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Novo boletim do El Niño no Brasil alerta para fogo, queimadas e inundações

30 October 2026 at 12:56

O El Niño deve ganhar intensidade nos próximos meses e atingir a categoria de muito forte entre novembro de 2026 e janeiro de 2027, segundo o quinto boletim do Painel El Niño, divulgado em outubro pelo Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). O documento aponta que o fenômeno pode influenciar os padrões de chuva e temperatura no Brasil, com riscos distintos conforme a região, incluindo estiagem, incêndios florestais e elevação dos níveis dos rios.

As projeções indicam que o aquecimento das águas do Oceano Pacífico Equatorial deve persistir pelo menos até o primeiro trimestre de 2027. De acordo com o boletim, as anomalias de temperatura da superfície do mar nas áreas centrais e orientais do oceano ultrapassaram 3°C, conforme dados divulgados pela NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration, agência de Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos) em 26 de outubro.

Análise da situação atual do El Niño
Imagem da NOAA incluída no Painel El Niño • Inmet e outros – Boletim nº 5 do Painel El Niño

O documento foi elaborado em conjunto pelo Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), pela ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico), pelo Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), pelo SGB (Serviço Geológico do Brasil), pela Sedec (Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil) e pelo Censipam (Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia).

Chuva e calor acima da média

A previsão climática para o trimestre de novembro de 2026 a janeiro de 2027 indica maior probabilidade de chuvas acima da média histórica na região Sul e em áreas do Sudeste e do Centro-Oeste. Em contrapartida, a tendência é de precipitações abaixo do padrão climatológico em grande parte do Norte e em setores do Nordeste e do Centro-Oeste.

As temperaturas também devem ficar acima da média em quase todo o país, especialmente na região Norte. A exceção é o Rio Grande do Sul, onde a previsão aponta maior probabilidade de temperaturas abaixo do padrão climatológico no trimestre.

(a) Precipitação e (b) Temperatura média
Previsão Climática do CENSIPAM para a Amazônia Legal e Pantanal no trimestre novembro e dezembro de 2026 e janeiro de 2027 • Fonte: CENSIPAM

Esse cenário não significa que todas as localidades terão o mesmo comportamento. Mesmo em áreas com previsão de menos chuva, podem ocorrer episódios de precipitação intensa. A combinação entre calor e umidade disponível na atmosfera pode favorecer tempestades isoladas, enquanto a persistência de períodos secos tende a ampliar os riscos em regiões mais vulneráveis.

Seca se intensifica no Nordeste e avança em áreas do Norte

O boletim também apresenta um diagnóstico das condições de seca observadas no país. Entre agosto e setembro, a área do Nordeste classificada com seca grave passou de 16% para 28% da região, segundo o Monitor de Secas. No Norte, a parcela com essa classificação dobrou, de 4% para 8%.

Segundo o painel, a situação preocupa especialmente porque a previsão de chuvas abaixo da média, combinada às temperaturas elevadas, pode intensificar a perda de umidade do solo e agravar a escassez hídrica nos próximos meses.

No Nordeste, os impactos da seca são associados à falta de água e a prejuízos para comunidades rurais. No Norte, a atenção se concentra em áreas como Roraima e nas bacias dos rios Negro e Branco, que apresentam níveis baixos e déficits de precipitação.

O documento ressalta, porém, que a situação hidrológica da Amazônia não é tão generalizadamente crítica quanto a registrada em 2023 e 2024. Ainda assim, a combinação entre as condições atuais e a perspectiva de menos chuva justifica atenção especial em áreas específicas.

Risco de queimadas continua elevado

A previsão de precipitações abaixo da média e temperaturas elevadas na região Norte também aumenta o potencial de propagação de queimadas. O boletim registra que, na Amazônia Legal, foram contabilizados 6.542 eventos de fogo em agosto e 12.659 em setembro. Em outubro, até o dia 23, foram registrados outros 11.662 eventos.

Para novembro, a expectativa é de redução das ocorrências com o avanço gradual da estação chuvosa. No entanto, a influência do El Niño pode tornar essa diminuição mais lenta do que o habitual.

CPTEC/INPE, INMET e FUNCEME
Previsão climática sazonal por tercil (categorias abaixo da faixa normal, dentro da faixa normal e acima da faixa normal), gerada pelo método objetivo (CPTEC/INPE, INMET e FUNCEME) para o trimestre novembro, dezembro de 2026 e janeiro de 2027. As áreas em branco indicam igual probabilidade para as três categorias. • Fonte: CPTEC/INPE, INMET e FUNCEME

O cenário exige atenção principalmente no norte do país, onde o risco de fogo permanece elevado. A previsão do Cemaden para o trimestre de novembro a janeiro classifica 307 municípios em nível de alerta alto e outros 464 em alerta para o risco de fogo.

Imagem elaborada pelo Cemaden com base na atividade humana e na previsão climática sazonal do INPE, INMET e FUNCEME
Previsão do risco de fogo por município para o trimestre novembro–janeiro • Fonte: INPE, INMET e FUNCEME

Apesar da tendência de redução da área sob condições mais críticas em comparação com o trimestre anterior, o boletim ressalta que a chegada das chuvas não elimina imediatamente o risco de incêndios.

Atenção para cheias e elevação dos rios

Enquanto o Norte e o Nordeste enfrentam maior preocupação com a escassez hídrica, o Sul apresenta um cenário de atenção para cheias. Segundo o boletim, os três estados da região estavam livres de seca pelo segundo mês consecutivo, mas os acumulados de chuva provocaram elevações recorrentes nos níveis dos rios e inundações em diferentes localidades.

