Woman at centre of Cornell gang rape lawsuit targeted with threats, lawyer says
O fenómeno climático conhecido como El Niño pode ter impactos que vão muito além das alterações meteorológicas. Em Portugal, os seus efeitos podem refletir-se na disponibilidade de água, na agricultura, nos preços dos alimentos e no risco de incêndios, bem como aumentar a ocorrência de episódios de chuva intensa, cheias e inundações.
A intensidade e a forma como estes efeitos se manifestam dependem da evolução das condições atmosféricas e oceânicas. Períodos prolongados de calor e de baixa precipitação podem aumentar a pressão sobre rios, albufeiras e aquíferos, sobretudo nas regiões mais vulneráveis à seca.
A redução da precipitação e o aumento das temperaturas podem diminuir a disponibilidade de água para consumo, agricultura e atividades económicas. A situação exige uma gestão cuidadosa dos recursos hídricos, incluindo a proteção das nascentes, rios e zonas húmidas, a redução de perdas nas redes de abastecimento e o uso mais eficiente da água.
A responsabilidade, porém, não deve recair apenas sobre os cidadãos. O planeamento das reservas de água, a gestão das albufeiras e a preparação para períodos de escassez são fundamentais para garantir a segurança hídrica.
Um período seco não significa necessariamente ausência total de chuva. Depois de semanas ou meses com pouca precipitação, uma chuva muito intensa pode provocar inundações e enxurradas.
Quando o solo está muito seco e compactado, a sua capacidade de absorver rapidamente grandes volumes de água pode ser reduzida. Em zonas urbanas, sistemas de drenagem insuficientes podem agravar o problema. Em áreas de encosta, a saturação rápida do solo pode aumentar o risco de movimentos de terras.
A agricultura está entre os setores mais expostos às alterações das condições meteorológicas. A falta de água pode reduzir a produtividade, aumentar as necessidades de rega e elevar os custos de produção. Episódios de chuva intensa, por outro lado, podem danificar culturas, dificultar colheitas e afetar estradas e transportes.
Estas dificuldades podem chegar ao consumidor através dos preços. Se a produção agrícola diminuir ou os custos de energia, água e transporte aumentarem, alguns produtos alimentares poderão ficar mais caros.
Os efeitos podem ser particularmente relevantes em culturas importantes para Portugal, como o olival, a vinha, os cereais, os frutos e os produtos hortícolas.
O calor, a baixa humidade e a vegetação seca criam condições favoráveis à propagação rápida de incêndios rurais. Uma pequena ignição pode transformar-se num incêndio de maiores dimensões, sobretudo em períodos de condições meteorológicas adversas.
Além dos prejuízos ambientais e económicos, os incêndios afetam a qualidade do ar e podem representar riscos para a saúde, especialmente para crianças, idosos e pessoas com problemas respiratórios.
Perante fenómenos meteorológicos extremos, a prevenção e o acompanhamento dos avisos oficiais assumem particular importância. A proteção civil, os municípios, as entidades responsáveis pela gestão da água, os agricultores, as empresas e a população têm todos um papel a desempenhar.
Poupar água, evitar comportamentos que possam provocar incêndios, manter os terrenos limpos e acompanhar os avisos meteorológicos e da proteção civil são algumas das medidas que podem contribuir para reduzir riscos.
O El Niño é um fenómeno natural e os seus efeitos em Portugal não são iguais em todas as regiões. Ainda assim, períodos de maior calor, seca ou precipitação intensa mostram a importância de reforçar a preparação e a capacidade de resposta.
Mais do que prever todos os impactos, o desafio passa por estar preparado para diferentes cenários e transformar a informação meteorológica em medidas concretas de prevenção.
Costa Rica’s Minister of Foreign Affairs, Manuel Tovar, was dismissed from his post last week by the country’s president Laura Fernández. Tovar was considered one of the “heavyweights” of the country’s dominant political faction, having previously served as Minister of Commerce under President Rodrigo Chávez.
The decision was made by Fernández on September 24, because, according to a statement, her foreign minister failed to inform her of an invitation to a meeting held in New York City aimed at strengthening the so-called Shield of the Americas.
Shield of the Americas is a political-military alliance led by Donald Trump that seeks to secure Washington’s geopolitical leadership in the region, and which right-wing and far-right Latin American governments have joined enthusiastically.
Right-wing President Fernández said that failing to report such an important meeting constituted an act of negligence on Tovar’s part. The Costa Rican president also said that Shield of the Americas is a “fundamental platform in the fight against drug trafficking and organized crime.”
The president did not travel to the United States to deliver her speech at the UN General Assembly because she was on an official visit to Colombia with her counterpart, the far-right Abelardo de la Espriella.
The Costa Rican presidency reported that the invitation – which was not extended to her – came from US Secretary of State Marco Rubio himself. Several heads of state from Shield of the Americas member states participated, including Javier Milei of Argentina, José Antonio Kast of Chile, Rodrigo Paz of Bolivia, Daniel Noboa of Ecuador, Irfaan Ali of Guyana, Nasry Asfura of Honduras, Santiago Peña of Paraguay, Luis Abinader of the Dominican Republic, and Keiko Fujimori of Peru, among others.
In this regard, Fernández publicly apologized to the US ambassador to the Central American country, Melinda Hildebrand: “I reiterate to your country my firm and resolute commitment to continue supporting the Shield of the Americas alliance… I regret my absence… The failure to forward that invitation from your government to me did not go unnoticed, and today the foreign minister of the Republic was dismissed,” which clearly demonstrates the enormous importance San José attaches to an invitation from Washington.
Tovar’s dismissal comes on the heels of a series of dismissals of key ministers in Fernández’s government, a development the opposition has used to highlight a certain instability in the very young administration.
“We are concerned about serious foreign policy mistakes that need to be corrected… Second, we are concerned about the stability of the cabinet: in less than five months, five senior officials – including ministers and deputy ministers – have already been dismissed. That instability is not in her best interest, nor in that of her government or Costa Rica,” said the leader of the National Liberation Party caucus.
For his part, the former foreign minister did not explain the reasons behind his decision not to inform Fernández about the invitation. In a post on X, he said briefly: “I thank Laura Fernández for the opportunity to serve the Costa Rican people from the Casa Amarilla, and I wish her every success as President of the Republic for the good of the country. Finally, I would like to commend the team at the Ministry of Foreign Affairs for the passion and dedication with which they undertake every mission on behalf of the country. To them, I offer my eternal gratitude. I accept this moment with great peace of mind. I will always stand by the just causes of the Costa Rican people and the international community.”
The reasons behind Tovar’s decision remain unknown, although several sectors of the opposition have raised suspicions about an alleged ulterior motive on Fernández’s part for not attending the Shield of the Americas meeting – which, if true, could reveal political and diplomatic contradictions deeper than they might appear at first glance.
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Talvez você ainda não tenha visto uma maré realmente violenta, ou só recentemente tenha escutado notícias a respeito. Mas a conversa já rola pelo Brasil e os sinais da destruição estão por toda a costa. No Nordeste, os jangadeiros comentam sobre as “marés grandes”. No Norte, os açaízeiros, os ribeirinhos próximo à costa, falam das “marés lançantes”. No Sudeste, alguns moradores da Ilha do Cardoso deixam suas casas ameaçadas pelo aumento do nível do mar. Agora, no Sul, depois do chamado Tsunami meteorológico em Santa Catarina, onde o mar subiu de forma abrupta e inundou três municípios, o tema ganhou a boca do povo.
Ainda assim, enquanto milhares de brasileiros começam a enxergar o que os cientistas já vinham alertando há décadas, o candidato Flávio Bolsonaro, do PL, que está empatado (dentro da margem de erro) na corrida eleitoral com o presidente Lula, se recusa a aceitar que o aquecimento global, principal causador do aumento do nível do mar, é uma realidade. Ele deu uma resposta lamentável em sua entrevista no Jornal Nacional ao dizer que as mudanças climáticas se resolverão com saneamento básico.
Usar a carta do negacionismo como uma muleta política é irresponsável. Os impactos causados pelo aumento da temperatura média do planeta são evidentes e não estão restritos ao litoral. Os problemas de saúde causados por ondas de calor, como sensação térmica acima dos 50 graus no Rio de Janeiro, deveriam sensibilizar qualquer candidato que se proponha a comandar o país. A posição tacanha de Flávio Bolsonaro é culturalmente sustentada por outro negacionista contumaz, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Vejo os comentários nas redes sociais sobre o que aconteceu em Santa Catarina e me exaspero em notar que há gente que trata o tema como se fosse uma fantasia comunista. Os negacionistas de plantão fecham os olhos e insistem que tudo não passa de um “ciclo natural.”
Neste momento é importante falar sobre o mar, sobre como o oceano está enviando mensagens de que o problema das mudanças climáticas é mais do que uma projeção de modelos científicos. As mudanças climáticas estão ocorrendo agora e por isso muitos ativistas preferem chamá-las de emergência climática.
Em plena eleição presidencial no Brasil, o mundo nunca viu um fenômeno como o que estamos vendo agora: a temperatura da superfície do mar está mais quente do que em 125 mil anos. O que isso está causando: mais tempestades e eventos extremos, como a maré alta que invadiu a costa de Santa Catarina. O mar é um dos nossos principais termômetros pois é ele quem absorve a maior parte do calor na atmosfera.
Os dados gerados pela agência espacial europeia através de seu programa Copernicus mostram porque os cientistas estão de cabelo em pé. Vejam no gráfico abaixo como a linha destacada, que representa o ano de 2026, se desprende de todas as outras. O que estamos vendo aqui é que a temperatura de superfície do mar está muito acima para esta época em comparação a outros anos. E para piorar esta elevação tem se mantido ao longo dos meses. Os ventos, as chuvas e as secas se intensificam. Mais calor no mar significa mais energia no sistema.

