Rússia obriga Apple e Microsoft a armazenar comunicações dos utilizadores



As ações da Intel estão a afundar mais de 21% na negociação após o fecho, depois de a fabricante de chips ter apresentado previsões para o quarto trimestre abaixo do esperado, penalizadas por uma explosão mortal na sua fábrica em Israel e pelo abrandamento do segmento de PC.
A Intel prevê receitas entre 15 e 16 mil milhões de dólares no quarto trimestre, abaixo dos 17,07 mil milhões estimados pelos analistas, e um lucro ajustado de 25 cêntimos por ação, longe dos 43 cêntimos esperados.
A explosão em outubro na fábrica de Kiryat Gat, em Israel, que matou duas pessoas e feriu outra com gravidade, fará desaparecer cerca de 600 milhões de dólares em receitas ao longo de dois trimestres, avança a agência noticiosa Reuters. A unidade, que produz sobretudo chips para centros de dados, deverá começar a retomar a produção até ao final desta semana, após uma paragem de duas semanas.
Segundo o diretor financeiro, David Zinsner, a situação levará que as previsões de receitas para o quarto trimestre sejam reduzidas em cerca de 300 milhões de dólares. A Intel prevê um impacto semelhante nas receitas do primeiro trimestre de 2027. O impacto final pode ser maior, já que a Intel ainda está a avaliar que bolachas de silício podem ser aproveitadas.
A juntar-se a este cenário, a fabricante de chips alertou que as receitas no segmento de PC vão continuar a abrandar até ao primeiro semestre do próximo ano. O segmento está a ser pressionado pela forte subida dos preços da memória. A empresa estima que as receitas neste segmento caiam na ordem dos 25% no próximo trimestre.
No terceiro trimestre, as vendas da divisão de chips para PC caíram 5%, para 8,10 mil milhões de dólares. O mercado estimava 8,98 mil milhões. As receitas da Intel subiram 21%, para 16,51 mil milhões de dólares, em linha com as estimativas. O lucro ajustado situou-se nos 52 cêntimos por ação, acima das estimativas de 40 cêntimos.
A Amazon aumentou as receitas líquidas em 12% no terceiro trimestre, para 201,9 mil milhões de dólares, de acordo com a informação comunicada esta quinta-feira ao mercado. Ainda assim, os resultados da gigante do e-commerce e da cloud ficaram abaixo das estimativas dos analistas.
As receitas comparam com 180,2 mil milhões no mesmo período do ano passado, mas o mercado esperava 202,3 mil milhões. O lucro por ação, de 1,89 dólares, também ficou aquém dos 1,96 dólares estimados. A estes números juntou-se um cash flow livre negativo, que agravou os receios dos acionistas sobre os gastos em inteligência artificial. As ações caíram mais de 7% na negociação após o fecho.
A Amazon Web Services (AWS), a divisão de computação na cloud, viu as receitas subir 39%, para 46 mil milhões de dólares. A Amazon superou assim as estimativas dos analistas, que esperavam um aumento de 38,2%, para 45,61 mil milhões, segundo dados compilados pela LSEG.
O retalho mantém-se uma das principais fontes de receitas. De acordo com a CNBC, as vendas online subiram 2% em termos homólogos, para 68,47 mil milhões de dólares, abaixo dos 69,68 mil milhões esperados pelos analistas, segundo a StreetAccount. As receitas de publicidade cresceram 11%, para 19,64 mil milhões, mas ficaram aquém do consenso de 20,82 mil milhões.
As duas unidades foram afetadas pela decisão de antecipar o Prime Day do terceiro para o segundo trimestre na maioria dos principais mercados, para evitar a sobreposição com o Mundial de Futebol, em junho, segundo o meio financeiro. O Prime Day é um dos principais eventos anuais de promoções da Amazon, dirigido aos membros Prime. Em 2025, decorreu inteiramente no terceiro trimestre. Segundo a empresa fundada por Jeff Bezos, sem esta mudança o crescimento homólogo das receitas teria sido cerca de quatro pontos percentuais superior.