Na bacia do rio Uruguai, foram ultrapassadas cotas de alerta em estações do Médio Uruguai, enquanto áreas do Alto Uruguai, em Santa Catarina, também registraram elevações. As bacias dos rios Caí e Taquari, no Rio Grande do Sul, tiveram episódios de inundação em diversos municípios.

A previsão sazonal indica vazões acima da média e maior risco de cheias em toda a região Sul, em parte do Sudeste e no alto rio Paraguai. No Sudeste, esse risco pode aumentar em janeiro, especialmente nas bacias dos rios Doce e Paraíba do Sul.

O documento também aponta que as vazões devem permanecer abaixo da média em grande parte do país, sobretudo em bacias do Nordeste, no norte da bacia do Paraná e em áreas da Amazônia. A situação reforça a necessidade de acompanhar os níveis dos rios e os sistemas de alerta hidrológico.

Órgãos recomendam acompanhamento dos alertas

Diante das projeções, as instituições responsáveis pelo boletim recomendam o acompanhamento contínuo das previsões meteorológicas, dos avisos oficiais e das condições hidrológicas.

A Defesa Civil orienta a população a manter atualizado o cadastro para recebimento de alertas, conhecer os riscos existentes na cidade e no bairro onde mora e identificar locais seguros e rotas de fuga em caso de emergência.

Seis coisas que os cientistas dizem que você precisa saber sobre o Super El Niño

 

Novembro promete calor acima da média e chuva irregular em todo o Brasil

30 October 2026 at 12:10

A previsão climática do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) indica que novembro de 2026 será marcado por temperaturas acima da média histórica em todas as regiões do Brasil. Já a distribuição das chuvas deve variar pelo país, com volumes superiores ao normal em áreas do Sul, de São Paulo, de Mato Grosso do Sul e do extremo oeste da região Norte. Em contrapartida, parte do território nacional deve registrar precipitações abaixo da média para o período.

O cenário aponta para um mês de contrastes, com diferenças importantes entre estados e até mesmo entre áreas de uma mesma região. Enquanto algumas localidades devem enfrentar períodos mais chuvosos, outras poderão ter dificuldade para registrar precipitações regulares, especialmente em setores do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste.

O calor também deve ganhar destaque ao longo do mês. Segundo o Inmet, os desvios de temperatura serão positivos em todo o país, com os maiores valores previstos para o Centro-Oeste e o Sudeste. Em áreas dessas regiões, os termômetros podem registrar médias de até 2°C acima do padrão climatológico de novembro.

A combinação entre temperaturas elevadas e distribuição irregular das chuvas deve exigir atenção ao longo do mês, sobretudo em áreas que terão menos precipitação. No Sul e em partes do Sudeste, por outro lado, a tendência de volumes mais expressivos de chuva pode favorecer a ocorrência de períodos de instabilidade. As condições previstas, no entanto, variam conforme a localização.

Clima novembro
Previsão de desvios de (a) precipitação (mm) e (b) temperatura média do ar (°C) do modelo climático do Inmet para o mês de novembro de 2026 • Fontes: Inmet

Calor predomina e chuva varia de acordo com a área do Norte

A região Norte deve apresentar diferenças na distribuição das chuvas ao longo de novembro.

A previsão indica precipitações abaixo da média principalmente no Pará, no Tocantins, em Roraima, na porção central do Acre, no leste de Rondônia e nas regiões norte e sudoeste do Amazonas. Em contrapartida, áreas do oeste do Acre e do Amazonas, o norte do Amapá e a região de Madeira-Guaporé, em Rondônia, podem registrar volumes próximos ou superiores à média histórica.

As temperaturas devem ficar acima do normal em toda a região, com desvios entre 0,4°C e 1,5°C. No sudeste do Pará e na região central do Tocantins, a diferença pode chegar a 2°C.

Nordeste terá chuva abaixo da média

No Nordeste, a tendência é de chuvas abaixo da média histórica em grande parte da região. Os déficits mais expressivos são esperados entre o Maranhão e a Bahia, abrangendo áreas do litoral baiano e do interior nordestino.

No Ceará, no Rio Grande do Norte e em partes da Paraíba, de Pernambuco, de Alagoas e de Sergipe, os volumes devem ficar próximos do padrão climatológico. O calor também será predominante, com temperaturas de até 2°C acima da média no sul do Piauí e nas áreas central e oeste da Bahia. Próximo ao litoral, os desvios tendem a ser menores, entre 0,4°C e 1°C.

Temperaturas podem ficar até 2°C acima da média no Centro-Oeste

O Centro-Oeste deve concentrar algumas das maiores elevações de temperatura previstas para novembro. Os termômetros podem registrar médias de até 2°C acima do padrão histórico no noroeste de Mato Grosso e em grande parte de Mato Grosso do Sul. Nas demais áreas, a tendência é de temperaturas até 1,5°C superiores à média.

A distribuição das chuvas, porém, será desigual. O sudoeste de Mato Grosso do Sul e parte do norte de Mato Grosso devem registrar precipitações acima da média. Já o noroeste mato-grossense, o norte de Goiás e o Distrito Federal têm previsão de volumes inferiores ao padrão climatológico. O cenário indica que o calor será generalizado, mas a frequência das chuvas poderá variar consideravelmente dentro da própria região.

No Sudeste, São Paulo deve ter mais chuva que os estados vizinhos

No Sudeste, a previsão é de chuva irregular, com diferenças importantes entre os estados. São Paulo deve registrar acumulados mais expressivos, especialmente na faixa entre Assis e Itapetininga, no interior paulista. Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, por outro lado, tendem a apresentar volumes abaixo da média histórica. O Inmet também não descarta precipitações irregulares entre o Triângulo Mineiro e a Zona da Mata, em Minas Gerais.

