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Lula prevails in Brazil but Flávio Bolsonaro refuses to concede

In a closely watched election, Brazilian President Luiz Inácio Lula da Silva defeated right-wing and Trump-aligned challenger Flávio Bolsonaro. Transport and weather disruptions in parts of Brazil led to a chaotic final stretch at the polls. Bolsonaro is refusing to concede, and President Trump called the outcome "rigged." Stephanie Sy reports.

Brazil’s Vote Is a Victory for the Amazon, Environmentalists Say

26 October 2026 at 22:13
The re-election of President Luiz Inácio Lula da Silva is expected to lead to continued rainforest protections. His opponent wanted to make it easier to clear land.

© Bruno Kelly/Reuters

A deforested area of the Amazon burned by wildfire in Brazil earlier this month. As president, Mr. Lula has pledged to protect the region.

Brazil: defeated Flávio Bolsonaro ordered to surrender passports

Far-right senator banned from leaving country as supreme court judge’s ruling cites money-laundering case

The far-right senator Flávio Bolsonaro was banned from leaving Brazil and ordered to surrender his passports just hours after his dramatic loss in the presidential election to the leftist president Luiz Inácio Lula da Silva.

The ruling was issued by Alexandre de Moraes, the same supreme court justice who oversaw the trial of the senator’s father, the former president Jair Bolsonaro, for attempting a coup.

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© Photograph: Xinhua/Shutterstock

© Photograph: Xinhua/Shutterstock

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How Lula’s Social Media Campaign Helped Him Win Brazil’s Election

President Luiz Inácio Lula da Silva won another term on Sunday, with the help of a seismic social media campaign that convinced Brazilians to reject his rival.

© Rodrigo Paiva/Getty Images

President Luiz Inácio Lula da Silva’s army of supporters, mobilized over a WhatsApp chat group, delivered an unexpected victory over Flávio Bolsonaro, the right-wing challenger.

Jojo Todynho reconhece derrota de Flávio Bolsonaro e pede fim de brigas por política

26 October 2026 at 21:38

Jojo Todynho usou as redes sociais na manhã desta segunda-feira (26) para conversar com seus seguidores sobre o resultado das eleições 2026. Apoiadora assumida de Flávio Bolsonaro (PL), a influenciadora pediu reconciliação entre petistas e bolsonaristas após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em stories de seu perfil no Instagram, a campeã de ‘A Fazenda 12’ reconheceu a decisão das urnas e destacou que o resultado faz parte do processo democrático. “Pega o seu telefone, liga para aquela pessoa que vocês brigaram por política, sem necessidade. Porque está todo mundo de pé desde as cinco da manhã indo agilizar sua vida. Cabeça erguida sempre, sem desanimar. Não adianta querer se matar, faltar com respeito. Acabou”, iniciou ela.

“Graças a Deus, voltamos à programação normal. É isso, gente. Isso se chama democracia. O povo fez uma escolha. Claro que a gente queria outro tipo de escolha, porque cada um tem o direito de exercer aquilo que acredita, aquilo que é posicionado”, declarou.

Por fim, Jojo Todynho desejou um bom mandato de Lula. “Segue o baile, vamos torcer para que nosso país tome um rumo diferente, para que as coisas aconteçam sendo bom para todo mundo. O foco agora é cada um cuidar de si, como sempre foi e torcermos juntos para que as coisas melhorem. Tem que ser bom para todo mundo”, concluiu.

Após vitória de Lula, Jojo Todynho pede fim de brigas: “Isso é democracia” https://t.co/VuIzd9ZwyZ— Disseram (@disseramoficial) October 26, 2026

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Análise: Como fica o bolsonarismo após as eleições de 2026

26 October 2026 at 21:26

A derrota de Flávio Bolsonaro (PL) nas urnas reacendeu o debate sobre o futuro do bolsonarismo e a liderança da direita brasileira. Dentro do campo conservador, cresce a discussão sobre a necessidade de renovação e a viabilidade de manter o patrimônio eleitoral associado ao nome Bolsonaro.

“O primeiro movimento do PL foi dizer Flávio Bolsonaro desponta como candidato natural em 2030, que ele recebeu mais de 50 milhões de votos e seria a principal liderança da direita”, apontou o analista de Política Pedro Venceslau durante o CNN 360º desta segunda-feira (26).

No entanto, segundo Venceslau, essa tese é contestada por outros setores do campo conservador, sendo sustentada, aparentemente, apenas pelo próprio PL.

A aposta do Centrão

Partidos do centrão e alas mais moderadas da própria direita, inclusive no PL, têm defendido que chegou a hora de se descolar do bolsonarismo e ventilar novos quadros. Nesse cenário, o nome do governador Tarcísio de Freitas desponta com força.

Segundo Venceslau, o Republicanos, partido ao qual Tarcísio é filiado, já o aponta como candidato natural à presidência em 2030.

O analista destacou ainda que parte do centrão lamentou o fato de o candidato em 2026 ter sido Flávio Bolsonaro e não Tarcísio.

“Foi por isso que o Centrão demorou para embarcar na candidatura, desconfiava da viabilidade política dele e achava que Tarcísio poderia ter vencido a eleição no primeiro turno. A rejeição que vem junto com o sobrenome Bolsonaro comprometeu a possibilidade de vencer e tirar o PT do poder”, afirmou Venceslau.

