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Podcast “Isto é Juventude” dá voz aos jovens algarvios e ultrapassa 43 mil visualizações

Através de entrevistas dedicadas aos percursos, projetos e ambições dos jovens algarvios, o programa “Isto é Juventude”, apresentado por Alexandre Graça, tem vindo a destacar temas como o associativismo, o desporto e a participação na sociedade. Estreado a 15 de setembro de 2026, o podcast, que conta também com transmissão televisiva, já ultrapassou as 43 mil visualizações no Instagram.

A iniciativa pretende dar a conhecer uma geração de algarvios que estuda, trabalha, empreende e participa ativamente na vida da região, proporcionando um espaço de partilha de experiências e reflexão sobre os desafios que enfrenta.

Alexandre Graça fala com Margarida Tavares, ligada à MOJU – Movimento Juvenil de Olhão

Com presença em diferentes plataformas digitais, o projeto procura chegar a públicos diversificados e mostrar o contributo da juventude para o desenvolvimento social e cultural do Algarve.

Podcast reúne jovens ligados ao associativismo, desporto e participação cívica

Desde a estreia, o “Isto é Juventude” tem recebido convidados com percursos distintos, permitindo abordar diferentes áreas de atividade e formas de participação na comunidade.

Entre os participantes encontram-se Tomás Silva, presidente da Associação Académica da Universidade do Algarve, Guilherme Mestre, ciclista da equipa Team Tavira, e Margarida Tavares, ligada à MOJU – Movimento Juvenil de Olhão.

Através destas conversas, o programa tem abordado questões relacionadas com o associativismo académico, a prática desportiva e o envolvimento dos jovens em iniciativas que contribuem para a dinamização da região.

Para Alexandre Graça, o objetivo passa por criar um espaço onde diferentes experiências possam ser partilhadas e reconhecidas.

“Há jovens com histórias que merecem ser ouvidas. Há talento, iniciativa e capacidade em todas as áreas, e acredito que é importante criar espaços para dar a conhecer essas pessoas e aquilo que estão a construir”, afirma o apresentador.

Programa ultrapassa 43 mil visualizações no Instagram

A presença digital do “Isto é Juventude” tem contribuído para a divulgação das entrevistas e dos projetos apresentados ao longo dos primeiros episódios.

Desde o lançamento, os conteúdos publicados no Instagram ultrapassaram as 43.384 visualizações, enquanto no Facebook registaram até 10.185 visualizações.

Alexandre Graça entrevista Guilherme Mestre, ciclista da equipa Team Tavira

No TikTok, o vídeo mais visto do programa alcançou 18.500 visualizações, demonstrando a circulação dos conteúdos em diferentes redes sociais.

Estes resultados, divulgados pelo projeto, refletem o alcance inicial do podcast e a aposta na utilização das plataformas digitais para dar a conhecer histórias de jovens algarvios.

A combinação entre transmissão televisiva e presença online permite que as entrevistas cheguem a diferentes públicos, alargando a divulgação dos temas abordados no programa.

Iniciativa pretende continuar a divulgar talento e projetos do Algarve

O “Isto é Juventude” pretende dar continuidade às entrevistas com jovens de diferentes áreas, valorizando experiências pessoais, percursos académicos, iniciativas empreendedoras e formas de participação na sociedade.

Através deste formato, Alexandre Graça procura mostrar diferentes perspetivas sobre o presente e o futuro do Algarve, dando espaço às ideias, aos projetos e às ambições de uma nova geração.

O programa pretende ainda contribuir para uma representação mais diversificada da juventude algarvia, destacando o papel dos jovens na construção e transformação da região.

Os episódios podem ser acompanhados nas plataformas digitais do “Isto é Juventude”, nomeadamente no YouTube e na página de Instagram.

O programa é produzido pela Conectv Algarve e transmitido quinzenalmente, às terças-feiras, às 18:00, ficando os episódios disponíveis no YouTube e nas redes sociais da Conectv Algarve.

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Olhanense Pedro Marcelino participa em livro sobre Inteligência Artificial com mais de 100 autores

Pedro Marcelino, natural de Olhão e doutorado em Machine Learning pelo Instituto Superior Técnico, é um dos autores do livro “110 Vozes sobre IA Generativa, Bots, Agentes e Robôs – Lições e Crónicas de Uma Revolução”, uma obra dedicada aos desafios e oportunidades da Inteligência Artificial, que chega às livrarias esta terça-feira, 27 de outubro.

A publicação, uma iniciativa do ISCTE Executive Education editada pela Oficina do Livro, reúne mais de uma centena de autores de diferentes áreas profissionais e académicas, convidados a refletir sobre o impacto da Inteligência Artificial na sociedade.

Entre os temas abordados estão as transformações no mundo do trabalho, os novos modelos de aprendizagem, as questões éticas, a cidadania e os desafios que esta tecnologia coloca ao futuro.

Investigador de Olhão analisa papel da Inteligência Artificial na educação

No capítulo que assina, intitulado “O problema de Bloom foi resolvido, mas continuamos a falar de futebol”, Pedro Marcelino explora o potencial da Inteligência Artificial enquanto tutor individual, analisando as possibilidades de utilização desta tecnologia nos processos de ensino e aprendizagem.

O autor apresenta também o método que utiliza para aprender com recurso à Inteligência Artificial, defendendo uma abordagem que privilegia a compreensão e a aquisição de conhecimentos, em vez da utilização destas ferramentas apenas para obter respostas ou resumos.

“Quem pede à IA o resumo de um livro recebe um resumo. Quem a usa para aprender o livro, fica com o livro”, afirma Pedro Marcelino.

A reflexão do investigador centra-se, assim, nas possibilidades de personalização da aprendizagem através da Inteligência Artificial e na forma como estas tecnologias podem ser utilizadas para aprofundar o conhecimento.

Livro reúne líderes empresariais, académicos e especialistas

A obra integra a coleção “Vozes” do ISCTE, que inclui outras publicações dedicadas a temas de interesse social e económico, como “85 Vozes pela Liderança” e “108 Vozes pela Habitação”.

Entre os participantes encontram-se Ana Figueiredo, presidente executiva da MEO, Ricardo Martinho, presidente da IBM Portugal, e Pedro Santa Clara, professor catedrático da Nova SBE.

A publicação reúne contributos de líderes empresariais, investigadores, juristas e profissionais de diferentes setores, procurando apresentar diversas perspetivas sobre a evolução da Inteligência Artificial e as suas consequências para a sociedade.

O livro estará disponível nas livrarias a partir de 27 de outubro, numa edição da Oficina do Livro.

Pedro Marcelino desenvolve projetos ligados à tecnologia e à educação

Além da investigação académica, Pedro Marcelino está ligado à criação e ao desenvolvimento de projetos empresariais e educativos na área tecnológica.

O olhanense é fundador da xval.ai, empresa dedicada ao desenvolvimento de conteúdos educativos com recurso à Inteligência Artificial.

É também fundador da SmartRoads, uma startup que venceu o programa europeu EIT Jumpstarter 2025, distinguindo-se no âmbito de uma iniciativa de apoio ao empreendedorismo e à inovação.

O seu percurso inclui ainda a criação da TreeTree2, organização dedicada ao desenvolvimento de talentos nas áreas da Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática.

Com a participação nesta obra coletiva, Pedro Marcelino junta a sua experiência nas áreas da tecnologia e da educação às reflexões de mais de uma centena de especialistas sobre as transformações associadas à Inteligência Artificial e o seu impacto na aprendizagem e na sociedade.

