Foi há 37 anos que Francis Fukuyama anunciou o “fim da História”. Com o regresso do autoritarismo à Europa, a ascensão dos oligarcas e o desgaste das democracias liberais, em geral, ainda encontra razões para ter esperança. A propósito da publicação das suas memórias, o filósofo e politólogo nipo-americano admite ao Expresso que se enganou sobre Donald Trump, que considera o pior Presidente da História dos Estados Unidos da América
Foi há 37 anos que Francis Fukuyama anunciou o “fim da História”. Com o regresso do autoritarismo à Europa, a ascensão dos oligarcas e o desgaste das democracias liberais, em geral, ainda encontra razões para ter esperança. A propósito da publicação das suas memórias, o filósofo e politólogo nipo-americano admite ao Expresso que se enganou sobre Donald Trump, que considera o pior Presidente da História dos Estados Unidos da América
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira (28) que "não irá se envolver", quando perguntado sobre carta golpista divulgada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) se declarando o "verdadeiro presidente eleito do país". Meia hora depois, o senador deletou a primeira carta e alterou o termo para "líder do Brasil".
Trump confirmou que os Estados Unidos deram visto para Bolsonaro e sua família e voltou a citar, sem provas, desconfiança sobre o processo eleitoral no Brasil.
“Não vou fazer comentário sobre isso, mas eu sei que demos a ele uma autorização para entrar no país. Mas eu não vou me envolver. Foi uma eleição muito estranha, isso é certo”, disse Trump.
Mais cedo, após fugir do Brasil para os Estados Unidos, Flávio Bolsonaro divulgou uma carta em que agradece aos presidentes da Argentina, Javier Milei, e dos Estados Unidos, Donald Trump, pelo apoio recebido para sair do país.
No documento, o candidato derrotado afirma, sem provas, que a eleição brasileira foi fraudada e critica a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Cristiano Zanin de estender o prazo de votação até as 19h. Zanin atendeu a pedido das campanhas do PL e do PT.
Depois de se declarar “presidente eleito” do Brasil após fugir para os Estados Unidos, o senador Flávio Bolsonaro recuou e postou versão alterada da carta em sua conta no X. Ele se declara como “líder do Brasil” na segunda versão do documento.
Flávio Bolsonaro modificou carta divulgada após chegada aos Estados Unidos, onde passou a contestar derrota para Lula e criticar decisões do STF | Foto: Ricardo Arduengo
Flávio foi derrotado nas urnas por Lula (PT) no último domingo (25).
“Dirijo-me ao povo brasileiro e à comunidade internacional como o verdadeiro presidente eleito do Brasil”, afirmava na primeira versão da carta divulgada.
Segundo a carta, o senador anuncia que pretende liderar a oposição brasileira do exterior e volta a dizer, sem provas, que houve fraude na eleição de domingo, além de criticar o STF (Supremo Tribunal Federal) e agradecer ao presidente americano, Donald Trump, por acolher sua família no país.
Flávio desembarcou em Miami nesta quarta após deixar o Brasil pela fronteira com a Argentina e embarcar em um avião privado que fez escala no Equador. A viagem ocorreu depois de o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinar a entrega de seus passaportes no âmbito de uma investigação por suspeita de lavagem de dinheiro. O senador nega irregularidades.
A declaração golpista representa uma reviravolta, já que o senador afirmou, na véspera, que desistiria de anular a eleição e que não iria fugir do país.
No domingo, Lula venceu Flávio por uma diferença de 4,43 milhões de votos. Apesar de tanto a campanha do PT como a do PL ter pedido a prorrogação da votação por duas horas no dia da eleição, o candidato derrotado acabou questionando posteriormente a medida determinada pelo ministro do STF Cristiano Zanin, com aval posterior de Kassio Nunes Marques, presidente do TSE e indicado à Suprema Corte por Jair Bolsonaro.
Apenas 34 mil votos —0,03% do total— foram registrados após as 17h deste domingo (25).
No pronunciamento divulgado nesta quarta, Flávio afirma que não pretendia deixar o país, mas que decidiu viajar para escapar do que descreveu como uma perseguição política.
“Quero deixar claro: não fugi do Brasil, eu saí pelo Brasil, saí de um regime de exceção para poder ser o líder que o meu povo merece”, disse.
