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FC Ferreiras vence Sessão Nacional dos Prémios CLUBE TOP 2026

21 October 2026 at 19:35

O Futebol Clube de Ferreiras conquistou o primeiro lugar na Sessão Nacional dos Prémios CLUBE TOP 2026, realizada em Lisboa no passado dia 17 de outubro.

É de relevar que a distinção reconhece a qualidade do modelo de gestão aplicado ao futebol feminino do clube de Ferreiras, que se destacou entre 7 candidaturas representantes de diferentes regiões do país, incluindo os Açores e a Madeira.

Suportando a candidatura “SER ATLETA POR INTEIRO” – Modelo de Governação Estratégica dos 7 pilares no Futebol Feminino”, o clube do concelho de Albufeira acabou por alcançar o reconhecimento máximo desta edição, através de uma abordagem centrada no desenvolvimento integral das atletas.

Importa referir que a proposta assenta numa visão estratégica que associa a formação desportiva ao desenvolvimento pessoal e à igualdade de oportunidades. O modelo demonstra como uma gestão estruturada pode contribuir para a sustentabilidade dos clubes e para o seu impacto social junto da comunidade.

A sessão nacional decorreu no Auditório do Centro de Juventude de Lisboa do Instituto Português do Desporto e Juventude – IPDJ, no Parque das Nações. Os 7 clubes finalistas apresentaram e defenderam as suas boas práticas de gestão perante um júri nacional, responsável pela escolha da candidatura vencedora.

O apuramento resultou de um processo de avaliação com várias etapas. Numa primeira fase, cada Direção Regional selecionou 5 candidaturas para a respetiva sessão regional, da qual saiu a proposta que avançou para a final nacional.

Integrados na Medida Mérito do programa CLUBE TOP, do IPDJ, estes prémios distinguem boas práticas de gestão dos clubes desportivos. A avaliação considera a qualidade, a originalidade e a inovação das propostas, bem como o seu impacto junto dos destinatários e a articulação com os parceiros. São também valorizadas a sustentabilidade das práticas e a possibilidade de adaptação e aplicação noutros clubes.

E no ano em que Albufeira é Cidade Europeia do Desporto, esta vitória evidencia o contributo dos clubes locais para a qualidade da formação desportiva e a promoção da igualdade de oportunidades.
A Câmara Municipal de Albufeira felicita o Futebol Clube de Ferreiras e suas atletas por este reconhecimento nacional, que valoriza o associativismo do concelho e o trabalho desenvolvido no futebol feminino.

Abambres surpreendido em casa

21 October 2026 at 19:16

VTM

Minutos iniciais de muito equilíbrio, com o primeiro remate a surgir aos 8’, da autoria de Eduardo Fraga. Aos 14’, foi a vez de Guilherme Neto tentar alvejar as redes. O Constantim colocou-se em vantagem aos 20’, Ricardo Carvalho, de livre, defesa incompleta de Tomás Pinto, com Rui Cardona a aproveitar a “benesse” para encostar para golo. Mexeu o técnico da casa no seu xadrez e, aos 29’, sofre novo contratempo, em lance em que Tomás Pinto não foi lesto na saída de entre os postes, aproveitou Guilherme Neto as facilidades para elevar a contagem. E se nada saía bem aos da casa, tudo se complicou aos 32’, com Ricardo Carvalho, de livre, a levar a bola à barra e, na recarga, Tomás Pereira dilata a vantagem.

Na etapa complementar, mais duas alterações no Abambres, era a tentativa de inverter o rumo dos acontecimentos, mas nada saía na perfeição, mérito dos comandados de Diogo Mourão, que aos 74’ tiveram hipóteses de dilatar a vantagem por Gabriel Martins, valeu a boa intervenção de Tomás Pinto.

Nos sete minutos de compensação, o Abambres chegou ao tento de honra através de Vasco Teixeira, de uma grande penalidade.


FICHA TÉCNICA
Complexo Desportivo D. Maria Lurdes do Amaral
Árbitro: João Moreira
Auxiliares: Diogo Pereira e Sérgio Faceira

ABAMBRES: Tomás Pinto; Rodrigo Morais, Guilherme Rocha (Leonardo Pinto, 93’), David Ribeiro e David Lopes (Afonso Guerra, 46’); Gonçalo Teixeira (Fernando Pereira, 46’), David Vinhas (David Castelo, 26’ depois Rui Barradas, 66’) e Eduardo Fraga; Vasco Teixeira, Vasco Guerra (Santiago Frederique, 26’) e Pedro Martins (Duarte Apolinário, 66’)
Treinador: António Barros

CONSTANTIM: David Neto; Ricardo Carvalho (Bernardo Taveira, 69’), Luís Cabo (José Pedro, 55’), Rúben Bragança (Laurentino Costa, 46’) e Guilherme Neto (Rodrigo Barreira, 84’); Tomás Carvalho, Afonso Cruz (Emanuel Pereira, 69’) e Rui Cardona (Gabriel Martins, 69’); Amadeu Coelho (Diogo Ferreira, 69’), Tomás Pereira e João Vieira
Treinador: Diogo Mourão

Ao intervalo: 0-3
Cartões amarelos: Pedro Martins (50’), Guilherme Rocha (69’) e Eduardo Fraga (91’)
Marcadores: Rui Cardona (20’), Guilherme Neto (29’), Tomás Pereira (32’) e Vasco Teixeira (96’ g.p.)

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Constantim vence Atei reduzido a nove

21 October 2026 at 18:55

VTM

O Constantim entrou melhor e nos primeiros 10’ teve duas boas ocasiões para se colocar em vantagem, Omar Ceesay, de cabeça, não acertou no alvo. Aos poucos, o Atei foi equilibrando a partida, mas não criava ocasiões de golo. César Rodrigues, isolado, teve a hipótese de colocar a sua equipa em vantagem, mas Bruno atento desvia a bola pela linha de fundo. Até final da primeira metade, a partida decorreu equilibrada sem grandes ocasiões de golo. O Constantim entrou melhor, mas não aproveitou as ocasiões criadas.

Na segunda parte apareceram os golos, e logo aos 48’, Omar Ceesay, assistido por César Rodrigues, entra na área e remata cruzado para bater Bruno. O Constantim esteve melhor e teve nova ocasião aos 58’, por Babu Marong, que proporcionou a Bruno uma grande defesa. Através de um livre, Cardoso leva a bola a embater no poste esquerdo da baliza de Lucas Sousa. Aos 65’, o Atei fica reduzido a 10 unidades, Carloto vê o cartão vermelho. Aos 81’, Bruno evita o segundo do Constantim, com uma excelente defesa após remate de César Rodrigues. Aos 81’, Rodrigo viu o cartão vermelho por falta grosseira, ficando o Atei reduzido a nove unidades. Aos 89’, o Constantim alcança o tento da tranquilidade, remate de Miguel Teixeira à entrada da área, com José Póvoa no sítio certo a desviar para golo. O Constantim soube de certa forma aproveitar a superioridade numérica para angariar mais três pontos.


