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Brazil's Flávio Bolsonaro and his family will get U.S. visas after presidential election loss

A senior State Department official said Tuesday that Flávio Bolsonaro and his family will be granted U.S. visas after his weekend loss to incumbent Brazilian President Luiz Inácio Lula da Silva in a hotly contested race that bucked a trend of conservative electoral results in Latin America.

Environmentalists celebrate Lula's reelection in Brazil: 'The Amazon can breathe a sigh of relief'

Lula's government recently announced the lowest Amazon deforestation rate on record. However, he faces a Congress dominated by the far right and agribusiness interests, which often back measures weakening environmental protections.

Bolsonaro’s party recognizes Brazil election result. But he hasn’t conceded

27 October 2026 at 16:57
Brazil’s Liberal Party, the party behind presidential candidate Flávio Bolsonaro, on Monday recognized the election results leading to President Luiz Inácio Lula da Silva’s victory, even though the far-right leader has not conceded. Party president Valdemar Costa Neto said in a statement posted on the social platform X that the party recognizes the election results but…

Flávio Bolsonaro flees Brazil after presidential election loss, reports say

Far-right senator and his family boarded private plane to Ecuador after crossing border to Argentina, Argentina’s government confirms

The far-right senator Flávio Bolsonaro has reportedly fled Brazil and is on his way to the United States after losing Sunday’s presidential election to the leftwing incumbent, Luiz Inácio Lula da Silva, who called the act “shameful”.

A report by the news website Metrópoles, citing people close to the politician’s family, said he was en route to the US. “The plane is in flight,” Metrópoles reported, without making clear where it had departed from.

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© Photograph: Lucas Neves/NurPhoto/Shutterstock

© Photograph: Lucas Neves/NurPhoto/Shutterstock

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Relação com EUA será primeira missão de Lula para o agro, diz professor

27 October 2026 at 16:21

A primeira missão do quarto governo Luiz Inácio Lula da Silva em sua política comercial para o agronegócio deverá ser manter a proximidade com os Estados Unidos para evitar o agravamento das disputas tarifárias entre os dois países, segundo Leonardo Trevisan, professor de relações internacionais da ESPM. Ao mesmo tempo, o Brasil poderá ampliar o espaço de seus produtos na China e na União Europeia, aproveitando a relação diplomática com esses mercados.

“Essa é a primeira tarefa que temos no governo Lula: de algum modo mantermos proximidade com os EUA para que isso não agrave questões tarifárias que podem prejudicar bastante certos produtos brasileiros”, afirmou Trevisan em entrevista ao CNN Agro News.

Para o professor, a competitividade do agronegócio brasileiro está entre os fatores que ajudam a explicar as medidas comerciais adotadas pelo governo do presidente Donald Trump. A diplomacia brasileira, segundo ele, deverá demonstrar aos norte-americanos que há espaço para a atuação dos dois países no mercado internacional, sem que o avanço das exportações brasileiras seja interpretado como uma ameaça aos produtores dos Estados Unidos.

“Temos muita força no agro, estamos praticamente capitaneando o mercado em soja, algodão e carne. (…) E eu não tenho dúvida que boa parte das tarifas americanas tem uma razão essencial: a concorrência e eficiência do agro brasileiro. Temos que mostrar para eles que há mercado para todos, que de alguma forma esse ponto possa acalmar essa pressão do presidente Trump em relação às tarifas”, disse.

Trevisan também chamou a atenção para as dificuldades enfrentadas pelo setor agropecuário norte-americano, entre elas o endividamento. Segundo os dados citados pelo professor, os pedidos de falência de empresas do agronegócio nos Estados Unidos cresceram 40% no primeiro semestre de 2026, na comparação com igual período de 2025.

Na avaliação dele, a concorrência com o Brasil pode aumentar a pressão sobre os produtores norte-americanos e, consequentemente, influenciar a política comercial de Washington. Por isso, o governo brasileiro deverá buscar uma interlocução que reduza as tensões e favoreça a revisão de medidas que afetam as exportações nacionais.

Um dos pontos de atenção é a investigação conduzida pelos Estados Unidos com base na Seção 301 da legislação comercial norte-americana, que permite apurar práticas consideradas desleais e embasar medidas comerciais. Trevisan avalia que a relação entre Lula e Trump poderá contribuir para as negociações. 

O professor mencionou as declarações do presidente norte-americano de que “gosta do presidente Lula”, apesar das desconfianças manifestadas por Trump em relação ao processo eleitoral do Brasil, sem apresentar provas. 

Para o professor, “temos que usar ao máximo” a simpatia pelo líder brasileiro para que seja possível ampliar a presença de produtos brasileiros para além da carne e do café.