As alternativas do PL

Outros nomes também emergem como possíveis lideranças da direita. A ex-primeira-dama e senadora eleita, Michelle Bolsonaro (PL-DF) é vista como alguém que carrega o sobrenome Bolsonaro, mas com uma autonomia política que a diferencia dos demais integrantes do clã.

“A relação dela com os filhos do Jair Bolsonaro sempre foi meio tumultuada, tiveram algumas crises. A expectativa é que, no Senado, ela tenha luz própria”, destacou Venceslau.

O PL, de acordo com o analista, já traça planos para que ela lidere o bloco da oposição ou mesmo a bancada do partido.

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) também é citado como liderança emergente da direita, embora seu projeto imediato seja disputar o governo de Minas Gerais em 2030, quando já terá idade para concorrer ao cargo.

Enquanto isso, a avaliação predominante entre os partidos de direita é de que Flávio Bolsonaro sai enfraquecido dessa eleição. “Ele perde capital político depois dessa eleição por conta dos erros que ele teria cometido ao longo do processo”, concluiu Venceslau.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

À CNN, Efraim diz que apreensão de passaporte de Flávio é “antidemocrática”

26 October 2026 at 21:10

O senador Efraim Filho (PL) criticou, em entrevista à CNN, nesta segunda-feira (26), a decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes de determinar a apreensão do passaporte do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). 

“Eu acredito que é uma medida antidemocrática. Eu queria entender se o inverso acontecesse. Se Flávio Bolsonaro tivesse ganho e fosse Lula contestando os resultados pelo atraso dos ônibus, por exemplo, se tivesse solicitado a entrega do passaporte por qualquer receio de deixar o país. Não há razões para o recolhimento”, afirmou.

Moraes proibiu, nesta segunda-feira, o contato de Flávio com o empresário e advogado Willer Tomaz. Em decisão sigilosa, cujo conteúdo foi obtido pela CNN, o ministro determinou a entrega em até 24 horas de documentos de viagem de outras nacionalidades que possam estar em seu nome.

Leia Mais:

A CNN apurou que Flávio foi intimado pela Polícia Federal na manhã desta segunda para cumprir a decisão e entregar os documentos de viagem.

“Hoje de manhã, fui visitar meu pai, como vocês sabem ele está em prisão domiciliar. E quando eu estava saindo, a Polícia Federal do Lula estava na porta da casa dele, no meio da rua, fui intimado a entregar os meus passaportes e também estou proibido de deixar o país”, disse Flávio em vídeo publicado nas redes sociais.

Flávio e Willer são investigados no mesmo inquérito, que tramita no STF e apura denúncias de lavagem de dinheiro e evasão de dívidas. Neste ano, Willer foi alvo da operação Sem Desconto, que apura irregularidades no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). O empresário deixou o país para morar nos Estados Unidos.

Na sexta-feira (23), Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio, havia defendido que o senador deixasse o país caso perdesse as eleições para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Flávio desiste de questionar vitória de Lula nas urnas

26 October 2026 at 21:08

O senador Flávio Bolsonaro (PL) desistiu de questionar a validade da votação que garantiu a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Após anunciar que pediria a anulação das eleições, o candidato derrotado decidiu concentrar a ofensiva jurídica em ações que apontam supostos abusos de poder político e econômico cometidos pela campanha petista.

À CNN Brasil, integrantes da campanha de Flávio afirmaram, sob reserva, que não haverá pedido de anulação da votação. A estratégia será contestar supostos abusos da máquina pública durante a campanha, sem colocar em dúvida a validade dos votos.

Segundo interlocutores da equipe jurídica, já foram apresentados 20 pedidos de cassação de Lula, e novas ações devem ser protocoladas nos próximos dias. Os casos estão sendo analisados com cautela antes de serem levados à Justiça Eleitoral.

Em vídeo divulgado nesta segunda-feira (26), Flávio acusou a campanha petista de cometer abusos e anunciou que buscará a cassação da chapa de Lula.

“Isso tudo sem falar no complexo industrial de fake news que eles criaram, com a difusão ilegal e em massa de mentiras para aterrorizar a população brasileira. Então eu vou pedir sim a cassação da chapa do Lula por todos os abusos que ele cometeu”, afirmou.

A decisão representa um recuo em relação ao discurso feito por Flávio na noite de domingo (25), logo após a confirmação da derrota. Na ocasião, o senador afirmou que não reconheceria o resultado e anunciou que pediria a anulação da eleição, alegando interferência do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), na votação.

“É impossível reconhecer o resultado das eleições no contexto em que essas coisas aconteceram; vamos pedir anulação dessas eleições”, declarou.

Flávio criticou a decisão de Zanin que prorrogou até as 19h a votação em razão de problemas no transporte de eleitores. Posteriormente, o ministro esclareceu que a medida valeria apenas para seções que ainda não haviam encerrado a votação, sem reabertura das urnas já fechadas.

Antes do pronunciamento, o senador havia sido informado pessoalmente da derrota por meio de uma ligação telefônica do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, que também telefonou para Lula para comunicar sua reeleição.