Não apenas há mais água sendo vertida no oceano pelo derretimento das zonas congeladas do planeta como a expansão térmica do mar proporciona estas marés grandes tão faladas por quem vive na costa. As mesmas pesquisas sobre o oceano do programa Copernicus indicam que “no período de 1993-2022, o nível médio global do mar subiu, em média, 3,3 mm por ano. Um total de 9,57 cm durante este período. A taxa de crescimento está acelerando”. Traduzindo isso em números, é como se a cada ano 480 milhões de piscinas olímpicas fossem acrescentadas ao volume do oceano.
Eu acabei de publicar uma reportagem pela InfoAmazonia em um projeto colaborativo chamado Águas Partidas, que fiz ao lado do fotógrafo Luis Ushirobira, em que tratamos sobre a vida dura de quem vive hoje na região costeira da Amazônia. No Amapá visitamos a praia do Goiabal, no município de Calçoene, onde a maioria dos moradores já decidiu ir embora. Isso porque o mar já comeu um bom pedaço da costa e destruiu casas.
O que os pescadores e ribeirinhos nos contaram está plenamente representado nos dados que encontramos nas análises estatísticas do Copernicus. Com a ajuda do cientista de dados da Universidade Federal de Juiz de Fora, Guilherme Couto, vimos que na região da foz do rio Amazonas não apenas o mar subiu, em média, 12,4 cm em 31 anos, como a duração destas inundações da maré na costa é muito maior. A partir de 2024, todos os meses do ano tiveram marés acima da cota de alerta.

