❌

Reading view

Eleição em Israel: o que acontece após Netanyahu não conseguir maioria

A coalizão do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, não conseguiu conquistar a maioria das cadeiras do Knesset, o Parlamento israelense, nas eleições gerais do país.

O bloco formado por partidos de direita e ultraortodoxos obteve 53 dos 120 assentos, oito a menos que os 61 necessários para governar.

Apesar de ter liderado a disputa individualmente, o Likud, partido de Netanyahu, conquistou 27 cadeiras e não conseguiu reunir apoio parlamentar suficiente para garantir a continuidade do governo.

Os resultados finais foram divulgados pela Comissão Central de Eleições de Israel.

O Yashar, do ex-chefe militar Gadi Eisenkot, principal adversário do premiê, ficou em segundo lugar, com 21 assentos. O Juntos, do ex-primeiro-ministro Naftali Bennett, conquistou 12 cadeiras, enquanto a Lista Conjunta, formada por partidos árabes, ficou com 11.

Os Democratas e o Ra’am terão oito representantes cada. Yisrael Beiteinu, Otzma Yehudit e Judaísmo Unido da Torá conquistaram sete cadeiras cada. Já Shas e Sionismo Religioso ficaram com seis assentos cada.

Ao todo, 11 listas de candidatos superaram a cláusula de barreira, de 3,25% dos votos, e terão representantes no Parlamento. O comparecimento às urnas foi de 77,9%, segundo a Comissão Central de Eleições.

Os próximos passos para a formação do governo

As eleições terminaram sem que nenhum dos principais blocos conquistasse a maioria necessária para governar. Com isso, o resultado abre uma nova etapa de negociações políticas, nas quais partidos menores poderão desempenhar um papel decisivo.

Após a certificação dos resultados, o processo de formação do governo passa para o presidente de Israel, Isaac Herzog.

Herzog deve realizar uma rodada de consultas em Jerusalém, durante a qual cada partido eleito poderá recomendar um nome para o cargo de primeiro-ministro.

Com base nas recomendações, o presidente encarregará um dos candidatos de tentar formar um governo. A escolha não precisa recair necessariamente sobre o líder do partido que conquistou mais cadeiras, mas sobre aquele que, na avaliação do presidente, apresentar melhores condições de reunir apoio parlamentar suficiente.

O candidato designado terá 28 dias para negociar a formação de uma coalizão. O prazo poderá ser prorrogado por mais 14 dias.

Durante esse período, as legendas negociarão a distribuição de cargos ministeriais, prioridades orçamentárias e compromissos políticos para a composição do novo governo.

Caso o primeiro candidato não consiga formar uma coalizão, Herzog poderá encarregar outro parlamentar da tarefa. A segunda tentativa também terá um prazo de quatro semanas.

Se as negociações fracassarem novamente, o Parlamento terá um período para apresentar outro nome. Caso não consiga, Israel poderá ser convocado a realizar novas eleições.

Governo de união

Diante do impasse, uma das possibilidades seria a formação de um governo de união nacional, reunindo os dois maiores partidos, o Likud e o Yashar.

Herzog poderá tentar aproximar Netanyahu e Eisenkot para viabilizar um acordo entre as duas forças políticas. No entanto, a possibilidade enfrenta obstáculos.

Eisenkot já descartou integrar um governo liderado pelo atual primeiro-ministro. Além disso, Netanyahu tem um histórico de rompimentos de acordos políticos com antigos parceiros de governo, o que pode dificultar a construção de um entendimento.

Sem uma maioria definida, as negociações entre os partidos serão determinantes para estabelecer quem comandará o próximo governo israelense.

(Com informações de Tal Shalev, da CNN e Maayan Lubell, da Reuters)

Knesset, Likud: Entenda os principais termos da eleição de Israel

 

  •  

Maior desafio de Lula 4 será aprovar reformas no Congresso, diz Moody’s

A dificuldade de aprovar pautas em um Congresso Nacional mais à direita será um dos principais desafios do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo William Foster, vice-presidente sênior da Moody’s Ratings.

Em entrevista exclusiva ao CNN Money, o executivo apontou que a capacidade de negociar com parlamentares e construir acordos políticos será determinante para a implementação de medidas capazes de conter o avanço da dívida pública brasileira.

“O maior desafio que vejo neste momento não é apenas elaborar boas políticas e conquistar a credibilidade do mercado, mas conseguir aprovar a legislação no Congresso para dar sustentação a essas políticas”, afirmou Foster.

Na avaliação dele, o desafio será ainda maior do que no mandato anterior, diante da mudança na composição do Legislativo. “O Congresso se deslocou para a direita”, ressaltou.

Foster destacou que a aprovação de mudanças fiscais exigirá habilidade política do governo para negociar com o centro e construir maiorias. No Brasil, PECs (Propostas de Emenda à Constituição) precisam de três quintos dos votos de deputados e senadores, o que exige uma articulação ampla para a aprovação de mudanças estruturais.

“Isso vai exigir uma negociação significativa de acordos e uma disposição política que Lula precisará empregar para alcançar esses objetivos”, afirmou.

O executivo ressaltou que a questão fiscal não depende apenas da elaboração de medidas bem desenhadas, mas também de sua implementação. Para a agência, a capacidade do governo de transformar propostas em mudanças efetivas será fundamental para recuperar a confiança dos investidores.

A Moody’s mantém a nota de crédito soberano do Brasil em Ba1, um nível abaixo do grau de investimento, com perspectiva estável. Segundo Foster, a evolução da política fiscal será o principal fator para uma eventual mudança na avaliação do país.

Nesse sentido, apontou a necessidade de rever o crescimento das despesas obrigatórias, muitas delas corrigidas pelo salário mínimo e pela inflação. Para ele, mudanças nos mecanismos de indexação e no nível dos gastos poderiam reduzir os déficits primários e, no futuro, permitir a estabilização da dívida.

Juros elevados dificultam recuperação fiscal

O custo de financiamento da dívida é outro ponto de preocupação para a Moody’s. Segundo Foster, o Brasil apresenta despesas com juros elevadas em comparação com outros países, reflexo de taxas historicamente altas e da estrutura de financiamento do governo.

O executivo afirmou que os pagamentos de juros equivalem a cerca de 20% das receitas públicas e superam 8% do PIB (Produto Interno Bruto).

Na entrevista, ele também destacou que mais de 40% da dívida do governo está vinculada a taxas flutuantes relacionadas à Selic, o que aumenta a exposição das contas públicas a períodos prolongados de juros elevados.

“[O Brasil] é muito mais vulnerável a taxas de juros mais altas por períodos mais longos, particularmente com um prazo médio ponderado da dívida pública em torno de quatro anos. Essa é uma característica estrutural […] e a tendência continuou a piorar nos últimos quatro anos do governo Lula”, ponderou.

Na avaliação de Foster, a política monetária enfrenta o desafio de conter as pressões inflacionárias enquanto a política fiscal mantém estímulos à atividade econômica. O aumento dos gastos públicos pode dificultar o trabalho do Banco Central e reduzir o espaço para cortes mais rápidos da taxa básica de juros.

O executivo, contudo, vê possibilidade de redução gradual dos juros, desde que algumas condições sejam atendidas. Entre elas, está um reequilíbrio da política fiscal, capaz de contribuir para a desaceleração da inflação e diminuir o custo de financiamento do governo e da economia.

“[A consolidação fiscal] permitiria ao Banco Central, potencialmente, ter mais confiança para que eles possam reduzir ainda mais as taxas”, disse.

Foster também alertou para a possibilidade de dominância fiscal, situação em que as pressões das contas públicas dificultam a condução da política monetária.

