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Será que tem direito a apoios ou benefícios sociais e não os recebe? Faça uma simulação!

22 October 2026 at 15:45

Um simulador online, que ajuda a descobrir se tem direito a apoios sociais está disponível no site da Segurança Social para utilização pública. O serviço é rápido, intuitivo e permite ao beneficiário identificar os subsídios a que pode ter acesso.

A disponibilização deste serviço através de simulador, para além de ter como propósito aliviar o fluxo de visitas às dependências da Segurança Social, permite ao beneficiário perceber se eventualmente poderia estar a receber algum subsídio a que tem direito.

Com o Simulador de Prestações Sociais, disponível no Portal e na App da Segurança Social, o beneficiário tem “acesso a uma ferramenta intuitiva que analisa a sua situação e lhe indica os apoios adequados para si e para a sua família“, como é explicado pelo Instituto da Segurança Social (ISS), numa publicação partilhada nas redes sociais.
A Segurança Social elenca como vantagens em utilizar o simulador, o seguinte:

  • Mais de 40 prestações abrangidas: Consulte apoios nas áreas da família, parentalidade, desemprego, doença, inclusão e muito mais;
  • Respostas rápidas: Obtenha uma estimativa dos seus direitos sem formulários complexos;
  • Do simulador ao pedido num clique: Para várias prestações, pode avançar imediatamente para o pedido online assim que conclui a simulação;
  • Comodidade total: Faça a simulação e o pedido onde quer que esteja, através do computador ou do telemóvel.

O acesso ao simulador está disponível através deste LINK.

Tome nota de que “para poder responder às perguntas do simulador da forma mais correta possível, irá precisar de algumas informações. As questões têm como objetivo determinar para que subsídios / prestações poderá estar elegível e todos os dados pedidos são relevantes para determinadas prestações sociais e, por isso, é importante que responda da forma mais correta possível.

Caso não tenha ainda tudo o que for necessário do seu lado, pode sempre guardar o seu progresso para voltar mais tarde, clicando no botão ‘Guardar Simulação‘”, como explica a Segurança Social.

Também deve ter em conta o seguinte: “Se reside, trabalha ou trabalhou no estrangeiro, os resultados desta simulação podem não refletir com precisão a sua situação específica”.

Por outro lado, “as prestações apresentadas nos resultados das simulações respeitam à pessoa que está a efetuar a simulação e respetivos dependentes. Para os restantes elementos do agregado familiar saberem as prestações a que podem ter direito, como por exemplo o subsídio de desemprego, devem ser os próprios a simular”.

De acordo com o Instituto da Segurança Social, o tempo médio de preenchimento do questionário, após iniciar a simulação, é de sete minutos.

Importa ainda esclarecer, em formato de nota de rodapé, que “de forma simples e rápida” pode saber as prestações e subsídios da Segurança Social “a que pode ter direito e a forma de os pedir. Os resultados apresentados dependem exclusivamente dos dados que introduzir e não são vinculativos”, conclui o esclarecimento prestado pelo organismo.

“As preocupações devem estar centradas na população com mais de 80 anos”

22 October 2026 at 18:01

VTM

António Fonseca, professor da Universidade Católica Portuguesa, foi um dos oradores convidados e em declarações à VTM afirmou que as preocupações das entidades públicas devem estar centradas na população “muito idosa, acima dos 80 anos, que sofre de doenças crónicas e de demência, que tem dificuldades de mobilidade, e vivem em isolamento social, um fenómeno mais urbano, mas que também acontece nas aldeias”.

“Hoje, uma política pública de envelhecimento tem de ser feita a pensar nas pessoas concretas e não na idade que têm”, sublinhou, acrescentando que há pessoas que “têm a sua vida completamente normal, sem precisar de apoio e depois há outras que precisam de apoio. É para essas que as entidades públicas devem dirigir as suas preocupações”.

O professor lembrou que há um grupo da população, com mais de 65 anos, que se gozar de boa saúde e viver bem integrado “não deve ser necessariamente o alvo prioritário da nossa preocupação”, sublinhando que quando se fala do grupo dos 65+, “estamos, muitas vezes, a misturar realidades que são muito distintas”. Aliás, a idade da “reforma oficial é aos 67 anos, pelo que falar em idade ativa dos 15 aos 64 anos é, neste momento, um erro”.

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"Invadir comunicação social é grave": ministro sobre RUC

21 October 2026 at 16:57
Leitão Amaro criticou a intrusão na RUC, os empurrões a repórteres em manifestações e apelou ao pluralismo nos media, em audição parlamentar.

© TIAGO PETINGA/LUSA

Mas "acho que o empurrar, o intimidar, o invadir, tudo isso é indesejável. É a vandalização [...] da propriedade pública [é] altamente condenável.", disse o ministro de Presidência

Mais de duas centenas de participantes na caminhada “Rosa”

21 October 2026 at 11:58

VTM

Na praça do Município, no sábado, pelas 9h00, foram mais de 200 pessoas que fizeram questão de participar nesta causa, como disse à VTM Carlos Lobo, presidente da LPCC delegação de Vila Real. “A adesão das pessoas superou todas as nossas expectativas, já que as inscrições esgotaram e sentimos que as pessoas estão disponíveis para ajudar”.

