A Cidade de Toronto está a expandir o seu programa de plantas de construção pré-aprovadas com o lançamento de novos projetos para edifícios de quatro (fourplex) e seis fogos (sixplex), como forma de acelerar a construção de habitações em toda a cidade.
Os novos projetos, que se adaptam tanto a lotes largos como estreitos, desenvolvem o programa já existente de plantas pré-aprovadas da cidade para anexos residenciais (garden and laneway suites), explica um comunicado. “Estes novos projetos criados em Toronto tornam mais fácil adicionar mais habitações a propriedades residenciais”, indica a nota. “Ao disponibilizar projetos de construção sem custos, os proprietários beneficiam de um ponto de partida no processo de design.”
As plantas cumprem o Código de Construção de Ontário e incluem opções para recursos sustentáveis, estacionamento de bicicletas, armazenamento de resíduos, entre outros. Foram igualmente desenvolvidas tendo a acessibilidade, a resiliência climática, os custos e a facilidade de construção como critérios fundamentais. Os projetos foram criados por um gabinete de arquitetura selecionado através de um concurso público, acrescenta o comunicado. Esta iniciativa complementa o Catálogo de Projetos Habitacionais da Sociedade Canadiana de Hipotecas e Habitação (CMHC). Atualmente, a construção de fourplexes é permitida em toda a cidade, enquanto a de sixplexes varia consoante a localização. Se um edifício multifamiliar cumprir os requisitos de zoneamento, os proprietários podem candidatar-se diretamente à licença de construção, sem ter de recorrer ao Comité de Ajustamento.
As novas plantas de habitações multifamiliares podem ser utilizadas para preparar a candidatura à licença de construção, sendo submetidas ao processo de análise da autarquia. Ressalve-se que os requerentes continuam obrigados a contratar um profissional de projeto qualificado para assumir a responsabilidade pelo design e elaborar os desenhos e informações específicos necessários para a sua propriedade.
O governo federal está a aumentar a pressão sobre o proprietário americano da Stelco Holdings Inc. devido aos despedimentos iminentes na fábrica de aço sediada em Hamilton, Ontário.
A Ministra da Indústria, Mélanie Joly, enviou na segunda-feira uma carta ao presidente da Stelco, Paul Simon, manifestando a sua “extrema desilusão” relativamente ao plano da empresa para despedir até 500 trabalhadores em resposta às tarifas americanas e a outras pressões de mercado.
O Canadá deu luz verde à empresa americana Cleveland-Cliffs para adquirir a Stelco em 2024, ao abrigo da Lei de Investimento do Canadá (Investment Canada Act), que regula aquisições por entidades estrangeiras. A aprovação do negócio por parte do Canadá ficou condicionada à manutenção do número de empregos sindicalizados e da maioria dos postos de trabalho não sindicalizados por parte do novo proprietário, lembrou Joly. Essas condições não perdem a validade apenas porque “a estratégia empresarial ou as condições de mercado mudaram”, escreveu na missiva.
“Isto é particularmente relevante neste caso, no qual a Cleveland-Cliffs alegou que as perturbações comerciais estão a afetar as suas operações na fábrica de Hamilton Works, não obstante o apoio público prestado pelo seu presidente executivo às medidas tarifárias da Secção 232”, referiu Joly.
Lourenco Goncalves, presidente executivo da Cleveland-Cliffs, apoiou publicamente as tarifas americanas sobre o aço, afirmando que constituem um “passo necessário” para travar as importações de aço a preços de dumping. Na carta, Joly afirmou querer ver o plano da Cleveland-Cliffs para cumprir todos os compromissos assumidos na aquisição original. A ministra solicitou uma resposta no prazo de cinco dias úteis, sob pena de o governo considerar avançar com ações judiciais.
Se a produtora de aço não cumprir, Otava poderá recorrer ao tribunal superior, onde um juiz poderá ordenar à empresa que cumpra as suas obrigações, impor sanções ou até mesmo determinar a venda do negócio, explicou Joly.
Ron Wells, presidente do sindicato United Steelworkers local 1005, que representa os trabalhadores da fábrica da Stelco em Hamilton, disse estar satisfeito por o governo federal ter agido “muito rapidamente”. “Da última vez demoraram muito a reagir”, afirmou, referindo-se a um litígio anterior envolvendo a fábrica sob a alçada de outro proprietário. “Na altura, tivemos de fazer lobbying para conseguir que reagissem.”
A polícia de Durham está a alertar a população para uma rede online de predadores que aborda crianças na internet e as manipula no sentido de praticarem atos criminosos.
As autoridades têm vindo a responder a vários incidentes que se julga estarem associados a esta rede, conhecida como “The Com” (abreviatura de “The Community” ou “A Comunidade”), revelou a sargento Janalyn Dowdle num vídeo publicado na terça-feira na rede social X, anteriormente conhecida como Twitter.
A polícia informou que a rede tem como alvo crianças e adolescentes com idades compreendidas entre os 8 e os 17 anos, recorrendo a táticas de aliciamento (grooming), manipulação, coação e intimidação.
Os infratores “frequentemente conquistam a confiança das vítimas, criam um ambiente de segredo através do medo ou da vergonha e pressionam os jovens a participar em atividades prejudiciais ou perigosas”, de acordo com um comunicado do Serviço de Polícia Regional de Durham (DRPS).
Entre essas atividades inclui-se a coação de crianças para participarem em crimes, tais como ataques cibernéticos e chamadas falsas para o número de emergência 911 — uma prática conhecida como swatting.
O DRPS está atualmente a investigar um incidente de swatting que levou ao confinamento de segurança (lockdown) na Escola Secundária Católica Monsignor Paul Dwyer, em Oshawa, na passada sexta-feira, e “está a analisar eventuais ligações” a esta rede, informou por e-mail o sargento em funções Nicholas Gluckstein.
Em fevereiro deste ano, a polícia adiantou já ter associado a esta rede uma série de ameaças feitas a uma escola primária em Pickering.
A “The Com” poderá também manipular as vítimas para que estas partilhem imagens ou vídeos desadequados e de exploração sexual, bem como para que pratiquem atos de automutilação ou violência contra terceiros ou animais, indicou a polícia na publicação no X.
“Estão a exigir coisas verdadeiramente horríveis aos nossos jovens na região”, afirmou a detetive-constável Taryn Snow, da unidade de crimes cibernéticos da polícia de Durham.
As crianças podem ser forçadas a obedecer sob ameaças como a divulgação de informações privadas (doxing), a exposição pública ou o envio de falsos alarmes policiais à sua residência (swatting), alertaram as autoridades.
O porta-voz da Polícia Regional de York, sargento James Dickson, afirmou que o seu serviço não tem conhecimento, até ao momento, de incidentes diretamente ligados à “The Com”.
Centenas de pessoas juntaram-se em Toronto para impedir a remoção das ciclovias, numa demonstração de união e participação cívica em defesa de uma cidade mais segura e acessível.
Aconcentração começou na terça-feira, 13 de outubro, às 17h00, no Tom Riley Park, e prolongou-se pela noite, junto à Bloor Street West, em Etobicoke. Ciclistas e membros da comunidade impediram temporariamente os trabalhos, levando os camiões de construção a abandonar o local.
O Governo de Ontário pretende remover cerca de 19 quilómetros de ciclovias protegidas nas ruas Bloor, Yonge e University Avenue, para dar mais espaço ao trânsito automóvel.
Para os manifestantes, esta é também uma questão de segurança, qualidade de vida e mobilidade sustentável.
A luta continua nos tribunais
“As ciclovias salvam vidas… Fazem-me sentir segura”, afirmou Maria Maioo, ciclista presente no protesto. A 13 de outubro, a Cycle Toronto e a organização ambientalista Ecojustice anunciaram que vão pedir autorização para recorrer ao Supremo Tribunal do Canadá, após uma decisão desfavorável do Tribunal de Recurso de Ontário.
Em 2025, o Tribunal Superior tinha decidido a favor dos defensores das ciclovias. Contudo, em agosto de 2026, o Tribunal de Recurso reverteu essa decisão, considerando que o tribunal de primeira instância tinha ultrapassado os limites da sua função ao interferir nas decisões políticas do Governo.
Agora, as organizações pretendem que o Supremo Tribunal analise questões constitucionais relacionadas com o direito à vida e à segurança.
O ministro dos Transportes de Ontário, Prabmeet Sarkaria, garantiu que a remoção das ciclovias vai prosseguir, apesar dos protestos. “Estas ciclovias vão ser removidas”, afirmou na rede social X.
Apesar da posição do Governo, ciclistas e residentes prometem continuar os protestos por uma mobilidade mais segura e sustentável.
O Brazil Film Fest Toronto regressa ao TIFF Lightbox, em Toronto, nos dias 9, 10 e 11, para celebrar a diversidade e a criatividade do cinema brasileiro.
