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Feira dos Santos é “um momento de celebração da família”

30 October 2026 at 09:59

VTM

A Feira dos Santos é um dos momentos mais marcantes do calendário de Chaves, pela dimensão comercial, pela preservação das tradições e pela capacidade de reunir famílias que regressam à cidade nesta altura do ano. Nuno Vaz, presidente da câmara municipal, considera que o certame mantém uma identidade própria, apesar das transformações que sofreu ao longo do tempo.

“É um evento absolutamente singular e excecional”, afirma o autarca, lembrando que a origem da feira se perde no tempo. Sem uma data conhecida da sua primeira realização, a iniciativa terá surgido como resposta às necessidades das comunidades rurais, num período em que os produtores procuravam vender os excedentes agrícolas e os animais para assegurar o aprovisionamento durante o inverno.

Hoje, a feira mantém essa ligação à agricultura e à pecuária, mas ganhou também uma dimensão festiva e familiar. “É um momento de celebração da família”, sublinha Nuno Vaz, referindo os reencontros de pessoas que vivem noutras cidades ou no estrangeiro e que aproveitam os Santos para regressar a Chaves.

Matriz

Inserida num “conjunto muito significativo de iniciativas”, considera o autarca que, apesar de atualmente ter “uma matriz diferente”, a Feira dos Santos “continua a estar muito ligada à pecuária, à agricultura, às tradições e àquilo que são os momentos marcantes das nossas comunidades”. E por isso, tem uma “dimensão de feira, mas também de festa”.

O facto de acontecer no Dia de Todos os Santos leva as comunidades a visitarem os cemitérios e recordarem os seus entes queridos. A feira tem, por isso, a capacidade de ser um “momento de encontro de famílias”.

“É, de facto, uma feira de uma expressão muito grande”, assume Nuno Vaz, acrescentando que “dizemos que é das maiores feiras de rua do país. Este ano, teremos cerca de 550 expositores, trata-se de uma feira com uma exposição muito grande. Prevemos que cerca de 5 quilómetros de vias, de arruamentos urbanos fiquem perfeitamente preenchidos”.

O presidente da câmara destaca ainda o contributo do evento para a economia local, através da dinamização do comércio, da restauração, da hotelaria e dos produtores. A afluência de visitantes, muitos provenientes da Galiza, cria oportunidades para os agentes económicos da cidade e da região.

“Também queremos que essa dinâmica possa ser aproveitada pelos nossos agentes económicos, seja a restauração, a hotelaria, o artesanato ou os produtos locais”, sublinha o autarca flaviense. “Acreditamos muito que, e sobretudo em concelhos do interior, que é com uma relação colaborativa que podemos garantir a sustentabilidade dos micro e pequenos negócios. Porque é nessa multiplicidade de atividades que podemos garantir a sustentabilidade e por esta via, a manutenção das famílias”, acrescenta.

A vertente rural continua a ocupar um lugar central no programa, com a Feira do Gado e os concursos de diferentes raças pecuárias, agendados para 31 de outubro, junto ao Forte de São Neutel. A iniciativa pretende dar visibilidade ao trabalho dos produtores e à importância da atividade agropecuária na preservação da paisagem e das comunidades do interior.

Nuno Vazdestaca, em particular, a valorização da raça Bísara, associada à produção de fumeiro, presuntos e enchidos tradicionais. Os concursos de bovinos, ovinos e do Cão de Gado Transmontano completam o programa dedicado ao património rural. “Queremos continuar a preservar esta nossa herança”, afirma.

Famílias

A programação inclui ainda artesanato, exposições, animação musical e arruadas, além do Festival Gastronómico do Polvo, que reforça os laços históricos e culturais entre Chaves e a Galiza.

O autarca reconhece que a dimensão do evento implica condicionamentos no trânsito e na circulação, mas considera que estes são temporários e devem ser enquadrados no interesse coletivo. “São três dias vividos de forma mais intensa”, refere, apelando à compreensão dos moradores.

Para o município, a Feira dos Santos deve continuar a conjugar comércio, tradição e diversão, mantendo viva uma herança que atravessa gerações e reforça a atratividade de Chaves. “O que nós queremos é que esta feira seja também uma festa da família”, conclui.

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Matadouro do Cachão recupera autonomia após anulação de insolvência

29 October 2026 at 19:54

VTM

Michel Monteiro, presidente do conselho de administração, reconhece que os custos operacionais continuam a superar as receitas e que a redução dos abates dificulta a recuperação económica, obrigando os municípios de Mirandela e Vila Flor a continuar a financiar a atividade.

O Tribunal da Relação de Guimarães anulou a sentença do Tribunal de Bragança, que declarou a insolvência do matadouro industrial do Cachão. O tribunal considerou que, pela sua natureza intermunicipal, o matadouro não está sujeito ao regime comum de insolvência, devendo ser enquadrado na legislação específica do setor empresarial local.