O objetivo da caminhada solidária passa por “alertar para a prevenção das doenças oncológicas e também serviu para angariar fundos para a associação, que sobrevive com a ajuda da sociedade civil”.

Entre os serviços prestados na delegação, Carlos Lobo sublinhou que os doentes oncológicos têm acesso a consulta de acompanhamento psicológico, que também abrange a família, cuidadores e profissionais de saúde.

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CGA. Exigida devolução de pensão durante audiência prévia

21 October 2026 at 11:41
Há entidades empregadoras, responsáveis pelo pagamento da pensão transitória, a pedir a devolução do que alegadamente foi pago em excesso nas pensões da CGA mesmo durante o prazo da audiência prévia.

© MIGUEL A. LOPES/LUSA

GRATO promove 3.º Fórum Social na Praia da Rocha

21 October 2026 at 00:37

O GRATO – Grupo de Apoio aos Toxicodependentes organiza e promove o seu 3.º Fórum Social, que se realiza no dia 22 de outubro, no Hotel Algarve, na Praia da Rocha, em Portimão.

O encontro pretende reunir entidades públicas, instituições sociais, profissionais de diferentes áreas e representantes da comunidade para uma reflexão conjunta sobre os principais desafios sociais do concelho e da região, promovendo a partilha de experiências e a construção de respostas mais articuladas e eficazes.

Ao longo do dia, os participantes estarão distribuídos por oito mesas temáticas:

  1. Saúde mental em contexto laboral;
  2. Saúde mental e ausência ou insuficiência de respostas sociais;
  3. Prevenção primária e comportamentos de risco;
  4. Adições e reinserção social;
  5. Inclusão social e estratégias de combate à pobreza;
  6. Desporto, atividade física, alimentação saudável e desenvolvimento social;
  7. Colaboração entre as IPSS e as empresas locais;
  8. Pessoas em situação de sem-abrigo e intervenção das equipas de rua.

O Fórum terá uma metodologia orientada para resultados. Cada mesa deverá identificar os principais problemas e lacunas existentes, analisar as respostas disponíveis e apresentar propostas concretas de intervenção. As conclusões serão apresentadas pelos relatores durante a sessão de encerramento.

A sessão de abertura terá início às 09h15. A sessão de encerramento e a apresentação pública das conclusões estão previstas para as 15h45.

O programa inclui ainda uma homenagem a Reinaldo Teixeira, pelo trabalho desenvolvido em benefício de crianças e jovens em situação de maior vulnerabilidade social, promovendo a sua inclusão através do desporto.

O 3.º Fórum Social pretende contribuir para o reforço da cooperação entre a autarquia, as instituições, os serviços públicos, as empresas e a comunidade.

Falta de recursos em associações sociais do Funchal

20 October 2026 at 17:37
A presidente da Associação Regressar a Si, que presta apoio a toxicodependentes e alcoólicos afirma que vivem de financiamento público e alguns donativos privados e que têm uma resposta limitada.

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

"Nós vamos fazendo aquilo que podemos com o dinheiro que dão", apontou Rubina Sequeira presidente da Associação Regressar a Si

Correção de pensões "não resultou de orientação do Governo"

20 October 2026 at 16:24
A Caixa Geral de Aposentações corrigiu três mil pensões que tinham sido atribuídas entre maio e agosto. O presidente do organismo diz que a correção foi feita após deteção por parte da CGA.

© JOSE SENA GOULAO/LUSA

“São Brás Cuida” reforça intervenção social em São Brás de Alportel

20 October 2026 at 12:58

O projeto “São Brás Cuida – CLDS 5G” está a desenvolver, em São Brás de Alportel, um conjunto de iniciativas de apoio social, inclusão e capacitação comunitária, dirigidas a diferentes públicos, com especial atenção às pessoas e famílias em situação de maior vulnerabilidade.

Em curso desde o início do ano, o projeto dá continuidade à intervenção dos Contratos Locais de Desenvolvimento Social (CLDS), através de uma ação articulada entre o Município de São Brás de Alportel, entidade que dirigiu convite a a Santa Casa da Misericórdia de São Brás de Alportel, para ser a entidade coordenadora, com uma rede alargada de parceiros locais.

Com a designação “CUIDA – Comunidade Unida, Inclusiva e Ativa”, o projeto tem a duração de 36 meses e é financiado pelo Programa Regional Algarve 2030, no âmbito do Portugal 2030 e da União Europeia. A intervenção organiza-se em dois eixos, que integram 12 atividades destinadas a promover a inclusão social, combater a pobreza e reforçar a coesão da comunidade.

