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Keeping Up Appearances

30 October 2026 at 12:00

There’s a generational shift happening in the funeral industry: Over the past four decades, female enrollment in mortuary programs has increased from 5 percent to roughly 75 percent of recent graduating classes. But why? For the Los Angeles Review of Books, Andie Eisen examines this trend, speaking with three women working in the deathcare field. Some were drawn in by a fascination with death or a formative funeral experience; others by a calling to a higher purpose and a desire to bring intimacy and care to a field long seen as impersonal, commercial, and male-dominated.

When you speak with a mortician, their tone gives away the questions they’ve answered hundreds of times before. Don’t you get scared? No. Morticians are more afraid of doing a bad job. Have you seen a ghost? Sadly, no. Once, a cosmetologist thought a body was shaking, but it was just an earthquake. Do you get grossed out? Not really, but they’re only human, and the medical field can challenge the senses. The questions themselves hint at a broader problem: outside of urban legends and crime procedurals, the average American knows very little about the death industry.

El euríbor rompe su racha al alza en octubre, pero encarece las hipotecas variables más de 1.000 euros al año

By: La · Razón
30 October 2026 at 11:56

El euríbor a doce meses cierra octubre entorno al 3,3%, rompiendo con tres meses consecutivos al alza al registrar una ligera caída respecto a septiembre. Pese al retroceso de este indicador, el más utilizado en España para calcular los créditos hipotecarios variables, las hipotecas variables seguirán al alza, ya que la tasa media del euríbor se sitúa muy por encima de la de octubre de 2025, cuando fue del 2,187%.

De esta manera, para una hipoteca media de 150.000 euros, a 25 años y con un interés del euríbor más el 1%, el incremento anual superará los 1.000 euros. En cambio, si el préstamo es superior, de 300.000 euros, con las mismas condiciones, el alza en las cuotas podría alcanzar los 2.100 euros anuales.

Todavía queda una sesión para que finalice el mes, pero el euríbor de octubre alcanza actualmente esa tasa media provisional del 3,235 %, levemente inferior al 3,247 % de septiembre, cuando encadenó su tercer mes de subidas, y alcanzó su nivel más alto de 2024.

En declaraciones a EFE, el analista de Banco BiG Joaquín Robles, ha explicado que en la evolución del euríbor, "la clave" sigue siendo las perspectivas de inflación y los movimientos de los bancos centrales. Ha recordado que en la eurozona, la inflación sigue subiendo, lo que ha llevado al Banco Central Europeo (BCE) a elevar los tipos de interés en dos ocasiones este año: una en junio, y otra en septiembre.

De cara a final de año, ha indicado Robles, se espera que el banco central vuelva a subir los tipos otros 25 puntos básicos si la inflación continúa al alza.Todo ello, ha aclarado, está afectando directamente al euríbor, que se ha disparado por encima del 3 %, y está provocando un encarecimiento a las hipotecas variables.

De cara a los próximos meses, Robles espera que el euríbor se mantenga por encima del 3%, condicionado por las perspectivas de inflación. "Si seguimos viendo conflictos geopolíticos, el estrecho de Ormuz cerrado y nuevas subidas en la inflación, probablemente veamos más subidas de tipos y por lo tanto más subidas en el euríbor", ha advertido Robles.

Por el contrario, ha asegurado que si hay algún tipo de acuerdo en dichos conflictos, se relajan los precios energéticos y la inflación, se empezará el camino de reducción de tipos y de caída del indicador.

Asimismo, el analista hipotecario de HelpMyCash, Miquel Riera, ha añadido que la pausa o estancamiento que registra el euríbor en octubre podría estar relacionada con el hecho de que el BCE mantenga los tipos de interés este mes. "Sin embargo, su evolución hasta finales de año dependerá, en buena medida, de los conflictos en Ucrania y Oriente Medio y de su impacto sobre la inflación", ha añadido.

Desde HelpMyCash contemplan también dos escenarios para el cierre de 2026, ya que si las tensiones geopolíticas se reducen y la inflación se modera, el euríbor podría bajar hasta el 3% o situarse por debajo de esa cota.

En cambio, si los conflictos se recrudecen y el BCE vuelve a subir los tipos en la última reunión del año, el indicador podría alcanzar el 3,5% a cierre de año.

