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Aquecer a casa é tarefa quase impossível para muitas famílias

30 October 2026 at 07:45

O frio e a humidade instalaram-se em todo o território português, começando o ano com um Inverno rigoroso, tornado o aquecimento e conforto das casas uma prioridade de todas as famílias. Porém, essa prioridade parece ser missão impossível para muitos consumidores

Em estimativa, 80% das necessidades energéticas de uma família europeia dizem respeito ao aquecimento do ambiente e de águas sanitárias, pelo que é importante fazer um uso eficiente de equipamentos e escolher equipamentos eficientes para reduzir o consumo e, consequentemente, a sua fatura energética.

O mercado de equipamentos para o aquecimento do ambiente e de águas sanitárias tem evoluído muito ao longo dos últimos anos e são várias as soluções disponíveis.

Os aquecedores portáteis, como os termoventiladores, convectores, emissores e radiadores a óleo, ainda são as soluções de aquecimento para a casa, mais procuradas pelos consumidores portugueses, especialmente por serem as mais baratas. Contudo, por serem pouco eficientes, resultam num aumento das faturas da eletricidade e a sua utilização contínua, provoca emissões de CO2 muito significativas. Neste sentido, devem ser usados pontualmente, como fontes secundárias de aquecimento.

Se ainda assim optar por este tipo de solução de aquecimento, tenha em conta a eficiência destes aparelhos (enumerados do mais eficiente para o menos): Termoventiladores > Convectores > Emissores > Radiadores a óleo.

A EVA – Energy Virtual Assistance, plataforma da DECO dirigida a todos os consumidores de energia, apresenta-lhe lhe algumas opções energeticamente eficientes, as suas vantagens e desvantagens. Estas soluções representam um custo inicial elevado, que pode variar conforme as suas necessidades de aquecimento de ambiente.

O conselho principal que a DECO lhe oferece é o de entrar sempre em contacto com um profissional para o apoiar na escolha e instalação do seu sistema de aquecimento, com o objetivo de conseguir fazer o melhor investimento possível.

Apesar de um valor de investimento elevado, terá uma compensação em vantagens como a poupança de energia, a redução das emissões de CO2 e a poupança na fatura de eletricidade.

Em todo o caso, não deixe também de equacionar outras formas de tornar o seu sistema de aquecimento mais eficiente, como é exemplo a colocação de painéis refletores entre as paredes da sua habitação ou radiadores que distribuem o calor.

Informe-se connosco.

Conte com o apoio da DECO MADEIRA através do número de telefone 968 800 489/291 146 520, do endereço electrónico deco.madeira@deco.pt. Pode também marcar atendimento via Skype. Siga-nos nas redes sociais Facebook, Bluesky, Instagram, Linkedin e Youtube!

Como podem as empresas obter até 80% de apoio para demonstrar novas tecnologias?

29 October 2026 at 12:23

Levar uma tecnologia do laboratório para o mercado implica mais do que concluir com sucesso uma fase de investigação. É necessário demonstrar que a solução funciona em condições reais, comprovar as suas vantagens técnicas e económicas e evidenciar o seu potencial de aplicação industrial. Para apoiar esta etapa, o aviso I&D Empresarial – Projetos Demonstradores Individuais e em Copromoção (MPr-2026-07) disponibiliza uma dotação global de 12,5 milhões de euros, através de incentivos a fundo perdido.

O instrumento destina-se a projetos que partem de atividades de investigação e desenvolvimento (I&D) já concluídas com sucesso e que procuram validar novas tecnologias, produtos, processos ou serviços à escala industrial. A iniciativa pretende, assim, reduzir a distância entre o desenvolvimento tecnológico e a sua adoção pelo mercado, apoiando empresas que precisam de testar soluções antes de avançarem para a sua exploração comercial.

O aviso contempla igualmente linhas-piloto, tecnologias avançadas e projetos de investigação clínica e biomédica que incluam ensaios clínicos de Fase I e/ou II.