As temperaturas devem ficar acima do padrão climatológico em toda a região, com desvios de até 2°C em grande parte do território. As maiores diferenças são esperadas na área central de Minas Gerais, nas porções leste e centro-sul de São Paulo e no norte fluminense, próximo à divisa com o Espírito Santo. Nas demais áreas, os valores podem ficar até 1,5°C acima da média.

Sul concentra previsão de chuva acima da média histórica

A região Sul deve ter um dos cenários mais favoráveis à ocorrência de chuvas acima da média em novembro. A previsão aponta acumulados superiores ao padrão histórico em toda a região, com desvios positivos de pelo menos 75 milímetros em determinadas áreas.

Os maiores excessos são esperados entre o noroeste e o centro ocidental do Rio Grande do Sul, onde os volumes podem superar a média climatológica em 150 milímetros. A tendência de precipitações mais frequentes, entretanto, não significa ausência de períodos de calor.

As temperaturas também devem ficar acima da média, com desvios entre 0,6°C e 1,5°C na maior parte da região. No extremo nordeste do Rio Grande do Sul e no norte do Paraná, a diferença pode chegar a 2°C.

Seis coisas que os cientistas dizem que você precisa saber sobre o Super El Niño

 

Quando o calor volta? Veja previsão para o mês de novembro em São Paulo

30 October 2026 at 10:20

Depois de um longo período de céu encoberto, temperaturas amenas e chuva frequentes, os moradores de São Paulo devem ver o retorno das tardes mais quentes durante o feriado de Finados e os primeiros dias de novembro. 

Após uma quinta-feira (29) marcada por instabilidade, nuvens e temperaturas mais baixas, o sol deve voltar a aparecer com mais força ao longo do fim de semana.

De acordo com a Climatempo, entre o sábado (31) e a segunda-feira (2), as máximas na capital paulista devem girar em torno dos 27ºC, podendo alcançar os 28ºC no início da próxima semana.

Feriado de Finados

O tempo durante o feriado prolongado deve ter características típicas de primavera, combinando tempo abafado e pancadas de chuva. 

No sábado (31), uma área de baixa pressão atmosférica próxima à costa do Sudeste ainda mantém o tempo instável na capital, com presença de muitas nuvens e possibilidade de chuva mais intensa em alguns momentos.

No domingo (1º) e na segunda-feira (2), o afastamento da área de baixa pressão permite períodos maiores de sol, principalmente no período da manhã.

Com a elevação da temperatura ao longo do dia e a umidade ainda elevada, a tendência é a formação de nuvens carregdas entre a tarde e a noite. As pancadas ainda podem vir acompanhadas de raios, rajadas de vento e episódios pontuais de granizo. 

Outubro chuvoso

A sensação de tempo predominantemente fechado nos últimos dias tem explicação nos números. O mês de outubro entrou para o registro histórico como o nono mais chuvos dos últimos 83 anos na capital. 

Segundo dados do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), a estação do Mirante de Santana acumulou 202,6 mm de chuva até a manhã do dia 25 de outubro. O valor é bem superior à média histórica do mês, de cerca de 127 mm.

Além disso, a estação de Interlagos contabilizou apenas 11 dias sem chuva expressiva ao longo de todo o mês. 

Calor está só de passagem

Apesar do retorno das temperaturas mais altas no feriado, especialistas alertam que o aquecimento não indicia uma sequência longa de dias secos e quentes. 

A previsão indica indica uma nova mudança no padrão meteorológico a partir do fim da primera semana de novembro, com o retorno de períodos mais chuvosos e nova queda nas temperaturas na capital paulista.

Feriado de Finados terá chuva em quase todo o país; veja previsão

29 October 2026 at 10:33

O feriado prolongado de Finados, celebrado na segunda-feira (2), será marcado por condições para pancadas de chuva em quase todo o Brasil. Entre sábado (31) e segunda, a combinação de calor, umidade e circulação de ventos na atmosfera deve favorecer a formação de nuvens carregadas, com risco de temporais em diferentes estados.

Segundo a Climatempo, não há previsão de passagem de uma nova frente fria durante o período. Ainda assim, a disponibilidade de umidade e as condições atmosféricas devem favorecer a ocorrência de chuva, principalmente à tarde e à noite.

As temperaturas mais elevadas devem se concentrar nas regiões Norte e Nordeste, além de áreas de Mato Grosso, onde os termômetros podem chegar a 40°C. Já no Sul, as madrugadas devem ser mais amenas, com mínimas próximas de 10°C nas áreas mais elevadas das serras gaúcha e catarinense. O resto do país também terá temperaturas variadas durante a folga de segunda.

Sul terá instabilidades do feriado prolongado

No Rio Grande do Sul, os períodos de sol devem ser mais frequentes, enquanto as pancadas de chuva se concentram principalmente no norte e no leste do estado, incluindo a região metropolitana de Porto Alegre e a Serra Gaúcha.

No Paraná e em Santa Catarina, o sábado deve ter períodos de sol, com chuva mais concentrada em áreas do leste e do norte paranaense e do leste e sul catarinense. No domingo (1º), a previsão indica sol pela manhã e pancadas com raios à tarde e à noite.

Na segunda-feira, as áreas de instabilidade podem se formar já pela manhã no centro-oeste do Paraná e de Santa Catarina, avançando para outras regiões ao longo do dia. Há risco de chuva forte.

As temperaturas máximas devem variar entre 28°C e 30°C em áreas do oeste e noroeste gaúcho e do oeste e norte paranaense. Em Curitiba e Florianópolis, a previsão indica muitas nuvens, períodos de sol e possibilidade de pancadas de chuva ao longo dos três dias.