FICHA TÉCNICA
Estádio do Cruzeiro
Árbitro: Henrique Sousa
Auxiliares: Gonçalo Alves e Arménio Rodrigues

CONSTANTIM: Lucas Sousa; José Póvoa (Moses Oliveira, 90’), Baralhó (Miguel Teixeira, 67’), Omar Ceesay e Carlos Borges; Francisco Crespo, Luís Ribeiro e César Rodrigues; Pedro Lameirão (Filipe Mateus, 90’), Samuel Pereira (Miguel Pimenta, 67’) e Levi Melro (Babu Marong, 57’)
Treinador: Bruno Ferreira

ATEI: Bruno; Miranda, Cadete, Vítor e Paulinho; Carloto, Cardoso (André, 89’) e David; Paletas (Moreira, 66’), Rodrigo e João Paulo (Alex, 66’)
Treinador: Grilo Alves
Ao intervalo: 0-0

Cartões amarelos: Omar Ceesay (75’) e Paulinho (92’)
Cartões vermelhos: Carloto (65’) e Rodrigo (81’)
Marcadores: Omar Ceesay (48’) e José Póvoa (89’)

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Ferreiras vence Prémios CLUBE TOP com modelo de gestão do futebol feminino

21 October 2026 at 16:01

O Futebol Clube de Ferreiras venceu a Sessão Nacional dos Prémios CLUBE TOP 2026, em Lisboa. A distinção reconhece um modelo de gestão que associa futebol feminino, desenvolvimento pessoal e igualdade de oportunidades.

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Locais mais fortes

21 October 2026 at 14:54

VTM

O Vila Real entrou bem e, aos 2’, teve uma excelente ocasião de golo, cruzamento da direita de Nuno Araújo para o coração da área, onde surgiu Matheus Garcia, solto de marcação, e a rematar ao lado. Aos 11’, nova ocasião, remate de Rodrigo Azevedo já na área, mas a bola esbarra em Matheus Garcia quando esta se dirigia para a baliza. O Vila Real dominava, mas continuava a desperdiçar, desta vez foi Pedro Vieira que remata para defesa do guardião do Alijoense. Estavam decorridos 31 minutos. Aos 33’, o Alijoense esteve perto do golo, só que o remate de Tiago Pinto sai fraco e à figura de Santiago Teixeira. Aos 35’, o Vila Real coloca-se em vantagem, bola metida na área onde aparece Nuno Araújo a desviar a bola de Gonçalo Ribeiro: era o 1-0, para aos 37’ num remate de fora da área de Salvador Santos ampliar a vantagem.

Na segunda parte, o Vila Real dilatou a vantagem aos 52’, Matheus Garcia, com um remate colocado, bate Gonçalo Ribeiro, para aos 54’, na sequência de um canto Filipe Santos introduz o esférico na baliza adversária, colocando o Vila Real a vencer por quatro a zero. Aos 66’, é o Alijoense a criar perigo, Diogo Silva em remate de fora da área obriga Santiago Teixeira a defesa atenta. Aos 71’, novo golo por Rafael Teixeira. O Alijoense podia ter obtido o tento de honra aos 77’ por Tiago Meireles, mas Santiago Teixeira não o permitiu com uma boa intervenção, terminando assim a partida com vitória esclarecedora dos visitados.


FICHA TÉCNICA
Complexo Desportivo Monte da Forca

Árbitra: Marta Monteiro
Auxiliares: Leonor Carvalho e Gonçalo Simões

VILA REAL: Santiago Teixeira, Salvador Santos (Martim Afonso, 46’), Luís Lourenço, Rodrigo Azevedo (Rafael Teixeira, 55’) e Pedro Vieira (Gabriel Martins, 75’); Martim Leite (Martim Fernandes, 75’), Rafael Fontinha (Daniel Herdeiro, 62’) e Francisco Morais; Matheus Garcia (Pedro Pinto, 64’), Nuno Araújo (Guilherme Fernandes, 75’) e Filipe Santos (Gonçalo Martins, 62’)
Treinador: Michael Teixeira

ALIJOENSE: Gonçalo Ribeiro; Tiago Meireles, Afonso Silva (Francisco Monteiro, 46’), Afonso Ferreira (Lucas Loureiro, 46’) e Pedro Carneiro; Tiago Pinto, Diogo Silva e Dinis Galocha; Guilherme Rodrigues (Bernardo Morais, 46’), Thiago Ribeiro (José Cinodura, 83’) e Martim Silva (Luís Pinto, 46’)
Treinador: Hugo Guedes

Ao intervalo: 2-0
Cartão amarelo: Salvador Santos (28’)
Marcadores: Nuno Araújo (35’), Salvador Santos (37’), Matheus Garcia (52’), Filipe Santos (54’) e Rafael Teixeira (71’)

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Arabia Saudí reaviva su guerra sectaria en Yemen

By: A A
21 October 2026 at 14:05

Riad vuelve a tender la mano a las fuerzas religiosas cuya influencia MbS se pasó años frenando.

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Escríbenos: info@strategic-culture.su

En unas imágenes difundidas desde Dhubab, al oeste de Adén, un vehículo blindado atropella a unos hombres identificados como combatientes capturados de las fuerzas de Saná. Las imágenes, relacionadas con las movilizaciones de las Brigadas Salafistas de los Gigantes y difundidas por medios afines a Arabia Saudí, han despertado en Yemen el temor a una vuelta a los métodos de los grupos takfiri, que tachan a otros musulmanes de infieles. Reuters verificó las imágenes de vehículos arrollando a combatientes, entre ellos hombres desarmados, e informó de que las Brigadas de los Gigantes habían abierto una investigación.

Las imágenes se producen mientras las formaciones respaldadas por Arabia Saudí pierden terreno ante una ofensiva lanzada por Saná bajo el lema coránico «Y Alá es más poderoso y más severo en el castigo».

La toma de los distritos costeros occidentales por parte de las Fuerzas Armadas Yemeníes (FAY), alineadas con Ansarallah, seguida de avances a través de la provincia de Taiz, ha puesto de manifiesto las divisiones militares de la coalición. Las FAY calculan que su control territorial ronda el 95 % del territorio de la provincia. La respuesta de Riad ha recurrido cada vez más a un instrumento habitual de su guerra en Yemen: la movilización de la hostilidad sectaria contra Ansarallah.

Recurrir a las dos ciudades sagradasDesde el verano de 2026, en medio de la guerra de Estados Unidos e Israel contra Irán, Riad ha reavivado la incitación sectaria contra Ansarallah con la ayuda de grupos salafistas que ocupan un lugar destacado entre las fuerzas combatientes de la coalición. Tras pasar del patrocinio emiratí al saudí, estas formaciones ofrecen al reino una base de apoyo cuya hostilidad doctrinal hacia los zaidíes puede canalizarse hacia el campo de batalla.

Arabia Saudí se ha mostrado cada vez más decidida a dotar a sus políticas de legitimidad religiosa. Su versión de un ataque con drones cerca de La Meca el 15 de septiembre de 2026, seguida de afirmaciones de que se interceptó un misil de crucero en la región de Medina el 15 de octubre, proporcionó material para campañas que invocaban la defensa de las ciudades sagradas del islam. Las fuerzas yemeníes negaron haber atacado los lugares sagrados y rechazaron la acusación sobre Medina calificándola de invención. Los yemeníes también celebraron una manifestación masiva en Saná «en defensa de La Meca y los lugares sagrados».

Los medios de comunicación saudíes promovieron las acusaciones, y los medios del Golfo y yemeníes alineados con la coalición se hicieron eco de ellas. Las campañas resultantes buscaban desacreditar a Ansarallah, cuya popularidad había aumentado gracias a su campaña militar en apoyo de Gaza, y replantear el enfrentamiento como una defensa de los lugares sagrados musulmanes frente a un enemigo sectario.

Fatwas a la carta

Paralelamente a estas acusaciones, Arabia Saudí movilizó a sus predicadores contra Ansarallah mediante fatwas emitidas «a la carta». Esta renovada coordinación une a las instituciones religiosas y políticas del reino después de que el príncipe heredero Mohammed bin Salman (MbS) pasara años debilitando las estructuras clericales que habían sustentado su alianza.