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A exigência de respeitabilidade na procura de casa | Por José Figueiredo Santos

Poderia não ser a habitação o tema em causa, porque o procedimento parece ser sempre o mesmo: cair nos lugares-comuns de sempre. Primeiro, estigmatiza-se; depois, ridiculariza-se; por fim, tenta-se convencer a opinião pública de que o problema não está nas rendas incomportáveis, mas na aparência de quem protesta. É uma técnica antiga, eficaz e que, pelos vistos, continua a contar com muitos adeptos.

Vimo-lo nas acampadas do Porto e de Lisboa. Milhares de pessoas reclamaram o direito a uma habitação a preços acessíveis, mas as redes sociais e alguns comentadores televisivos descobriram um tema bem mais importante: os piercings, as roupas, a orientação sexual e os hábitos dos manifestantes. Afinal, para quê discutir essa questão comezinha dos salários, das rendas ou das políticas públicas, quando se pode fazer uma inspeção estética à pobreza?

Aparentemente, quem tem tatuagens não paga impostos; quem se veste de forma diferente não trabalha; quem protesta de madrugada está, por definição, desempregado. E quem não corresponde ao modelo de cidadão respeitável – de fato e gravata, com uma indignação devidamente autorizada – perde automaticamente o direito a reclamar. Eis a nova meritocracia: antes de avaliar os argumentos, tecem-se considerações sobre o penteado.

Talvez se justifique criar uma comissão de avaliação estética dos candidatos à habitação, com provas de vestuário, penteado e bons costumes. A atribuição da casa dependeria da respeitabilidade visual, e a assinatura do contrato ficaria condicionada à apresentação de uma declaração formal de normalidade. Afinal, se a casa é um direito, convém garantir que só chega às mãos de quem não perturbe a vista dos vizinhos. Poderia até instituir-se um concurso público, com júri, entrevista e prova oral: cada candidato teria de demonstrar que sabe trabalhar, pagar impostos, vestir-se com discrição e, sobretudo, não protestar contra as condições que o impedem de pagar uma casa. A aprovação dependeria, naturalmente, da disponibilidade financeira do candidato  –  esse pormenor sem importância que costuma escapar aos regulamentos.

Alguns deputados chegaram mesmo a defender que a PSP devia ter batido mais nos manifestantes — ou seja, que devia ter havido mais porrada, como se diz por cá. Com aquele aspeto, concluíram, certamente não trabalhavam — ou não queriam trabalhar, o que, para efeitos de preconceito, dá no mesmo. É uma demonstração notável de raciocínio: a aparência substitui as provas, o preconceito faz de testemunha e a violência surge como solução para um problema que ninguém se deu ao trabalho de compreender. É uma pedagogia peculiar: em vez de explicar aos cidadãos como se resolvem os problemas, ensina-se-lhes que reclamar pode sair caro. Aparentemente, a força policial pode resolver o incómodo de uma manifestação; já o valor das rendas, esse, não parece impressionar-se com fardas nem bastões.

Também não faltou o habitual desconforto perante a presença de manifestantes brasileiros. Como se falar português com sotaque brasileiro fosse coisa de telenovela e anulasse direitos, cidadania ou dignidade. Afinal, parece que a língua oficial é o português, mas o direito à habitação exige pronúncia, origem e aparência devidamente certificadas. Aos estrangeiros, recomenda-se que regressem à sua terra; aos portugueses que não agradem, talvez se possa exigir que regressem à normalidade. É curioso: o trabalho dos imigrantes é frequentemente bem-vindo, mas a sua presença a reclamar direitos parece já constituir uma extravagância. Para trabalhar, integrar-se e contribuir, são necessários; para protestar, convém que sejam invisíveis.

É a falácia ad hominem em todo o seu esplendor: quando faltam argumentos, atacam-se as pessoas. E, quando os argumentos continuam a faltar, repetem-se os ataques até que o preconceito passe por verdade. A desinformação faz o resto, servida em doses generosas de indignação e partilhada por quem prefere confirmar as suas certezas a questioná-las. A receita é simples: escolhe-se uma fotografia pouco favorável, acrescenta-se uma legenda depreciativa e dispensa-se qualquer análise. Em poucos minutos, temos um diagnóstico social, uma teoria económica e uma sentença moral – tudo sem necessidade de ir aos factos sociais.

Entretanto, descobrir que entre os manifestantes há médicos, profissionais de informática e estudantes de doutoramento parece surpreender alguns. Como se a legitimidade de exigir uma casa dependesse da apresentação de um currículo, do exercício de uma profissão considerada respeitável ou de um certificado de bom comportamento. Convém esclarecer: ninguém deveria ter de provar que é suficientemente apresentável para poder pagar uma renda que não lhe consuma o salário inteiro. E, mesmo que entre os manifestantes não houvesse médicos, informáticos ou doutorandos, o direito à habitação não diminuiria um milímetro. Os direitos fundamentais não são prémios de mérito profissional nem benefícios reservados a quem impressiona o vizinho à primeira vista.

Há, aliás, uma curiosa conceção de justiça social nesta lógica: quem trabalha e não consegue pagar uma casa deve esforçar-se mais; quem protesta deve trabalhar em vez de protestar; e quem denuncia o problema deveria, pelos vistos, agradecer a oportunidade de continuar sem solução. O mercado é inocente, as rendas são uma fatalidade e a culpa, essa sim, tem sempre morada certa: a pessoa que não consegue pagar. Uma teoria económica extraordinária, que dispensa explicações e resolve a crise encontrando culpados entre as suas próprias vítimas.

Por esta lógica, se alguém não consegue pagar uma renda, a solução é simples: que arranje um segundo emprego; se continuar sem conseguir, que arranje um terceiro; e, se ainda assim falhar, que reveja as suas prioridades. Talvez esteja a gastar demasiado em comida, transportes ou eletricidade. A casa, pelo contrário, parece ter adquirido o estatuto de luxo essencial: todos precisam dela, poucos conseguem pagá-la e muitos consideram perfeitamente natural que assim seja. É uma espécie de direito constitucional com cláusula de exclusão financeira.

O mais curioso é que raramente se exige aos preços das casas a mesma disciplina moral que se exige aos manifestantes. Ninguém pergunta a uma renda se trabalha, se tem bons costumes ou se está devidamente vestida. Ninguém lhe pede que apresente o currículo antes de aumentar mais cem euros. A renda sobe sem ser insultada, sem ser fotografada e sem ter de justificar o seu comportamento. Já o cidadão que denuncia a situação é submetido a um rigoroso exame de personalidade. Aparentemente, a liberdade de mercado inclui a liberdade de aumentar preços, mas a liberdade de protestar exige autorização moral.

E eis que surge um político, a propósito de alegadas ameaças dirigidas à residência da sua família, num episódio cujos factos importa apurar. Qualquer ameaça deve ser levada a sério, independentemente de quem seja o visado. Mas uma alegação individual não transforma milhares de manifestantes numa ameaça coletiva, tal como uma árvore não constitui uma floresta. A prudência, porém, parece ser seletiva: quando convém, generaliza-se; quando incomoda, individualiza-se. O comportamento de uma pessoa não pode servir de prova contra todos, assim como a aparência de milhares não pode servir de argumento contra as suas reivindicações.