Na sua 18.ª edição, o festival apresenta uma seleção de mais de 20 filmes, entre longas-metragens, curtas-metragens e documentários, que revelam a riqueza cultural e a pluralidade das histórias brasileiras.
O festival promove o encontro entre culturas, reunindo espectadores, cineastas e profissionais da indústria cinematográfica num espaço de partilha de ideias, experiências e diferentes perspetivas sobre o mundo.
Segundo a organização, o objetivo é reforçar os laços culturais entre o Brasil e o Canadá, dar maior visibilidade ao cinema brasileiro e fomentar o diálogo artístico num ambiente de diversidade e inovação.
O cinema é, afinal, uma expressão da memória e da identidade dos povos, uma arte que atravessa fronteiras, aproxima culturas e nos convida a descobrir o mundo através de outros olhares.
A Câmara Municipal de Toronto promoveu, nos dias 10 e 11 de outubro, o Kids Vote Weekend, uma iniciativa que convidou as crianças a votar na sua árvore preferida e a aprender como funciona o processo eleitoral.
Cinco espécies estiveram a votação: Tilia (Basswood), Bétula-Branca (Paper Birch), Carvalho-Vermelho (Red Oak), Bordo-Açucareiro (Sugar Maple) e Pinheiro-Branco (White Pine).
A árvore vencedora será anunciada após as eleições municipais de 26 de outubro. Em 2027, a espécie escolhida será destacada através de iniciativas ambientais, incluindo plantações especiais e distribuição de árvores jovens.
Ewan, um dos jovens participantes, salientou a importância de poder expressar a sua opinião: “É ótimo. Mesmo sendo uma votação sobre árvores, é muito bom poder dar a nossa opinião “é importante aprender como funciona o processo eleitoral.”
A iniciativa municipal juntou crianças e famílias para incentivar a participação cívica desde cedo e sensibilizar os mais jovens para a importância das árvores na cidade.
Hoy Canadá es un Estado rumbo al totalitarismo, desde la pantalla de una democracia liberal, es un patrocinador del nazismo, paga asistencia en eutanasia a los pobres y, además, no deja que los ciudadanos se expresen sin fuertes retaliaciones.
Continuar dependiendo de la asistencia induce a una desintegración espiritual y moral fundamentalmente destructiva para la fibra nacional. Dar asistencia de esta manera es administrar un narcótico, un sutil destructor del espíritu humano.
Franklin D. Roosevelt
El trabajo es la condición inevitable de la vida humana, la verdadera fuente del bienestar humano. Ahora comprendo que mi bienestar solo es posible si reconozco mi unidad con todos los pueblos del mundo sin excepción.
Leo Tolstói
El Estado de malestar
Como excolonia británica, y miembro de la Commonwealth de manera ‘voluntaria’ dicen, Canadá se jacta de su orden y políticas migratorias claras y atractivas, así como de tener un país con un sólido Estado de Bienestar, yo diría, de malestar. Muy en la línea de la frase de Roosevelt con la que inicio este artículo.
Creer en algún tipo de bienestar puede ser cierto para los migrantes en su mayoría latinos, que son recluidos en zonas distantes de los centros urbanos y asimilados durante cinco años de arduo trabajo llamado permiso de trabajo cerrado (employer-specific – closed work permit) Permiso de trabajo restringido/específico para empleadores. Estos trabajadores ‘agradecen’ ser explotados, consideran que es mejor la promesa de la vida ‘civilizada y marginal’ a la de sus países -colonias éstos de empresas canadienses- y asumen formas de vasallaje y esclavitud.
Al respecto, tras más de cinco años de uso intensivo y varias décadas de existencia del programa de empleo se llegó a unos acuerdos entre defensores de derechos de migrantes y Amnistía Internacional, de lo cual extraigo parte del informe del relator especial de la ONU sobre formas contemporáneas de esclavitud, titulado ‘Canada has destroyed me’: Labour exploitation of migrant workers in Canada, (Canadá me ha destruido»: Explotación laboral de trabajadores migrantes en Canadá), publicado el 30 de enero de 2025:
El sistema genera una relación de poder extremadamente desigual.
El empleador no solo controla el trabajo, sino también el estatus migratorio del trabajador.
Perder el empleo puede significar perder el derecho a trabajar y, potencialmente, enfrentar la salida del país. Eso crea un miedo constante que dificulta mucho:
Denunciar abusos (horas excesivas, salarios por debajo de lo prometido, condiciones inseguras, acoso, vivienda precaria, etc.).
Negociar mejores condiciones.
Dejar un trabajo tóxico sin arriesgar todo.
Amnistía Internacional y el relator de la ONU han llegado a describir el estado de bajos salarios del TFWP como un “caldo de cultivo” o “breeding ground” [Centro de reproducción] de formas contemporáneas de esclavitud.
No es una exageración retórica: hay múltiples reportes documentados de explotación sistemática, especialmente en agricultura, cuidado, procesamiento de alimentos, construcción y hostelería.
Por otro lado, el suicidio implica una de las situaciones de salud pública más graves del país norteamericano. Aproximadamente 4500 a 4750 suicidios al año que equivalen a unos 12-13 suicidios diarios. Es la segunda causa de muerte en personas entre los 15 y los 34 años. Los hombres cometen el acto de quitarse la vida 3 veces por cada mujer y son los del rango de edad entre 45 y 64 años quienes más lo culminan.
Pero Canadá tenía una solución. Han ‘avanzado’ en la ‘misericordia’ de la eutanasia para pobres. Así como se oye.
Esto está documentado por Associated Press: (El comité que revisa la eutanasia en Canadá concluye que algunas muertes están motivadas por el temor a quedarse sin hogar y por el aislamiento.); The Global and Mail: (Las tasas de asistencia médica para morir por enfermedades no terminales en Ontario son más altas en los barrios más pobres, según informes.), The conversation: (La asistencia médica para morir y las personas marginadas: informes del forense arrojan luz sobre la muerte asistida en Ontario) y el Comité de Revisión de Muertes del Forense, Jefe de Ontario (2024), son los que detallan casos específicos, como la mujer con sensibilidad química múltiple que no encontraba vivienda adecuada, o personas con aislamiento y pobreza.
Aunque se insistiera en señalar que son casos aislados, lo cierto es que no se trata sólo de una política sanitaria mal enfocada. Casos documentados como los señalados permiten ver algo que debería ser impensable en un auto denominado país del primer mundo: facilitar la muerte a alguien por su condición de precariedad económica y material es la clara expresión del FRACASO de su Estado de bienestar.
Es clave y doloroso cuando “afirmó el Dr. Trouton (en artículo de Associated Press): Es trágico que la calidad de vida de las personas sea tan deficiente que deseen explorar la MAID [asistencia médica para morir]”
En 2025, el 98 % de los hogares de ejemplo en asistencia social vivían por debajo de la línea oficial de pobreza, y el 71-72 % en “pobreza profunda” (menos del 75 % de esa línea). Los ingresos reales cayeron para muchos por inflación y la eliminación de rebates del carbon tax [reembolsos del impuesto al carbono]. Los beneficios de vivienda (shelter) son extremadamente bajos y no cubren costos reales; las personas sin hogar reciben menos apoyo.
A lo anterior se suma la crisis de vivienda, semejante a la de Estados Unidos, en donde al menos hace veinte años no se construye vivienda de interés social, lo que mantiene elevados los precios de renta y de compra; y, además se favorecen los desmanes de los que toman en arriendo propiedades. Ni siquiera en la política de inclusión a las comunidades indígenas maltratadas y esterilizadas para evitar su procreación, les cumplen con el tema habitacional. El tema de los ‘sintecho’ tiende a acrecentarse.
Hay otras formas de atentar contra sus propios ciudadanos, por ejemplo, a los propietarios les obligan a pagar multas y demandas inverosímiles si un inquilino hace ruido a los vecinos o daños, el que rentó de buena fe debe pagar. A ello se suma que para pedir el inmueble es necesario una suma de piruetas legales y justificar, no que rentará a alguien más, sino que se irá a vivir a su propio inmueble.
Alrededor de 6,5 millones de canadienses se encuentran sin médico de familia, o sea el 16% de su población total, 41,8 millones. Además, los tiempos de espera en horas en urgencias, es elevado; a menudo 8-16 horas o más, pues manejan la anticuada y tercermundista medida del Triage, inventado para las prioridades de tiempos de emergencia en la Primera Guerra Mundial.
Los ciudadanos deben esperar semanas y hasta meses para tener consultas con especialistas y hay estimaciones documentadas de decenas de miles de muertes anuales mientras esperan cirugía o diagnósticos. En cuanto a médicos y enfermeras, se encuentra Canadá por debajo del promedio de la OCDE, con retrasos en licenciar profesionales.
