Why Trump's coalition of evangelical voters could be fraying





A decisão determinou o encerramento de investigações contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, o pastor Silas Malafaia e o escritor Guilherme Fiúza.
Em setembro deste ano, a Primeira Turma do STF rejeitou recurso e confirmou a condenação do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro a 4 anos e dois meses anos de prisão no processo do tarifaço dos Estados Unidos contra o Brasil.
Fachin também determinou o arquivamento da investigação que apurava a suposta participação de Malafaia nas ações de Eduardo.
De acordo com o ministro, que seguiu parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), não foram encontrados indícios da participação do pastor nas ações do ex-deputado. Com a decisão, Malafaia deverá ter o passaporte devolvido e ficará autorizado a viajar para o exterior.
No caso de Fiúza, o presidente do STF disse que a acusação de incitação ao crime prescreveu. Em 2023, ele foi acusado de publicar nas redes sociais postagens com discursos de ódio e favoráveis à “quebra da normalidade institucional". O caso também contou com parecer favorável da PGR pelo arquivamento.
No mês passado, Fachin retirou de Alexandre de Moraes a relatoria do inquérito das Fake News, que foi aberto em março de 2019.
Na época, o então presidente do STF, ministro Dias Toffoli, defendeu a abertura como forma de combater a veiculação de notícias que atingem a honorabilidade e a segurança do STF, de seus membros e parentes. O ministro também nomeou Moraes como relator do caso.
Recentemente, o presidente do STF disse que pretende arquivar todo o inquérito.
A medida será tomada após a verificação de pendências e eventuais solicitações de diligências à PGR e à Polícia Federal (PF).
Fachin identificou 108 procedimentos investigatórios vinculados ao inquérito.
Nas imagens registradas por pessoas que estavam no local, é possível ver que a viatura da Polícia Militar Rodoviária atravessa o canteiro central da rodovia SC-403, em Florianópolis, entra na contramão, e colide com o motociclista, que é arremessado ao chão.
“Vamos pedir o afastamento e prisão imediata deste policial criminoso de Santa Catarina! E de todos os agressores e assassinos que agiram na noite de ontem. Os bolsonaristas terão que aprender que o Brasil não é terra sem lei”, disse Boulos, nas rede social.
O motociclista, de 24 anos, precisou ser levado ao hospital em decorrência dos ferimentos. Ele foi encaminhado ao Hospital Governador Celso Ramos, em Florianópolis. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina, a situação da vítima demandou a realização de duas cirurgias, uma delas já realizada.
“O paciente segue internado se recuperando em um quarto. O paciente deu entrada na emergência, à 1h20 da segunda-feira (26), acompanhado da polícia, foi prontamente atendido, realizou exames e cirurgia durante a madrugada. Está prevista outra cirurgia para esta semana. Até o momento, não há previsão de alta”, disse em nota.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) informou que acompanha “com rigor” o caso. A pasta disse que expediu ofício formal cobrando esclarecimentos imediatos da Polícia Militar, da Secretaria de Segurança Pública e do Ministério Público do Estado de Santa Catarina.
“Os desdobramentos institucionais serão monitorados diretamente pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), por meio de um grupo de trabalho específico, instituído para acompanhar a apuração de casos dessa natureza”, disse em nota.
A Polícia Militar de Santa Catarina também se manifestou por meio de nota. Segundo a corporação, serão adotadas medidas administrativas cabíveis sobre o caso, com o encaminhamento dos fatos à Corregedoria do Comando de Polícia Militar Rodoviária.
“A instituição reafirma seu compromisso com a transparência, a responsabilidade e a correta prestação do serviço de segurança pública à sociedade”, disse, em nota.
Segundo a polícia, na noite do domingo, os policiais depararam-se com diversos motociclistas “realizando manobras perigosas e conduzindo os veículos de forma incompatível com a segurança viária”.
“Diante da situação, a guarnição iniciou a intervenção para conter um dos condutores que praticava as manobras. Durante a abordagem ocorreu uma colisão de uma das motocicletas com a viatura policial”.

>> Flávio responde a dois processos criminais no Supremo Tribunal Federal (STF); saiba mais
O La Nación, também da Argentina, destaca que fontes próximas ao senador afirmaram que os Estados Unidos estariam diretamente envolvidos na fuga.