Para a Moody’s, a recuperação da credibilidade fiscal seria um caminho para melhorar as condições de financiamento e favorecer o crescimento sustentável. A redução do custo da dívida também ajudaria a diminuir os déficits e abrir espaço para investimentos do setor privado.

Dívida pública pode continuar crescendo sem reformas

A relação entre a dívida pública e o Produto Interno Bruto é um dos principais fatores de risco para o perfil de crédito brasileiro, segundo Foster. O indicador passou de aproximadamente 72% para 83% do PIB nos últimos anos.

Sem mudanças na política fiscal ao longo dos próximos quatro anos, a Moody’s projeta que a relação poderá alcançar cerca de 87% do PIB no ano seguinte e continuar aumentando. A estimativa da agência é superior à projeção do governo, que prevê um pico próximo de 88% nos próximos anos, antes de uma trajetória de queda.

“Para que a dívida comece a cair ou se estabilize, é necessário observar mudanças na política fiscal”, afirmou Foster.

Segundo ele, a principal frente de atuação seria a revisão das despesas obrigatórias, que apresentam uma tendência estrutural de crescimento. A redução do ritmo de expansão dos gastos e eventuais cortes poderiam contribuir para diminuir os déficits primários e, posteriormente, permitir a obtenção de superávits.

O executivo também fez ressalvas ao atual arcabouço fiscal brasileiro. Embora considere razoáveis as metas de resultado primário, ele avalia que o modelo não contempla de maneira suficiente o principal fator por trás do déficit total do governo: o pagamento de juros.

“Uma política fiscal crível precisa levar em conta o custo dos empréstimos”, afirmou.

Para o executivo, a adoção de metas de longo prazo para a dívida em relação ao PIB e mudanças na forma de acompanhar o cumprimento dos objetivos fiscais poderiam aumentar a transparência e a previsibilidade da política econômica.

A agência considera que uma melhora duradoura das contas públicas, acompanhada de crescimento econômico mais forte, poderia abrir caminho para uma perspectiva positiva e, eventualmente, para a elevação da nota de crédito brasileira ao grau de investimento. Isso exigiria, porém, uma mudança permanente e significativa na trajetória fiscal.

No sentido contrário, a persistência de déficits elevados e a deterioração da credibilidade da política econômica poderiam pressionar ainda mais os juros, prejudicar o crescimento e ampliar o endividamento.

Porém, Foster destacou que a polarização política dificulta a adoção de medidas fiscais não apenas no Brasil, mas também em outros países. Reformas que envolvem despesas sociais, previdência e saúde são particularmente sensíveis e dependem de consenso político.

“É necessário um reequilíbrio entre esses custos e os objetivos fiscais. Isso exige consenso político, algo que está muito difícil de alcançar no Brasil e em muitos países ao redor do mundo”, afirmou.

Para a Moody’s, a capacidade do governo Lula de construir pontes com a oposição e com os partidos de centro será decisiva para avançar com reformas capazes de estabilizar a dívida e fortalecer o perfil de crédito do país.

 

  •  

O carro avisa antes de quebrar? Conheça sinais que os motoristas ignoram

Muitos motoristas já devem ter passado pela complicada experiência de o carro simplesmente parar de funcionar. O que parece ser um imprevisto repentino, no entanto, raramente acontece sem aviso prévio.

Na maioria dos casos, o veículo dá sinais, alguns claros, de que algo está errado muito antes de uma falha grave acontecer.

Em grande parte das vezes, o carro “conversa” com o motorista por meio de ruídos, vibrações, odores, perda de rendimento e alertas no painel. O grande problema é que muitos desses avisos são ignorados até que a conta da oficina se torne desnecessariamente alta.

Hábitos aparentemente inofensivos do dia a dia causam desgaste precoce em componentes caros do veículo e podem gerar prejuízos consideráveis na oficina. • Magnific

Onde os primeiros alertas aparecem?

Para o especialista em performance automotiva, José Francisco dos Santos Junior, os sintomas de desgaste ou falha podem surgir em praticamente todos os sistemas do veículo.

“A combinação entre manutenção adequada, atenção aos sinais e diagnóstico correto pode evitar problemas maiores, reduzir custos e, principalmente, contribuir para a segurança de quem está ao volante”, afirma.

Os principais problemas vão desde o arrefecimento à lubrificação, passando por freios, suspensão, transmissão e sistema de alimentação de combustível.

Ainda segundo o especialista, entre os avisos prévios mais comuns da oficina estão:

  • Pequenos vazamentos: marcas de fluido ou água na garagem costumam ser tratadas como algo menor, mas um simples vazamento no sistema de arrefecimento pode resultar no superaquecimento do motor e no travamento de componentes internos;

  • Ruídos atípicos: barulhos metálicos ao frear, estalos em curvas ou barulhos secos ao passar por buracos indicam desgaste avançado em discos, pastilhas ou componentes da suspensão;

  • Avisos eletrônicos: as luzes de advertência no painel não acendem por acaso. Embora a eletrônica aponte a anomalia, ela é o ponto de partida para que um técnico realize o diagnóstico adequado.

“O principal cuidado é não continuar dirigindo na expectativa de que um problema grave desapareça sozinho”, finaliza Junior.

Quatro cuidados para ter no carro durante período da primavera; confira

 

  •  

Aneel leiloa hoje projetos de transmissão com R$ 8,9 bi em investimentos

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) realiza nesta sexta-feira (30), na sede da B3, em São Paulo, um leilão de transmissão de energia com investimentos estimados em R$ 8,9 bilhões. Serão oferecidos oito lotes de empreendimentos em sete Estados, com previsão de construção de 1.866 quilômetros de novas linhas e conexões com a rede existente.

Com início previsto para às 10h, o certame também contempla a continuidade da operação e manutenção de 483 quilômetros de linhas existentes e subestações com capacidade de transformação de 12.694 megavolt-amperes (MVA). Os projetos estão distribuídos por Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Rondônia e São Paulo.

Neste leilão, o objetivo mais amplo é ampliar a capacidade da rede e aumentar a confiabilidade do abastecimento, atendendo ao consumo de energia. Algumas obras também permitem conectar mais geração.

As concessões terão duração de 30 anos, contados a partir da assinatura dos contratos. Os prazos para entrada em operação comercial variam de 42 a 60 meses, conforme o empreendimento. Segundo a Aneel, a construção das instalações poderá gerar mais de 20 mil empregos ao longo da cadeia produtiva.

O maior investimento está concentrado no lote 4, estimado em R$ 4,1 bilhões. O conjunto reúne 1.167 quilômetros de linhas e obras voltadas ao atendimento elétrico de Mato Grosso do Sul, além do aumento da capacidade para conexão de geração na região.

Esse lote foi dividido nos sublotes 4A e 4B, com investimentos previstos de R$ 2,2 bilhões e R$ 1,9 bilhão, respectivamente. O primeiro contempla a ligação entre Rio Brilhante e Sarandi e ampliações na subestação Rio Brilhante. O segundo inclui as linhas Rio Verde Norte–Chapadão e Chapadão–Rio Brilhante, além de intervenções na subestação Chapadão.

Os interessados poderão apresentar propostas pelo lote completo ou pelos sublotes. A Aneel comparará a menor oferta pelo conjunto com a soma das menores propostas pelos dois sublotes para definir a modalidade de contratação com menor receita anual.

Em São Paulo, o lote 3 prevê investimento de R$ 1,1 bilhão na subestação Santana e em conexões com linhas existentes. As instalações ficarão em Mogi das Cruzes e terão como finalidade atender à região central da capital paulista.

