressly left unresolved the separate question of whether schools may allow transgender athletes to compete on female teams — the issue ADF’s planned complaint seeks to challenge in Maine.
The planned filing follows a dispute that thrust Maine into national attention in early 2025.
After a transgender Greely High School athlete won the girls’ state pole-vault championship, Trump confronted Democratic Gov. Janet Mills at a Feb. 21 White House event and threatened to withhold federal funding unless Maine complied with his sports executive order.
Mills said she would follow state and federal law and told Trump, "See you in court." The Justice Department subsequently sued Maine’s education department in April 2025 over transgender participation in girls’ sports.
The girls are scheduled to speak Monday at a 10 a.m. press conference at the Capitol Building’s Welcome Center in Augusta, alongside ADF, the Independent Council on Women’s Sports and organizers seeking a 2027 referendum on school sports and facilities.
The Protect Girls Sports in Maine committee says it will submit nearly 5,000 additional signatures after its earlier petition fell 532 valid signatures short of qualifying for this year’s ballot.
CLICK HERE TO DOWNLOAD THE FOX NEWS APP
The announcement will come one day before Republican Sen. Susan Collins faces Democratic former state Senate President Troy Jackson in Maine’s Senate election.
Collins has supported federal restrictions on transgender participation in female sports. Jackson voted in 2023 to reject proposed state restrictions and answered "No" in an April questionnaire asking whether he supported a transgender sports ban and dismantling other Maine Human Rights Act protections.


Courtesy of Jodie Lopez
This as-told-to essay is based on a conversation with Jodie Lopez. It has been edited for length and clarity.
When I first became a mother, I knew I wanted my children to grow up to be independent, resilient, and prepared for life in the real world.
Growing up, my mom wasn't around much. Although I didn't want my children to feel alone as I often did, I did want to pass on the independence I developed by doing things for myself. I have never been afraid to go out and do exciting things, and I wanted to raise children who could stand on their own two feet and take whatever life might one day throw at them.
Before being their friend, it was most important to me that I was their mom, preparing them for the day they would eventually leave my care.
Having boys, I also hoped they would grow into men who would make good housemates or partners one day. I've talked to them about the stereotypes surrounding men and housework, and I never wanted those stereotypes to become true of them.
Even as tiny toddlers and young children, the boys were expected to tidy up after themselves. If they got something out, they would put it away. If they forgot, I reminded them.
Their bedrooms are their responsibility, not mine. While I would help them, I would never simply clean their rooms for them.
I've always taken the boys out on little adventures. When they were tiny, I carried most of what we needed for the day, but they always had tiny backpacks of their own, usually with a pack of wipes and their own snacks.
By carrying their own snacks, they were able to feed themselves when they got hungry, listening to their bodies and responding to what they were telling them.
As they got older, I never carried their backpacks or school belongings to and from school. I see parents carrying everything at the start or end of a school day, but I've never done this.
When we go on vacations now, the boys carry backpacks full of toys, clothes, and toiletries. They are responsible for their own belongings.
I've always expected the boys to pitch in and help around the house because that is simply part of living with other people. They don't get paid for this.
They take their own dishes to the sink. They keep their rooms clean. They tidy up after playing. They might do little, quick chores around the house.
But I also have a system where they can earn a small payment — up to about $1.50 — for doing jobs such as cleaning the bathroom or taking out the trash. For these jobs, they get paid twice as much if they notice the job needs doing and do it without being asked.
It's my way of raising boys who see a mess and then do something about it.
I'll also offer some sort of payment if it is a job I would normally do myself, but simply don't have time for as a working single mom.
I have never hovered around the boys at parks or soft play centers, even when they were little. I sit on a bench or at a table and let them figure out what they are capable of.
I will help when asked, but they know not to ask me to do things for them when they are capable of doing them themselves. I will assist, support, or get ready to catch them if they need me.

Courtesy of Jodie Lopez
I want them to learn how to play without me. My role in these contexts is to guard them — to make sure they are safe — rather than to be their playmate.
Parents have looked at me suspiciously when I stand back while the kids play, perhaps thinking I am a lazy parent.
But this isn't me being a lazy parent. It is an intentional decision to teach them how to keep themselves safe, assess their capabilities, and play without constant adult intervention.
That isn't to say I never play with them. We play lots — just not in these contexts.
Both boys have set amounts of screen time, but it is up to them to manage it. After school, they have 30 minutes of screen time. On weekends, they have two 30-minute lots, plus an extra 45 minutes when they play on screens together.
Instead of me hovering over them and checking how long they have been playing, they set a timer themselves to regulate their playing time. This also minimizes arguments when screen time finishes.
They are learning to manage their own time and self-regulate their screen use, rather than relying on me to constantly monitor it for them.
After years of intentionally teaching independence, my children are growing in confidence. They know what they are capable of.
Although I am very present in their lives and ready to help and support them, they are also growing into their own individuals in the world.
That, to me, is the whole point.
I don't want to raise children who need me to do everything for them. I want to raise children who know I am there when they need me, but who also know they are capable of doing so much for themselves.