En cuanto a políticas para protección de la infancia, las tarifas de apoyo económico para quienes consiguen plaza bajaron, pero se generaron listas de espera masivas y en algunos lugares se triplicaron. Se tiene así una brecha de inequidad en donde algunas familias pagan muy poco y otras a veces de bajos ingresos, quedan fuera o pagan mucho más, mientras financian el sistema con impuestos. Tampoco se crearon suficientes espacios ni se atendió la falta de profesores.
Esto parece una historia del mundo subdesarrollado, haitiana, colombiana o etíope, pero pasa en Canadá. Ya no les basta con explotar a los países periféricos, sus propios ciudadanos financian a los ricos de su país cada vez de manera más próxima a la letalidad.
Además, hay un creciente uso de bancos de alimentos, lo que se traduce en una política paliativa para contener lo que no logra una política integral de impuestos a ricos y de creación de puestos de empleo, espacio en donde, por el contrario, se ha agudizado el trabajo precario y, por ende, asumir el costo de vida.
En este tema de empleo – ingresos para la subsistencia, Canadá tiene un programa de renta básica, que lamentablemente es insuficiente. Evelyn L. Forget es una economista de renombre en Canadá, estudia la economía detrás de la propuesta de ingreso básico. Se recomienda su estudio, Basic Income for Canadians. From the Covid-19 Emergency to Financial Security for All. Toronto, (Ingreso básico para los canadienses. De la emergencia de la Covid-19 a la seguridad financiera para todos. Toronto) Libro de James Lorimer & Company Ltd., Publishers, 2020.
Sólo para dejar la curiosidad de los lectores, Forget dice, citando a otros autores:
«El empleo precario representa una proporción cada vez mayor del empleo total en Canadá y está fuertemente asociado a un peor estado de salud de los trabajadores».
Existe una «relación estrecha entre los ingresos y los resultados de salud. Las disparidades son profundas: unos ingresos más bajos se asocian a una menor esperanza de vida, así como a tasas más elevadas de autolesiones y de enfermedades crónicas».
«El estrés crónico se ha vinculado a diversos cambios hormonales y neurológicos que repercuten negativamente en la salud. Deteriora la memoria, aumenta el riesgo de depresión, reduce la respuesta inmunitaria y eleva la presión arterial y el riesgo de enfermedades cardiovasculares».
Se encuentra además la creciente crisis de opioides, con una cantidad alarmante de más de 38.000 a 50.000 muertes desde 2016. Esto ha llevado al desarrollo de algunos debates sobre el fracaso o efectos secundarios de “safe supply” (suministro seguro) y la criminalización en algunas provincias, cuando de un Estado primermundista se esperaría una percepción correcta no criminalizando a los consumidores sino comprendiéndolos en un contexto de atención de la salud pública e integral.
Así, todas las crisis de vivienda y demás bienes y servicios que mencioné con anterioridad, reciben más presión ante los altos niveles de inmigración temporal y de refugiados.
Los asuntos internacionales como problema nacional
El Estado de Bienestar es en mi concepto la expresión más clara del escenario de la lucha ideológica de la posguerra mundial; justo en ese momento en que Inglaterra, Estados Unidos y toda Europa decidió que el ‘aliado soviético’ era un loco comunista, dejando atrás las alabanzas a aquel pueblo ruso trabajador plasmadas en discursos, caricaturas y cine.
El comunismo como una fiebre que acabaría con la libertad, aniquilador de la posibilidad de ser y de tener dentro del inmenso ‘arsenal de mercancías’ restringido a la finitud de cada bolsillo, en el capitalismo, debía ser contestado. Ya no eran Hitler ni Mussolini ni Franco, -aunque éste fue un fascista solitario- los enemigos del ‘mundo libre’, lo era el Estado socialista soviético y sus aliados.
Pero el terreno más claro de la disputa se daba allí donde se gana la atención de las masas: en los derechos adquiridos, en la capacidad de sentirse orgulloso de ser un ciudadano de su país por esas mismas ganancias que le daba su Estado de Bienestar, como decía J. Habermas. Es en efecto lo que busca todo migrante además de todo ciudadano: hacerse a una ciudadanía que le dé garantías en consecuencia a su trabajo.
De esta forma, tanto Europa como EE.UU. se vieron obligados a otorgar a sus ciudadanos garantías similares a las conquistadas por la Revolución rusa de 1917, también de manera vanguardista para mujeres e infancia. El Plan Marshal de reconstrucción europea no es otra cosa que atemperar los ánimos de los ciudadanos dolidos por la guerra y volcarlos al boom de la procreación bajo el amparo de un sólido Estado de Bienestar capitalista que les impidiera mirar hacia el régimen socialista soviético y universal. Éste se explica en la frase de Tolstói con la que inicio este artículo, inherente a una concepción universal del hacer para todos, anterior a las guerras del siglo XX.
Canadá los apoya y ya con un pálido Estado de Bienestar que es más de malestar, apoya a los mismos sujetos del Batallón Azov y a todos quienes asesinan el bienestar cada día en Ucrania mediante: reclutamiento forzoso (busificación), incluso a personas con discapacidad o ancianos, maltrato a las mujeres, alistamiento y entrenamiento de jóvenes colegiales en el campo militar, corrupción que niega salud, empleo y vivienda, -todo excusado en la guerra-, venta de tierras fértiles a poderosos extranjeros y nacionales etc.; pues aunque dicen que es prohibido, BlackRock ya compró tierras fértiles.
Canadá es la expresión de un régimen totalitario que en cualquier momento puede ascender a fascista, en tanto lleva nazis al parlamento y los premia, envía armas y partes de drones a Ucrania, les da dinero y desarrolla actividades anti rusas, entre ellas intentar robar reservas de dinero.
También privilegia a la población ucraniana en suelo canadiense – Ley CUAET, donde se otorga un régimen de emergencia humanitario de entrada fácil, permisos de trabajo abiertos, extensiones, pausa de deportaciones, aunque éstas pueden reactivarse si Zelensky solicita deportaciones para su busificación. Todas estas garantías no se las dan a los propios canadienses, ni a rusos ni ruso-canadienses.
No le basta con ello. Desarrolló una ley de Prohibición de “dealings” -operaciones- y suministro de servicios (SEMA) donde no permite negociar, prestar servicios o recibir pagos de entidades listadas en: Special Economic Measures Act (artículo 8 sobre penas) dicho artículo señala que:
Toda persona que infrinja o incumpla deliberadamente una orden o un reglamento dictado en virtud de la sección 4: (a) comete una infracción punible mediante procedimiento sumario y está sujeta a una multa no superior a veinticinco mil dólares o a una pena de prisión no superior a un año, o a ambas penas; o (b) comete un delito grave (*indictable offence*) y está sujeta a una pena de prisión no superior a cinco años.
Sección 3 – Transacciones y actividades prohibidas: Se prohíbe a toda persona en Canadá y a todo canadiense fuera de Canadá: (a) realizar operaciones con cualquier bien, independientemente de dónde se encuentre, que sea propiedad de, esté en posesión de o esté controlado por —o en nombre de— una persona cuyo nombre figure en el Anexo 1; (b) celebrar o facilitar, directa o indirectamente, cualquier transacción relacionada con una operación mencionada en el apartado (a); (c) prestar servicios financieros o de otra índole conexos en relación con una operación mencionada en el apartado (a); (d) poner bienes a disposición de una persona que figure en el Anexo 1 o de una persona que actúe en su nombre, independientemente de dónde se encuentren dichos bienes;…
Esta ley está dirigida en contra de la libertad de expresión al poner a las entidades que desee incluir el acta, también las norcoreanas, iraníes o cubanas y principalmente las rusas para la cual fue creada la ley. Esto evita que se hable de los desaciertos de sus políticas, la mala gestión de su política de bienestar y el desastre de su libertad de expresión, mientras critican a Corea del Norte o Irán como regímenes totalitarios, pero Canadá lo es más porque dice regirse por una concepción moderna y liberal, pero hace todo lo contrario.
Ellos lucharon contra los nazis cuando ya los soviéticos avanzaban hacia Berlín. Pero siempre mantuvieron simpatías con el nazismo. Una vez acabó la URSS y los motivos por los cuales disputar con un Estado de Bienestar lleno de derechos, volvieron a la privatización y la mala calidad de la gestión pública, poco a poco durante 36 años.
Hoy Canadá es un Estado rumbo al totalitarismo, desde la pantalla de una democracia liberal, es un patrocinador del nazismo, paga asistencia en eutanasia a los pobres y, además, no deja que los ciudadanos se expresen sin fuertes retaliaciones. En síntesis, como todo occidente, es una fachada primermundista, -que señalé en artículo titulado: André Gunder Frank: «El subdesarrollo del desarrollo» avanza en Occidente– con entrañas fascistas y un tercermundismo ciudadano que hoy sale a protestar a las calles en Europa.