Quem pode candidatar-se e em que condições?

Podem apresentar candidaturas as pequenas e médias empresas (PME) e as empresas de pequena-média capitalização (Small Mid Caps), desde que disponham de contabilidade organizada. As empresas podem desenvolver os projetos individualmente ou assumir a liderança de uma candidatura em copromoção.

Neste segundo modelo, podem participar como copromotoras as ENESII — entidades não empresariais do sistema de investigação e inovação —, incluindo universidades e centros de investigação. A colaboração entre empresas e entidades científicas permite combinar competências de investigação, capacidade tecnológica e conhecimento das necessidades do mercado.

Os investimentos devem localizar-se no território continental, abrangendo as regiões Norte, Centro, Lisboa, Alentejo e Algarve. Cada empresa pode apresentar apenas uma candidatura ao abrigo deste aviso, quer na qualidade de líder, quer como copromotora.

Qual é o apoio financeiro disponível?

O incentivo assume a forma de subvenção não reembolsável, ou seja, a fundo perdido. De acordo com as condições divulgadas para o aviso, a taxa de apoio pode atingir 80% para as empresas e 85% para as ENESII que participem em projetos de copromoção. Na região de Lisboa, a taxa máxima indicada é de 40%.

O investimento elegível mínimo é de 200 mil euros e os projetos podem ter uma duração máxima de 18 meses. A percentagem efetivamente financiada dependerá do enquadramento aplicável ao projeto, da natureza do beneficiário e das regras do aviso.

Para as empresas, importa distinguir a taxa máxima anunciada do montante que poderá ser efetivamente aprovado. A preparação do orçamento deve ter em conta as despesas elegíveis, as condições específicas do financiamento e a capacidade da organização para assegurar a parcela do investimento não coberta pelo incentivo.

Que despesas podem ser financiadas?

O apoio abrange diferentes componentes necessárias à validação e demonstração da tecnologia. Entre as despesas previstas encontram-se os recursos humanos dedicados a atividades de I&D, incluindo novas contratações e bolseiros, bem como componentes para protótipos e instalações-piloto ou de demonstração.

São igualmente contemplados equipamentos técnico-científicos, software específico, matérias-primas, consumíveis e serviços técnicos, científicos e de consultoria. O financiamento pode ainda abranger atividades de promoção e divulgação dos resultados junto de empresas e utilizadores potencialmente interessados, assim como despesas relacionadas com patentes, modelos de utilidade e outras formas de propriedade industrial.

Em função das condições aplicáveis, podem também ser consideradas despesas de adaptação de edifícios, transporte e montagem de equipamentos e viagens associadas ao projeto. Os custos indiretos são calculados através de uma taxa fixa de 7% sobre os custos diretos.

Esta abrangência permite apoiar não apenas a componente técnica da demonstração, mas também as condições necessárias para apresentar os resultados a potenciais utilizadores e avaliar a sua aplicabilidade industrial.

Que requisitos devem ser considerados antes de avançar?

A elegibilidade não depende exclusivamente da dimensão da empresa ou do investimento previsto. O projeto tem de demonstrar enquadramento nos domínios prioritários da Estratégia de Investigação e Inovação para uma Especialização Inteligente (RIS3), a nível nacional ou regional.

Outro requisito determinante é o chamado efeito de incentivo: o projeto não pode ter começado antes da submissão da candidatura. As empresas devem, por isso, avaliar atempadamente o calendário de execução e evitar iniciar os trabalhos abrangidos pelo apoio antes de cumprirem as condições exigidas.

Além disso, a demonstração tecnológica não termina com a execução do investimento. Os beneficiários têm de prever uma sessão pública de demonstração em situação real e um plano de divulgação dos resultados, que poderá incluir visitas, seminários ou workshops.