© Google

El euríbor vuelve a subir y el BCE aprieta: dónde están las hipotecas baratas en julio

Irani tem lucro líquido de R$ 56,5 mi no terceiro trimestre, alta de 34,3%

30 October 2026 at 11:52

A Irani Papel e Embalagem registrou lucro líquido de R$ 56,51 milhões no terceiro trimestre de 2026, alta de 34,3% em relação ao mesmo período de 2025. Segundo a companhia, o resultado foi influenciado pela maior variação do valor justo dos ativos biológicos.

A receita líquida somou R$ 456,58 milhões no período, crescimento de 5,3% na comparação anual. Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado alcançou R$ 151,99 milhões, avanço de 3,9% em relação ao terceiro trimestre do ano passado.

De acordo com a empresa, o desempenho operacional foi impulsionado pelo maior volume de vendas no segmento de embalagens sustentáveis, que inclui papelão ondulado. O volume comercializado nesse segmento apresentou crescimento de 11,5% na comparação interanual.

Apesar do aumento nas vendas, os preços médios recuaram 1,2% no trimestre. A companhia atribuiu o movimento à dinâmica do mercado, caracterizada pelo equilíbrio entre oferta e demanda.

No encerramento do terceiro trimestre de 2026, a alavancagem da Irani ficou em 1,89 vez.

Do total da dívida, 67% correspondia a obrigações de longo prazo, enquanto os 33% restantes tinham vencimento no curto prazo. Em relação à composição por moeda, 99% do endividamento estava denominado em moeda nacional.

Caso Binance: Como ocorreu o maior roubo da história das criptomoedas

30 October 2026 at 11:51

Hackers roubaram US$ 6,3 bilhões da Binance, a maior corretora de criptomoedas do mundo, em um roubo de ativos digitais recorde .

Eis o que sabemos até agora:

O que aconteceu?  

Cerca de US$ 6,3 bilhões em criptomoedas foram retirados de carteiras que a Binance usa para processar transações, de acordo com a exchange e análises de especialistas em registros da blockchain.

A Binance afirmou em um comunicado na plataforma X que inicialmente pensou que o ataque tivesse envolvido um laptop comprometido.

“No entanto, nossa investigação subsequente descobriu pontos de violação adicionais”, acrescentou, sem dar mais detalhes.

De acordo com o site da corretora, ela opera um fundo de ativos seguro para os usuários, uma reserva de US$ 1 bilhão em bitcoins destinada a proteger os clientes em caso de violação de segurança.

O co-CEO Richard Teng afirmou que as perdas seriam cobertas pelo fundo e pelos recursos da empresa.

Segundo a empresa americana de análise de blockchain TRM Labs , os atacantes comprometeram a “infraestrutura de assinatura” da Binance, que autoriza transações, permitindo que eles emitissem instruções que esvaziaram as carteiras afetadas.

A maior parte do roubo ocorreu em cerca de 20 minutos, conforme mostram os registros da blockchain, começando pouco depois das 20h GMT de quinta-feira (29).

Após a movimentação dos fundos, os atacantes correram para transferi-los para um local fora do alcance das contrapartes da Binance e dos emissores de stablecoins, que congelaram aproximadamente metade dos ativos roubados.

Uma característica incomum de algumas criptomoedas, incluindo as principais stablecoins como USDT da Tether e USDC da Circle, é que seus emissores podem congelá-las remotamente.

“Em termos leigos, o atacante pode não ter roubado a chave do cofre, mas sim sequestrado o sistema que instrui o cofre a liberar o dinheiro”, disse Joshua Chu, um advogado de Hong Kong que trabalha com casos envolvendo criptomoedas.

Quem está por trás disso? 

Diversas empresas americanas de análise de blockchain afirmaram que o ataque apresenta semelhanças com operações anteriores atribuídas a hackers norte-coreanos.

Teng afirmou que a investigação da Binance ainda não identificou os atacantes, enquanto a Coreia do Norte nega rotineiramente qualquer envolvimento em ataques cibernéticos e roubos de criptomoedas.

A missão diplomática da Coreia do Norte em Genebra e a embaixada na China não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.

A TRM afirmou que a violação compartilhava características com o ataque do ano passado à corretora de criptomoedas Bybit, que o FBI atribuiu a hackers norte-coreanos.

A empresa disse estar altamente confiante de que o mesmo grupo estava por trás do roubo da Binance.