Amanda Shammas
Fast food has long been considered a convenient, affordable meal option, but as the price of food continues to rise, even a simple order of burger and fries can quickly approach $20.
I wanted to find out how far that budget would stretch at some of the country's most recognizable fast-casual burger chains — and whether any of the meals would actually feel worth the price. So, within the same week, I visited Shake Shack, Five Guys, and Smashburger.
I ordered a similar meal at each restaurant and compared the taste, portion sizes, and overall value. Here's how it went.

Amanda Shammas
Unlike the other two chains I visited, Shake Shack is a publicly traded company. It began as a hot-dog cart in New York City's Madison Square Park before becoming a permanent kiosk in 2004.
Today, the chain has over 700 locations around the world. One recently opened near my house, so it seemed like the perfect time to give it a try.

Amanda Shammas
I ordered a single ShackBurger ($7.79), which came with an Angus beef patty, American cheese, lettuce, tomato, and the chain's signature ShackSauce.
The patty was cooked well and had a nice sear, with thin, crispy edges. The cheese was also perfectly melted over the top.
I especially enjoyed the ShackSauce, which was creamy and tangy, and tasted like a blend of ketchup, mustard, and mayonnaise.

Amanda Shammas
As a side, I ordered the fries ($4.99). These were crinkle-cut, nicely salted, and crispy on the outside.
I usually prefer very thin fries, but these had a satisfying crunch that won me over and paired well with the burger.

Amanda Shammas
For dessert, I ordered a vanilla shake ($6.49). Although it had a pleasant, classic vanilla flavor, the consistency was thinner and more watery than I would have liked. To me, it seemed slightly overmixed.

Amanda Shammas
My burger, fries, and shake cost $19.27 before tax and tip. The meal wasn't particularly inventive, but everything tasted great, and I got a nice portion with dessert while staying within my budget.

Amanda Shammas
Although Five Guys is now a global chain, it remains a family-owned business. Jerry and Janie Murrell opened the first restaurant in Arlington, Virginia, in 1986.
Today, the restaurant has about 1,900 locations worldwide, including approximately 1,500 in the US.
Despite its popularity, I had never eaten there before, so I was curious to see how far my $20 would stretch.

Amanda Shammas
Unlike Shake Shack, Five Guys didn't serve its burgers with a standard set of toppings. Instead, I was instructed to build my own from a long list of included options.
I ordered a Little Cheeseburger ($9.25), which came with one beef patty, and I added lettuce, tomato, pickles, and ketchup. It arrived tightly wrapped in foil, which left it slightly squished.
The patty had lightly crispy edges, and I liked how the cheese melted into the meat. However, of the burgers I tried, this one reminded me the most of traditional fast food.
I couldn't quite pinpoint what created the familiar taste, but I think it was the combination of the salty, umami beef and the bun's slight sweetness.
In my opinion, the taste was reminiscent of something I'd get at McDonald's, which made the higher price harder to justify.

Amanda Shammas
I also ordered a Little Fry ($5.30), which arrived in a brown paper bag visibly stained with grease. According to the Five Guys website, this is because the fries are soaked in water and absorb less oil when cooked.
Despite being the smallest size on the menu, the portion was massive. Adding an extra helping of fries to each bag has been a Five Guys tradition since the chain opened. This explained the surprisingly large serving and made the price feel like a better value.
They tasted good, but much of their flavor came from how oily they were. I could see myself enjoying them as a late-night indulgence, but they were greasy enough that I worried eating too many would give me a stomachache.

Amanda Shammas
Because the burger and fries cost more than they did at Shake Shack, I couldn't fit a milkshake into my $20 budget. Instead, I ordered a Diet Coke ($3.30), bringing my total to $17.85 before tax and tip.
Although I spent less at Five Guys overall, I also received less variety for my money.

Amanda Shammas
Founded in Denver in 2007, Smashburger is owned by Jollibee Group, the Philippine-based restaurant company whose portfolio also includes Jollibee and The Coffee Bean & Tea Leaf.
Smashburger's online directory currently lists 158 open and upcoming locations in the US, and four in Canada, making it the smallest of the three chains I visited.
I had eaten here before, but it had been years since my last visit, and I had little recollection of my experience.

Amanda Shammas
I ordered a single Classic Smash ($7.89), which came with an Angus beef patty, American cheese, lettuce, tomatoes, red onions, pickles, ketchup, and signature Smash Sauce.
I appreciated that all of my preferred toppings came standard, so I didn't have to customize anything. I also loved the addition of a signature sauce, which was creamy and tangy and gave the burger another layer of flavor.
The beef itself tasted especially fresh, with a clean, pronounced flavor that wasn't too salty or greasy. The patty could have had more pronounced lacy edges, but the seared crust still added a slightly charred finish. The cheese was nicely melted, and the soft, pillowy bun reminded me of a potato roll.
I paired my burger with the SmashFries ($4.19), which were thin, shoestring-style fries tossed in a blend of rosemary, garlic, and olive oil.

Amanda Shammas
To round out my meal, I ordered a vanilla milkshake ($6.49). It was noticeably thicker than the one I received at Shake Shack and came with a spoon.
It had a creamy, milky flavor, but otherwise tasted like fairly standard vanilla ice cream. It wasn't especially memorable, but I enjoyed the consistency.
My burger, fries, and shake cost $18.57 before tax and tip, allowing me to get a complete meal with dessert while staying comfortably within my budget.