Es lamentable que las personas quieran ir a un país así, en donde son desechables en tanto pobres, explotados como mano de obra barata y marginados sin derecho a expresarse. Canadá es la fachada que encubre la miseria y el totalitarismo.
A sell-off for artificial-intelligence stocks is hitting Wall Street again after whipping around the world on worries about how much longer the AI frenzy will last.
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La vittoria del Parti Québécois e il referendum del 19 ottobre in Alberta riportano al centro il problema della coesione canadese. La separazione resta minoritaria, soprattutto nell’Ovest, ma il riemergere simultaneo delle spinte centrifughe rappresenta una sfida politica per Mark Carney.
A pochi mesi dal consolidamento parlamentare del governo liberale di Mark Carney, il Canada si trova ad affrontare una questione che sembrava essersi progressivamente allontanata dal centro della scena politica: quella della propria coesione interna. La vittoria del Parti Québécois (PQ) nelle elezioni provinciali del Québec del 5 ottobre e il referendum previsto per il 19 ottobre in Alberta, nel quale gli elettori saranno chiamati a pronunciarsi sull’eventuale avvio del procedimento verso un successivo referendum vincolante sulla separazione dal Canada, hanno riportato contemporaneamente alla ribalta due forme molto diverse di contestazione dell’assetto federale.
Sarebbe eccessivo sostenere che il Canada si trovi alla vigilia della disgregazione. In Alberta, soprattutto, tutti i dati disponibili indicano che l’opzione favorevole alla permanenza nella federazione dovrebbe prevalere con un margine molto ampio. Tuttavia, il fatto stesso che una delle province economicamente più importanti del Paese abbia ritenuto politicamente possibile sottoporre agli elettori una domanda di questo genere dimostra il malcontento di una parte della popolazione: una questione che fino a pochi anni fa apparteneva soprattutto alle frange più radicali del cosiddetto western alienation è entrata nella sfera della politica istituzionale.
Il caso del Québec, invece, ha radici molto più profonde. Le elezioni provinciali del 5 ottobre hanno riportato al governo, dopo oltre un decennio, il Parti Québécois guidato da Paul St-Pierre Plamondon. Il PQ ha conquistato 59 dei 127 seggi dell’Assemblée nationale, fermandosi cinque seggi sotto la maggioranza assoluta. Ottenendo circa il 28% dei voti, ha chiuso la consultazione elettorale davanti al Parti Libéral du Québec, attestatosi poco sopra il 24%, al Parti Conservateur du Québec, con circa il 21%, e a Québec Solidaire, che ha raccolto oltre il 12% conquistando nove seggi. La Coalition Avenir Québec (CAQ), al governo dal 2018, è invece crollata al 13,3% senza ottenere alcun seggio.
Un tale esito impone certamente una lettura prudente, in quanto il successo del PQ non equivale a un mandato maggioritario per l’indipendenza. Il partito, infatti, ha beneficiato della frammentazione del voto e ha ottenuto la percentuale più bassa mai registrata da una formazione vincitrice nella storia elettorale del Québec, mentre i sondaggi continuano inoltre a collocare il sostegno alla separazione dal Canada intorno al 30%, ben lontano da una maggioranza sociale. Lo stesso St-Pierre Plamondon ha indicato che non intende convocare un nuovo referendum finché Donald Trump resterà alla Casa Bianca, sostenendo che la pressione tariffaria e l’instabilità derivante dai rapporti con gli Stati Uniti rendono necessario evitare, per il momento, un’ulteriore crisi costituzionale.
Ciò non riduce tuttavia la portata della vittoria del PQ. Per la prima volta dopo molti anni, il governo della seconda provincia più popolosa del Canada sarà guidato da una formazione che considera esplicitamente l’indipendenza del Québec il proprio obiettivo storico. Inoltre, sommando i 59 deputati del PQ ai nove di Québec Solidaire, anch’esso favorevole alla sovranità del Québec sebbene attraverso un percorso politico e sociale profondamente diverso, nell’Assemblée nationale esiste una maggioranza numerica di deputati eletti sotto le insegne di partiti indipendentisti. Questo non significa che PQ e Québec Solidaire formeranno automaticamente un blocco comune, né che un referendum sia imminente, ma conferma che la questione nazionale québécoise è tutt’altro che scomparsa.
La sua natura, inoltre, resta profondamente diversa dal separatismo emergente in Alberta. Il nazionalismo del Québec dispone di una propria continuità storica, linguistica e culturale, di una tradizione intellettuale e politica consolidata e di istituzioni che hanno progressivamente acquisito un grado considerevole di autonomia rispetto a Ottawa. I referendum del 1980 e del 1995, quest’ultimo perduto dagli indipendentisti per uno scarto inferiore all’1%, hanno mostrato quanto la questione possa arrivare a mettere in discussione l’esistenza stessa della federazione canadese.
La situazione dell’Alberta nasce invece prevalentemente da fattori economici, fiscali ed energetici. La provincia, cuore dell’industria petrolifera canadese, ha sviluppato da tempo un forte risentimento nei confronti del governo federale, accusato da settori rilevanti dell’opinione pubblica occidentale di utilizzare la ricchezza prodotta dalle province delle praterie per finanziare politiche redistributive decise nell’Est, imponendo contemporaneamente vincoli ambientali e normativi penalizzanti per il settore degli idrocarburi.
Sebbene tutti i sondaggi siano concordi sul fatto che il referendum non dovrebbe avere esito positivo, la trasformazione di una rivendicazione precedentemente marginale in una questione sottoposta ufficialmente all’intero corpo elettorale provinciale rappresenta un passaggio qualitativo da non sottovalutare. Significa che una parte della classe politica dell’Alberta considera ormai il ricorso alla minaccia separatista uno strumento legittimo di pressione nei confronti del governo federale. La premier Danielle Smith ha annunciato che voterà per la permanenza nel Canada e non sostiene personalmente la separazione, ma è stato il suo governo ad aggiungere la domanda al referendum provinciale (che consiste di un totale di dieci quesiti). La stessa Smith ha presentato la consultazione come uno strumento attraverso il quale permettere agli albertani di esprimere il proprio malcontento nei confronti di Ottawa.
Una vittoria del 70% o persino superiore dell’opzione federalista non cancellerebbe il fatto che circa un quinto dell’elettorato di una provincia fondamentale per l’economia canadese sia disposto a considerare almeno l’avvio di un processo di separazione. Nel gennaio 2026 Ipsos aveva addirittura registrato un sostegno iniziale alla prospettiva separatista del 28% in Alberta, praticamente identico al 31% rilevato in Québec, salvo poi constatare che il consenso si dimezzava quando agli intervistati venivano prospettati i costi concreti dell’indipendenza. In altre parole, per una parte consistente degli elettori il separatismo albertano funziona soprattutto come voto di protesta e strumento negoziale nei confronti del centro federale.
Per Mark Carney, la contemporaneità dei due fenomeni costituisce una sfida particolarmente delicata. Il primo ministro ha costruito la propria strategia economica e internazionale attorno al concetto di “autonomia strategica” canadese. Di fronte all’uso crescente delle tariffe, delle catene di approvvigionamento e delle dipendenze economiche come strumenti di pressione, soprattutto da parte dell’amministrazione Trump, Carney ha sostenuto che il Canada debba ridurre la propria vulnerabilità nei confronti degli Stati Uniti, diversificando mercati, partner e infrastrutture.
Nel suo discorso al Lowy Institute di Sydney dello scorso marzo, il premier aveva affermato esplicitamente che l’integrazione economica non deve più trasformarsi in subordinazione e che le medie potenze devono costruire capacità sovrane nei settori strategici, dall’energia ai minerali critici, dall’intelligenza artificiale ai sistemi di pagamento. La stessa impostazione è stata successivamente ripresa nei rapporti con l’Unione Europea e nell’apertura di nuovi canali economici verso l’Asia.
Particolarmente significativa, in questo senso, è stata la normalizzazione dei rapporti con la Cina. Nello scorso mese di gennaio Carney è stato il primo capo di governo canadese a recarsi ufficialmente a Pechino dal 2017, incontrando Xi Jinping e Li Qiang e inaugurando un nuovo partenariato strategico sino-canadese incentrato su energia, commercio, agroalimentare, sicurezza e multilateralismo. Ottawa ha indicato apertamente la Cina come uno dei mercati necessari per ridurre l’eccessiva dipendenza economica dagli Stati Uniti.