Crianças e jovens com mais oportunidades

No âmbito do Eixo 2, dedicado ao combate à pobreza e à exclusão social de crianças e jovens, o projeto mantém em destaque iniciativas que promovem o acompanhamento, a participação e o desenvolvimento pessoal.

A atividade “Crescer Juntos” vai marcar presença no Enleio das Histórias, na Biblioteca Municipal, nos dias 21, 22 e 23 de outubro, reforçando a ligação das crianças à leitura e à participação em iniciativas culturais.

Já o “Clube dos Jovens” continua a dinamizar atividades e a proporcionar apoio aos jovens durante a semana, no período da tarde, através do Espaço Jovem, promovendo a ocupação dos tempos livres, a participação e o convívio.

Inclusão e apoio à comunidade

O Eixo 4, dedicado ao desenvolvimento social, à capacitação comunitária e à intervenção em contextos de emergência social e de exceção, reúne várias iniciativas dirigidas a famílias, pessoas com deficiência e/ou incapacidade, cuidadores informais e à comunidade em geral.

O “Clube da Inclusão” promove sessões e atividades todas as segundas e quartas-feiras, entre as 10h00 e as 12h30, dirigidas a jovens adultos com deficiência e/ou incapacidade, criando oportunidades de participação, convívio e desenvolvimento de competências.

Na área do apoio aos cuidadores informais, a atividade “Cuidar de Quem Cuida” promove, no dia 16 de outubro, às 14h30, no Espaço Comunidade, uma sessão dedicada ao tema do Envelhecimento e das Demências. A iniciativa destina-se à comunidade em geral, com especial atenção aos cuidadores informais, procurando sensibilizar e apoiar quem acompanha pessoas em situação de dependência. No âmbito desta atividade, está também previsto o início da participação do projeto na Universidade Sénior de São Brás de Alportel, com a primeira aula agendada para 3 de novembro.

Por sua vez, a atividade “Bairro Ativo” retoma as suas atividades no Bairro Social no dia 19 de outubro, com sessões semanais à segunda-feira, entre as 14h30 e as 16h00. Dirigidas a famílias em situação de vulnerabilidade, estas ações assumem um caráter informativo, inclusivo e prático, abrangendo diferentes áreas, como sessões de sensibilização, gastronomia, artes manuais e nutrição.

A atividade “Cultura Sem Fronteiras” prepara também a participação na Feira de Natal do Museu do Traje, que se realiza em novembro, com o objetivo de divulgar o projeto junto de diferentes comunidades e reforçar a proximidade com a população.

Uma rede de proximidade ao serviço da comunidade

Através das suas diferentes atividades, o “São Brás Cuida – CLDS 5G” procura mobilizar recursos locais, aproximar respostas sociais da população e criar oportunidades de participação e inclusão, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida no concelho.

Através do apoio a este projeto e do trabalho desenvolvido em parceria com a Santa Casa da Misericórdia de São Brás de Alportel e outras entidades locais, o Município continua a contribuir para a construção de respostas de proximidade, promovendo a inclusão, a igualdade de oportunidades e uma comunidade mais participativa e solidária.

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“São Brás Cuida” reforça intervenção social em São Brás de Alportel

19 October 2026 at 20:55

Projeto “São Brás Cuida” – CLDS 5G está a dinamizar iniciativas de promoção da inclusão, apoio a famílias, crianças e jovens, pessoas com deficiência e cuidadores informais, com atividades regulares e novas ações previstas para outubro e novembro O projeto “São Brás Cuida – CLDS 5G” está a desenvolver, em São Brás de Alportel, um […]

Como a CGA errou a calcular as reformas a três mil pessoas

19 October 2026 at 19:18
Quase três mil aposentados da CGA receberam mais pensão do que teriam direito entre maio e agosto. Advogados apontam quatro formas de contestar a reposição. Pedir indemnização é uma delas.

© MÁRIO CRUZ/LUSA

Advogados dizem que "escala" do erro da CGA trouxe luz a casos de pensões mal calculadas que "ficam pelos tribunais sem notoriedade pública"

‘São Brás Cuida’ reforça intervenção social em São Brás de Alportel

19 October 2026 at 19:47

Projeto ‘São Brás Cuida’ – CLDS 5G está a dinamizar iniciativas de promoção da inclusão, apoio a famílias, crianças e jovens, pessoas com deficiência e cuidadores informais, com atividades regulares e novas ações previstas para outubro e novembro

O projeto ‘São Brás Cuida – CLDS 5G’ está a desenvolver, em São Brás de Alportel, um conjunto de iniciativas de apoio social, inclusão e capacitação comunitária, dirigidas a diferentes públicos, com especial atenção às pessoas e famílias em situação de maior vulnerabilidade.

Em curso desde o início do ano, o projeto dá continuidade à intervenção dos Contratos Locais de Desenvolvimento Social (CLDS), através de uma ação articulada entre o Município de São Brás de Alportel, entidade que dirigiu convite a a Santa Casa da Misericórdia de São Brás de Alportel, para ser a entidade coordenadora, com uma rede alargada de parceiros locais.