O lucro operacional subiu para 28,1 mil milhões de dólares, face aos 17,4 mil milhões do terceiro trimestre de 2025. A AWS contribuiu com 17,8 mil milhões, contra 11,4 mil milhões no período homólogo.
Já o lucro líquido desceu de 21,2 para 20,7 mil milhões de dólares, ou de 1,95 para 1,89 dólares por ação diluída. “Esta descida deve-se sobretudo aos ganhos antes de impostos de 9,5 mil milhões, registados no terceiro trimestre de 2025 em resultados não operacionais, provenientes dos investimentos na Anthropic”, justifica a empresa.
O cash flow livre dos últimos 12 meses ficou negativo em 42,4 mil milhões de dólares, quando há um ano era positivo em 14,8 mil milhões. A Amazon atribui a quebra a um aumento de 94,8 mil milhões no investimento em ativos fixos, líquido dos proveitos de vendas e incentivos, que “reflete principalmente investimentos em inteligência artificial”.
Nos primeiros nove meses do ano, as receitas subiram de 503,5 para 584,1 mil milhões de dólares. O lucro operacional passou de 55,0 para 79,4 mil milhões. O lucro líquido mais do que duplicou, de 56,5 para 113,6 mil milhões. Para tal contribuíram 68,2 mil milhões de ganhos não operacionais, antes de impostos, face aos 15,7 mil milhões do período homólogo.
Para o quarto trimestre, a Amazon espera receitas entre 240 e 247 mil milhões de dólares. A estimativa média dos analistas é de de 244,51 mil milhões, segundo a LSEG. A empresa antecipa um impacto cambial desfavorável de cerca de 60 pontos base e espera que as receitas de publicidade cresçam a um ritmo próximo dos 20% . O lucro operacional deverá situar-se entre 28,5 e 33,5 mil milhões de dólares, face a 25,0 mil milhões no quarto trimestre de 2025. A previsão de capex para 2026 mantém-se nos cerca de 220 mil milhões de dólares.
Los móviles estrella de vivo gozan de una alta consideración entre los que saben de fotografía y vídeo, siendo para muchos la primera opción a tener en cuenta cuando se buscan prestaciones y resultados profesionales. Un estatus y una idoneidad que la marca revalida con el vivo X500 Pro Max, que sigue la brillante estela del X300 Ultra.
La competencia entre compañías se convirtió hace tiempo en una carrera continua, y la gran batalla se libra en el lucimiento fotográfico. La irrupción, siguiendo la fórmula Apple, de los dispositivos Pro Max constituye otra vía destacada desde la que exhibir poderío. Si el X300 Ultra representaba un avance maestro, el X500 Pro Max, potente aunque sin igualar esa contundencia de especificaciones, emerge como sobresaliente ejercicio de afirmación, con su genial teleobjetivo al frente.
Por lógica, bebe mucho de la serie y de su último referente, y por ello no sorprende de la misma manera que cuando se descubre vivo. Sin embargo, el relieve del despliegue en cuanto a las imágenes y vídeos captados y a las posibilidades que encierran sus cámaras hace que la sugerencia permanezca intacta y fluya en cada uso.
El principal escollo, inevitablemente, es el precio disparado. Sin las promociones, comienza en los 1.599 euros y llega a los 2.499 euros si se elige comprarlo con el extensor de teleobjetivo de 400 mm, el grande, horquilla que recuerda su condición de móvil muy de nicho.
No obstante, vivo ha acertado al incluir distintos escalones de precio en función de la configuración y de si se quieren los dos teleconvertidores compatibles, alejándose de la estrategia del pack cerrado del X300 Ultra (el móvil y el imponente kit).
Especificaciones técnicas principales del vivo X500 Pro Maxvivo mantiene su decisión estética de diferenciar sus smartphones de relieve fotográfico por medio del gran módulo circular para las cámaras. La competencia está virando hacia el formato cuadrado, si bien vivo entiende que esa contundencia forma parte de la distinción, y además sabe que a su comprador potencial le gusta dicha plasmación.