Questa strategia incontra però un paradosso fondamentale. Per ridurre la dipendenza dagli Stati Uniti e rivolgersi maggiormente ai mercati asiatici, il Canada ha bisogno proprio delle risorse energetiche dell’Alberta. Il nuovo oleodotto Pacific Link, che dovrebbe trasportare un milione di barili al giorno verso la costa della Columbia Britannica, è uno dei pilastri materiali di questo progetto. Il 1° ottobre Carney ha annunciato l’accelerazione dell’iter autorizzativo, definendo il progetto di interesse nazionale e collegandolo esplicitamente all’obiettivo di raddoppiare le esportazioni canadesi verso mercati diversi dagli Stati Uniti. Oltre il 90% delle esportazioni petrolifere canadesi è stato storicamente diretto verso il mercato statunitense: aprire una nuova grande direttrice verso il Pacifico significa tentare di trasformare l’Alberta da provincia dipendente dall’accesso al mercato statunitense in piattaforma energetica della proiezione canadese verso l’Asia.
Non è dunque casuale che Carney abbia scelto di presentare il progetto proprio a Fort McMurray, nel cuore delle sabbie bituminose albertane, accanto a Danielle Smith e a poche settimane dal referendum. La politica energetica diventa così contemporaneamente politica estera e politica di coesione nazionale. Offrire all’Alberta infrastrutture, accesso diretto ai mercati mondiali e un ruolo centrale nella strategia di diversificazione canadese significa rispondere alle spinte centrifughe non attraverso una semplice riaffermazione dell’autorità federale, ma cercando di modificare le condizioni economiche che le alimentano.
Una logica analoga, sebbene applicata a un contesto completamente diverso, emerge nel rapporto con il Québec. Dopo la vittoria di St-Pierre Plamondon, Carney ha evitato un confronto frontale con il nuovo governo provinciale, insistendo invece sulla necessità di un “federalismo cooperativo” fondato su infrastrutture, abitazioni, crescita economica e difesa degli interessi canadesi di fronte alle pressioni statunitensi. Il premier sa che trasformare immediatamente la questione in uno scontro tra Ottawa e Québec City potrebbe offrire agli indipendentisti esattamente il terreno politico di cui hanno bisogno per allargare un consenso alla sovranità che oggi resta minoritario.
L’atteggiamento dell’amministrazione Trump produce quindi un duplice effetto sulla politica del vicino settentrionale. Da un lato, le pressioni economiche statunitensi hanno accelerato la ricerca canadese di una maggiore autonomia e hanno reso più urgente la costruzione di un mercato interno maggiormente integrato. Dall’altro, proprio la percezione di una minaccia esterna contribuisce per il momento a frenare i separatismi: St-Pierre Plamondon ritiene troppo rischioso organizzare un referendum sull’indipendenza mentre il Canada è impegnato in uno scontro commerciale con Washington; parallelamente, in Alberta la ricerca di nuovi mercati per il petrolio può ridurre alcune delle ragioni economiche del malcontento verso Ottawa.
Il Canada non appare dunque prossimo alla dissoluzione. Ma il ritorno simultaneo della questione nazionale del Québec e del separatismo albertano indica che il modello federale sta attraversando una fase di crescente tensione. In una fase nella quale Mark Carney cerca di costruire un Canada più autonomo dagli Stati Uniti, più presente sui mercati asiatici e dotato di maggiori capacità economiche e strategiche proprie, emerge con forza una contraddizione: per conquistare maggiore autonomia all’esterno, Ottawa deve prima garantire la propria coesione all’interno. Il petrolio dell’Alberta, il peso demografico ed economico del Québec, le infrastrutture interprovinciali e il consenso delle popolazioni che compongono la federazione non sono questioni separate dalla politica internazionale canadese, ma ne costituiscono la condizione materiale.
Per Carney, la costruzione dell’“autonomia strategica” canadese passa ormai anche dalla capacità di dimostrare che il Canada possiede ancora un progetto federale sufficientemente credibile da tenere insieme le sue componenti.
Canadians elected a government that promised to defend the country from Trump and his politics. Now corporations are demanding limits on workers’ rights — and Carney is expected to deliver
When a plurality of Canadians voted for Mark Carney’s Liberal Party in 2025, their hope was a leader who would protect and preserve Canadian values from the American onslaught of Donald Trump. Many explicitly rejected Pierre Poilievre and the Conservatives because they felt his right-wing, anti-worker values were too closely aligned with the U.S. Republican Party.
So it might disappoint Canadians to know that Mark Carney is not only continuing Justin Trudeau’s controversial labour relations regime, but quickly expanding his attack upon the working class, couching in it neutral buzzwords like “modernization” all while making it clear that the goal is to make the capitalist class happy by assuring them Canadian workers have fewer rights than they used to.
You don’t have to take my word for it; you can see the doublespeak from key members of the Carney cabinet. First up is Minister of Jobs and Families (remember, Carney refuses to have a real Minister of Labour) Patty Hajdu, who went onto the CBC to defend her government’s attack on the right to strike. Puzzlingly, Hajdu suggested that while Carney supports strike rights, their new legislation will seek to address the five per cent of cases where strike action becomes disruptive. But herein lies the trick that Hajdu even admits: collective bargaining works, because 95 per cent of the time, there are no labour stoppages. That five per cent number? Hajdu is effectively saying that she wants workers to have the ‘right’ to strike, so long as they don’t use it in the five per cent of cases they currently do. A right that exists so long as it isn’t exercised, in other words.
Indeed, more candid reporting from CTV confirmed that Carney’s objective is to go even farther than Trudeau and Stephen Harper: to not only use back-to-work legislation, but propose new legislation that “will be aimed at introducing binding mediation before strike action is taken.” This is a shocking escalation of anti-labour policy, even for the already right-wing Mark Carney. The reason is even more chilling as per CTV:
Industry’s message to the government was that its traditional tool to use for binding arbitration, Section 107 of the Canadian Labour Code, can only be applied too late in the labour dispute process and from its perspective, does not adequately prevent the damage caused from a work stoppage.
Put another way, corporations feel the government’s anti-labour tools aren’t strong enough, and that the only way to ensure investors are happy is to stop strikes before they can even manifest. But this defeats the whole purpose of strikes: they are indeed rare, but when they do happen, they must be disruptive to enact vital economic victories that benefit union members and the wider working class. This is something Avi Lewis and the NDP made clear in strong opposition to Carney’s union-busting scheme. If Carney and his capitalist buddies argue that strikes can only happen when they cause zero economic disruption, they are effectively calling for an abolition of the right to strike in practice.
This focus on pleasing investors was the central and explicit concern of Minister of Transport Steven MacKinnon. In a discussion with Rosemary Barton, MacKinnon parroted Hajdu’s insistence that while the right to strike still exists, workers better not use it: “It harms investment, harms employment, maybe even particularly in unionized environments. So we need a better framework for getting to agreements between employers and their employees.”
Again, the crux of the Carney argument is that workers’ rights are bad for business. And that if any company fears a union could strike for better wages, improved working conditions, and fair and equitable treatment, that would hurt the bottom line, and they might be less likely to invest. So, for Carney to entice the Trump-aligned American capitalists that Canadians wanted protection from, he must crush the workers under his boot, including their basic right to withhold their labour as guaranteed by the Charter.
Carney may say he opposes Trump, but his ideal Canada is a Republican dream of an anti-union southern Red state. The man elected to save Canada? He’s the one dissolving it from the inside for the benefit of capitalists, including American businessmen who supported Trump. Once Carney’s done selling away our rights and our infrastructure with the help of American banks like Morgan Stanley, he’ll be fine. But Canadians will be left picking up the pieces of a Trumpified Canada for generations.
“Our Earth is dying. Even NOAA admits that the super El Niño — a product of geoengineering — can alter the global climate and that the planet’s life-support system has reached a catastrophic tipping point. Global climate terrorists within the US military are intensifying their warfare operations.”
So begins a brief investigation by American Dr. Ana Maria Mihalcea(Source 1)—work that has been suppressed by mainstream media, even though the articles she publishes on her Substack are consistently based on official papers. It was she who published a confidential US Air Force dossier titled “Weather as a Force Multiplier”(link at the bottom of the article).
This document confirms, beyond any reasonable doubt, the military use of weather—a history traced back to Operation Popeye in Vietnam by our geopolitics and intelligence contributor at Gospa News International, Dr. Darini Rajasingham-Senanayake, an academic at the University of Colombo (Sri Lanka)…
Mihalcea adds: “Not only does ball-sized hail constitute an act of terrorism against civilians, but the toxic substances being sprayed—toxic metals, graphene, and polymers—are killing humans, plants, and animals. For years, I have maintained that it is pointless to stop biological weapons linked to COVID-19 if we do not put an end to geoengineering.“
Hailstones that fell in Pavone Canavese. (Andrea Vuolo – Meteo in Piemonte), source: RAI News – August 2025 – see HAARP DOSSIER -7.
Today, we were supposed to focus specifically on the potential correlation between the HAARP station in Alaska and the alarming intensification of El Niño; however, we will cover this in the next episode because, while searching for documentation on the subject, we uncovered other detailed “scientific scoops”!