O periódico diz ainda que, sob o governo de Donald Trump, o país norte-americano tem se tornado o refúgio do clã Bolsonaro e lembra que Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio, também está nos EUA.
O jornal New York Times destacou que Flávio Bolsonaro deixou o Brasil depois de perder as eleições e após a Justiça determinar a apreensão de seu passaporte.
O espanhol El País lembrou que o senador se recusou a aceitar a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva logo após a apuração. O jornal relembra que, em 2022, Jair Bolsonaro também não reconheceu a derrota e que viajou aos Estados Unidos antes da posse de Lula, mas acabou voltando ao Brasil.
O inglês The Guardian afirma que Flávio Bolsonaro estaria a caminho dos Estados Unidos e que sua fuga pode selar o destino da extrema-direita brasileira.
O jornal cita que, além de Flávio, seu irmão Eduardo Bolsonaro também está nos Estados Unidos, foragido da Justiça brasileira, por tentar interferir no julgamento do pai, Jair Bolsonaro. E que o ex-presidente está preso, condenado por tentativa de golpe de Estado.
A fuga de Flávio Bolsonaro começou a ser noticiada pela manhã, por jornais argentinos. O coordenador de campanha do senador, Rogério Marinho, chegou a negar a informação.
Depois, Marinho disse que não tinha notícias de Flávio Bolsonaro desde às 8h e que o senador teria dito que “queria dar um tempo”.
Nas redes sociais, o investidor e ex-secretário de Turismo do México, Simón Levy, compartilhou que Flávio Bolsonaro teria chegado aos Estados Unidos (EUA), em uma articulação liderada pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.
A sessão foi marcada pela correção cambial após a disparada da véspera e pela continuidade das perdas na bolsa, em meio às incertezas sobre a política econômica do próximo mandato, como a falta de definição do próximo ministro da Fazenda.
O dólar à vista encerrou o pregão em baixa de 1,07%, a R$ 5,349, após subir mais de 8% na segunda-feira (26), quando a moeda estadunidense registrou sua maior alta diária desde janeiro de 1999.
A divisa recuou ao longo de toda a sessão e chegou à mínima de R$ 5,316 pela manhã. O movimento refletiu um ajuste de posições após a forte valorização anterior, provocada pela reação dos investidores ao resultado eleitoral. Em 2026, o dólar acumula queda de 2,55%.
Na véspera, o dólar havia avançado em meio à revisão de apostas que consideravam a vitória do senador Flávio Bolsonaro e às preocupações com a condução da política fiscal no novo mandato de Lula.
Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reafirmou que o governo pretende perseguir o centro da meta fiscal e que a proposta será discutida com o Congresso Nacional.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, também afirmou que a instituição poderá atuar no mercado cambial caso identifique disfuncionalidades.
No cenário internacional, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas, subia cerca de 0,35% no fim da tarde, movimento contrário ao observado no mercado brasileiro.
O Ibovespa fechou em baixa de 0,51%, aos 175.710,05 pontos, prolongando o movimento negativo após o tombo de quase 14% registrado na segunda-feira (26).
A queda ocorreu mesmo com a recuperação do câmbio, em uma sessão marcada pela continuidade dos ajustes nas carteiras de investimentos e pela cautela diante das perspectivas econômicas para o próximo mandato presidencial.
Entre os fatores que pressionaram a bolsa esteve o recuo de 1,20% do petróleo Brent, referência internacional para a commodity, que encerrou a US$ 109,41 o barril. As ações da Petrobras, com maior peso no Ibovespa, caíram 2%.
Com o novo recuo, o Ibovespa permaneceu nos menores níveis desde agosto, enquanto investidores aguardam definições sobre a equipe econômica e os próximos passos da política fiscal do governo.
* Com informações da Reuters

A parlamentar em seu segundo mandato pelo Partido Liberal (PL) foi a mais votada para a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) com mais de 248 mil votos. No primeiro mandato, em 2022, a parlamentar obteve mais de 57 mil votos.
Na decisão, o juiz do Trabalho Leonardo Saggese Fonseca destaca que “sendo a ré uma integrante do Parlamento, mas do que qualquer outro cidadão, deve prezar pela liberdade de expressão, desde que respeitosa, deve fomentar a democracia e aceitar as diferentes opções políticas de cidadãos e trabalhadores, sem utilizar de discursos e falas que podem gerar pela sua leitura ou escuta, sentimentos de ódio, perseguição ou discriminação.”