Amanda Shammas
Before tax and tip, I spent $19.27 at Shake Shack, $17.85 at Five Guys, and $18.57 at Smashburger.
Shake Shack gave me a complete meal with dessert within my budget. Nothing stood out as especially memorable, but it felt like a solid, reliable option at a reasonable price.
Five Guys had the lowest total and provided by far the most fries. However, its more expensive burger left no room in my budget for a shake, and the greasy fries and standard burger didn't feel worth the price. Although I spent less overall, I felt like I received the least variety for my money.
For $0.70 less than Shake Shack, Smashburger gave me a burger, fries, and a thicker milkshake. Its burger tasted the freshest, and the thin, rosemary-seasoned fries were easily my favorite.
Ultimately, Smashburger made my $20 stretch the furthest without sacrificing taste. It offered the best meal, the most distinctive flavors, and the strongest overall value.
Business Insider reached out to Shake Shack, Five Guys, and Smashburger for comment.
Nuestro cerebro alcanza su máximo de capacidad antes de los 30 años. Después, algunas de sus capacidades empiezan a menguar, eso sí, muy lentamente. La capacidad para recordar series de números, por ejemplo, es solo un poco peor en personas sanas de 60 años que en jóvenes veinteañeros. Se sabe mucho más sobre la creación y mantenimiento de recuerdos que de la pérdida de estos. Normalmente, se achaca a que el cerebro encoge con la edad y va perdiendo conexiones entre neuronas, pero aún es una gran incógnita cómo y por qué perdemos la memoria con los años desde un punto de vista bioquímico, a nivel molecular.
O mobiliário utilizado nos escritórios do Banco Master e do Will Bank, instituições ligadas ao empresário Daniel Vorcaro, será colocado à venda em um leilão eletrônico marcado para 9 de novembro. São mais de 400 lotes, com preços iniciais que variam de R$ 51 a R$ 98 mil. A disputa será realizada pela plataforma Kwara, a partir das 9h30.
O catálogo reúne móveis corporativos, equipamentos eletrônicos e objetos de decoração que integravam a estrutura das instituições financeiras. Entre os destaques estão cadeiras das marcas Herman Miller e Haworth, peças assinadas por Charles Eames, além de mobiliário da Artefacto e do designer Fernando Jaeger.
Também estão disponíveis estações de trabalho, mesas, gaveteiros, poltronas, sofás e pufes. A relação inclui ainda televisores, monitores, notebooks e livros de grife.
A realização do leilão foi autorizada após solicitação da EFB Regimes Especiais de Empresas, responsável pela liquidação do Banco Master. A autorização foi publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo em 27 de outubro.