El gran muftí Saleh al-Fawzan, que asumió el cargo en octubre de 2025, emitió un comunicado en el que condenaba directamente a Ansarallah y otorgaba autoridad religiosa a la campaña en su contra. Su intervención situó al máximo cargo religioso del reino del lado de las fuerzas que se enfrentan a Saná, presentando su misión como la defensa de los lugares sagrados musulmanes y la obediencia a los gobernantes legítimos.

La declaración de Fawzan también asoció a Ansarallah con Satanás y presentó la resistencia a su dominio como un deber sancionado por Dios.

El muftí fue nombrado por recomendación de MbS y tiene un historial de posturas hostiles hacia los Hermanos Musulmanes y los chiitas. En abril de 2026, los medios árabes informaron de que ya no se podía acceder a su página web ni a su archivo de fatwas, lo que suscitó especulaciones sobre la eliminación o revisión del material acumulado a lo largo de décadas. Su última intervención contra Ansarallah otorga a esa autoridad religiosa un papel destacado en el renovado esfuerzo bélico de Riad.

El 25 de septiembre, el clérigo saudí afirmó: «El grupo hutí se fundó sobre la corrupción en el credo y la corrupción en el enfoque, por lo que se rebeló contra sus gobernantes y dividió al país y a su pueblo». Lo describió como «una secta descarriada y un grupo desviado que declara infieles a los Compañeros, considera lícito derramar sangre musulmana y permite la demolición y destrucción de sus mezquitas». Restablecer la seguridad en Yemen bajo su liderazgo reconocido, declaró, era «uno de los deberes más imperativos».

Predicación para el frente

La alineación entre los predicadores salafistas de Yemen y el discurso wahabí saudí es evidente en el uso de dictámenes religiosos para legitimar la guerra contra Ansarallah. Ahmed bin Hassan al-Muallim, presidente de la Asociación de Eruditos Yemeníes, hizo un llamamiento a la movilización como deber religioso y nacional. El diputado de Islah y portavoz de la asociación, Mohammed Nasser al-Hazmi al-Idrisi, también desempeñó un papel en la incitación a la lucha contra Ansarallah al adoptar una retórica religiosa que legitima enfrentarse a ellos y apoya la búsqueda de ayuda de Arabia Saudí.

A medida que las fuerzas de Saná avanzan por Taiz, fuentes de alto nivel vinculadas a sus negociaciones con tribus y formaciones armadas informan a The Cradle de que Arabia Saudí está trabajando intensamente para explotar las divisiones sectarias en la provincia. Dichas negociaciones tienen como objetivo evitar enfrentamientos y derramamiento de sangre, mientras que Riad busca movilizar a las fuerzas que se resisten al avance de Saná.

Las fuentes describen una escalada de la incitación en el interior de las mezquitas por parte del partido Islah, afiliado a los Hermanos Musulmanes, y de grupos salafistas, que utilizan una retórica sectaria para fomentar la lucha contra Ansarallah. En este contexto, Ali al-Imad, miembro del buró político de Ansarallah, advirtió de que Arabia Saudí estaba movilizando a grupos takfiri bajo designaciones militares.

Múltiples fuentes locales informan a The Cradle de que una retórica similar se ha extendido por las mezquitas y las escuelas religiosas de las provincias del sur. En Lahj, los anuncios de reclutamiento obtenidos por The Cradle convocan a una brigada salafista para apoyar la guerra del reino contra las fuerzas de Saná.

Uno de ellos exige a los solicitantes que sigan un «enfoque salafista» y describe el reclutamiento para una «Brigada Tawhid» contra la «marea hutí rafidí», utilizando un término despectivo para referirse a los chiitas. Las fuentes locales califican la formación propuesta de takfiri y inspirada en el ISIS.

La compra del frente sur

Arabia Saudí también ha proporcionado apoyo financiero a comandantes militares salafistas leales en el sur de Yemen, con el objetivo de reforzar sus formaciones y ampliar su papel en el campo de batalla. Según fuentes locales, estas formaciones incluyen a miembros de organizaciones takfiri a quienes Riad ha enviado a los frentes tras la extensión del control de Saná a lo largo de la costa occidental hasta Bab al-Mandab.

Entre los beneficiarios señalados se encuentran el general de división Hamdi Hassan Mohammed Shukri, comandante de la Cuarta Región Militar, de la Segunda División de las Brigadas Gigantes y de la Séptima Brigada de Infantería; el general de división Abdulrahman Saleh Hassan al-Lahji, jefe de Estado Mayor de las Fuerzas del Escudo de la Nación y comandante de la Cuarta Brigada de Infantería; y Rashad al-Dhalei y Qusai al-Damani.

Abyan Today, citando fuentes políticas, informó de que estos comandantes y otros recibieron alrededor de 600 millones de riales saudíes del «Comité Especial» saudí. Según la misma información, el Eje de Taiz, afiliado a Islah, quedó excluido, lo que pone de manifiesto las divisiones dentro del bando respaldado por Arabia Saudí y las recriminaciones por las retiradas y la rendición.

El esfuerzo por comprar lealtades militares va acompañado de una expansión de las redes religiosas que pueden ayudar a sostener las formaciones sobre el terreno. Además de reforzar las Brigadas Gigantes bajo el mando de Abdulrahman al-Muharrami, conocido como Abu Zara, el activista yemení Adel al-Hasani afirma que Riad estableció 62 centros religiosos durante la tregua, que se extienden desde Bab al-Mandab hasta Mahra.

Otro informe sobre sus acusaciones señala al oficial saudí Falah al-Shahrani y al embajador Mohammed al-Jaber como responsables de supervisar la red. Según se informa, muchos de ellos están dirigidos por seguidores del predicador salafista Yahya al-Hajuri y se basan en autoridades religiosas como Rabee al-Madkhali.

Desde que el enfrentamiento entre Arabia Saudí y los Emiratos Árabes Unidos se intensificó a finales de 2025, Riad ha acelerado sus esfuerzos por reorganizar las formaciones armadas del sur y ganarse a sus comandantes, aprovechando el declive de la influencia militar emiratí tras la derrota, en enero de 2026, de las fuerzas respaldadas por Abu Dabi.

En febrero se informó de que el reino había destinado casi 3.000 millones de dólares al pago de los salarios de militares y civiles yemeníes, incluidos aproximadamente 1.000 millones de dólares para los combatientes del sur a los que antes pagaban los Emiratos Árabes Unidos.

Un bando salafista dividido

Los reveses sufridos por las formaciones respaldadas por Arabia Saudí reflejan un liderazgo fragmentado y objetivos políticos contradictorios, además de las pérdidas en el campo de batalla. Dentro del movimiento salafista yemení, algunos líderes han rechazado el intento de Riad de avivar las divisiones internas.

Personalidades del norte, entre ellas el jeque Mohammed al-Imam, han considerado la guerra contra Ansarallah como un conflicto entre musulmanes y han firmado acuerdos de coexistencia y distensión en zonas como Saada, Dhamar y Mabar.

Esos acuerdos contribuyeron a mantener a grupos de combatientes al margen de los combates. Su negativa a considerar el enfrentamiento como una obligación religiosa ha complicado el rumbo que Riad pretendía imponer a otras formaciones salafistas, financiándolas y armándolas antes de empujarlas al combate.

Las divisiones atraviesan las redes religiosas de las que depende el reino, así como las formaciones militares que ha puesto bajo su patrocinio. Para aquellos líderes salafistas que firmaron acuerdos locales, la coexistencia con Ansarallah ha supuesto una forma de mantener a sus comunidades al margen de los combates, lo que entra en conflicto directo con la movilización que Riad está fomentando en otros lugares.

