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B3 amplia tempo de negociação com fim do horário de verão nos EUA

28 October 2026 at 17:53

A partir da próxima terça-feira (3), a B3 ampliará os horários de negociação dos mercados de bolsa e de balcão organizado, em razão do fim do horário de verão nos Estados Unidos. As mudanças afetam os mercados de ações e derivativos.

No mercado à vista de ações, a negociação será iniciada às 10h e se estenderá até às 17h55, ao invés de 17h. O call de fechamento será realizado entre 17h55 e 18h, e o cancelamento de ofertas poderá ser feito até as 18h45. Já os ETFs de renda fixa terão horários específicos.

A alteração também contempla contratos futuros, opções e operações estruturadas no mercado de derivativos, com ajustes nos horários de negociação de diferentes ativos, incluindo contratos referenciados em índices, commodities e dólar.

Ainda segundo a B3, não haverá sessão de after market para o mercado de ações, exceto na data de vencimento das opções especificadas no comunicado.

Especialistas: Horário de verão beneficia setores pontuais da economia

 

Ibovespa recua com ajuste pós-eleição, balanços e Fed no radar; dólar cai

28 October 2026 at 12:36

O Ibovespa tem queda nesta quarta-feira (28), com a bolsa paulista ainda sob efeito dos ajustes pós-eleição.

Investidores também de olho na temporada de balanços, que incluía os números de Santander Brasil e Klabin, e analisando potenciais desdobramentos da ida de Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos.

Às 10h11, o índice de referência do mercado acionário brasileiro perdia 0,71%, a 174.466,83 pontos. O contrato futuro do índice com vencimento mais curto INDZ26, em 16 de dezembro, caía 0,94%.

Enquanto isso, o dólar passou a ceder à espera de decisão de juros nos Estados Unidos. O Federal Reserve deve manter as taxas inalteradas nesta reunião, após ter elevado os juros em 0,25 ponto percentual no mês passado.

Perto das 9h (de Brasília), a moeda norte-americana tinha alta de 0,11%, cotada a R$ 5,35. Na última sessão, o dólar caiu 1,07%, cotado a R$ 5,3488.

Autoridades do Fed, antes da reunião de política monetária de dois dias desta semana, sinalizaram que o banco central pode ser paciente.

Há cerca de 90% de probabilidade de que o banco central americano mantenha as taxas inalteradas quando divulgar sua decisão de política monetária às 15h (horário de Brasília), de acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group.

Em atualização

*Com informações da Reuters

Dólar abre em alta à espera de decisão do Fed sobre juros

28 October 2026 at 12:36

O dólar abriu a sessão em alta nesta quarta-feira (28), enquanto investidores calibram os ânimos à espera de decisão de juros nos Estados Unidos. O Federal Reserve deve manter as taxas inalteradas nesta reunião, após ter elevado os juros em 0,25 ponto percentual no mês passado.

Perto das 9h (de Brasília), a moeda norte-americana tinha alta de 0,11%, cotada a R$ 5,35. Na última sessão, o dólar caiu 1,07%, cotado a R$ 5,3488. 

Autoridades do Fed, antes da reunião de política monetária de dois dias desta semana, sinalizaram que o banco central pode ser paciente.

Há cerca de 90% de probabilidade de que o banco central americano mantenha as taxas inalteradas quando divulgar sua decisão de política monetária às 15h (horário de Brasília), de acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group.

Em atualização

*Com informações da Reuters

Ibovespa estende perdas com petróleo e maior aversão ao risco pós-eleição

27 October 2026 at 22:01

Depois de registrar o pior desempenho desde março de 2020, o Ibovespa prosseguiu em ajuste negativo, em um movimento de acomodação após o tombo da véspera e acompanhando a baixa do petróleo, que trouxe pressão adicional à Petrobras.

No fim da sessão, o principal índice da B3 cedeu 0,51%, aos 175.710,05 pontos, depois de tocar a mínima em 175.130,23 pontos perto do fim dos negócios. O índice segue nos menores níveis desde agosto.

Recuo do petróleo pressiona ações da Petrobras

Analistas e operadores continuam atribuindo a performance ao aumento do prêmio de risco para investir em ativos de risco em meio ao grande ceticismo com a agenda econômica do governo Lula a partir de 2027. Além disso, o dia também foi marcado pelo recuo de 1,20% do petróleo Brent - referência para a Petrobras - para US$ 109,41 o barril. Na combinação de fatores, a estatal teve baixa de 2%.

Além da desconfiança sobre a agenda fiscal, há dúvidas também sobre os nomes que vão compor ministérios e a articulação política necessária com um Congresso muito mais alinhado à direita.

