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Documental argentino sobre guerra en Vietnam a festival internacional

26 October 2026 at 22:36

Buenos Aires, 26 oct (Prensa Latina) La creadora Preve Films anunció hoy que el documental “Un precio que tenemos que pagar”, dirigido por el cineasta argentino Ricardo Preve, participará en la Competencia Internacional del 41mo Festival Internacional de Cine de Mar del Plata.

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Alte recebe encontro dedicado ao papel da mulher na agricultura e no desenvolvimento local

26 October 2026 at 21:19

Iniciativa inspira-se no Ano Internacional da Mulher Agricultora e decorre a 3 de dezembro, com participação gratuita A Escola Profissional de Alte promove, no dia 3 de dezembro de 2026, o Encontro sobre o Papel da Mulher na Agricultura e no Desenvolvimento Local, uma iniciativa que se inspira nas comemorações do Ano Internacional da Mulher […]

Transportistas dominicanos apoyan reparación de iglesia en Bayaguana

26 October 2026 at 21:56

Santo Domingo, 26 oct (Prensa Latina) La preservación del patrimonio religioso y cultural de República Dominicana recibe hoy un nuevo impulso con la reparación del campanario de la iglesia San Juan Bautista, en Bayaguana, provincia de Monte Plata.

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El Liceu reubica las funciones previstas para el 11 de noviembre, día de la huelga general

26 October 2026 at 18:52
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La ópera I Capuleti e i Montecchi prevista para el próximo 11 de noviembre en el Gran Teatre del Liceu de Barcelona, se representará finalmente el día 12 de noviembre a las 19:30h con motivo de la huelga general convocada en todo el país.

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Alte recebe encontro dedicado ao papel da mulher na agricultura e no desenvolvimento local

26 October 2026 at 18:31

Iniciativa inspira-se no Ano Internacional da Mulher Agricultora e decorre a 3 de dezembro, com participação gratuita

A Escola Profissional de Alte promove, no dia 3 de dezembro de 2026, o Encontro sobre o Papel da Mulher na Agricultura e no Desenvolvimento Local, uma iniciativa que se inspira nas comemorações do Ano Internacional da Mulher Agricultora.

Declarado pelas Nações Unidas para 2026, o Ano Internacional da Mulher Agricultora procura dar visibilidade ao papel essencial das mulheres nos sistemas agroalimentares, da produção ao comércio, um contributo muitas vezes pouco reconhecido.

Neste contexto, o seminário pretende contribuir para a redução das diferenças de género na agricultura, para a melhoria dos meios de subsistência das mulheres nos territórios rurais e para incentivar a fixação de mulheres, em particular das mais jovens, no setor, reconhecendo o seu contributo para o desenvolvimento local.

O encontro reunirá agricultoras(es), investigadoras(es), técnicas(os), dirigentes, estudantes e membros da comunidade, num espaço de reflexão, inspiração e partilha de conhecimento e experiências. Pretende ainda valorizar o papel das mulheres na preservação dos saberes locais e na construção de comunidades mais fortes e sustentáveis.

O programa inclui comunicações, testemunhos na primeira pessoa e momentos de debate, culminando com uma visita à Quinta do Freixo. Pretende-se, assim, promover o diálogo entre tradição, inovação e desenvolvimento sustentável dos territórios rurais.

Para aceder ao programa, clique aqui. A participação é gratuita, mas implica uma inscrição clicando aqui.

Com esta iniciativa, os promotores convidam todos a conhecer histórias de dedicação, inovação e futuro que inspiram todas as gerações, pelo que para mais informações, deve contactar pelo e-mail: epalte@epalte.pt , ou pelo telefone +351 289 478 100 (custo de chamada local).