Risco de chuva segue ameaçando o Sudeste

A presença de uma área de baixa pressão atmosférica na costa do Sudeste deve favorecer a formação de nuvens carregadas no sábado (31). A previsão é de muitas nuvens e pancadas de chuva a qualquer hora nos quatro estados, com possibilidade de períodos de sol e precipitações mais intensas à tarde e à noite.

No domingo e na segunda-feira, o afastamento desse sistema deve permitir mais aberturas de sol pela manhã. As pancadas com raios, porém, devem voltar a ocorrer principalmente à tarde e à noite.

Há risco de chuva forte nos três dias do feriado prolongado em áreas de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. No litoral, o sol deve aparecer com mais frequência no domingo e na segunda-feira, mas a possibilidade de chuva permanece, sobretudo à tarde e à noite.

Entre as capitais, o Rio de Janeiro pode registrar máxima de 31°C na segunda-feira. Em São Paulo, as temperaturas devem chegar a cerca de 27°C. Belo Horizonte e Vitória devem ter máximas entre 27°C e 29°C.

Centro-Oeste varia entre sol forte e pancadas de chuva

Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal devem registrar períodos de sol forte durante o feriado prolongado. A combinação de calor e umidade, no entanto, favorece a formação de nuvens carregadas, com pancadas de chuva e raios principalmente à tarde e à noite.

Embora as precipitações não devam durar muitas horas, há possibilidade de chuva forte, acompanhada de descargas elétricas e rajadas de vento moderadas a fortes.

Na segunda-feira (2), o risco de chuva pela manhã aumenta, inclusive em Brasília e Goiânia.

Em Mato Grosso, as temperaturas podem variar entre 35°C e 39°C, principalmente nas áreas mais ao norte. No Distrito Federal, as máximas devem ficar entre 28°C e 30°C. Em Mato Grosso do Sul, o sábado e o domingo devem ter períodos de sol, intercalados com pancadas de chuva com raios à tarde e à noite.

Na segunda-feira, as instabilidades devem ganhar força, com possibilidade de chuva já pela manhã na maior parte do estado, inclusive em Campo Grande. As máximas no estado devem variar entre 33°C e 36°C, com temperaturas mais elevadas no norte e no Pantanal.

Nordeste será “privilegiado” com sol persistente

O Nordeste deve concentrar os períodos mais prolongados de sol durante o feriado. Nas capitais e no litoral, a previsão indica predomínio de tempo firme, com baixa possibilidade de chuva.

As pancadas devem ocorrer principalmente no interior e em áreas do oeste e sudoeste da Bahia, além de regiões do Maranhão e do Piauí.

O calor será intenso no sertão nordestino e em áreas do interior maranhense e piauiense e do oeste baiano, onde as temperaturas podem variar entre 37°C e 40°C.

Temperaturas no Norte devem se aproximar dos 40°C

No Amazonas, Acre e Rondônia, a previsão indica muitas nuvens, períodos de sol e pancadas de chuva que podem ocorrer a qualquer hora do dia. Há risco de precipitações moderadas a fortes. Em Roraima, no Amapá e no extremo norte do Pará, a possibilidade de chuva é menor. Já no Tocantins e em outras áreas paraenses, o sol deve aparecer por várias horas, com pancadas isoladas à tarde e à noite.

Entre as capitais, Manaus, Rio Branco, Porto Velho e Palmas devem registrar pancadas frequentes. Em Boa Vista, Macapá e Belém, a possibilidade de chuva é baixa.

As temperaturas podem chegar a quase 40°C em Roraima, no norte do Pará e no Tocantins.

Super El Niño é o evento com ligação mais clara com a mudança climática

 

Uruguay con menos tiempo de exposición solar

29 October 2026 at 10:31

Montevideo, 29 oct (Prensa Latina) Esta capital amaneció hoy con cielo encapotado y lluvias, en otra jornada sin sol que aparenta ser tendencia, según registros meteorológicos.

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Milano, Stefania Divertito presenta “Guerra e Clima”: le conseguenze ambientali dei conflitti

29 October 2026 at 10:36

Quando finisce una guerra, finisce davvero la distruzione? Cosa resta nei territori quando le armi tacciono? E chi paga il prezzo ambientale dei conflitti? Sono queste le domande al centro della presentazione di “Guerra e Clima” (Il Saggiatore), il nuovo libro della giornalista d’inchiesta Stefania Divertito, in programma giovedì 29 ottobre alle ore 19, presso la libreria di quartiere “Io e gli Altri”, all’interno dell’Erboristeria Madre Terra, in via Cagliero angolo via Stefini, a Milano. A dialogare con l’autrice sarà Alberto Ibba, direttore di “Io e gli Altri”, figura di lunga esperienza nel panorama editoriale italiano e attualmente consulente per Feltrinelli.

“Guerra e Clima”, le ferite ambientali che sopravvivono ai conflitti

L’incontro sarà l’occasione per accendere i riflettori su ciò che i bollettini di guerra spesso non raccontano: le conseguenze profonde e invisibili che i conflitti lasciano sull’ambiente, contaminando suolo, acqua e aria, distruggendo ecosistemi e contribuendo alla crisi climatica. Danni che non scompaiono con la fine dei combattimenti, ma che possono segnare intere generazioni. Dall’Ucraina a Gaza, dalla pioggia nera su Teheran all’uranio impoverito nei Balcani, fino ai crateri di Verdun e ai poligoni militari della Sardegna, il libro attraversa luoghi e conflitti per raccontare una guerra parallela, quella combattuta contro la natura, le cui conseguenze si protraggono ben oltre la fine delle ostilità.