No fundo, a campanha é simples: desviar a atenção da crise da habitação para a aparência de quem a denuncia. Porque discutir soluções obriga a assumir responsabilidades; ridicularizar manifestantes exige apenas preconceitos. É muito mais confortável debater piercings do que discutir rendas, muito mais fácil censurar roupas do que questionar políticas públicas e muito mais tranquilizador declarar que os pobres são uma cambada de preguiçosos e não sabem governar a própria vida do que admitir que trabalhar pode já não ser suficiente para garantir uma casa.

Fica, pois, o esclarecimento: a casa não é um prémio de bom comportamento, a dignidade não depende do vestuário e os direitos não se atribuem por concurso de elegância.

Quanto aos que insistem em julgar os manifestantes pelo aspeto, fica uma sugestão: antes de avaliar quem merece uma casa, talvez fosse útil verificar se o preconceito já lhes ocupou a própria.

Leia também: A Pátria, as bandeiras e os tendeiros | Por José Figueiredo Santos

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FlixBus chega a Loulé com novas ligações a Lisboa, Faro e Albufeira desde 4,49 euros

A cidade de Loulé passou a integrar a rede de ligações rodoviárias da FlixBus, através de uma nova linha que permite viajar diretamente para Lisboa, Setúbal, Beja, Castro Verde, Albufeira e Faro, incluindo o aeroporto. Em funcionamento desde 1 de outubro, o serviço disponibiliza, para já, quatro horários diários, com bilhetes entre Loulé e Lisboa a partir de 4,49 euros.

A expansão da operadora de transporte rodoviário rodoviário de longa distância abrange também Castro Verde, no Alentejo, reforçando as opções de mobilidade entre as duas regiões e facilitando o acesso aos principais centros urbanos do sul do país.

Com a entrada de Loulé e Castro Verde na rede nacional, a FlixBus passa a contar com 13 novas cidades na sua oferta doméstica desde o início de 2026, numa estratégia de alargamento dos serviços para além dos grandes centros urbanos.

Loulé ganha novas ligações diretas ao Aeroporto de Faro e a Lisboa

A nova linha permite aos passageiros viajar diretamente de Loulé para Lisboa (Oriente), Setúbal, Beja, Albufeira e Faro, incluindo paragens no Aeroporto de Faro e na zona da Alfândega.

O serviço estabelece ainda ligações entre Loulé e Castro Verde, assim como entre esta localidade alentejana e os restantes destinos abrangidos pela nova rota.

A partir de Castro Verde, os passageiros passam a dispor de ligações diretas a Lisboa (Oriente), Setúbal, Beja, Albufeira, Loulé e Faro, incluindo o aeroporto e a Alfândega.

A nova oferta contempla igualmente ligações entre Albufeira e Setúbal, bem como entre Albufeira e Beja.

Em Loulé, a paragem da FlixBus localiza-se no terminal rodoviário, na Rua de Nossa Senhora de Fátima. Já em Castro Verde, os autocarros efetuam paragem no terminal rodoviário situado na Rua da Seara Nova.

Os bilhetes encontram-se disponíveis através da aplicação e do site da FlixBus, nos pontos de venda Pagaqui e nas agências de viagens parceiras da operadora.

Os preços começam nos 4,49 euros para a ligação entre Loulé e Lisboa e nos 6,99 euros para as viagens entre Castro Verde e a capital.

Para Tiago Cavaco Alves, diretor das Operações da FlixBus em Portugal, a expansão pretende melhorar a mobilidade entre diferentes regiões do país, particularmente nos territórios com menor densidade populacional.

“A integração de Loulé e de Castro Verde na rede FlixBus reforça o nosso compromisso de aproximar o país e de alargar a oferta de mobilidade a todas as regiões, em particular aos territórios de baixa densidade populacional. Esta nova ligação contribui ainda para estreitar as ligações entre o Alentejo e o Algarve, com Loulé a juntar-se aos mais de quinze destinos algarvios já servidos pela FlixBus, com conexões à rede nacional e a vários destinos no sul de Espanha. Desta forma, damos resposta a uma procura relevante e facilitamos o acesso aos principais centros urbanos do Sul e ao Aeroporto de Faro, contribuindo também para reduzir a dependência do transporte individual”, afirma o responsável.

Évora ganha novas ligações diretas ao Porto, Coimbra e Santarém

Além do reforço da operação no Algarve e no Baixo Alentejo, a FlixBus anunciou novas ligações diretas diurnas a partir de Évora, permitindo viajar para Santarém, Coimbra, Porto e Ovar.

A nova rota disponibiliza dois horários diários, um em cada sentido, e permite realizar a viagem entre Évora e Santarém em menos de duas horas, enquanto a ligação a Coimbra tem uma duração aproximada de três horas e meia.

Os preços começam nos 6,99 euros para a viagem entre Évora e Santarém e nos 5,99 euros para a ligação entre Évora e Coimbra.

A expansão permite ainda viajar diretamente entre Évora e o Terminal Intermodal de Campanhã, no Porto, bem como para Ovar, uma das novas localidades integradas na rede da operadora no norte do país.

FlixBus disponibiliza pesquisa de viagens através do ChatGPT

A empresa anunciou também a integração dos seus serviços no ChatGPT, permitindo aos utilizadores pesquisar percursos e destinos da FlixBus e da FlixTrain através desta ferramenta de inteligência artificial.

Segundo a operadora, a funcionalidade disponibiliza informações sobre rotas e hiperligações diretas para as respetivas páginas de reserva, onde os passageiros podem concluir a compra dos bilhetes.

Para utilizar o serviço, os interessados devem iniciar sessão no ChatGPT, aceder ao menu de plugins, procurar a FlixBus e ativar esta opção – em alternativa, é possível aceder através deste link.

Com estas novidades, a empresa reforça a sua presença no mercado português de transporte rodoviário de longa distância, alargando as possibilidades de deslocação entre o Algarve, o Alentejo e outras regiões do país.

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Das algas aos neurónios: uma descoberta que valeu o Nobel da Medicina em 2026 | Por Isabel Duarte

Há uma alga verde microscópica que nada em direção à luz. Chama-se Chlamydomonas reinhardtii e, durante milhões de anos, fez aquilo que muitas formas de vida fazem: Desenvolveu mecanismos para encontrar condições favoráveis à sua sobrevivência. Nada de particularmente extraordinário. Até que alguns cientistas decidiram perceber como o fazia.

Em outubro de 2026, três investigadores receberam o Prémio Nobel em Fisiologia ou  Medicina por terem transformado um desses mecanismos numa ferramenta capaz de controlar a atividade dos neurónios. Peter Hegemann, Georg Nagel e Karl Deisseroth foram distinguidos pelo desenvolvimento da optogenética, uma tecnologia que permite ligar e desligar células nervosas utilizando luz.

Para perceber a importância desta descoberta, convém recordar um problema antigo das neurociências. O cérebro humano contém cerca de 86 mil milhões de neurónios que comunicam através de sinais elétricos. Quando sentimos medo, reconhecemos um rosto ou decidimos levantar um braço, diferentes conjuntos desses neurónios entram em atividade. Mas observar quais estão ativos não nos diz necessariamente quais são responsáveis pelo que fazemos.

Imagem gerada através de Inteligência Artificial

É a velha diferença entre correlação e causalidade. Se determinados neurónios estão ativos quando sentimos medo, será que produzem esse medo? Ou estarão apenas a responder a alguma coisa que aconteceu? Durante décadas, os investigadores conseguiram observar cada vez melhor o cérebro, mas tinham grandes dificuldades em responder a esta pergunta.

