Primeira-dama negociou um cessar-fogo localizado entre a Rússia e a Ucrânia, que deverá entrar em vigor na quinta-feira na cidade de Oleshky. A Casa Branca anunciou hoje que a primeira-dama norte-americana, Melania Trump, negociou um cessar-fogo localizado entre a Rússia e a Ucrânia, que deverá entrar em vigor em 29 de outubro na cidade de Oleshky. Segundo um comunicado da Presidência norte-americana, a trégua destina-se a permitir a entrada de ajuda humanitária e a retirada de civis daquela cidade afetada pela guerra. A Casa Branca explicou que Melania Trump tomou a iniciativa de estabelecer os contactos e que, juntamente com
Thomas Markle Sr nega as alegações, que considera “mentiras doentias”. A duquesa de Sussex cortou relações com o pai há oito anos e impediu-o de conhecer os netos
Francis Fukuyama alerta: o atual presidente dos EUA é “o maior perigo” para a democracia do próprio país. “É o maior perigo para a democracia dos EUA”. Esse maior perigo é o seu presidente, Donald Trump. O politólogo norte-americano Francis Fukuyama considera que a resistência ao trumpismo começou a ganhar expressão nos Estados Unidos, mas alerta para os riscos que a presidência de Donald Trump representa para as instituições democráticas. Numa entrevista ao Handelsblatt, o professor da Universidade de Stanford manifesta preocupação com o futuro da democracia norte-americana, sobretudo perante a possibilidade de uma derrota republicana nas eleições intercalares de
Começou em França, em setembro, com os estudantes do secundário na rua. Desde então, juntaram-se-lhes jovens em pelo menos outros sete países europeus. “Estamos fartos de tudo”. Jovens espanhóis e portugueses montaram tendas nas capitais para protestar contra as rendas altas. Franceses e italianos marcharam por melhores condições nas escolas, em manifestações manchadas por saques. Na Grécia, pede-se mais dinheiro para as universidades; na Albânia, os jovens entraram em confrontos com a polícia depois de se juntarem a protestos anti-corrupção contra um governo que acusam de lhes travar o futuro. As exigências mudam de país para país, mas há um
Trump pretende obter uma indemnização de 10 mil milhões de dólares. Juíza ordenou que compareça em tribunal, sob pena de sanções, que podem ir até à anulação do processo
O Presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou esta quarta-feira que contactou Sundar Pichai, CEO da Google, para lhe propor a alteração do nome do oceano Atlântico para “Oceano das Américas” ou “Oceano Trump” no Google Maps. Durante um comício na Carolina do Sul, Trump referiu ter ponderado atribuir o seu nome ou a designação “América” a um dos dois oceanos que banham os EUA — o Atlântico e o Pacífico. “Falei com um tipo brilhante, o Sundar. Ele dirige toda a Google”, disse Trump, referindo-se ao CEO da empresa. O presidente também se referiu a Sergey Brin, cofundador da Google,