A expansão das vendas externas brasileiras aumenta a importância dessas negociações diplomáticas. No primeiro semestre de 2026, as exportações do agronegócio brasileiro cresceram 6%, segundo Trevisan.

Em 2025, o Brasil exportou cerca de US$ 169 bilhões em produtos do agronegócio, contra US$ 171 bilhões dos Estados Unidos, conforme os dados citados pelo professor. A diferença de aproximadamente US$ 2 bilhões deixou os dois países próximos no comércio global do setor.

Trevisan avalia que o Brasil poderá superar os norte-americanos em exportações agropecuárias, o que reforçaria a posição brasileira nos mercados internacionais, mas também tornaria a concorrência entre os dois países mais acirrada.

China e União Europeia abrem oportunidades

Além dos Estados Unidos, a China deverá continuar entre as prioridades da política comercial brasileira para o agronegócio. Trevisan avalia que a relação entre Lula e o presidente chinês, Xi Jinping, pode facilitar a ampliação das vendas brasileiras ao país asiático.

O professor também destacou os sinais de aproximação de lideranças europeias com o presidente brasileiro após a eleição. Para ele, as manifestações de dirigentes como a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, ao “meu amigo Lula” indicam espaço para aprofundar as relações políticas e comerciais com o bloco.

Nesse contexto, Trevisan citou o acordo entre Mercosul e União Europeia como uma oportunidade para o agronegócio brasileiro. Segundo números mencionados por ele, as vendas brasileiras ao bloco cresceram 30% no primeiro semestre, em um movimento que o país poderá buscar ampliar.

O Sudeste Asiático também aparece como uma frente de expansão. De acordo com o professor, dados do Banco Central mostram que as vendas brasileiras à região no primeiro semestre superaram as exportações para o Mercosul. Embora a China tenha peso importante nos resultados, ele ressaltou o crescimento das vendas aos demais países do Sudeste Asiático.

Lula começa a desenhar equipe para o próximo governo

27 October 2026 at 13:49

Após a vitória no segundo turno sobre Flávio Bolsonaro (PL), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desembarcou em Brasília para iniciar as articulações políticas e definir a nova composição da Esplanada dos Ministérios para a gestão que começa em janeiro de 2027. O Palácio da Alvorada tornou-se o centro das movimentações nos primeiros dias após o resultado das urnas.

Nos bastidores de Brasília, já circulam nomes cotados para os principais ministérios, especialmente aqueles que se aproximaram da campanha petista no segundo turno.

Segundo informações apuradas pela CNN Brasil, houve uma mudança de forças no núcleo duro da campanha entre o primeiro e o segundo turno, com destaque para três figuras que são vistas por aliados de Lula como fundamentais para a virada na eleição.

Nomes cotados para os ministérios

Rafael Fonteles (PT), governador reeleito do Piauí, é apontado como favorito para assumir o Ministério da Fazenda. Aliados de Lula o descrevem como um nome ao mesmo tempo político e técnico, tendo ocupado a Secretaria de Fazenda do governo do Piauí.

Fonteles já teria sinalizado confiança no vice-governador eleito, Washington Bandeira (PT), também filiado ao PT, o que abriria caminho para sua ida ao governo federal. A chapa dos dois foi a mais votada no primeiro turno das eleições de 2026 no Brasil.

Camilo Santana (PT-CE), senador e ex-ministro da Educação, aparece como cotado para a Casa Civil — cargo que anteriormente era associado a Fernando Haddad (PT), mas cuja força política agora pende para Santana.

Já André Janones (Rede-MG), deputado reeleito por Minas Gerais, que comandou o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, com mais de 10 milhões de inscritos, é visto por aliados do presidente como alguém com “carta branca” para assumir a Secretaria de Comunicação Social ou a Secretaria Geral, ambas no Palácio do Planalto.

Outros nomes em disputa

João Campos (PSB), ex-prefeito do Recife e candidato derrotado ao governo de Pernambuco, é cogitado para o Ministério de Ciência e Tecnologia. O cargo teria um valor simbólico, já que o pai dele, Eduardo Campos (PSB), ocupou a mesma pasta durante o primeiro mandato de Lula.

Além disso, aliados do presidente avaliam indicar um nome do Centrão para a Secretaria de Relações Institucionais, responsável pela articulação com o Congresso Nacional.

O nome de Silvio Costa Filho (Republicanos), que ocupou o Ministério de Portos e Aeroportos no terceiro mandato, está sendo ventilado para essa função — especialmente porque o Congresso eleito em 2026 é considerado mais à direita do que o de 2022.

Articulação com o Congresso e agenda internacional

Na segunda-feira (26) seguinte à eleição, Lula se reuniu no Palácio da Alvorada com os presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, Davi Alcolumbre (União-AP) e Hugo Motta (Republicanos-PB), respectivamente.