A solução veio de uma alga.

No início dos anos 2000, Hegemann e Nagel estudaram uma proteína chamada canalrodopsina, que funciona como uma pequena porta na membrana das células. Quando recebe luz azul, a porta abre-se e deixa passar partículas eletricamente carregadas. Na alga, este mecanismo contribui para a sua resposta à luz.

Deisseroth e os seus colaboradores tiveram depois uma ideia radicalmente transformadora: E se colocássemos essa proteína nos neurónios?

Utilizando técnicas de engenharia genética, introduziram o gene responsável pela produção da canalrodopsina em células nervosas. E funcionou! Quando iluminados, os neurónios modificados produziam impulsos elétricos, como se tivessem recebido uma ordem do próprio cérebro.

Nascia assim uma espécie de interruptor biológico. Com a vantagem de poder atuar apenas sobre determinados tipos de neurónios, no momento escolhido pelos investigadores, com uma precisão de milissegundos.

Repare-se no que mudou: Antes, podíamos observar que uma região do cérebro estava ativa durante determinado comportamento. Agora, podemos ativar experimentalmente certos neurónios e verificar se esse comportamento acontece. Podemos também inibi-los e observar o que deixa de acontecer. Passámos de observar o funcionamento do cérebro para poder intervir nele e testar diretamente as nossas hipóteses.

A optogenética já revolucionou o estudo da memória, das emoções, do movimento e de doenças como Parkinson, Alzheimer ou depressão, sobretudo através da investigação em animais. A sua aplicação em humanos começa agora a dar os primeiros passos, com ensaios clínicos promissores no tratamento da retinite pigmentosa, uma doença que provoca perda progressiva da visão. Ainda não é uma cura, mas representa uma possibilidade que, há poucos anos, pareceria ficção científica.

A tecnologia é surpreendente, mas um outro aspeto igualmente relevante deste Nobel é, na minha opinião, a história da sua origem. Nenhum daqueles investigadores começou por procurar uma forma de estudar o cérebro, nem uma cura para doenças neurológicas através de algas. Procuravam compreender um curioso fenómeno biológico. Foram guiados pela sua curiosidade científica. E foi precisamente esse curiosidade que abriu a porta a um conhecimento, aparentemente distante das necessidades médicas, que despoletou uma possibilidade inteiramente nova.

Numa Era em que pedimos à ciência que resolva problemas concretos, que produza medicamentos, tratamentos e resultados mensuráveis (ciência aplicada); aqui está mais um dos múltiplos exemplos que demonstram que nós, frequentemente, não conseguimos antecipar quais as descobertas que permitirão resolver os problemas de amanhã.

Uma alga que nada em direção à luz não parecia ter muito para ensinar à medicina. Afinal, ensinou-nos a acender neurónios para melhor os compreender.

E talvez seja esta a lição mais importante deste Nobel: Para descobrir aquilo que ainda não sabemos fazer, precisamos de continuar a investigar aquilo que ainda não sabemos para que serve.

Citações:

Miryam Naddaf and Ewen Callaway.  Medicine Nobel awarded for brain ‘switch’ that controls neurons with light. Nature (News) (2026). https://doi.org/10.1038/d41586-026-03091-2

Leia também: A inteligência artificial pode tornar-se perigosa? O que diz a ciência e o que estamos a fazer | Por Isabel Duarte

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Dakar pode voltar a Portugal 19 anos depois com partida prevista do Algarve

O Algarve poderá receber, em janeiro de 2027, o prólogo e a partida da primeira etapa do Rali Dakar, uma possibilidade que, segundo o presidente da Região de Turismo do Algarve, André Gomes, está “tudo bem encaminhado” para se concretizar.

À margem da apresentação de um Campeonato Mundial Júnior de vela, em Vilamoura, André Gomes revelou esta segunda-feira à Agência Lusa que a confirmação oficial da realização da prova na região poderá surgir “nos próximos dias”.

“Tem havido inúmeros contactos, por parte do Automóvel Clube de Portugal (ACP), com o território e com os municípios. Não vou dizer que está certo, mas está bem encaminhado”, explicou o responsável, sublinhando que as negociações continuam em curso.

Para André Gomes, a acontecer, esta será “mais uma grande realização” para o Algarve.

“Eu recordo que a região já recebeu o Dakar e pode agora voltar a fazê-lo num mês fantástico, em janeiro, logo no início do ano”, considerou.

Estádio Algarve poderá ser o centro da passagem do Dakar pela região

De acordo com o presidente da Região de Turismo do Algarve, o objetivo é que a ‘caravana’ se instale no Estádio Algarve, que será “o centro nevrálgico” da passagem pela região.

A isto junta-se “um prólogo”, cuja localização ainda não é conhecida, e depois “a partida da primeira etapa, em princípio com destino a Marrocos”, perspetivou.

A organização do Rali Dakar de todo-o-terreno já anunciou, de resto, que a prova não vai realizar-se na Arábia Saudita em 2027, regressando em 2028.

O anúncio da mudança de localização da prova, que se tem disputado na Arábia Saudita desde 2020, deverá acontecer no início da próxima semana.

Esta decisão surge devido aos “recentes desenvolvimentos na região”, na sequência dos conflitos entre os huthis do Iémen e a Arábia Saudita.

Regresso do Dakar a Portugal poderá acontecer após quase duas décadas

A concretizar-se, a partida do Algarve representará o regresso do Dakar a Portugal, 19 anos depois do cancelamento da edição de 2008, que deveria ligar Lisboa à capital do Senegal.

A capital portuguesa recebeu a partida das edições de 2006 e 2007, com passagens também no Algarve, mas a terceira saída consecutiva de Lisboa foi cancelada em 04 de janeiro de 2008, na véspera do início da competição, devido a ameaças à segurança na Mauritânia.

Criado pelo francês Thierry Sabine, o Dakar teve a primeira edição em 1979, ligando Paris à capital senegalesa. Antes da passagem para a América do Sul, conheceu diferentes percursos, entre os quais Paris-Cidade do Cabo, em 1992, Granada-Dakar, em 1995, e Dakar-Cairo, em 2000.

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Faro recebe manifestação pela habitação e debate sobre crise no acesso à casa

A cidade de Faro recebe, esta terça-feira, 27 de outubro, uma manifestação pelo direito à habitação, marcada para as 19:00, em frente à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve. Antes do protesto, às 17:30, realiza-se uma conversa com o investigador Simone Tulumello, autor do livro “Habitação para além da crise”, dedicada às políticas públicas, aos movimentos sociais e às dificuldades de acesso à casa.

As duas iniciativas foram divulgadas pela Plataforma Algarve em Resistência, coletivo que tem participado na organização de várias manifestações pela habitação na região nas últimas semanas.

O encontro com Simone Tulumello, intitulado “Do rentismo às acampadas – o outono quente da habitação”, terá lugar no espaço SRAF – Artistas, em Faro, e pretende promover uma reflexão sobre a evolução das políticas habitacionais e o papel da mobilização popular na defesa do direito à habitação.

Investigador da Universidade de Lisboa participa em debate sobre habitação

Simone Tulumello é investigador no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, tendo a habitação como uma das suas principais áreas de estudo.

A conversa terá como ponto de partida o livro “Habitação para além da crise”, publicado em 2024 pela editora Tigre de Papel, e abordará questões relacionadas com as políticas públicas, os direitos sociais e os conflitos associados ao acesso à habitação.

