Asociaciones agrarias andaluzas piden apoyo a la tractorada del 28 de octubre en Madrid para "defender la rentabilidad"



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O Ginásio Clube de Faro apresenta, no próximo sábado, dia 24 de outubro, pelas 18h00, um espetáculo dedicado à música e à dança indianas, aproveitando a passagem por Sevilha da cantora indiana Medha Basu. A iniciativa convida o público a descobrir sonoridades, ritmos e expressões artísticas de uma cultura milenar, através de uma experiência que […]

Los usuarios del programa Moeve gow seguirán disfrutando de un ahorro de 10 céntimos por litro en sus repostajes hasta el 31 de diciembre



El Alto Tribunal desestima el recurso del sindicato y confirma la sentencia que le obliga a reintegrar 18,3 millones por irregularidades en la gestión de subvenciones destinadas a cursos de formación para desempleados

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A Sofia court has cleared European arrest warrants for two 19-year-old Germans charged with setting fire to Starlink antennas south of the Bulgarian capital, a court spokeswoman told dpa. Prosecutors named the pair in court, but both had already left Bulgaria. The case adds Bulgaria to a run of attacks on Starlink sites in Europe, which Poland and Lithuania have linked to Russia.
While Russia presses its assault along the front and strikes Ukraine’s cities, Starlink keeps Ukraine’s drone units and front-line troops connected, and Poland pays about $50 million a year for its terminals. The network’s ground links in Europe are now a target in their own right, and ISW has linked the Polish fire to a wider Russian pattern of sabotage. Each attack on a ground station hits a network whose speed caps already disrupted Ukraine’s drone missions this month.
Prosecutors identified the suspects as Zeka Islam and Tirpan Beytullah, Bulgaria’s state news agency BTA reported, noting the names may be misspelled. Their whereabouts are unknown, according to German authorities cited by the agency. They were charged in absentia on 14 October and face three to 12 years in prison if convicted.
According to the indictment, the two crossed from Serbia at the Kalotina checkpoint at 17:37 on 9 October and told border officers they were tourists. At about 22:25, wearing gloves and masks, they allegedly set fire to antennas at the Plana teleport, a satellite ground station near the village of Plana. They drove back into Serbia through the same checkpoint at 23:55.
Three antennas burned completely, two were partly damaged, and three more were affected, prosecutors say. The pair traveled in a Volkswagen with German plates, and a national warrant followed two days after the charges, ZDF reported.
The court-appointed lawyers argued that investigators had pinned down the vehicle, not the men in it. The court rejected those objections, finding reasonable grounds to suspect the pair. The lawyers said they would appeal. The ruling can be challenged within three days.

The fire became public only on 12 October, when opposition MP Ivaylo Mirchev of Democratic Bulgaria posted about it on Facebook. He said 11 antennas had been set on fire, more than prosecutors later counted.
In parliament two days later, Prime Minister Rumen Radev asked the head of the State Agency for National Security (DANS) not to reveal details, saying disclosure could harm the investigation. DANS head Plamen Tonchev told lawmakers he believes the fire was sabotage and that more such attacks cannot be ruled out, dpa reported.
After the ruling, Mirchev wrote that Radev personally owes the public an explanation of what has been achieved, BTA reported.
Bulgaria has not said who might be behind the fire. Authorities in Poland and Lithuania have linked similar recent arsons on Starlink equipment to Russia.
In September, fire hit a Starlink ground station south of Warsaw, and Germany later detained two suspects. On 18 October, Lithuania’s prime minister said intruders had tried to burn a company’s Starlink antennas used by Ukraine, calling it part of Russia’s hybrid war. Moscow claims such accusations are baseless, Reuters reported.
El presidente de la Junta destaca en Sevilla la "pujanza" de la provincia onubense en el sector minero y el Polo Químico




Às vésperas do segundo turno, o ministro da Secretaria de Relações Institucionais do governo Lula, José Guimarães (PT-CE), tem a tarefa de articular essa semana a votação da PEC da Segurança Pública no Senado Federal. A pauta foi retirada de votação pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), na última quinta-feira, 15 de outubro, sob a justificativa de ter recebido críticas ao calendário especial e para prevenir um pedido de verificação. A proposta segue como uma das prioridades do governo e da oposição.
A votação da PEC da Segurança Pública foi atrapalhada pelo interesse da oposição de incluir a análise da redução da maioridade penal pela Casa Legislativa. O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apresentou uma proposta de emenda que reduz a maioridade penal de 18 anos para 16 anos de forma geral, e em casos de crimes graves, passaria para 14 anos.
Na sequência, o líder do Partido dos Trabalhadores, Camilo Santana (PT-CE), apresentou outra proposta mantendo a imputabilidade penal até os 18 anos, mas com penalização para adolescentes a partir de 16 anos que cometerem crimes hediondos.
O objetivo dos líderes governistas é levar a PEC ao Plenário sem a inclusão da emenda sobre a maioridade penal. Na última tentativa de votar a mudança constitucional, o próprio Alcolumbre relembrou que, caso haja alteração no texto, o texto retornaria para a Câmara dos Deputados.
A Rede Globo ficou com a responsabilidade de transmitir o último debate entre os dois principais candidatos da corrida eleitoral de 2026. Tanto o presidente Lula como o senador Flávio Bolsonaro foram convidados pela emissora para apresentarem suas propostas na próxima sexta-feira, 23 de outubro. O encontro será no Rio de Janeiro, com a mediação do jornalista César Tralli e exibido após o Jornal Nacional, a partir das 21h20.
Na próxima quarta-feira, 21 de outubro, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgará a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5059 que questiona o poder do delegado da polícia de requisitar informações e registros de conversas telefônicas sem autorização judicial. A ADI foi proposta pela Associação Nacional das Operadoras Celulares (Acel). A entidade alega que o art. 2º, §2º, da Lei n. 12.830/2013, que “dispõe sobre a investigação criminal conduzida pelo delegado de polícia”, afronta os direitos fundamentais à privacidade e à intimidade, o sigilo das comunicações e a separação de poderes.
Estão na agenda da semana de 19 a 25 de outubro:
Agenda da semana da Pública é um serviço apresentado aos leitores, concebido com base nas informações dos portais da Câmara, Senado e STF.




American audiences will be able to watch an English-dubbed version of “Ramayana,” a Hindi film based on a South Asian epic tradition, in theaters in November 2026. The Sanskrit “Ramayana,” or “Journey of Rama,” is an epic poem that was composed sometime between 400 BCE and 400 CE. The epic follows Rama, an exiled prince […]
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