El Niño is a periodic warming phenomenon occurring between March and February at intervals of two to seven years; it stands in contrast to La Niña, which causes cooling. This year, the phenomenon is being intensified by equatorial Pacific Ocean temperatures that are already above average.
HEAVY FLOODING! Nature is Unleashing its Full Power in Italy and in Nepal
More details in the descripyion of the VIDEO
BREAKING – Four dead and thousands without power after Hurricane Isaias lashes US
Hurricane Isaias leaves hundreds of thousands of people without power in Alabama, Georgia and Florida, with all three states declaring emergencies Flooding is a continuing risk, Florida Governor Ron DeSantis says as he warns of a “very hazardous situation”, according to BBC.
Winds peaked at 120mph (193km/h) before Isaias made landfall in Florida late on Friday – images show houses battered by winds and felled trees.
Two people are dead in Alabama, according to the governor, while two more have been killed in separate incidents in Florida. Isaias peaked as a category three hurricane, bringing heavy rain and powerful wind, but has since been downgraded
Video of the recent floods in Chile
Pentagon-funded electromagnetic bombardment: as dangerous as geomagnetic storms
While researching geoengineering, we uncovered scientific studies that—when viewed together—suggest a potential link between the activity of the High-frequency Active Auroral Research Program (HAARP) and alterations to the ionosphere, space weather, and the Earth’s climate…
By synthesizing the astrophysical data gathered, we can state that artificial electromagnetic bombardment generated by the Alaska station can produce dangeorous effects similar to geomagnetic storms originating from the Sun or other planets.
“The ionosphere stretches roughly 50 to 400 miles above Earth’s surface, right at the edge of space. Along with the neutral upper atmosphere, the ionosphere forms the boundary between Earth’s lower atmosphere — where we live and breathe — and the vacuum of space.” (NASA)
As this is a program funded and utilized by the US Pentagon, we are unaware of any scientist ever publishing research on the risks associated with these activities.
With each of our investigations, however, we uncover new, unsettling secrets hidden within the many communications—ostensibly about safety—regarding geoengineering activities; activities described by them as mere study and research, but which we—along with certain European scientists who urged caution—interpret as manipulation.
Indeed, those scientists’ calls for prudence were significant enough to prompt the Pentagon (the US Department of Defense) to relinquish control of the controversial facility in 2015.
«The HAARP facility can generate artificial heating in the atmosphere to enable the study of the variability of the atmosphere, the energetic electron distribution, and how the HF radio wave propagation would be affected. The HAARP HF heater is currently the only available source of controlled ELF/VLF waves available to scientists for magnetospheric wave injection» reads on the official website as we reported in a previous investigation.
The HAARP station’s Ionospheric Research Instrument (IRI) is a massive array of 180 radio antennas spread across a 33-acre site; last August, it conducted PARS (Polar Aeronomy and Radio Science) tests for the third consecutive year prior to the onset of the flood season in Europe and across the globe, a topic we covered in our previous article, *HAARP DOSSIER – 9*.
That is not all. It conducted other tests that were not publicized as part of the official research campaigns and can only be tracked on the website by experts; this is because the UAF is required to issue a “transmission notice” to amateur radio operators, given that electromagnetic tests alter radio frequencies—and much else besides…
Today, we reveal two highly technical yet fundamental points regarding the dangerous HAARP activity—though we hope to present them in a more accessible way, even at the risk of minor scientific inaccuracies:
the antennas can generate a devastating electromagnetic power output of 3.6 gigawatts—equivalent to a small power plant or the electricity consumption of 12,000 homes
high-frequency transmissions can “exceed f0F2” that is “the critical frequency of the Earth’s ionospheric F2 layer”
a study conducted by university physicists and NASA researchers analyzed “space weather modeling capabilities” regarding “geomagnetic storms,” focusing specifically on the critical nature of the f0F2 factor
other studies highlight the dangerous impacts of geomagnetic storms on Earth
«The High-frequency Active Auroral Research Program (HAARP) will be conducting a research campaign August 25-27 UTC, with operating times specified in the table below. Operating frequencies will vary, but all HAARP transmissions will be between 2.8 MHz and 10 MHz».
This is what was stated in a “transmission notice” dated August 24, 2026 (following our Investigation No. 9) a notice that is effectively hidden from anyone unfamiliar with the website (Source 2).
But the “Research Campaigns”section has not been updated since the PARS campaign of August 2024. How can such secrecy be explained?
Blatant screenshots from the official HAARP website.
This is because, as revealed in a world exclusive by Gospa News, the geomagnetic bombardment experiments of May 2024 coincided with the appearance of dazzling, anomalous aurorae borealis visible across much of the Northern Hemisphere.
However, UAF management blamed an ongoing solar storm and denied that their tests had triggered or intensified the auroras or that, by interfering with the solar storm, they might be linked to subsequent atmospheric disasters. Since then, transparency regarding the HAARP station has become optional…
I reiterate—for the umpteenth time—that the danger inherent in these electromagnetic bombardments of the ionosphere lies in the fact that no scientific study has ever been conducted on potential short-, medium-, or long-term adverse effects.
At present, Gospa News’ investigations represent the only source of scientific analysis regarding the temporal coincidences between HAARP experiments and anomalous—sometimes even catastrophic—atmospheric events occurring in the weeks and months immediately following them.
Electromagnetic power equivalent to that of 12,000 homes can be unleashed from Alaska.
Now, however, we have identified a study highlighting the critical nature of the foF2 factor as altered by tests conducted at the Alaska station.
“Operating frequencies will vary, but all HAARP transmissions will be between 2.8 MHz and 10 MHz. Actual transmit days and times are highly variable based on real-time ionospheric and/or geomagnetic conditions. All information is subject to change.” reads the official notice dated August 24, 2026 (screenshot above).
“Note that due to the number of experiments and the need to make real-time schedule adjustments based on ionospheric conditions, no frequencies are specified in the table below. The included transmission notice supplement contains information on the frequencies HAARP is authorized to transmit. HAARP transmissions will only occur on our authorized frequencies”.
The communication appears quite generic, yet the notes below specify that “The emission bandwidth may be up to 46 kHz; the actual value depends on the frequency, modulation and experiment requirements”
So far, so good — given that this electromagnetic emission is well below that of a 5G installation (700 MHz, or 700,000 kHz) — but that is not the alarming indicator…
The powerful HAARP radio-wave transmitter in Alaska
At the point 3 we read: “The authorized Effective Radiated Power (ERP) varies from 457 MW at the lower frequencies up to 3.6 GW at the higher frequencies; the actual power depends on the experiment requirements but will be ≤ authorized limit”
“3.6 GW—or 3,600 megawatts (MW)—represents an enormous amount of power, potentially very dangerous if not managed correctly through industrial infrastructure and specific safety systems.”
Google Gemini’s AI issues this warning, reminding us that this is equivalent to 36 million watts (or 36,000 kilowatts) “the power generated by a medium-sized power plant (such as a large wind or solar farm), capable of powering approximately 12,000 homes simultaneously.”
The note attached to the “transmission notice” of August 24, 2026, highlighting the maximum radiated power (ERP) of 3.6 GW – Source 2
The Space Weather Modeling by Ionosphere “Critical foF2 Frequency” Altered by HAARP
Let us look at the explanation provided in the caption of the image from the University of Alaska Fairbanks regarding the August experiment (Source 2):
The table for the test announced by HAARP on August 24, 2026—the day before the activity began
In short, this means interference with satellites and all forms of satellite communication.
It is essentially a “Star Wars”-style tool, given that without Elon Musk’s Starlink satellite network, Ukraine—which lacks its own space-based spy stations—would be left blind…
However, the issue of alterations to this foF2 factor is clearly explained in an older study published by the scientific journal *AGU Advancing Earth and Space Science* in its “Space Weather” section.
The study—authored by J. S. Shim of The Catholic University of America and NASA GSFC (Greenbelt, MD, USA), along with other NASA scientists—is titled “Validation of Ionospheric Specifications During Geomagnetic Storms: TEC and foF2 During the March 2013 Storm Event”(Source 3).
Abstract of the 2018 Shim et al. study – link between sources – Source 3
That study, published in 2018, makes no reference whatsoever to the HAARP activity in Alaska—given that operations had only just resumed at the time following the transfer from the US Air Force to the University of Alaska Fairbanks—yet it helps mere mortals like us (laypeople when it comes to physics) to at least grasp the importance, and therefore the potential danger, of the foF2 factor.
Let us look at the research abstract:
«To address challenges of assessing space weather modeling capabilities, the Community Coordinated Modeling Center is leading a newly established International Forum for Space Weather Modeling Capabilities Assessment» and this in itself is a curious news item containing alarming words that smack of geoengineering a thousand light-years away…
But it continues:
«This paper presents preliminary results of validation of modeled foF2 (F2 layer critical frequency) and TEC (total electron content) during the first selected 2013 March storm event (17 March 2013)». In this study, we used eight ionospheric models ranging from empirical to physics-based, coupled ionosphere-thermosphere and data assimilation models. The quantities we considered are TEC and foF2 changes and percentage changes compared to quiet time background, and the maximum and minimum percentage changes. In addition, we considered normalized percentage changes of TEC».