O responsável considera que o acórdão de 15 de outubro era o desfecho expectável, tendo em conta a natureza intermunicipal da empresa. “O facto de termos esta independência, esta autonomia na gestão do matadouro, naturalmente, tranquiliza-nos”, afirma à VTM.

Apesar do alívio, Michel Monteiro sublinha que “os problemas mantêm-se na atualidade”. Os gastos operacionais, os fornecimentos externos e os custos comerciais continuam acima dos proveitos. “O núcleo central do negócio não é autossustentável”, admite, acrescentando que a atividade “continua a gerar valor negativo no seu dia a dia”.

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CNI reduz previsão de crescimento do PIB para 1,6% em 2026

Logo Agência Brasil

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) reduziu de 2% para 1,6% a projeção de crescimento da economia brasileira em 2026.

Segundo o Informe Conjuntural do terceiro trimestre, divulgado nesta quarta-feira (28), a revisão reflete o desempenho mais fraco esperado para a indústria de transformação e o setor de serviços.

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A agropecuária, por outro lado, teve sua estimativa de crescimento revisada para cima. Segundo a entidade, os juros elevados e a desaceleração da demanda interna continuam pressionando a produção. 

Principais projeções

  • PIB: crescimento de 1,6% em 2026, ante previsão anterior de 2%;
  • Indústria: alta de 1,3%, contra 2% estimados anteriormente;
  • Indústria de transformação: retração de 0,7%;
  • Serviços: crescimento de 1,6%, ante 1,9%;
  • Agropecuária: expansão de 2,5%, acima dos 1,8% previstos anteriormente;
  • Inflação: projeção de 5,15% para o ano;
  • Selic: previsão de encerramento de 2026 em 13,25% ao ano;
  • Dívida pública bruta: estimativa de 83,7% do PIB.

Indústria perde força

A indústria deve sentir os efeitos da desaceleração econômica de forma mais intensa. A projeção de crescimento do setor caiu de 2% para 1,3%, principalmente devido ao desempenho negativo esperado para a indústria de transformação.

Para esse segmento, a CNI revisou a estimativa de crescimento de 0,6% para uma queda de 0,7%. Entre os fatores que pressionam a atividade estão a redução da demanda interna, o custo elevado do crédito, o aumento dos custos de produção e a concorrência dos produtos importados.

A indústria extrativa, por sua vez, deve crescer 9,1%, enquanto a construção tem previsão de alta de 1,5%, sustentada por investimentos em infraestrutura e pela expansão do programa Minha Casa, Minha Vida.

Serviços e agropecuária

O setor de serviços também teve a projeção reduzida, de 1,9% para 1,6%. A revisão considera a estabilidade do volume de serviços desde o fim de 2025 e a desaceleração do comércio, especialmente nos segmentos mais dependentes de crédito.

Na direção oposta, a agropecuária teve a estimativa elevada de 1,8% para 2,5%, impulsionada pela perspectiva mais favorável para a segunda safra de milho.

Trabalho e inflação

A CNI estima que a população ocupada cresça 1,2% em 2026, enquanto a taxa de desemprego deve recuar de 5,3% para 5% até o fim do ano. A massa de rendimentos reais, que considera os efeitos da inflação, deve aumentar 4,6%.

A inflação, porém, tende a acelerar nos últimos meses do ano. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é de alta de 5,15%, acima dos 4,26% registrados em 2025.

A entidade prevê que o Banco Central reduza a taxa Selic em 0,25 ponto percentual em cada uma das duas reuniões restantes de 2026, encerrando o ano em 13,25%.

Contas públicas

A CNI projeta déficit primário de R$ 54,6 bilhões nas contas do governo federal em 2026, equivalente a 0,4% do PIB. Considerando as regras de exclusão de determinadas despesas da meta fiscal, o resultado seria um superávit de R$ 12,6 bilhões.

A entidade estima que a dívida pública bruta avance de 78,6% para 83,7% do PIB até o fim do ano.

Comércio exterior

A balança comercial brasileira deve registrar superávit de US$ 77,3 bilhões em 2026, quase 30% acima do resultado de 2025.

As exportações devem somar US$ 386,7 bilhões, crescimento de 10,3% em relação ao ano anterior. Já as importações estão estimadas em US$ 309,4 bilhões, alta de 6,4%.

Produção de ração animal cresce 4,2% no Brasil no primeiro semestre de 2026

28 October 2026 at 17:11

A indústria brasileira de alimentação animal produziu 45,2 milhões de toneladas de rações no primeiro semestre de 2026, alta de 4,2% em relação às 43,3 milhões de toneladas registradas no mesmo período do ano passado, conforme os dados são do Sindirações (Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal).