Como mostrou a CNN Brasil, Flávio foi aconselhado por quatro aliados próximos a reconhecer o resultado e telefonar para Lula. A recomendação partiu do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), do coordenador da campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), da senadora Tereza Cristina (PP-MS) e de uma integrante da equipe jurídica do senador.

O grupo defendia que Flávio reconhecesse a derrota, mas ressalvasse os problemas ocorridos durante a votação e mantivesse a possibilidade de recorrer à Justiça Eleitoral para questionar supostos abusos cometidos pela campanha petista.

A discussão ocorreu na casa do Lago Sul, em Brasília, onde Flávio acompanhou a apuração. No calor da derrota, porém, o senador deu preferência à orientação de uma ala mais radical, que defendia contestar imediatamente o resultado e colocar em dúvida a legitimidade da vitória de Lula.

A posição acabou perdendo sustentação política à medida que partidos que apoiaram Flávio no segundo turno passaram a reconhecer a reeleição do petista.

MDB, Republicanos, União Brasil e PSD divulgaram manifestações reconhecendo o resultado das urnas, reduzindo o espaço político para uma ofensiva contra a validade da votação.

Com o recuo, a campanha de Flávio abandona o pedido de anulação da eleição, mas mantém a ofensiva judicial contra Lula. A estratégia agora é buscar a cassação da chapa petista por supostos abusos durante a campanha, sem questionar a validade dos votos depositados nas urnas.

Não é novidade que Flávio questione derrota nas urnas, diz Marília à CNN

26 October 2026 at 21:05

A senadora eleita por Minas Gerais, Marília Campos (PT), disse nesta segunda-feira (26) em entrevista à CNN que “não é novidade” que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no último domingo (25), não reconheça o resultado das eleições presidenciais.

Marília mencionou a grande vantagem de Lula em relação à Flávio pelo número de votos que, segundo ela, “não dá para não aceitar”: “Foram 4 milhões de votos a mais. Acho que devemos seguir em frente e esperar os próximos passos deles. Eles têm uma dificuldade grande de respeitar o resultado.”

A senadora eleita também citou a tentativa de golpe de Estado promovida pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL) na transição de governo logo após a derrota para Lula. Ela reforça que naquele momento também houve questionamento do processo eleitoral e que a ala bolsonarista implicou em um “grande golpe para a democracia”.

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Após o resultado de domingo – que deu um inédito quarto mandato para Lula –, Flávio Bolsonaro disse que não aceitaria o resultado das urnas e que pedirá a anulação das eleições.

O senador afirma que a decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), de adiar o fechamento das urnas em duas horas em todo o país inviabilizaria o resultado das urnas. Houve relatos de falta de ônibus e longas esperas em cidades como São Paulo e Salvador durante o dia de eleição.

A campanha do parlamentar, porém, também acionou o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para pedir a prorrogação do pleito – também pelo prazo de duas horas – em estados afetados por fortes chuvas.

Governabilidade de Lula

Marília Campos também respondeu acerca do desafio que Lula enfrentará a partir de 2027 com um Congresso Nacional, em especial no Senado, ainda mais de oposição.

O PL teve 19 senadores eleitos em 2026 e terá a maior bancada a partir de 2027 no Senado Federal. Ao todo, o partido terá 28 congressistas na Casa Alta. O PT é o segundo partido com mais senadores na legislatura que começa no ano que vem. A sigla do presidente Lula elegeu seis senadores e terá nove parlamentares na próxima legislatura.

“Lula teve dificuldade de governabilidade [do mandato atual], mas isso não impediu que aprovasse a PEC do fim da escala 6×1, vários projetos no Senado, como a política de minerais raros, fim das bets. Claro que temos eleitos, mas a direita tem fissuras, tem divergências”, disse.

A senadora eleita também afirmou que o campo bolsonarista saiu “enfraquecido”, apesar de maior presença no Congresso, por não ter elegido justamente o Presidente da República.

*Sob supervisão de Mayara da Paz

Moraes determina entrega de passaportes de Flávio Bolsonaro e proíbe senador de deixar o país

26 October 2026 at 21:01

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta segunda-feira (26) que foi intimado pela Polícia Federal a entregar seus passaportes comum e diplomático e que está impedido de deixar o Brasil. A declaração foi feita em vídeo publicado nas redes sociais, um dia depois de ele perder o segundo turno da eleição presidencial para Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Segundo Flávio, a intimação ocorreu pela manhã, quando ele deixava a residência do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília. O senador atribuiu a medida a uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e disse que recebeu prazo de 24 horas para entregar os documentos.

O parlamentar relacionou a determinação a declarações feitas por seu irmão, Eduardo Bolsonaro, que teria sugerido que ele deixasse o país em caso de derrota eleitoral. Flávio negou ter manifestado intenção de sair do Brasil e questionou a atuação das autoridades.

“Eu nunca falei isso, isso é motivo para tirar meu passaporte?”, afirmou no vídeo. O senador também perguntou se a medida teria sido adotada caso tivesse vencido a disputa presidencial.

Apesar das críticas, Flávio declarou que entregará os documentos e que pretende se defender da decisão. Até a divulgação das primeiras informações, a Polícia Federal e o Supremo não haviam se manifestado publicamente sobre o caso, segundo relatos da imprensa.