El poderío transmitido por la gran pieza se reviste de refinamiento premium. El fondo oscuro que envuelve las cámaras aporta presencia, y el aspecto y la textura del anillo metálico se inspiran en las cámaras fotográficas clásicas. El logo azul de ZEISS y la mención visual en rojo al revestimiento ZEISS T* dan su pequeño toque de color.
Lo he probado en su versión en gris, con el estilo que exhibía el vivo X300 Ultra en color verde en cuanto a los dos tonos diferenciados. Si el modelo Ultra lucía un verde suave en la mayor parte de la trasera, dejando la parte inferior plateada, el Pro Max juega con el contraste de grises entre la parte superior y el resto de la composición.
La línea que marca la 'frontera' se nota al pasar el dedo, señal de que la parte superior está ligeramente más elevada, matiz sutil que se descubre desde la vista lateral. Los reflejos al mover el dispositivo revelan numerosos puntitos brillantes, vistoso extra que hace pensar en el cielo estrellado, lo que tiene todo el sentido dada la validez del teléfono para la astrofotografía.
Los marcos de aluminio van en consonancia con la calidad que se espera en un móvil del segmento y posibilitan un agarre excelente. El lado izquierdo incluye un botón para cambiar el modo de sonido y activar la vibración, así como para la linterna.
Tanto la funda necesaria para colocar los teleconvertidores como los elementos del kit fotográfico (los anillos adaptadores, la empuñadura, los propios extensores) son de categoría.
La experiencia de pantalla casa totalmente con el rango del dispositivo, aunque da la sensación de que le falta un punto más al brillo máximo. vivo elige un panel de gran tamaño, 6,85 pulgadas, erigiendo el vivo X500 Pro como alternativa compacta (6,36 pulgadas), retomando la estrategia aplicada con el vivo X300 FE, guiado por el atractivo de lo más pequeño.
La pantalla cuenta con tecnología LTPO AMOLED, resolución de 3168 × 1440 (por defecto se aplica la Ultra HD, de 2772 x 1260), fluidez de hasta 144 Hz (apreciable en el cauce gaming), brillo máximo de 2.000 nits, brillo máximo local de 5.000 nits y atenuación PWM de 2.160 Hz.
Los ajustes permiten elegir entre tres modos de color (natural, profesional y brillante, cada uno sugerente en sus términos) y aplicar las funciones de protección ocular. La personalización mueve el apartado, que contempla dos modos de atenuación de pantalla y pestañas para el brillo antifatiga o el modo confort de sueño.
El acompañamiento sonoro concuerda con su condición de gama alta. Sus altavoces estéreo ofrecen un buen audio con su lado envolvente.
La fotografía del vivo X500 Pro Max tiene múltiples elementos para seguir considerando a la marca como uno de los actuales reyes en la faceta. Demuestra por qué lidera las preferencias de los entendidos, en buena medida por su conexión con el recorrido profesional.
Aunque vivo no reedita la doble materialización de los 200 MP plasmada en el X300 Ultra, y a pesar de que OPPO le ha ganado en ambición en lo que a este tipo de despliegue se refiere (las tres cámaras de 200 MP del Find X10 Pro Max), el nivel está ahí.
Incorpora una cámara principal TrueDynamic ZEISS de 50 MP, determinada por el sensor Sony LYTIA L910. Como coprotagonista, y robaescenas total, figura el estupendo teleobjetivo ZEISS APO de 200 MP con un sensor de 1/1,4 pulgadas y zoom óptico 3,5x (distancia focal de 85 mm). Completa el sistema trasero una ultra gran angular de 50 MP (15 mm). Y en la pantalla aparece otra de 50 MP.
El modo normal dispone como principales distancias los 15 mm (0,6x), 24 mm (disparo 1x), 48 mm (2x), 85 mm (3,5x) y 242 mm (10x), llegando al zoom digital de 100x. A las fotos se les pueden aplicar numerosos estilos de color. En este modo, la alta resolución contempla tres variantes, 25, 50 ó 200 MP.