Durval Lelys anuncia novas edições da Trivela em Salvador

26 October 2026 at 19:55
Quando a caravela entrou na arena do Centro de Convenções Salvador, a Trivela deixou de ser saudade. No alto da embarcação, Durval Lelys reencontrou os foliões de abadá que voltavam a cantar e pular atrás do trio. Era a cena que muitos esperaram anos para viver novamente, ao som de sucessos que embalaram amizades, amores e tantos Carnavais. Expectativa e emoção marcaram a espera pela entrada da Trivela na arena do Centro de Convenções Salvador. - Foto: Victor Mascarenhas Com ingressos esgotados, a edição de sábado, 24, teve mais de quatro horas ininterruptas de música. Ao fim da apresentação, Durval deu ao público um novo motivo para celebrar: anunciou novas edições da festa em Salvador. “A Trivela voltou para ficar! Estou realizado e muito feliz com o resultado do que estamos vivendo aqui hoje. A Trivela Salvador é uma realidade e está comprovado que esta é a primeira de muitas que vêm por aí”, declarou.Clássicos do Asa e encontro com Biel BritoNo repertório, Durval revisitou sucessos que marcaram sua trajetória com o Asa de Águia, como “Quebra Aê”, “Tôa Tôa”, “Dança do Vampiro”, “Pra Lá de Bragadá”, “Vale Night”, “Não Tem Lua”, “Manivela” e “Sonho de Amor”.As fantasias também fizeram parte da festa. Foliões vestidos de vikings incorporaram o abadá aos figurinos e levaram para a arena uma brincadeira que dialoga com o humor e os personagens presentes na carreira de Durval. Foliões combinaram abadás e fantasias de vikings para celebrar o retorno da Trivela a Salvador. - Foto: Victor Mascarenhas A apresentação teve ainda a participação de Biel Brito, que cantou ao lado do anfitrião. Anunciado em julho como sucessor de Felipe Pezzoni na Banda Eva, o artista assumirá os vocais do grupo após o Carnaval de 2027.Ao falar sobre a retomada, Durval destacou as relações que se constroem em torno da música baiana. “O Axé Music é uma força muito grande, em que o alto-astral, a brincadeira, o amor, a paquera e o relacionamento humano são praticados intensivamente. É disso que a gente precisa muito hoje em dia”, afirmou.A caravela que percorreu o paísCriada em 1998, em Arraial d’Ajuda, no sul da Bahia, a Trivela ganhou projeção nacional com o Asa de Águia e um formato que se tornou sua marca: um trio em forma de caravela, puxado por trator, que circula em meio ao público. O trio em formato de caravela se tornou a marca da Trivela em suas passagens pelo país. - Foto: Victor Mascarenhas A experiência de acompanhar o artista em movimento consolidou a festa no circuito dos Carnavais fora de época nos anos 2000. Essa trajetória foi registrada em um documentário lançado em 2011.A retomada nacional começou em 2025, com apresentações em Natal e no Rio de Janeiro. Neste ano, a festa passou por Belém e João Pessoa antes de chegar à cidade natal do cantor, com uma nova estrutura visual e tecnológica.Realizada pela Oquei Entretenimento e pela 2GB Entretenimento, a edição de Salvador preservou a proximidade entre artista e foliões. Segundo Durval, a realização em área privada permite reviver a dinâmica dos antigos circuitos com mais conforto e segurança.

Moguer acoge desde este lunes el 'Congreso Internacional Zenobia Camprubí, Juan Ramón Jiménez y el 27'

26 October 2026 at 19:46
El congreso, que conmemora el 70 aniversario de la concesión del Nobel de Literatura a Juan Ramón Jiménez y del fallecimiento de su esposa Zenobia Camprubí, tiene como objetivo profundizar en la influencia de Zenobia y Juan Ramón en la Generación del 27

Primera jornada del 'Congreso Internacional Zenobia Camprubí, Juan Ramón Jiménez y el 27' en Moguer.

Fernando Eimbcke: “En su Macondo Park, Shakira debería haber puesto un cine”

26 October 2026 at 19:21
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Fernando Eimbcke (Ciudad de México, 1970) revolucionó el cine mexicano con Temporada de patos (2004), lacónica comedia que retrataba el tedio adolescente. Similar en el tono y en el blanco y negro, la recién estrenada Moscas podría ser su hermana mayor: “una hermana más madura y valiente en su manera de aproximarse al dolor. Con Vanessa Garnica, mi coguionista, recordamos aquella frase de Oscar Wilde: donde hay dolor, hay un lugar sagrado”, confirma Eimbcke, hablando de ese filme donde el dolor se multiplica por tres: un hombre tiene a su mujer en el hospital, enferma de cáncer, y se aloja, con su hijo de nueve años, en casa de una mujer adusta con sus propias heridas. 

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‘Aknaten’, Susanna Mälkki, Lise Davidsen o Xabier Anduaga, premios Amics del Liceu

26 October 2026 at 18:59
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Los Premios de la Crítica Operística de Catalunya que desde hace 32 años otorga Amics del Liceu reconocen en esta ocasión (relativa a la temporada 2025-2026) a Akhnaten, de Philip Glass, como Mejor representación, y a Laurent Pelly, por la dirección de escena de Falstaff , ambas en el Liceu. Tristan und Isolde le vale al coliseo lírico otros dos galardones: el de Mejor dirección musical, a Susanna Mälkki, y el de Mejor cantante femenina, a la soprano Lise Davidsen por este sonado debut de rol que fue seguido por medios internacionales. 

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Podcast “Isto é Juventude” dá voz aos jovens algarvios e ultrapassa 43 mil visualizações

26 October 2026 at 18:48

Através de entrevistas dedicadas aos percursos, projetos e ambições dos jovens algarvios, o programa “Isto é Juventude”, apresentado por Alexandre Graça, tem vindo a destacar temas como o associativismo, o desporto e a participação na sociedade. Estreado a 15 de setembro de 2026, o podcast, que conta também com transmissão televisiva, já ultrapassou as 43 mil visualizações no Instagram.