Senador contesta resultado eleitoral

Além de questionar a medida envolvendo os passaportes, Flávio anunciou que pretende pedir a cassação da chapa de Lula. Ele acusa o presidente reeleito de abuso de poder político e econômico e voltou a criticar a decisão que permitiu a extensão do horário de votação em parte das seções eleitorais no domingo (25).

A ampliação do horário foi determinada pelo ministro Cristiano Zanin após relatos de dificuldades de deslocamento de eleitores, especialmente em Salvador e São Paulo, devido à oferta insuficiente de transporte público. A campanha de Flávio também havia solicitado a prorrogação da votação em municípios de São Paulo, Paraná e Santa Catarina, alegando condições climáticas adversas.

Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), citados pela imprensa, indicam que 34.330 votos foram registrados depois das 17h, o equivalente a aproximadamente 0,03% do total contabilizado.

O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, afirmou que a extensão do horário não prejudicou a totalização dos votos. O tribunal confirmou a vitória de Lula, que recebeu 64.256.232 votos, correspondentes a 51,79% dos votos válidos. Flávio terminou a disputa com 59.826.041 votos, ou 48,21%.

Investigações no Supremo

Flávio também é alvo de investigações no STF. Entre os casos mencionados em reportagens estão apurações relacionadas ao financiamento do filme “Dark Horse”, sobre Jair Bolsonaro, e suspeitas envolvendo o advogado Willer Tomaz, amigo do senador.

O material relacionado ao longa-metragem envolve recursos atribuídos ao empresário Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master. Já o caso que envolve Tomaz inclui suspeitas de irregularidades financeiras e investigações sobre fraudes relacionadas ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

As apurações tratam de suspeitas que ainda precisam ser examinadas pelas autoridades competentes. A existência de investigação não representa, por si só, comprovação de crime.

Enquanto contesta as decisões judiciais e anuncia medidas contra o resultado eleitoral, Flávio afirma que cumprirá a determinação de entregar os passaportes. O desdobramento do caso depende de informações oficiais sobre a decisão atribuída ao ministro Alexandre de Moraes.

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Moraes manda Flávio entregar passaporte e o proíbe de deixar o país

Logo Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu nesta segunda-feira (26) o senador Flávio Bolsonaro (PL) de deixar o país. O parlamentar será obrigado a entregar os seus passaportes à Polícia Federal (PF). 

A decisão está em segredo de justiça e foi tornada pública pelo senador em suas redes sociais. A ordem judicial faz parte do processo em que Flávio e o advogado Willer Tomaz são investigados no STF. 

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"Hoje de manhã, eu fui visitar meu pai. Quando eu estava saindo, a Polícia Federal do Lula estava na porta da casa dele e, no meio da rua, eu fui intimado a entregar meus passaportes e também estou proibido de deixar o país", relatou. 

Na semana passada, Moraes determinou o bloqueio de até R$ 6 bilhões de Willer, investigado por suspeitas de lavagem de dinheiro relacionado a negócios envolvendo bets.

Conforme a apuração preliminar da Polícia Federal, Flávio seria beneficiário de recursos da Alcazar Holdings, uma empresa sediada na Ilha da Madeira, em Portugal, e que também é investigada pela PF. 

Irmão nos Estados Unidos

Segundo Flávio, a decisão de Moraes está baseada em uma fala de seu irmão, Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos, apesar de constar contra ele um mandado de prisão em aberto no Brasil. Na declaração, dada na semana passada, Eduardo, que teve o mandato de deputado federal cassado, defendeu que Flávio deveria deixar o Brasil se perdesse a eleição.

O senador questionou a decisão do ministro Alexandre de Moraes de impedi-lo de viajar. 

"Isso é motivo para tirar meu passaporte? Isso é justiça? Essa decisão foi tomada no domingo à noite, logo depois do resultado da eleição. Se eu tivesse ganhado as eleições, iria acontecer a mesma coisa?", indagou.

Eduardo Bolsonaro foi condenado a quatro anos de prisão por articular sanções contra autoridades brasileiras e o tarifaço dos Estados Unidos contra as exportações do país, em uma tentativa de evitar a condenação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, no processo da trama golpista.

Derrota nas eleições

Flávio Bolsonaro disputou o segundo turno das eleições presidenciais com Luiz Inácio Lula da Silva, que foi reeleito no último domingo (25) com uma vantagem de mais de 4 milhões de votos. 

No entanto, o candidato do PL não reconheceu a vitória do adversário e disse, em seu discurso após a apuração, que pedirá a anulação do pleito. O senador contestou a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Cristiano Zanin que determinou a ampliação do horário de votação em duas horas.

Zanin atendeu a um pedido da campanha do PT, que denunciou falta de transportes em diversas cidades do Brasil, o que descumpre decisão da Justiça Eleitoral de oferta de transporte gratuito no dia das eleições. 

Apesar disso, tanto a campanha de Lula quanto a do próprio Flávio haviam feito o pedido de extensão do horário de votação ao Tribunal Superior Eleitoral, que não tomou uma decisão antes do fechamento das urnas. No caso da campanha de Flávio, a justificativa apresentada eram fortes chuvas nas regiões Sul e Sudeste, que dificultaram o deslocamento do eleitor.