Com a designação “CUIDA – Comunidade Unida, Inclusiva e Ativa”, o projeto tem a duração de 36 meses e é financiado pelo Programa Regional Algarve 2030, no âmbito do Portugal 2030 e da União Europeia. A intervenção organiza-se em dois eixos, que integram 12 atividades destinadas a promover a inclusão social, combater a pobreza e reforçar a coesão da comunidade.

Crianças e jovens com mais oportunidades

No âmbito do Eixo 2, dedicado ao combate à pobreza e à exclusão social de crianças e jovens, o projeto mantém em destaque iniciativas que promovem o acompanhamento, a participação e o desenvolvimento pessoal.

A atividade “Crescer Juntos” vai marcar presença no Enleio das Histórias, na Biblioteca Municipal, nos dias 21, 22 e 23 de outubro, reforçando a ligação das crianças à leitura e à participação em iniciativas culturais.

Já o “Clube dos Jovens” continua a dinamizar atividades e a proporcionar apoio aos jovens durante a semana, no período da tarde, através do Espaço Jovem, promovendo a ocupação dos tempos livres, a participação e o convívio.

Inclusão e apoio à comunidade

O Eixo 4, dedicado ao desenvolvimento social, à capacitação comunitária e à intervenção em contextos de emergência social e de exceção, reúne várias iniciativas dirigidas a famílias, pessoas com deficiência e/ou incapacidade, cuidadores informais e à comunidade em geral.

O “Clube da Inclusão” promove sessões e atividades todas as segundas e quartas-feiras, entre as 10h00 e as 12h30, dirigidas a jovens adultos com deficiência e/ou incapacidade, criando oportunidades de participação, convívio e desenvolvimento de competências.

Na área do apoio aos cuidadores informais, a atividade “Cuidar de Quem Cuida” promove, no dia 16 de outubro, às 14h30, no Espaço Comunidade, uma sessão dedicada ao tema do Envelhecimento e das Demências.

A iniciativa destina-se à comunidade em geral, com especial atenção aos cuidadores informais, procurando sensibilizar e apoiar quem acompanha pessoas em situação de dependência. No âmbito desta atividade, está também previsto o início da participação do projeto na Universidade Sénior de São Brás de Alportel, com a primeira aula agendada para 3 de novembro.

Por sua vez, a atividade “Bairro Ativo” retoma as suas atividades no Bairro Social no dia 19 de outubro, com sessões semanais à segunda-feira, entre as 14h30 e as 16h00.

Dirigidas a famílias em situação de vulnerabilidade, estas ações assumem um caráter informativo, inclusivo e prático, abrangendo diferentes áreas, como sessões de sensibilização, gastronomia, artes manuais e nutrição.

A atividade “Cultura Sem Fronteiras” prepara também a participação na Feira de Natal do Museu do Traje, que se realiza em novembro, com o objetivo de divulgar o projeto junto de diferentes comunidades e reforçar a proximidade com a população.

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Uma rede de proximidade ao serviço da comunidade

Através das suas diferentes atividades, o “São Brás Cuida – CLDS 5G” procura mobilizar recursos locais, aproximar respostas sociais da população e criar oportunidades de participação e inclusão, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida no concelho.

Através do apoio a este projeto e do trabalho desenvolvido em parceria com a Santa Casa da Misericórdia de São Brás de Alportel e outras entidades locais, o Município continua a contribuir para a construção de respostas de proximidade, promovendo a inclusão, a igualdade de oportunidades e uma comunidade mais participativa e solidária.

Incubadora de Inovação Social lançada em Olhão para impulsionar projetos impacto social no sotavento algarvio

19 October 2026 at 17:44

Projeto arranca com um plano de duração de 36 meses, apostando na inovação social, na colaboração entre entidades e no desenvolvimento de respostas aos desafios do território. O Moinho – Incubadora de Inovação Social do Sotavento Algarvio foi apresentado publicamente no passado dia 14 de outubro, numa sessão realizada na Sala Multiusos da Biblioteca Municipal […]

Incubadora de Inovação Social lançada em Olhão para impulsionar projetos de impacto social

19 October 2026 at 16:40

Projeto arranca com um plano de duração de 36 meses, apostando na inovação social, na colaboração entre entidades e no desenvolvimento de respostas aos desafios do território.

O Moinho – Incubadora de Inovação Social do Sotavento Algarvio foi apresentado publicamente no passado dia 14 de outubro, numa sessão realizada na Sala Multiusos da Biblioteca Municipal de Olhão – José Mariano Gago, cujo evento reuniu representantes institucionais, agentes do setor social e promotores de projetos inovadores da região.

A sessão contou com a presença de Patrícia Neto Martins, em representação da CCDR Algarve, Francisco Fragoso, por parte da Estrutura de Missão Portugal Inovação Social, Custódio Moreno, vereador da área social do Município de Olhão e Luís Sebastião, presidente da YMCA Setúbal.