Attraverso anni di ricerche, testimonianze e interviste esclusive, Divertito approfondisce anche una nuova frontiera della giustizia ambientale: la possibilità di misurare scientificamente le emissioni e i danni climatici prodotti dalle guerre, con l’obiettivo di attribuire responsabilità e chiedere risarcimenti.

Chi è Stefania Divertito

Stefania Divertito è una giornalista d’inchiesta specializzata in tematiche ambientali. È stata portavoce del ministro dell’Ambiente Sergio Costa e capo ufficio stampa del Ministero dell’Ambiente. Vincitrice di numerosi riconoscimenti giornalistici per le sue inchieste sull’uranio impoverito e sull’amianto, è autrice di diversi saggi dedicati all’ambiente e all’eco-giustizia, tra cui “Uccidere la natura” (Il Saggiatore, 2025).

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Tempestade pode afetar comparecimento às urnas em eleições nos EUA

28 October 2026 at 21:48

Uma tempestade chuvosa deve avançar pelo centro dos Estados Unidos no dia das Eleições de Meio de Mandato e pode influenciar o comparecimento dos eleitores em disputas importantes da região.

Ainda não é possível determinar exatamente quais estados terão chuva na próxima terça-feira. Há dúvidas sobre a localização e a intensidade da tempestade, algo normal em uma previsão feita com quase uma semana de antecedência.

A previsão deve ficar mais clara até o fim de semana. Por enquanto, Iowa, Kansas, Michigan, Ohio e Texas podem enfrentar condições chuvosas.

A chuva pode influenciar o comparecimento às urnas nesses estados e em outras regiões do centro dos Estados Unidos, entre os eleitores que ainda não votaram antecipadamente. Mais de 35 milhões de pessoas já votaram por meio do voto antecipado.

Diversos estudos constataram que a chuva e outras condições meteorológicas adversas tendem a reduzir o comparecimento dos eleitores, enquanto o tempo ensolarado costuma ter o efeito contrário.

Cenário meteorológico

A ameaça de chuva na terça-feira pode se estender de partes da região dos Grandes Lagos e do Meio-Oeste Superior até a costa oeste do Golfo do México. No entanto, a localização exata da tempestade fará a diferença entre tempo seco, chuva intensa ou pancadas isoladas.

Rajadas de vento podem acompanhar a chuva no Meio-Oeste e nas Grandes Planícies. Também há possibilidade de tempestades fortes na parte sul do sistema meteorológico.

O tempo deve permanecer seco antes e depois da passagem da tempestade em grande parte da Costa Leste e no Oeste do país. A exceção são áreas costeiras da região do Meio-Atlântico e do Sudeste, onde ainda não é possível descartar completamente pancadas de chuva isoladas.

Uma coisa parece certa na previsão: não será necessário usar roupas muito quentes. As temperaturas máximas em grande parte da metade leste do país devem ficar entre 5 e 15 graus Fahrenheit acima da média. Apenas o Sudoeste deve registrar temperaturas um pouco abaixo da média.

A seguir, a previsão para alguns dos estados com disputas importantes nas eleições de meio de mandato. As condições ainda podem mudar à medida que houver mais certeza sobre a trajetória da tempestade, até o fim de semana.

Previsão para estados com disputas importantes

  • Geórgia: tempo provavelmente seco, com máximas entre 21 °C e 28 °C.
  • Iowa: há grande possibilidade de chuva durante pelo menos parte do dia, embora as pancadas possam deixar o estado até o início da manhã. As máximas devem ficar entre 10 °C e 17 °C.
  • Kansas: há boa possibilidade de chuva em partes do estado, mas ainda não está definido onde e em que volume. As máximas devem ficar entre 10 °C e 21 °C.
  • Maine: tempo provavelmente seco, com máximas entre 4 °C e 12 °C.
  • Michigan: os modelos meteorológicos apresentam cenários bastante diferentes. Alguns indicam chuva generalizada em grande parte do estado, enquanto outros preveem apenas pancadas isoladas no oeste de Michigan ou na Península Superior. As máximas devem variar entre 4 °C e 12 °C na Península Superior e chegar a cerca de 16 °C nas áreas ao sul da Península Inferior.
  • New Hampshire: tempo provavelmente seco, com máximas entre 4 °C e 12 °C.
  • Carolina do Norte: tempo provavelmente seco, com máximas em torno de 21 °C a 28 °C.
  • Ohio: a maioria dos modelos meteorológicos mantém a chuva a oeste do estado, mas ainda é cedo para descartar tempo chuvoso. As máximas devem chegar a cerca de 16 °C a 21 °C.
  • Texas: a metade leste do estado, especialmente nas áreas ao longo e a leste da rodovia interestadual 35, tem a maior probabilidade de chuva. Também há possibilidade de tempestades. As máximas devem variar entre cerca de 27 °C a 32 °C perto da costa e 16 °C a 21 °C na região do Panhandle, no noroeste do estado.

O que são as Eleições de Meio de Mandato dos Estados Unidos?

 

Chuva avança pelo país e Sul registra 9°C: veja previsão para esta quarta

28 October 2026 at 12:16

A previsão do tempo para esta quarta-feira (28) indica chuva e trovoadas em áreas do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. No Sul, o frio persiste nas primeiras horas do dia, principalmente nas regiões serranas, enquanto a nebulosidade aumenta e há possibilidade de precipitações isoladas.

Segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), o afastamento de uma área de alta pressão em direção ao oceano Atlântico favorece a entrada de ar mais quente e úmido no Centro-Sul do Brasil. A mudança contribui para a formação de áreas de baixa pressão e aumenta as condições para chuva.

