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Ex-presidente da InvestBraga ganha “Prémio Carreira” em galardão nacional

27 October 2026 at 19:32

Carlos Oliveira, ex-presidente da InvestBraga, a Agência para a Dinamização Económica do Município de Braga, foi distinguido com o “Prémio Carreira”, no Prémio Navegantes XXI, atribuído em 22 de outubro, no Centro de Congressos de Lisboa.

Formado em Engenharia de Sistemas e Informática pela Universidade do Minho, Carlos Oliveira foi presidente da InvestBraga entre 2013 e 2018, e é atualmente presidente do Conselho Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação e ‘chairman’ da TAP Air Portugal.

A distinção foi entregue durante o Portugal Digital Summit 2026, numa edição que reuniu 27 finalistas, selecionados entre mais de 230 nomeações.

Os Prémios ACEPI Navegantes XXI são uma iniciativa de distinção do que “melhor se faz na Economia e Sociedade Digital em Portugal”. Um evento que pretende “reconhecer os profissionais que mais se distinguem no digital, valorizando o mérito, a inovação, a liderança e o impacto no setor”, de acordo com a organização.

A categoria de “Prémio Carreira” visa distinguir a “personalidade com percurso de excelência no setor digital em Portugal”.

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Braga: “Este museu foi e é um espaço de Cultura como o desejou o seu doador”

27 October 2026 at 17:53

Helena Trindade, antiga diretora adjunta da instituição, acaba de publicar o livro “Memórias de um Museu, um contributo para a História do Museu Nogueira da Silva”.

Em entrevista a O MINHO diz que esta unidade cultural da Universidade do Minho, sita na Avenida Central, em Braga, foi, durante muitos anos, o único espaço a apresentar aos bracarenses, importantes artistas contemporâneos nacionais. A autora realça a importância artística do seu acervo, e as suas vertentes culturais e lembra que estão a ser feitas obras para criação de um auditório.

O MINHO: O que te levou a escrever o livro que vens de publicar sobre o Museu Nogueira da Silva? O que representou o Museu para a cultura de Braga e dos bracarenses, nestes 50 anos?

Helena Trindade: Passados cerca de 50 anos de atividade do Museu Nogueira da Silva pensei ter chegado o momento de registar factos e memórias para que não se esbatam com o passar dos anos.

Este museu foi e é um espaço de Cultura como o desejou o seu doador.

Durante muito tempo foi quase o único espaço a apresentar aos bracarenses, importantes artistas contemporâneos nacionais e não só. Desde a abertura da galeria de exposições temporárias em 1979 acolheu ininterruptamente, artistas como Almada Negreiros, Mário Botas, Álvaro Lapa, Ângelo de Sousa, Fernando Lanhas, Júlio Pomar, Alberto Peixoto, Julião Sarmento, Ana Vidigal, Gaëtan, Valerio Adami, Rui Vasconcelos, Cristina Lamas e muitos, muitos outros.

Também no final dos anos setenta a criação do Centro de Documentação Fotográfica, com o apoio da ASPA, permitiu acolher importantes arquivos fotográficos para a história da cidade e do país.

Em 2012, inaugurava-se o Espaço Maria Ondina Braga cumprindo o compromisso com a família da escritora que depositou no museu o seu arquivo documental que já motivou e serviu de base a vários colóquios e à reedição da sua obra.

Para além da organização de um programa anual de atividades, o museu foi, ao longo do tempo, um espaço anfitrião para artistas, associações, parceiros e outras entidades apresentarem os seus projetos culturais. Nos anos 80 e 90 a Biblioteca Pública de Braga, em parceria com o Museu, organizava encontros com escritores e jornalistas. Acolheram-se e acolhem-se desde o início os Encontros da Imagem, o Sindicato da Poesia, a Arte Total e muitas outras associações culturais. Com a oferta de um piano ao museu abriram-se as portas a intérpretes de música erudita, à música alternativa, a concertos de jazz, tendo, neste caso, como parceiros a Rádio Universitária e o Conselho Cultural.

O Serviço Educativo, com um programa próprio para as escolas, aproximou e aproxima os mais jovens do Museu, das coleções e das atividades.

Os capítulos do livro

O que contém a obra, quer em termos de escrita quer de fotografia? Como e onde se adquire?

O texto, bastante ilustrado, está organizado em vários capítulos temáticos correspondentes ao mesmo intervalo temporal entre 1975, data do testamento que lhe deu origem e a atualidade. Mas recuamos um pouco mais, à época do doador para percebermos a sua essência – o colecionador e as coleções, dedicando-lhes o capítulo “António Nogueira da Silva a sua Cidade e o seu País”, referindo o contexto em que viveu e as razões da construção do património que quis oferecer à cidade.