A iniciativa pretende dar a conhecer uma geração de algarvios que estuda, trabalha, empreende e participa ativamente na vida da região, proporcionando um espaço de partilha de experiências e reflexão sobre os desafios que enfrenta.

Alexandre Graça fala com Margarida Tavares, ligada à MOJU – Movimento Juvenil de Olhão

Com presença em diferentes plataformas digitais, o projeto procura chegar a públicos diversificados e mostrar o contributo da juventude para o desenvolvimento social e cultural do Algarve.

Podcast reúne jovens ligados ao associativismo, desporto e participação cívica

Desde a estreia, o “Isto é Juventude” tem recebido convidados com percursos distintos, permitindo abordar diferentes áreas de atividade e formas de participação na comunidade.

Entre os participantes encontram-se Tomás Silva, presidente da Associação Académica da Universidade do Algarve, Guilherme Mestre, ciclista da equipa Team Tavira, e Margarida Tavares, ligada à MOJU – Movimento Juvenil de Olhão.

Através destas conversas, o programa tem abordado questões relacionadas com o associativismo académico, a prática desportiva e o envolvimento dos jovens em iniciativas que contribuem para a dinamização da região.

Para Alexandre Graça, o objetivo passa por criar um espaço onde diferentes experiências possam ser partilhadas e reconhecidas.

“Há jovens com histórias que merecem ser ouvidas. Há talento, iniciativa e capacidade em todas as áreas, e acredito que é importante criar espaços para dar a conhecer essas pessoas e aquilo que estão a construir”, afirma o apresentador.

Programa ultrapassa 43 mil visualizações no Instagram

A presença digital do “Isto é Juventude” tem contribuído para a divulgação das entrevistas e dos projetos apresentados ao longo dos primeiros episódios.

Desde o lançamento, os conteúdos publicados no Instagram ultrapassaram as 43.384 visualizações, enquanto no Facebook registaram até 10.185 visualizações.

Alexandre Graça entrevista Guilherme Mestre, ciclista da equipa Team Tavira

No TikTok, o vídeo mais visto do programa alcançou 18.500 visualizações, demonstrando a circulação dos conteúdos em diferentes redes sociais.

Estes resultados, divulgados pelo projeto, refletem o alcance inicial do podcast e a aposta na utilização das plataformas digitais para dar a conhecer histórias de jovens algarvios.

A combinação entre transmissão televisiva e presença online permite que as entrevistas cheguem a diferentes públicos, alargando a divulgação dos temas abordados no programa.

Iniciativa pretende continuar a divulgar talento e projetos do Algarve

O “Isto é Juventude” pretende dar continuidade às entrevistas com jovens de diferentes áreas, valorizando experiências pessoais, percursos académicos, iniciativas empreendedoras e formas de participação na sociedade.

Através deste formato, Alexandre Graça procura mostrar diferentes perspetivas sobre o presente e o futuro do Algarve, dando espaço às ideias, aos projetos e às ambições de uma nova geração.

O programa pretende ainda contribuir para uma representação mais diversificada da juventude algarvia, destacando o papel dos jovens na construção e transformação da região.

Os episódios podem ser acompanhados nas plataformas digitais do “Isto é Juventude”, nomeadamente no YouTube e na página de Instagram.

O programa é produzido pela Conectv Algarve e transmitido quinzenalmente, às terças-feiras, às 18:00, ficando os episódios disponíveis no YouTube e nas redes sociais da Conectv Algarve.

Leia também: Ciclista de Tavira conclui volta ao mundo em bicicleta e tem receção emocionante no regresso a casa

Los Museos Vaticanos llegan a Barcelona con los artistas que volvieron al templo en el siglo XX

26 October 2026 at 18:11
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Un año después de ser elegido Papa, en 1963, Pablo VI se reunió con centenares de artistas en la Capilla Sixtina, bajo los frescos de Miguel Ángel. Era consciente de que, después de siglos en los que la Iglesia había ejercido un importante papel de mecenazgo con grandes pintores, pintores y arquitectos, los artistas se estaban alejando tanto de los temas religiosos como de las instituciones eclesiástica. “Tenemos necesidad de vosotros”, confesó; les pidió perdón por si en algún momento limitaron su creatividad y les tendió la mano: “Tenemos que volver a ser aliado”. Y un año más tarde volvía a enviarles un mensaje: el mundo necesita la belleza para no caer en la desesperanza.

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Olhanense Pedro Marcelino participa em livro sobre Inteligência Artificial com mais de 100 autores

26 October 2026 at 18:01

Pedro Marcelino, natural de Olhão e doutorado em Machine Learning pelo Instituto Superior Técnico, é um dos autores do livro “110 Vozes sobre IA Generativa, Bots, Agentes e Robôs – Lições e Crónicas de Uma Revolução”, uma obra dedicada aos desafios e oportunidades da Inteligência Artificial, que chega às livrarias esta terça-feira, 27 de outubro.