Os dois buscam se reeleger nos comandos de suas Casas legislativas e a articulação com o Executivo é considerada estratégica para a pauta do próximo ano.

Além das tratativas políticas internas, Lula também dedicou parte da segunda-feira (26) à agenda internacional, reunindo-se com o ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, o assessor para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Celso Amorim, e o embaixador Audo Faleiro, também assessor da área diplomática, para planejar compromissos externos dos próximos meses.

O presidente, no entanto, vinha atendendo com cautela os pedidos de telefonemas de líderes internacionais, em razão de uma voz comprometida após a intensa agenda de campanha.

Reação do mercado e movimentação da oposição

O dia seguinte à vitória de Lula foi marcado por forte turbulência nos mercados financeiros. A Bolsa de Valores fechou em queda de 13,88%, aos 176 mil pontos, com acionamento do circuit breaker pela B3, que interrompeu as negociações por 30 minutos.

O dólar subiu 8,36%, cotado a R$ 5,40. A instabilidade foi atribuída à desconfiança dos investidores sobre a condução da política fiscal e o perfil da equipe econômica do quarto mandato. Em declaração à CNN Brasil, Edinho Silva, presidente nacional do PT, afirmou que o dia foi de “especulações” e garantiu que Lula tem “compromisso com as contas públicas”.

Do lado da oposição, Flávio Bolsonaro declarou que será o líder da oposição ao governo petista. Ele recuou do pedido de anulação do pleito motivado pela extensão do horário de votação, mas anunciou que pedirá a cassação da chapa de Lula por suposto abuso de poder político e econômico.

O PL, partido de Flávio, emitiu nota reconhecendo os resultados, mas cobrou esclarecimentos sobre questionamentos levantados durante o processo eleitoral. Partidos que apoiaram Flávio no segundo turno já sinalizaram reaproximação com Lula na tentativa de manter espaço no governo.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

Trump queria Flávio e reconciliação EUA-Lula será difícil, diz especialista

27 October 2026 at 07:15

Ao WW, Brian Winter, editor-chefe da Americas Quarterly, avaliou os rumos da relação entre Brasil e Estados Unidos após a eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em entrevista, o jornalista afirmou que o governo do presidente americano, Donald Trump, preferia um resultado diferente nas urnas brasileiras, mas reconheceu que há uma relação cordial entre os dois líderes.

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Trump queria Flávio Bolsonaro eleito

Segundo Winter, o governo Trump desejava claramente um parceiro mais alinhado à sua agenda.

“Eles queriam a eleição do Flávio Bolsonaro“, afirmou o especialista, explicando que o interesse não se limitava à afinidade ideológica.

Para ele, a Casa Branca acredita em iniciativas voltadas ao combate ao crime organizado, que vem crescendo no continente sul-americano e latino-americano ao longo dos últimos dez anos, como o chamado “Escudo das Américas”, entre outras ações.

Relação cordial, mas com cicatrizes

Apesar da preferência pelo candidato derrotado, Winter reconheceu que Trump mantém respeito por Lula.

“O Trump respeita o Lula como ele respeita os líderes de grandes países importantes ao redor do mundo”, declarou.

No entanto, o especialista alertou que cicatrizes deixadas pelo processo político dos últimos 13 anos podem dificultar uma aproximação genuína entre os dois governos.

Reconciliação será difícil

Winter demonstrou ceticismo quanto à capacidade do governo Lula de “pacificar” rapidamente as relações com Washington. Para ele, o governo brasileiro não estará tão pronto para reconciliar e tratar de temas sensíveis como o de terras raras.

“Acho que vai ter que costurar alguma coisa ou talvez essa coisa vai ficar um pouco tensa”, disse o especialista, acrescentando que Brasília pode buscar relações mais próximas com a Europa, a Ásia e talvez o Canadá.

“Acho que o caminho aqui para uma reconciliação entre Washington e Brasília vai ser difícil mesmo”, concluiu Winter.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

Disputa entre Lula e Flávio continua no TSE mesmo após o fim das eleições

27 October 2026 at 06:30

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu as eleições deste ano, mas a disputa judicial entre o petista e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deve continuar no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Os dois constam como investigados em ao menos 22 Aijes (Ações de Investigação Judicial Eleitoral) protocoladas na Corte Eleitoral. As ações que forem admitidas seguem em tramitação mesmo após o fim da votação.

O petista foi reeleito no domingo (25) com 64,26 milhões de votos, ou 51,79% dos votos válidos, contra 59,83 milhões de Flávio, que recebeu 48,21%. O resultado também marcou a primeira virada da história dos segundos turnos presidenciais no país: Lula havia terminado a primeira rodada atrás do filho de Jair Bolsonaro (PL).