Para uma análise sobre as coleções, sua aquisição, organização, tratamento museológico, estudo e criação de conteúdos, organizamos o capítulo “A Construção de uma Coleção”.

Sobre as questões de abertura e relacionamento do museu com os diferentes públicos, traduzidas em estratégias de mediação e programações específicas, refletimos num outro capítulo – “A Função Educativa”.

Como este, outros setores do museu foram tratados com alguma autonomia entrecruzando-se na mesma cronologia – “O Centro de Documentação Fotográfica”, como nasceu e cresceu; “O Edifício uma Cronologia”, as diferentes fases de construção e de adaptação às novas funções e “Memórias de um Museu”, o tema central dedicado à formação do próprio museu já na posse da Universidade do Minho, narrando os acontecimentos e as dinâmicas implementadas por cada diretor. O livro está à venda no Museu Nogueira da Silva.

Aberto desde os anos 80

Pensa que o acervo/espólio artístico do museu é bem conhecido dos bracarenses? O que tem de característico e diferenciador face a outros museus, nomeadamente os da cidade?

O Museu Nogueira da Silva está aberto para usufruto do público desde o início dos anos oitenta, todos o podem visitar e, para nós técnicos, soa sempre a pouco o número de bracarenses que o visitam, que poderiam ser muitos mais.

A coleção do museu dedicada às artes decorativas, à pintura e à escultura, tem peças de importante valor histórico relacionado com a produção e o uso dos objetos. A coleção de porcelana de encomenda da China é uma das mais importantes desta casa, realçando a riqueza cultural dos objetos, produtos das relações de Portugal com os países do Oriente com quem contactou. Outras coleções como a pintura, a gravura, a escultura, a ourivesaria, a tapeçaria, o mobiliário e o vestuário possuem peças de grande valor histórico e patrimonial.

O edifício, com desenho do arquiteto Rodrigues Lima que marcou a arquitetura do Estado Novo, tem como elementos decorativos obras de artistas como António Lino, Fred Kradofler e Jorge Barradas. Foi palco de várias cerimónias e receções, acolhendo figuras de destaque do Estado e da Igreja nos anos cinquenta, sessenta e inícios de setenta do séc. XX.

O jardim, desenhado por Jorge Segurado nos anos sessenta, pontuado por esculturas e fontes oferece um espaço de tranquilidade, onde regularmente se pode ouvir música ou poesia e saborear um chá na cafetaria.

16 mil visitantes por ano

Quantas pessoas o visitam ou frequentam anualmente?

Uma média de cerca de 16.000 visitantes por ano.

Em termos de estrutura humana e de estrutura física ou edificada. É preciso melhorar ou aumentar os recursos humanos e intervir no edifício?

Nos dois últimos anos, na direção de António Gonçalves, o museu viu a sua equipa renovada com quatro novos elementos, e viu fachadas e coberturas do edifício com intervenções de fundo para solucionar problemas de infiltração de água e melhorar as condições ambientais para as coleções e para as pessoas que o frequentam.

Estas obras foram financiadas pelo Programa Norte 2030 que, numa segunda fase, prevê intervenções ao nível do piso térreo para ampliação da Galeria de Exposições, criação de um espaço para o Serviço Educativo e de um auditório.

Doação de Nogueira da Silva

Como definiria o homem que doou a casa e o espólio para a criação do museu com o seu nome?

António Nogueira da Silva foi um benemérito que, como referiu num discurso em fevereiro de 1968 (in Correio do Minho, 7 de fevereiro de 1968), quis enriquecer a cidade com um museu, reunindo “peças antigas e de arte, testemunhos de um passado que são, afinal, pequenas páginas da história do mundo”. Oferecia assim a sua residência e as suas coleções à cidade através de uma doação à Universidade do Minho, para que se cumprisse um “serviço público”.

Sobre Nogueira da Silva, como referi, registei neste livro uma pequena análise sobre o contexto em que viveu e em que construiu o que viria a constituir o tal museu que quis oferecer à cidade.

Quem é Helena Trindade?

Aposentada desde junho de 2023, Maria Helena Carvalhinho Trindade, colabora com o museu em regime de voluntariado desde novembro de 2024.

Possui o Diploma de Estudos Superiores Especializados em Educação Visual (1991/1993) e Mestrado em Estudos da Criança – Comunicação Visual e Expressão Plástica, desenvolvendo a sua tese na área da apreciação artística, A mediação do olhar: estratégias de apreciação artística no Museu Nogueira da Silva (2004/2006) no Instituto de Estudos da Criança/Universidade do Minho.