Elezioni in Brasile, Bolsonaro Jr: “Mi hanno ordinato di consegnare i passaporti e mi hanno anche proibito di lasciare il Paese”

26 October 2026 at 20:49

Flávio Bolsonaro denuncia di essere stato fermato dalla Polizia federale brasiliana, che gli avrebbe ordinato di consegnare i passaporti e gli avrebbe vietato di lasciare il Paese. Il senatore, sconfitto alle presidenziali da Luiz Inácio Lula da Silva, ha raccontato l’episodio sui social. Intanto Donald Trump mette in dubbio la regolarità delle elezioni, definendole apparentemente truccate, senza presentare prove.

Gli agenti all’uscita dall’abitazione di Jair Bolsonaro, che si trova agli arresti domiciliari

Flávio Bolsonaro sostiene di non poter più lasciare il Brasile. Il senatore, sconfitto da Luiz Inácio Lula da Silva alle elezioni presidenziali, ha denunciato sui social di aver ricevuto dalla Polizia federale l’ordine di consegnare i propri passaporti e il divieto di espatrio. Secondo il suo racconto, gli agenti lo avrebbero fermato mentre usciva dall’abitazione del padre, l’ex presidente Jair Bolsonaro, agli arresti domiciliari.

“Stamattina sono andato a trovare mio padre, che come sapete è agli arresti domiciliari. E mentre stavo uscendo, la Polizia Federale di Lula era alla sua porta, in mezzo alla strada. Mi hanno ordinato di consegnare i passaporti e mi hanno anche proibito di lasciare il Paese”, ha raccontato il senatore in un video pubblicato sui social.

La richiesta di consegnare i documenti arriva all’indomani della sconfitta elettorale contro Lula, riconfermato alla guida del Paese. Flávio Bolsonaro ha riferito di aver ricevuto l’intimazione dagli agenti, ma dal suo racconto non emerge che i passaporti fossero già stati materialmente ritirati.

Elezioni in Brasile, Trump: “Voto irregolare”

Nel frattempo, anche Donald Trump interviene sulle presidenziali brasiliane, contestando la regolarità del voto. Il presidente degli Stati Uniti ha sostenuto che le elezioni gli siano sembrate truccate, senza tuttavia fornire prove di irregolarità.

“Le elezioni hanno dato un’impressione pessima”, ha dichiarato Trump prima di partire per il Mississippi, dove era atteso per un comizio. Il presidente americano ha affermato di non aver sostenuto nessuno dei due candidati, ma di considerare il processo elettorale sospetto. Nonostante le critiche, Trump ha espresso apprezzamento per il presidente brasiliano. “Mi piace Lula, vado d’accordo”, ha dichiarato, tornando però a contestare il voto, da lui definito segnato da pratiche “estremamente corrotte”.

“A mio avviso è stato uno spettacolo terribile”, ha aggiunto il presidente americano.

Le dichiarazioni di Trump arrivano mentre Flávio Bolsonaro contesta la sconfitta e denuncia il provvedimento che, secondo quanto riferito dal senatore, gli impedirebbe di lasciare il Brasile.

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L'articolo Elezioni in Brasile, Bolsonaro Jr: “Mi hanno ordinato di consegnare i passaporti e mi hanno anche proibito di lasciare il Paese” proviene da Affaritaliani.it.

Moraes manda Flávio entregar passaporte e não se comunicar com Willer

26 October 2026 at 20:49

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, proibiu o contato do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com o empresário e advogado Willer Tomaz.

Em decisão sigilosa, cujo conteúdo foi obtido pela CNN, o magistrado também determinou o cancelamento do passaporte brasileiro em nome do primogênito do ex-presidente Jair Bolsonaro.

E a entrega, no prazo de 24 horas, de documentos de viagem de outras nacionalidades que possam estar em nome do candidato derrotado à sucessão presidencial deste ano.

A CNN apurou que Flávio foi intimado pela Polícia Federal na manhã desta segunda-feira (26) a cumprir a decisão e a entregar os documentos de viagem.

Flávio e Willer são investigados em um mesmo inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal e que apura denúncias de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Neste ano, Willer foi alvo da operação Sem Desconto, que apura irregularidades no INSS, e deixou o país para morar nos Estados Unidos.

Flávio diz que vai pedir cassação da chapa de Lula por abuso de poder

26 October 2026 at 20:27

O senador Flávio Bolsonaro (PL) anunciou que pretende acionar a Justiça Eleitoral para pedir a cassação da chapa presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito no domingo (25), sob a alegação de abuso de poder político e econômico durante a campanha.

Flávio acusou alega que o presidente reeleito Lula injetou meio trilhão de reais de dinheiro público para fazer compra de votos.

“A disputa não deveria ser um vale-tudo por parte de quem quer se manter no poder. O que ele fez foi um abuso do poder político e econômico sem precedentes, com total desequilíbrio na disputa eleitoral”, afirmou.

O candidato derrotado também acusou a campanha de Lula de ter feito um “complexo industrial de fake news” e uma “difusão em massa de mentiras para aterrorizar a população”.