O problema é tão generalizado que os pesquisadores do Instituto de Pesquisas do Estado, o IEPA, junto à Universidade Estadual do Amapá (UEAP), criaram o Observatório Popular do Mar (Omara), em que estão se aliando às comunidades para investigar os impactos destas “marés lançantes”, como dizem aqueles que vivem sob a influência do mar amazônico. A pesquisa utiliza a metodologia da ciência cidadã para determinar qual a taxa de erosão sendo causada pelo avanço do mar e qual é a salinização dos rios e fontes de água que servem às comunidades. A intrusão salina não apenas pode deixar quem vive na costa sem água potável como afeta a saúde dos manguezais e de espécies de peixes e crustáceos.
Essa solução de unir a ciência com as pessoas afetadas parece ser um caminho importante para ajudar o Brasil a se adaptar pelo o que vem pela frente. Infelizmente, mesmo que nossos futuros governantes cumpram o seu dever de interromper as emissões de carbono, o aquecimento global em curso levará a um aumento ainda maior do nível do mar nas próximas décadas. Ou seja, em poucos anos – 20, 30, 50 anos – as novas gerações vão viver em cidades muito diferentes. Rio, Florianópolis, Belém e Fortaleza serão algumas cidades que terão que lidar com a força do mar.
Por isso me parece absurdo e desolador que um candidato com tanta projeção e influência simplesmente negue que exista um problema tão sério como são as mudanças climáticas. O tema deve ser tratado como prioridade nestes poucos dias que restam antes das votações. Flávio Bolsonaro e outros candidatos precisam responder quais são as medidas de adaptação frente ao inegável problema que temos com o aumento do nível do mar.
Para saber mais
Temperatura do oceano é a mais quente em 125 mil anos? Entenda a comparação