El destacado modo retrato habilita distancias de 24 mm, 35 mm, 50 mm, 85 mm y 135 mm, con el extra de sus efectos bokeh. De las opciones principales brilla especialmente el modo paisajes y noche, el cual hace honor a su nombre. La mayoría de las fotos de este análisis están tomadas desde este cauce.
La cámara admite la grabación de vídeos en 4K (30, 60, 120 y 240 fps) y en 8K (30 fps). En este apartado sobresale el vídeo retrato, marco envuelto en el estilo que otorgan sus retratos cinematográficos. El favorito de vivo, el denominado Hora dorada, es ideal para imágenes al atardecer.
La aspiración de la fotografía profesional y de acercar la experiencia a la de contar con una cámara clásica con su equipo ha llevado a que las marcas también desarrollen sus propios teleconvertidores y los vendan como un complemento estrella que amplifica las posibilidades de sus teleobjetivos, sorprendentes de por sí.
vivo es una fiel cultivadora de la tendencia, y por ello el vivo X500 Pro Max puede usarse con el extensor teleobjetivo vivo ZEISS Gen 2 Ultra, con distancia focal equivalente de 400 mm y desarrollado sobre una estructura óptica con un aumento de 4,7x, así como con el teleconvertidor vivo ZEISS Gen 2 (distancia focal equivalente de 200 mm; aumento de 2,35x).
¿Merecen la pena? Hay que partir de la base de que se trata de una opción para muy 'cafeteros', si bien la opción de usarlos constituye toda una delicia, tanto por la experiencia en sí como por el hecho de que las imágenes maravillan.
Se acoplan con enorme facilidad poniendo primero la funda y el anillo adaptador. Y además, para potenciar las similitudes con las cámaras, viene una cuidada empuñadura fotográfica para disparar, variar la distancia focal o servir de pequeña powerbank.
El extensor de 400 mm llega a los 8.100 mm (se usan sobre todo los 400, 800 y 1.600 mm), y el de 200 mm, a los 1.150 mm. Por comodidad, ya que cabe en el bolsillo y pesa 153 gramos, me quedo con el pequeño, más que suficiente. vivo vende el móvil con el teleconvertidor de 400 mm o con el pack en el que se incluyen ambos.
El vivo X300 Ultra se sustentaba sobre el Qualcomm Snapdragon 8 Elite Gen 5. En cambio, el vivo X300 y el vivo X300 Pro, en línea con las evoluciones previas, llevaban el MediaTek Dimensity 9500, vía que conduce a que el Pro Max de la siguiente generación base su rendimiento en el Dimensity 9600 Pro, el significativo debut de MediaTek en los 2 nm. El teléfono se siente sobre todo fluido, justo como sucede con el OPPO Find X10 Pro Max, rival directo con el mismo procesador.
Se comercializa con tres versiones de almacenamiento: 256 GB, 512 GB y la descomunal de 1 TB, la que he tenido para este análisis. La memoria RAM trae sin embargo un recorte en especificaciones al venir con 12 GB cuando el vivo X300 Ultra ofrecía 16 GB. La rebaja se debe al impacto de la crisis de las RAM y a su fuerte incidencia en los precios.
En el uso medio no se aprecia una gran diferencia entre los 12 GB y los 16 GB, sobre todo por la RAM extendida que aporta hasta 24 GB extra, pero no deja de darse la circunstancia de que se paga más por menos memoria que antes.
El software de vivo luce mejor en su etapa OriginOS, el sistema operativo que relevó al clásico Funtouch, sensación que vuelve a brotar de la mano del vivo X500 Pro Max. En concreto, articula OriginOS 7, personalización basada en Android 17 con detalles interesantes en cuanto a la multitarea, el diseño y la conectividad.