Estes requisitos reforçam a importância de preparar a candidatura com uma definição clara dos objetivos, das atividades, dos recursos necessários e dos resultados que se pretende demonstrar.

A sua empresa tem um projeto de I&D pronto para demonstrar?

O primeiro passo é confirmar a elegibilidade da empresa e do investimento previsto. Avalie o enquadramento do projeto, identifique as despesas potencialmente financiáveis e prepare a candidatura de acordo com os requisitos do aviso.

Se precisar de ajuda para perceber se o seu projeto reúne as condições necessárias e quais os passos a seguir, a Capitalizar pode fazer uma avaliação gratuita.

Dia Mundial da Poupança: 8 dicas para poupar no dia a dia

29 October 2026 at 12:18

Uma subscrição que já não utiliza, um contrato que nunca comparou ou alimentos que acabam no lixo: há despesas que se mantêm por hábito e outras que passam despercebidas. No entanto, saber identificá-las é um primeiro passo para gerir melhor o dinheiro disponível.

O Dia Mundial da Poupança procura sensibilizar para a importância de planear os gastos e criar uma reserva financeira. Tendo em conta que poupar depende também do rendimento e das despesas essenciais de cada pessoa, o objetivo é encontrar mudanças possíveis no seu orçamento, sem impor metas difíceis de cumprir.

1. Descubra para onde vai o seu dinheiro

Antes de começar a cortar despesas, consulte os movimentos da sua conta e registe o que gasta durante um mês. Inclua os pequenos pagamentos: cafés, estacionamento, entregas de refeições ou compras em aplicações.

Organize os gastos por categorias, como habitação, alimentação, transportes, saúde e lazer. Não se esqueça das despesas anuais, como seguros, que pode distribuir pelos meses para antecipar o respetivo pagamento.

2. Reveja as subscrições que paga todos os meses

Streaming, aplicações, armazenamento na cloud ou serviços digitais: quando se soma várias mensalidades, o valor pode ser maior do que imagina.

Consulte os pagamentos recorrentes e pergunte:

  • Utilizei este serviço no último mês?
  • Tenho outro serviço com a mesma função?
  • Existe uma opção mais adequada ao uso que faço?
  •  Quando termina o período gratuito ou acontece a renovação?

Antes de cancelar, confirme as condições do contrato e guarde o comprovativo do pedido.

Por exemplo, eliminar uma mensalidade de 8 € representa menos 96 € de despesa por ano, desde que não existam custos de cancelamento. É um exemplo ilustrativo: a poupança efetiva depende dos seus contratos.

3. Compare os contratos de energia e telecomunicações

Uma mensalidade que parecia vantajosa quando aderiu pode já não corresponder às suas necessidades. Reveja as faturas e verifique o que está efetivamente a pagar. Na eletricidade e no gás natural, pode recorrer ao simulador de preços da ERSE, que permite comparar ofertas em Portugal continental. Utilize os dados da sua fatura para obter uma simulação ajustada ao seu consumo.

Nas telecomunicações, avalie se precisa de todos os serviços incluídos no pacote. Antes de aceitar uma proposta, confirme o preço depois da promoção, os serviços adicionais e as condições de fidelização.

Compare o custo total e as condições, não apenas o desconto anunciado. Uma mensalidade inferior pode deixar de compensar se implicar encargos de saída ou serviços de que não precisa.

4. Planeie as compras de supermercado

Comece por verificar o frigorífico, o congelador e a despensa. A partir daí, planeie algumas refeições e faça uma lista do que falta.

Na loja, compare o preço por quilograma, litro ou unidade entre produtos equivalentes. Uma embalagem maior ou uma promoção de várias unidades só compensa se o preço for favorável e conseguir consumir tudo.

Experimente ainda:

  • Definir um limite de gastos antes de sair de casa.
  • Comprar quantidades ajustadas ao seu consumo.
  • Aproveitar ingredientes em mais do que uma refeição.
  • Congelar porções, quando adequado, antes de se estragarem.