A iniciativa surge num contexto de contestação em diferentes cidades portuguesas e europeias, com a Plataforma Algarve em Resistência a destacar a multiplicação de protestos e acampadas pela habitação, nomeadamente em Faro, Porto, Lisboa e Madrid.

Na perspetiva do coletivo, as dificuldades de acesso à habitação assumem uma dimensão cada vez mais ampla, exigindo uma reflexão sobre as respostas dos governos e a importância da participação dos cidadãos.

O debate procurará também recuperar a experiência histórica dos movimentos populares em Portugal desde o 25 de Abril, analisando a influência da mobilização social nas políticas habitacionais.

Manifestação “Casas para Viver” marcada para as 19:00 em Faro

Após a conversa com Simone Tulumello, realiza-se, às 19:00, a manifestação “Casas para Viver”, em frente à CCDR Algarve, na cidade de Faro.

O protesto integra as iniciativas de mobilização em torno do direito à habitação promovidas nas últimas semanas na região, procurando manter o tema na agenda pública.

A Plataforma Algarve em Resistência considera que a pressão popular tem desempenhado um papel determinante na conquista de avanços no setor habitacional em Portugal, defendendo a importância de recuperar essa experiência histórica para compreender os atuais movimentos de contestação.

Com a realização do debate e da manifestação no mesmo dia, o coletivo pretende associar a reflexão sobre as políticas públicas à mobilização dos cidadãos, colocando em discussão o acesso à habitação, os direitos sociais e o papel dos movimentos populares na procura de respostas para os problemas habitacionais.

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Tavira recebe comemorações dos 139 anos da PSP com exposições, demonstrações e concerto

A cidade de Tavira vai acolher as comemorações do 139.º aniversário do Comando Distrital de Faro da PSP, com um programa que inclui cerimónias institucionais, uma exposição de meios policiais, uma demonstração cinotécnica e um concerto da Banda Sinfónica da Polícia de Segurança Pública. As iniciativas decorrem entre 29 de outubro e 13 de novembro, com várias atividades abertas ao público.

A escolha de Tavira para receber as comemorações pretende também assinalar a ligação histórica da Polícia de Segurança Pública (PSP) ao concelho, onde os primeiros registos da existência de um posto policial remontam a 1949.

O programa comemorativo assinala o aniversário do Comando Distrital de Faro, celebrado a 30 de outubro, reunindo momentos de homenagem aos profissionais da instituição e iniciativas destinadas a aproximar a PSP da comunidade.

Exposição de meios policiais e demonstração cinotécnica na Praça da República

Um dos principais momentos das comemorações terá lugar na sexta-feira, 30 de outubro, na Praça da República, em Tavira, onde estará patente uma exposição de meios policiais, entre as 12:00 e as 22:00.

A iniciativa permitirá aos visitantes conhecer alguns dos equipamentos e recursos utilizados pela PSP no desempenho das suas funções, proporcionando um contacto mais próximo com os meios operacionais da instituição.

A inauguração oficial da exposição está marcada para as 17:30, seguindo-se, às 18:00, uma demonstração do Grupo Operacional Cinotécnico da Unidade Especial de Polícia.

Durante esta atividade, o público terá a oportunidade de conhecer algumas das capacidades operacionais desta unidade especializada, através de uma demonstração do trabalho desenvolvido pelos elementos policiais e pelos cães que integram esta valência.

Sessão solene inclui assinatura do protocolo “Tavira Mais Segura”

As comemorações começam na quinta-feira, 29 de outubro, às 11:00, com uma cerimónia religiosa na Igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo, em Tavira.

A celebração será presidida pelo Bispo do Algarve, D. Vitorino José Pereira Soares, e contará com a presença do capelão da PSP, padre Luís Miguel Proença Leal.

A cerimónia constituirá um momento de homenagem e evocação da memória dos profissionais que, ao longo dos anos, integraram a Polícia de Segurança Pública.

No dia seguinte, 30 de outubro, às 15:00, o Teatro Municipal António Pinheiro recebe a sessão solene comemorativa do 139.º aniversário do Comando Distrital de Faro.

O programa inclui a prestação de honras policiais, intervenções institucionais, a formalização do protocolo “Tavira Mais Segura”, a imposição de medalhas e a entrega de louvores.

Esta cerimónia assinala institucionalmente o aniversário do comando distrital, reconhecendo o percurso e o trabalho desenvolvido pela PSP.

Concerto gratuito da Banda Sinfónica da PSP encerra comemorações

O programa comemorativo termina no dia 13 de novembro, às 21:00, com um concerto da Banda Sinfónica da PSP, no Teatro Municipal António Pinheiro, em Tavira.

O espetáculo será dirigido pelo maestro Comissário Pedro Ferreira e terá entrada gratuita, mediante o levantamento prévio de bilhete no local, a partir de 11 de novembro.

O concerto encerra o conjunto de iniciativas organizadas para assinalar os 139 anos do Comando Distrital de Faro, acrescentando uma componente cultural às comemorações institucionais.

A PSP convida a população a participar nas atividades abertas ao público, nomeadamente na cerimónia religiosa de 29 de outubro, na exposição de meios policiais e na demonstração cinotécnica de 30 de outubro, bem como no concerto de 13 de novembro.

Com este programa, o Comando Distrital de Faro pretende assinalar o seu aniversário e reforçar a proximidade com os cidadãos, dando a conhecer diferentes vertentes da atividade policial e recordando a presença histórica da instituição em Tavira.

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Bombeiros de Albufeira recebem nova ambulância num investimento de 82 mil euros

Uma nova ambulância, adquirida por cerca de 82 mil euros, veio reforçar os meios de socorro dos Bombeiros Voluntários de Albufeira, aumentando a capacidade de resposta às emergências no concelho. A viatura foi apresentada no dia 21 de outubro, após vários meses marcados pelo aumento das ocorrências e pela intensa mobilização de operacionais no combate a incêndios e noutras situações de emergência.

A aquisição surge na sequência de um período marcado pelo aumento das ocorrências e pela forte mobilização de meios humanos e materiais para o combate aos incêndios e outras situações de emergência.

Num concelho com uma intensa atividade turística e um aumento significativo da população em determinadas épocas do ano, a nova ambulância representa um reforço dos recursos disponíveis para responder aos pedidos de socorro de residentes e visitantes.

Bombeiros enfrentaram meses de elevada exigência operacional

Durante a apresentação da viatura, Paulo Afonso, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Albufeira, destacou o empenho e a disponibilidade dos operacionais ao longo dos últimos meses.

O responsável recordou as dificuldades enfrentadas pela corporação, nomeadamente o aumento dos serviços de emergência e a necessidade de manter bombeiros em prontidão para integrar o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) de 2026.

Paulo Afonso sublinhou também a importância de continuar a investir na modernização dos equipamentos e na valorização dos recursos humanos, de forma a garantir melhores condições de trabalho aos bombeiros e uma resposta mais eficaz às necessidades da população.

O dirigente aproveitou ainda a ocasião para agradecer à Câmara Municipal de Albufeira o apoio prestado na alimentação das equipas, bem como ao grupo hoteleiro Fernando Barata pelo contributo no fornecimento de refeições aos bombeiros envolvidos nas operações.