A Gigantic Space-Warfare Jammer Capable of Altering Electrons (TEC), Satellites, and GPS
Therefore, if foF2 levels rise during a geomagnetic storm, then—by a simple, self-evident philosophical syllogism—artificially exceeding that threshold (as HAARP admitted in the notes regarding its latest test on August 24, 2026) should or could trigger a similarly dangerous space weather event!
To better understand the study’s findings, let us consult the Space Weather website of the National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA)—the U.S. Department of Commerce agency that studies and attempts to forecast weather events.
«The Total Electron Content (TEC) is the total number of electrons present along a path between a radio transmitter and receiver. Radio waves are affected by the presence of electrons. The more electrons in the path of the radio wave, the more the radio signal will be affected. For ground to satellite communication and satellite navigation, TEC is a good parameter to monitor for possible space weather impacts» states NOAA’s Space Weather service (Source 4).
NOAA Space Weather – Real-time TEC monitoring (Source 4).
“The TEC in the ionosphere is modified by changing solar Extreme Ultra-Violet radiation, geomagnetic storms, and the atmospheric waves that propagate up from the lower atmosphere. The TEC will therefore depend on local time, latitude, longitude, season, geomagnetic conditions, solar cycle and activity, and troposphere conditions. The propagation of radio waves is affected by the ionosphere. (..) The change in the path and velocity of radio waves in the ionosphere has a big impact on the accuracy of satellite navigation systems such as GPS/GNSS”. states the US government website.
From these few lines, two definitive concepts emerge:
TEC can be altered by “upward-propagating atmospheric waves” and thus also by HAARP’s geomagnetic bombardments;
with near-absolute certainty, the HAARP station, powerful enough to exceed the foF2 critical frequency, thereby influencing TEC and “impacting space weather” is at the very least a geospatial weapon capable of acting as a “gigantic” jammer (the frequency-disrupting device used by terrorists and intelligence agencies to interfere with mobile phone and other digital device communications).
The Dangerous Impacts of Space Weather on Earth
Here is what the AI Gemini writes on the subject:
Space weather—driven primarily by solar activity (flares, solar wind, and coronal mass ejections, or CMEs)—directly affects the geospace environment and terrestrial technologies.
The interaction of solar plasma with Earth’s magnetic field generates spectacular auroras—both the *borealis* and *australis*—which are sometimes visible even at mid-latitudes during peak storm activity.
We return to the subject of auroras, the “core mission” of HAARP, which states that “high-frequency transmissions often rely on the critical plasma frequency for the F2 region (foF2), as measured by the Gakona ionosonde.”
For someone like me—having written 96 investigative reports on the lab-engineered SARS-CoV-2—reading these statements about the interaction between immense electromagnetic power (3.6 megawatts) and solar activity is truly terrifying.
Google AI Gemini also warns that geomagnetic storms can cause many damages to out planet:
Power grids: Geomagnetic storms induce electric currents in the ground that can overload and damage distribution grid transformers.
Satellites and telecommunications: High-energy charged particles damage onboard electronics, cause temporary or permanent malfunctions, and disrupt GPS signals and radio communications.
The Damage Caused by Geomagnetic Storms
But I am not the only one pointing out the danger of space weather impacts on Earth…
In recent days, we debunked a sensational piece of fake news regarding the explosion of an American spy satellite—a story hastily published by the website *Sorvegliati Spaziali (Space Checks)*after it was misled by Gemini AI. We feel somewhat indebted to them, given the exceptional work they usually do as partners of the National Institute for Astrophysics (INAF) of Rome (Italy); today, we cite them to provide a detailed scientific explanation of the phenomena that the AI had previously reported in a crude and inaccurate manner.
“Space weather refers to the physical state of the space occupied by Earth and the planets of the Solar System—a region permeated by the solar wind, a continuous stream of electrically charged particles (in a state known as plasma) confined by the analogous ‘interstellar wind’ within a massive bubble called the heliosphere,” reads the entry on Space Meteorology (Source 5).
For the sake of brevity, we will skip the lengthy section explaining magnetic field activity linked to the Sun’s rotation and sunspots, which “can release magnetic energy during chromospheric eruptions (so-called flares), resulting in particle acceleration and the emission of electromagnetic radiation.”
“Enormous ‘plasma bubbles’—known as CMEs or Coronal Mass Ejections—can be accelerated toward the planets. When a planet possesses a magnetic field that acts as a genuine shield against incoming space particles, this field becomes compressed, triggering magnetic storms.“
Shortly after the CME struck, the sky above Kiruna, Sweden, exploded with auroras after a strong (G3) geomagnetic storm is in progress on Oct. 10th, 2026 with a chance of escalating to severe (G4) if current trends continue. A dense CME hit Earth earlier in the day, sparking this significant event. Mid-latitude observers with dark skies should be alert for naked-eye auroras – SpaceWeather.com
“On Earth, polar auroras appear as delicate, multicolored curtains; their luminosity is generated in the ionosphere by atoms and molecules excited by solar particles that manage to penetrate the magnetic shield. (…) A disturbed ionosphere affects the quality of radio communications—for instance, by making GPS-based positioning problematic.Furthermore, intense ionospheric electric currents can induce significant additional currents in power lines, thereby triggering blackouts.”
VIDEO – Space Weather: The Geomagnetic Storms of 2024–2025
Rosanna Rispoli, a researcher at the National Institute for Astrophysics (INAF) of Rome, explains space weather and the solar geomagnetic storms that give rise to the aurora borealis and aurora australis in a video released on YouTube.
In the video, she highlights the intensity of these phenomena between 2024 and 2025; it is worth noting that these are precisely the years during which HAARP conducted the highest number of experiments.
The video also refers to the intense aurora borealis—”visible at an unusual latitude”—of May 2024; this occurred at the peak of a solar storm but also during one of the most controversial tests conducted by the Alaska station, forcing UAF management to deny a correlation that seemed obvious even to laypeople…
It is baffling that experts fail to even hypothesize a possible link between these exceptional space events and HAARP experiments; yet, this can only be explained by the fear of challenging a Pentagon project.
NASA Scientist: “Turbulence and the Impact of Geomagnetic Storms on Earth”
However, there is a striking new development regarding the impact of space weather on our planet.
“According to a new statistical study published today in *Nature* (July 15, 2026 – Ed.),we are underestimating the potential consequences of severe geomagnetic storms on Earth. The cause appears to be a combination of measurement errors regarding the solar wind—which drives these storms—physical inferences, and a statistical phenomenon known as ‘regression to the mean,'” summarizes Valentina Guglielmo in an article published by INAF’s online news outlet(Source 6).
«Several processes occur between the point where we measure solar wind intensity—the Lagrange L1 point—and the magnetopause, the point where the solar wind strikes Earth’s outer atmosphere,» explains Nithin Sivadas, a researcher in the Department of Physics at the Catholic University of America in Washington, D.C., and the paper’s lead author, speaking to *Media INAF* (Gospa News translation from Italian).
The article published by the National Institute for Astrophysics (INAF) in Rome – Source 6
«Some of these processes can have a systematic effect on reducing intensity, while others—such as turbulence—can have a random effect, causing stochastic variations in solar wind intensity. We focus exclusively on the processes that cause random variations. Phenomena driving random fluctuations in solar wind intensity measured between L1 and Earth’s vicinity include, for example, the solar wind’s direction, its variable structure, and turbulence closer to Earth.»
«Since these factors introduce random variations, scientists previously hypothesized that, on average, underestimations would cancel out overestimations, allowing us to relate the measured average solar wind intensity to its effects on Earth without worrying about random fluctuations. However, our paper argues that this is not entirely true.»
In the study’s abstract, astrophysicist Sivadas—who also works at the NASA Goddard Space Flight Center in Greenbelt, Maryland—and his colleagues write an even more unsettling sentence regarding “statistical bias”:
“Our results reveal that the data analysis underpinning saturation theories is affected by a non-linear bias, thereby calling the validity of such theories into question. When uncertainties are corrected, it emerges that Earth’s response to solar wind forcing is consistently linear and that the impact of extreme geomagnetic storms can be double what was previously believed (Source 7).”
Abstract of the study by Sivadas et al. – link below – Source 7
We refer astrophysics enthusiasts and professionals to the complex scientific paper itself; we cite it here solely to refute the mainstream “mantra” claiming that extreme climate changes are driven exclusively by human behavior (certainly a contributing factor) rather than by solar activity—and, by extension, the military geoengineering that mimics it...