Após a sessão de boas vindas por parte de Vânia Semedo da Direção da YMCA, a sessão incluiu também uma mesa-redonda dedicada ao diálogo em torno da inovação social, dos desafios enfrentados pelos projetos e das oportunidades de cooperação no território. 

Após este momento, a Incubadora de Inovação Social do Sotavento Algarvio, foi apresentada pela gestora de projetos, Eliana Calixto, e quais são os seus principais objetivos e as atividades previstas para os próximos meses.

O projeto pretende contribuir para o desenvolvimento, incubação e valorização de projetos de inovação social, promovendo a capacitação de entidades, bem como a criação de redes de colaboração.

Uma biblioteca humana para aproximar projetos e pessoas

A segunda parte do evento foi dedicada a uma dinâmica de Biblioteca Humana, uma metodologia participativa que privilegia o diálogo direto, e a partilha de experiências.

Neste formato, vários projetos inovadores da região tiveram a oportunidade de dar a conhecer o seu percurso e dialogar com outros participantes sobre as suas atividades, experiências e áreas de intervenção.

A dinâmica criou um espaço de proximidade e troca de conhecimento, permitindo dar visibilidade às iniciativas existentes no território e estimular novas oportunidades de colaboração.

Foi uma tarde dedicada à colaboração, partilha e promoção do empreendedorismo e inovação social, funcionando como uma alavanca para dar início à atividade da incubadora.

Sem educação, clima ou fome: O dito e não dito na propaganda eleitoral de Flávio Bolsonaro

19 October 2026 at 15:00

Investigamos o que importa para os brasileiros além do que passa na campanha eleitoral. Leia mais reportagens como essa clicando aqui.

“A boca fala do que o coração está cheio”, diz o versículo 31 do capítulo 12 do livro bíblico de Mateus. E apesar de a fé ter entrado em cheio na campanha presidencial, a lição não parece ter sido colocada em prática pela propaganda eleitoral do candidato de extrema direita Flávio Bolsonaro (PL). Educação, fome, moradia, mobilidade e clima foram termos que nenhum dos guias de exibição gratuita na TV mencionaram ao longo de sua corrida presidencial. A palavra “constituição”, inclusive, não foi sequer mencionada pelo candidato em 14 inserções gratuitas até o momento.  

Segundo especialistas ouvidos pela Agência Pública, até então, o foco do discurso de Flávio Bolsonaro esteve em provocar comoção nos eleitores, através do medo e projetar força pessoal, através da autopromoção. 

A palavra “Brasil”, por exemplo, é a mais usada pela campanha do ultradireitista, numa frequência mais de 18 vezes superior a termos como “proposta(s)”. Embora faça parte do seu slogan “O Brasil vai Vencer”, “Brasil” também é usado conjuntamente a “Brasileiro(s)” e “Soberania” para criar sentido de pertencimento nacional, unidade, identidade coletiva e à defesa da nação. É o que diz a professora e pesquisadora em semiótica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) Lilian Muneiro.

A responsabilidade pela elaboração do conteúdo dos guias – roteiro, cenário e edição, por exemplo – é integralmente do partido político. A legislação garante o espaço na programação de rádios e televisões, comerciais e públicas, para veiculação do guia ou propaganda eleitoral de candidatos a cargos estaduais, federais e presidência durante 70 minutos por dia, distribuídos entre os comerciais da emissora. 

O levantamento da Pública identificou as palavras mais repetidas por Flávio Bolsonaro nos 14 vídeos de seu guia eleitoral até agora. As peças estão disponíveis no perfil do candidato no YouTube e foram exibidas em rede nacional de 28 de agosto a 14 de outubro. O levantamento também identificou palavras que o candidato não citou, mesmo sendo assuntos de preocupação mundial. 

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Para a professora do Departamento de Letras da UFRN e pesquisadora em análise do discurso, Cellina Muniz, a escolha de palavras de Flávio Bolsonaro não deve ser interpretada como coincidência, pois para seu campo de estudos, as palavras que usamos não são só nossas, e carregam uma história. A construção narrativa visa projetar uma imagem de si “historicamente associada a regimes tipicamente autoritários. Governos totalitários, de diferentes posicionamentos ideológicos, sempre se pautaram na idolatria da figura mítica de um ‘chefe’ que tenta se afirmar simultaneamente como combatente e como guardião”, avalia.

Reprodução de vídeo de campanha de Flávio Bolsonaro
Reprodução de vídeo de campanha de Flávio Bolsonaro

O dito…

O termo “medo” aparece duas vezes mais que “esperança” nos guias eleitorais de Flávio Bolsonaro. “Esse discurso tenta comover seu público e construir sua adesão por meio do apelo emocional com a criação de um ‘inimigo’ a ser combatido (as milícias, o petismo etc.)”, avalia a professora Cellina Muniz.

