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Lula vence Flávio Bolsonaro com 70,5% dos votos na China continental

25 October 2026 at 18:46

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu o segundo turno da eleição presidencial entre os brasileiros que votaram na China continental, neste domingo (25), com 70,5% dos votos totais. O senador Flávio Bolsonaro (PL) recebeu 25,2%. A votação ocorreu em Pequim, Xangai e Cantão, sem incluir Hong Kong.

Lula recebeu 375 votos, enquanto Flávio somou 134. Também foram registrados dois votos em branco e 21 nulos, que representam 4,3% do total. Ao todo, 532 brasileiros compareceram às urnas, cerca de 23% a mais do que no primeiro turno, quando 432 eleitores votaram.

O comparecimento aumentou apesar da abstenção continuar elevada. Dos 1.503 eleitores aptos nas três cidades, 64,6% não votaram, ante 71% na primeira rodada.

Resultado por cidade

Em Xangai, cidade com o maior eleitorado brasileiro na China continental, Lula recebeu 182 votos, equivalentes a 68,9% do total. Flávio teve 66 votos, ou 25%. Dos 740 eleitores aptos, 264 compareceram às urnas.

Em Pequim, Lula alcançou sua maior vantagem proporcional, com 126 votos, ou 84,6%. Flávio recebeu 22 votos, equivalentes a 14,8%. A capital chinesa registrou o maior comparecimento proporcional entre as três cidades, com 149 dos 344 eleitores aptos, o equivalente a 43,3%.

Em Cantão, Flávio obteve seu melhor resultado, com 46 votos, ou 38,7%. Lula recebeu 67 votos, correspondentes a 56,3%. Dos 419 eleitores aptos, 119 participaram da votação, com comparecimento de 28,4%.

Os resultados foram apurados a partir dos boletins de urna das três cidades e abrangem exclusivamente a China continental.

Comparação com o primeiro turno

Na primeira rodada, Lula também venceu na China continental, com 62% dos votos totais, contra 23% de Flávio. O petista recebeu 268 votos, enquanto o senador somou 98.

Na ocasião, 432 brasileiros votaram nas três cidades, em um universo de aproximadamente 1.500 eleitores aptos. A abstenção chegou a 71%.

A comparação indica crescimento da votação de Lula e de Flávio em números absolutos, além do aumento da participação dos eleitores brasileiros na segunda rodada.

Voto no exterior

A votação para presidente e vice-presidente da República no exterior foi organizada pela rede diplomática brasileira. Na China, as urnas foram abertas às 8h de domingo (25), no horário local, equivalente às 21h de sábado (24), em Brasília.

Os brasileiros com domicílio eleitoral no país puderam votar em Pequim, Xangai e Cantão, além de Hong Kong, região administrativa especial chinesa.

A China reúne 2.189 eleitores brasileiros cadastrados, segundo os dados apresentados no levantamento. Desse total, 55% são homens. Eleitores com ensino superior completo representam 49%, e a faixa etária mais numerosa é a de 40 a 44 anos, seguida pela de 25 a 29 anos.

Em todo o exterior, 918,9 mil brasileiros estavam aptos a votar. O eleitorado brasileiro fora do país supera o número de eleitores de Roraima, Amapá e Acre. Nessas localidades, o voto no exterior é permitido apenas para os cargos de presidente e vice-presidente.

Os Estados Unidos concentram o maior número de eleitores brasileiros no exterior, com 265,4 mil, seguidos por Portugal, com 134,8 mil, e Japão, com 88,4 mil.