Just as with mRNA Covid vaccines, when science truly gets serious and rigorously tests every hypothesis, “politically convenient” certainties begin to crumble…
This “scientific scoop” emerges at a time when HAARP is altering space weather by toying with solar storms—much like “sorcerer’s apprentices” enhancing lethal viruses in a lab—and bombarding the ionosphere, whose primary function is to reflect long-distance radio waves and protect Earth by shielding it froma portion of solar radiation.
Study by STEREO Researchers (EU project): “Impacts Surrounding the Clouds Need to Be Studied”
Confirming our suspicions and the many unknowns inherent in space weather, here is a final key insight from another study published on the European Commission’s CORDIS website. For the sake of brevity, we cite only the conclusions, which refer to a solar eruption and “Coronal Mass Ejections” (CMEs).
Research funded and published by the European Commission – Source 8
«Light associated with an eruption takes eight minutes to reach Earth’s magnetosphere. However, CMEs can take up to five days to cover the distance to our planet. The solar wind acts on these clouds of superheated plasma like a current opposing a boat’s motion, slowing down the faster ones. STEREO scientists have discovered that the impacts occurring around these clouds must be taken into account to “predict” arrival times with greater accuracy (Source 8)».
«From the constant stream of electrically charged particles known as solar wind to unpredictable CMEs, Earth feels the impact of our stellar companion—an influence that extends far beyond mere light and heat».
This is what scientists from the European Commission-funded STEREO (Solar Terrestrial Relations Observatory) mission report (Source 8), implicitly confirming that solar electromagnetic emissions impact Earth’s atmosphere; an effect that, however, can also be artificially replicated by HAARP during Pentagon-funded tests through the alteration of the ionosphere’s “foF2 critical frequency” (as seen in the 2018 Shim et al. study cited above).
The defense strategy of the Alaska station’s proponents has consistently been the same: solar geomagnetic storms are far more powerful—measured in terawatts—and thus vastly exceed the 3.6-gigawatt limit imposed on the UAF.
Yet this remains merely a hypothesis—just like our own—given that until recently (prior to the STEREO and Sivada studies), the prevailing view was that solar flares could not dangerously impact Earth’s atmosphere and clouds…
True science ought to analyze both possibilities; however, were an astrophysicist to discuss the safety of the Pentagon’s projects in Alaska, they would—at the very least—lose their job.
Japanese Scientists: “Connection Between Geomagnetic Storms and Earthquakes”
And finally…the kicker: Amarus in Fundo!
A group of researchers from a Japanese university has proposed a theoretical model exploring a possible link between solar storms and earthquakes. They suggest that, under specific conditions, ionospheric disturbances could help trigger seismic events that are already “on the brink” of occurring.
We are not providing details on this study here, as it will be the main topic of the next Gospa News investigation (subscribe to the newsletter), especially in light of the now-alarming seismic activity along the Pacific Ring of Fire…
In this specific context, we move from HAARP to HARP—the Alaska Earthquake Center—which is based right inside the UAF station in Gakona that we discussed in our previous investigation.
Could it be that the “crazy conspiracy theorists”—who blamed earthquakes on those dangerous, mysterious antennas on the American Arctic peninsula—actually had a scientifically valid point?
A curious coincidence in timing… between earthquakes, auroras, and HAARP experiments
If that turns out to be the case, Gospa News will aim to prove it—relying, as always, on credible international scientific studies, just as we did for all the “Wuhan-Gates” investigations into lab-engineered SARS-CoV-2 and the harms associated with mRNA vaccines.
Fabio Giuseppe Carlo Carisio – Gospa News founder and director
About 70 million years ago, in what is now Alberta, Canada, a young Albertosaurus—a relative of T. rex—ended up as food for another dinosaur. The key lies in bite marks preserved on its jaw. The study, published in the Journal of Paleontology, suggests that the culprit was probably a dromaeosaurid, the group of dinosaurs popularly […]
Hace unos 70 millones de años, en lo que hoy es Alberta (Canadá), un joven Albertosaurus —un pariente del T. rex— acabó siendo alimento de otro dinosaurio. La clave está en unas marcas de mordeduras conservadas en su mandíbula. El estudio, publicado en Journal of Paleontology, sugiere que el responsable fue probablemente un dromeosáurido, el […]
A nova Agência de Investimento na Defesa do Canadá passará a ter mais poder e autoridade adicional para negociar contratos de aquisição, bem como para realizar investimentos em setores-chave da defesa, quando for transformada numa empresa pública (Crown corporation), anunciou o governo federal esta terça-feira.
OProjeto de Lei C-40, que tornará a agência, atualmente a operar sob a alçada dos Serviços Públicos e Aprovisionamento do Canadá (Public Services and Procurement Canada), mais independente, foi apresentado na Câmara dos Comuns.
A entidade terá o seu próprio conselho de administração e um presidente executivo (CEO), um mandato claro, uma estrutura permanente e competências mais específicas para dar um andamento mais rápido às aquisições militares, afirmaram responsáveis federais numa sessão de esclarecimento.
A agência, renomeada Corporação Canadiana para o Investimento na Defesa (Canadian Corporation for Defence Investment), responderá perante um recém-criado ministro-adjunto da defesa assim que o Projeto de Lei C-40 for aprovado pelo Parlamento.
O voto antecipado para as eleições municipais de Toronto começou na terça-feira, 6 de outubro, e decorre até domingo, 11 de outubro. Durante este período, os eleitores podem votar nas eleições para presidente da Câmara, vereadores e administradores dos conselhos escolares.
As mesas de voto estarão abertas diariamente entre as 10h00 e as 19h00. No dia das eleições, 26 de outubro, as mesas de voto estarão abertas das 10h00 às 20h00. Os eleitores podem consultar o local onde devem votar através do cartão de informação eleitoral recebido pelo correio ou da plataforma MyVote, introduzindo a morada da sua residência principal. Os cartões de informação eleitoral começaram a ser enviados a partir de 20 de setembro aos eleitores elegíveis.
Quem pode votar em Toronto?
Para votar nas eleições municipais, é necessário ter pelo menos 18 anos, ser cidadão canadiano e residir em Toronto. Pessoas que não residam na cidade também podem votar caso sejam proprietárias ou arrendatárias de um imóvel em Toronto, ou caso essa condição se aplique ao cônjuge. Não podem votar as empresas, as pessoas que estejam a cumprir uma pena de prisão numa instituição prisional ou correcional, nem as pessoas que atuam como executores testamentários, administradores de bens ou noutra qualidade de representante, excepto quando estejam devidamente autorizadas a votar por procuração em nome de outra pessoa.
Que documentos de identificação
são aceites?
No dia da votação, é obrigatório apresentar um documento de identificação válido que indique o nome e a morada em Toronto. São aceites, entre outros, carta de condução, documentos fiscais, cartões bancários, extratos bancários, contas de serviços públicos e determinados documentos emitidos por empregadores. Os passaportes não são aceites, uma vez que não apresentam a morada. O prazo para solicitar o voto por correspondência terminou a 24 de setembro. Os boletins enviados por correio devem ser recebidos até às 12h00 de 14 de outubro.
Outras autarquias iniciam também
o voto antecipado
O voto antecipado também já está disponível em várias outras autarquias da região, sendo que algumas se preparam para abrir os locais de votação nos próximos dias. As datas e os horários variam consoante o município e, em alguns casos, também de acordo com o local de votação.
Em Mississauga o voto antecipado começou a 6 de outubro e decorre até 11 de outubro, em vários locais de votação espalhados pela cidade.
Hamilton iniciou o processo mais cedo, a 3 de outubro, com novas datas previstas para os dias 4, 10, 11, 17 e 18 de outubro. Já em Oakville, a votação começou a 7 de outubro e decorrerá até 18 de outubro.
Esta semana, Halton Hills e Brampton dão início ao voto antecipado. Em Halton Hills, a votação online começa a 9 de outubro e prolonga-se até 24 de outubro, mediante pré-registo. Em Brampton, também a partir de 9 de outubro, as datas variam consoante o local de votação.
Na região, Vaughan inicia o voto antecipado a 9 de outubro, enquanto Milton terá votação entre 12 e 15 de outubro. Em Burlington, o período de votação decorre de 14 a 23 de outubro.
Mais tarde, Markham abre o voto antecipado de 16 a 26 de outubro, seguido de Newmarket, a partir de 17 de outubro, e Richmond Hill, a partir de 20 de outubro.
Na reta final antes das eleições, Ajax e Pickering terão votação online de 19 a 26 de outubro, enquanto Whitby disponibilizará o voto antecipado entre 22 e 25 de outubro, em três locais. Em Oshawa, a votação online decorrerá de 13 a 26 de outubro.
Os eleitores devem consultar os sites oficiais das respetivas autarquias para confirmar os locais, horários e eventuais requisitos de votação antecipada.