Os bens foram retirados dos antigos escritórios das instituições e estão armazenados em um galpão da Kwara, em Taboão da Serra, na Grande São Paulo. A transferência começou em abril, quando terminou o contrato de locação do complexo Auri Plaza, na Vila Olímpia, onde funcionava a sede do Banco Master.
O banco ocupava aproximadamente 30 mil metros quadrados distribuídos em três edifícios.
A venda dos equipamentos ocorre no contexto do processo de liquidação extrajudicial do Banco Master, decretada pelo Banco Central em novembro de 2025. Na ocasião, Daniel Vorcaro foi preso pela primeira vez, um dia antes da decisão, quando tentava deixar o país.
O caso passou a envolver investigações sobre possíveis irregularidades financeiras e repercussões políticas e institucionais.
Os interessados precisam realizar cadastro na plataforma Kwara e solicitar habilitação na página específica do evento. O procedimento deve ser concluído pelo menos uma hora antes da abertura da disputa.
Os lances já estão disponíveis pela internet, mas a etapa principal do leilão começa às 9h30 de 9 de novembro. Cada lote terá encerramento individual, em sequência.
É possível apresentar ofertas manualmente ou programar lances automáticos, estabelecendo previamente os valores máximos que o participante pretende pagar.
Uma particularidade prevista no edital é que a vendedora terá até cinco dias úteis para aprovar ou rejeitar as ofertas vencedoras. Também serão aceitos lances inferiores ao valor inicial, mas essas propostas dependerão de avaliação e aprovação.
O edital estabelece ainda a possibilidade de suspensão do leilão a qualquer momento.
Os preços iniciais não representam o custo final da aquisição. Além do valor oferecido, o comprador deverá pagar comissão de 5% à leiloeira e uma despesa administrativa por lote, calculada conforme a faixa de arrematação.
Um produto arrematado por R$ 1 mil, por exemplo, terá custo adicional de R$ 396, sendo R$ 50 de comissão e R$ 346 de despesa administrativa. Nesse caso, o desembolso total será de R$ 1.396.
O pagamento deverá ser realizado por Pix ou mediante créditos disponibilizados pela própria plataforma, no prazo de até um dia útil após a aprovação da oferta.
Quem desistir da compra ou deixar de efetuar o pagamento estará sujeito às penalidades previstas no edital, incluindo multa de 5% de comissão e mais 30% do valor da arrematação. O participante também poderá ter o cadastro bloqueado e responder por eventuais medidas judiciais.
Outro ponto de atenção é o estado de conservação dos equipamentos. Os itens serão comercializados nas condições em que se encontram, sem garantia de funcionamento, possibilidade de troca ou obrigação de reparo.
O edital informa que os produtos podem apresentar avarias, riscos, amassados, sujeira e sinais de desgaste. Também podem estar sem manuais, acessórios ou peças. No caso dos equipamentos eletrônicos, há possibilidade de senhas bloqueadas e outras limitações de utilização.
As fotografias, descrições e medidas disponibilizadas no catálogo têm caráter ilustrativo e não garantem que o produto corresponda integralmente às expectativas do comprador.
Antes de apresentar uma oferta, os interessados podem examinar presencialmente os bens, nas datas e nos locais indicados para cada lote. Entretanto, não será permitido testar ou manipular os equipamentos.
A retirada dos produtos será liberada somente após a confirmação do pagamento e apresentação da nota de venda. O comprador deverá providenciar transporte, equipe, ferramentas e eventuais serviços de desmontagem, além de respeitar os horários estabelecidos.
O edital completo, com a relação dos lotes, fotografias, valores iniciais e condições de participação, está disponível na plataforma responsável pelo evento.
The post Móveis de luxo dos escritórios do Banco Master vão a leilão a partir de R$ 51 appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.
“Ci sarò ancora nel 2031/2032 sulla panchina dell’Inter?” È questa la domanda che ha scatenato il duro monito di Cristian Chivu, durante la conferenza stampa alla vigilia del derby di Milano. Il tecnico nerazzurro si è lasciato andare a uno sfogo, allo stesso tempo ironico ma molto serio, sulle pressioni a cui sono sottoposti gli allenatori, specialmente in Serie A ma non solo.
“Non dico niente. Mancano 4 anni, è dura farmi resistere subendo i pregiudizi e i giudizi che diventano sentenze“, ha risposto Chivu. Per poi aggiungere: “Se cambierà la cultura sportiva e i risultati rimangono buoni ci arriverò magari con meno capelli bianchi e non finirò all’ospedale come qualche mio collega”. Il riferimento, probabilmente, potrebbe essere a Vincent Kompany, tecnico del Bayern Monaco ricoverato dopo essere collassato sul campo di allenamento: ha contratto un virus dopo un periodo di forte stress.
La replica di Chivu ha scatenato qualche risata in sala stampa. Anche il tecnico nerazzurro ha sorriso, ma poi ha voluto far capire che il suo discorso era più serio che mai: ” Non ridete, è la verità”, ha infatti aggiunto. “Gli allenatori lo sanno, ma non ne parlano. Lo faccio io”, ha concluso Chivu.
Il resto della conferenza stampa ha avuto ovviamente come argomento principale il derby: “Siamo pronti, sappiamo che è una partita importante per l’Inter e per il Milan. Per la città e per i tifosi. E’ sempre una motivazione in più giocare queste partite, non conta la classifica. Bisognerà essere la nostra miglior versione per portarla a casa”, le parole del tecnico dell’Inter. “Che approccio mi aspetto? Nasce tutto dall’equilibrio, da ciò che hai nelle gambe e nella testa. Dipende anche dall’avversario, dovremo scegliere quando fare certe cose e quando no. Conosciamo la forza del Milan nel palleggio, ti può fare male tra le linee e in verticale. Noi dovremo essere pronti a mantenere la lucidità, a coprire la profondità quando ci sarà bisogna. Dovremo fare le pressioni giuste quando ci sarà la possibilità”, ha aggiunto il tecnico nerazzurro che vuole vincere la sfida per la classifica, ma anche perché sono sette derby che l’Inter non riesce a battere il Milan.
“Chi è favorito? Per me non esistono favoriti nel derby, c’è orgoglio e ambizione. Le energie le trovi nelle motivazioni. La pressione è per tutti, ma non dobbiamo pensare a cose che ti succhiano le energie. Dobbiamo pensare a fare le cose giuste per una partita del genere”, ha spiegato Chivu che dovrebbe puntare ancora su Thuram in avanti. “Sta bene, nessuno ha parlato di deficit di energia. Ha fatto vedere nelle ultime partite cosa sa fare. Ha trovato la quadra giusta dal punto di vista della leadership, ha entusiasmo. Avrà energie anche domani, ne sono sicuro”, risponde Chivu che si aspetta una squadra concentrata. “Siamo solo alla decima giornata, la storia dello scorso campionato mi insegna che un derby può anche non essere decisivo. Il Milan vinse con noi, poi perse con la Lazio, quando tutti pensavano che il campionato fosse riaperto. Contano tutte le partite, la consistenza nel corso di tutta la stagione. E’ un derby, è ovvio, quindi subentra anche l’orgoglio e un pò di determinazione in più. Sai che se non vinci, escono delle cose che tu non vorresti gestire. Dobbiamo dimostrare maturità, dobbiamo sapere gestire la frustrazione e le energie“.
L'articolo “Se i risultati saranno buoni, non finirò in ospedale come qualche collega. È la verità, non ridete. Gli allenatori lo sanno ma non ne parlano”: così Chivu proviene da Il Fatto Quotidiano.
A Multiplan divulgou seus resultados do terceiro trimestre, registrando lucro líquido de R$ 383,175 milhões, o que representa uma alta de 73,3% na comparação anual. A receita líquida cresceu 37% no período, atingindo R$ 843 milhões, enquanto o EBITDA avançou 37,3%, chegando a R$ 598,2 milhões.
Parte do crescimento do lucro foi impulsionada pela venda da participação no Park Shopping barigui. Sobre o tema, Armando d’Almeida, CFO da empresa, explicou que comprar e vender participações faz parte da estratégia da companhia.
“Essa participação que nós vendemos agora, no terceiro trimestre, nós compramos no final de 2016 e começo de 2017. Então, faz parte da nossa atividade comprar e vender”, afirmou.
Para avaliar a evolução recorrente do negócio, d’Almeida indicou o EBITDA de propriedade como a melhor métrica. Segundo ele, esse indicador exclui operações de compra e venda de participações e outras atividades imobiliárias eventuais.
“O EBITDA de propriedade, que responde a 80% do EBITDA, ele cresceu 8,6% nesse trimestre. E, mais importante, com uma margem de 83,8%”, destacou. Para d’Almeida, esse resultado representa bem a operação recorrente do dia a dia da companhia.
As vendas totais cresceram 5,9% no trimestre, enquanto as vendas nas mesmas lojas avançaram 3,1%. D’Almeida esclareceu que o indicador de mesmas lojas não considera as novas áreas inauguradas recentemente, ou seja, o desempenho reflete exclusivamente operações já existentes há pelo menos 12 meses.
Ele atribuiu parte do dinamismo à chegada de novas marcas aos shoppings. “O que a estamos vendo é uma troca de mix enorme, uma oportunidade de muitas marcas chegarem ao Brasil, ou de muitas marcas se posicionarem, expandindo em novas localizações”, disse.
O tráfego de veículos subiu 2,5% no trimestre, em um portfólio que recebe mais de 50 milhões de carros por ano.
Os aluguéis nas mesmas lojas cresceram acima do reajuste contratual, e o custo de ocupação ficou em 13% das vendas. D’Almeida avaliou que ainda há espaço para crescimento da receita de locação sem comprometer a saúde financeira dos lojistas.
Ele lembrou que, no terceiro trimestre de 2022, esse custo estava em 14%, e que a redução se deu graças ao crescimento mais acelerado das vendas dos lojistas em relação ao crescimento dos aluguéis. A taxa de ocupação dos shoppings atingiu 96%, e a inadimplência líquida ficou negativa pelo décimo de treze trimestres consecutivos.
D’Almeida se mostrou otimista com o quarto trimestre, tradicionalmente o melhor período do ano para o varejo.
Ele citou a inauguração da árvore de Natal do Barra Shopping, no Rio de Janeiro, com 75 metros de altura, além de novas operações previstas para o período, incluindo a expansão do Parque Shopping Brasília, com cerca de 60 novas marcas.
“Tem novas atrações que certamente vão fazer esse período confirmar como o melhor período do ano de vendas”, afirmou.
Ao longo do trimestre, as vendas mensais mostraram trajetória de aceleração: 4,3% em julho, 5,4% em agosto e 8,1% em setembro. D’Almeida destacou que, em julho, enquanto o setor registrou queda de 2,5% nas vendas, segundo dados da Associação Brasileira de Shopping Center, a Multiplan cresceu 4,3%.
Em agosto, o setor recuou 1,4%, enquanto a companhia avançou 5,4%.
A alavancagem da companhia recuou de 1,93 para 1,76 vezes no trimestre, impulsionada pela redução da dívida líquida e pelo crescimento do EBITDA. D’Almeida afirmou que a companhia já se encontra em patamar confortável de endividamento.
Segundo ele, o objetivo da estratégia de desalavancagem era preservar a capacidade de executar o plano de crescimento e, ao mesmo tempo, retornar capital aos acionistas.
“Nós investimos cerca de R$ 2 bilhões entre expansão e revitalização do portfólio, mais R$ 700 milhões em compras de participações minoritárias, retornamos R$ 2 bilhões via juros de capital próprio para os nossos acionistas e ainda recompramos R$ 2,3 bilhões”, detalhou, totalizando cerca de R$ 7 bilhões em alocação de capital no período.