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Primeiro filme de IA da China chega às salas. Estão vazias

By: AFP
25 October 2026 at 18:30
Nem no maior viveiro mundial de vídeos feitos por IA as pessoas estão dispostas a pagar bilhete para a ver. O primeiro filme chinês inteiramente gerado por inteligência artificial estreou  na sexta-feira, no que promete ser um teste difícil nas bilheteiras para a indústria tecnológica em expansão do país. Mas a venda antecipada de bilhetes está a ficar aquém do esperado. Segundo a plataforma de bilhetes Maoyan, estão marcadas para sexta-feira mais de 10.000 sessões do thriller de ficção científica “Sanxingdui: Future Past“. A recetividade do público tem sido reduzida. As receitas do filme aproximavam-se dos 290.000 yuans (38 mil

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Nem no maior viveiro mundial de vídeos feitos por IA as pessoas estão dispostas a pagar bilhete para a ver. O primeiro filme chinês inteiramente gerado por inteligência artificial estreou  na sexta-feira, no que promete ser um teste difícil nas bilheteiras para a indústria tecnológica em expansão do

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I Mentioned Taiwan, but I Didn’t Get Away With It!

25 October 2026 at 13:00

On a lecture tour of China, John Macnab finds that even one slide mentioning Taipei is enough to get organisers sweating and warning of consequences for his hosts. If this is his last column, you'll know what has happened.

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A TSMC está a tentar escapar ao aperto chinês nas terras raras

By: ZAP
25 October 2026 at 12:15
Os controlos de exportação impostos por Pequim ameaçam a produção dos semicondutores mais avançados do mundo. Uma eventual escassez de componentes pode afetar setores estratégicos, da inteligência artificial à defesa. A solução: motores sem terras raras. A taiwanesa TSMC está a estudar alternativas aos componentes de terras raras no equipamento das suas fábricas, disseram à Reuters três pessoas a par do assunto. O objetivo é reduzir o risco de que os controlos de exportação de Pequim perturbem as operações nas unidades que fabricam os chips mais avançados do mundo. Esta decisão, noticiada agora pela primeira vez, mostra como o domínio

Pentagon designates Chinese cultural centers national security threat

By: aletho
25 October 2026 at 06:01
RT | October 24, 2026

The Pentagon has designated cultural programs linked to China’s Confucius Institute as a national security threat, according to US Secretary of War Pete Hegseth. He claims that the centers, which largely offer Chinese language courses on American college and university campuses, serve as a front for Beijing’s “propaganda” campaign – an allegation Chinese officials have previously denied.

In a video posted on Facebook on Friday, Hegseth said that while the US Congress had previously “banned” the Confucius Institutes from American educational institutions, they “came back disguised in new forms” and under new names.

Hegseth was apparently referring to several measures passed by Congress in recent years that stripped universities that hosted Confucius Institutes of federal funding. The pressure from the lawmakers has led to the closure of multiple centers on US soil.

According to Hegseth, over the past two months, the Department of War has “systematically dismantled” 80 new Chinese-backed cultural centers across 30 universities, adding “these sleeper organizations to our list of institutions that threaten our national security.”

The official alleged that the targeted entities had sought to “steal intellectual property and to infiltrate the minds of American students,” but stopped short of providing any concrete evidence.

Back in 2020, the US Department of State designated Confucius Institutes as a “foreign mission of the People’s Republic of China,” requiring the institutions to regularly provide information regarding their Chinese personnel, recruitment, funding, and operations to the US government. The US Department of State characterized the China-funded cultural centers as “part of Beijing’s multifaceted propaganda efforts.”

Later that year, then-US Secretary of State Mike Pompeo alleged that the centers were working to recruit “spies and collaborators” at US colleges, and expressed hope that “we will get them all closed out.”

China’s Foreign Ministry at the time accused Pompeo of deliberately undermining cultural and educational exchanges “by discrediting Confucius Institutes… [out of] ideological bias and political expediency.”

Beijing urged Washington to “abandon the Cold War zero-sum mentality… [and to] stop interfering with normal people-to-people and cultural exchanges.”

Confucius Institutes have similarly come under government pressure in several other Western countries in recent years.

Last year, Australian media reported that six local universities had shut down Beijing-backed cultural centers amid government scrutiny, reducing the number of such entities in the country by half.

In 2020, several media outlets, including The Times, claimed that Sweden had become the first European nation to close all Confucius Institutes and related classrooms.

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