“Então, eu vou pedir, sim, a cassação da chapa do Lula por todos os abusos que ele cometeu. A lei tem que valer para todo mundo, e a competição tem que ser justa e igual”, disse.

Flávio: Câmara e Senado serão nossa fortaleza contra mais 4 anos de Lula

26 October 2026 at 20:06

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato derrotado à Presidência da República, declarou nesta segunda-feira (26) que a Câmara dos Deputados e o Senado Federal serão a “fortaleza” da oposição contra mais quatro anos de governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito no domingo (25).

“Pra resistir ao caos, eu vou organizar a oposição. A gente fez a maioria no Senado e na Camara, foi uma vitória que vcs deram para o Brasil. Vou reunir os deputados e senadores eleitos para organizar uma estratégia e fazer da camara e do senado a nossa fortaleza contra a barbárie que já está desenhada para acontecer”, disse em suas redes sociais.

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No pleito do dia 4 de outubro, data do primeiro turno e definição das cadeiras legislativas, o PL (Partido Liberal) de Flávio Bolsonaro terá 29 dos 81 senadores e 121 cadeiras na Câmara dos Deputados.

O senador também destacou que não será calado ou intimidade e pediu aos apoiadores para “levantar a cabeça”.

Lula foi reeleito pela quarta vez com 51,79% dos votos válidos, enquanto o primogênito de Jair Bolsonaro, 48,21%.

Flávio: a mando de Moraes, PF exigiu meus passaportes após visita a Jair

26 October 2026 at 19:52

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato derrotado à Presidência da República, disse nesta segunda-feira (26) que foi intimado pela PF (Polícia Federal) a entregar seus passaportes após visita ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), nesta manhã.

“Hoje de manhã, fui visitar meu pai, como vocês sabem ele está em prisão domiciliar. E quando eu estava saindo, a Polícia Federal do Lula estava na porta da casa dele, no meio da rua, fui intimado a entregar os meus passaportes e também estou proibido de deixar o país”, relatou Flávio em vídeo publicado nas redes sociais.

De acordo com o senador, a decisão foi proferida pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, em decorrência de uma fala de Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio que vive nos Estados Unidos.

“A decisão do Moraes se baseou numa fala do Eduardo de 23 de outubro, que eu deveria deixar o país se perdesse a eleição. Eu nunca falei isso. Isso é motivo para tirar meu passaporte? Isso é justiça?“, questionou o filho do ex-presidente.

No vídeo, Flávio fala em tentativa intimidação: “Clara tentativa de me intimidar, mas ninguém vai me calar”. Ele também afirma que vai entregar os passaportes à PF.

“Eu nunca pensei em sair do país. Eu vou entregar os meus passaportes e vou me defender dessa aberração“, concluiu.

Eduardo Bolsonaro questiona vitória de Lula e pede pressão internacional

26 October 2026 at 18:51

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) divulgou, na madrugada desta segunda-feira (26/10), um vídeo em inglês nas redes sociais em que pede à comunidade internacional que não reconheça a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na gravação, ele afirma, sem apresentar provas, que houve fraude no processo eleitoral e defende o cancelamento do pleito. “Não reconheçam estas eleições. Precisamos cancelar esta eleição. Ela foi claramente fraudulenta. Mas precisamos de pressão internacional”, declarou.

Eduardo sustenta que a virada de Lula entre o primeiro e o segundo turno seria “estatisticamente impossível”. Ele cita a soma dos votos de candidatos derrotados no primeiro turno e afirma que o petista não teria como ter ampliado sua votação na proporção registrada. O ex-deputado questiona ainda a decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF, que prorrogou o horário de votação em duas horas.

O argumento de Eduardo, no entanto, não menciona o aumento no comparecimento de eleitores entre os dois turnos. A abstenção caiu de 33,4 milhões no primeiro turno para 30,5 milhões no segundo, o que significa que mais de 128,1 milhões de brasileiros votaram neste domingo, ante 125 milhões na primeira etapa. Lula foi reeleito com 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% de Flávio, uma diferença de cerca de 4,4 milhões de votos.

A Justiça Eleitoral negou as acusações e classificou a informação como falsa. O TSE esclareceu que fiscais do PL acompanharam normalmente o Teste de Integridade das Urnas e a totalização dos votos, com registros que comprovam a presença dos representantes. O presidente do STF, Edson Fachin, defendeu o respeito ao resultado das urnas e afirmou que a democracia exige o reconhecimento da vontade manifestada pelos eleitores.

A publicação de Eduardo ocorre após seu irmão, Flávio Bolsonaro, afirmar que não reconhece a derrota e anunciar que pedirá a anulação da eleição. Flávio criticou a prorrogação do horário de votação, mas não citou que a própria campanha do PL também solicitou a extensão em cinco estados. Os presidentes do STF, do TSE, do Senado e da Câmara já reconheceram o resultado.

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Lula’s Victory Changes the Global Geopolitical Outlook

26 October 2026 at 18:42

An emergence in working-class turnout delivered Lula a historic fourth presidential term, and that outcome signals a shift in climate policy and Latin American integration.

The 2026 Brazilian presidential election ended in a runoff, determining the leadership of Latin America’s largest nation for the next four years.