A liminar também determina que a deputada Índia Armelau remova as comunicações e publicações que deram origem à ação civil pública dos locais em que foram divulgadas, especialmente sites, perfis em redes sociais e aplicativos de mensagens.
Em caso de descumprimento, será aplicada multa diária de R$ 5 mil, a partir do primeiro dia útil seguinte ao término do prazo de 48 horas para cumprimento da determinação.
Em nota pública, em suas redes sociais, a deputada estadual Índia Armelau esclarece que jamais teve qualquer preconceito contra quem quer que seja.
“Como empresária, sempre convivi com a diversidade ideológica e defendo que as opções políticas dos trabalhadores sejam integralmente respeitadas. Mas preocupo-me com situações de sabotagem às próprias empresas, quebra da confiança e fidúcia entre empregador e empregado, contrariando missão, valores e objetivos da empresa”, disse.
No texto, a parlamentar esclarece que “o episódio em questão decorre de um equívoco interpretativo: o comentário foi feito a partir de replicagem, oriunda de uma postagem de terceiro de outra rede e não expressa qualquer orientação ou encorajamento sobre contratações ou demissões por parte da deputada por convicção política”.
“Índia Armelau defende relações equilibradas e a pacificação social entre o capital e o trabalho. Ao perceber que foi mal interpretada, deletou imediatamente os stories e postagens neste sentido, para evitar utilização indevida e qualquer tipo de tensionamento social sobre o tema”, explicou a parlamentar.

Elas foram selecionadas por meio de votação envolvendo representantes dos times da elite do futebol feminino brasileiro. As vencedoras serão conhecidas no próximo dia 15 de novembro, em cerimônia no Museu do Futebol, em São Paulo.
No Bahia, Raquel chamou atenção pela presença ofensiva. A jogadora de 26 anos terminou o Brasileirão como artilheira das Mulheres de Aço, com oito gols, apenas três a menos que a atacante Marília, do Cruzeiro, goleadora da competição. Ao lado da goleira Yanne, a meia é referência na grande temporada que vive o Tricolor baiano, semifinalista do Brasileirão e ainda vivo na Copa do Brasil.
Robinha e Aline Milene são nomes que se completam no São Paulo campeão brasileiro. A primeira, de 31 anos, perdeu o início da temporada em recuperação de uma lesão no calcanhar, mas logo retomou a titularidade. Apesar de ter uma função principalmente defensiva, a volante também se aventura à frente. Foi dela um dos gols da vitória por 3 a 1 sobre o Flamengo, no jogo de ida das semifinais.
Já Aline, um ano mais velha, controla o ritmo de jogo das Soberanas. A meio-campista, que pode atuar pelo centro ou no lado direito, teve papel crucial na reta final do Brasileirão. Foram delas as assistências para os gols da atacante Isa, que decretou a vitória por 2 a 1 na primeira partida da decisão, e da lateral Bia Menezes no empate por 1 a 1 no jogo da volta, que sacramentou o título nacional.
Por fim, Djeni foi a principal jogadora do Flamengo na caminhada rumo às semifinais do Brasileirão e da Copa do Brasil - a equipe segue na disputa. Além de ajudar Ju Ferreira na marcação, é a meio-campista de 31 anos quem inicia as jogadas de ataque. A capitã rubro-negra participou diretamente de nove gols (marcou quatro e deu cinco assistências) na temporada, mesmo como volante.
A Seleção da Temporada no Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas também contempla as posições de goleira, lateral-direita, zagueiras e atacantes. As demais categorias são: Craque da Torcida, Jogadora Revelação, Melhor Treinador(a), Melhor Jogadora, Artilheira, Gol Mais Bonito, Melhor Departamento de Futebol Feminino e Futebol Feminino Contra o Feminicídio. Esta última destaca o clube que melhor promoveu ações de combate à violência contra a mulher.
O contingente representa 17% dos devedores do Sistema Financeiro Nacional. Diante do avanço do problema, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, afirmou que a instituição pretende anunciar novas medidas para conter ofertas agressivas de crédito ainda este ano.