No Paraná, o lote 5 reúne ampliações para atendimento à região metropolitana de Curitiba, com investimento estimado em R$ 982,5 milhões. Já o lote 6, de R$ 480,3 milhões, contempla a subestação Iguaçu e conexões destinadas ao atendimento das regiões Oeste e Sudoeste do estado.

Na Bahia, o lote 1 combina novas instalações com a continuidade dos serviços de transmissão de ativos da Afluente-T cujo contrato de concessão está próximo do fim. O lote 2, com empreendimentos em território baiano e goiano, busca atender ao Nordeste de Goiás. Na Paraíba, o lote 7 prevê reforços para o abastecimento do Sertão.

O lote 8 contempla a instalação de três compensadores síncronos na subestação Coletora Porto Velho, em Rondônia. O investimento previsto é de R$ 753,2 milhões, com a finalidade de ampliar a resiliência do sistema de transmissão que atende Acre e Rondônia diante das mudanças climáticas.

Vencerá cada disputa o proponente que oferecer a menor RAP (Receita Anual Permitida), remuneração pela prestação do serviço de transmissão. A soma dos valores máximos de referência dos lotes é de aproximadamente R$ 1,6 bilhão por ano.

  •  

Cúpula do PL tenta convencer Flávio a abandonar discurso de fraude e teme novas declarações nos EUA


A cúpula do PL tenta convencer Flávio Bolsonaro (PL-RJ) a abandonar o discurso de fraude na eleição presidencial e teme que novas declarações do senador, que deixou o Brasil e está nos Estados Unidos, aprofundem o desgaste do partido após a derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A preocupação ganhou força depois da divulgação de uma carta na qual Flávio questionou, sem apresentar provas, o resultado das urnas e chegou a se declarar o "verdadeiro presidente eleito do Brasil". O documento não recebeu o aval da direção partidária e expôs divergências sobre a estratégia da oposição para os próximos anos. O receio aumentou diante da previsão de que Flávio conceda uma entrevista coletiva nos Estados Unidos na próxima semana, quando deverá voltar a tratar da derrota eleitoral e de sua decisão de permanecer no exterior. Integrantes do PL temem que o senador reforce as acusações de fraude ou faça novas declarações que ampliem o desgaste da legenda. A avaliação é que o discurso adotado por Flávio pode comprometer os esforços para reorganizar a oposição e dificultar a construção de alianças no Congresso, especialmente num momento em que o partido tenta ampliar sua influência nas duas Casas. O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, criticou publicamente a manifestação nesta quinta-feira, após visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília. Segundo o dirigente, a carta não foi aprovada pelo partido, que pretende concentrar seus esforços na reorganização da oposição e na atuação no Congresso. — Ninguém quer ter problema, ninguém aprova essa situação que aconteceu com o Flávio. O Flávio passou por uma situação difícil, compreendemos, mas não aprovamos. Queremos tocar o país para a frente — afirmou Valdemar. O dirigente também disse que a viagem do senador surpreendeu integrantes da legenda e da própria família Bolsonaro. Segundo ele, nem mesmo o ex-presidente havia sido informado previamente da decisão do filho de deixar o país. — Nem o Bolsonaro sabia, ninguém sabia, eu também não sabia — declarou. A manifestação reforçou as divergências entre a estratégia adotada por Flávio no exterior e a posição de dirigentes que defendem uma atuação institucional da oposição. Para integrantes do partido, a insistência em acusações de fraude sem provas pode dificultar a aproximação com outras legendas, especialmente diante das negociações para as presidências da Câmara e do Senado. O senador Rogério Marinho (PL-RN), que coordenou a campanha presidencial de Flávio, também se distanciou das acusações. Na quarta-feira, afirmou que não existem elementos que permitam ao partido sustentar a denúncia de fraude eleitoral. — O PL não pode fazer essa afirmação, nem eu posso fazer essa afirmação, porque não há provas nesse sentido — declarou Marinho. O parlamentar afirmou ainda que não foi consultado sobre o conteúdo da carta e disse desconhecer como Flávio pretende exercer a liderança da oposição a partir dos Estados Unidos. Apesar das divergências, procurou preservar o protagonismo político do senador, a quem considera uma das principais lideranças da direita após o desempenho eleitoral. A carta foi divulgada na quarta-feira, depois que Flávio deixou o Brasil em meio a uma investigação conduzida pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Na primeira versão, o senador se apresentou como o verdadeiro presidente eleito e alegou que a votação havia sido fraudada. O documento foi posteriormente substituído por outro, no qual passou a se definir como líder do Brasil, mas manteve os questionamentos ao resultado eleitoral.
  •  

Quem é Hugo Galdeano, menino de 12 anos tratado como joia pelo Barcelona e filho de ex-jogador; assista lances


Com apenas 12 anos, Hugo Galdeano vem chamando atenção nos torneios de categorias de base pelo Barcelona, com vídeos que circulam nas redes entre amantes de futebol. O atacante, que veste a camisa 8 da equipe, é considerado uma das principais promessas do clube e tem impressionado pela habilidade com a bola, visão de jogo e personalidade. Apesar da altura reduzida em relação aos adversários, o menino não se intimida e já foi comparado ao ex-meia Andrés Iniesta, pelo jornal espanhol Diario As. Veja projeção: Após hat trick, Cristiano Ronaldo pode chegar ao milésimo gol ainda em 2026? E mais: Enzo Fernández diz que Argentina venceria Espanha nos pênaltis na final da Copa do Mundo Hugo ganhou destaque durante a disputa do Mundial de Clubes Sub-12 da LaLiga Futures, realizado em Brunete. Em uma partida contra o Villarreal, o jogador marcou o primeiro gol do Barcelona e ajudou a equipe a encaminhar a vitória. Com dribles, domínio de bola e capacidade para criar jogadas, ele foi um dos nomes que mais chamaram atenção no torneio. O jovem é filho de Apoño, ex-jogador que teve passagens por clubes como Málaga e Zaragoza. O pai disputou 138 partidas na primeira divisão espanhola e marcou 28 gols. Hugo herdou dele, segundo a imprensa espanhola, a qualidade para tomar decisões com a bola. O menino Hugo Galdeano, jogador das categorias de base do Barcelona Reprodução / Instagram De Málaga ao Barcelona Nascido em Málaga, na Espanha, Hugo chegou às categorias de base do Barcelona em agosto deste ano, depois de se destacar pelo Puerto Malagueño. Antes da transferência, ele foi eleito o melhor jogador da Copa da Andaluzia de Futebol 7. A mudança também representou uma nova etapa no desenvolvimento do garoto. Assim como os demais jogadores de sua idade, Hugo passou do futebol de sete para o futebol de 11, modalidade que exige adaptação a um campo maior e a uma dinâmica diferente de jogo. Initial plugin text Seu estilo, baseado no controle da bola, nos dribles, na visão para encontrar companheiros e na capacidade de finalizar, fez com que veículos espanhóis o comparassem a Iniesta, também formado pelo Barcelona. Ídolos e referências — Meu ídolo é Pedri, aprendi muito com ele e já o conheci — afirmou o garoto ao ser questionado sobre seus principais referenciais, ao jornal Marca, também da Espanha. Já em outra entrevista, ao jornalista espanhol José Ramón de la Morena, Hugo apontou Ronaldinho Gaúcho como seu ídolo. A variedade de referências ajuda a explicar as comparações feitas sobre seu estilo de jogo. No entanto, ele conhece o brasileiro mais por vídeos, já que Ronaldinho atuou pelo Barcelona entre 2003 e 2008, antes do menino nascer. A personalidade também é uma característica marcante. Por ser um dos jogadores mais baixos de sua categoria, Hugo precisa enfrentar adversários fisicamente maiores. Em um torneio disputado em Orlando, ele chegou a se envolver em uma discussão com um jogador do Betis que era consideravelmente mais alto. O episódio terminou com uma expulsão temporária de um minuto. Initial plugin text Popularidade nas redes sociais A repercussão de Hugo também ultrapassa os campos. A conta do garoto no Instagram, administrada pela família, já reúne quase 200 mil seguidores. O jogador também chamou a atenção da Nike, que já estabeleceu uma relação profissional com o jovem pensando no potencial de sua carreira. A ascensão de Hugo vem sendo acompanhada de perto pela LaLiga, que publicou alguns lances do menino pelo time catalão nas suas contas nessa semana. O atacante foi um dos destaques da LaLiga Futures, torneio internacional que reúne jovens promessas, e passou a ser apontado como um dos jogadores que podem ter um futuro de destaque no futebol. Initial plugin text
  •  