A publicação, uma iniciativa do ISCTE Executive Education editada pela Oficina do Livro, reúne mais de uma centena de autores de diferentes áreas profissionais e académicas, convidados a refletir sobre o impacto da Inteligência Artificial na sociedade.

Entre os temas abordados estão as transformações no mundo do trabalho, os novos modelos de aprendizagem, as questões éticas, a cidadania e os desafios que esta tecnologia coloca ao futuro.

Investigador de Olhão analisa papel da Inteligência Artificial na educação

No capítulo que assina, intitulado “O problema de Bloom foi resolvido, mas continuamos a falar de futebol”, Pedro Marcelino explora o potencial da Inteligência Artificial enquanto tutor individual, analisando as possibilidades de utilização desta tecnologia nos processos de ensino e aprendizagem.

O autor apresenta também o método que utiliza para aprender com recurso à Inteligência Artificial, defendendo uma abordagem que privilegia a compreensão e a aquisição de conhecimentos, em vez da utilização destas ferramentas apenas para obter respostas ou resumos.

“Quem pede à IA o resumo de um livro recebe um resumo. Quem a usa para aprender o livro, fica com o livro”, afirma Pedro Marcelino.

A reflexão do investigador centra-se, assim, nas possibilidades de personalização da aprendizagem através da Inteligência Artificial e na forma como estas tecnologias podem ser utilizadas para aprofundar o conhecimento.

Livro reúne líderes empresariais, académicos e especialistas

A obra integra a coleção “Vozes” do ISCTE, que inclui outras publicações dedicadas a temas de interesse social e económico, como “85 Vozes pela Liderança” e “108 Vozes pela Habitação”.

Entre os participantes encontram-se Ana Figueiredo, presidente executiva da MEO, Ricardo Martinho, presidente da IBM Portugal, e Pedro Santa Clara, professor catedrático da Nova SBE.

A publicação reúne contributos de líderes empresariais, investigadores, juristas e profissionais de diferentes setores, procurando apresentar diversas perspetivas sobre a evolução da Inteligência Artificial e as suas consequências para a sociedade.

O livro estará disponível nas livrarias a partir de 27 de outubro, numa edição da Oficina do Livro.

Pedro Marcelino desenvolve projetos ligados à tecnologia e à educação

Além da investigação académica, Pedro Marcelino está ligado à criação e ao desenvolvimento de projetos empresariais e educativos na área tecnológica.

O olhanense é fundador da xval.ai, empresa dedicada ao desenvolvimento de conteúdos educativos com recurso à Inteligência Artificial.

É também fundador da SmartRoads, uma startup que venceu o programa europeu EIT Jumpstarter 2025, distinguindo-se no âmbito de uma iniciativa de apoio ao empreendedorismo e à inovação.

O seu percurso inclui ainda a criação da TreeTree2, organização dedicada ao desenvolvimento de talentos nas áreas da Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática.

Com a participação nesta obra coletiva, Pedro Marcelino junta a sua experiência nas áreas da tecnologia e da educação às reflexões de mais de uma centena de especialistas sobre as transformações associadas à Inteligência Artificial e o seu impacto na aprendizagem e na sociedade.

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Festival Literário Utopia está de regresso a Braga para a 4.ª edição

26 October 2026 at 17:38

O Festival Literário Utopia realiza-se a partir de 13 de novembro, em Braga, com uma programação dedicada à literatura, ao pensamento e ao encontro entre diferentes linguagens artísticas, foi hoje anunciado.

Esta 4.ª edição do festival prevê uma sessão extra em Guimarães, no dia 23 de novembro, com o escritor e ator brasileiro Lázaro Ramos e o músico Dino d’Santiago, numa conversa sobre língua, identidade e memória.

A programação inclui ações de formação, “iniciativas que promovem o pensamento crítico”, numa parceria com a Associação Portuguesa de Ética e Filosofia, “conversas, apresentações de livros, jantares literários, [e] sessões de literacia financeira”, segundo comunicado da organização enviado à agência Lusa.

O festival é organizado pela consultora editorial The Book Company em parceria com a Câmara de Braga, e, este ano, realça “um crescimento de atividades para os mais novos”, sendo todos os eventos gratuitos exceto os jantares literários, no dia 18, com Fernando Ribeiro e, no dia 20, com João Tordo.

Este ano, o festival prevê organizar 45 eventos na programação infantil, incluindo sessões de histórias, leituras musicadas, apresentações de livros e oficinas criativas. O Utopia conta com o espetáculo conjunto de Sofia Vieira, do projeto Aqui Há Gato, e Rute Cancela, “que procura despertar a curiosidade, estimular a criatividade e cultivar, desde cedo, o gosto pelos livros”.