O crescimento foi observado nos principais segmentos, com destaque para a avicultura de corte e a suinocultura, embora diferentes cadeias produtivas continuem enfrentando dificuldades para manter as margens.

Segundo Ariovaldo Zani, CEO do Sindirações, o aumento da produção não representa, necessariamente, melhora nos resultados financeiros dos produtores. A pressão sobre os custos dos insumos e os preços recebidos nas propriedades mantém a rentabilidade como um dos principais desafios do setor.

A produção de rações para frangos de corte atingiu 19,9 milhões de toneladas no primeiro semestre, avanço de 5,3% ante as 18,9 milhões de toneladas registradas em igual período de 2025. O segmento respondeu por aproximadamente 44% de todo o volume produzido pela indústria de alimentação animal no país.

O desempenho acompanha o crescimento das exportações brasileiras de carne de frango. De acordo com a ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), os embarques superaram 2,9 milhões de toneladas no semestre, alta de 12,9% na comparação anual e recorde para o período. A diversificação dos destinos e a base de comparação influenciada pelas restrições sanitárias de 2025 contribuíram para o resultado.

Na suinocultura, a produção de rações cresceu 5,4%, passando de 10,6 milhões para 11,2 milhões de toneladas. As exportações de carne suína também avançaram, superando 794 mil toneladas no semestre, aumento de 10%, segundo a ABPA.

Apesar do desempenho no comércio exterior, o aumento do plantel e os ganhos de produtividade ampliaram a oferta interna de animais. Na avaliação do Sindirações, esse descompasso pressionou as cotações dos suínos e reduziu as margens dos produtores independentes.

Na bovinocultura de corte, a produção de rações somou 2,86 milhões de toneladas no primeiro semestre, aproximadamente 110 mil toneladas acima do volume registrado um ano antes, crescimento de 4%. O setor passa por mudanças no ciclo pecuário, com maior retenção de fêmeas para reprodução e alterações na disponibilidade de animais para abate. Esse movimento pode contribuir para sustentar os preços do boi gordo, ao mesmo tempo que aumenta a preocupação com o custo de reposição do rebanho e as margens dos frigoríficos.

O confinamento também ganhou espaço a partir de junho, com aumento da ocupação dos cochos e perspectivas de recuperação da atividade no segundo semestre. O comportamento da demanda por rações, contudo, dependerá dos preços dos animais, dos ingredientes utilizados na alimentação, das condições das pastagens e da viabilidade econômica dos sistemas de produção. A suplementação de matrizes e as estratégias nutricionais adotadas na recria e na terminação podem sustentar parte da demanda, mesmo diante de alterações no volume de animais destinados ao abate.

Na bovinocultura leiteira, a produção de rações aumentou 1,8%, para 3,8 milhões de toneladas. O avanço ocorreu em um cenário de dificuldades para os produtores, diante da pressão sobre os preços do leite e da concorrência das importações de leite em pó, principalmente da Argentina e do Uruguai. Segundo o Sindirações, a redução da rentabilidade limita a capacidade de investimento das propriedades e pode comprometer a permanência de produtores na atividade.

Na avicultura de postura, o volume de rações cresceu 1%, alcançando aproximadamente 3,8 milhões de toneladas. O segmento, entretanto, enfrenta uma piora nas relações de troca entre os preços dos ovos e os custos dos principais ingredientes da alimentação, como milho e farelo de soja. A combinação entre a desvalorização dos ovos e o encarecimento dos insumos reduziu o poder de compra dos produtores.

Entre os demais segmentos, a aquicultura registrou crescimento de 5,4% na produção de rações, que chegou a aproximadamente 940 mil toneladas. No mercado de alimentos para cães e gatos, a produção avançou 1%, superando 2 milhões de toneladas. Já as rações para equinos alcançaram cerca de 470 mil toneladas, alta de 0,5%. Os demais segmentos somaram aproximadamente 320 mil toneladas, crescimento de 1%.

O balanço do primeiro semestre mostra que a indústria brasileira de alimentação animal ampliou os volumes produzidos, acompanhando o desempenho das cadeias de proteína animal e de outros segmentos da criação. Ao mesmo tempo, os resultados evidenciam diferenças entre os mercados: enquanto as exportações de carnes sustentam a atividade de aves e suínos, a sobreoferta interna, a pressão dos custos e as dificuldades nas relações de troca limitam a rentabilidade em diferentes cadeias.

Para Ariovaldo Zani, o desafio é transformar o crescimento da produção em resultados econômicos sustentáveis, por meio da eficiência nutricional, do planejamento comercial e da gestão financeira das propriedades.