A Praça da República, em Loulé, abriu dia 22, as suas portas ao convívio, à animação e à promoção da mobilidade sustentável com a realização de mais uma edição do Park(ing) Day.
A iniciativa, inserida na Semana Europeia da Mobilidade de 2026, com o lema “Mobilidade para todos – Justiça entre gerações”e realizada no âmbito do Dia Europeu sem Carros, assinalado esta terça-feira (22 de setembro), desafiou a população a deixar o automóvel em casa e a usufruir do espaço público de uma forma ativa e inclusiva.
Sob o mote “Ocupa o teu lugar na cidade”, o evento transformou os habituais lugares de estacionamento automóvel em áreas vivas destinadas às pessoas. Com propostas pensadas para todas as idades, o programa integrou atividades desportivas, jogos tradicionais,stands informativos e de sensibilização ambiental, sessões de cinema imersivas e o projeto Mercado de Trocas. Mas a pista de segurança rodoviária da GNR foi uma das zonas que mais interesse despertou junto dos mais novos.
Em termos de balanço, a organização do Park(ing) Day’26 destaca o forte envolvimento comunitário e institucional. As empresas municipais (Infralobo, Inframoura, Infraquinta e Loulé Concelho Global) marcaram presença e promoveram diversos projetos focados na mobilidade e sustentabilidade urbana, na ação climática e na preservação ambiental. O associativismo local também esteve em grande destaque, com a participação ativa de vários parceiros, como a AMAL – Comunidade intermunicipal do Algarve, a Guarda Nacional Republicana, os Boardgamers de Loulé da Casa da Cultura, o Mercado de Trocas, o Clube BTT Loulé, o MOOV – Fitness Center, o Almancilense Cycling e o Banco Local de Voluntariado de Loulé, entre outras entidades que se associam a esta iniciativa. A diversidade dos parceiros envolvidos permitiu reunir, num mesmo espaço diferentes contributos nas áreas da mobilidade, segurança rodoviária, ambiente, ação climática, saúde, desporto, cultura, educação e participação comunitária, reforçando o carácter transversal do Park(ing) Day.
Outra das ações do evento foi a ativação da marca VELA, o novo sistema de bicicletas partilhadas de Loulé, que será implementado no próximo ano. Esta nova solução de transporte pretende revolucionar a mobilidade suave em Loulé, oferecendo uma alternativa ecológica, económica e eficiente para as deslocações diárias dos munícipes e visitantes.
Com a conclusão de mais uma edição do do Park(ing) Day, o Município de Loulé reforça o seu compromisso contínuo na transformação do ambiente urbano, demonstrando que as cidades podem ser desenhadas para as pessoas e o espaço público pode assumir múltiplas funções, garantindo maior qualidade de vida e para os cidadãos entre gerações. Para a Autarquia, a mobilidade suave é, cada vez mais, uma realidade que se pretende integrar no concelho, em especial nas suas zonas urbanas, sendo um contributo relevante para alcançar a neutralidade carbónica.
Venha descobrir o litoral de Quarteira através de um percurso que combina natureza, biodiversidade e património histórico.
Ao longo deste trilho, será possível observar diversas aves aquáticas e migratórias na Foz do Almargem e do Trafal, enquanto se conhece a riqueza histórica e cultural deste território — desde os vestígios da pré-história e das ruínas romanas até à identidade ligada à tradição piscatória.
A atividade pretende também sensibilizar para a fragilidade dos sistemas dunares, a erosão costeira e os desafios das alterações climáticas, promovendo uma reflexão sobre a importância de conciliar o desenvolvimento urbano com a preservação do património natural e cultural.
Uma oportunidade para caminhar, observar, aprender e valorizar o território, descobrindo de perto a importância da proteção deste espaço litoral.
Inscrição: https://forms.gle/8MG8nuAkV9aqorbZ8
Data: 26 de setembro
Horário: 09h00–13h00
Local: Foz do Almargem e do Trafal
Participação: Gratuita, mediante inscrição
Covenant, a previously little-known defense startup, has emerged with a new long-range strike weapon, named Anthem, which it says is intended to provide a cheaper, more readily producible alternative to existing cruise missiles. Already in testing with the U.S. Army, the missile reflects the growing focus on weapons in this class that can be manufactured quickly in very large numbers, even if they sacrifice a significant degree of individual-weapon capability compared to more ‘exquisite’ and costly alternatives.
Covenant, a U.S.-Israeli company founded in 2024, unveiled its Anthem weapon system today along with plans for production in the United States, Germany, and Israel. The company says it has already conducted more than 200 test flights of the weapon and has secured roughly $150 million in orders.

