Em causa estão alegadas irregularidades nos contratos dos correspondentes internacionais, que os Órgãos Representativos dos Trabalhadores dizem ser uma tentativa de ingerência na esfera editorial.
Luísa Meireles afirmou ter recebido um email a indicar que "o CA tinha decidido contratar a jornalista X (para Bruxelas), pelo que estava disponível para receber uma proposta da Direção de Informação para a contratação dessa jornalista"