Produção e exportações recordes redefinem a pecuária brasileira

Boi gordo sobe 1,94% em dois pregões na B3 e se aproxima de R$ 400/@

27 October 2026 at 18:21

O contrato futuro do boi gordo para novembro de 2026 chegou a R$ 399,75 por arroba nesta terça-feira (27), na máxima do dia e no maior valor histórico do contrato na B3 (Bolsa Brasileira).

A cotação supera o recorde anterior, de R$ 399,40 por arroba, registrado em 13 de outubro. Por volta da atualização parcial do pregão, o vencimento avançava R$ 2,60 por arroba, alta de 0,65% no dia, e acumulava valorização de 1,94% em duas sessões.

Desde a mínima de fechamento registrada em 17 de março, de R$ 343,40 por arroba, o contrato acumula alta de R$ 56,35, equivalente a 16,4%. O movimento ocorre em um cenário de preços recordes no mercado físico e expectativa de oferta restrita de animais terminados nos próximos meses.

Os ganhos também aparecem nos demais vencimentos negociados na bolsa. O contrato para dezembro de 2026 avançava 0,44%, a R$ 398,80 por arroba. Para janeiro de 2027, a cotação era de R$ 398,45, alta de 0,38%. Fevereiro de 2027 subia 0,38%, a R$ 397,80, enquanto março de 2027 avançava 0,25%, a R$ 396,80 por arroba. Já o vencimento para outubro de 2026 era negociado a R$ 384,70, com alta de 0,04%.

A curva de preços entre novembro de 2026 e março de 2027 permanece praticamente estável, com valores entre R$ 396,80 e R$ 399,75 por arroba. O comportamento indica que o mercado futuro mantém a expectativa de preços elevados também no início do próximo ano, sem sinalizar alívio expressivo na oferta no curto prazo.

O contrato para janeiro de 2027 já havia superado a marca de R$ 400 por arroba durante o pregão de segunda-feira (26), quando atingiu R$ 400,25. O vencimento para outubro de 2027 também chegou a R$ 402 em 14 de outubro. Entre os contratos com vencimento em 2026, dezembro ficou próximo do patamar na segunda-feira, a R$ 399,80 por arroba.

Mercado físico registra recordes

No mercado físico, o indicador Cepea/Esalq para São Paulo alcançou R$ 381,40 por arroba na segunda-feira (26), o maior valor nominal da série histórica, iniciada em 1994. Já o indicador Datagro para São Paulo, referência para a liquidação do contrato futuro, estava em R$ 382,42 por arroba na sexta-feira (23).

Com o contrato de novembro a R$ 399,75, o prêmio em relação ao indicador Datagro chega a R$ 17,33 por arroba, ou 4,5%. A diferença mostra que o mercado futuro negocia a preços superiores aos observados no indicador físico de referência.

A distância entre os vencimentos de outubro e novembro também aumentou. Com o contrato de outubro próximo do vencimento e negociado na faixa de R$ 384 a R$ 385 por arroba, o diferencial entre os dois contratos chegou a R$ 15,05 por arroba nesta terça-feira, ante R$ 12,60 na sessão anterior.

Oferta restrita

Na avaliação da Terra Mesa Agro, a valorização reflete a expectativa de oferta limitada de bovinos terminados até o fim do ano. Entre os fatores apontados estão escalas de abate curtas, retenção de animais, custos elevados de reposição e exportações de bovinos vivos em ritmo forte.

A sustentação dos preços ocorre mesmo com a desaceleração das exportações brasileiras de carne bovina para a China após o esgotamento da cota de importação destinada ao Brasil em 2026. O volume excedente está sujeito a uma sobretaxa adicional de 55%, além da tarifa de 12% aplicada dentro da cota, elevando a tributação total para 67%.

Nesse cenário, a restrição da oferta de animais tem exercido pressão mais forte sobre as cotações do que a perda de ritmo das exportações de carne. A curva praticamente plana dos contratos até março de 2027 reforça a expectativa de manutenção de preços elevados nos próximos meses.

Para que o contrato de novembro sustente a cotação próxima de R$ 400 por arroba até o vencimento, o indicador DATAGRO precisaria avançar cerca de R$ 17 por arroba em relação ao último valor informado. A evolução do mercado físico será, portanto, determinante para a convergência entre os preços futuros e a referência de liquidação.

O mercado também segue atendo ao comportamento da demanda com o pagamento do 13º salário e o aumento sazonal do consumo nas festas de fim de ano podem contribuir para a demanda, mas os preços recordes da carne também podem limitar o poder de compra dos consumidores.

Demanda global impulsiona investimentos em DDGS no Brasil

 

Centro de Experimentação Agrária de Tavira recebe fórum sobre raças autóctones algarvias

26 October 2026 at 13:36

O encontro de 12 de novembro assinala o Dia Nacional das Raças Autóctones e abre as comemorações do centenário do antigo Posto Agrário de Tavira.

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