Ao mesmo tempo, o calor e o tempo seco continuam predominando em partes do extremo Norte e do Nordeste, onde as máximas podem se aproximar dos 40°C.

Norte tem temporais no sul da região e calor de 38°C

No Norte, a instabilidade se concentra no setor sul da Região Norte, com previsão de chuva e trovoadas no leste do Acre, no centro e sul do Amazonas, no sul do Pará, em Tocantins e em Rondônia. O Inmet mantém aviso amarelo de perigo potencial para tempestades nessas áreas.

Também podem ocorrer pancadas isoladas em outras partes do Amazonas, no sudoeste de Roraima e em áreas centrais e do oeste do Acre e do Pará. Em contrapartida, o tempo permanece predominantemente estável em grande parte de Roraima, no nordeste do Pará e no Amapá.

Apesar da chuva em parte da região, o calor continua intenso no Norte do país. Boa Vista pode registrar máxima de 38°C, enquanto a mínima prevista em Rio Branco é de 20°C.

Nordeste tem alerta para chuva forte e máxima de 39°C

Na região do Nordeste, as áreas de instabilidade atingem principalmente o interior. Há previsão de chuva com trovoadas no centro e sul do Maranhão, em grande parte do Piauí e no noroeste e oeste da Bahia. Nessas localidades, está vigente aviso amarelo para tempestades.

No Recôncavo Baiano, também há alerta amarelo, desta vez para acumulados expressivos de chuva. Pancadas isoladas podem ocorrer ainda em outras áreas do Maranhão e do Piauí, no oeste do Ceará e de Pernambuco e na região central da Bahia.

Já no litoral leste do Ceará, no Rio Grande do Norte, na Paraíba, em grande parte de Pernambuco, em Alagoas e em Sergipe, o sol predomina entre algumas nuvens. Mesmo com a previsão de precipitação em parte do estado, Teresina pode registrar máxima de 39°C. Nas demais capitais nordestinas, as máximas variam entre 30°C e 32°C.

Centro-Oeste tem previsão de chuva em quase toda a região

A quarta-feira será marcada por muitas nuvens e pancadas de chuva com trovoadas em praticamente toda a região Centro-Oeste. O Inmet mantém aviso amarelo para tempestades nos quatro estados, com possibilidade de precipitações menos intensas apenas no extremo sul de Mato Grosso do Sul, na divisa com o Paraná.

Após dias de calor intenso, as temperaturas ficam mais amenas em parte da região. Brasília e Campo Grande podem registrar máximas de 27°C, enquanto Goiânia deve chegar a 28°C. Em Cuiabá, o calor persiste, com máxima prevista de 34°C e tempo abafado.

Chuva isolada atinge áreas de São Paulo e Minas Gerais

No Sudeste, o céu fica com muitas nuvens, e as precipitações devem ocorrer de forma isolada em diferentes áreas. Pela manhã, a chuva se concentra no oeste de Minas Gerais. À tarde e à noite, pode atingir o Triângulo Mineiro, o centro, norte e oeste de São Paulo, o sul mineiro e a divisa entre São Paulo e Rio de Janeiro.

Há aviso amarelo para tempestades no oeste e no Triângulo Mineiro e em áreas centrais, do oeste e do norte paulista.

Na capital de São Paulo, as temperaturas variam entre 12°C e 20°C. Em Vitória, os termômetros ficam entre 18°C e 24°C; em Belo Horizonte, entre 15°C e 26°C; e no Rio de Janeiro, entre 17°C e 27°C.

Inclusive, no território carioca, a chuva deve ganhar força a partir de quinta-feira (29), com risco de temporais, raios e rajadas de vento. Segundo a Climatempo, as instabilidades podem atingir a Região Metropolitana, áreas do centro-sul fluminense e trechos do litoral, com rajadas próximas de 70 km/h em alguns pontos. A previsão indica que a chuva pode continuar na sexta-feira (30), com possibilidade de acumulados elevados.

Frio nas serras do Sul persiste nesta quarta-feira

No Sul do país, as temperaturas seguem baixas nas primeiras horas desta quarta-feira (28), principalmente nas áreas serranas. Segundo a Climatempo, a mínima pode chegar a 9°C em Urubici, na Serra Catarinense, e a aproximadamente 10°C em São José dos Ausentes, na Serra Gaúcha. Em Inácio Martins, no Paraná, os termômetros podem marcar 11°C.

O frio ocorre após uma manhã de temperaturas ainda mais baixas na terça-feira (27). Cambará do Sul e São José dos Ausentes, no Rio Grande do Sul, registraram mínimas de 5°C e 5,2°C, respectivamente. Em outras cidades gaúchas, como São Francisco de Paula e Canela, as temperaturas também ficaram abaixo de 7°C.

Nesta quarta, a nebulosidade aumenta e há possibilidade de chuva isolada à tarde no norte, oeste, sudoeste e centro do Paraná, no centro, oeste e litoral sul de Santa Catarina e no nordeste do Rio Grande do Sul. O Inmet mantém aviso amarelo para tempestades no norte e noroeste paranaense.

Nas capitais, Curitiba deve registrar temperaturas entre 11°C e 22°C. Em Florianópolis, a previsão varia de 16°C a 24°C, enquanto Porto Alegre pode ter mínima de 15°C e máxima de 25°C.

A tendência é de elevação das temperaturas mínimas nas serras nos próximos dias. Na quinta-feira (29), elas devem ficar em torno de 13°C em São José dos Ausentes, 11°C em Urubici e 13°C em Inácio Martins. Ao mesmo tempo, a chuva tende a ganhar força na região Sul, especialmente no Paraná, com precipitações também em Santa Catarina e no centro e norte do Rio Grande do Sul.

