Em tempo de guerra, Ucrânia quer limites nos táxis





© GIUSEPPE LAMI/EPA


© OLIVIER HOSLET/EPA

© CHRISTOPHE PETIT TESSON/EPA


© AFP via Getty Images

A Embaixada da Ucrânia em Portugal entregou, na quarta-feira, a Abraão Veloso, presidente do UPE-Centro Social e Cultural Luso-Ucraniano, de Braga, o prémio internacional “Amber Heart” (Coração de Âmbar) do Ministério de Relações Exteriores da Ucrânia.
“Foi com muita surpresa e orgulho que, no dia 21 de outubro, recebi a distinção em Lisboa, das mãos de Maryna Mykhailenko, Embaixadora Extraordinária e Plenipotenciária da Ucrânia no país, sendo o primeiro português a recebê-la. Muito obrigado!”, disse a O MINHO.
O dirigente associativo partilha a distinção com a mulher Regina, com os filhos Luísa e Pedro, com o genro Vítor e com a neta Joana que, “no dia a dia, apoiam e estimulam o trabalho desenvolvido em favor do povo ucraniano”.
E acrescentou: “Quero também partilhá-lo com os inúmeros doadores, voluntários e instituições que têm sido absolutamente impecáveis e disponíveis para dinamizar e/ou colaborar nas inúmeras ações de apoio ao povo heroico da Ucrânia”.
Esta partilha – salientou – é naturalmente extensiva a todos os membros dos corpos gerentes da associação, atuais ou passados que, com o seu empenho e dedicação, têm contribuído para este caminho de sucesso.
Além da honra que sente, Abraão Veloso vê a iniciativa ucraniana como sendo “um estímulo no apoio ao povo ucraniano e aos seus militares, traduzido no envio de ambulâncias, de um camião e de equipamento médico, bem como de medicamentos, roupa interior térmica, meias, cobertores, colchões hospitalares, e velas de aquecimento, neste caso fabricadas por voluntários da associação”
No ato, a embaixada entregou ao presidente da UPE um documento, no qual se lê que o “Coração de Âmbar” é atribuído em reconhecimento da “dedicação excecional ao voluntariado, do altruísmo e do espírito inabalável de amor ao próximo e à pátria”.
E, prosseguindo afirma: “Esta distinção homenageia aqueles que se ergueram em defesa do bem e da justiça, não com armas, mas com o coração aberto, apoiando os militares, as pessoas deslocadas, os feridos, as crianças e todos aqueles que necessitam de ajuda em tempo de guerra”.

O documento sublinha, ainda, que “simboliza o calor da alma ucraniana, a pureza das intenções e a força da nossa terra, de onde provém o âmbar – uma pedra preciosa que guarda em si a luz do sol e o espírito da nação”.
A concluir lembra que “a verdadeira força reside no coração daqueles que não ficam indiferentes, mas que, com as suas próprias mãos, contribuem para a mudança”.
O conteúdo Associação de Braga recebe prémio internacional da Ucrânia aparece primeiro em O MINHO.




Delegações de alto nível da Arábia Saudita, do Paquistão e da Turquia estiveram em Teerã, capital do Irã, nesta segunda-feira (26) para reuniões com autoridades iranianas, em uma tentativa de evitar a retomada dos confrontos entre o Irã, de um lado, e Israel e os Estados Unidos, de outro, informou o Ministério das Relações Exteriores iraniano.
A guerra no Iêmen e os ataques realizados pelos rebeldes houthis, apoiados pelo Irã, contra a Arábia Saudita também foram pauta das discussões, segundo duas autoridades regionais que falaram sob condição de anonimato, por não estarem autorizadas a conversar com a imprensa.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, declarou a jornalistas na capital iraniana que a pauta da reunião não estava definida, mas que as conversas "sem dúvida abordariam as ameaças mais urgentes à segurança regional".
A Arábia Saudita afirmou, em um comunicado, que as delegações esperavam encontrar "meios para reduzir as tensões, fortalecer a segurança regional e promover a estabilidade na região".
Mediadores do Catar também viajaram a Teerã no domingo, atuando em coordenação com os Estados Unidos, como parte dos esforços para diminuir as tensões regionais, informou uma autoridade regional, sob condição de anonimato, dada a sensibilidade das negociações.
As conversas ocorrem em um momento em que muitos no Irã temem um possível retorno a uma guerra em larga escala. Líderes israelenses e americanos têm intensificado suas ameaças às vésperas de eleições em ambos os países, enquanto os líderes iranianos mantêm uma postura desafiadora.