American-born Pope Leo XIV has become the first pope ever to vote in a U.S. election.
The Holy See Press Office confirmed to Fox News Digital on Friday that Leo, born Robert Francis Prevost and the first American-born pope in the Catholic Church's more than 2,000-year history, submitted a mail-in ballot in Illinois.
"Pope Leo XIV has exercised his right to vote as a United States citizen, whenever he was eligible to do so," the Holy See Press Office said. "The Holy See Press Office confirms that in keeping with this long-standing practice of civic participation, he has submitted his mail-in ballot in Chicago."
"The Holy Father has also confirmed that, during his years of residence in Peru he exercised his right to vote whenever he was eligible to do so," the press office added. "The Holy Father expresses his belief in the right and the duty of citizens to participate in democratic processes."
CHICAGO'S 12-LANGUAGE BALLOTS MAKE ELECTIONS 'HARDER TO MONITOR,' ILLINOIS GOP CHAIR WARNS
The Will County clerk’s office told the Chicago Sun-Times on Thursday that Leo requested a mail-in ballot on Oct. 3, while the Vatican separately confirmed that the pontiff had submitted his ballot.
"Robert Francis Prevost is on the list of individuals who requested a vote by mail ballot for the upcoming election," Kim Fladhammer, Will County clerk’s office chief of staff, told the Chicago Sun-Times.
Among the races on Illinois' ballot is the contest for governor, where incumbent Democrat J.B. Pritzker is seeking a third term against Republican Darren Bailey and independent candidate Collin Corbett.
The Will County clerk’s office and Pritzker's campaign each did not immediately respond to Fox News Digital's requests for comment.
POPE LEO XIV SEEN FOR FIRST TIME SINCE LUNG CANCER SURGERY AMID MAJOR RECOVERY MILESTONE
"There is no such thing as an absentee ballot in Illinois law anymore. So anyone can vote by mail if they so choose. There is also a law called UOCAVA, The Uniformed and Overseas Citizens Absentee Voting Act that is mostly for the military, but it’s also for U.S. citizens who are overseas," Illinois State Board of Elections spokesman Matt Dietrich told the Chicago Sun-Times. "... Any Illinois registered voter can vote by mail."
"Until 2010, it was considered absentee, and you had to have an excuse," Dietrich added. "But that’s all gone away. So that’s obviously what he’s doing."
CLICK HERE TO DOWNLOAD THE FOX NEWS APP
The Vatican announced on Oct. 13 that Leo underwent a procedure at Agostino Gemelli University Hospital in Rome to remove a small tumor on his right lung. Leo’s doctors later confirmed on Oct. 21 that no further cancer treatment is necessary after the pontiff’s lung tumor was removed.