5. Dê tempo às compras não essenciais

Antes de comprar roupa, tecnologia ou um artigo para casa, faça uma pausa. Experimente esperar 24 ou 48 horas e volte a avaliar se precisa mesmo dele.

Pergunte a si próprio: compraria isto se não estivesse em promoção? Tenho algo semelhante? O valor cabe no orçamento deste mês? Se decidir avançar, compare o preço final, incluindo portes e outros encargos, e confirme as condições de entrega e devolução. Pode também pesquisar a marca no Portal da Queixa, ler experiências de outros consumidores e observar as respostas às reclamações.

6. Reduza o desperdício em casa

Nem todas as mudanças exigem comprar equipamentos novos. Comece por observar o que já acontece em sua casa: luzes acesas em divisões vazias, torneiras a pingar ou máquinas a funcionar com pouca carga.

Algumas ações simples a experimentar:

  • Apagar as luzes quando sai de uma divisão.
  • Evitar deixar a água a correr sem necessidade.
  • Usar as máquinas de roupa e loiça com cargas adequadas, respeitando as instruções do fabricante.
  • Identificar fugas de água e avaliar a sua reparação.
  • Planear refeições para aproveitar os alimentos disponíveis.

O impacto destas mudanças depende dos seus hábitos, dos equipamentos e dos preços que paga. Não existe um valor de poupança igual para todas as casas.

7. Reserve um valor possível, mesmo que varie de mês para mês

Se o orçamento permitir, defina um montante para colocar de parte quando recebe o rendimento. Escolha um valor compatível com as suas despesas essenciais. Pode começar com uma quantia pequena e ajustá-la quando a sua situação mudar.

Ter um objetivo concreto, como por exemplo criar uma reserva para imprevistos ou preparar uma despesa futura, também ajuda a manter o hábito. A meta deve adaptar-se à sua realidade, sem obrigar a recorrer a crédito para pagar o essencial.

8. Confirme se as mudanças estão mesmo a resultar

Reserve alguns minutos por mês para comparar o que planeou com o que gastou. A subscrição deixou de ser cobrada? A nova fatura corresponde ao preço contratado? Gastou menos no supermercado ou apenas transferiu essa despesa para refeições fora?

Este acompanhamento permite corrigir o que não funcionou e manter as mudanças úteis. Se identificar uma cobrança que não reconhece ou um valor diferente do acordado, peça esclarecimentos à empresa e guarde as faturas e comunicações.Neste Dia Mundial da Poupança, aposte na mudança.

Não precisa reorganizar todas as despesas de uma vez. Escolha uma ação para esta semana: rever um contrato, cancelar um serviço que não utiliza ou preparar uma lista de compras. Se o rendimento mal chega para as necessidades básicas, as pequenas alterações podem ser insuficientes. Nesse caso, a prioridade é identificar os principais encargos e procurar informação sobre apoios ou possibilidades de renegociação de créditos ou outros encargos associados.

BCE decide esta quinta-feira: cada 0,25 pontos na Euribor pode custar 21 euros por mês num crédito de 150 mil euros

28 October 2026 at 21:38
Euribor

O Banco Central Europeu volta a decidir as taxas de juro na quinta-feira, 29 de outubro. A decisão não altera de imediato a prestação do crédito à habitação, mas pode influenciar a Euribor — e, com ela, o valor pago mensalmente por milhares de famílias portuguesas.

Como regra de bolso, cada 0,1 ponto de variação na Euribor equivale a cerca de 0,50 euro a 0,60 euros por mês por cada 10.000 euros em dívida, em prazos entre 15 e 30 anos. Num crédito de 150.000 euros a 30 anos, um aumento de 0,25 pontos representa aproximadamente 21 euros a mais por mês. Uma descida dos juros na mesma dimensão reduz a prestação no mesmo montante. Os números são calculados pela Academia das Finanças.