Ele confirmou que está acompanhado da família nos Estados Unidos e agradeceu a Trump e ao governo americano por oferecerem, segundo suas palavras, uma segurança jurídica que não existe mais no Brasil.
“Diante da instrumentalização política da Justiça no Brasil, trouxe minha família para os Estados Unidos, onde estamos em segurança”, afirmou.
O presidente americano disse na noite de terça-feira (27) que aprovaria a entrada do senador nos Estados Unidos, apesar de afirmar que não sabia seu paradeiro. Uma autoridade do Departamento de Estado confirmou à Folha que o governo americano concederia vistos a Flávio e seus familiares.
O candidato derrotado também agradeceu ao presidente argentino, Javier Milei, pela “coragem, senso de justiça e legalidade”. O senador passou pela Argentina antes de seguir para os Estados Unidos.
Ao contestar novamente o resultado das urnas, Flávio concentrou suas críticas na decisão judicial que permitiu a ampliação do horário de votação no segundo turno. Ele acusou o STF de interferir nas competências do TSE e afirmou que a mudança teria beneficiado Lula, contrariando os dados que apontam para uma diferença mínima na quantidade de votos.
“A atuação ilegítima e ilegal do ex-advogado do Lula permitiu que uma impossibilidade matemática se concretizasse e Lula acrescentasse mais de 10 milhões de votos do primeiro para o segundo turno”, declarou.
O crescimento do número de votos recebidos por um candidato entre dois turnos não configura, porém, nenhuma evidência de fraude eleitoral.
Flávio também acusou a campanha de Lula de abuso de poder político e econômico, além de utilização da máquina pública em favor da reeleição, e afirmou que essas supostas irregularidades justificariam a cassação da chapa Lula-Alckmin. Ele não apresentou provas das acusações no pronunciamento.
O senador dedicou parte do discurso a atacar o Judiciário, que acusou de atuar para silenciar a oposição. Sem citar nominalmente Alexandre de Moraes, fez referências ao magistrado e afirmou que as medidas judiciais adotadas contra ele fazem parte de um suposto plano de perseguição política.
“Para deixar claro, não existe nenhum mandado de prisão contra mim, porque eu não cometi nenhum crime. O que existe é uma caça às bruxas politicamente motivada”, afirmou.
Flávio disse acreditar que a apreensão de seus passaportes seria apenas o primeiro passo de uma sequência de medidas que poderia incluir tornozeleira eletrônica, prisão domiciliar e condenação judicial.
A decisão de Moraes determinou a entrega dos documentos em uma investigação que envolve a relação do senador com o advogado Willer Tomaz. A medida não equivale a uma ordem de prisão.
Ao justificar sua decisão de permanecer fora do Brasil, Flávio estabeleceu paralelos com personalidades históricas e líderes políticos que atuaram no exílio, entre eles Rui Barbosa, Charles de Gaulle, José Martí e os opositores venezuelanos Juan Guaidó e Edmundo González.
O senador também afirmou que pretende assumir a liderança da oposição brasileira a partir dos Estados Unidos e fez um apelo direto a parlamentares e governadores aliados, com menção especial ao senador Rogério Marinho (PL-RN), a quem chamou de seu candidato à presidência do Senado.
“Aos senadores, deputados e governadores que ajudei a eleger, e em especial ao meu candidato à presidência do Senado, Rogério Marinho: sei que hoje vocês não têm a liberdade necessária para o pleno exercício da atividade política. Por isso, liderarei a oposição daqui. Direi o que vocês, aí, não podem dizer, e assumirei os riscos que vocês não podem correr”, afirmou.
O discurso indica que Flávio pretende manter uma atuação política ativa mesmo fora do território brasileiro, com pronunciamentos regulares e articulação de aliados.
“Nos próximos dias, vou me dirigir regularmente ao povo brasileiro, e apresentaremos uma estratégia para mobilizar a oposição e o imenso apoio popular que temos, por todos os meios pacíficos e legítimos”, disse.
O senador não detalhou quais seriam as medidas dessa estratégia nem esclareceu se pretende solicitar asilo político aos Estados Unidos. Também não estabeleceu uma previsão de retorno ao Brasil.