A Embraer afirmou nesta sexta-feira que realizará um desdobramento (forward split) de seus American Depositary Shares (ADSs) e alterará a proporção entre seus ADSs e ações ordinárias no próximo mês. Esses recibos equivalem à ação americana da empresa aérea.
A nova relação passará da proporção atual de um ADS representando quatro ações ordinárias para um ADS representando uma ação ordinária.
A alteração, segundo a fabricante de aviões, será efetivada por meio de uma alteração ao Terceiro Contrato de Depósito Consolidado e Reformulado (Third Amended and Restated Deposit Agreement) da Embraer.
Em comunicado, a Embraer disse que cada titular registrado de ADSs ao término do pregão em 9 de novembro receberá, após o encerramento do pregão em 13 de novembro, três ADSs adicionais para cada ADS na data-base.
“Espera-se que a negociação dos ADSs, já ajustada ao desdobramento e sob a nova proporção, tenha início na abertura do mercado em 16 de novembro de 2026”, afirmou.
A companhia reforçou que a alteração da proporção não afetará as ações ordinárias subjacentes da Embraer, e nenhuma nova ação ordinária será emitida em conexão com essa alteração.
Brasil tem nova companhia aérea após autorização da Anac; conheça
A Binance está trabalhando com autoridades policiais em todo o mundo, incluindo o FBI (Departamento Federal de Investigação) e o USSS (Serviço Secreto dos Estados Unidos), depois que hackers roubaram a quantia recorde de US$ 6,3 bilhões da plataforma, informou à Reuters uma fonte a par da situação.
A embaixada dos EUA em Londres afirmou não ter comentários a fazer. O USSS não respondeu a um pedido de comentário enviado por email fora do horário comercial dos EUA.