Por cada 10.000 euros em dívida, um aumento de 0,25 pontos acrescenta 1,29 euros mensais num prazo de 20 anos, 1,35 euros em 25 anos e 1,41 euros em 30 anos.

Por sua vez com uma subida de 0,50 pontos, os valores sobem para 2,60 euros, 2,72 euros e 2,84 euros, respetivamente. Os cálculos assumem uma prestação constante e uma TAN inicial de 3,5%.

Importa sublinhar que a decisão do BCE não chega logo à prestação: na revisão, o banco utiliza a média da Euribor do mês anterior e só atualiza a taxa no prazo do indexante, de três, seis ou doze meses, como determina o Decreto-Lei n.º 74-A/2017, artigo 21.º.

Além disso, a Euribor costuma antecipar as decisões do BCE: a 26 de outubro, a taxa a seis meses situava-se em 2,978%, com a taxa de depósito do BCE em 2,50%.

A Academia das Finanças destaca que a Euribor a seis meses subiu 0,042 pontos numa semana, para 3,012% a 23 de outubro, sinal de que o mercado já estava a precificar um cenário menos favorável para as prestações.

DECO: “Um mercado de arrendamento equilibrado precisa de confiança dos senhorios e inquilinos”

28 October 2026 at 07:45

Arrendamento: Segurança para o senhorio não pode significar insegurança para as famílias – PARTE 1

Para a DECO um mercado de arrendamento equilibrado precisa de confiança dos senhorios e inquilinos. Reforçar uma das partes sem proteger a outra não equilibra o mercado: faz exatamente o inverso.

A proposta de lei do Governo altera o regime do arrendamento urbano com um objetivo assumido: reforçar a posição dos proprietários e tornar mais rápidos os mecanismos de cobrança e de despejo. Mas esta reforma chega num momento em que as rendas dos novos contratos subiram mais de 10% num ano, a oferta continua escassa e cada vez mais famílias não conseguem suportar o custo da casa.

A DECO analisa as principais medidas propostas e apresenta as suas preocupações e propostas para a apreciação na especialidade.

Custos de entrada: arrendar pode tornar-se mais caro

A proposta aumenta de dois para três meses o limite da renda que pode ser exigida antecipadamente e elimina o limite específico atualmente previsto para a caução.

A DECO defende a manutenção de limites para a renda antecipada e para a caução, bem como a definição de um limite global para o conjunto das garantias exigidas ao arrendatário.

Incumprimento: uma dificuldade temporária não deve conduzir à perda da habitação

A proposta reduz de três para dois meses o período de mora relevante para efeitos de resolução do contrato.

A DECO defende que, sobretudo nos contratos destinados a habitação permanente, deve existir uma oportunidade real de regularização da dívida antes da resolução do contrato, sempre que exista capacidade de recuperação financeira.

Renovação dos contratos: garantir estabilidade e previsibilidade

A proposta altera os períodos de renovação dos contratos e as regras relativas à oposição à renovação pelo senhorio.

A DECO defende períodos mínimos razoáveis de estabilidade e previsibilidade nos contratos destinados a habitação permanente, permitindo às famílias reorganizar a sua situação habitacional e financeira.

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Hipoges lança campanha de Black Friday com apoio nas despesas de escritura de mais de 150 imóveis

27 October 2026 at 18:39

A Hipoges lançou uma campanha de Black Friday que prevê um desconto de até 500 euros nas despesas com a escritura na compra de mais de 150 imóveis em todo o país, anunciou hoje a empresa.

Em comunicado, o servicer refere que a campanha, disponível até 31 de dezembro, abrange apartamentos e moradias de diferentes tipologias, com maior concentração nos distritos de Lisboa, Porto e Setúbal.

A iniciativa destina-se tanto a particulares à procura de habitação própria como a investidores no mercado residencial.