Con el vivo X300 Pro, que se quedaba corto con sus 5.440 mAh, vivo comprendió que sus tope de gama debían integrar baterías de mayor capacidad. Aprendió del error y lo subsanó dotando al vivo X300 Ultra de una de 6.600 mAh, registro similar al del vivo X500 Pro Max, con una de 6.750 mAh. No son los seductores 8.000 mAh de la versión para el mercado chino, si bien el móvil sobrelleva bastante bien las exigencias fotográficas y el intenso uso cotidiano.
Se mueve en la horquilla del día y medio y las dos jornadas de aguante sin ir a buscar el cargador. Admite carga rápida por cable FlashCharge de 90W y rápida inalámbrica de 40W, además de tener presente la carga inversa. Una escenificación de alto nivel, como le gusta a vivo y en general a los fabricantes chinos sin por ello comprometer la durabilidad.



Os serviços secretos norte-americanos terão estado a vigiar uma pessoa próxima do presidente executivo da Nvidia, Jensen Huang, por suspeitas de ser um ativo dos serviços secretos chineses. Segundo o The New York Times (acesso pago, em inglês), a suspeita recai sobre Alice Huang, uma alta executiva de uma empresa de centros de dados sediada em Singapura.
De acordo com o jornal norte-americano, a vigilância terá revelado que Alice Huang, também identificada como Huang Le e cidadã chinesa, desenvolveu uma relação próxima com Jensen Huang. As autoridades receavam que estivesse a transmitir informações a Pequim sobre a Nvidia e o seu líder, que mantém uma relação próxima com o Presidente norte-americano, Donald Trump.
Alice Huang está ligada à Megaspeed, uma empresa de serviços de computação em nuvem sediada em Singapura que já tinha sido alvo de suspeitas de ajudar empresas a contornar as restrições norte-americanas à exportação de chips de IA para a China. Segundo o The New York Times, as autoridades norte-americanas receavam que a executiva estivesse a ajudar Pequim a obter informações através da sua relação com Jensen Huang.
O jornal adianta ainda que Donald Trump foi informado das conclusões dos serviços secretos há cerca de um ano, mas optou por não tomar medidas. A decisão terá sido influenciada pela relutância do Presidente em prejudicar as vendas de chips da Nvidia.
Um porta-voz da Nvidia desmentiu as suspeitas de que Alice Huang, ligada à empresa de serviços de computação em nuvem Megaspeed, teria mantido uma relação próxima com Jensen Huang para transmitir informações à China. Em declarações à CNBC, a tecnológica afirmou que a Megaspeed é apenas mais um dos seus clientes regionais e que as interações do presidente executivo com os responsáveis da empresa são normais, uma vez que fala com milhares de clientes todos os anos.
A empresa acrescentou que os clientes não têm acesso a segredos comerciais da Nvidia nem a informações relevantes para a segurança nacional. O porta-voz afirmou ainda que as alegações de desvio de chips da Nvidia para contornar as restrições norte-americanas às exportações já tinham sido investigadas e desmentidas no ano passado.
A Nvidia disse também não ter sido informada pelo Governo norte-americano sobre Alice Huang, afirmando estar confiante de que as autoridades a alertariam caso considerassem que alguém representava uma ameaça para a indústria norte-americana.
A investigação surge num contexto de crescente tensão entre Washington e Pequim em torno do acesso a tecnologia avançada de inteligência artificial (IA). Os Estados Unidos têm procurado limitar o acesso da China aos chips mais avançados da Nvidia, por receios de que possam ser utilizados no desenvolvimento de sistemas militares ou de modelos de IA capazes de rivalizar com os norte-americanos.






VTM
A realidade virtual aumenta a motivação, melhora a retenção de informação e permite simular ambientes complexos ou perigosos sem riscos reais.
Os principais benefícios passam por facilitar a compreensão de geometria, anatomia e física ao sair dos livros em 2D. Permite “visitas” a locais históricos, museus ou ao interior do corpo humano, aumentando a fixação do conteúdo. Possibilita treinos de laboratório, simulações industriais ou manobras médicas num ambiente totalmente seguro, além de reduzir as distrações e despertar maior interesse dos estudantes.