“O Brasil nunca teve tanto medo”, disse o candidato no programa exibido no dia 1º de setembro, se referindo a grupos de facções espalhados pelo Brasil. “Comando Vermelho”, “facções”, “PCC” “organizações narcoterroristas” e “milícias” não são termos dos mais recorrentes no guia eleitoral, mas aparecem duas vezes mais que as palavras “democracia” e “paz” na mensagem passada aos eleitores.

Apesar do apelo ao medo, alguns fatos conectam o candidato ao universo que critica. Ainda em setembro, a revista piauí expôs que em 2023, o senador Flávio enviou emenda parlamentar para o Instituto de Formação Profissional José Carlos Procópio (Ifop), uma ONG sediada na Taquara, reduto miliciano na Zona Oeste do Rio. O pedido partiu de Robson Calixto Fonseca, o “Peixe”, preso e condenado por agir como braço operacional da organização criminosa dos irmãos Brazão, os mandantes do assassinato de Marielle Franco. Peixe é apontado como o elo entre os Brazão e os milicianos da região de Jacarepaguá.

Em sua análise, a pesquisadora de semiótica Lilian Muneiro comentou que os vocábulos sobre segurança produzem juntos um “eixo de sentido associado à vulnerabilidade, ao risco, à necessidade de proteção e ao restabelecimento da ordem. Nesse conjunto, também é possível observar a dimensão passional do discurso”, afirma.

As escolhas do que compõe o discurso repetido de Flávio Bolsonaro também ajuda a indicar suas prioridades narrativas. O candidato do PL falou mais em picanha do que em Deus ou saúde durante a propaganda eleitoral. O termo “picanha” foi repetido sete vezes, e superou também os vocábulos “corrupção”, “trabalhador” e “escola”. “A picanha é o símbolo do velho, do que tem de mais velho na política, que a gente não aguenta mais, tem uma diferença fundamental entre o atual presidente e eu”, disse o candidato no vídeo veiculado uma semana antes do dia da votação.

“No conjunto dos termos e expressões que são reiterados na fala do candidato, constróem-se eixos discursivos que focam em uma ideia sem aprofundamento, imediatista, apressada e impregnada de um senso de urgência e de ‘medo’, que não dá conta nem explica o processo de construir um ‘Brasil’, como se um país continental pudesse se resumir a soluções simplistas e genéricas”, avalia especialista em semiótica e professora de ciências do consumo da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Jaqueline de Melo.

Outra palavra de grande incidência foi “mulher(es)”, a quinta mais citada. No discurso de Flávio Bolsonaro ela está constantemente relacionada a “mães”, como visto no primeiro programa do guia, exibido em 29 de agosto: “Quando eu aprendi com a minha mãe, que formou a minha visão de como as mulheres são. De como elas lideram de uma forma diferente. Em muitas coisas, muito melhor do que os homens”. “Família(s)” também ganhou destaque, sendo a oitava palavra mais citada.

A recorrência destes termos ligados ao feminino conotam um sentido de proteção, cuidado e à reprodução social, o que sugere uma valorização dos vínculos familiares, falou a pesquisadora Muneiro. Essa valorização não significa necessariamente uma relação harmônica na “vida real”. 

Em junho deste ano, a madrasta do candidato e senadora eleita, Michelle Bolsonaro (PL), publicou em suas redes sociais dois vídeos onde se dizia “apunhalada”, “humilhada” e “maltratada” por Flávio Bolsonaro. “Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política. Diante dessa humilhação, eu disse a ele que estava tudo bem. Entendi que ele não queria o meu apoio ou que este era insignificante. E então eu me recolhi”, disse a ex-primeira-dama no vídeo, que, semanas depois, fez nova publicação indicando reconciliação com o enteado.

Reprodução de vídeo publicado por Michelle Bolsonaro nas redes sociais
Reprodução de vídeo publicado por Michelle Bolsonaro nas redes sociais

…O não dito…

Um elemento do discurso que também é campo de estudo para analistas é o silêncio. “O não dito faz sentido também. Temas que são importantes para o cotidiano das pessoas não estão presentes, o que nos leva a entender não serem prioridades”, opina Lilian Muneiro. Cultura, Amazônia, meio ambiente, mobilidade urbana, moradia e clima são alguns dos termos tradicionais no debate democrático mas que não foram mencionados até agora pela propaganda eleitoral de Flávio Bolsonaro. 

Segundo pesquisa divulgada em setembro deste ano pela Ipsos, saúde, corrupção financeira/política, pobreza e desigualdade social, educação, mudanças climáticas e ameaças ao meio ambiente estão entre as dez principais preocupações dos brasileiros.

“A pergunta que me faço é: de que Brasil está se falando quando as palavras ‘ladrão’ e ‘bandido’ aparecem mais que as palavras ‘escola’ e ‘trabalhador’? Como é possível mencionar os termos ‘melhor’, ‘mudar’ e ‘futuro’, sem ao menos se referir a um projeto de ‘educação pública’ e de ‘oportunidades de emprego’ e ‘geração de renda?’”, reflete Jaqueline de Melo. 