A abertura oficial está prevista para 13 de novembro, às 21:00, no Auditório do Espaço Vita, o palco central do certame, sendo antecedida por uma conversa na Livraria Centésima Página sobre três títulos de teatro: “Macbeth”, de Shakespeare, “Frei Luís de Sousa”, de Almeida Garrett, e “Casa de Bonecas”.

No dia seguinte, o Muzeu recebe o escritor Onésimo Teotónio Almeida para uma “reflexão livre sobre o ano que passou”, no âmbito do projeto “O que fica do que passa”.

A literacia financeira é uma das novidades da edição deste ano, que a organização apresenta como “a maior de sempre”, reunindo nomes da literatura, do humor e de outras áreas artísticas, entre eles, Teolinda Gersão, Valter Hugo Mãe, Ricardo Araújo Pereira, Maria do Rosário Pedreira ou Salvador Martinha.

Entre outras iniciativas, no dia 21 de novembro realiza-se uma conversa entre os escritores Francisco José Viegas e José Eduardo Agualusa, que parte de uma seleção de entrevistas do arquivo da revista Ler “para revisitar vozes da literatura”, a que se segue outra conversa segundo o mote “A importância de ler mulheres”, com as escritoras Déa Paulino, Maria do Rosário Pedreira e Teolinda Gersão, moderada pela apresentadora televisiva Ana Daniela Soares.

Ainda no dia 21 é apresentado o novo livro de Frederico Lourenço, “A Bíblia para Jovens”, que conta com a participação de Ricardo Araújo Pereira e dos sacerdotes Paulo Terroso e Rui Santiago.

À tarde, a escritora Patrícia Reis entrevista Valter Hugo Mãe, tendo como fio condutor “fotografias pessoais e de arquivo”, revisitando o percurso do autor de “O Século dos Imbecis”, saído este ano. A jornada encerra com um concerto de Manuel Cruz, no Theatro Circo, às 21:00.

No dia 22, às 14:30, no Auditório do Espaço Vita, a jornalista Maria João Costa entrevista o ator, escritor e apresentador brasileiro Lázaro Ramos.

Neste dia está ainda agendada a conversa “Língua geral do esquecimento”, entre os escritores José Eduardo Agualusa, João Tordo e o músico Dino d’Santiago, “para refletir sobre a língua portuguesa enquanto território comum entre diferentes geografias, identidades e memórias”.

O conteúdo Festival Literário Utopia está de regresso a Braga para a 4.ª edição aparece primeiro em O MINHO.

Arquiteto Siza Vieira tem 93 anos e marcou presença na apresentação da sua biografia 8 dias depois de ter colocado um pacemaker

26 October 2026 at 17:20

O arquiteto português Álvaro Siza Vieira, de 93 anos, participou na apresentação da sua biografia poucos dias depois de ter sido submetido a uma intervenção cardíaca para colocação de um pacemaker. Apesar de não ter conseguido deslocar-se a Lisboa, acompanhou a cerimónia através de uma ligação por vídeo a partir da sua residência, no Porto.

A apresentação do livro Álvaro Siza Vieira – Arquiteto de Sonhos, da autoria da jornalista Fátima Campos Ferreira, realizou-se a 19 de outubro, em Lisboa. De acordo com o portal de notícias cor-de-rosa Flash!, o arquiteto tinha sido operado oito dias antes e encontrava-se em recuperação, situação que levou a autora a explicar aos convidados os motivos da sua ausência física.

Fátima Campos Ferreira revelou outros problemas de saúde

A jornalista explicou que a intervenção cardíaca não era o único motivo que impedia Siza Vieira de viajar até Lisboa. O arquiteto tinha também contraído uma constipação e enfrentava dificuldades de mobilidade relacionadas com dores na coluna, o que tornava as deslocações particularmente exigentes nesta fase de recuperação.

Segundo a mesma fonte, Fátima Campos Ferreira esclareceu que Siza Vieira conseguia andar, embora com bastante dificuldade, e pediu compreensão para o tempo necessário à recuperação. A autora acrescentou que tinha previsto encontrar-se com o arquiteto no Porto no dia seguinte à apresentação, mantendo assim o contacto com o protagonista da obra biográfica.

Apresentação contou com dois Presidentes da República

Apesar da ausência física de Siza Vieira, a cerimónia reuniu várias personalidades da política e da cultura portuguesas. Entre os presentes estiveram o Presidente da República, António José Seguro, e o seu antecessor, Marcelo Rebelo de Sousa, que acompanharam a apresentação realizada no Campus XXI, em Lisboa, antiga sede da Caixa Geral de Depósitos.

O evento contou também com a participação de Paulo Macedo, presidente executivo da Caixa Geral de Depósitos, e de Ana Pinho, presidente da Fundação de Serralves. Na plateia encontravam-se ainda o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, Leonor Beleza, Luís Marques Mendes, Helena Roseta e outras figuras ligadas à vida pública e cultural portuguesa.