Entre las fuerzas alineadas con Abu Dabi, voces vinculadas al Consejo de Transición del Sur (STC, en inglés) también han advertido de que la renovada dependencia de Riad respecto a los combatientes del sur refleja sus dificultades militares más que un cambio en su postura política.

Temen ser utilizados hasta que la amenaza inmediata remita, para luego volver a ser marginados. En su opinión, los llamamientos saudíes a las fuerzas del sur no ofrecen ninguna garantía de que el reino vaya a atender sus demandas políticas una vez que esos combatientes hayan cumplido su propósito militar inmediato.

Saná ha ampliado sus contactos tribales y ha aprovechado las divisiones entre sus oponentes, en paralelo a su campaña militar. Los informes sugieren que estas negociaciones, las infiltraciones de seguridad y los ataques contra depósitos de armas han contribuido a debilitar a las formaciones enemigas y a preparar el terreno para nuevos avances.

El investigador y analista político Ahmed al-Hasani describe el sectarismo como una de las principales herramientas de movilización de Arabia Saudí en Yemen. Sin embargo, distingue entre las escuelas salafistas vinculadas a Riad, otras ligadas a Abu Dabi y aquellas que conservan cierta independencia.

La escuela del imán de Dhamar considera la guerra como un conflicto interno, explica, mientras que Arabia Saudí sigue cortejando a figuras de la escuela Fuyush de Adén sin haberlas involucrado aún en la batalla, a pesar de las fatwas de los clérigos saudíes —incluida la de Fawzan—.

Hasani afirma a The Cradle que la predicación incendiaria se ha extendido por las mezquitas, mientras que los grupos takfiri más cercanos al ISIS operan al margen de las estructuras tradicionales de las mezquitas y las escuelas religiosas. Se concentran en zonas rurales y en torno a las líneas del frente, combatiendo en frentes como los de Bayda y Marib.

Las Fuerzas del Escudo de la Nación siguen desplegadas a lo largo de las líneas de contacto en Marib, Jawf, Shabwa, Bayhan y Abyan, en alerta frente a Ansarallah, pero sin que actualmente se estén llevando a cabo ofensivas de gran envergadura en esos sectores.

Reclutamiento más allá de Yemen

A medida que sus formaciones aliadas pierden posiciones estratégicas, Riad ha buscado refuerzos en el extranjero. Axios informó de conversaciones entre Arabia Saudí y Siria sobre el envío de tropas a Yemen, en medio de informes independientes sobre esfuerzos para reclutar combatientes takfiri que lucharon en Siria.

Estas medidas coincidieron con la activación del Acuerdo de Defensa Conjunta de La Meca entre Arabia Saudí, Turquía y Pakistán. A pesar de los informes sobre la concentración de soldados pakistaníes cerca de la frontera con Yemen, Islamabad afirmó que sus fuerzas no cruzarían a Yemen y que su misión se limitaba a defender el territorio saudí.

La movilización religiosa también se ha extendido más allá de Yemen. Páginas sirias y relatos procedentes de Damasco, Idlib y Hama han seguido de cerca los combates, mientras que fuentes yemeníes declararon a Al-Akhbar que se estaba trasladando a combatientes desde Siria a través de territorio saudí, con la ayuda de Turquía para que algunos llegaran a los frentes de Marib, Jawf, Adén y Hadramaut.

El exministro del Interior iraquí Baqir Jabr al-Zubaidi afirmó que se había organizado un puente aéreo para trasladar a combatientes sirios a Yemen tras el fracaso de las campañas militares del Golfo.

La Asociación de Eruditos Musulmanes de Irak, una organización clerical suní, emitió un comunicado en el que pedía apoyo político, mediático, ideológico y en el campo de batalla para los combatientes contrarios a Ansarallah. También condenó la matanza de hombres que habían depuesto las armas, describiendo el incidente como una grave violación religiosa y exigiendo medidas correctivas contra los responsables.

Hadi Qubaisi, director del Centro Ufeed de Investigación y Estudios e investigador especializado en asuntos políticos e islam político, sostiene que:

«La apuesta por traer combatientes de Siria a Yemen se basa principalmente en aprovechar el número, más que en reactivar un proyecto yihadista capaz de atraer a grandes masas. Si se tratara de una auténtica movilización yihadista, sus ecos habrían llegado hasta Trípoli y los campos palestinos. Pero el atractivo de este discurso ha disminuido, sobre todo tras la guerra de Gaza y la brecha que esta puso de manifiesto entre las consignas y las posturas prácticas».

Arabia Saudí ha perdido parte de su capacidad de movilización religiosa, añade Qubaisi a The Cradle, mientras que las autoridades sirias controlan el discurso religioso y están reformando los planes de estudios. Por lo tanto, enviar un número limitado de combatientes difiere de lanzar una amplia campaña de reclutamiento.

En Yemen, Islah y sus aliados también han utilizado la retórica religiosa y takfiri en su enfrentamiento con Ansarallah. Su capacidad para traducir esa predicación en un reclutamiento generalizado ha seguido siendo limitada, a pesar de los esfuerzos por presentar la participación en los combates como un deber religioso.

Qubaisi considera que el traslado de combatientes a Yemen se enfrenta a obstáculos sustanciales, desde el escaso atractivo del campo de batalla y la ausencia de incentivos económicos que se ofrecen en otros lugares hasta las divisiones y las luchas internas entre las fuerzas armadas del sur.

Publicado originalmente por  Geopolítica rugiente

Vilar goleou sem piedade do vizinho

21 October 2026 at 13:08

VTM

Os ‘Gverreiros’ da Raia golearam o Salto por 7-0, um jogo de um só sentido em que o guarda-redes do Salto evitou resultado mais gordo. A resistência do Salto apenas durou 9 minutos. Isolado, Juninho abriu o marcador.

Seis minutos volvidos, Edu e Axel voltam a colocar problemas à defensiva do Salto, Pedro resolveu com boa defesa. Aos 24’, o Vilar volta a marcar, mas a equipa de arbitragem considera que o guarda-redes do Salto já tinha a bola agarrada antes de Hudson faturar. O brasileiro ainda viu amarelo.

Mas o golo não tardaria. Aos 26’, cruzamento na direita, e Axel, solto, a fazer o 2-0. O Salto ficou a pedir fora de jogo. Três minutos depois, Juninho, um dos mais ativos em campo, atira por cima. Aos 33’, após cabeceamento intencional, Edu fazia o 3-0. O mesmo Edu, no minuto seguinte, obriga Pedro a boa intervenção. Antes do intervalo, de livre, Gabi atira por cima, com perigo, já que a bola não sai longe do travessão saltense. O Salto tentou a sua sorte através de livres e em jogadas rápidas, mas faltava sempre o último passe. Ao intervalo, 3-0.

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Teachers May be Banned by Schools From Wearing Politically-Contentious Badges

21 October 2026 at 13:00

Teachers face being banned from wearing politically-contentious insignia – such as pro-Palestinian badges – following a review of antisemitism in schools that found 60% of Jewish pupils reported suffering abuse.

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KlubeSol representa Fuseta no primeiro Torneio Walking Football Algarve

21 October 2026 at 11:55

O encontro realiza-se em Estômbar, no dia 23 de outubro, e integra o circuito nacional. A associação pretende sensibilizar para a inclusão, o envelhecimento ativo e a saúde mental.

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Resultado não espelha as dificuldades

21 October 2026 at 11:34

VTM

Em jogo a contar para a 7.ª jornada da Divisão de Honra da AFVR, o Vila Real alcançou um resultado robusto, que não espelha as dificuldades que o Santa Marta colocou durante o jogo.