No encerramento, afirmou que sua saída do país não representa o fim de sua atuação política.
“Saí do Brasil, mas não abandonei os brasileiros. Esta luta não terminou no dia 25 de outubro. Ela só termina quando o Brasil voltar a ser um país livre.”
A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou nesta quarta-feira (28) uma resolução contra o embargo unilateral mantido pelos Estados Unidos contra Cuba há quase 27 anos.
A medida foi aprovada com 130 votos favoráveis, incluindo o do Brasil, 17 contrários e 25 abstenções. Esse foi o menor apoio ao fim do bloqueio em 30 anos. A queda está relacionada a uma campanha intensa dos Estados Unidos para convencer países aliados a rejeitarem a resolução.
A resolução já foi votada 33 vezes na ONU. Na primeira vez, em 1992, só 59 países votaram favoráveis. Entre 2015 e 2017, 191 países votaram pelo fim do embargo, o maior número até hoje. O período corresponde ao governo do ex-presidente norte-americano Barack Obama, que buscou uma reaproximação entre Estados Unidos e Cuba.
Em quase todas as votações, o Brasil se colocou favorável ao fim do bloqueio. As exceções foram em três ocasiões no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em 2019 o Brasil votou contra e em 2021 e 2022 se absteve.
Crise humanitária
Cuba sofre com um bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos desde 1960. Na época, Washington tomou a medida em retaliação à revolução cubana de 1959.
Este ano, o governo de Donald Trump intensificou as sanções contra a ilha, agravando ainda mais a crise econômica do país. Desde então, Cuba enfrenta escassez de energia, combustível, gás de cozinha, medicamentos e serviços essenciais. A inflação deste ano cresceu 25% em relação a 2025.
El Likud, el partido liderado por Beniamín Netanyahu, exigió este miércoles a la Policía israelí y al Shin Bet (el servicio de inteligencia interior) que investiguen posibles irregularidades en los colegios electorales de las comunidades árabes, a cuyos partidos acusó de “robar las elecciones” después de que la participación se disparase en esas localidades.
Sem clube, Sérgio Conceição procura um novo projeto ambicioso para a carreira. "Ganhei sempre títulos nos últimos anos e é assim que quero continuar”, diz o treinador português, que também abordou a evolução de Vitinha ao longo dos anos.
La Vinotinto firma una victoria histórica con gol de Diana Bravo, quiebra la hegemonía teutona ante selecciones de CONMEBOL y sella su boleto entre las ocho mejores del torneo celebrado en Marruecos.
Como podem dois comboios de alta velocidade colidir numa das redes ferroviárias mais avançadas da Europa? Nove meses depois da tragédia de Adamuz, em Córdova, que fez 46 mortos, um novo acidente ferroviário, desta vez em Toledo, volta a causar dezenas de mortos e feridos em Espanha. Veja as imagens
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Gadi Eisenkot esperaba ser la fuerza más votada con Yashar. Pero al exjefe del Ejército israelí le ha pasado por la derecha el Likud de Beniamin Netanyahu, que, pese a arrastrar duras críticas por su gestión del 7 de octubre, ha quedado primero en las elecciones al parlamento.
O Comitê de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos criticou a decisão do governo de Donald Trump de conceder visto ao senador brasileiro Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Nas redes sociais, o comitê, ligado aos democratas, fez um comparativo entre a atual política migratória estadunidense aplicada a pessoas que fogem de conflitos e o tratamento concedido a Flávio e à família Bolsonaro.
“Nenhum asilo para pessoas fugindo da guerra no Sudão ou de conflitos no Haiti, mas [o secretário de Estado Marco] Rubio está estendendo o tapete vermelho para Bolsonaro”, diz o post do comitê no X.
“Aparentemente, fugir da violência não qualifica [o migrante a entrar nos Estados Unidos]. Negar resultados eleitorais, sim”, continuou o post, ao citar que o Departamento de Estado planeja conceder vistos a Flávio e sua família.
Em perfil no Instagram, o parlamentar democrata Joaquin Castro afirmou que “perder as eleições não é motivo para asilo”, referindo-se à derrota de Flávio na candidatura ao cargo de presidente da República no último domingo (26).