Livro nasceu de três entrevistas com o arquiteto

A obra apresentada resulta de três entrevistas realizadas por Fátima Campos Ferreira a Álvaro Siza Vieira, nas quais foram abordados o percurso pessoal, a arquitetura e as referências culturais que influenciaram o seu trabalho. O livro procura dar a conhecer não apenas os projetos pelos quais o arquiteto se tornou conhecido, mas também a forma como observa o mundo e desenvolve as suas ideias.

Conforme escreve a Flash!, a jornalista descreveu Siza Vieira como um homem de pensamento inquieto e destacou o fascínio que continua a despertar entre profissionais da arquitetura. Numa entrevista anterior ao canal NOW, recordou ainda a ligação do arquiteto ao filme Aniki Bobó, realizado por Manoel de Oliveira em 1942, cuja representação da cidade do Porto constitui uma das suas referências.

Siza Vieira recebeu o Prémio Pritzker em 1992

Nascido em Matosinhos, em 1933, Álvaro Siza Vieira é uma das principais referências da arquitetura portuguesa contemporânea. Em 1992, recebeu o Prémio Pritzker, considerado uma das mais importantes distinções internacionais da área, pelo reconhecimento do seu percurso e contributo para a arquitetura.

A sua obra inclui projetos como o Museu de Arte Contemporânea de Serralves, a Casa de Chá da Boa Nova, em Leça da Palmeira, e o Pavilhão de Portugal, construído para a Expo 98. Aos 93 anos, o arquiteto continua a ser homenageado pelo seu trabalho, tendo a apresentação da biografia reunido figuras de diferentes gerações numa cerimónia que conseguiu acompanhar à distância, apesar das limitações físicas descritas pela autora.

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Derrick Harriott, el sonido más 'crystalino' (1939-2026)

26 October 2026 at 15:29
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No es tarea fácil en un país como el nuestro, donde la música jamaicana ha sido reducida a los tópicos de Marley, rastas y marihuana, glosar la importancia de una figura como la de Derrick Harriott, un artista total que no sólo se distinguió por la elegancia de su voz, sino también por la claridad de su sonido. En Jamaica, el país con más talento musical por metro cuadrado, el que siempre ha marcado la diferencia no ha sido el cantante, que también, sino el productor, y cada uno de ellos ha distinguido por crear su propio sonido. El de Harriott, inmediatamente reconocible para el aficionado, era tan cristalino que no dudó en bautizar su propio sello como Crystal.

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Inner Circle: “O reggae é uma música de vida e a internet não substitui o toque humano”

26 October 2026 at 14:22
(DR)

Com mais de cinco décadas de carreira, os lendários jamaicanos Inner Circle continuam a provar que a paixão pela música não conhece prazo de validade. Conhecidos mundialmente por êxitos como Bad Boys e Sweat, regressaram a Portugal para mais uma atuação, trazendo consigo uma história marcada por grandes conquistas, perdas profundas e uma fidelidade inabalável às raízes do reggae. Em entrevista, falaram sobre a ligação ao público português, as memórias de uma carreira extraordinária, os desafios da era digital e a importância de preservar a autenticidade na música e nas relações humanas. 

A relação dos Inner Circle com Portugal já conta com vários anos. A banda admite ter perdido a conta às visitas, estimando que esta seja a sexta, a sétima ou talvez a oitava atuação em território nacional. Embora reconheçam uma ligação ainda limitada à cena reggae portuguesa, revelam maior proximidade com o mercado lusófono, nomeadamente com o Brasil e grupos como os Cidade Negra. A afinidade com o sul da Europa explica-se pelas semelhanças culturais e ambientais: o clima, as influências africanas e a energia das pessoas fazem-nos recordar a atmosfera das Caraíbas e da própria Jamaica. Manter a energia e a criatividade ao longo de mais de 50 anos de carreira exige, segundo os músicos, uma receita simples: concentrar-se na música, em vez de perseguir tendências passageiras. 