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Lula Thwarted Trump’s Strategy to Control Latin America

According to official data released by the Superior Electoral Court (TSE), incumbent President Luiz Inácio Lula da Silva of the Workers’ Party (PT) secured a fourth non-consecutive term after defeating Senator Flávio Bolsonaro of the Liberal Party.

The TSE’s final official count showed that Lula da Silva received 64,256,232 votes, representing 51.79 percent of the total valid votes. Flávio Bolsonaro garnered 59,826,041 votes, accounting for 48.21 percent of the valid ballots cast.

Voter turnout and participation figures underscored the civic engagement across the country, with total reporting reaching 100 percent of polling stations nationwide.

This electoral result marks a significant political milestone, occurring against a backdrop of intense political polarization in Brazil and the growing political influence of the far right across Latin America.

Lula’s victory sparked a wave of strong emotion in Brazil’s streets, eliciting a wide range of reactions, both positive and negative, to the outcome. In this in-depth article, we explore the discourse that has emerged following the confirmation of Lula da Silva’s win, which secures him a fourth term in office.

El triunfo electoral de Lula en Brasil redefine el tablero geopolítico y la correlación de fuerzas en América Latina.

¿Crees que la victoria de Lula puede cambiar el equilibrio político de la región?#Brasil2026 #Geopolítica #Lula pic.twitter.com/PCI6imtkpM

— Jorgepkafruny (@JorgePKafruny) October 26, 2026

The text reads, “Lula’s electoral victory in Brazil redefines the geopolitical landscape and the balance of power in Latin America. Do you think Lula’s win could shift the political equilibrium in the region?”

Domestic Mobilization and National Reactions to the Election Outcome

Brazil’s highest electoral authority, the Superior Electoral Court (TSE), announced the results of the presidential election runoff held this Sunday, October 25.

Following the official declaration, various reactions emerged within Brazil, reflecting the country’s political landscape.

Social organizations, trade union federations, and grassroots community networks gathered in major urban centers, including São Paulo, Rio de Janeiro, and Belo Horizonte, to await the election outcome.

Once the results were known, union leaders and civil society representatives emphasized that these elections, and Lula’s victory, demonstrate public support for the social welfare programs, minimum wage adjustments, expansion of public housing, and labor protections established during the current administration.

National media outlets highlighted the narrow electoral margin between the two candidates and its implications for the executive power exercise.

Market analysts noted that investor attention will focus on fiscal discipline targets, the management of public spending, and upcoming ministerial appointments for the new presidential term.

Is important to highlight that civic mobilization during the three-week interval between the first and second rounds played a decisive role in shaping voter participation.

Campaign committees focused on reducing voter abstention in metropolitan suburbs and organizing localized voter outreach efforts. Youth organizations and community groups conducted door-to-door awareness campaigns, while labor unions like the Unified Workers’ Central (Central Única dos Trabalhadores) coordinated transportation logistics to facilitate polling access for working-class voters in distant municipal sectors.

The national reaction also reflected broader debates regarding institutional stability and social cohesion. Differences emerged among religious organizations; even before the elections, the Catholic Church had issued statements noting that Flávio Bolsonaro’s proposals diverged from the Church’s social doctrine. Conversely, evangelical leaders have supported the claims of the defeated candidate by calling for the election results to be annulled.

BRAZIL ERUPTS AS LULA DEFEATS BOLSONARO

Brazil’s leftist President Luiz Inácio Lula da Silva staged a remarkable political comeback, defeating far-right candidate Flávio Bolsonaro to secure a historic fourth term, sparking mass celebrations nationwide.

With 100% of votes… pic.twitter.com/RI9moOsdcX

— Sovereign Media (@sov_media) October 26, 2026

Flávio Bolsonaro Response and Political Posture of Conservative Forces

In the immediate aftermath of the vote tabulation, Flávio Bolsonaro addressed his supporters and members of the press regarding the election results.

Bolsonaro and his campaign team requested that the TSE review procedures for voting hours at polling stations and the transmission of digital vote tallies in certain municipalities.

Candidate Flávio refused to acknowledge the election results that declared Lula the winner, stating: “It is impossible to recognize the outcome of these elections given the circumstances under which these events took place. We are going to request their annulment.”

Political analysts note that this post-election reaction aligns with common strategies used by conservative political groups in the region. Rather than immediately accepting the preliminary results, opposition leaders signaled their intention to maintain rigorous scrutiny over electoral authorities and administrative procedures.

Furthermore, Liberal Party representatives said that they will form an organized opposition bloc in the National Congress to oversee government actions, exercise legislative oversight, and challenge proposed changes to public policy throughout the legislative term.

🇧🇷 Lula's victory. A good day for socialists and not so good for capitalists.

80 years old and will be serving his last term as President. In 2022, after months in prison, he returned and won. He wins again after losing the 1st round in early October.

"A cat with nine… pic.twitter.com/bta9c5mNHT

— Evaluator. (@_AfricanSoil) October 26, 2026

The Executive Victory Address and Focus on Institutional Integrity

President Luiz Inácio Lula da Silva delivered his victory address in São Paulo before supporters, party leaders, and domestic and international news agencies.

Lula’s speech outlined the strategic direction for his upcoming presidential term, focusing on national unity, poverty alleviation, re-industrialization, and democratic institutions’ preservation.