A Chainalysis afirmou que os fundos roubados em um ataque no mês passado contra a Bitget estavam sendo misturados com os lucros da violação de segurança da Binance.

Onde está o dinheiro?

Aproximadamente metade dos ativos roubados eram stablecoins que, desde então, foram congeladas por emissores como Tether, Circle, Ripple e World Liberty Financial, o empreendimento de criptomoedas da família Trump.

Isso não significa que as moedas serão devolvidas à Binance, mas limita significativamente a capacidade dos atacantes de convertê-las em dinheiro.

A TRM afirmou que parte dos fundos já havia sido depositada como garantia para empréstimos em ether e estimou que cerca de US$ 2,4 bilhões em bitcoin e ether estão fora de alcance.

“Nenhuma empresa emite bitcoin ou ether e nenhuma empresa pode congelar nenhum dos dois”, disse Patrick Tan, consultor jurídico da ChainArgos, uma empresa de inteligência em blockchain em Singapura.

“Os bitcoins e ethers só podem ser bloqueados se o atacante os enviar para uma corretora ou exchange de criptoativos que seja capaz e esteja disposta a congelá-los, ou se as autoridades policiais obtiverem as chaves privadas.”

Participantes do mercado disseram que os atacantes provavelmente misturariam as moedas roubadas com outros ativos ou usariam moedas e corretoras menos conhecidas para tentar movimentar os recursos obtidos ilegalmente.

“Quanto mais tempo passa, menor a probabilidade de conseguirem transferir esses fundos para outras corretoras ou provedores de pagamento — eles essencialmente entram para a lista negra”, disse Bernardo Brites, CEO da Trace Finance, uma empresa de infraestrutura de stablecoins.

“Na realidade, grande parte dos lucros de ataques cibernéticos… (só podem ser lavados) nas primeiras horas, mas depois disso, há muitos participantes diferentes que sabem que esses fundos estão marcados… e geralmente ficam lá parados por anos.”

E agora?

O roubo é o mais recente de uma série de grandes violações de ativos digitais. Segundo a TRM Labs, os invasores roubaram US$ 2,9 bilhões em criptomoedas em quase 150 incidentes no ano passado.

O ataque também abalou a confiança no setor. As criptomoedas caíram na sexta-feira e o valor total de mercado das stablecoins diminuiu, sugerindo que os investidores estavam retirando dinheiro de ativos digitais.

Elecciones, vivienda e incertidumbre: el "difícil" escenario que afrontan las protestas educativas en Cataluña para noviembre

Los profesores catalanes afrontan un nuevo calendario de movilizaciones en el mes de noviembre con cierto grado de incertidumbre: "Estamos en un contexto complicado. Vienen elecciones generales, el tema de la vivienda,... Es difícil saber qué impacto y participación tendremos", asegura a este diario la portavoz nacional de Ustec·Stes, Iolanda Segura, a pesar de que ve en la celebración de comicios un "escenario óptimo para hacer presión".

Los sindicatos contrarios al pacto educativo del Govern divulgaron esta semana a través de un comunicado conjunto la próxima hoja de ruta a seguir en las calles, tras acordarla el pasado sábado en la novena Asamblea Educativa de Cataluña (AEC). La lista de reivindicaciones, en la que también se abre la puerta a llevar a cabo marchas durante el segundo y tercer trimestre, marca como primeras fechas señaladas el 4 de noviembre, cuando se plantean concentraciones en los centros.

El 11 de ese mismo mes, el sector secundará la huelga general por la vivienda, mientras que el 21 de noviembre los sindicatos protagonizarán una manifestación en defensa de la educación pública. La consecución de paros culminará el 26 de noviembre, cuando las plataformas sindicales —Ustec·Stes, CGT, La Intersindical, COS, CNT y la AEC— celebrarán una huelga educativa. Sin embargo, el apoyo a esta iniciativa por parte de los docentes no es tan boyante ahora como sí lo fue en muchos momentos el curso pasado.

"Somos un motor diésel"

Prueba de ello, los resultados de la consulta lanzada la semana pasada al profesorado: el 50,2% del total de los participantes revelaron que no estarían dispuestos a hacer huelga, mientras que el 49,8% sí. En la encuesta, solamente participó un tercio del censo total de profesores y personal de atención educativa. "Fue muy ajustado. Nos planteamos que lo más oportuno era convocar un día de huelga. Si no convocas nada, corres el riesgo de perder un potencial dispuesto a movilizarse", analiza Segura para LA RAZÓN.