Para os Inner Circle, o verdadeiro sucesso não se mede pela popularidade instantânea nem pelos números nas redes sociais, mas pela capacidade de uma canção atravessar gerações e continuar a despertar emoções muito depois de desaparecerem as tendências da sua época. Esta convicção foi reforçada por um percurso que os levou a viver momentos marcantes da história do reggae. No final da década de 1970, após assinarem contrato com a Island Records, participaram no histórico concerto One Love Peace, realizado na Jamaica, em 1978, durante um período de fortes tensões políticas e sociais. A música assumiu então um papel agregador, demonstrando a capacidade de aproximar pessoas e promover a paz num ambiente marcado pela divisão e pela violência. A carreira ficou também marcada pela perda prematura de Jacob Miller, o carismático vocalista que morreu em 1980. A sua morte representou um golpe profundo para o grupo, mas o seu espírito resiliente permaneceu como inspiração para continuar. A convicção de que a jornada ainda não tinha terminado ajudou os músicos a regressar ao estúdio e a prosseguir o caminho. Apesar da partida precoce, a obra de Miller continua viva e a conquistar novas gerações. Foi sobretudo na década de 1990 que os Inner Circle consolidaram o seu estatuto internacional. A banda admite nunca ter antecipado a dimensão nem a longevidade do sucesso de Bad Boys e Sweat. Inspirado nos desafios da juventude e na figura de um jovem rebelde à procura do seu lugar no mundo, Bad Boys ganhou maior projeção ao integrar a banda sonora dos filmes protagonizados por Will Smith e Martin Lawrence. Já Sweat, com uma melodia contagiante e uma energia associada à liberdade e ao verão, conquistou públicos em mercados tão distintos como a Alemanha, a Rússia, a Ásia e a América do Sul. O sucesso demonstrou que a música pode ultrapassar barreiras linguísticas e culturais, criando uma ligação emocional universal. Apesar dos êxitos alcançados, os Inner Circle continuam atentos ao futuro da música. 

A Inteligência Artificial é uma das questões que mais reservas lhes suscita. Os músicos questionam a utilização de ferramentas que produzem conteúdos a partir de obras existentes, defendendo que a criação artística exige aprendizagem, dedicação, experiência e sensibilidade humana. Para a banda, a dimensão emocional da música não pode ser reduzida a algoritmos nem substituída pelo processamento de referências anteriores. Também a passagem dos discos de vinil e das cassetes para o streaming e as redes sociais transformou a relação do público com a música. Os músicos recordam uma época em que ouvir um álbum implicava tempo, atenção e descoberta: observar a capa, ler os créditos, conhecer os intérpretes e escutar cada faixa com disponibilidade para absorver a sua essência. 

Hoje, perante a oferta quase inesgotável das plataformas digitais, receiam que as canções se tenham tornado produtos de consumo rápido, facilmente substituídos por novidades. Embora reconheçam as possibilidades da tecnologia, alertam para o risco de se perder uma ligação mais profunda com as obras e os seus criadores. Em defesa da autenticidade, os Inner Circle insistem que a música deve continuar a nascer de experiências, emoções e histórias reais, capazes de criar ligações duradouras. A preocupação com o bem-estar físico e mental também faz parte da sua filosofia de vida, com os músicos a valorizarem uma alimentação vegetariana e hábitos equilibrados para enfrentar décadas de digressões. A mensagem estende-se às relações humanas. Num mundo cada vez mais dominado pelos ecrãs, a banda defende a importância do convívio presencial, da conversa, do afeto e da proximidade. A tecnologia pode facilitar a comunicação, mas não substitui a presença, o abraço ou a emoção de um encontro. Esta é também uma das mensagens fundamentais do reggae: a importância da união, da partilha e do respeito pelo outro. Mais de meio século depois, os Inner Circle continuam a percorrer os palcos do mundo com a convicção de que a música é muito mais do que entretenimento. É memória, identidade e uma linguagem universal capaz de aproximar gerações e culturas. 

Enquanto Bad Boys e Sweat continuarem a conquistar públicos de diferentes idades, a banda terá a prova de que as canções verdadeiramente especiais não pertencem apenas à época em que nasceram, mas a todos aqueles que continuam a encontrar nelas uma parte da sua própria história.

Paulo Perdiz/MS

Aragón devuelve al Panteón Real de San Juan de la Peña los restos de sus primeros reyes

26 October 2026 at 13:41

El Gobierno de Aragón ha devuelto este lunes al Panteón Real del Monasterio de San Juan de la Peña los restos de los primeros reyes aragoneses y de otros miembros del linaje real, evacuados el pasado 13 de agosto ante el riesgo de que el incendio forestal originado en Las Peñas de Riglos alcanzara el conjunto monumental. Las piezas han permanecido bajo custodia en el Museo de Huesca hasta que las condiciones de seguridad han permitido su regreso.

La devolución se ha formalizado en un breve acto presidido por la vicepresidenta y consejera de Presidencia, Justicia, Cultura y Deporte, Mar Vaquero, y el consejero de Medio Ambiente y Turismo, Luis Biendicho. También han asistido el alcalde de Jaca, Carlos Serrano, y representantes de la Real Hermandad de San Juan de la Peña.

Durante la ceremonia, Vaquero ha leído el acta de entrega, que posteriormente han firmado las autoridades presentes y el Hermano Mayor de la Real Hermandad, Félix Longás. El acto ha concluido con la interpretación de la Marcha de los Reyes de Aragón, en un regreso que devuelve al monasterio parte de su legado histórico más relevante.