Margarida Seixas, professora na Escola Camilo Castelo Branco, explicou à VTM que os óculos de realidade virtual “permitem-nos aceder a mundos que de outra forma seriam completamente inatingíveis e desconhecidos. Ao colocarmos estes óculos podemos viajar até Marte, ir até ao tempo da pré-história, à Idade Média, ao Renascimento, ver moléculas ou até entrar num átomo do corpo humano”.
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Comprar este artigo — 1,00€The post “Liceu” aposta na realidade virtual para melhorar aprendizagem appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.


Alphabet. As ações da dona da Google, o mais popular motor de pesquisas online do mundo, estão sob forte pressão vendedora esta quinta-feira, na sequência dos resultados apresentados na quarta à noite.
Com a forte aposta na IA, a Alphabet registou um fluxo de caixa negativo no terceiro trimestre, o que aconteceu pela segunda vez desde que foi para a bolsa há mais de duas décadas. Mas não é o único sinal de preocupação. Também revelou que as pesquisas em “modo IA” estão a canabalizar as receitas do seu principal negócio de publicidade.
As ações da Alphabet estiveram a deslizar quase 13% no arranque da sessão em Wall Street. Cerca das 15h30 recuavam ‘apenas’ 11,6% para 284,72 dólares.
Em poucos momentos, a tecnológica perdeu 500 mil milhões de euros em capitalização de mercado. Só a Nvidia havia perdido mais numa só sessão, em janeiro de 2025.
Nota: Se está a aceder através das apps, carregue aqui para abrir o gráfico.
Pela segunda vez desde que foi para a bolsa, em 2004, a Alphabet registou um fluxo de caixa negativo. Atingiu os -9,1 mil milhões de dólares no terceiro trimestre, período durante o qual elevou os gastos com IA para mais de 50 mil milhões, uma altura em que os investidores estão cada vez mais cautelosos em relação ao retorno dos pesados investimentos em IA.
O investimento de capital (Capex) cresceu para 51,3 mil milhões de dólares no trimestre, face aos 44,9 mil milhões do trimestre anterior. O Capex poderá atingir os 205 mil milhões este ano.
As contas revelaram ainda fragilidades no principal negócio de publicidade no motor de busca. A receita da maior divisão da Alphabet subiu 12% para 62,4 mil milhões de dólares, abaixo das estimativas de 64,9 mil milhões e marcado um forte abrandamento em relação à taxa de crescimento anual de quase 20% registada no início do ano.
O diretor de negócio da Google justificou o desempenho com as pesquisas em “modo IA” — que fornecem respostas em texto conversacional em vez de uma lista de links — e que estão a ter impacto nas pesquisas tradicionais a e levar a uma menor monetização através dos anúncios.
“Os pessimistas argumentarão que este é o primeiro trimestre em que a IA está a começar a prejudicar seriamente os seus negócios de pesquisa“, disse Jeffrey Wlodarczak, CEO da Pivotal Research.
O resultado líquido caiu 25% para 26,2 mil mihões de dólares, contra os 37,3 mil milhões de previsão dos analistas.
A queda vertiginosa das ações da Alphabet está a contagiar o setor tecnológico. O índice Nasdaq perde mais de 1%.
A Microsoft recua 1,5% depois de ter reportado lucros acima do esperado e receitas de 92,3 mil milhões de dólares.
Esta quinta-feira é a vez de Amazon e Apple darem continuidade à temporada de resultados do setor.
Em relação à Amazon, as ações estão a ceder mais de 2%. Os analistas estarão de olho no crescimento da AWS. O mercado antecipa um lucro por ação de 1,97 dólares em receitas de 202,25 mil milhões. A AWS deverá ter faturado 45,68 mil milhões, mais 38% face ao terceiro trimestre de 2025.
A Alphabet e a Microsoft foram a noite e o dia. O trimestre da Microsoft apresentou um crescimento muito disciplinado, enquanto a Google está com queima de dinheiro e o seu negócio principal ficou aquém das expectativas.