"A governabilidade é um tema relevante, é um processo delicado com o Congresso mais à direita e vai demandar aliança grande com o Centrão", afirma o estrategista da Empiricus, Matheus Spiess. "O mercado ainda estará sensível e de olho nos novos sinais da nova equipe econômica. Isso faz com que negociemos de forma deslocada do exterior."

Outras grandes ações além da Petrobras seguiram no campo negativo no dia, caso dos grandes bancos, como Itaú e Bradesco, que tiveram perdas acima de 1% no pregão. Profissionais reforçam que a queda desses papéis dão o tom do ajuste de carteiras que ainda está em curso, especialmente no caso dos estrangeiros, na renda variável local.

"O fluxo estrangeiro também continua sendo um ponto importante. Depois do movimento recente, esse capital não tende a sair de uma só vez, inclusive pela própria liquidez do mercado. Por isso esse processo de reposicionamento pode acontecer de forma mais gradual", afirma o analista de investimentos do Andbank, Fernando Bresciani.

Investidores estrangeiros seguem ajustando posições na Bolsa

O mercado de ações também não acompanhou o alívio visto no dólar e nos juros futuros porque um eventual cenário de política monetária mais restritiva, como eventual consequência de um cenário fiscal menos austero e de poucos sinais de melhora, leva o mercado a confiar menos numa recuperação das ações, avalia o fundador da Akros Consultoria, Glauber Sá.

"A bolsa não acompanhou o alívio do câmbio e dos juros, porque o investidor de ações passou a considerar juro alto por mais tempo e a queda de expectativa de crescimento de lucros. Depois de uma queda de quase 14%, o preço parece baixo, mas pode permanecer nesse patamar por bastante tempo, já que o cenário mudou", diz.

Segundo o estrategista global da Avenue, Fernando Saad Benati, movimentos técnicos intensificaram as perdas da véspera e o encerramento de posições acaba forçando um efeito bola de neve. "Os próximos dias serão cruciais para entendermos qual será a nova aposta do mercado e qual cenário passará a ser precificado" afirma.

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© NE10

O Ibovespa é um índice que reflete o desempenho das ações das empresas mais negociadas na Bolsa de Valores brasileira (B3)

Dólar cai quase 1%, e Ibovespa recua após tombo eleitoral

Logo Agência Brasil

O mercado financeiro apresentou movimentos de acomodação nesta terça-feira (27), após a forte reação da véspera à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dólar fechou em queda próxima de 1% e ficou abaixo de R$ 5,35. A bolsa recuou cerca de 0,5%.

A sessão foi marcada pela correção cambial após a disparada da véspera e pela continuidade das perdas na bolsa, em meio às incertezas sobre a política econômica do próximo mandato, como a falta de definição do próximo ministro da Fazenda.

Notícias relacionadas:

Principais números
  •     Dólar: R$ 5,349 (-1,07%);
  •     Mínima do dólar: R$ 5,316, por volta das 10h45;
  •     Dólar em 2026: queda acumulada de 2,55%;
  •     Ibovespa: 175.710,05 pontos (-0,51%);
  •     Petróleo tipo Brent: US$ 109,41 o barril (-1,20%).

Câmbio

O dólar à vista encerrou o pregão em baixa de 1,07%, a R$ 5,349, após subir mais de 8% na segunda-feira (26), quando a moeda estadunidense registrou sua maior alta diária desde janeiro de 1999.

A divisa recuou ao longo de toda a sessão e chegou à mínima de R$ 5,316 pela manhã. O movimento refletiu um ajuste de posições após a forte valorização anterior, provocada pela reação dos investidores ao resultado eleitoral. Em 2026, o dólar acumula queda de 2,55%.

Na véspera, o dólar havia avançado em meio à revisão de apostas que consideravam a vitória do senador Flávio Bolsonaro e às preocupações com a condução da política fiscal no novo mandato de Lula.

Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reafirmou que o governo pretende perseguir o centro da meta fiscal e que a proposta será discutida com o Congresso Nacional.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, também afirmou que a instituição poderá atuar no mercado cambial caso identifique disfuncionalidades.

No cenário internacional, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas, subia cerca de 0,35% no fim da tarde, movimento contrário ao observado no mercado brasileiro.

Ibovespa

O Ibovespa fechou em baixa de 0,51%, aos 175.710,05 pontos, prolongando o movimento negativo após o tombo de quase 14% registrado na segunda-feira (26).

A queda ocorreu mesmo com a recuperação do câmbio, em uma sessão marcada pela continuidade dos ajustes nas carteiras de investimentos e pela cautela diante das perspectivas econômicas para o próximo mandato presidencial.