The announcement comes as the United States and its allies are increasingly focused on the availability of long-range precision weapons, particularly the ability to replenish inventories during a major conflict. Covenant’s central pitch is that existing weapons in this category are too expensive and difficult to manufacture in sufficient numbers for a prolonged war, a reality that has been recognized by a bewildering number of new and established industry players.
Anthem is being positioned accordingly as a high-volume weapon rather than a one-for-one replacement for larger, more expensive cruise missiles. In its initial form, it is ground-launched, although it is unclear exactly how this is achieved. Imagery of the weapon during Pentagon trials show it being handled on the ground using tricycle undercarriage, pointing to the use of a runway for launch.

Covenant has not publicly disclosed the weapon’s range, although unconfirmed reports put it at roughly 1,200 kilometers — over 740 miles. The company is also being somewhat deliberate about how it describes Anthem, referring to it as a “deep precision-strike munition” rather than consistently classifying it as a cruise missile.
On the other hand, Reuters reports Covenant executives saying that the missile was developed with an eye toward future conflicts in the Pacific. “We were designed for the China fight,” said Covenant President Abby Denburg. That would also seem to point toward significant range.

However, more concrete details of its performance, as well as guidance type and projected level of survivability, remain undisclosed.
The company says Anthem can carry a warhead weighing more than 200 kilograms (441 pounds). That is substantially less than the roughly 1,000-pound-class warhead associated with the Tomahawk cruise missile, which can hit targets at over 1,000 miles depending on the exact configuration. Covenant argues that lower cost and much higher production rates would make it possible to employ larger numbers of their weapons against a given target set.
Anthem uses a solid rocket motor for launch and a heavy-fuel jet engine, underslung below the missile body, for cruise flight. Covenant says the system was designed from the outset around readily available components and a supply chain that would avoid dependence on individual suppliers. The company states that it has, for example, multiple solid-rocket-motor suppliers and long-term agreements covering thousands of jet engines.