Citada na nota, o diretor de Real Estate da Hipoges em Portugal, Rui Rocha, afirma que a empresa pretende “alargar as opções disponíveis de quem procura casa em Portugal e facilitar essa aquisição numa das fases de maior procura”.

“Este apoio no pagamento do valor da escritura pode representar uma oportunidade para quem procura a sua próxima habitação, incluindo famílias e jovens à procura da primeira casa, mas também para quem pretende concretizar uma nova oportunidade de investimento”, acrescenta o responsável.

Os imóveis abrangidos pela campanha podem ser consultados no ‘site’ da empresa.

Fundada em 2008, a Hipoges é uma plataforma de gestão de ativos no sul da Europa, com cerca de 50 mil milhões de euros em ativos sob gestão e uma equipa de mais de 1.800 pessoas distribuídas por Espanha, Portugal, Grécia e Itália.

Continuamos a celebrar a Semana da Poupança: Como criar o hábito de Poupar – passo a passo

27 October 2026 at 07:45

Criar o hábito da poupança não precisa de ser complicado. Com alguns passos simples e disciplina, qualquer consumidor pode aprender a gerir melhor o seu dinheiro e começar a poupar de forma eficaz.

Deixamos-lhe algumas sugestões práticas para transformar a poupança num estilo de vida:

1- Identifique os seus rendimentos e despesas:

O primeiro passo a dar será perceber quanto dinheiro entra em casa e quanto sai todos os meses. Anote todos os seus rendimentos e as despesas, mesmo as mais pequenas. Este exercício permite perceber onde o dinheiro está a ser gasto e onde poderá cortar, se necessário.

  1. Defina objetivos claros:

Poupar sem ter um objetivo pode ser desmotivante. Quer seja para criar um fundo de emergência, comprar um carro ou fazer uma viagem, é importante definir uma meta e um prazo. Ter um propósito ajuda a manter o foco e a disciplina.

  1. Crie um orçamento mensal:

Estabeleça um plano onde cada euro tem um destino. Mal recebe o ordenado reserve uma percentagem fixa para a poupança, idealmente entre 10% e 20% do seu rendimento e considere-a uma “despesa obrigatória”: Pague-se a si mesmo em primeiro lugar!

  1. Automatize a poupança:

Pode programar transferências automáticas para a sua conta bancária, ou para uma conta poupança. Incentiva-o a resistir à tentação de gastar o dinheiro antes de o guardar.

  1. Mesmo começar com pouco vale a pena. Importa é iniciar!

Não espere ter muito dinheiro para começar a poupar. O importante é criar o hábito. Mesmo 5 euros por semana fazem a diferença ao longo do tempo.

 

  1. Elimine gastos desnecessários:

Reavalie os seus hábitos de consumo. Pequenos gastos diários, como cafés ou compras por impulso, podem representar valores significativos ao fim do mês. Ao cortá-los, pode redirecionar esse dinheiro para a poupança.

  1. Acompanhe e ajuste regularmente o plano:

Reveja regularmente os seus objetivos de poupança, que dependerão dos seus objetivos e da sua idade, assim como do seu perfil de risco.

Se os seus rendimentos aumentarem, acrescente também a percentagem que guarda. Se houver imprevistos, ajuste o orçamento, mas tente manter o hábito de poupar.

Cultivar o hábito de poupar exige paciência, mas os resultados são duradouros. Com o tempo, vai perceber que tem mais controlo sobre o seu dinheiro e mais liberdade para fazer escolhas conscientes e seguras.

 Informe-se connosco!

O Gabinete de Proteção Financeira dá-lhe orientação e aconselhamento. Informe-se connosco e tenha o apoio da DECO MADEIRA através do número de telefone 968 800 489/291 146 520, do endereço electrónico deco.madeira@deco.pt. Siga-nos nas redes sociais Facebook, bluesky, Instagram, Linkedin e Youtube!

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