Entre os fatores que pressionaram a bolsa esteve o recuo de 1,20% do petróleo Brent, referência internacional para a commodity, que encerrou a US$ 109,41 o barril. As ações da Petrobras, com maior peso no Ibovespa, caíram 2%.

Com o novo recuo, o Ibovespa permaneceu nos menores níveis desde agosto, enquanto investidores aguardam definições sobre a equipe econômica e os próximos passos da política fiscal do governo.

* Com informações da Reuters

Dólar abre em queda após disparar 8% na sessão anterior

27 October 2026 at 12:13

O dólar abriu em baixa ante o real nesta terça-feira (27), depois de ter disparado mais de 8% na sessão anterior e ter a maior alta diária em 23 anos.  Às 09h (de Brasília), a moeda americana tinha queda de 0,20%, cotada a R$ 5,3960.

O avanço do dia anterior foi sustentado pela reação negativa do mercado à reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que agora segue para o seu quarto mandato e se tornou o presidente mais votado da história.

Na segunda (26), o dólar disparou 8,36% frente ao real, fechando a R$ 5,4066. A moeda americana chegou a superar R$ 5,60 durante a manhã, mas desacelerou a alta ao longo do pregão. O avanço foi o maior desde 5 de março de 2003, quando o dólar subiu 10,4%.

O valor de fechamento ainda foi o mais alto desde 2 de janeiro deste ano.

Em atualização

*Com informações da Reuters

Ibovespa tomba 13% após circuit breaker com inesperada reeleição de Lula

26 October 2026 at 23:37

A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva rompeu com a expectativa do mercado financeiro de troca de governo e provocou uma correção acentuada nesta segunda-feira, 26. O Ibovespa fechou no menor nível de preço desde 31 de agosto, após ter presenciado o primeiro circuit breaker em seis anos pela manhã, quando tombou mais de 17% na mínima intradia.

Com o desenrolar do pregão, o índice se afastou das mínimas do dia e fechou em queda de 13,88%, aos 176.608,23 pontos. O giro financeiro somou R$ 88,6 bilhões, bem acima da média diária de cerca de R$ 25 bilhões. As ações cíclicas, como Magazine Luiza (-58,23%), lideraram a ponta negativa, na esteira do avanço de 250 pontos-base das taxas de juros futuras. Já exportadoras, como Suzano (+10%) se beneficiaram da alta de 8% do dólar, a R$ 5,40.

Operadores destacam que a correção foi mais firme na primeira etapa do pregão por conta de um ajuste de preços. Agora dizem aguardar confirmações sobre a equipe econômica. Mais do que isso, aliás, é o quanto tais nomes poderão fazer em termos de ajuste fiscal.

A queda do Ibovespa nesta segunda é basicamente reflexo da quebra de expectativa, avalia o especialista em renda variável da AVIN, Heitor de Nicola. "Quando temos eleição com algo inédito e com quebra de expectativa desse tamanho, é natural que haja uma correção dessa projeção", afirma, notando que o mercado tinha se embasado no resultado do primeiro turno - em que Flávio Bolsonaro (PL) liderou os votos - para montar posições de compra. "Nunca na história havia tido uma virada, sempre quem liderava o primeiro turno era eleito", aponta.

Com a queda desta segunda, o Ibovespa apagou os ganhos de outubro e passou a cair 5,22% no acumulado mensal. Em 2026, o índice reduziu a alta para 9,61%.

Para o analista da AGF, Pedro Galdi, "a gordura gerada no período do 'oba-oba' do trade eleitoral secou e novas quedas podem ainda se materializar nos próximos pregões, caso o governo não sinalize uma equipe de governo coerente e uma nova postura em relação a gastos públicos, metas de inflação, reformas e relacionamento internacional".

O governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT), aparece como principal nome para o Ministério da Fazenda, segundo apurou o Broadcast Político. O Estadão também cita o vice-presidente Geraldo Alckmin como possibilidade. Ambos são vistos como nomes com histórico positivo junto ao mercado e empresariado, mas as apurações não chegaram a fazer preço por enquanto.

Para o estrategista-chefe da Sincra, Gustavo Cruz, Fonteles é um excelente nome, pois "possui histórico muito positivo na secretaria da Fazenda do Piauí e no governo". O risco, contudo, seria ter boas ideias, mas "repetir Haddad no final de 2024, em que anúncios foram feitos, mas não foram entregues".

Outra fonte disse que Alckmin é visto como mais moderado e próximo do empresariado, também sendo um nome que pode agradar ao mercado.