Nos minutos iniciais, o líder do campeonato entrou mais forte, mas não criou perigo, apenas John Lucas teve uma boa situação na cara do guarda-redes Bernardo, que saiu aos seus pés e depois o avançado tentou um pontapé de bicicleta sem direção. O jogo estava longe das áreas, mas com sinal mais para os alvinegros, que vão inaugurar o marcador por John Lucas, a corresponder bem ao centro para o segundo poste de André Azevedo, com a bola a entrar na baliza. O Santa Marta tentou reagir, mas não conseguiu incomodar o guarda-redes César Brochado, que não teve muito trabalho durante a primeira metade. Ao intervalo, vantagem aceitável para os forasteiros.

Na segunda parte, o jogo foi mais interessante, com as duas equipas à procura de golos. O Vila Real criou uma boa situação, com John Lucas a fugir pela direita e a cruzar para Leonel Auban, que encontrou um Bernardo inspirado que defendeu o primeiro remate e, na recarga, também agarrou a bola com segurança. Aos poucos, os locais libertavam-se das amarras e vão chegar mais vezes à baliza contrária. Num desses lances (57’), há um canto, a bola fica a saltitar à entrada da área, com Diogo Matos a aproveitar para alvejar a baliza com êxito, um golo de belo efeito do antigo jogador do SC Vila Real, perante um César que nem se fez ao lance, já que o remate foi inesperado.

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Two nights, two occupied capitals, two telecom operators running on seized Ukrainian assets: drones go after Russia’s communications in Donbas

21 October 2026 at 10:48

burned-out telecom center occupied luhansk dark donetsk ukraine’s drones work through night · post ukrtelecom building after drone strike 21 2026 ukraine news ukrainian reports

Drones struck the seized Ukrtelecom building in occupied Luhansk overnight on 21 October, hitting the mobile operator Russia’s occupation authorities run there under the name “Lugacom,” Russian Telegram channel Astra and Ukrainian monitoring channels reported. The strike came a night after drones hit “Ugletelecom,” the occupation’s telecom operator in Donetsk, which reportedly runs on equipment seized from Ukrainian companies. Footage posted by Ukrainian monitors shows heavy fire damage inside the Luhansk building. Ukraine has not officially commented.

Ukraine has spent months hitting the supply lines, depots, and infrastructure that sustain Russia’s occupation of southern and eastern Ukraine, with mid-range drones striking trucks, trains, and communications towers well behind the front. This spring the commander of Ukraine’s Unmanned Systems Forces, Robert “Madyar” Brovdi, promised Russian troops in occupied territory a “stone age.” This time the targets were the networks the occupation runs on.

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The occupied Ukrtelecom building in Luhansk after a drone strike, 21 October 2026. Photo: Exilenova+/Telegram

A burned-out Ukrtelecom building in Luhansk

Residents reported explosions in Luhansk overnight, and the former Ukrtelecom building was attacked by a drone, Astra reported, citing its readers. The occupation runs its mobile operator, “Lugacom,” from the seized building, and built its network on equipment taken from Ukraine’s Kyivstar, according to dev.ua. The building also houses an occupation-run telecom services center. Luhansk is situated in the easternmost Ukrainian region and has been occupied since 2014.

Ukrainian monitoring channel Exilenova+ said Ukraine’s Defense Forces struck the building, which also hosts an information technology and technical support center. A video it posted shows extensive burning inside. Petro Andriushchenko, head of the Center for the Study of Occupation, said the drones hit a data center in the building.

Occupation officials had not commented, according to NV. In September, drones hit a hardware store in Luhansk, sparking a large fire. Earlier this month, fires broke out at a Russian supply base in Khrustalnyi, also in occupied Luhansk Oblast.

The occupied Ukrtelecom building in Luhansk after a drone attack, 21 October 2026.
The occupied Ukrtelecom building in Luhansk after a drone attack, 21 October 2026. Photo: Astra/Telegram

Donetsk’s occupation telecom operator hit the night before

The night before, drones struck “Ugletelecom,” one of the key communications operators in occupied Donetsk Oblast, Exilenova+ reported. It operates from an office building at 60 Postysheva Street, where Ukraine’s state holding company Donbasugleobespechenie was registered before the occupation, according to RBC-Ukraine. Astra found about 27 organizations registered at the address, including internet provider Fticom, and damage on four floors.

Ugletelecom runs on equipment seized from Ukrainian companies, Donetsk-focused outlet Kochegarka reported, citing local sources. The occupation also moved local businesses that had used Ukrtelecom over to it, according to dev.ua. Residents had reported powerful explosions in the city.

The office building on Postysheva Street housing “Ugletelecom,” the occupation’s telecom operator, in occupied Donetsk after a drone strike, 20 October 2026.
The office building on Postysheva Street housing “Ugletelecom,” the occupation’s telecom operator, in occupied Donetsk after a drone strike, 20 October 2026. Photo: Exilenova+/Telegram

Power cuts across the occupied territories

In occupied Donetsk Oblast, drones attacked the 330 kV Pivdenna substation in Chystiakove, and locals reported outages, Telegram channel DroneBomber said, calling the report preliminary. Occupied Donetsk went into a blackout on the evening of 20 October after strikes on its power supply, Andriushchenko said. He also reported air defense activity and hits in the Mariupol area.

In occupied Crimea, residents of Krasnoperekopsk reported explosions and hits near the railway station, then partial power cuts, monitoring channel Crimean Wind said. In occupied Melitopol, drones tried to attack the city’s power facilities at around 03:30 but missed, Russian senator Dmitry Rogozin claimed.

French mapper Clément Molin counted 770 confirmed Ukrainian drone strikes on Russian trucks in the logistics zone 10 km behind the front line in September, up from 630 in August.

Constantim vence Mirandela com exibição convincente

21 October 2026 at 10:42

VTM

A ADC Constantim venceu o SC Mirandela por 4-2, em partida da 4.ª jornada do Campeonato Nacional de Sub-19 da II Divisão, disputada no passado sábado, no Estádio do Cruzeiro.

A formação constantinense, orientada pelo técnico Paulo Ferreira, entrou muito forte na partida, assumindo desde cedo o controlo do jogo e demonstrando grande intensidade e qualidade coletiva. A excelente primeira parte ficou marcada pelo domínio da equipa da casa, que chegou à vantagem logo aos 8 minutos, por Bruno Leitão, e ampliou o marcador aos 45+1 minutos, por Gonçalo Ramalho, chegando ao intervalo a vencer por 2-0.

Na segunda parte, o encontro tornou-se mais equilibrado, com o SC Mirandela a reduzir logo aos 46 minutos. Apesar da maior divisão do jogo, a ADC Constantim manteve sempre o controlo da partida, chegando ao terceiro golo aos 65 minutos, por Afonso Vilela. Os visitantes ainda reduziram para 3-2, de grande penalidade, aos 80 minutos, mas a equipa da casa confirmou a vitória já nos descontos, com Tomás Carvalho a estabelecer o resultado final em 4-2.

Uma vitória justa e merecida da ADC Constantim, construída sobretudo numa primeira parte de grande qualidade e consolidada com uma segunda metade marcada pela maturidade e capacidade de gestão do jogo, demonstrando a ambição e a competitividade da formação do Constantim neste Campeonato Nacional.