Supremo adia julgamento da lei que muda a repartição de royalties de petróleo


Na noite dessa quinta-feira, dia 29, o ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal, retirou da pauta da sessão de quarta-feira, dia 4, a retomada do julgamento da ação que julga a questão da nova repartição de royalties do petróleo no país. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
  •  

'Só vou parar de sofrer quando Deus me levar': mãe de PM morto na megaoperação diz que neta fala do pai como se estivesse vivo


Havia algo de errado naquela terça-feira, 28 de outubro de 2025. Carmem Lúcia Serafim, de 68 anos, acordou com um pressentimento estranho no coração, que se intensificou ainda pela manhã, quando saiu de casa, no bairro Martins Costa, em Mendes, interior do Rio, para sacar o dinheiro da aposentadoria em uma lotérica. No caminho, um sobrinho comentou sobre uma grande operação na capital. Queria saber se o filho dela, Cleiton Serafim Gonçalves, de 42 anos, terceiro-sargento do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), estava participando. Carmem não tinha certeza. Preocupada, ligou para a nora e soube que ele havia ido ao Rio na noite anterior para chegar a tempo das orientações do comandante. A última notícia que receberam foi a de que ele havia socorrido um amigo e permanecia em confronto com criminosos na Vacaria, área de mata no Complexo da Penha, onde o batalhão se concentrou para cercá-los. 'Tem que dar graças a Deus, a Nossa Senhora da COP', disse um PM ao comentar o uso de câmera corporal durante prisão de 20 suspeitos na megaoperação do Alemão Megaoperação: Um ano depois, chefes do CV seguem livres e moradores sofrem com extorsão e violência A Operação Contenção teve 122 mortos. Deles, cinco eram policiais: três civis e dois militares do Bope. Durante um ano, a Delegacia de Homicídios da Capital investigou os homicídios dos agentes e indiciou, este ano, 12 traficantes do Comando Vermelho. Os inquéritos estão sob análise do Ministério Público. Carmem, no entanto, não sabia da conclusão. Na verdade, ela compartilha um certo desinteresse, consequência da dor pela ausência do filho que, até hoje, espera reencontrar. A história dela é a última da série “Elas não esquecem”, que ouviu mulheres impactadas pela operação. Na lotérica, Carmem estranhou a dificuldade para acessar a conta. O sistema não aceitava sua senha, e a tensão começou a aumentar a angústia que ela sentia no peito. Decidiu, então, ir para uma unidade da Caixa, mas o problema persistiu — assim como os pensamentos no filho. Uma tontura a abateu e, nervosa, ela pediu ajuda a uma funcionária. Sem perceber, começou a falar do Cleiton para ela, afirmando que ele estava em perigo. Sem entender muito, a moça tentou acalmá-la e fez uma nova senha para que fosse possível sacar o dinheiro. Imagens mostram cenários de guerra na megaoperação no Rio ‘Não conseguia acreditar’ Carmem apressou o passo e foi fazer fisioterapia, para tratar uma série de lesões na coluna. Enquanto aguardava o horário da sessão, recebeu uma ligação do hospital municipal e soube que uma das filhas estava em atendimento de emergência. No coração, mais uma vez, Carmem pressentia algo errado — e não era com essa filha. Ela chegou à unidade desorientada e, antes de ser abordada por uma equipe médica, entrou às pressas na enfermaria e começou a questionar o que estava acontecendo. A certeza a atravessou tão brutalmente quanto o tiro que atingiu seu filho na Penha. — Eu sabia que a minha filha não estava passando mal. Era outra coisa. Quando cheguei ao hospital, muito nervosa, os médicos me deram um remédio. Tinha uma psicóloga lá também. Minha filha pediu para eu sentar, depois, falou: “Mãe, o Cleiton morreu”. Eu não conseguia acreditar naquilo. Conversei com Deus: “Não, não pode. Eu pedi tanto para o Senhor guardar ele. Por que não guardou?”. Tiveram que me deitar numa cama, perdi o controle do meu corpo. Enquanto eu olhava para o teto, vi meu filho morto, de farda e todo ensanguentado. Foi Deus me revelando — relembra Carmem. Do Alemão ao STF: Como a operação com 122 mortos no Rio chegou às mãos de Alexandre de Moraes Para ela, o dia 28 nunca acabou. Foram sete meses até entender que Cleiton não iria mais voltar. Acreditava que o corpo enterrado era, na verdade, de um boneco. Até hoje, ela guarda dentro de si a esperança de um reencontro. Imagina o filho no quintal brincando com os cachorros. Preparando o churrasco para a família na laje, área de lazer que construiu junto com o pai. Dançando, correndo por Mendes, como fazia fora dos plantões do Bope. Brincando com a filha de 8 anos no chão da sala: os dois costumavam encaixar os pés e colocavam os brinquedos no centro do círculo que se formava. Até hoje a menina faz isso. Sem o pai. — Eu a vejo fazer isso e fico pensando se ela o imagina ali. Ela fica muito concentrada, sabe? Sinto que o pensamento dela está nele. Minha neta não fala do pai no passado, é como se ele estivesse vivo. A gente não corrige. Também evitamos falar sobre isso em família porque qualquer comentário sobre o Cleiton faz todo mundo chorar — explica Carmem, contando que a neta, desde a morte do pai, faz acompanhamento psicológico semanalmente. Carmem faz uso de remédios e tenta tratar uma depressão que há anos se faz presente — e que piorou após a morte de Cleiton. Ela não tem vontade de nada. Fala dele sem pausas, embalada nas memórias, na saudade, na indignação pela perda tão precoce. As lágrimas acompanham cada relato, mas são incapazes de renovar o olhar dela, enrijecido. Em casa, guarda as roupas do rapaz, incluindo o uniforme do Bope, e o perfume que ele mais usava. Vez ou outra, escolhe uma peça para abraçar e acariciar: é a forma que encontrou de estar mais perto dele. O Rio parou: Os momentos marcantes da ação com 122 mortos nos complexos do Alemão e da Penha — Uma mãe não deve enterrar o filho. É bíblico. Os filhos são os que enterram os pais. Nada desse mundo vai preencher o vazio que está dentro do meu coração, só Deus. Está muito difícil. É muita dor, muito sofrimento, parece que não vou aguentar. Tudo perdeu a graça, o sentido. Tudo acabou. Eu só vou parar de sofrer quando Deus me levar. Eu não tive nem tempo de dar um último abraço no meu filho. Cleiton foi embora e nada foi feito. Valeu a pena derramar tanto sangue? Se pelo menos a situação tivesse se resolvido... — pondera. Operação na folga Segundo a família, o policial aguardava a megaoperação desde agosto, quando as primeiras informações foram compartilhadas. No entanto, ele não sabia o local nem a data, apenas que seria “intenso”. Cleiton, inclusive, estava de folga no dia 28 de outubro, após um plantão de 24h no fim de semana, mas ela foi interrompida pela mensagem do comandante acionando os agentes para o batalhão. Sem hesitar, ele se despediu da esposa e da filha e seguiu para o Rio de Janeiro, aonde precisava chegar antes de 1h da manhã. Como contam, ele estava preparado para “uns três dias” de operação, já que o “briefing” da corporação incluía também pedidos para que levassem carregador de celular e comida. O policial comprou amendoim e repositor energético e foi “preparado para a guerra”, disseram. Para a socióloga Carolina Grillo, do Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos (Geni/UFF), é fundamental que o Estado também seja responsabilizado pela morte dos policiais. — Essas perdas também demonstram uma falta de zelo por parte do Estado com a preservação da vida dos seus próprios agentes. Ao final, a operação não teve resultado efetivo algum para a segurança pública. O Comando Vermelho não foi enfraquecido, nem os territórios foram retomados. Initial plugin text
  •  