Levantamento da CNN na consulta pública do TSE mostra que Flávio aparece no “polo passivo”, ou seja, como investigado, em ao menos sete Aijes, e Lula, em 15. Os processos apuram suspeitas de abuso de poder político e econômico e de uso indevido dos meios de comunicação, entre outras condutas.

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Parte deles trata dos mesmos fatos, mas foi apresentada por autores diferentes.

Entre os casos de maior destaque contra Flávio estão:

  • ação sobre o filme “Dark Horse”, que trata da trajetória da família Bolsonaro. A coligação de Lula vê possível abuso de poder econômico e financiamento oculto da promoção política do candidato, com questionamentos sobre recursos ligados ao empresário Daniel Vorcaro;
  • investigação sobre o canal de WhatsApp “Tropa do Flávio”, que, segundo a campanha petista, integraria uma estrutura de mobilização e distribuição de conteúdo eleitoral;
  • apuração de suposto apoio ou interferência de grupos dos Estados Unidos em benefício da candidatura.

Contra Lula:

  • duas ações sobre o desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente no Carnaval, e que questionam o uso de recursos públicos e o eventual benefício eleitoral;
  • investigação sobre o “Exército do Lula”, canal de WhatsApp ligado ao deputado André Janones (Avante-MG), acusado pela campanha de Flávio de coordenar compartilhamentos e ações de mobilização digital;
  • ação sobre o envio de mensagens e notificações por canais do governo federal, relacionadas a programas como Bolsa Família e Farmácia Popular, sob acusação de uso eleitoral da estrutura pública.

O resultado das urnas não altera o andamento dos processos, inclusive dos que têm como alvo integrantes da chapa derrotada.

“Elas seguem o seu trâmite normal. Esse tipo de ação tem um trâmite lento, porque ainda tem toda uma instrução probatória a ser realizada, como perícias, juntada de novos documentos, oitiva de testemunhas e especialistas, entre outros. É incomum uma Aije ser julgada antes do pleito”, diz Jonatas Moreth, advogado de direito público e eleitoral e conselheiro seccional da OAB-DF.

Para a chapa derrotada, as sanções possíveis são multas e inelegibilidade, afirma Moreth, e empresas envolvidas nas condutas também podem ser punidas.

“No caso da chapa vencedora, além da inelegibilidade e multas, também pode ser aplicada a cassação do diploma, caso não tenha tomado posse, ou cassação do mandato no caso de já empossado”.

Uma eventual condenação de Lula pode, portanto, atingir o mandato conquistado nas urnas, a depender das sanções aplicadas pelo tribunal.

Para condenar, não é preciso demonstrar que a irregularidade mudou o resultado da eleição. “A jurisprudência do TSE entende que, para configurar o abuso, não se exige a comprovação de que ele alterou o resultado do pleito, mas sim a gravidade das circunstâncias”, explica Moreth.

Segundo ele, a gravidade é medida por critérios qualitativos, como o grau de reprovabilidade da conduta, e quantitativos, como a repercussão do suposto abuso.

Para além do que já está em trâmite, o resultado eleitoral foi questionado por Flávio. Ele anunciou que pedirá a anulação das eleições. Segundo ele, a campanha já acionou o setor jurídico sobre o tema.

O que é uma Aije

A Aije (Ação de Investigação Judicial Eleitoral) é uma ação de natureza cível, e não penal, apesar do nome.

Prevista na Lei Complementar 64 de 1990, serve para apurar abuso de poder econômico ou político, abuso de autoridade e uso indevido dos meios de comunicação ou de veículos de transporte, condutas que comprometem a igualdade entre os candidatos e a legitimidade da eleição.

Podem propor esse tipo de ação partidos, coligações, candidatos e o Ministério Público Eleitoral. Nas eleições presidenciais, o julgamento cabe ao TSE, e o processo é conduzido pelo corregedor-geral da Justiça Eleitoral.

Se a ação for julgada procedente, os investigados podem ser declarados inelegíveis por oito anos, contados da eleição em que ocorreu a conduta, e o candidato diretamente beneficiado pode ter registro ou diploma cassado. Se houver indícios de crime, o caso é enviado ao Ministério Público Eleitoral para eventual abertura de inquérito ou ação penal.

 

How Lula turned the tables on Brazil’s Trump-inspired right

26 October 2026 at 18:56

A leader who stood up to US President Donald Trump just won an election in Latin America’s biggest country, reversing a trend of new right-wing governments in the region over the past two years. Incumbent Luiz Inácio Lula da Silva, having narrowly lost to Flavio Bolsonaro in the first round of voting on October 5, […]

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