Nova ambulância junta-se a três viaturas adquiridas em agosto

A apresentação contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Rui Cristina, acompanhado pelo vice-presidente, Jorge Carmo, e pela vereadora Maria Cristina Corado.

Na sua intervenção, o autarca reconheceu o trabalho desenvolvido pelos bombeiros durante os últimos meses e recordou que a corporação já tinha reforçado os seus meios operacionais com a aquisição de três viaturas em agosto.

“Agradeço aos bombeiros de Albufeira o trabalho e a disponibilidade que demonstraram ao longo destes meses tão exigentes. Esta ambulância junta-se às três viaturas adquiridas em agosto e dá à corporação mais meios para responder às emergências de quem vive e visita o concelho”, afirmou Rui Cristina.

Com a entrada ao serviço da nova ambulância, os Bombeiros Voluntários de Albufeira passam a dispor de mais um recurso para assegurar a prestação de socorro, reforçando a capacidade de resposta da corporação num município onde a atividade turística e as variações sazonais da população colocam exigências acrescidas aos serviços de emergência.

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Ciclista de Tavira conclui volta ao mundo em bicicleta e tem receção emocionante no regresso a casa

O tavirense Miguel Figueira concluiu uma volta ao mundo em bicicleta, numa aventura solitária de milhares de quilómetros que teve início a 2 de junho de 2025. O regresso à cidade natal ficou marcado por uma receção emotiva, realizada no domingo, 25 de outubro, nos Paços do Concelho de Tavira, onde familiares, amigos e representantes da autarquia o aguardavam.

A chegada do aventureiro foi assinalada num ambiente de alegria e emoção, com Miguel Figueira a ser surpreendido pelas pessoas que se reuniram para celebrar o final da expedição.

Depois de vários meses de viagem, o ciclista regressou ao concelho onde iniciou o desafio, concretizando um objetivo pessoal que o levou a percorrer milhares de quilómetros em bicicleta.

Família e amigos surpreendem ciclista no regresso a Tavira

A receção nos Paços do Concelho reuniu familiares, amigos e membros da autarquia, que quiseram assinalar o regresso de Miguel Figueira e a conclusão da sua viagem.

De acordo com o Município de Tavira, o momento foi vivido com particular emoção pelo próprio ciclista, surpreendido pela presença das pessoas que o aguardavam.

A expedição, iniciada a 2 de junho, foi realizada a solo, representando um desafio pessoal que Miguel Figueira conseguiu concretizar após vários meses de viagem.

Município de Tavira felicita Miguel Figueira pela conquista

A Câmara Municipal de Tavira felicitou o ciclista pela conclusão da volta ao mundo em bicicleta, destacando a dimensão pessoal do desafio e o facto de ter levado o nome do concelho além-fronteiras.

Na mensagem divulgada, a autarquia considera o percurso de Miguel Figueira um exemplo de superação e liberdade, valorizando a coragem necessária para concretizar uma aventura desta natureza.

O município sublinha ainda o espírito de aventura demonstrado pelo ciclista, considerando a sua conquista motivo de orgulho para Tavira.

A receção de 25 de outubro assinalou, assim, o regresso de Miguel Figueira à cidade, depois de uma viagem de milhares de quilómetros que começou em junho e terminou com a concretização do seu sonho de dar a volta ao mundo em bicicleta.

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Tavira recebe laboratório de 515 mil euros e CCDR Algarve destaca aposta na investigação dos citrinos

A produção de citrinos no Algarve vai contar com um novo laboratório de investigação dedicado ao estudo de pragas e ao desenvolvimento de soluções para proteger os pomares da região. O projeto Frusoal InovCitrus, que representa um investimento de 515 mil euros, foi apresentado no dia 23 de outubro, em Tavira, por iniciativa da FRUSOAL, a maior Organização de Produtores de Citrinos de Portugal.

O laboratório pretende aproximar a investigação científica das necessidades dos agricultores, procurando dar resposta aos principais problemas fitossanitários que afetam a citricultura algarvia e contribuir para práticas agrícolas mais sustentáveis.

A apresentação contou com a presença do presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, José Apolinário, e do vice-presidente responsável pela área da Agricultura e Pescas, Fernando Severino.

Investigação vai estudar praga que ameaça os pomares algarvios

O primeiro projeto do laboratório terá uma duração de três anos, entre 2026 e 2028, e será dedicado ao estudo do ciclo de vida do Scirtothrips aurantii, uma praga que constitui uma ameaça para a produção de citrinos no Algarve.

A investigação irá acompanhar a evolução desta praga em culturas de laranja, tangerina, limão e lima, procurando identificar estratégias de proteção mais eficazes e ambientalmente sustentáveis.

O objetivo passa por desenvolver conhecimento científico que possa ser aplicado diretamente nas explorações agrícolas, permitindo aos produtores responder aos problemas fitossanitários que afetam a produção regional.

Além da proteção das culturas, o laboratório pretende contribuir para a adaptação da citricultura às alterações climáticas e para a valorização dos citrinos produzidos no Algarve.

CCDR Algarve defende maior investimento na investigação agrícola

Durante a sessão de abertura, José Apolinário destacou a importância de reforçar o investimento em investigação e desenvolvimento no Algarve, considerando que iniciativas como o InovCitrus permitem aproximar a produção científica das necessidades da economia regional.

O presidente da CCDR Algarve salientou ainda a necessidade de aumentar os recursos destinados à investigação e de ter em conta projetos desta natureza na definição das prioridades de financiamento do próximo Quadro Financeiro Plurianual 2028–2034.

Por sua vez, Fernando Severino sublinhou a importância da investigação aplicada para assegurar o futuro da atividade agrícola na região.

“A inovação, a investigação aplicada e a transferência de conhecimento para o terreno são condições indispensáveis para garantir a sustentabilidade e a competitividade da agricultura algarvia”, afirmou o vice-presidente da CCDR Algarve.

O responsável destacou também o caráter estratégico da produção de citrinos para a economia regional e a necessidade de uma colaboração mais estreita entre agricultores, centros de investigação e entidades públicas.

Neste contexto, considerou que o novo laboratório poderá desempenhar um papel relevante no desenvolvimento de soluções científicas e tecnológicas para enfrentar os desafios da citricultura, nomeadamente no combate a problemas fitossanitários, na adaptação às alterações climáticas e na valorização da produção.

Projeto integra programa de investigação para 2026 a 2028

O laboratório Frusoal InovCitrus está enquadrado no objetivo de Investigação e Desenvolvimento (I&D) do 9.º Programa Operacional da FRUSOAL, correspondente ao período de 2026 a 2028.

A iniciativa surge num contexto em que a investigação e o desenvolvimento assumem uma importância estratégica no âmbito do novo Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC).

A cerimónia de apresentação contou também com a presença da presidente da Câmara Municipal de Tavira, bem como de representantes do Gabinete de Planeamento, Políticas e Administração Geral (GPP), da Direção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR) e do Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP).

Estiveram igualmente presentes representantes de entidades do sistema científico e tecnológico ligadas à investigação agrícola.

Para a CCDR Algarve, a criação do InovCitrus demonstra a capacidade do setor agrícola regional para investir na inovação e no desenvolvimento de conhecimento científico, contribuindo para reforçar a capacidade de resposta das explorações agrícolas aos desafios atuais.