'Onde anda você?': em dois meses, Rio só teve sete dias de tempo aberto; veja a previsão para esta sexta


“E por falar em saudade, onde anda você?”. Os versos do clássico de Vinicius de Moraes e Hermano Silva tratam de um amor ausente — sumido como o sol, que há quase dois meses se esconde sob tempo instável no Rio. Do mês passado até a última terça-feira, a cidade teve apenas sete dias sem chuva. Novembro já bate à porta e, mesmo assim, as projeções ainda não são muito animadoras para cariocas e turistas que não gostam de tempo nublado. Megaoperação no Alemão: mais de 4 mil horas de imagens das câmeras corporais 'Meu filho ficou apodrecendo no chão': mãe de morto na megaoperação do Alemão dirigiu por 20 horas para buscar o corpo Há quem encare o cenário praiano para — literalmente — não perder a viagem. Ontem, visitantes teimosos enfrentavam o chuvisco que persistia desde o fim da manhã. Recém-chegado a Copacabana, um grupo de amigos de Bogotá, na Colômbia, curtia o calçadão, com direito a latão de cerveja na não e óculos escuros. — O clima anda instável, é difícil acertar quando vai ficar firme. Mas a cidade tem muita natureza, mesmo com chuva é bonita. E há outras coisas que queremos conhecer, como o AquaRio e lugares históricos — conta o engenheiro mecânico Sebastián Paes, que chegou com três amigos para passar uma semana em território carioca. Perto dos turistas estrangeiros, um casal do litoral do Paraná ostentava roupas de verão, short e camiseta, sem aparentar incômodo com os pingos cada vez mais frequentes. — Aqui é quente, estou achando a chuva até refrescante — contou Ariane Sousa, ao lado do namorado. Acostumados com o clima mais ameno do Sul, eles aproveitaram a manhã para fazer a trilha do Pão de Açúcar e passear de bicicleta pela orla. Efeitos do El Niño Ao longo de outubro, a passagem de frentes frias favoreceu a ocorrência de instabilidade e o aumento da nebulosidade, não só na capital, mas em todo o Estado do Rio. Algumas frentes frias, inclusive, ficaram estacionadas por aqui, por conta de mudanças na circulação atmosférica. — A presença de uma massa de ar mais quente nas regiões Norte e Nordeste e em parte do Centro-Oeste acaba mantendo as instabilidades presas no Sul e no Sudeste. Isso é uma característica normal em anos de El Niño, favorecendo o que temos visto no Rio — explica o meteorologista Guilherme Borges. A previsão para os próximos dias, pelo menos até o feriado de Finados, na segunda-feira, ainda é de chuva. Segundo o Alerta Rio, da prefeitura, hoje podem ser esperados céu encoberto e chuva fraca a moderada. Na madrugada de amanhã, há possibilidade de pancadas isoladas, além de ventos fracos a moderados (de até 51,9km/h). A situação pode começar a melhorar em novembro. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a perspectiva para o mês que vem é de chuva abaixo da média em todo o estado, com redução estimada entre 10mm e 50mm. Quanto às temperaturas, a probabilidade é que fiquem acima da média histórica. À espera de algum clima de verão, um casal de portugueses se frustrou ao encontrar a cidade chuvosa. — Estamos tristes. Nos planejamos por quatro meses, não vivemos o verão na Europa para conseguirmos ficar mais aqui no Rio, e agora não para de chover. Vamos aproveitar, mas não vai ser com a mesma beleza — resume a turista Sara, moradora da região do Porto. O mau tempo não ajuda os negócios de Débora Camargo, agente de turismo que trabalha no calçadão de Copacabana vendendo passeios. À pergunta que não quer calar, “cadê o sol no Rio?”, ela responde com humor: — Deve ter fugido no avião do Flávio — brinca, antes de confessar: — Nunca tinha encarado um mês como esse. Initial plugin text
  •  

'Estou convencido de que a IA não tem consciência', diz Michael Pollan, autor americano


O autor, jornalista e professor d a Universidade da Califórnia em Berkeley Michael Pollan usou um tipo de bipe por diversos dias. A cada sinal do apetrecho, ele conta, tinha que anotar o que exatamente se passava em sua mente antes de ser interrompido. A prática é parte de um estudo que se prolonga há 50 anos, por meio do trabalho do professor de psicologia e cientista Russell Hurlburt. A surpresa ao fazer parte da pesquisa, diz Pollan, foi ser confrontado com o conteúdo de sua mente. Ele conta essa e outras histórias no novo livro “Surge um mundo: Uma jornada rumo à consciência” (Ed. Intrínseca), que será lançado no Brasil no dia 3 de novembro. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
  •  

Halloween: não deixe que a comemoração afete sua saúde (e não só por causa dos doces)


Doces ou travessuras? Muitas pessoas preferem mais os doces do que as travessuras, porém, principalmente pessoas com problemas cardíacos podem precisar tomar precauções extras antes de participar das noites de terror. O cardiologista e eletrofisiologista Mohamed Gabr, do Baylor College of Medicine, explica o que você precisa saber para manter seu coração saudável durante esta época assustadora. Entenda: homem descobre planta crescendo no olho após meses de dores de cabeça e visão dupla na Rússia Por que não me recupero dos treinos tão rápido quanto antes? Especialistas falam quando é a hora de mudar a intensidade Histórias assustadoras, fantasmas, ou até mesmo sustos podem parecer inofensivos, porém indivíduos com problemas cardíacos devem ter cautela, visto que o susto ou a excitação ativam o sistema nervoso simpático, resultando em maior frequência cardíaca, aumento da pressão arterial e constrição dos vasos sanguíneos. "Em um susto normal, a frequência cardíaca aumenta e depois diminui, porém, se alguém perceber que seu coração está batendo rápido por um longo período, isso é motivo de preocupação", disse Gabr. Arritmias e outras doenças cardíacas podem causar um aumento anormal da frequência cardíaca. Tonturas, falta de ar, dor ou aperto no peito, juntamente com uma frequência cardíaca elevada, são motivos de preocupação. O médico afirma que se se sentir tonto ou com a sensação de que vai desmaiar, a pessoa deve se sentar e avisar outros ao redor de que não está se sentindo bem e ligar para o serviço de saúde. "Em caso de desmaio, palpitações prolongadas, dor no peito ou se outros sintomas não desaparecerem. Isso é particularmente importante para pessoas diagnosticadas com certas arritmias perigosas que podem ser desencadeadas por um susto repentino", explicou. Pessoas com histórico de doenças cardíacas ou coronárias, ou qualquer pessoa que tenha tido obstruções que exigiram a colocação de stents ou cirurgia cardíaca, devem ter mais cautela com atividades que possam causar um aumento repentino de adrenalina. Dia Mundial do AVC: ‘nunca imaginei que poderia ter esse problema aos 30 anos’, relata paciente "Para pessoas com doença coronariana, um susto repentino que aumenta a frequência cardíaca e causa constrição dos vasos sanguíneos pode ser perigoso. Se você ou um membro da sua família tem alguma dessas condições, tenha cuidado com atividades assustadoras no Halloween. Se algo não parecer certo, não ignore. Muitas vezes, esse é o jeito que o corpo encontra de nos dizer que algo está errado. Alguns desses sintomas podem incluir dificuldade para respirar, náusea, sudorese intensa e desconforto ou dor no peito", sugeriu. Doces O médico também afirma que, apesar ingerir alguns doces em uma noite não sejam motivo de alarme, a maior preocupação é o que acontece a longo prazo. O consumo regular de açúcar em excesso pode contribuir para o desenvolvimento de diabetes, obesidade, hipertensão e níveis de colesterol ruins, fatores que sobrecarregam o coração. "O acúmulo de placas e colesterol no sangue que irriga o coração começa ainda na infância. Embora as pessoas sofram os impactos na idade adulta, as mudanças começam nos primeiros anos de vida. Não há problema em aproveitar alguns doces de Halloween, mas é importante que os pais garantam que seus filhos consumam açúcar com moderação e criem hábitos saudáveis para o futuro, incluindo o consumo de açúcares naturais encontrados em frutas e vegetais", diz Gabr. Entre as sugestões, o médico afirma que os pais podem deixar as crianças escolherem alguns doces favoritos para saborear ao longo de vários dias ao invés de uma noite. Os doces também podem ser servidos após uma refeição saudável e manter as frutas à mão para lanches.
  •  

