Nuno Gouveia afirma que os americanos votam pelo bolso: a subida nos custos da energia, provocada pela guerra com o Irão, atinge o custo de vida e leva o eleitorado a castigar Trump nas intercalares.
Primeiro-ministro israelita escalou a retórica contra Teerão em campanha eleitoral. Segundo o Financial Times, Washington bloqueou um plano de novos ataques por impacto no preço do petróleo.
Norte-americanos concordam com as condições do chamado "plano de sete dias" para reabertura do Estreito de Ormuz, diz o chefe da diplomacia do Irão. Mas desejam acrescentar cláusulas adicionais.
O emissário dos EUA teve um encontro "positivo" com o Presidente ucraniano em Oslo e viajou para a Rússia para conversar com Putin, afirma Marco Rubio. EUA espera obter "avanços" sobre fim da guerra.
Araghchi diz que ainda não recebeu resposta à oferta de Teerão em mediar negociações entre as duas partes para terminar com o conflito. Ainda, Ventura nega que Chega tenha recuado na lei das rendas.
Teerão mantém posição: urânio enriquecido fica no país e os EUA têm de cumprir as sete condições iranianas para a paz e reabertura do estreito de Ormuz.
"Nem sequer uma quantidade ínfima de materiais nucleares enriquecidos sairá do Irão", afirmou o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Mohsen Rezaei
Martinho Lucas Pires afirma que um encontro sem Zelensky beneficia Moscovo. O professor alerta ainda para a interferência russa nas eleições e a estratégia do Irão contra Trump.
O incidente ocorreu após o Irão ter lançado, nas últimas semanas, ataques contra navios e petroleiros que tentavam atravessar o Estreito de Ormuz pela rota estabelecida, junto à costa de Omã.
Na segunda-feira um petroleiro foi atingido por uma explosão depois de atingir uma mina naval, quando tentava sair do estreito por uma rota "não autorizada"
Declarações surgem após o responsável pelo Conselho Supremo de Segurança do Irão, ter alertado que Teerão poderá lançar ataques contra cabos submarinos, centros de dados e infraestruturas de IA.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a admitir, na semana passada, a possibilidade de retomar a ofensiva em larga escala contra o Irão
Acidente ocorreu após um navio ter tentado passar por "uma rota não autorizada" atingindo uma "mina naval a sul do Estreito de Ormuz, provocando uma explosão e um incêndio na casa das máquinas".
Presidente ucraniano afirmou que "parece que" o seu homólogo dos EUA tenta forçar uma capitulação da Ucrânia com medidas como o acordo para comprar gasóleo russo ou restrições à ajuda militar a Kiev.
A nota de repúdio foi conhecida hoje em comunicado da porta voz da UE para os negócios estrangeiros. E ainda, novo Ministro da Defesa do Irão promete ripostar contra vizinho, caso EUA ataquem.
Trump assume não ser "fã" de Zelensky, sobretudo com a Ucrânia a insistir nos ataques a refinarias de petróleo russas. Sobre o Irão, continua a não descartar usar a "mãe de todas as bombas".
Donald Trump falou ao canal de televisão de tendência conservadora "Newsmax", afirmando que não está a ponderar o envio de tropas para o Irão. Acrescentou que a "mãe de todas as bombas" não é nuclear.
João Albuquerque, especialista em Relações Internacionais, defende que o eventual uso da maior bomba dos EUA no Irão confirma o falhanço militar e o desespero de Washington.
Azeredo Lopes admite que o possível uso de armas pesadas no Irão é sinal de que os EUA não alcançaram os objetivos militares. Ainda assim, impacto destrutivo, mas não definitivo, deste armamento.
Bomba é a maior que os EUA têm no seu arsenal, excetuando as bombas nucleares. É capaz de destruir uma área equivalente a nove quarteirões de uma cidade. E Trump já a usou no Afeganistão.
EUA estão a preparar cenários para uma nova ofensiva contra o Irão, incluindo ataques a instalações nucleares e infraestruturas energéticas com a bomba MOAB, a "Mãe De Todas as Bombas".
Os bombardeamentos russos atingiram vários bairros da capital ucraniana e provocaram cortes de eletricidade, segundo as autoridades locais. Exército israelita continua a atacar Faixa de Gaza.
Segundo o Axios, o presidente dos EUA terá ficado inclinado a retomar os ataques. Ainda, o líder do PS diz que um entendimento com o Chega seria regresso a "tempo dos três salazares".