Já o VXBR, versão brasileira do índice de volatilidade VIX, desabou mais de 38% nesta segunda-feira. Cruz avalia que "com o resultado da eleição, desaparece uma importante fonte de incerteza e o prêmio elevado embutido nas opções antes do evento é rapidamente retirado". Assim, indica que a volatilidade implícita esperada para o Ibovespa nos próximos 30 dias caiu.

© Werther Santana/Estadao

O Ibovespa iniciou, nesta segunda-feira, 26, uma semana sob forte pressão após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

Dólar sobe 8,21%, e bolsa cai 13,88% após reeleição de Lula

Logo Agência Brasil

O mercado financeiro brasileiro teve um dia de forte turbulência nesta segunda-feira (26), após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições presidenciais.

O dólar fechou em alta de 8,21%, a R$ 5,403. O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, recuou 13,88% e atingiu os 176.608,23 pontos. Durante a manhã, a bolsa acionou o mecanismo de circuit breaker, que interrompe temporariamente as negociações diante de quedas acentuadas.

Notícias relacionadas:

Principais números do dia:
  • Dólar: R$ 5,403 (+8,21%);
  • Máxima do dólar: R$ 5,6049 durante a manhã;
  • Ibovespa: 176.608,23 pontos (-13,88%);
  • Mínima do Ibovespa: 169.516,43 pontos, recuo superior a 17%.
  • Dólar em outubro: alta acumulada de 4,40%.
  • Ibovespa em outubro: queda acumulada de 5,22%.
  • Ibovespa em 2026: valorização acumulada de 9,61%.

Dólar tem disparada histórica

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 8,21%, cotado a R$ 5,403. Foi a maior valorização percentual diária da moeda americana desde 13 de janeiro de 1999, período marcado por mudanças no regime cambial brasileiro.

Durante a manhã, a divisa chegou a R$ 5,605, ultrapassando a marca de R$ 5,60. Ao longo do dia, porém, perdeu força e recuou para a faixa de R$ 5,40, em um movimento de realização de lucros (venda de dinheiro para embolsar ganhos) e entrada de recursos de exportadores que aproveitaram a alta para internalizar divisas.

O resultado eleitoral alterou as posições que investidores haviam montado antes da votação. Parte do mercado esperava a vitória de Flávio Bolsonaro, que havia liderado o primeiro turno, e precisou ajustar suas estratégias após a confirmação da reeleição de Lula.

O Tesouro Nacional também atuou no mercado por meio da recompra de títulos públicos. Apesar da disparada diária, a moeda estadunidense ainda acumulava queda de 1,57% em 2026.

Bolsa registra forte queda

O Ibovespa fechou em baixa de 13,88%, aos 176.608,23 pontos, no menor nível de fechamento desde 31 de agosto. O resultado representou a maior queda diária desde março de 2020, período marcado pelo início da pandemia de covid-19.

Durante a manhã, o índice chegou a recuar mais de 17%, atingindo 169.516,43 pontos. A intensidade da queda levou à ativação do circuit breaker, mecanismo utilizado pela bolsa para interromper temporariamente as negociações em momentos de forte desvalorização.

O volume financeiro movimentado no pregão foi de R$ 88,6 bilhões, muito acima da média diária de aproximadamente R$ 25 bilhões.

Com o resultado da sessão, o Ibovespa eliminou os ganhos acumulados em outubro e passou a registrar queda de 5,22% no mês. No acumulado de 2026, o índice manteve valorização de 9,61%.

*Com informações da Reuters

Índice de Small Caps fecha com queda de 26,9% após eleição

26 October 2026 at 21:04

O índice de Small Caps, que engloba as empresas com menor capitalização de mercado na B3, marcou queda de 26,9% no fechamento de desta segunda-feira (26). 

O resultado reflete a aversão ao risco dos investidores após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa à Presidência da República, neste domingo (25).  

O Ibovespa, principal índice do mercado brasileiro, encerrou a sessão com perda de 13,8%, aos 176.608 pontos – o pior desempenho desde a pandemia da Covid-19, em 2020.  

O índice de Small Caps vinha em um movimento de alta após o resultado do 1º turno, quando valorizou 10% após o início do pregão da B3.  

As small caps são empresas listadas na Bolsa de Valores que são consideradas com baixo valor de mercado. Essa categoria apresenta menor liquidez e um volume menor de  negócios por dia.  

As small caps tendem também a serem mais voláteis que as empresas de grande porte.  

Por se tratarem de empresas em crescimento, as small caps podem apresentar um potencial de retorno acima das outras empresas já consolidadas. Mas, também oferecem o risco de não se desenvolverem e acabarem quebrando.  

O índice de small caps da B3 trata-se de um indicador de desempenho médio das cotações das empresas. Atualmente, o índice conta com empresas como Alpargatas, Brava, Copasa e Minerva. 

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