A central focus of the president’s address was digital communication, social media platform operations, and election administration. President Lula highlighted the impact of algorithmic distribution networks and automated messaging systems during political campaigns, asserting that digital platforms must adhere to national legal frameworks to prevent the spread of disinformation.

Lula said: “Brazil is no one’s backyard. We will change the way we run this country; we will make people participate more in the decision-making process.”

In his speech, President Lula emphasized the urgency of implementing updated regulatory guidelines for foreign technology companies operating within Brazil.

Lula stated that national sovereignty encompasses digital infrastructure, data protection, and the integrity of public communication channels.

The administration announced plans to work within the National Congress and regulatory bodies to draft legal frameworks addressing content moderation standards, corporate transparency, and digital network accountability during future democratic processes.

China takes note of the announcement by Brazil’s Superior Electoral Court of President Lula’s runoff victory @LulaOficial and extends congratulations. China stands ready to work with Brazil to advance the building of the China-Brazil community with a shared future. pic.twitter.com/1ClWUSx61b

— CHINA MFA Spokesperson 中国外交部发言人 (@MFA_China) October 26, 2026

International Reactions and Global Perspectives

International leaders and foreign governments issued statements following the announcement of the TSE election results. Despite the rejection of the results by Flávio Bolsonaro, leaders from Latin America, North America, and Europe weighed in on the outcome.

Mexican President Claudia Sheinbaum congratulated President Lula and the people of Brazil. Meanwhile, Uruguayan President Yamandú Orsi spoke with Lula by phone to congratulate him on the democratic process.

Even presidents with openly right-wing leanings, such as Noboa in Ecuador, Fujimori in Peru, and Kast in Chile, commented on the results and congratulated Brazil on Lula’s victory.

A common theme among these different heads of state was their emphasis on the importance of regional cooperation, economic integration through platforms like CELAC, and a shared vision regarding environmental sustainability.

In the United States, lawmakers such as Senator Bernie Sanders celebrated the election result, describing it as a reaffirmation of democratic governance and citizen participation in the hemisphere.

Meanwhile, Europe and Asia also reacted to the election result. French President Macron congratulated Lula on his fourth electoral victory and urged the deepening of the bilateral partnership between the two nations.

Spanish Prime Minister Sánchez described the win as a great victory via his social media channels, while Costa, the president of the European Council, spoke with Lula by phone to reaffirm the bloc’s ties with Brazil.

Additionally, a spokesperson for China’s Ministry of Foreign Affairs expressed Beijing’s full readiness to foster mutual development. Russian President Putin also sent his warmest congratulations via an official statement.

The Celebrations in Brazil for Lula's Victory are MASSIVE

There are THOUSANDS on the streets celebrating these Presidential Elections Results

Bolsonaro says it was rigged. Doesnt looks like it buddy https://t.co/B9s80uhDNE pic.twitter.com/TKYBjRI3w0

— Ryan Rozbiani (@RyanRozbiani) October 26, 2026

Legislative Challenges and Regional Implications for Latin America

President Lula’s fourth term will be shaped by institutional dynamics and broader regional shifts. Domestically, the executive branch faces a conservative-majority National Congress, where conservative and center-right coalitions hold substantial parliamentary seats.

Pushing forward key agenda items, such as tax reform, social welfare expansion, fiscal adjustments, and climate conservation policies, will require building broad legislative alliances across party lines.

For their part, followers and supporters of Lula da Silva have announced that they will be monitoring the promises Lula made during his campaign, such as safeguarding the Family Allowance (Bolsa Família) program, strengthening food security, and increasing the real minimum wage.

Regionally, Lula’s victory consolidates left-of-center leadership in two of Latin America’s largest economies, Brazil and Mexico. This alignment provides institutional support for regional integration efforts, sustainable development initiatives in the Amazon basin, and coordinated strategies on international trade and environmental governance.

The election outcome signals sustained continuity for progressive policy frameworks while requiring pragmatic negotiation to navigate economic constraints and political polarization both domestically and internationally.

Sources: Brasil de Fato – Agência Brasil – Gov.br – O Globo – Folha de S.Paulo – O Estado de S.Paulo – El País – CNN Brasil – EFE – Instituto Tricontinental – La Base América Latina – Diario Red – TeleSUR – Al Jazeera

Latin America’s left celebrates Lula’s victory: ‘The Pelé of progressivism’

26 October 2026 at 18:30

The weakened Latin American left is celebrating Luiz Inácio Lula da Silva’s epic comeback in grand style — the “Pelé of progressivism” who is preparing to become president of Brazil for a fourth time. From Mexico’s Claudia Sheinbaum to Colombia’s Gustavo Petro, and including Argentina’s Cristina Fernández de Kirchner and Chile’s Gabriel Boric, the bloc was quick to hail Lula’s victory as soon as it became irreversible, despite the defeated Flávio Bolsonaro’s promise to seek to annul the election. The right, split between acknowledging the result and remaining silent, has left Bolsonaro alone in his challenge.

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© Presidencia de Brasil (REUTERS)

Lula da Silva greets Claudia Sheinbaum in Rio de Janeiro, Brazil, in 2024.
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