PS chama 34 nomes à Comissão de Inquérito aos mandatos de Luís Neves na Polícia Judiciária. Há 20 novidades, incluindo Montenegro, Amadeu Guerra, Lucília Gago e Paulo Vizeu Pinheiro.
Ventura é o presidente da Comissão de Inquérito e o Livre quer ouvir o presidente do GHEGA por causa do assalto ao gabinete na AR. Ainda, Carneiro diz que lei do arrendamento não deve avançar.
O partido apresentou uma lista de 25 pessoas, incluindo o ministro da Administração Interna e o próprio presidente da comissão, que afirmou ter documentos que nunca divulgou.
No que toca a documentos, os deputados do Livre querem aceder a informação sobre a operação Pacoba, incluindo e-mails e comunicações internas sobre a guarda
Bem como informação relativa a nomeações, renovações, exonerações e outras decisões de Luís Neves. Ainda, hoje é dia do último debate entre Lula da Silva e Flávio Bolsonaro para as eleições no Brasil.
Os comunistas querem chamar quatro pessoas à comissão presidida por André Ventura, incluindo o próprio ministro da Administração Interna e o atual diretor da PJ.
Entre os nomes que o Chega quer ouvir estão o ex-primeiro-ministro António Costa, o antigo chefe de gabinete Vítor Escária e a atual ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice.
Chega e IL votaram contra a suspensão do inquérito aos incêndios rurais de 23 de outubro a 1 de dezembro. André Ventura, que preside à comissão, quer que funcione durante o debate.
Estudos realizados revelam que 85,7% das USF têm incentivos em dívida e que a satisfação com a reforma nos Cuidados de Saúde Primários desceu para 26%. Conclusões serão apresentadas em Gondomar.
Aumenta a pressão sobre Luís Neves. Depois das polémicas do Verão e da aprovação de uma comissão de inquérito, agora é uma demissão no MAI e o regresso do eterno SIRESP. Consegue o ministro resistir?
Enquanto a Lufthansa arremata a TAP, em São Bento multiplicam-se as CPI, acusações e gritos no hemiciclo. Será que os deputados precisam de calmantes ou a democracia funciona mesmo assim?
António Nunes disse na CPI aos Negócios dos Incêndios Rurais que nunca teve "conhecimento objetivo" de irregularidades e que avisaria o MP se o tivesse.
Antes, o próprio Miguel Pinto Luz assegurou estar disponível para prestar declarações. Ainda, André Ventura quer a comissão de inquérito a Luís Neves a funcionar durante a discussão do OE.
Líder do Chega e presidente do inquérito vai conversar com o Presidente da AR para pedir que os trabalhos possam decorrer em simultâneo. Ainda, trabalhadores do Metro de Lisboa cumprem dia de greve.
Posição foi transmitida por José Pedro Aguiar-Branco após ter empossado a comissão parlamentar de inquérito sobre as decisões, contratações, responsabilidades na conceção e execução dos exames.
"O Parlamento tem o dever de acompanhar, debater e escrutinar as políticas educativas com o rigor e sentido de responsabilidade, seja na Comissão Parlamentar da Educação, seja em outras instâncias", disse Aguiar-Branco
Ventura quis uma comissão de inquérito a Luís Neves, mas escolheu a cadeira onde não fará as perguntas. Neste episódio, explicamos o que pretende ganhar ao assumir a presidência.
O cargo tem limites, mas também margem para ser mais interventivo. Ainda, o Ministro da Administração Interna rejeita a narrativa de que Portugal está cada vez mais inseguro.
Aguiar Branco diz que elementos apresentados pelo Livre não sustentam a ideia de um conflito de interesses. Ainda, tensão nas ruas de Paris volta a subir entre polícia e manifestantes nos protestos.
Livre fez um pedido de apreciação formal para apurar se existia um conflito de interesses que impedisse André Ventura de presidir à comissão de inquérito parlamentar sobre Luís Neves.
José Pedro Aguiar-Branco declara que não foram "identificados elementos concretos que estabeleçam uma relação entre o interesse pessoal ou processual do deputado e os factos sujeitos ao inquérito parlamentar suscetível de comprometer a sua isenção"