© VAHID SALEMI/ASSOCIATED PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
di Francesco Santoianni
Da quattro giorni, sui media nessuna notizia sul “militare italiano” trovato, per puro caso, dai Carabinieri a Somma Vesuviana il 21 ottobre con tre bottiglie molotov nell'automobile e, quindi, trasferito nel carcere di Poggioreale. Nulla, neanche il solito comunicato della Procura sull’eventuale convalida dell’arresto o sul nome del fermato. Che, ovviamente, ora è uccel di bosco considerando la nuova legge sull’impunità concessa ai servizi segreti che, a differenza dei poliziotti rinviati a giudizio per i fatti di Genova del 2001, possono ora portare alla luce del sole bottiglie molotov e altro ai loro infiltrati nei cortei.
Intanto – forse, per far dimenticare questa storia o per dare mangime sui social ai “complottisti” o ai “vannacciani” - dilaga il can-can mediatico sulla “identificazione del capo dei maranza”: tale Youssef Siher “ricercatore presso l’ISPI” (Istituto per gli Studi di Politica Internazionale). Il tutto per dimostrare che – al pari di Tony Negri di qualche decennio fa - se i cortei di questi giorni finiscono in scontri con la polizia non è per gli infiltrati, la miseria e la conseguente rabbia ma per qualche “cattivo maestro” (si veda la foto).
Il tutto nella speranza che le migliaia di autotrasportatori, coltivatori, pescatori… scesi in piazza in questi giorni si rassegnino davanti alle elemosine (alcune subordinate all’OK dell’Unione europea) promesse dal governo.

di Francesco Santoianni
Da quattro giorni, sui media nessuna notizia sul “militare italiano” trovato, per puro caso, dai Carabinieri a Somma Vesuviana il 21 ottobre con tre bottiglie molotov nell'automobile e, quindi, trasferito nel carcere di Poggioreale. Nulla, neanche il solito comunicato della Procura sull’eventuale convalida dell’arresto o sul nome del fermato. Che, ovviamente, ora è uccel di bosco considerando la nuova legge sull’impunità concessa ai servizi segreti che, a differenza dei poliziotti rinviati a giudizio per i fatti di Genova del 2001, possono ora portare alla luce del sole bottiglie molotov e altro ai loro infiltrati nei cortei.
Intanto – forse, per far dimenticare questa storia o per dare mangime sui social ai “complottisti” o ai “vannacciani” - dilaga il can-can mediatico sulla “identificazione del capo dei maranza”: tale Youssef Siher “ricercatore presso l’ISPI” (Istituto per gli Studi di Politica Internazionale). Il tutto per dimostrare che – al pari di Tony Negri di qualche decennio fa - se i cortei di questi giorni finiscono in scontri con la polizia non è per gli infiltrati, la miseria e la conseguente rabbia ma per qualche “cattivo maestro” (si veda la foto).
Il tutto nella speranza che le migliaia di autotrasportatori, coltivatori, pescatori… scesi in piazza in questi giorni si rassegnino davanti alle elemosine (alcune subordinate all’OK dell’Unione europea) promesse dal governo.


O Papa Leão XIV manifestou sua preocupação com "a grave situação humanitária no Iêmen, especialmente na cidade de Taiz, onde a população sofre com a falta de alimentos, água e assistência médica" e fez "um forte apelo para que cessem as hostilidades e seja garantido ao povo iemenita e a todos os povos da região o direito de viver em paz".
Foi o que afirmou o Pontífice durante a oração do Ângelus na Praça de São Pedro neste domingo, onde também assegurou suas orações por "todos aqueles que foram assassinados e ficaram feridos" no ataque terrorista perpetrado na última sexta-feira "contra os fiéis da Igreja Ortodoxa de São Jorge, em Hamud, na Jordânia", que causou nove mortos e cerca de 40 feridos.
"Minha solidariedade a essa comunidade e a todo o país, que se destaca pela convivência pacífica e pelo respeito entre as diferentes religiões", afirmou o Papa no segundo Ângelus após sua cirurgia pulmonar realizada no último dia 13 de outubro.
Leão XIV lembrou também que, no próximo dia 27 de outubro, será comemorado em Assis o 40º aniversário do histórico encontro inter-religioso convocado por São João Paulo II, ao qual se unirão espiritualmente os chefes das Igrejas e os líderes religiosos que se reunirão na cidade italiana.
"Nunca como agora ficou tão evidente que as guerras, além de semearem morte e destruição, também empobrecem e prejudicam o mundo", afirmou ele, pedindo que "o Senhor inspire as escolhas em prol do diálogo e da paz".
O Papa Leão XIV tinha previsto viajar para Assis no dia 27 de outubro para participar do encontro "Paz desarmada e desarmante", que comemora o 40º aniversário da Jornada Mundial de Oração pela Paz, convocada por São João Paulo II, mas acabou cancelando a viagem por recomendação médica, para continuar sua recuperação após a cirurgia à qual se submeteu para a remoção de um adenocarcinoma no pulmão, conforme informou nesta sexta-feira a Santa Sé.
Em um comunicado publicado pela Sala de Imprensa do Vaticano, explica-se que "dado o pouco tempo decorrido desde a cirurgia, os médicos responsáveis pelo tratamento não consideram oportuno o voo de helicóptero previsto para 27 de outubro".
De qualquer forma, o boletim médico desta sexta-feira destacou que "conforme programado, o Santo Padre se submeteu a uma radiografia de controle do tórax" e o exame confirmou "sua excelente evolução pós-operatória".


© Reprodução do X / @VaticanNews