“Ainda assim, o governo Trump está concedendo refúgio a Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos. No Brasil, ele está sob investigação por suposta corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas e foi ordenado a entregar seus passaportes”, postou.
Para Castro, o governo Trump deve explicações ao Congresso norte-americano “por seu papel em ajudar [Flávio] Bolsonaro a fugir do Brasil, violando a legislação brasileira”.
Entenda
Flávio Bolsonaro, a esposa e as duas filhas chegaram nesta quarta-feira (28) a Miami depois de cruzarem a fronteira brasileira com a Argentina e pegarem voo rumo aos Estados Unidos. A aeronave privada chegou a fazer uma parada no Equador.
Na terça-feira (27), um aliado próximo de Flávio e uma fonte do governo norte-americano confirmaram à agência Reuters que o senador havia fugido para os Estados Unidos. Flávio descumpriu o prazo estabelecido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para entregar os passaportes à Polícia Federal.
Na véspera, em vídeo publicado nas redes sociais após ser intimado pelo Judiciário, Flávio negou ter a intenção de deixar o Brasil e disse que ficaria no país para, segundo ele, organizar a oposição contra o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reeleito no domingo ao derrotar o senador no segundo turno da eleição presidencial, por mais de 4,4 milhões de votos.
Lavagem de dinheiro
Alexandre de Moraes determinou a entrega dos passaportes de Flávio, no âmbito de um inquérito em que o senador é investigado por lavagem de dinheiro, juntamente com o advogado Willer Tomaz, amigo dele. Ambos negam qualquer irregularidade.
A decisão do ministro do STF foi tomada depois de o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio, dizer, em uma transmissão nas redes sociais, que Flávio deveria deixar o país caso perdesse a eleição presidencial e liderar a oposição brasileira do exterior.
Polonia ha arrestado a un ciudadano ucraniano de 25 años acusado de colaborar con una red de sabotaje coordinada por los servicios de inteligencia rusos. Se trataría de un nuevo episodio de la guerra híbrida del Kremlin contra la Unión Europea. En esta ocasión, el detenido, identificado como Artem S., habría participado en un sabotaje para incendiar una importante instalación estratégica en el ámbito del desarrollo de armas y municiones.
Canadá no se convertirá pronto en el primer “miembro asociado” de la Unión Europea. Los Veintisiete han tumbado la oferta de la presidenta de la Comisión Europea, Ursula von der Leyen, quien en el último discurso sobre el Estado de la Unión, este septiembre, planteó otorgar este estatus al país dirigido por Mark Carney, que en los últimos meses se ha erigido como un aliado fundamental del bloque comunitario entre los desplantes de Donald Trump y la amenaza de Rusia.
La Policía ha detenido a dos ciudadanos bielorrusos sospechosos de planear ataques de sabotaje en el sur de Alemania, según ha informado este miércoles la Fiscalía General de Múnich. La revista Der Spiegel señala que los detenidos actuaban por encargo de Rusia. Los sospechosos presuntamente planeaban incendiar un edificio o una instalación de infraestructuras críticas en la zona de Núremberg, según ha explicado la Fiscalía a Reuters.
El veterano juez federal Alvin K. Hellerstein, que supervisaba en Manhattan el proceso judicial contra el dictador de Venezuela, Nicolás Maduro, ha fallecido este miércoles a los 92 años. Después de media vida presidiendo juicios mediáticos en el Tribunal Federal del Distrito Sur de Nueva York, cargo para el que fue nombrado por el presidente Bill Clinton en 1998, su muerte deja en un limbo el futuro juicio a Maduro y su esposa, acusados de cargos relacionados con el narcoterrorismo y la tortura de adversarios políticos. El tribunal ya ha informado que asignará por sorteo a un nuevo juez para el caso de Maduro.
Segundo Fátima Fernandes, presidente da Câmara de Montalegre, a realização de um evento desta dimensão constituiu uma oportunidade de promover internacionalmente o concelho. “É uma oportunidade única para promover o território, já que estas corridas são transmitidas para todo o mundo, e também para o negócio e a economia local”, sublinhou.
Segundo a autarca, as equipas começaram a chegar ao concelho vários dias antes da competição, muitas acompanhadas pelas respetivas famílias, o que contribuiu para a procura de alojamento, restauração, e comércio local.