Overall, the production ambitions are significant. Covenant’s new Grand Prairie, Texas, facility covers approximately 105,000 square feet and is expected to begin serial production during the first quarter of 2027, eventually reaching a stated capacity of 5,000 Anthems per year. Its facility in Saxony, Germany, is intended to reach a similar production rate, while the smaller Israeli site is planned to produce as many as 2,000 weapons annually.
“Germany possesses an exceptionally strong industrial foundation,” Denburg told Bloomberg News. “While its automotive sector is currently undergoing a structural transformation, decades of manufacturing excellence have created precisely the expertise we require.”
That would put the company’s eventual combined production target at up to 12,000 weapons per year, assuming all three facilities reach their planned capacities.

Covenant’s U.S. facility is intended primarily to support American customers, while the German operation is being established around a European supply chain, responding to growing demand for long-range strike weapons across that continent. The company says an unidentified international customer is expected to begin receiving German-built weapons before the end of this year. Meanwhile, U.S. Army deliveries are expected in 2027, under an accelerated qualification contract.
The weapon has already been subjected to U.S.-linked testing. In August, an unnamed defense-industry partner conducted a live-fire demonstration at the Africa Multidomain Training and Experimentation Center in Morocco. The U.S. military’s public material about that event did not identify the weapon or company, but subsequent reporting identified the missile as Covenant’s Anthem.
Covenant now says the system has flown more than 200 times over the past year, including testing involving U.S. government organizations. The company also says Anthem participated in the Army’s Project Convergence Capstone 6 experiments and that its August test helped demonstrate a new framework for allowing industry to use the Moroccan test infrastructure.

Beyond the ground-launched version, Covenant is working on a naval derivative. The company says it has a roughly $70-million contract with the Navy’s Rapid Capabilities Office to adapt Anthem into what it calls Maritime Anthem. The effort includes Defense Exportability Features intended to make the weapon easier to provide to U.S. allies and partners.
The emergence of Anthem also illustrates how the defense industry’s current emphasis on mass production is extending into the long-range strike arena.
The United States already fields weapons such as Tomahawk and JASSM-ER, but those systems are expensive, and production capacity is limited. Covenant is betting that a weapon available in much larger quantities can provide commanders with another layer of long-range strike capacity, even if the destructive power of a single round falls well below that of a Tomahawk. Reuters reports that Covenant expects the weapon to eventually cost in the mid-six-figure range, although the company has not provided a final unit price. Compared to other competitors in the field, Covenant appears to be the crudest design we have seen so far, underscored by its apparent launch method, in which it takes off from an airstrip under power of its booster.

Recent combat operations have increased concerns about the rate at which more traditional precision weapons can actually be manufactured. Once stockpiles begin to reduce, long-range missiles have proven among the most difficult munitions to replace. That would only become more problematic during a major conflict.
Covenant has attracted venture-capital backing to pursue that problem. The company says it has raised more than $250 million from investors including Andreessen Horowitz, Founders Fund, Lux Capital, 8VC, Aleph, and Lightspeed. Its stated focus, however, is now shifting from development to production.

The key question will be whether Covenant can turn the promised production numbers into sustained deliveries. Building thousands of long-range weapons per year requires not only an assembly plant, but also a resilient supply chain, reliable propulsion production, testing capacity, quality control, and the ability to integrate those elements at scale. It will also rely on securing more contracts from domestic and allied customers.
For now, however, Anthem represents an intriguing entrant into a crowded but increasingly important segment of the weapons market.
Contact the author: thomas@thewarzone.com
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