Professora do Primeiro Ciclo entre 1979 e 1984, foi colocada no Museu Nogueira da Silva, a partir dessa data, para realizar o inventário das coleções, o registo fotográfico e o apoio à Fototeca. Após a conclusão do inventário iniciou a sua atividade técnico-pedagógica criando o Serviço Educativo do Museu, em 1991, ao qual foi atribuído o Prémio de Melhor Serviço Educativo/Animação de Atividades ex aequo, em 1999, pela APOM (Associação Portuguesa de Museologia).

Simultaneamente apoiou a produção de diferentes exposições realizadas na Galeria da Universidade e dos respetivos catálogos. Também colaborou nas diferentes áreas do Museu, principalmente no que diz respeito à gestão das coleções e à organização e promoção de atividades. 

Foi nomeada Diretora Adjunta do Museu entre 2015 e 2017. 

Publicou diversos artigos em revistas relacionados com a atividade educativa no museu, a imagem fotográfica e o espólio do Museu Nogueira da Silva.

Participou com diversas comunicações em colóquios (entre 2006 e 2014), com temáticas relacionadas com a educação no museu.

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NOS garante que serviço está totalmente normalizado após falhas em Braga

27 October 2026 at 16:44

A NOS registou esta tarde uma situação de instabilidade na rede, com queixas concentradas principalmente em Lisboa e no Porto, mas também em Braga, encontrando-se o serviço totalmente normalizado, disse à Lusa fonte oficial da operadora.

De acordo com o portal DownDetector, às 14:50 (hora de Lisboa), foi registado um pico de 2.379 reportes associados a problemas com a NOS.

A maioria dos problemas (59%) dizem respeito ao sinal móvel, 25% relativos à internet móvel e 12% a chamadas de voz.

As falhas foram, sobretudo, reportadas em Lisboa e no Porto, mas também se registaram queixas, por exemplo, em Braga, Aveiro, Coimbra e Faro.

Contactada pela Lusa, fonte da NOS assegurou que o serviço “encontra-se totalmente normalizado. Confirma-se que houve uma situação de instabilidade pontual na rede, que foi de imediato solucionada”.

Tanto a Meo como a Vodafone também registaram falhas durante a tarde, mas em menor número, segundo o ‘site’ DownDetector.  

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Construtora de Braga apoia primeira Trienal de Artes das Universidades Católicas em Angola

27 October 2026 at 11:47

A construtora bracarense DST, através da dstangola, é um dos parceiros da ART CUT’26, uma iniciativa internacional que reúne mais de uma centena de artistas e que inaugura, esta quinta-feira, em Luanda, Angola.

A Trienal de Arte das Universidades Católicas é promovida no âmbito do Dicastério para a Cultura e a Educação da Santa Sé, presidido pelo cardeal José Tolentino de Mendonça, e envolve 105 artistas, 14 curadores e sete universidades de três continentes, refere a empresa em comunicado hoje enviado a O MINHO.

O apoio do grupo de Braga contempla a realização da exposição em Luanda e a produção de uma obra de arte pública da artista Mónica de Miranda, intitulada Earthworks, que será apresentada na Universidade Católica de Angola.

A instalação, desenvolvida a partir de um projeto apresentado em 2025 na Somerset House, em Londres, Inglaterra, aborda temas como a memória, a ecologia, o território e a relação entre o indivíduo e a comunidade. A participação do dstgroup inclui o apoio técnico e construtivo à produção de estruturas e elementos que integram a obra.

Sob o tema Exercícios de Empatia, a ART CUT’26 pretende promover a reflexão sobre o papel da arte na aproximação entre pessoas, culturas e diferentes formas de pensamento.

Em Luanda, o capítulo da Trienal, intitulado Ubuntu / Humanity, é desenvolvido em colaboração com a Universidade Católica de Angola. Inspirado no conceito africano de Ubuntu, que destaca a interdependência entre as pessoas e a dimensão comunitária da existência, o projeto reúne artistas angolanos e internacionais para refletir sobre identidade, memória, pertença e convivência.

A programação distribui-se por três espaços da capital angolana: a Universidade Católica de Angola, o Palácio de Ferro e o Hotel Globo. O programa inclui exposições, escultura, instalação, cinema, fotografia, vídeo e performance, com a participação de artistas como Mónica de Miranda, Kiluanji Kia Henda, Deborah Stratman, Julianknxx e Sarah Maldoror.

Além das exposições, estão previstas conversas, encontros, visitas comentadas e oficinas, em colaboração com instituições académicas locais, com o objetivo de aproximar a arte dos diferentes públicos e estimular o diálogo com novas gerações de criadores angolanos.