Segundo Galípolo, as próximas iniciativas devem priorizar consumidores que já utilizam o crédito rotativo do cartão ou apresentam atrasos significativos no pagamento das dívidas.
“Pretendemos adicionar medidas ainda este ano”, afirmou o presidente do BC. Ele destacou a preocupação com pessoas que já enfrentam juros elevados e dificuldades financeiras.
Galípolo também apontou o crescimento de modalidades de crédito sem garantia, como cartão de crédito, cheque especial e empréstimo pessoal não consignado, mesmo em um cenário de juros elevados.
“A preocupação que existe é nessas modalidades, em que estamos assistindo crescimento de maneira pouco sensível a preço”, disse.
Para classificar um consumidor como endividado de risco, o BC considera quatro critérios. É necessário atender a pelo menos dois deles:
A classificação não significa que todos os 20,3 milhões de brasileiros estejam inadimplentes, mas indica maior vulnerabilidade financeira.
O relatório do BC mostra ainda que o comprometimento da renda com dívidas no cartão aumentou em todas as faixas salariais. Entre os que recebem até dois salários mínimos, grupo que reúne 61,2 milhões de pessoas, o comprometimento total chegou a 42% da renda em junho de 2026.
Na última sexta-feira (23), o Banco Central anunciou medidas para restringir ofertas inadequadas de crédito e ampliar a transparência na contratação de empréstimos.
Entre as mudanças, as instituições financeiras deverão oferecer mecanismos para bloquear publicidade e propostas ativas de crédito. Para consumidores considerados vulneráveis ou em risco de endividamento excessivo, as ofertas dependerão de autorização prévia, específica e inequívoca.
Nesses casos, as propostas deverão se limitar a alternativas que melhorem as condições financeiras do cliente, como renegociação e portabilidade, sem concessão de novos recursos.
As regras de bloqueio de ofertas entram em vigor em 31 de março de 2027. Outras medidas, previstas para julho do mesmo ano, incluem painéis digitais com informações sobre dívidas e limites para ofertas de empréstimos durante transações iniciadas pelo Pix.
As iniciativas buscam reduzir a contratação de crédito inadequado e evitar o agravamento do endividamento das famílias brasileiras.
Essa conduta ocorre, por exemplo, quando o chefe ameaça demitir o funcionário ou fechar a empresa caso um dos candidatos perca a eleição ou pede ao funcionário para gravar vídeo de apoio político.
Coações sutis, como promessas de vantagens para induzir o voto, também são passíveis de punição.
A prática é considerada crime eleitoral e pode dar pena de reclusão e multa. As vítimas podem ser trabalhadores celetistas, terceirizados, estagiários e servidores.
Quem sofrer assédio eleitoral pode fazer denúncia ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT) e pelos canais próprios do Ministério Público (MPT) e Ministério Público Eleitoral (MPE).
Outra opção é o site No Meu Voto Mando Eu, que faz parte da campanha da Justiça do Trabalho para combater o assédio eleitoral.
Um dos casos mais emblemáticos do segundo turno diz respeito ao empresário Leandro Batista Nóbrega, dono do Frigorífico Goiás.
Ele publicou um vídeo nas redes sociais ofertando viagem para a cidade turística de Caldas Novas (GO), com todas as despesas pagas, para 1 mil apoiadores do então candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva. O objetivo seria que eles não fossem votar.
A Justiça do Trabalho acabou concedendo uma liminar para barrar a iniciativa, sob pena de multa de R$ 100 mil por trabalhador encontrado na situação.
Por ter foro privilegiado na Corte, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar, é alvo de duas investigações criminais que tramitam no STF.
De acordo com as investigações, o nome do senador foi citado por uma secretária de Willer, que teria informado ao advogado sobre o cancelamento de uma conta ligada à Alcazar Holdings, empresa sediada na Ilha da Madeira, em Portugal, e investigada pela Polícia Federal (PF).
Na semana passada, o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, determinou o bloqueio de até R$ 6 bilhões de Willer Tomaz.
As medidas foram tomadas após a PF descobrir que o advogado viajou para Miami, nos Estados Unidos, após ser alvo, em agosto, de busca e apreensão na Operação Sem Desconto, que apura descontos ilegais em aposentadorias.