Calor, El Niño e tempestades: veja prognóstico para a primavera de 2026

 

Piden reconocer desinformación climática como amenaza sanitaria

27 October 2026 at 16:39

Ginebra, 27 oct (Prensa Latina) Agrupaciones sanitarias internacionales, ambientalistas y de la sociedad civil piden hoy que los miembros de la Organización Mundial de la Salud reconozcan la desinformación climática como una amenaza sanitaria.

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Frio, temporais e calor de 40°C: Brasil tem contraste climático nesta terça

27 October 2026 at 11:37

O Brasil terá condições meteorológicas contrastantes nesta terça-feira (27). Enquanto uma massa de ar frio mantém as temperaturas baixas no Sul e em áreas do Sudeste, a combinação de calor e umidade favorece temporais em partes do Norte, Centro-Oeste e Nordeste. Em Teresina, no Piauí, os termômetros podem chegar a 40°C, enquanto Curitiba tem mínima prevista de 7°C, segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia).

Previsão de temperatura mínima e de acumulados de chuva para terça-feira (27), conforme o modelo numérico de previsão de tempo COSMO • Fonte: Inmet

A presença de uma frente fria no litoral sul da Bahia favorece a formação de um canal de umidade, que provoca chuvas e trovoadas em diferentes regiões do país. As precipitações mais intensas são esperadas em Rondônia, Mato Grosso, sul do Pará, centro e norte de Goiás, Distrito Federal, Tocantins, norte de Minas Gerais e áreas da Bahia, do sul do Piauí e do Maranhão.

No Norte, a instabilidade atinge principalmente o Acre, Rondônia, Tocantins, o sul do Pará e partes do Amazonas. Já no Centro-Oeste, as áreas mais afetadas devem ser o nordeste de Mato Grosso, o norte e a região central de Goiás e o Distrito Federal. A umidade também pode provocar pancadas isoladas em outras partes de Mato Grosso e em Mato Grosso do Sul até o fim do dia.

No Nordeste, a chuva se concentra no sul do Maranhão e do Piauí e em áreas da Bahia. O Inmet alerta ainda para a possibilidade de granizo no oeste e no noroeste baiano entre a noite desta terça-feira e a madrugada de quarta-feira (28). As condições atmosféricas favorecem o fenômeno, mas não garantem que ele ocorra.

No Sudeste, a previsão é de chuva com trovoadas no norte de Minas Gerais e do Espírito Santo, com possibilidade de precipitações isoladas em outras áreas capixabas e na região de Belo Horizonte. No Sul, o tempo permanece estável, embora a nebulosidade aumente à noite em áreas do Paraná, de Santa Catarina e do norte e leste do Rio Grande do Sul.

O Inmet mantém avisos amarelos de perigo potencial para tempestades em áreas do Acre, do Amazonas, do Pará e do Tocantins, além de localidades de Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Bahia, Piauí e Maranhão.

Ao mesmo tempo, uma massa de ar frio e seco mantém as temperaturas baixas no Sul e em áreas do Sudeste nesta terça-feira.

A atuação do sistema favorece o tempo estável nessas regiões, com possibilidade de geadas fracas e isoladas na Serra Gaúcha e na Serra Catarinense. Em Curitiba, a mínima prevista é de 7°C, e a temperatura não deve ultrapassar os 18°C durante a tarde. Porto Alegre começa o dia com 8°C, mas os termômetros podem chegar a 23°C. Em Florianópolis, a mínima será de 11°C e a máxima, de 22°C.

Pelo Sudeste, na capital paulista, a temperatura varia entre 11°C e 20°C. No Rio de Janeiro, a previsão é de mínima de 17°C e máxima de 23°C. Em Belo Horizonte, os termômetros devem marcar entre 16°C e 25°C, enquanto Vitória não deve ultrapassar os 24°C. Nas regiões serranas do Rio de Janeiro, as temperaturas também devem ficar abaixo de 15°C.

Em contraste com o frio em parte do país, o tempo seco e as temperaturas elevadas predominam em áreas do extremo Norte do país e nas faixas norte e leste do Nordeste. Em Teresina, a máxima pode chegar a 40°C nesta terça-feira. Em Palmas, os termômetros podem marcar 37°C, enquanto Macapá deve registrar até 38°C. Já em Boa Vista, a máxima prevista é de 36°C.

No Centro-Oeste, as temperaturas variam entre as capitais. Brasília deve registrar mínima de 18°C e máxima de 31°C, enquanto Goiânia pode chegar a 31°C. Em Campo Grande, a máxima não deve passar de 28°C. Por outro lado, Cuiabá terá calor mais intenso, com máxima prevista de 36°C.

Previsão para quarta-feira

Na quarta-feira (28), a frente fria e a área de alta pressão pós-frontal começam a se afastar em direção ao oceano Atlântico. Com isso, o canal de umidade sobre o Nordeste perde força, enquanto novas instabilidades favorecem a ocorrência de chuva em áreas do Centro-Oeste, do Sudeste e do Sul. A precipitação também persiste em pontos do Norte e do Nordeste, embora de forma mais localizada.

Fonte: INMET
Previsão de água precipitável e de acumulados de chuva para quarta-feira (28), conforme o modelo numérico de previsão de tempo COSMO • Fonte: INMET

No Norte, a previsão indica chuva e trovoadas no Amazonas, em Rondônia, no sul do Pará e no Tocantins. Também podem ocorrer precipitações isoladas em Roraima, no Amapá e em outras áreas paraenses. Apesar das pancadas, o calor continua intenso, e as máximas podem chegar a 38°C em Macapá e Boa Vista.