FICHA TÉCNICA

Estádio do Cruzeiro, em Constantim

Árbitro: Ivan Azevedo

CONSTANTIM: Tiago Borges; Gonçalo Ferreira, Afonso Vilela, Benedito Rodrigues, Ricardo Pereira, Bruno Leitão, Francisco Domingues, David Pereira, Gonçalo Ramalho, Rodrigo Silva e Tomas Valério

Treinador: Paulo Ferreira

Suplentes utilizados: Marco Jorge, Eduardo Costa, André Dinis, Guilherme Pinto e Tomas Carvalho

MIRANDELA: Rodrigo Moutinho; Santiago Albano, Rodrigo Fialho, Afonso Rodrigues, Bernardo Borges, Martim Chelas, Gonçalo Alves, Rodrigo Botelho, Francisco Sá, David Silva e João Guedes

Suplentes utilizados: Patrick Morais, João Oliveira e Valdemar Silva

Ao intervalo: 2-0

Cartões amarelos: David Silva (5′), Benedito Rodrigues (15′), Francisco Domingues (25′), Afonso Rodrigues (58′) e Martim Chelas (81′)

Marcadores: Bruno Leitão (8′), Gonçalo Ramalho (45′), Francisco Sá (46′), Afonso Vilela (65′), Bernardo Borges (80′ g.p.) e Tomas Carvalho (90′)

 

 

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Chaves sofre para seguir em frente na Taça

21 October 2026 at 10:22

VTM

Em jogo realizado na noite de sexta-feira, o Grupo Desportivo de Chaves venceu Os Marialvas por duas bolas a uma e segue em frente na Taça de Portugal.

Roberto e Gilberto Roa marcaram os golos da equipa flaviense na vitória por 2-1, frente ao conjunto de Cantanhede, num jogo disputado no Estádio Municipal Eng.º Manuel Branco Teixeira, em Chaves.

A jogar perante o seu público, os flavienses entraram melhor e vão inaugurar o marcador cedo, logo aos 13’, por intermédio de Roberto, que converteu uma grande penalidade. A equipa do Campeonato de Portugal tentou reagir, mas o intervalo chegou com a vantagem mínima para os donos da casa.

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Brickbat: Teaching While Intoxicated

21 October 2026 at 09:00
Peters Township police vehicle | Peters Township Police Department/Facebook

Katharine Viviano, a first-grade teacher at Pleasant Valley Elementary School in Peters Township, Pennsylvania, faces a charge of public drunkenness after officials said she became intoxicated at school and left her students unattended. According to police, Viviano left during the school day to buy alcohol, and when she returned, she hit another vehicle in the school parking lot. She later went into the bathroom attached to her classroom and refused to come out; another teacher found her in the bathroom semi-conscious. School staff initially believed Viviano was having a medical emergency, and they moved her students to another classroom and then to a playground while they dealt with the situation. Viviano reportedly smelled of alcohol, with slurred speech and bloodshot eyes. Authorities say she admitted drinking vodka earlier in the day.

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Exclusiva: Lo que realmente está ocurriendo en la frontera entre Irán y Pakistán

By: A A
20 October 2026 at 15:05

No hay forma de luchar contra el Imperio sin eludir su control sobre el sistema financiero internacional.

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Escríbenos: info@strategic-culture.su

Ya se ha desatado el caos a la hora de investigar qué está ocurriendo exactamente en relación con los últimos movimientos, sin duda turbios y vinculados a EE. UU., en territorio y aguas pakistaníes. Tras una evaluación inicial en Transition Protocol —que, como se reconoció, no proporcionó todas las respuestas necesarias—, profundizamos en un análisis mucho más exhaustivo respaldado por varias fuentes.

Lo que estamos observando en varios puntos clave de la conexión terrestre entre Irán y Pakistán, de extrema sensibilidad, no es un cierre total de la frontera, sino un delicado equilibrio de doble vía por parte de Islamabad entre la tremenda presión financiera de Washington y el salvavidas estratégico de Teherán.

Así que esta es la situación actual, combinando los datos contrastados con nuestras últimas consultas.

El punto clave: el detonante normativo fue una medida de sanciones bancarias, no solo la seguridad fronteriza.

Aunque los responsables provinciales de Baluchistán justificaron públicamente el sábado el cierre de dos puntos clave —Taftan y Gabd–Rimdan— alegando motivos de seguridad, lucha contra el terrorismo y lucha contra el contrabando, lo que más importa es el mecanismo exacto en torno a un memorándum emitido el viernes pasado por el Ministerio de Comercio pakistaní.

Dicho memorándum revocó de inmediato una prórroga, concedida el 3 de octubre, de la exención del Formulario Electrónico de Importación (EIF, en inglés) para mercancías importadas de Irán, y coincidió con la orden de Islamabad de cerrar el puesto de inmigración de la Agencia Federal de Investigación (FIA, en inglés) en Taftan.

Lo fundamental es que, sin la exención del EIF, los importadores pakistaníes deben tramitar las compras iraníes a través de los canales bancarios oficiales de Pakistán —lo que, por supuesto, las sanciones estadounidenses hacen absolutamente imposible.

Peyman Sanandaji, presidente de la Comisión de Transporte de la Cámara de Comercio de Teherán, confirmó oficialmente que ha sido el cumplimiento de las sanciones bancarias (el abandono del EIF) lo que ha paralizado las exportaciones iraníes a Pakistán.

El impacto inmediato en los pasos fronterizos oficiales fue considerable: están en peligro más de 4.000 toneladas de importaciones diarias de GLP iraní a través de Gabd–Rimdan. El expresidente de la Cámara de Comercio de Quetta, Ayoub Miryani, informó de que solo en Gabd–Rimdan hay más de 2.000 contenedores varados, con cientos de camiones de mercancías más atascados en Taftan.

¿Por qué está ocurriendo esto ahora? Debido a la nefasta coincidencia entre el pago del tramo del FMI del 7 de octubre que Pakistán tenía que abonar y la «Operación Economic Outcast» del Tesoro imperial estadounidense.

En el marco de la «Operación Economic Outcast», Washington dio a terceros países un «plazo definido para cerrar» las vías de suministro comerciales relacionadas con Irán o enfrentarse a la expulsión del sistema financiero estadounidense. A esto le siguieron las designaciones de la OFAC del 1 de octubre contra las redes ferroviarias terrestres e industriales de Irán y las medidas del 8 de octubre contra 17 petroleros de la «flota en la sombra».

Pero entonces, el 7 de octubre —solo nueve días antes de que el Ministerio de Comercio revocara la exención del EIF—, Islamabad llegó a un acuerdo con el FMI sobre la cuarta revisión de su Servicio Ampliado del Fondo para desbloquear 1.210 millones de dólares. Esto aún requiere la aprobación del Consejo Ejecutivo del FMI.

Por supuesto, no existe ningún documento público que demuestre una orden directa de EE. UU. o del FMI para cerrar las fronteras entre Irán y Pakistán. Pero fuentes de Islamabad subrayaron que mantener vigente una exención de instrumentos bancarios de duración indefinida antes de la votación del Consejo del FMI se había convertido en una vulnerabilidad insostenible para Pakistán en materia de sanciones.

Las fuentes de Islamabad insisten en que la medida vino acompañada de auténticas preocupaciones por el contrasabotaje y se coordinó discretamente entre Islamabad y Teherán (cursiva mía) para que la pausa no rompiera las relaciones bilaterales.

El portavoz del Ministerio de Asuntos Exteriores iraní, Esmaeil Baghaei, calificó públicamente la interrupción como una pausa temporal debida a «problemas técnicos» y «medidas de precaución».

Las fuentes oficiales pakistaníes, por su parte, insistieron en que el endurecimiento de los controles es una medida conjunta de lucha contra el terrorismo que refleja un «entendimiento mutuo» con Teherán tras un repunte de los atentados en Sistán-Baluchistán; las emboscadas en autopistas; y un ataque marítimo perpetrado el 11 de octubre contra embarcaciones de la Guardia Costera de Pakistán frente a Jiwani —que las autoridades pakistaníes atribuyeron a «actores extranjeros» que pretendían sabotear la mediación de Pakistán en el acuerdo de paz con Irán—.