A representante da Binance no Brasil confirmou, na manhã desta sexta-feira (30), que os fundos de seus clientes permanecem seguros. A nota foi publicada na rede social X, diante das incertezas em relação à segurança da empresa global após o registro de um ataque hacker na véspera.
“Além de observar os requisitos de segregação estabelecidos pelo Banco Central do Brasil, os ativos virtuais são mantidos em cold wallets (carteiras frias), agregando uma camada adicional de segurança e reforçando o compromisso da BBrasil SPSAV (entidade da Binace no Brasil) com a proteção dos ativos de seus clientes”, afirmou a empresa de cripto.
Ainda que não tenham sido afetados, a Binance Brasil afirmou que os saques de ativos virtuais estão temporariamente suspensos enquanto a empresa realiza uma verificação mais minuciosa de segurança. Os demais serviços da plataforma continuam operando normalmente.
Na quinta-feira (29), a Binance Global informou seus usuários que estaria investigando um potencial “problema de segurança” em sua plataforma. Parte das negociações foram suspensas.
A empresa informou que congelou US$ 2,54 bilhões até o momento, e que o montante pode subir à medida que suas equipes trabalham junto de forças policiais, emissores, empresas de inteligência em blockchain e parceiros da indústria para rastrear e travar ativos adicionais.
O total de ativos roubados pelos hackers ultrapassam os US$ 6 bilhões, um novo recorde para o maior assalto do tipo já registrado. A maior parte do roubo ocorreu em cerca de 20 minutos, conforme mostram os registros da blockchain, começando pouco depois das 20h GMT de quinta-feira (29).
Diversos investigadores apontaram a Coreia do Norte como a possível responsável pelo ataque. Os invasores conseguiram acessar carteiras digitais mantidas na Binance, que hoje é a maior corretora de criptomoedas do mundo.
O co-CEO Richard Teng afirmou que a investigação da Binance ainda não identificou os atacantes, enquanto a Coreia do Norte nega rotineiramente qualquer envolvimento em ataques cibernéticos e roubos de criptomoedas.
*Com informações da Reuters
Golpe de pagamento: o que fazer ao receber uma ligação do banco
Per il Generali Stadium c’è tempo. E se presentarlo due giorni prima del derby è stata una chiara strategia comunicativa, a Inter e Milan, perlomeno le squadre, ora interessa davvero solo il campo. Quello di San Siro, che può dare dei verdetti ancora più profondi rispetto a quello che anche una partita così speciale può dare. Del valore intrinseco di Milan-Inter, in programma sabato 31 ottobre alle 20.45, si è detto sempre tutto. Del valore fattuale, però, si sta dicendo forse un po’ meno. E quindi, la prima analisi è questa: se l’Inter dovesse vincerlo, andrebbe a +10 sul Milan, che di perdere il treno per i primi posti proprio non ha intenzione. Anche perché Gerry Cardinale ha sì confermato apertamente la sua fiducia ad Amorim (nell’intervista alla Gazzetta dello Sport di oggi). Ma è anche vero che una sconfitta potrebbe comunque far cambiare umori e percezioni del presidente americano, come già era capitato nelle scorse settimane.
E quindi si parte da qui per analizzare la partita più importante della prossima giornata. Le due squadre arrivano abbastanza in salute ed è già un buon punto di partenza: nell’Inter pesa molto, certo, l’assenza di Lautaro, e sono fuori anche Jones e Stones; il Milan, invece, ha recuperato tre colonne fondamentali come Rabiot, Gila e Pavlovic, cosa che ha fatto tirare un bel sospiro di sollievo ad Amorim. Nel mezzo, c’è di tutto, a partire da una statistica: la formazione di Chivu, che sulla carta è nettamente favorita sugli avversari, non vince un derby da due anni. E se ne sono giocati sette. Il ruolino è questo: quattro partite in Serie A, due in Coppa Italia, uno in Supercoppa, cinque vittorie del Milan e due pareggi. Da non credere.
Eppure i nerazzurri sono più in salute sotto tutti i punti di vista. Il primo, quello del valore delle rose: 738 milioni a 503, fonte Transfermarkt. Quindi, il monte ingaggi: 146 a 103. È, questo, indicatore non necessariamente di una buona gestione economica, ma se sei guarda l’ultimo bilancio economico si vede come l’Inter abbia maturato degli utili per 22,7 milioni, contro i 24 milioni (di passivo!) dei rossoneri. E poi c’è il campo, con quella classifica che, appunto, non mente, e quella continuità di prestazioni che appartiene sì a Barella e compagni ma non agli avversari. È il ricorso storico che stride, ma è proprio la bellezza di partite come queste a far capire come in campo possa capitare davvero di tutto.
L'articolo Per Amorim può valere tutto, Chivu non lo ha mai vinto in panchina: Milan-Inter, i paradossi del derby proviene da Il Fatto Quotidiano.
La madrugada del 4 de diciembre de 2022, Michael mató a su esposa, Vanessa, en una urbanización del municipio costero de Mazarrón (Región de Murcia, 33.000 habitantes). Según ha defendido este viernes ante el juez, la muerte fue completamente accidental: la arrolló con el coche dando marcha atrás. La Fiscalía y la familia de la mujer, en cambio, consideran que la golpeó hasta acabar con su vida. Vanessa lo había denunciado en media docena de ocasiones entre 2007 y 2015 por malos tratos, pero no tenía ninguna orden de protección vigente. Un jurado tendrá que decidir ahora si Michael, británico al igual que la víctima, cometió un asesinato machista o solo un homicidio por imprudencia.