“O projeto, concebido e proposto pelo cardeal Tolentino de Mendonça, entusiasmou-nos por, também em Angola, podermos ajudar todos a interrogarem-se através da arte”, afirma José Teixeira, presidente da DST, citado no comunicado.

O empresário considera que a arte permite encontrar “propósito, sentido e significado” e destaca a sua capacidade de dar a conhecer novas realidades e de proporcionar diferentes formas de liberdade.

A cerimónia inaugural realiza-se às 15:30 de quinta-feira, no polo Palanca da Universidade Católica de Angola, e contará com intervenções de José Teixeira, Nuno Crespo, curador-geral da Trienal, e Maria da Assunção, reitora da instituição. Está também prevista a participação do arcebispo de Luanda, Filomeno do Nascimento Vieira Dias, e do ministro da Cultura de Angola, Filipe Zau.

A exposição estará patente até 20 de dezembro de 2026. A ART CUT’26 estende-se a oito cidades de três continentes, incluindo Lisboa, Luanda, Rio de Janeiro, Bogotá, Santiago do Chile, Boston e Milão, e culminará numa apresentação em Veneza, no final de 2027.

A participação nesta iniciativa dá continuidade ao investimento cultural do dstgroup em Angola, onde o grupo tem promovido projetos de valorização da literatura, da língua portuguesa e do acesso ao conhecimento, nomeadamente através do Prémio de Literatura dstangola/Camões.

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Empresa de Braga leva fibra ótica a mais 1.300 casas em Trás-os-Montes

27 October 2026 at 10:33

A dstelecom, do Grupo DST, de Braga, está a reforçar a sua rede de fibra ótica multioperador no concelho de Freixo de Espada à Cinta, no distrito de Bragança, região de Trás-os-Montes, com uma operação de expansão que permitirá levar conectividade de última geração, pela primeira vez, a Mazouco, Lagoaça e Fornos, num total de mais de 1.300 casas.

“Com esta intervenção, o concelho passará a contar com cerca de 3.300 casas abrangidas até ao final de 2026, atingindo uma taxa de cobertura de 95%”, salienta a dstelecom, em comunicado enviado hoje a O MINHO.

Segundo a empresa, “esta intervenção vem reforçar a infraestrutura já existente em Ligares e em Freixo de Espada à Cinta, contribuindo para uma cobertura cada vez mais abrangente do território e criando melhores condições de conectividade para famílias e empresas”.

“Acreditamos que o acesso a infraestruturas digitais de qualidade não pode depender do local onde se vive ou trabalha. Ao levarmos fibra ótica a mais 1.300 casas em Freixo de Espada à Cinta, estamos a criar melhores condições para as famílias, para as empresas e para o desenvolvimento económico deste território. É este o nosso compromisso: aproximar o interior das oportunidades do mundo digital”, afirma Ricardo Salgado, CEO da dstelecom, citado no comunicado.

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Terça-feira de chuva no Minho

27 October 2026 at 07:42

Esta terça-feira será marcada pela chuva na região do Minho, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

De manhã já caem chuviscos, mas a precipitação será mais intensa durante a parte da tarde.

Braga

Previsão do tempo para Braga nos próximos cinco dias
Hoje, 27Qua, 28Qui, 29Sex, 30Sáb, 31
Tempo
Chuva

Parc. nublado

Nuvens altas

Pouco nublado

Pouco nublado
Máx./mín.19° 11°23° 12°22° 11°26° 9°25° 10°
Chuva84%0%0%0%0%
VentoS, fracoSO, fracoNE, fracoNE, fracoNE, fraco

Viana do Castelo

Previsão do tempo para Viana do Castelo nos próximos cinco dias
Hoje, 27Qua, 28Qui, 29Sex, 30Sáb, 31
Tempo
Chuva

Parc. nublado

Nuvens altas

Pouco nublado

Pouco nublado
Máx./mín.17° 13°19° 11°18° 10°23° 11°22° 11°
Chuva98%0%0%0%0%
VentoSE, fracoE, fracoE, fracoNE, fracoE, fraco
Fonte: IPMA. Previsão atualizada a 27/10 às 06:31.

Em Braga, a máxima hoje será de 19 graus Celsius e, em Viana do Castelo, de 17ºC.

Mas o IPMA prevê uma significativa subida das temperaturas até ao final da semana. Na sexta-feira, Braga deverá chegar aos 26ºC e Viana do Castelo aos 23ºC.

As mínimas manter-se-ão por volta dos 11ºC.

A chuva também deverá dissipar-se amanhã. Quarta e quinta-feira serão dias com alguma nebulosidade, mas a partir de sexta-feira, o IPMA prevê dias de céu geralmente pouco nublado.

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