As duas vezes em que cita o pai, o discurso de Flávio indica continuidade/referência do governo dele. “[…] gera mais empregos e o consumo aumenta. E o governo arrecada mais, taxando menos. Sem sufocar você. Isso já aconteceu com o Bolsonaro”, disse no programa exibido no dia 3 de setembro. 

O “sufoco”, no entanto, não se limita a questões de tributação, como o candidato faz parecer. No primeiro ano de governo, Jair Bolsonaro bloqueou R$ 5,839 bilhões de investimento na educação brasileira, o que levou os estudantes às ruas contra o congelamento. No âmbito do meio ambiente, em 2020 a Amazônia Legal teve 276 quilômetros quadrados de área desmatada, um aumento de 10% em relação a dezembro de 2019, segundo dados do Sistema de Alerta do Desmatamento. A gestão Bolsonaro também foi marcada pelo retorno do Brasil ao Mapa da Fome em 2021, de acordo com o relatório das Nações Unidas e a ameaça constante de direitos. 

Outra ausência notada foi a da palavra “agro”. Embora se diga aliado do Agronegócio, e seja apoiado por figuras do setor, como o presidente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), deputado federal reeleito Pedro Lupion (Republicanos/PR), o candidato à presidência não fez nenhuma menção ao tema durante a propaganda eleitoral gratuita. Os termos “feminicídio” e “racismo” também ficaram de fora das peças de campanha do filho 01 de Jair Bolsonaro.

Nossa Senhora Aparecida estava entre os temas do programa de Flávio Bolsonaro exibido no dia 12 de outubro

…e o mutante

A propaganda eleitoral do segundo turno começou em 9 de outubro e, até agora, dois programas do candidato Flávio foram ao ar: um dia 12, outro dia 14 de outubro, e as palavras trazidas por elas mantêm a tônica do que é dito no primeiro turno. 

De novidade nos roteiros da propaganda eleitoral para a TV há termos curiosos, como “hospital”, ausente em todo o primeiro turno, e menções a programas do governo federal, como o Farmácia Popular e o Bolsa Família. 

O posicionamento é uma clara resposta à campanha do adversário petista, Lula, que prioriza esses mesmos temas e põe em xeque a manutenção do investimento deles em um eventual governo Flávio Bolsonaro. 

Essa estratégia fica evidente quando se percebe que Nossa Senhora Aparecida, protagonista da polêmica, que envolveu sua campanha, sobre a suposta alteração do título de “padroeira do Brasil” para “padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos”, estava entre os temas do programa exibido no dia 12 de outubro, feriado nacional em homenagem à santa. 

O Farmácia Popular é um dos programas sociais protagonistas destas eleições, sendo usado pelas candidaturas de formas diferentes. A medida foi implementada em 2004 durante o primeiro mandato de Lula, que nessas eleições fala em dar continuidade à proposta. O programa conta com ampla aprovação da população, que, segundo uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (14) pelo AtlasIntel/Bloomberg, é um acerto para 89% dos entrevistados.

Este programa também esteve na mira dos cortes orçamentários do mandato de Jair Bolsonaro, que em 2022 enviou ao congresso uma proposta que previa 59% de redução nos recursos do Farmácia Popular. Em seu plano de governo, Flávio não cita o programa social, mas no programa exibido no dia 12 de outubro, afirma que o Farmácia Popular “continua, claro”. 

Metodologia

  • Foram identificados os 14 vídeos institucionais que integraram o guia eleitoral de TV para a corrida presencial 2026 do candidato Flávio Bolsonaro;
  • As peças foram transcritas e analisadas de acordo com a densidade de vocábulos utilizados;
  • Conectores, artigos, preposições e pronomes foram excluídos do levantamento;
  • Variações de um mesmo termo, por gênero ou número, foram unidos para melhor refletir o sentido do discurso exibido no guia;
  • A partir da lista das 106 palavras mais recorrentes, a nuvem de palavras foi criada para representar as prioridades discursivas.

Suplemento extraordinário vai ser pago aos pensionistas entre 7 e 8 de dezembro

19 October 2026 at 09:20

Ocorreu no ano passado e este ano volta a repetir-se. Vai ser atribuído aos pensionistas um suplemento extraordinário, que será pago juntamente com a pensão de dezembro.

Conforme já foi anteriormente publicado, será atribuído apoio a quem recebe pensão até ao valor de 1.611,39 euros mensais (limite de atribuição do suplemento), estando dispensado de retenção na fonte em sede de IRS, segundo um diploma já publicado em Diário da República.

De acordo com o decreto-lei n.º 201/2026, que estabelece este apoio extraordinário entre 100 e 200 euros aos pensionistas com reformas mais baixas, “o valor do suplemento é determinado em função do montante mensal global das pensões recebidas pelo pensionista“.