© Israel Sánchez
Em depoimento à PF (Polícia Federal), o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, negou ter cometido fraude na venda de carteiras de crédito ao BRB (Banco de Brasília) e afirmou que a crise enfrentada pelo banco público foi provocado pela liquidação do Master e pelas investigações sobre o caso.
“O banco vive de credibilidade. Depois da liquidação e da minha prisão, foi sacado R$ 9 bilhões do BRB. A crise do BRB não foi causada por mim, não, foi causada pela situação que ocorreu, de liquidação do Master, que era parceiro”, declarou na oitiva realizada em 15 de setembro.
Ao longo do depoimento, Vorcaro negou a comercialização de créditos inexistentes com o BRB. Questionado pela delegada sobre laudos que apontariam irregularidades nas operações, Vorcaro disse que nem o BRB nem clientes dos bancos perderam dinheiro, o que afastaria a acusação de fraude.
O banqueiro reconheceu que houve “problemas” com carteiras de crédito relacionadas à empresa Tirreno. Segundo ele, porém, as operações deixaram de ocorrer em maio e a situação já havia sido resolvida meses antes de o caso vir à tona, em novembro de 2025.
“Quando fiquei sabendo do problema com a carteira, eu peguei ativos do banco e ativos próprios meus e substituí, em boa-fé com o BRB. E hoje tem mais ativos lá do que ele pagou. Essa é a realidade. Será que tem alguém com coragem na Polícia Federal para poder entender isso?”, afirmou.
Em outro momento, Vorcaro disse que as investigações partiram de uma interpretação equivocada de informações do Banco Central e afirmou ser vítima de perseguição. Para ele, foi criada uma “fantasia” sobre uma suposta fraude de R$ 12 bilhões para justificar sua prisão.
“Um agente que me persegue há 6 anos cria uma fantasia de que eu criei uma fraude de R$ 12 bi pra me prender. Não é a primeira vez que pedem minha prisão. E hoje tá todo mundo tentando provar que isso tá certo. Ninguém tem a coragem de olhar o negócio como ele é. Fraude não teve. Não teve fraude. Não tem cliente que perdeu dinheiro, o BRB não perdeu dinheiro”, afirmou.
O banqueiro também afirmou que está preso injustamente, pediu arquivamento do processo e disse que espera que uma perícia independente confirme sua versão sobre as operações.
“Eu tô preso injustamente por conta disso. Eu não fiz fraude nenhuma com BRB, eu não lesei nada o BRB”, disse. “Arquive esse processo, porque não tem prova nehuma. Não tem prejuízo. Faça uma perícia com uma empresa de fora, não brasileira. Vamos contratar uma perícia de fora para ver os ativos que foram vendidos. Porque se não tiver tido prejuízo, o que eu fiz? Eu vendi ativos do BRB que não deram lucro. Só isso”, completou.
No depoimento, o banqueiro também confronta a PF, sinaliza que não há profissionais na instituição com “coragem” para entender a realidade dos fatos e cita a pressão nacional sobre o caso.
“Eu entendo que esse caso virou uma pressão nacional, eu entendo isso tudo. Tem uma pressão de todos e eu entendo que os senhores sofrem essa pressão também. Mas vai passar a espuma de mídia, passar tudo, e vai ficar na história quem tem coragem de ver a verdade”, disse.
O banqueiro afirmou também que ainda “ainda acredita na Justiça” e que, um dia, integrantes do Banco Central, da Polícia Federal e de outras instituições envolvidas no caso vão “assumir a sua responsabilidade”.
“E estou pronto para assumir a minha [responsabilidade], estou pronto para falar a verdade, mas a verdade precisa ser de todo mundo e de gente com coragem. E a verdade é que não existiu essa fraude”, disse.
Sobre os imóveis avaliados em cerca de R$ 146 milhões, que teriam sido usados como compensação na negociação entre BRB e Master, Vorcaro afirmou que eles seriam disponibilizados a Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco de Brasília, para moradia, caso a fusão entre os bancos fosse concretizada.
Segundo o ex-banqueiro, o então presidente do BRB teria sido convidado para assumir um cargo de gestão na instituição resultante da operação e precisaria se mudar para São Paulo com a família. Vorcaro disse que os imóveis em Brasília e São Paulo não eram um presente, mas seriam cedidos em regime de comodato, sem transferência de propriedade.
Ele afirmou ainda que Costa poderia comprar os imóveis futuramente, dentro de um programa de bônus previsto para os gestores do banco. “Eu não prometi imóvel para ele. Prometi imóvel para ele morar, como parte do benefício de ser gestor do banco”, declarou.
Em seu próprio depoimento, Paulo Henrique Costa afirmou que o BRB “não tinha a menor ideia” de que estaria havendo fraude nas operações que fazia com o Master.
Conforme mostrou a CNN, a PF indiciou o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, o ex-presidente do BRB (Banco de Brasília) Paulo Henrique Costa e outras 13 pessoas no inquérito que apura fraudes envolvendo operações entre o Banco Master e o BRB.
Os indiciamentos constam de um relatório parcial de mais de 700 páginas encaminhado nesta quarta-feira (28) ao STF (Supremo Tribunal Federal). A PF também pediu a prorrogação da investigação por mais 60 dias para concluir perícias e diligências complementares.
Segundo as investigações, o BRB comprou cerca de R$ 17,5 bilhões em ativos e carteiras de crédito do Banco Master entre julho de 2024 e outubro de 2025. Segundo a PF, ao menos R$ 12,2 bilhões desse montante correspondem a créditos comercializados sem comprovação de existência, parte central do esquema fraudulento investigado.
Para os investigadores, foram usados créditos fictícios para sustentar operações bilionárias e manter o fluxo de recursos em direção ao Master.
O relatório aponta que o esquema se desenvolveu em frentes interligadas, que incluíam a compra, recompra e substituição de créditos, operações relacionadas aos aumentos de capital do BRB e a tentativa de aquisição do Banco Master pelo banco público de Brasília.
Vorcaro foi indiciado por gestão fraudulenta, indução a erro, falsidade em informações ou documentos, organização criminosa e lavagem de dinheiro. O relatório da Polícia Federal o descreve como o “principal centro de comando, coordenação e decisão” da estrutura criminosa investigada.
Já Paulo Henrique Costa foi indiciado por gestão fraudulenta e organização criminosa. A PF diz que o ex-presidente do BRB atuava como principal articulador das operações dentro do banco e usava as atribuições do cargo para garantir a continuidade dos negócios estruturados por Vorcaro.