Igor Cosso fala de casamento com Heron Leal e relembra receio de expor sexualidade: 'Nosso amor é político'


Dois homens gays de gerações distintas varam a madrugada numa ligação telefônica. Do lado de cá, está um jovem voluntário de um serviço de apoio à comunidade LGBTQIAP+ em Londres — sim, antes da popularização da internet, linhas de atendimento anônimo funcionavam como importantes fontes de informação, orientação e acolhimento para a população. Do lado de lá, ouve-se um homem que sobreviveu aos anos mais cinzentos da epidemia de Aids, na década de 1980, quando o desconhecimento geral sobre a doença alimentava uma baita discriminação. No teatro: Nuno Leal Maia fala sobre afastamento da TV e envelhecimento: 'Não imaginava estar vivo aos 79 anos' Há meio século: 'Escrava Isaura', 'Anjo mau', 'Saramandaia' e mais — por que 1976 mudou as telenovelas no Brasil? É desse encontro, inspirado em histórias reais, que parte “Cruise: minha última noite na Terra”. Idealizado, produzido e estrelado pelo ator Igor Cosso, o monólogo revisita uma época em que o medo da morte por um mal cercado de mistérios dava os braços, por que não?, com a efervescência colorida das boates, festas, pistas de dança. A montagem — em cartaz até segunda-feira no Teatro Glaucio Gill, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro — compõe o retrato de uma gente que, apesar de tantos pesares, mantinha disposição redobrada, e quase teimosa, de viver e não ter a vergonha de ser feliz. — Acho emocionante como as pessoas conseguiam buscar a diversão no meio do caos. As boates eram espaços de resistência. Eram lugares para encontrar os amigos e não ficar falando da doença o tempo inteiro. Dar de cara com a morte era se perguntar: “Como vou viver? O que é viver? A gente está aqui por quê?” — reflete Igor, de 35 anos, que, para compreender melhor aquele período, conversou com quem acompanhou de perto o avanço da epidemia. — Minha maior curiosidade era entender como aquelas pessoas viviam a descoberta da sexualidade num momento de tanto terror. Algumas me diziam: “Era assustador, mas, ao mesmo tempo, a gente não parava de transar, porque a gente também estava querendo viver.” Outras se agarravam à religião, porque havia um discurso de que a doença era uma espécie de castigo divino. Galerias Relacionadas Escrito pelo dramaturgo britânico Jack Holden, que trabalhou como voluntário num dos serviços de apoio à comunidade LGBTQIAP+, o texto foi apresentado a Igor por um amigo, no ano passado, quando o ator buscava um projeto que reacendesse seu entusiasmo pelo teatro. A leitura deu ao artista a certeza de que a obra merecia ser adaptada e levada aos tablados no Brasil, sob direção de Orlando Caldeira. Informação importante: após a temporada carioca, a montagem desembarca em São Paulo, no Teatro Ruth Escobar, onde cumpre temporada entre 7 de novembro e 20 de dezembro. Afirmação pessoal A rigor, “Cruise...” é também a coroação do amadurecimento de um ator mais à vontade para abordar questões que dizem respeito à própria identidade. Nem sempre foi assim. Aos 18 anos, recém-chegado à capital fluminense para dar os primeiros passos na carreira, o mineiro de Belo Horizonte se assustou ao ler uma entrevista de um autor de novelas. O profissional dizia, a uma revista, que um galã não deveria expor demais a vida pessoal, sobretudo se fosse gay — caso contrário, a “espectadora dona de casa” poderia deixar de acreditar nos romances que ele protagonizasse na ficção. Por muito tempo, a declaração deu voltas na cabeça do artista, projetado na TV em produções como “Malhação” (2011), “Amor eterno amor” (2012), “Os dez mandamentos” (2015) e “Salve-se quem puder” (2020), entre outras. — Aquilo mexeu muito comigo. Cresci ouvindo essas coisas. Acho que já evoluímos bastante, inclusive com as nossas histórias sendo representadas nas novelas, mas ainda temos um longo caminho pela frente — avalia Igor, que não ignora os riscos de uma exposição excessiva, mas tampouco deixa que o receio de simplesmente ser quem é determine suas escolhas profissionais. O ator Igor Cosso Moa Almeida/Divulgação A bem da verdade, as preocupações existem — e o temor de ficar “marcado” por determinados papéis está longe de ser coisa do passado. Igor conta que ainda ouve de colegas advertências sobre os riscos de se dedicar a projetos ligados ao universo LGBTQIAP+. Não chega a desdenhar dos conselhos, mas também não demonstra ânimo para segui-los à risca. Afinal, se a sexualidade não deve (ou não deveria) limitar os personagens que um ator pode interpretar, por que haveria de restringir as histórias que ele escolhe propagar? — Já escutei de outros atores gays que, se eu ficar fazendo projetos assim, posso acabar rotulado. Até entendo, mas sinto necessidade de usar a arte para contar nossas histórias. Quando me entendi como homem gay, fui buscar conhecer nossa cultura, nossa história de luta. Nosso amor é político. Quem a gente é também é político. E acho que ninguém melhor do que nós mesmos para falar de nossas vivências — diz. — Entendo que o mais interessante é que o público veja os atores através dos personagens. Mas existe também a função social do artista... É a possibilidade de transformar alguma coisa através de nossa própria voz. Tento encontrar esse equilíbrio. Passo a passo Fora do palco, Igor parece pouco disposto a tratar a vida pessoal com pinças. Este ano, casou-se com Heron Leal, bailarino do “Dança dos famosos”, quadro de sucesso do “Domingão com Huck”. Os dois mantêm um relacionamento há sete anos. A celebração, com fotos compartilhadas nas redes sociais, virou notícia, como acontece com casamentos de tantos outros artistas. Natural que seja assim — e a vida segue. — Fiquei muito feliz porque foi tudo muito respeitoso. Pensei: “Olha, que bom, estamos evoluindo.” Às vezes, parece só uma matéria qualquer num site de entretenimento... Mas isso, no fundo, tem um papel social importante. As pessoas veem que é possível a gente se casar, que temos esse direito. Igor Cosso e Heron Leal curtem lua de mel na Grécia Reprodução/Instagram A afinidade do casal, aliás, não se limita à vida conjugal. Quando conheceu Heron, Igor encontrou um bailarino temporariamente afastado dos tablados e dedicado à rotina de escritório — o dançarino é também contador e advogado. Foi o ator quem deu aquele empurrãozinho para que o companheiro voltasse a bailar profissionalmente. Desde então, os dois fazem da arte um assunto doméstico permanente. Heron dá palpites sobre as criações do marido, enquanto Igor ajuda a inventar histórias para as coreografias que o parceiro apresenta na televisão. As conversas, não raro, atravessam a madrugada. Initial plugin text Em “Cruise...”, aliás, Heron também deu sua contribuição, como consultor coreográfico. Mas nem o convívio diário com um profissional da dança tem sido suficiente para transformar Igor num sujeito habilidoso nos passos, como ele mesmo brinca: — Sou ruim demais de dança! Na peça eu consigo fazer, porque é uma dança muito livre, de boate. Agora, me bota para fazer uma coreografia... Sou meio quadradão — admite. — De vez em quando, Heron faz uma aula aqui em casa e eu tento pegar uns passos. Mas sou duro. Melhor deixar a dança para ele. Initial plugin text
  •  