O senador também é alvo de um inquérito que investiga os pagamentos do ex-banqueiro Daniel Vorcaro para o filme Dark Horse, a cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O filme que retrata a vida política de Bolsonaro veio à torna após o site The Intercept revelar que Flávio pediu dinheiro a Vorcaro para financiar as gravações.
Após a divulgação da conversa entre Flávio e Vorcaro, ocorrida em novembro do ano passado, o senador negou ter combinado qualquer vantagem indevida com o banqueiro e disse que os recursos eram privados.
Em julho deste ano, Flávio Bolsonaro foi incluído no inquérito e também passou a ser investigado.
Apesar de não ter sido eleito para o cargo de presidente da República, Flávio manterá mandato de senador até o dia 1° de fevereiro.
A tendência é que as duas investigações continuem em tramitação no Supremo após o fim do mandato.
De acordo com a atual jurisprudência da Corte, a competência do STF para julgar ex-parlamentares continua após o encerramento do mandato nos casos em que os crimes estiverem ligados à função pública.
Nesta terça-feira (27), o investidor e ex-secretário de Turismo do México, Simón Levy, publicou uma postagem nas redes sociais relatando que Flávio Bolsonaro teria chegado aos Estados Unidos, em uma articulação liderada pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio. A possível fuga de Flávio, menos de 48 horas após perder as eleições presidenciais, também foi confirmada pela agência de notícias Reuters.
Ontem (26), um dia após a derrota na disputa presidencial, o senador foi proibido de deixar o Brasil e intimado pela PF a entregar todos seus passaportes em 24 horas. O prazo terminou na manhã de hoje, e os documentos não foram entregues, por isso foram cancelados.
The U.S. Defense Intelligence Agency (DIA) has confirmed that an image that has been circulating online for years does indeed show an experimental Chinese reusable spaceplane in orbit. A newly released higher-resolution copy of the image underscores that the design is nearly a dead ringer for the X-37B miniature space shuttles now operated by the U.S. Space Force.
DIA included the higher-resolution image of the Chinese spaceplane in a new unclassified report on global security challenges outside of the Earth’s atmosphere, which was released yesterday. A satellite belonging to Maxar Technologies (now Vantor) captured the image, but when exactly remains unclear. It does have a 2024 copyright date.
The image shows a miniature space shuttle-like design with small wings and twin vertical tails. It also has upward-opening doors above a central payload bay. There is also an extension at the tail end with solar panels seen deployed on either side. There are what look to be side-by-side ventral bays, which are likely for the main gear in a tricycle landing gear configuration. Overall, the core design is extremely similar to that of the U.S. X-37B, which also features tricycle landing gear and can also be fitted with an extended payload module at the tail. One major difference is that the wings on the Chinese design have a much longer chord compared to the X-37B.


“A key capability for reusable space activities are spaceplanes like this PRC [People’s Republic of China] Spaceplane captured by Maxar. Spaceplanes can launch into orbit to place objects in space or even test them and return to earth [sic],” reads the caption to the picture in DIA’s report.
As noted, the basic fact of the existence of this image is not new. U.S. Space Force Col. John Patrick, then head of U.S. Space Forces-Korea (SPACEFOR-KOR), included a much lower-resolution version in a presentation at the Open Space Forum in South Korea in 2024. It was also not immediately clear at that time whether or not the picture simply showed an X-37B. TWZ had reached out at the time to the U.S. Space Force and Maxar for more information, and both had declined to comment. Two X-37Bs were built, and they have been sent on eight orbital missions, in total, since 2010. The Orbital Test Vehicle 8 (OTV-8) mission was launched on August 22, 2025.
X-37B in orbit photographed by ground-based telescopes? pic.twitter.com/YPj8I4cQmZ
— 笑脸男人 (@lfx160219) November 8, 2024
China is understood to have conducted four separate orbital spaceplane missions using the same experimental vehicle since 2020. Three of those missions had concluded before Col. Patrick gave his presentation. The most recent launch occurred on February 7 of this year, and the vehicle has not yet returned, at least as far as we are aware.
On the third mission, which lasted from December 14, 2023, to September 6, 2024, the Chinese spaceplane was observed releasing multiple smaller objects into orbit. What those payloads may have been remains unknown, but they could have been released from the main payload bay, which is seen open in the on-orbit image. The bay could have opened without any subsequent release of objects on either of the two prior missions, as well.