Vuelta al mismo patrón de siempre: yihadistas salafistas utilizados como arma y manipulados por los sospechosos habituales.

La única llamada telefónica confirmada públicamente entre el viceprimer ministro Ishaq Dar y el ministro de Asuntos Exteriores Abbas Araghchi tuvo lugar el domingo 18 de octubre —dos días después del memorándum del 16 de octubre— y sus comunicados oficiales solo mencionan la diplomacia regional y la reunión de la OCI en Bagdad.

Por lo tanto, la coordinación previa a nivel de los ministros Dar y Araghchi y las detenciones específicas por sabotaje forman parte de nuestra propia información.

Exportaciones asimétricas de alimentos y rutas informales

En resumen, los productos siguen cruzando las fronteras. Islamabad ha permitido deliberadamente que sigan circulando los productos perecederos y las exportaciones alimentarias pakistaníes hacia Irán. Los productos perecederos esenciales —entre ellos, tomates, patatas y cebollas— siguen circulando, junto con los flujos tradicionales de petróleo y combustible, a través de la porosa frontera de 909 km.

El registro normativo explica el motivo: hace ocho meses, Pakistán promulgó una exención bancaria específica para diez productos alimenticios exportados a Irán por vía terrestre (en la que se enumeraban explícitamente el arroz, las patatas, las cebollas, los tomates, la carne y la fruta), además de productos farmacéuticos.

La Cámara de Comercio de Teherán confirmó el pasado sábado que, si bien las exportaciones iraníes a Pakistán se ven paralizadas por la normativa del EIF, las importaciones de Pakistán a Irán continúan, y el comercio informal de combustible y el comercio fronterizo a través de Baluchistán ya alcanzan un volumen estimado de entre 800 millones y más de 1 000 millones de dólares anuales al margen de los controles aduaneros oficiales.

Debe prestarse especial atención a los puertos de Gwadar y Karachi, así como a la arquitectura general de tránsito entre China e Irán. Según nuestras fuentes, el tránsito de terceros países y el tránsito entre China e Irán a través de Pakistán sigue estando protegido.

A nivel jurídico, un documento que detalla el tránsito de mercancías por Pakistán estableció seis corredores de tránsito terrestre designados que unen Gwadar, Karachi y Port Qasim con Gabd y Taftan para la carga de terceros países con destino a Irán bajo una garantía bancaria.

Además, una notificación de la Junta Federal de Ingresos del pasado mes de junio designó formalmente la estación de ferrocarril de Taftan como puesto aduanero terrestre, y los ministros iraníes y pakistaníes han promovido el corredor ferroviario para conectar China con Irán y Europa.

Sin embargo, siguen existiendo dos limitaciones operativas muy complicadas.
La modernización de la línea ferroviaria Quetta-Taftan sigue figurando oficialmente como una mejora prevista; y la designación por parte de la OFAC, el 1 de octubre, de la Compañía Ferroviaria de la República Islámica de Irán (RAI) tenía como objetivo explícito frenar el cambio de Teherán de las rutas marítimas bloqueadas al ferrocarril.

En resumen: se necesita una habilidad extraordinaria para enfrentarse al Imperio de la Piratería.

Islamabad ha llevado a cabo una maniobra clásica y calculada: revocar de forma visible la exención formal de importación del EIF en Taftan y Gabd-Rimdan para proteger su próximo tramo del FMI, de 1.210 millones de dólares, y a los bancos paquistaníes de las sanciones secundarias del Tesoro de EE. UU.

Y todo ello sin dejar de mantener vivas las exportaciones alimentarias paquistaníes, las vías fronterizas informales y los marcos de tránsito de terceros países con Teherán.

Que esto siga siendo un breve reajuste administrativo o se consolide en un cuello de botella más prolongado lo decidirán tres indicadores durante las próximas quince días:

  1. Una notificación modificada del EIF o del trueque por parte del Ministerio de Comercio.
  2. Despacho de aduanas independiente para la carga en tránsito por Gwadar/Karachi.

Movimientos de mercancías documentados a través del enlace ferroviario Taftan-Zahedan.

Que la lección quede grabada en las tierras raras para que todo el Sur Global reflexione: no hay forma de luchar contra el Imperio sin eludir su control del sistema financiero internacional.

Trump Administration Urges SCOTUS To Uphold Federal Ban on Distilling Liquor at Home

20 October 2026 at 12:00
homedistilling | Ioannis Syrigos/Dreamstime/Midjourney

The U.S. Supreme Court's 2026–2027 term just got a whole lot boozier. On Monday, the justices agreed to hear arguments later this year or next in the case of Department of Justice v. McNutt. At issue is whether the 1868 federal ban on distilling liquor at home is unconstitutional because it exceeds the lawful regulatory power of the federal government. If any modern Supreme Court case ever deserved its own drinking game, this one is it.

In April, the U.S. Court of Appeals for the 5th Circuit found the federal ban on home distilling to be unconstitutional because Congress lacked the proper authority to issue such a ban in the first place. It was not a legitimate exercise of the congressional authority "To Lay and collect Taxes," the appellate court reasoned, because "the purpose of a tax is to raise revenue for the government;" yet this law "amount[s] to an anti-revenue provision" that only "prevents distilled spirits from coming into existence." And if it does not exist, of course, the government cannot tax it.

The 5th Circuit also denied that the federal ban on home distilling could be saved by the government's appeal to the Necessary and Proper Clause, which says that Congress has the authority "To make all Laws which shall be necessary and proper for carrying into Execution the foregoing Powers, and all other Powers vested by this Constitution in the Government of the United States, or in any Department or Officer thereof."

But the federal ban on home distilling cannot be "necessary" to the execution of the enumerated taxing power, the 5th Circuit argued, because the provisions of federal law at issue "tax nothing, and are distinct from the regulation of distilling alcoholic products that is permitted by federal tax law."

Nor did the 5th Circuit find the ban to be "proper." "By purporting to ban activity without a plain connection to the exercise of Congress's taxation power," it held, "Congress has essentially—and 'improperly'—invaded the reserved police and regulatory power of the states."

The Trump administration lost this case at the 5th Circuit and has now successfully urged the justices to hear its appeal. In its petition seeking review, the Trump administration faulted the 5th Circuit for its overeagerness to "second-guess" the "legislative judgment" of Congress. Instead, the Trump administration argued, the federal judiciary owes a great deal more deference to the federal government's regulatory priorities in a case like this. "A law is necessary and proper if it is 'convenient' or 'useful' for carrying an enumerated power into effect, and 'plainly adapted' to that legitimate end," the Justice Department's brief argued. "That is the case here."

This case may lead to an interesting divide among the Supreme Court's more conservative members. In United States v. Comstock (2010), a 7–2 Supreme Court embraced the Necessary and Proper Clause as sufficient constitutional grounding for the Adam Walsh Child Protection and Safety Act, which had empowered federal officials to order the indefinite civil commitment of "sexually dangerous" individuals who had already finished serving their prison sentences. Chief Justice John Roberts joined the majority opinion in that case, while Justice Samuel Alito voted in concurrence. In other words, they both endorsed a broad view of congressional power under the Necessary and Proper Clause. By contrast, Justice Clarence Thomas, joined by the late Justice Antonin Scalia, voted in dissent. The Comstock ruling, Thomas protested, "comes perilously close to transforming the Necessary and Proper Clause into a basis for the federal police power that 'we always have rejected.'"

Are we about to see a similar Alito-Thomas split over the proper reach of federal power in this case? And what about Justices Neil Gorsuch, Amy Coney Barrett, and Brett Kavanaugh? Will one or more of them play the Scalia part and similarly reject the Trump administration's broad reading of the Necessary and Proper Clause?