La evacuación se decidió de forma preventiva cuando el incendio de Las Peñas de Riglos amenazó con aproximarse al enclave. Tras recibir el aviso del Centro de Emergencias 112, la Dirección General de Cultura y Patrimonio Cultural coordinó con técnicos, restauradores y responsables de los servicios implicados la retirada de los bienes más vulnerables. Entre ellos se encontraban los restos reales y la indumentaria militar de gala del conde de Aranda.

El operativo requirió dos intervenciones en el monasterio. En la primera, efectivos de la Unidad Militar de Emergencias (UME) retiraron la indumentaria del conde de Aranda y varias piezas arqueológicas. La proximidad de las llamas obligó a interrumpir temporalmente los trabajos y retirar al personal por motivos de seguridad.

En un segundo acceso, un equipo multidisciplinar de Cultura y Patrimonio, con apoyo de la UME y de la Guardia Civil, consiguió evacuar los restos óseos de los primeros reyes aragoneses y de otros miembros de la familia real. También se trasladaron fragmentos de pintura mural y otros bienes culturales. La operación permitió proteger un patrimonio histórico de gran valor ante la amenaza del fuego y devolverlo ahora a su emplazamiento original, una vez recuperadas las condiciones necesarias para hacerlo con seguridad.

Guimarães: Eis o novo diretor artístico do Centro Cultural Vila Flor

26 October 2026 at 13:14

O encenador Bruno dos Reis é o novo diretor artístico do Centro Cultural Vila Flor (CCVF), em Guimarães, anunciou hoje a cooperativa A Oficina, revelando ainda que a programadora Cristina Planas Leitão vai dirigir o GUIdance.

Em comunicado, a cooperativa que gere aquele espaço em Guimarães e organiza o Festival Internacional de Dança Contemporânea revelou que a antiga diretora do Teatro Municipal do Porto vai também ser consultora artística do CCVF na programação de dança, enquanto Paulo Dumas vai ficar com a programação musical.

A equipa hoje revelada ocupa o espaço deixado pela saída de Rui Torrinha da direção artística do CCVF e do GUIdance.

“A nomeação dá continuidade ao trabalho de Bruno dos Reis n’A Oficina, onde assumiu a direção artística do Teatro Oficina em 2025. Nas novas funções, será responsável pelo projeto artístico do CCVF e assegurará a transição para a nova direção artística do Teatro Oficina que será operada durante o próximo ano”, pode ler-se no documento da cooperativa.

Bruno dos Reis classifica, no comunicado, o CCVF como um “equipamento que transformou vidas”, dada a sua relevância no contexto artístico português.

No comunicado, são indicadas as “algumas das linhas de trabalho” para o CCVF: “promover a regularidade e a clareza da programação ao longo do ano; explorar diferentes formatos de apresentação e de encontro entre artistas, obras e públicos; criar espaços de pensamento crítico e questionamento, incluindo sobre o papel da própria instituição; refletir sobre as estratégias de apoio à formação e ao desenvolvimento do território; e aprofundar as relações com as gerações mais jovens e com os circuitos artísticos nacionais e internacionais.”

No mesmo texto, a até aqui diretora da Materiais Diversos Planas Leitão refere-se já ao próximo GUIdance “como uma edição de viragem: o início de um processo progressivo, que começa já a apontar novas direções e a construir solidamente as bases para os seus desdobramentos”.

Segundo A Oficina, “a relação com Guimarães será central neste novo ciclo, com desenvolvimento gradual e maior expressão a partir de 2028”, propondo a nova diretora um “festival que percorra a cidade, trabalhe diferentes escalas e reforce progressivamente a coprodução, a circulação e as relações continuadas com artistas e estruturas nacionais e internacionais”.

Citado no mesmo comunicado, o presidente executivo de A Oficina, Esser Jorge Silva, afirmou que Bruno dos Reis “tem demonstrado uma visão abrangente da criação artística, aliada à capacidade de mobilizar equipas e concretizar projetos”.

“É inquieto por natureza, alguém que questiona, experimenta, concretiza, com uma exigência que o leva a desafiar as suas próprias ideias. Reconhecemos-lhe a capacidade de desenvolver um projeto artístico singular para o CCVF, abrindo novas possibilidades de criação e programação e reforçando a sua relevância nacional e internacional”, acrescentou aquele dirigente.

Esser Jorge Silva acrescentou: “A nossa responsabilidade é assegurar as condições para que desenvolva esse trabalho com liberdade de criação e de programação, abertura à diversidade de expressões artísticas e responsabilidade perante os artistas e os públicos. A confiança que depositamos nesta equipa traduz-se no respeito pelas suas escolhas artísticas”.

Rui Torrinha estava desde 2018 na direção artística do Centro Cultural Vila Flor, ao abrigo de uma comissão de serviço que terminava apenas em meados de 2027.

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