Série na internet mostra os bastidores dos desfiles na Sapucaí em cinco episódios


O público que acompanha os desfiles das escolas de samba na Sapucaí poderá conhecer um pouco dos bastidores da festa através da série ‘Um amor chamado carnaval’, lançada pela Riotur nas suas redes sociais. O primeiro episódio "Um chão de história" já está no ar e conta com a participação do escritor e historiador Luiz Antonio Simas, que resgata histórias e personagens ligados ao Sambódromo e à trajetória dos desfiles. Confira: Mileide Mihaile de volta à Unidos da Tijuca completa lista de rainhas das escolas do Grupo Especial do Rio. Veja todas A mais icônica da história do carnaval: Júri elege lista das rainhas de bateria mais marcantes; você concorda? A produção conta ainda com depoimentos de profissionais envolvidos nas diferentes etapas da festa, como os carnavalescos Leandro Vieira (Imperatriz Leopoldinense), Gabriel Haddad (Vila Isabel) e Renato Esteves (Império Serrano), que no segundo episódio "A Ideia que vira carnaval " contam como nasce um desfile de carnaval. Os artistas mostram o que acontecem desde a escolha do enredo até a transformação de uma ideia em espetáculo. O terceiro episódio "Ritmo que conduz a avenida" aborda o samba-enredo e conta com a participação de intérpretes, compositores e ritmistas como Dowglas Diniz, Alemão do Cavaco, Igor Sorriso, Guilherme Oliveira, Gustavo Oliveira, Taranta Neto, Rodrigo Explosão, Bruno Ribas e Vitinho. O quarto vídeo "O corpo que conta o carnaval" destaca o papel de casais de mestre-sala e porta-bandeira, como Rute Alves e Julinho (União de Maricá) e de coreógrafos como Priscila Motta e Rodrigo Negri (Viradouro). Escola da Zona Oeste: Lara Mara, neta de Celsinho da Vila Vintém, deixa a presidência da Unidos de Padre Miguel O último episódio "Por trás de cada ala", mostra o trabalho de organização, planejamento e preparação das alas e da harmonia, através dos depoimentos de Marcelinho Emoção, Thiago Ribas, Jackson Carvalho, Nívia Maria, Pelezinho, Almeida, Allan Guimarães, Rodrigo Soares e João Vieira. A ideia, segundo Bernardo Fellows, presidente da Riotur, é mostrar que o espetáculo que o público acompanha na Sapucaí começa muito antes dos desfiles. — Existe uma cadeia de profissionais que trabalha durante todo o ano para colocar essa festa na Avenida. Ao revelar essas histórias, a Riotur também apresenta um pouco da cidade que existe por trás do espetáculo e reforça o Carnaval como expressão cultural, gerador de renda e elemento importante para o turismo do Rio — afirma Fellows. O conteúdo da série reúne entrevistas e imagens de arquivo para mostrar diferentes perspectivas sobre a festa e sobre a relação construída entre o carnaval, a Sapucaí e a cidade. Initial plugin text
  •  

Estatinas salvam vidas. Por que ainda há tanto medo delas?


Poucos medicamentos mudaram tanto a prevenção de infartos e AVCs quanto as estatinas. Elas ajudam a salvar vidas e estão entre os tratamentos mais estudados da medicina. Ainda assim, vídeos alarmistas nas redes sociais fazem muitas pessoas duvidarem de uma proteção comprovada. Como chegamos a isso? Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
  •  

Flávio Bolsonaro dificilmente controlará direita dos EUA, diz especialista

A decisão de Flávio Bolsonaro (PL) de iniciar uma liderança política fora do Brasil gerou análises sobre os limites e os riscos dessa estratégia.

Para Leandro Gabiati, cientista político e diretor da Dominium, ao WW, a iniciativa é calculada, mas enfrenta obstáculos estruturais significativos.

Poder exige presença física, diz especialista

O principal obstáculo apontado por Gabiati é a dificuldade de exercer influência política à distância. Para ele, o poder se constrói a partir de vínculos de confiança, e esses vínculos dependem de contato presencial.

Leia Mais:

“O poder se exerce a partir de vínculos de confiança, e a confiança só se constrói estando fisicamente e presencialmente para apertar uma mão e fechar um acordo”, declarou.

“Neste momento, eu duvido que o Flávio tenha essa capacidade”, completou.

Gabiati avalia que a movimentação não foi uma decisão isolada de Flávio, mas sim uma escolha negociada dentro do núcleo familiar.

“Isso aqui não foi só uma escolha do Flávio, foi uma escolha negociada com Jair e com Eduardo, talvez até com Carlos”, afirmou.

Segundo ele, esse grupo toma decisões em conjunto, ainda que nem sempre de forma plenamente racional.

O especialista também traçou um paralelo com a líder venezuelana María Corina Machado, que exerceu liderança política de fora de seu país.

No entanto, Gabiati fez questão de ressaltar que o Brasil está muito longe de ser uma Venezuela, apesar dos atritos institucionais existentes.

“A partir desse movimento dos Bolsonaro, o Brasil ganha sua Corina Machado versão brasileira”, disse.

PL sem liderança pode perder poder institucional

Outro ponto destacado por Gabiati diz respeito ao Partido Liberal.

Com 121 deputados, o partido detém a maior bancada da Câmara, superando até mesmo o PFL no auge de sua força, no governo Fernando Henrique Cardoso, quando contava com 105 deputados.

No entanto, o cientista político alerta que esse poder eleitoral pode se perder sem uma liderança capaz de coordená-lo. “O grande problema aqui é que o PL tem a maior bancada da Câmara, mas hoje não tem líder”, afirmou.

Segundo ele, sem capacidade de coordenação, todo esse poder eleitoral corre o risco de não se converter em poder institucional na Câmara e no Senado.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
  •  

Corinthians x Mirassol: horário e onde assistir ao jogo do Brasileirão

Corinthians e Mirassol se enfrentam nesta sexta-feira (30), às 20h (de Brasília), na Neo Química Arena, em São Paulo (SP). O duelo é válido pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro Série A.

A partida terá transmissão do Premiere e SporTv. Além do tempo real do CNN Esportes.

O Corinthians chega ao confronto em situação delicada, já que foi derrotado pelo Vasco por 3 a 2 de virada, em São Januário. O Timão chegou a estar à frente no placar, mas sofreu dois gols de Andrés Gómez na reta final.