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A lei, os protestos e os dois pesos e duas medidas | Por Luís Ganhão

O atual presidente da Câmara Municipal do Porto, que declarou pretender ser «implacável» perante um grupo de jovens que, denunciando a falta de habitação, instalara simbolicamente algumas tendas numa praça pública da cidade, suscita, pela sua posição, uma questão que importa não iludir: a de saber se situações de protesto cívico comparáveis têm merecido, por parte do poder político e das autoridades policiais, um tratamento efetivamente igual.

Com efeito, não será despiciendo recordar que, em diferentes momentos, outras ações reivindicativas recorreram à instalação de tendas junto de instituições públicas, sem que delas tenha resultado, tanto quanto é publicamente conhecido, uma intervenção policial comparável.

Assim aconteceu, designadamente, com o acampamento promovido pela Juventude Social-Democrata junto do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, em 2020, no âmbito da contestação às insuficiências do alojamento estudantil. Assim aconteceu também com os bombeiros que instalaram tendas junto à Câmara Municipal do Porto, em protesto pelas suas condições profissionais, e com empresários da restauração que, durante a pandemia, recorreram a idêntica forma de protesto junto à Assembleia da República.

Também merece ser recordada a manifestação de profissionais das forças de segurança que, em 2013, derrubaram barreiras de proteção nas imediações da Assembleia da República. Embora tenha existido uma resposta policial, não é conhecida, nos relatos públicos desse episódio, uma intervenção de natureza e intensidade comparáveis às que foram descritas no caso dos jovens que protestavam pela falta de habitação.

Não se pretende, com estas referências, sustentar que todos os episódios foram rigorosamente idênticos, nem discutir, em abstrato, a legalidade da instalação de tendas em espaços públicos. O que se pretende é chamar a atenção para uma questão diferente e politicamente incontornável: terão sido aplicados critérios uniformes na apreciação de situações reivindicativas comparáveis e, sobretudo, na decisão de recorrer à força policial?

A invocação da lei não dispensa esta interrogação. Pelo contrário: num Estado de direito, a lei deve ser aplicada com imparcialidade, e a atuação policial deve obedecer a critérios de necessidade e proporcionalidade, independentemente da identidade dos manifestantes, da sua orientação política ou da natureza das reivindicações que apresentam.

Se, perante determinadas manifestações, prevalece a tolerância e, perante outras, se anuncia uma postura de intransigência que acaba acompanhada de uma intervenção policial particularmente dura, é legítimo exigir que se esclareçam as diferenças de circunstâncias que possam justificar tal disparidade. Não basta invocar genericamente a legalidade: importa explicar concretamente a razão de ser das decisões tomadas e a proporcionalidade dos meios utilizados.

É aqui que a questão da habitação assume particular relevância. Quando jovens denunciam a dificuldade, ou mesmo a impossibilidade, de aceder a uma habitação condigna, não estão apenas a reivindicar uma resposta a um problema individual. Estão a chamar a atenção para uma questão social de inegável dimensão pública, cuja gravidade exige respostas políticas efetivas.

Daí que seja legítimo recear que a insistência na ordem pública e na aplicação da lei, quando acompanhada de uma resposta repressiva cuja proporcionalidade é contestada, acabe por deslocar o debate: em vez de se discutir a falta de habitação denunciada pelos manifestantes, passa a discutir-se, quase exclusivamente, a conduta destes e a necessidade de os conter.

Estaremos, então, perante uma mera aplicação imparcial da lei ou perante uma resposta que, independentemente das intenções dos seus responsáveis, acaba por secundarizar a reivindicação e desviar dela a atenção pública?

Não se afirma que esteja demonstrada uma intenção deliberada de silenciar os protestos, nem que uma eventual «má consciência» dos responsáveis políticos constitua um facto adquirido. O que se afirma é que a diferença de tratamento, quando aparentemente existe, exige explicação; e que a invocação da legalidade não pode servir para encerrar o debate sobre a legitimidade, a proporcionalidade e a coerência da atuação das autoridades.

A questão de fundo permanece, pois, inteiramente legítima: estará o poder a aplicar os mesmos critérios a todos os cidadãos ou estará, consciente ou inconscientemente, a revelar maior intolerância perante aqueles cujas reivindicações mais diretamente expõem as insuficiências das políticas públicas?

É a resposta fundamentada a esta pergunta — e não a mera invocação da lei — que permitirá avaliar a coerência da atuação do poder político e policial.

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Silves revela património e memórias através de fotografia e poesia na exposição “Molduras do Invisível”

A Casa-Museu João de Deus, em São Bartolomeu de Messines, recebeu, no domingo, 25 de outubro, a inauguração da exposição “Molduras do Invisível”, um projeto que combina fotografia e poesia para explorar o património, a memória e a identidade do concelho de Silves. A iniciativa integrou as comemorações do 29.º aniversário daquele espaço cultural.

A mostra apresenta 12 fotografias de Luís Medeira, acompanhadas por 12 textos literários inéditos do poeta Nero, numa proposta artística que procura revelar novas perspetivas sobre lugares, paisagens e elementos patrimoniais do concelho.

A inauguração contou com uma forte adesão do público e incluiu momentos de leitura de poesia, bem como a apresentação de um minidocumentário sobre o processo criativo que deu origem à exposição.

Doze fotografias e doze textos convidam a redescobrir Silves

A exposição estabelece um diálogo entre a imagem e a palavra, partindo de fotografias de Luís Medeira que serviram de inspiração à criação literária de Nero.

Através desta ligação entre duas formas de expressão artística, os autores propõem uma reflexão sobre a passagem do tempo, as memórias associadas à paisagem e as histórias preservadas no património do concelho.

A sessão inaugural foi apresentada por Telma Caroço e contou com leituras de poemas pelo próprio Nero e por convidados.

Durante a apresentação, Telma Caroço sintetizou o conceito da exposição numa frase que destaca a complementaridade das duas linguagens artísticas.

“A fotografia interroga o mundo; a escrita escava-o”, afirmou.

Os textos que acompanham as imagens não procuram estabelecer uma interpretação única, mas antes alargar as possibilidades de leitura das fotografias, permitindo que cada visitante descubra diferentes significados em lugares que lhe poderão ser familiares.

A presidente da Câmara Municipal de Silves, Luísa Conduto Luís, esteve presente na inauguração e destacou a colaboração entre os dois artistas, bem como o contributo do projeto para a valorização cultural do território através da fotografia e da literatura.Artistas ligados a Silves dão vida a projeto que une fotografia e literatura

Natural da freguesia de Pêra e residente em Silves, Luís Medeira encontrou na fotografia uma forma de expressão artística, tendo apresentado o seu trabalho em várias exposições realizadas no concelho.

O fotógrafo dedica parte do seu percurso artístico à representação de lugares e paisagens, procurando captar elementos que contribuam para preservar a memória e a identidade do território.

Já Nero, pseudónimo literário de Roberto Filipe Assis Simões, é poeta e professor de Português e de Literatura Portuguesa, contando com três obras publicadas.

O seu percurso literário inclui os livros “Oceano – O Reino das Águas”, publicado em 2021, “Telúria”, lançado em 2023, e “Akbar – Lunário Poético duma Alma ainda Árabe”, editado em 2025.

A colaboração entre os dois artistas deu origem a uma exposição em que as fotografias servem de ponto de partida para a criação de textos poéticos, estabelecendo uma relação entre a representação visual dos lugares e a interpretação literária das suas memórias.

Textos inéditos de Nero despertam interesse no México

Durante a inauguração da exposição, Nero revelou que alguns dos textos inéditos criados para o projeto despertaram o interesse de uma revista literária no México.