Los porcentajes, en efecto, contrastan con los aproximadamente 40.000 profesores que secundaban en junio esta medida de presión, tras el rechazo de los maestros al preacuerdo educativo del Govern. Esta división de opiniones llega tras más de 20 jornadas de protesta en el último trimestre del curso pasado y un paro el primer día del curso 2026-27 que no tuvo un seguimiento masivo por parte de los profesores, a diferencia de las convocadas en febrero o marzo.

La representante de Ustec reconoce que aquel "ciclo de lucha fue muy desgastador para todos", pero que lo "tiramos adelante porque el colectivo nos lo pidió". Admite también que activar a la comunidad en el primer trimestre "siempre es más costoso" y que se estudiará el "músculo" del paro general por la vivienda y del educativo, para evaluar los próximos avances reivindicativos. "Somos un motor un diésel. Veremos si este año va en crecimiento o no. Será el colectivo el que nos diga si está dispuesto a movilizarse".

Demandas

Desde el sindicato mayoritario de la escuela pública catalana, no obstante, afirman que solo a través de las protestas se pueden reabrir unas negociaciones con el Departamento de Educación que actualmente están encalladas. Durante la novena AEC, de hecho, se ratificó presentar el documento de objetivos de la comunidad educativa en el que exponen múltiples demandas a la Generalitat. Por ejemplo, más recursos para la educación inclusiva mediante el incremento de plantillas.

En concreto, exigen unos 34.000 profesionales más: 18.000 nuevas plazas estructurales de docentes y PAE, cinco dotaciones por centro (16.225) y refuerzo de los servicios educativos. Por otro lado, piden igualmente una bajada de ratios, una cláusula de garantía salarial (ligada al IPC) para todos los colectivos y equiparación salarial de los colectivos externalizados, entre otras peticiones. Pero la más importante, según Segura, es que se destine el 6% del PIB a educación: "Es la única forma de dar cabida a todas las carencias en las aulas".

© EUROPAPRESS

Manifestación de los sindicatos Ustec·Stes, CGT, Intersindical y COS en el marco de la huelga educativa

Votación en ONU contra bloqueo a Cuba resulta mensaje abrumador

30 October 2026 at 11:45

Montevideo, 30 oct (Prensa Latina) La votación en Naciones Unidas de rechazo al bloqueo a Cuba resulta un mensaje abrumador en defensa del derecho internacional y del multilateralismo, consideró hoy aquí la embajadora de la isla en Uruguay, Lissett Pérez.

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Criptomoedas têm forte queda após ataque hacker contra a Binance

30 October 2026 at 11:44

Um ataque cibernético balançou o mercado de criptomoedas nesta sexta-feira (30), após a Binance informar nas redes sociais que estava investigando um “problema de segurança” em sua plataforma. A corretora de cripto sinalizou também que congelou US$ 2,54 bi em ativos.

De acordo com informações obtidas pela CNN Internacional, o total de ativos roubados pelos hackers ultrapassam os US$ 6 bilhões, um novo recorde para o maior assalto do tipo já registrado.

Com a notícia, as principais criptomoedas do mundo tinham queda expressiva. Pela manhã, o Bitcoin – um dos ativos mais conhecidos do mundo -, cedia 1,50%, cotado a US$ 77.624 (R$ 417.610). Antes disso, a moeda chegou a ceder mais de 2%.

Enquanto isso, a Ethereum tinha queda de 3,27%, a US$ 2.244,6 (R$ 12.080).

Diversos investigadores apontaram a Coreia do Norte como a possível responsável pelo ataque. Os invasores conseguiram acessar carteiras digitais mantidas na Binance, que hoje é a maior corretora de criptomoedas do mundo.

“Estamos trabalhando sem parar para resolver este problema. A Binance cobrirá todas as perdas. […] Estamos trabalhando 24 horas por dia e compartilharemos um relatório completo pós-incidente assim que a investigação for concluída”, escreveu a empresa na rede social X.

Segundo a Binance, os recursos dos usuários estão seguros, e a sede nos Estados Unidos afirmou que suas operações não foram afetadas pelo “incidente de segurança”.

“Somos uma plataforma separada e independente, e os fundos e serviços dos clientes estão seguros e funcionando normalmente”, diz a conta da operação norte-americana no X.