Como nos anos anteriores, o apoio é atribuído por pensionista e não por pensão, pelo que quem recebe várias pensões verá estes montantes somados para determinar se tem ou não direito ao suplemento. Exemplo: se recebe duas pensões, uma de 800 euros e outra de 900 euros, o que perfaz um total de 1 700 euros, segundo a Lei não irá receber qualquer suplemento porque ultrapassar o limite definido para atribuição do apoio, embora cada uma das pensões, individualmente, estivesse abrangida.

Isto é, nos termos do diploma, são abrangidos pelo apoio “os pensionistas de invalidez, velhice e sobrevivência do sistema de Segurança Social, os pensionistas por aposentação, reforma e sobrevivência do regime de proteção social convergente e os pensionistas do setor bancário, com pensões devidas até 30 de novembro de 2026, inclusive, cujo montante mensal global de pensões e respetivos montantes de atualização extraordinária, seja igual ou inferior a três vezes o valor do Indexante dos Apoios Sociais (IAS) em vigor”.

Face ao exposto, estão excluídas as pensões por incapacidade permanente para o trabalho e por morte decorrentes de doença profissional, outras pensões de indemnizações, as pensões de natureza não contributiva do âmbito da Caixa Geral de Aposentações (CGA) e os complementos por dependência, por cônjuge a cargo e solidário para idosos.

Valor do suplemento extraordinário

O suplemento extraordinário será de 200 euros para quem recebe uma pensão até 537,13 euros (o equivalente a um IAS), de 150 euros para os pensionistas com pensões entre 537,13 euros e 1.074,26 euros (o equivalente a entre um e dois IAS) e de 100 euros para quem recebe entre 1.074,26 euros e 1.611,39 euros (o equivalente a entre dois e três IAS).

Recordamos que a atribuição de um suplemento extraordinário para os pensionistas foi anunciada pelo Governo em 08 de setembro durante o debate parlamentar da Moção de censura do Chega ao Governo. A atribuição do suplemento foi aprovada no dia 17 desse mês em Conselho de Ministros.

E foi também no dia 17 de setembro, que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmou numa declaração ao país que a iniciativa se inseria num conjunto de medidas aprovadas pelo executivo para “reforçar a resposta” à crise provocada pelo aumento do custo de vida.
“Será pago com a pensão de dezembro e vai abranger mais de dois milhões de pensionistas“, anunciou o primeiro-ministro Luís Montenegro.

A previsão do Governo é de que com a atribuição deste apoio irá despender 400 milhões de euros. Será pago, por transferência bancária ou vale de correio, entre 7 e 8 de dezembro, em conjunto com a pensão do mês e o pensionista, entretanto, não tem que fazer nada.

Segurança Social já tem canal de atendimento no WhatsApp. Pagamento de apoios em curso

17 October 2026 at 08:45

A Segurança Social divulgou na sua newsletter de outubro, que a instituição já dispõe de um novo canal de atendimento na rede WhatsApp para simplificar a vida dos beneficiários.

A partir de agora, vai ser possível agendar um atendimento e obter declarações oficiais de forma simples, rápida e direta “através de uma troca de mensagens pelo seu telemóvel”, assim simplifica.

Trata-se de uma novidade, que traz ainda mais autonomia ao nosso dia a dia, evitando deslocações desnecessárias, reduzindo filas de espera e dispensando a necessidade de aceder ao Portal ou à App para a emissão de comprovativos rápidos.

Veja o que pode fazer através do WhatsApp?

  • Agendar um atendimento: Marcação do dia e hora sem complicações
  • Obter declarações: Pedir e receber os comprovativos diretamente no telemóvel.

Em suma, atendimento mais simples, acesso imediato – a Segurança Social à distância de uma mensagem, como segue:
No portal da Segurança Social Direta > Ajuda > Contactos e Canais de Atendimento > Canal WhatsApp.
Aplicação Móvel da App da Segurança Social > Menu > Fale connosco > Canal do WhatsApp.

Pagamentos em curso até final do mês

Conjuntamente com a sua newsletter de outubro, o organismo divulgou o calendário de pagamentos em curso, incluindo as datas para subsídios, pensões e outras prestações que se encontram alinhadas. Se é beneficiário, conheça as datas e planeie melhor o seu orçamento.

Se está neste período de pagamentos até final de outubro, fique a saber quando é que vai receber o seu apoio, o que pode ajudar a planear melhor com o que pode contar no seu orçamento familiar deste mês e preparar o próximo com maior facilidade.

Os pagamentos de outubro que ainda faltam

De acorco com a agenda da instituição, na próxima semana, dia 21 de outubro, será pago o Fundo de Garantia de Alimentos Devidos a Menores.

Dois dias depois, a 23 de outubro, serão pagos: o Rendimento Social de Inserção, o Fundo de Garantia Salarial e o Subsídio por Suspensão da Atividade Cultural.

O calendário de pagamentos ficará concluído, no dia 28 de outubro, quando a Segurança Social proceder ao 2º pagamento desemprego / doença / parentalidade / ação social e também o Subsídio de Apoio ao Cuidador Informal.

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