No Nordeste, as precipitações devem atingir o oeste e o litoral da Bahia, incluindo o Recôncavo Baiano, além do centro e sul do Piauí e do sul do Maranhão. O Inmet mantém aviso amarelo para grandes acumulados no Recôncavo e para tempestades em áreas desses três estados. Também há possibilidade de granizo entre a noite de terça-feira e a madrugada de quarta. Em Teresina, os termômetros podem marcar 38°C, enquanto as máximas nas demais capitais nordestinas ficam entre 30°C e 32°C.

As pancadas de chuva com trovoadas também devem atingir Mato Grosso, Goiás, o Distrito Federal e áreas do norte, nordeste e noroeste de Mato Grosso do Sul, no Centro-Oeste. Em Cuiabá, a máxima prevista é de 32°C. Goiânia e Campo Grande podem chegar a 28°C, enquanto Brasília terá temperaturas entre 19°C e 29°C.

A chuva volta a atingir áreas do Sudeste, principalmente o interior de São Paulo, o sul, oeste e nordeste de Minas Gerais, o Triângulo Mineiro e o norte do Espírito Santo. Há aviso amarelo para tempestades no norte e noroeste paulista, no Triângulo Mineiro e no oeste mineiro. Na capital paulista, a temperatura varia entre 12°C e 17°C. Já no Rio de Janeiro, a máxima pode chegar a 25°C, enquanto Belo Horizonte e Vitória devem registrar até 24°C.

No Sul, a nebulosidade aumenta e há possibilidade de chuva isolada no Paraná, no norte de Santa Catarina e em pontos do noroeste do Rio Grande do Sul. Trovoadas isoladas também podem ocorrer na divisa entre o Paraná e Mato Grosso do Sul. Com o afastamento da massa de ar frio, as temperaturas sobem: Porto Alegre pode chegar a 26°C e Florianópolis, a 24°C. Em Curitiba, a mínima prevista é de 10°C.

Seis coisas que os cientistas dizem que você precisa saber sobre o Super El Niño

 

Super-ricos poluem mais do que quase metade da humanidade

27 October 2026 at 07:10
Cada um dos oito milhões de pessoas mais ricas emite quase 400 vezes mais do que alguém nos 50% mais pobres. Oxfam quer impostos sobre riqueza e luxo discutidos na COP31.

© KAY NIETFELD/EPA

A Oxfam estima que, até 2050, cerca de 10% da população mundial, possa ser deslocadas devido à crise climática, sobretudo no Sul Global

Passaporte climático para acompanhar ação dos municípios

27 October 2026 at 00:34
82 municípios já manifestaram interesse antes do lançamento oficial. A adesão é voluntária e assenta em três níveis: Planeamento, Ação e Liderança.

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Segundo a ADENE, os municípios aderentes terão de apresentar um relatório anual simplificado para manter o reconhecimento obtido

Mais de 50 mil mortes: 2026 terá sido o verão mais mortífero da Europa

23 October 2026 at 17:10
O aquecimento movido a combustíveis fósseis dispara as mortes por calor na Europa. Cientistas pedem aos governos que alarguem as medidas de saúde dirigidas, para proteger melhor as populações vulneráveis. As mortes por calor nas zonas urbanas da Europa ultrapassaram as 50.000 no verão de 2026, com vagas sucessivas de temperaturas recorde a varrer o continente do final de maio a agosto. Mais de 32.000 dessas mortes foram atribuídas ao aquecimento global de origem humana, causado sobretudo pela queima de combustíveis fósseis, segundo um estudo publicados na Nature Health. As zonas urbanas das maiores economias europeias, a Itália, a França,

Olinda adere a programa federal para planejar ações contra eventos climáticos

23 October 2026 at 13:21

O município de Olinda oficializou a adesão ao AdaptaCidades, programa do Governo Federal criado para orientar prefeituras no planejamento de ações contra os impactos das alterações do clima.

A iniciativa visa integrar a gestão municipal às diretrizes federais para mapeamento de vulnerabilidades territoriais, redução de riscos ambientais e contenção de danos provocados por eventos meteorológicos extremos.

Articulação interministerial e diretrizes

O projeto opera sob coordenação direta da União e envolve múltiplos setores da administração pública. As diretrizes do programa estabelecem:

  • Governança: coordenação do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), em parceria com os ministérios das Cidades e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
  • Enquadramento legal: integração ao Programa Cidades Verdes Resilientes, regulamentado pela Portaria GM/MMA nº 1.256/2024 e atualizado pela Portaria GM/MMA nº 1.385/2025.
  • Elaboração: formulação baseada em oficinas técnicas realizadas com representantes de governos estaduais e municipais.

Com o ingresso no programa, Olinda busca suporte técnico para fundamentar políticas públicas de ordenamento urbano, drenagem e contenção em áreas vulneráveis. A meta da parceria é estruturar um plano de prevenção de desastres que oriente a infraestrutura da cidade a longo prazo.

© Caelen Rosa/SECOM Olinda

Olinda decreta ponto facultativo na antevéspera do São João

La próxima edad de hielo empezó hace 2.000 años en tiempos del Imperio Romano y el calentamiento global la frenó hacia 1960

Hace unos 2.000 años, cuando Augusto gobernaba Roma, un resto de hielo en el Ártico canadiense dejó de encogerse y empezó a crecer. Según un equipo del Observatorio de la Tierra Lamont-Doherty, de la Universidad de Columbia, aquel cambio marcó el comienzo de la próxima glaciación, lo que solemos llamar la siguiente edad de hielo. […]

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