*Com informações da CNN Internacional

Bitcoin supera US$ 80 mil pela 1ª vez com otimismo por governo Trump

 

Daniel Cardoso e o livro “perfeito” para a dança contemporânea

Coreógrafo assina o bailado 'Elsewhere Within Stillness' no espetáculo 'Desassossego' da Companhia Nacional de Bailado, que inclui também uma peça de Marcelino Sambé. Em cena até domingo no Teatro Camões, o desafio foi criar movimento inspirado na obra de Fernando Pessoa.

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Monsanto vence julgamento sobre glifosato após decisão da Suprema Corte

30 October 2026 at 11:36

Um júri do Tribunal de Circuito do Missouri, nos Estados Unidos, decidiu por unanimidade a favor da Monsanto em um processo envolvendo o herbicida Roundup, um glifosato. O julgamento, realizado nesta quinta-feira (29), foi o primeiro relacionado ao produto desde que a Suprema Corte dos Estados Unidos proferiu, em junho de 2026, uma decisão que restringiu parte das ações judiciais contra a empresa.

O processo envolvia três autores, que apresentaram acusações de defeito de projeto, fraude e negligência. Segundo comunicado divulgado pela Bayer, controladora da Monsanto, o júri rejeitou as três alegações.

A decisão ocorre após o julgamento da Suprema Corte no caso Monsanto v. Durnell. Na ocasião, a Corte entendeu que a legislação federal norte-americana sobre pesticidas, a Lei Federal de Inseticidas, Fungicidas e Rodenticidas, prevalece sobre determinadas ações baseadas em leis estaduais que alegam falha na advertência sobre riscos de produtos, quando a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos já tiver estabelecido uma posição definitiva sobre sua segurança.

Esse entendimento afastou as chamadas alegações de falha na advertência, uma das principais linhas de argumentação utilizadas nos processos contra a Monsanto envolvendo o Roundup. Com isso, os autores do caso no Missouri seguiram com as acusações de defeito de projeto e negligência, além da alegação de fraude.

De acordo com a Bayer, o julgamento no Missouri foi o primeiro a avaliar, após a decisão da Suprema Corte, se as provas apresentadas seriam suficientes para sustentar acusações de defeito de projeto e negligência.

Em declaração divulgada pela empresa, Bill Dodero, diretor jurídico da Monsanto nos Estados Unidos e chefe global de litígios, afirmou que o resultado reforça a posição da companhia de que não há evidências suficientes para comprovar as acusações apresentadas nos processos envolvendo o herbicida.

A Bayer também argumentou que a decisão poderá dificultar novas ações judiciais contra a Monsanto, tanto pela necessidade de demonstrar a viabilidade jurídica das acusações quanto pela exigência de apresentar provas que as sustentem em tribunal.

Nos últimos anos, a empresa enfrentou milhares de processos estaduais que alegam que a empresa não alertou sobre possíveis riscos de câncer associados ao produto, que contém glifosato. Até o momento, a companhia já desembolsou bilhões de dólares em indenizações. 

Em fevereiro, a Monsanto anunciou um acordo de até US$ 7,25 bilhões proposto para uma ação coletiva nacional nos Estados Unidos, destinado a resolver atuais e futuras reivindicações relacionadas ao herbicida, incluindo casos de câncer. 

Posição da empresa

No comunicado, a Bayer voltou a defender a segurança do glifosato, princípio ativo do Roundup. A empresa afirma que o produto é amplamente estudado e que o conjunto das evidências científicas e as avaliações de órgãos reguladores de diferentes países respaldam sua segurança quando utilizado conforme as instruções.

A companhia também destacou que a Agência de Proteção Ambiental americana considera que o glifosato “provavelmente não é carcinogênico” e que os rótulos do Roundup aprovados pela agência não incluem advertências sobre câncer.

Ao final do comunicado, a Bayer informou que continuará defendendo seus produtos nos processos judiciais ainda em andamento.

CCDR Algarve quer ferrovia Faro–Huelva–Sevilha até 2040

30 October 2026 at 11:20

Região reforçou prioridades estratégicas de cooperação transfronteiriça na reunião Luso-Espanhola em Tordesilhas.

O conteúdo CCDR Algarve quer ferrovia Faro–Huelva–Sevilha até 2040 aparece primeiro em Barlavento.

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