As an aside, the spaceplane appears to have released at least one more object earlier this year in the course of its latest mission.
A secretive airbase in the northwest end of China, sporting one of the longest runways in the world at 16,400 feet, looks to be where the spaceplane has landed after missions. The facility, which has been expanded massively in recent years, is now loosely akin to America’s top-secret proving ground at Area 51, and has been the site of other advanced aviation test efforts.
DIA’s report also says that “China has two primary spaceplane models: the Shenlong and Tengyun,” but does not specify which one is seen in the image. The name Shenlong has been commonly used to refer to the spaceplane China has been experimenting with to date. Images said to show a prototype or test article of this design slung underneath an H-6 bomber for testing purposes had emerged in 2007.

The state-run China Aerospace Science and Industry Corporation (CASIC) unveiled the Tengyun design in 2016 as part of a so-called two-stage-to-orbit system that uses a mothership aircraft flying within the atmosphere as part of the launch method rather than a traditional space launch rocket. As of 2020, CASIC was aiming for a live test of Tengyun in 2025, but it is not immediately clear whether or not that occurred.

There have been other spaceplane developments in China in recent years. This includes designs from the China Aerospace Science and Technology Corporation (CASC) and Aviation Industry Corporation of China (AVIC) subsidiary Chengdu. The design from Chengdu is called Haolong and has been in development officially as an option for resupplying the country’s Tiangong space station.
— CNSPACE (@CNSpaceflight) November 11, 2024
They seem not only got a model but also a full-scale prototype.
HaoLong-1 cargo spaceplane https://t.co/VI1Yoh3sRj pic.twitter.com/Dthfd1gi1v
In general, “spaceplanes are … reusable and feature enhanced maneuverability, making them more suitable for certain missions than traditional satellites,” DIA’s report notes.
TWZ has highlighted in the past how reusable space shuttle-like vehicles offer ideal platforms for rapidly deploying small satellites and any other payloads into orbit. In this way, they can be critical assets for space-based experimentation, as well as operational activities. This could include intelligence gathering, and even on-orbit attacks, areas of clear interest to the Chinese government.
As we often mention in the context of the X-37B, spaceplanes also have distinct advantages when it comes to rendezvousing with and maneuvering very close to other objects in space. They can execute course changes and other maneuvers in ways that traditional satellites cannot. All of this only underscores their potential as weapon systems, as well as for gathering intelligence. The fact that a Maxar (now Vantor) satellite took an on-orbit picture – a service the company is known to offer – of a Chinese spaceplane further highlights the kind of cat-and-mouse games that are increasingly emerging in space. The general risks posed by these kinds of activities were recently thrust into the public eye by the unprecedentedly close shadowing of a commercial radar imaging satellite tied to Ukraine by another satellite belonging to Russia.
China has been making massive investments, in general, in new space-based intelligence and other capabilities in recent years. Chinese space developments have now also extended into reusable space launch rocket boosters. Space launch company LandSpace became the first in China to achieve a successful recovery of a reusable space launch rocket booster on land in August. That followed CASC’s successful recovery of a reusable space launch rocket booster at sea using a specially configured ship the month before.
In general, “access to space traditionally requires expendable spacecraft: single-use launch vehicles, satellites, and one-time use capsules designed to maximize performance. Reliance on expendable vehicles has made access to space expensive and exclusive,” DIA’s report explains. “Reusable technologies, while even more difficult and expensive to develop and build, stand to greatly reduce the cost of spaceflight by recovering, refurbishing, and reusing rocket stages, fairings, and capsules.”
Chinese spaceplanes, one of which we have not definitively gotten a view of in orbit, look set to become an increasingly important part of this growing ecosystem.
Update: 6:32 PM ET –
Vantor has now provided an additional copy of the image of the Chinese spaceplane, elements of which look to be redacted, and some additional details. The company has confirmed it was taken on May 28, 2024, by the WorldView-3 satellite at a range of just under 56 miles (90 kilometers).
“There is a separate satellite docked to the aft section of the vehicle whose structure and solar arrays are visible,” Vantor also told us. “The spacecraft’s payload bay doors are visibly open.”
Contact the author: joe@twz.com
The post U.S. Intel Confirms This Is China’s Secret Spaceplane (Updated) appeared first on TWZ.