Stay tuned.

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The Hormone That Determines What We Remember and What We Forget

20 October 2026 at 07:11
Why do some memories last a lifetime while others do not, and what is the connection to the stress hormone? There are memories that time easily erases: what we had for lunch last Tuesday, the color of a building we walked past, or the name of a passerby we happened to encounter. Then there are […]

The ‘Finger cutter’ and the ‘Brazilian Escobar’: the men accused of bringing cocaine cartels to Europe

A Belgian criminal organisation’s links with a Brazilian cocaine gang have been the focus of a major trial in Brussels, where smuggling links have been alleged between European players and the drug cartels of Latin America

In the early hours of 7 September, a convoy of heavily armed police swept through the sleeping streets of central Brussels towards the Haren district, on the city’s north-eastern outskirts. They made their way to 22 Avenue du Bourget, a militarised bunker-like complex that was the former headquarters of Nato.

The modernist complex, with its austere and functional architecture, was hastily built in 1967 and houses the Justitia courtroom, where Belgium’s federal trials are now held. It was here that the perpetrators and accomplices of the 2015 Paris terrorist attacks and the 2016 Brussels attacks were tried in 2022.

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© Composite: Guardian Design/Belga/AFP/Getty Images/AP/Europol

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Supreme Court Will Hear Necessary and Proper Clause Case on Federal Law Banning Home Distilleries

19 October 2026 at 16:48
A whiskey distilling set up in front of the preamble to the United States Constitution
Illustration: Lex Villena; Ioannis Syrigos

Today, the Supreme Court decided to review the case of Department of Justice v. McNutt, which challenges a federal law banning home distilleries. The key question in the case is whether the law in question is justified by the combination of the tax power and the Necessary and Proper Clause (which gives Congress the power to make laws "necessary and proper" for executing other powers granted to the federal government). This is likely to be most important Supreme Court Necessary and Proper Clause decision since at least NFIB v. Sebelius (2012), which ruled that a "proper" power permissible under the Clause is one that is "ancillary" to the implementation of an enumerated power; it cannot be a "great, substantive and independent" power. This case is likely to further clarify the meaning of "proper," perhaps by explicating in more detail what counts as a "great…and independent" power.

In the lower court decision in this case, the Fifth Circuit ruled that the law is not "proper" and even that it isn't "necessary." There is also a Sixth Circuit decision that went the other way, thereby creating a circuit split.

As explained in my earlier posts on the Fifth and Sixth Circuit decisions (linked above), I think this law is not "proper," and I hope the Supreme Court strikes it down. I summarize the reasons why in my post on the Fifth Circuit ruling:

The Fifth Circuit… concludes that the law in question exceeds Congress' authority under the Necessary and Proper Clause, which grants the power to makes laws "necessary and proper" for carrying into execution other federal powers. I think the court is right that the law in question is not "proper." The Supreme Court, in NFIB v. Sebelius(2012), ruled that a "proper" power permissible under the Clause is one that is "ancillary" to the implementation of an enumerated power. It cannot be a "great, substantive and independent" power. See my analysis in this article. The power claimed here is clearly "great and independent." As Judge [Edith] Jones notes, "[u]nder the government's logic, Congress may criminalize nearly any at-home conduct only because it has the possibility of concealing taxable activity."

I elaborated further in the post criticizing the Sixth Circuit decision:

[T]he Sixth Circuit is badly wrong to conclude that the law is "proper." As explained in  my earlier post, the Supreme Court, in NFIB v. Sebelius (2012), ruled that a "proper" power permissible under the Clause is one that is "ancillary" to the implementation of an enumerated power. It cannot be a "great, substantive and independent" power. The power to ban any home-based activity that might serve a substitute for taxable activity outside the home is clearly a "great and independent power." As Judge Edith Jones explains in the Fifth Circuit ruling, "[u]nder the government's logic, Congress may criminalize nearly any at-home conduct only because it has the possibility of concealing taxable activity."

The Sixth Circuit tries to address this point by claiming alcohol is somehow special….

This distinction between alcohol and all other commodities is totally arbitrary. The same reasoning could justify banning home production of anything else that is more easily taxed if produced outside the home. And there is a long history of home production of all kinds of other commodities taxed or severely regulated by the government, ranging from cigarettes to illegal drugs, to pornographic videos.

While Judge Edith Jones (author of the Fifth Circuit decision) is one of that circuit's most conservative judges, the ruling was also joined by liberal Obama appointee Judge James Graves. On the other hand, the Sixth Circuit decision was written by prominent conservative Judge Raymond Kethledge. We shall see if the Supreme Court also divides on this issue in a way that cuts across conventional ideological and jurisprudential lines.

As noted in my post on the Fifth Circuit case, I think Judge Jones is not persuasive in arguing that the home distillery ban isn't "necessary," as well as improper. That argument is unlikely to prevail under the Supreme Court's expansive definition of "necessary, "  dating back to McCulloch v. Maryland (1819), where Chief Justice John Marshall famously ruled that "necessary" includes any measures that may be "useful" or "convenient" for implementing an enumerated power.

As also noted in my posts on the two lower court rulings, I think the government has a better argument that this law is authorized by the Supreme Court's badly misguide precedent on federal power under Commerce Clause (which grants Congress power to regulate interstate commerce). But the Supreme Court is apparently not going to review that issue. The question presented submitted to the Court in McNutt is limited to the Necessary and Proper Clause.

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Ukraine opens its first war-crime case against a ship captain for carrying off 54,000 tons of its stolen grain

19 October 2026 at 16:06

Ukraine has opened its first war-crime case against a ship captain for carrying off its stolen grain. Source: SBU

Ukraine has opened its first war-crime case against a ship captain for carrying off its stolen grain. Ukraine’s Security Service and Prosecutor General’s Office have charged the captain of the cargo ship Matros Pozynich with illegally shipping more than 54,000 tons of Ukrainian wheat that Russian forces stole from occupied territory, the Security Service said on Telegram.

Russia has looted grain across the Ukrainian land it occupies and sold it abroad as its own, a trade Ukrainian intelligence puts at more than 2 million tons in 2025 alone. The case against the Matros Pozynich captain is the first time Kyiv has classified a ship captain’s role in that trade as a war crime, prosecutors said.

The captain, a Russian citizen, twice sailed wheat from occupied Sevastopol in Crimea to the Syrian port of Latakia in 2022 and 2023, according to the Security Service. The first shipment of more than 27,000 tons left Crimea in 2022, and another 27,000-plus tons followed in January 2023.

A crime ordered from the top, investigators say

The shipments were no freelance smuggling run. The grain was removed on the decision of the Russian state’s top political leadership, the Security Service stated, in breach of the Geneva Conventions, which forbid pillaging property in occupied territory.

To hide the voyages, the captain periodically switched off the ship’s automatic identification system and transmitted false coordinates, investigators found. He was notified of suspicion in absentia under two articles of Ukraine’s Criminal Code, including the violations of the laws and customs of war. The service said it is working to identify others in the scheme.

One ship in a fleet that feeds the war

The vessel is a single thread in a much larger theft. Russia has taken roughly 15 million tons of Ukrainian grain from occupied territory between 2022 and August 2025 and earned at least $1 billion from it, money that helps fund the war.

Much of it moves through Russian-controlled ports such as Sevastopol, often relabeled as Russian produce or passed between ships at sea to hide its Ukrainian origin. Buyers have included Syria, Egypt, Türkiye, Lebanon, and others, though Egypt has since pledged to stop accepting grain tied to occupied territories.

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