O resultado foi prejudicial para a equipe, que precisa chegar a 44 pontos ou mais para alcançar uma pontuação que não terminou em rebaixamento neste período.

Já o Mirassol empatou por 1 a 1 com o São Paulo anteriormente e busca pontuar fira para também se distanciar do Z-4. O duelo coloca frente a frente dois times que querem fugir da Série B.

Onde assistir a Corinthians x Mirassol

Ficha técnica de Corinthians x Mirassol

  • Data: 30/10/2026
  • Horário: 20h (de Brasília)
  • Local: Neo Química Arena, em São Paulo (SP)
  • Fase: 33ª rodada

Corinthians registra 2ª maior dívida entre principais clubes do Brasil

 

Os textos gerados por Inteligência Artificial na CNN Brasil são feitos com base em informações apuradas e checadas por jornalistas. Clique aqui para saber mais
  •  

Le Havre x Paris Saint-Germain: horário e onde assistir ao jogo da Ligue 1

Le Havre e Paris Saint-Germain se enfrentam nesta sexta-feira (30), às 15h (de Brasília), no Stade Océane, em Le Havre (França). O duelo é válido pela 9ª rodada da Ligue 1 2026/27.

A partida terá transmissão exclusiva da CazéTV. Além do tempo real do CNN Esportes.

O Le Havre vem de derrota na rodada anterior, para o Olympique de Marseille por 4 a 3, fora de casa. Apesar da desvantagem, o time conseguiu marcar três gols na reta final, quase chegando ao empate.

Já o Paris Saint-Germain venceu o Lyon por 2 a 0 no Parc des Princes. A equipe comandada por Luis Enrique busca manter a sequência positiva e somar pontos na disputa pela liderança do campeonato.

O histórico do confronto mostra larga vantagem a equipe de Paris. Em 34 embates, São 20 vitórias para o PSG, 4 para o Le Havre, e 10 empates.

Onde assistir a Le Havre x Paris Saint-Germain

Ficha técnica de Le Havre x Paris Saint-Germain

  • Data: 30/10/2026
  • Horário: 15h (de Brasília)
  • Local: Stade Océane, em Le Havre (França)
  • Fase: 9ª rodada

PSG acerta com Zion Suzuki, destaque do Japão na Copa do Mundo

 

Os textos gerados por Inteligência Artificial na CNN Brasil são feitos com base em informações apuradas e checadas por jornalistas. Clique aqui para saber mais
  •  

Criciúma x Ponte Preta: horário e onde assistir ao jogo da Série B

Criciúma e Ponte Preta se enfrentam nesta sexta-feira (30), às 19h30 (de Brasília), no Estádio Heriberto Hülse, em Criciúma (SC). A partida é válida pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro Série B.

A partida terá transmissão da ESPN e Disney+. Além do tempo real do CNN Esportes. 

O Criciúma chega ao confronto após ser derrotado pelo Sport por 2 a 1, fora de casa, na rodada anterior. A equipe catarinense ocupa a 5ª posição da tabela, e busca uma vitória para se manter na briga para a classificação nos playoffs.

Já a Ponte Preta, está matematicamente rebaixada para a Série C, na próxima temporada irá disputar a Série C. O time paulista vem de empate contra o Fortaleza por 2 a 2, no Ítalo Limonji, em Indaiatuba (SP).

Onde assistir a Criciúma x Ponte Preta

Ficha técnica de Criciúma x Ponte Preta

  • Data: 30/10/2026
  • Horário: 19h30 (de Brasília)
  • Local: Estádio Heriberto Hülse, em Criciúma (SC)
  • Fase: 36ª rodada

Corinthians comunica saída de Marcelo Paz do departamento de futebol

Os textos gerados por Inteligência Artificial na CNN Brasil são feitos com base em informações apuradas e checadas por jornalistas. Clique aqui para saber mais
  •  

“Mother Mary” e mais: veja filmes de terror recém-chegados no streaming

Fãs de terror já podem preparar a pipoca e escolher o próximo filme para uma sessão de arrepiar. Entre histórias sobrenaturais e suspenses psicológicos, os serviços de streaming receberam novidades para quem deseja entrar no clima do Halloween.

Abaixo, a CNN Brasil separou seis lançamentos recentes nas plataformas que podem acrescentar à maratona. Confira!

Veja filmes de terror recém-chegados ao streaming

“Mother Mary” (2026)

Velhas feridas ressurgem quando a icônica estrela pop Mother Mary reencontra sua melhor amiga, de quem estava afastada, e sua antiga figurinista, Sam Anselm, às vésperas de seu retorno aos palcos.

Elenco: Anne Hathaway, Michaela Coel, Hunter Schafer, Atheena Frizzell, Kaia Gerber, Jessica Brown Findlay, Alba Baptista, Isaura Barbé-Brown, Sian Clifford e FKA Twigs.

Onde assistir? O filme está disponível na HBO Max.

“A Morte do Demônio: Em Chamas” (2026)

Após a perda do marido, uma mulher busca conforto junto à família de seu falecido esposo em uma isolada casa de família. Mas, quando um a um começam a se transformar em verdadeiros monstros e o encontro familiar se transforma em um verdadeiro inferno, ela descobre que os votos feitos em vida continuam valendo… até mesmo após a morte.

Elenco: Souheila Yacoub, Tandi Wright, Hunter Doohan, Luciane Buchanan, Errol Shand e Maude Davey.

Onde assistir? O filme está disponível na HBO Max.

“Pecadores” (2025)

Dois irmãos gêmeos tentam deixar suas vidas problemáticas para trás e retornam à cidade natal para recomeçar. Lá, eles descobrem que um mal ainda maior está à espreita para recebê-los de volta. O filme foi destaque no Oscar 2026, tendo levado quatro estatuetas.

Elenco: Michael B. Jordan, Hailee Steinfeld, Miles Caton, Wunmi Mosaku e Delroy Lindo.

Onde assistir? O filme está disponível na Netflix.

“Nosferatu” (2024)

Uma jovem noiva é deixada sob os cuidados de amigos quando seu marido viaja para a Transilvânia para um encontro com o Conde Orlok. Atormentada por visões terríveis e uma crescente sensação de pavor, ela logo encontra uma força maligna que está muito além de sua compreensão.

Elenco: Bill Skarsgård, Lily-Rose Depp, Nicholas Hoult, Willem Dafoe, Emma Corrin e Aaron Taylor-Johnson.

Onde assistir? O filme está disponível na Netflix.

“Spree: Viagens Sem Limite” (2020)

Sedento por seguidores, um motorista coloca em prática um plano sangrento para viralizar na internet, mas uma comediante de stand-up com seu próprio objetivo, cruza seu caminho, tornando-se a única esperança para deter o massacre.

Elenco: Joe Keery, Frankie Grande, Joshua Ovalle, John DeLuca e Lala Kent.

Onde assistir? O filme está disponível na HBO Max.

“Halloween Kills: O Terror Continua” (2021)

No último filme lançado de uma das franquias mais clássicas do cinema, Laurie Strode acredita que enfim venceu a luta contra Michael Myers, mas é surpreendida pelo seu retorno. Determinada a pôr um ponto final em seus ataques, ela e outros sobreviventes decidem enfrentá-lo e acabar com o ciclo de uma vez por todas.

Elenco: James Jude Courtney, Nick Castle, Jamie Lee Curtis, Andi Matichak, Anthony Michael Hall e Kyle Richards.

Onde assistir? O filme está disponível na Netflix.

Halloween 2026: saiba qual filme de terror do ano é o mais buscado

 

  •  
❌