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Polícia investiga ida de Epstein a propriedade real com ex-príncipe Andrew

30 October 2026 at 20:01

A polícia da Escócia está investigando o período em que o criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein passou com Andrew Mountbatten-Windsor em Balmoral, uma propriedade real privada que serve como refúgio favorito da monarquia britânica.

“Recebemos informações e investigações estão em andamento, mas ainda em um estágio muito inicial”, declarou um porta-voz policial à CNN nesta sexta-feira (30), sem fornecer detalhes sobre a investigação.

“Todas as apurações baseiam-se em evidências, colocando as necessidades das vítimas sobreviventes no centro do processo. Nunca confirmamos detalhes de investigações em curso, e seria inadequado fazer mais comentários”, adicionou.

O jornal britânico The Daily Express noticiou que a investigação está relacionada a alegações de que mulheres teriam sido “traficadas” para Balmoral.

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Desde a divulgação dos documentos do caso Epstein, o ex-príncipe Andrew — que teve seus títulos reais retirados pelo irmão, o rei Charles III — tem enfrentado uma série de acusações sobre suas ligações com o falecido criminoso sexual.

Em fevereiro, ele foi detido sob suspeita de má conduta no exercício de cargo público e interrogado sob advertência antes de ser liberado.

O escândalo deixou a reputação de Andrew, que já estava bastante desgastada, completamente arruinada, e mergulhou a família real britânica em uma crise.

Imagens divulgadas por promotores dos Estados Unidos em 2021 parecem mostrar Epstein e Ghislaine Maxwell — braço-direito do financista, que atualmente cumpre pena em uma prisão federal americana por tráfico sexual e outros crimes — em Balmoral, no ano de 1999.

O Palácio de Buckingham tem reiterado que não fala em nome de Andrew e que não comenta investigações policiais em curso.

O ex-príncipe nega veementemente qualquer irregularidade em suas relações com Epstein.

A polícia informou que a investigação sobre má conduta em cargo público — referente ao período em que ele atuou como representante comercial do Reino Unido — continua em andamento.

Entenda o que é o caso Jeffrey Epstein, magnata envolvido em abuso sexual

 

Teenage Fanclub, las melodías hermosas no necesitan del algoritmo: “No podemos devolverle a la gente la juventud perdida”

30 October 2026 at 04:30
Norman Blake (izquierda) y Raymond McGinley, miembros de Teenage Fanclub, posan el pasado 15 de octubre antes de su concierto en la sala Lab/Wagon, Madrid.

Nunca han querido estar de moda. Dicen los escoceses Norman Blake y Raymond McGinley, a sus 60 y 62 años, que ni siquiera cuando crearon Teenage Fanclub en Glasgow en 1989 les interesaba figurar en una escena. “Parte de lo que hacemos, y de lo que hacíamos entonces, consiste en ignorar un poco todo lo demás y seguir nuestro propio camino, al margen de las tendencias”, reflexiona McGinley, “cuando empezamos estaban los Happy Mondays, los Stone Roses, aquella escena baggy [del Manchester de finales de los ochenta]. En el Reino Unido no había muchas bandas que sonaran como nosotros. Hacíamos lo nuestro”. La fórmula —basada en melodías de guitarra y armonías vocales, pero sin miedo a la distorsión— les ha funcionado: llevan juntos 37 años (40 si se tiene en cuenta su primera formación, The Boy Hairdressers), acaban de publicar su decimotercer álbum de estudio, Do Not Dare to Dream (no son supersticiosos, su cuarto disco se tituló Thirteen), y están inmersos en una gira europea que ha sumado 12 fechas en España.

Teenage Fanclub se formó en Glasgow en 1989. En la imagen, los dos cabecillas posan en Madrid el 15 de octubre de 2026.

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Blake y McGinley visitaron con Teenage Fanclub por primera vez España en 1992 como teloneros de Nirvana.
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