Novidades
Uma das principais novidades do RallyX Global Final foi a introdução da categoria FC1 Hypercar, que inclui veículos elétricos de elevada potência (1100 cavalos), com tração integral e capacidade de aceleração dos 0 aos 100 km/h em cerca de 1,4 segundos.
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A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), assinou nesta quarta-feira (28), em Madri, na Espanha, um acordo de cooperação técnica com a Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI) para modernizar a gestão dos equipamentos culturais administrados pelo Estado.
A parceria prevê o desenvolvimento de modelos de governança, a capacitação de profissionais e a adoção de indicadores de desempenho para os 17 espaços sob gestão direta do governo pernambucano.
O memorando de entendimento tem vigência inicial de três anos. Nos próximos 30 dias, deverá ser criado um grupo de trabalho para definir as ações conjuntas. Entre as possibilidades estão a adoção de modelos de gestão compartilhada, o intercâmbio de experiências com instituições de outros países e a participação de gestores pernambucanos em programas de formação internacional.
Parceria prevê capacitação de gestores e novos modelos de administração para 17 equipamentos culturais do Estado - Divulgação
A iniciativa busca aprimorar a eficiência administrativa e a sustentabilidade financeira dos equipamentos culturais, que incluem museus, cinemas, teatros e centros culturais. O acordo, no entanto, não detalha os custos das ações previstas nem estabelece metas de economia ou de aumento de receitas para os espaços.
A OEI já participa de iniciativas de gestão de equipamentos públicos culturais no Brasil, como o Museu de Arte do Rio (MAR), além de projetos em Salvador. A experiência da organização deverá servir de referência para o desenvolvimento de propostas voltadas à rede pernambucana.
Desde 2023, o Governo de Pernambuco afirma ter investido mais de R$ 200 milhões em mais de 20 obras de restauração de bens arquitetônicos e religiosos. Entre os espaços citados pela gestão estadual estão o Cinema São Luiz, no Recife, o Museu de Arte Contemporânea (MAC), em Olinda, e o Cine Theatro Guarany, em Triunfo.
O governo também aposta na requalificação de imóveis históricos para abrigar atividades ligadas à economia criativa. Entre os projetos estão a instalação da Secretaria de Cultura no antigo edifício do Diário de Pernambuco, a implantação de uma escola técnica voltada à economia criativa no antigo Liceu de Artes e Ofícios e a criação do Mercado Criativo de Pernambuco, no Armazém 11, no Marco Zero, no Recife.
No âmbito da cooperação internacional, o memorando prevê a avaliação da instalação de um laboratório da escola digital Co.liga no antigo Liceu de Artes e Ofícios, em parceria com a Fundação Roberto Marinho. Também estão previstas possibilidades de concessão de bolsas para gestores locais em um programa de formação em gestão cultural ligado à Universidade Complutense de Madri.
A assinatura ocorreu na sede da OEI, na capital espanhola, durante agenda oficial da governadora. Participaram da reunião integrantes do secretariado estadual e da equipe de relações internacionais do governo, além de representantes da organização.
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O Ministério das Relações Exteriores informou que o governo brasileiro recebeu com profunda consternação a notícia do grave acidente ferroviário ocorrido nesta quarta-feira (28), na província de Toledo, na Espanha, que deixou dezenas de mortos e feridos.
Segundo o ministério, o governo monitora a situação por meio dos consulados do Brasil na Espanha, a fim de prestar a assistência consular aos brasileiros eventualmente afetados pela colisão dos trens.
“O Brasil manifesta sua solidariedade ao povo e ao governo da Espanha, transmite suas sinceras condolências às famílias das vítimas e deseja pronta recuperação aos feridos.”
Pelo menos 64 morreram, de acordo com a Agência Reuters, quando dois trens de alta velocidade colidiram. Esse segundo acidente fatal em menos de um ano na linha que liga Madri à região da Andaluzia, no sul do país, informaram autoridades regionais.
Os plantões dos consulados em Barcelona (+34 659 078 057) e Madri (+34 677 547 004), com WhatsApp, estão em funcionamento para atender aos brasileiros em situação de emergência.