Segundo o poeta, os trabalhos foram recentemente traduzidos para espanhol, estando a sua publicação prevista para breve.

Esta possibilidade poderá dar projeção internacional ao projeto desenvolvido em torno do património de Silves, levando a novos públicos uma interpretação artística de lugares e paisagens do concelho.

Exposição pode ser visitada até 31 de dezembro

A exposição “Molduras do Invisível” estará patente na Casa-Museu João de Deus, em São Bartolomeu de Messines, até 31 de dezembro.

Integrada nas comemorações do 29.º aniversário daquele espaço cultural, a iniciativa procura valorizar o património local através de uma abordagem que combina fotografia e literatura.

Ao reunir 12 imagens e outros tantos textos inéditos, a mostra convida os visitantes a redescobrir lugares do concelho de Silves, explorando as memórias, as histórias e os elementos da identidade coletiva que nem sempre são imediatamente visíveis.

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Portimão Arena transforma-se num parque de diversões gigante para celebrar o Halloween

No fim de semana de 31 de outubro e 1 de novembro, o Portimão Arena vai receber mais uma edição do Fun Day Halloween, transformando-se num parque de diversões com milhares de metros quadrados, dezenas de insufláveis temáticos, trampolins, escorregas e pistas de obstáculos, numa iniciativa destinada sobretudo a crianças e jovens.

O evento decorrerá entre as 10:00 e as 19:00, durante os dois dias, e contará com quatro áreas temáticas adaptadas a diferentes faixas etárias, num espaço de cerca de quatro mil metros quadrados decorado a propósito do Halloween.

Organizado pela My Dynamic, com o apoio do Município de Portimão, o Fun Day Halloween realiza-se há mais de uma década e reúne habitualmente participantes do concelho e de outras localidades da região.

Quatro áreas temáticas com atividades para diferentes idades

A edição deste ano volta a apresentar quatro espaços distintos, com equipamentos e atividades destinados a diferentes grupos etários e interesses.

A Área Infantil, concebida para crianças dos dois aos quatro anos, inclui insufláveis, piscinas de bolas e outras atividades adequadas aos mais pequenos.

Na Área Divertida, os participantes poderão explorar insufláveis temáticos, escorregas e outros equipamentos que proporcionam diferentes formas de brincar.

Para os mais aventureiros, a Área Radical disponibiliza trampolins, pistas de obstáculos, megaescorregas e o Dynamic Bungee, permitindo experimentar atividades que exigem maior destreza e agilidade.

Já a Área Gold, reservada aos visitantes que adquirirem o bilhete correspondente, reúne equipamentos mecânicos, parede de escalada, jogos, discoteca insuflável, arenas de combate e outras atrações.

De acordo com a organização, os equipamentos são recomendados para crianças a partir dos dois anos e as atividades são acompanhadas por profissionais especializados, com formação adequada à monitorização dos divertimentos e ao apoio aos participantes.

As crianças com menos de dois anos podem entrar no recinto na qualidade de acompanhantes, mas não estão autorizadas a utilizar os equipamentos.

Bilhetes em pré-venda a partir de 19 euros

A organização disponibiliza duas modalidades de entrada, com preços e condições de acesso diferentes, estando já em curso a pré-venda de bilhetes a valores reduzidos.

O Bilhete Normal permite utilizar as áreas Infantil, Divertida e Radical, custando 19 euros em pré-venda e 21 euros quando adquirido no local, durante os dias do evento.

Por sua vez, o Bilhete Gold inclui o acesso às três áreas abrangidas pelo bilhete normal e permite ainda usufruir das atividades exclusivas da Área Gold. Esta modalidade custa 23 euros em pré-venda e 26 euros nos dias do evento.

Ambos os bilhetes são válidos durante todo o dia, permitem entradas e saídas ilimitadas do recinto e incluem a entrada gratuita de até dois pais ou acompanhantes por criança.

Os interessados podem efetuar as pré-reservas através do site funday.pt, onde também estão disponíveis informações adicionais sobre o programa e as condições de participação.

Os ingressos podem igualmente ser adquiridos aos preços de pré-venda nos locais habituais e através da plataforma portimaoarena.bol.pt.

O Fun Day Halloween regressa, assim, ao Portimão Arena no fim de semana de 31 de outubro e 1 de novembro, com dois dias dedicados às atividades recreativas e ao entretenimento infantil e juvenil, num ambiente inspirado nas celebrações do Halloween.

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GNR detém 82 pessoas e apreende mais de 3.400 doses de droga no Algarve

O Comando Territorial de Faro da GNR deteve 82 pessoas em flagrante delito e apreendeu mais de 3.400 doses de droga, no âmbito de várias operações realizadas entre 19 e 25 de outubro, em diferentes pontos do distrito de Faro. Durante o mesmo período, foram ainda detetadas 581 infrações rodoviárias e registados 97 acidentes de viação.

As ações desenvolvidas pela Guarda Nacional Republicana (GNR) tiveram como principais objetivos a prevenção e o combate à criminalidade violenta, a fiscalização rodoviária e o reforço da segurança pública em todo o Algarve.

Entre as 82 detenções efetuadas, destacam-se 22 por condução sem habilitação legal, 21 por condução sob o efeito do álcool e 14 por tráfico de estupefacientes.

GNR apreende haxixe, heroína, cocaína e embarcações

No âmbito das operações de combate à criminalidade, os militares da GNR apreenderam um total de 3.457 doses de estupefacientes, distribuídas por 3.228 doses de haxixe, 208 de heroína e 21 de cocaína.

Foram igualmente apreendidas três caçadeiras, 257 jerricans de combustível, três barcos pneumáticos e três motores.

Estas apreensões integram o conjunto de ações operacionais realizadas pelas autoridades ao longo da semana, no âmbito da prevenção e repressão de diferentes formas de criminalidade no distrito de Faro.

Excesso de velocidade lidera infrações rodoviárias

Na fiscalização rodoviária, a GNR detetou 581 infrações, sendo o excesso de velocidade a irregularidade mais frequente entre as principais situações identificadas, com 89 ocorrências.

Seguiram-se 68 infrações relacionadas com anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização dos veículos e 61 por falta de inspeção periódica obrigatória.

Os militares registaram ainda 27 infrações por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou dos sistemas de retenção para crianças, 18 por ausência de seguro de responsabilidade civil e 14 por utilização indevida do telemóvel durante a condução.

Acidentes no Algarve provocam dois feridos graves e 19 ligeiros

No que respeita à sinistralidade rodoviária, entre 19 e 25 de outubro foram contabilizados 97 acidentes nas estradas do distrito de Faro.

Destes acidentes resultaram dois feridos graves e 19 feridos ligeiros, de acordo com os dados divulgados pelo Comando Territorial de Faro da GNR.

A GNR adianta que continuará a desenvolver operações de prevenção e fiscalização em todo o distrito, procurando reforçar a segurança rodoviária, combater a criminalidade e contribuir para a tranquilidade pública.

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Residente em Lagoa vai representar Portugal no concurso Miss Classic Universe na Malásia

A escritora e investigadora Miryam Cecilia Morron Echeverria, residente no concelho de Lagoa, no Algarve, foi distinguida com o título de Miss Classic Universe Portugal 2026 e vai representar o país na competição internacional, que decorrerá entre 17 e 23 de novembro, em Kuala Lumpur, na Malásia.

A participação no concurso representa, para Miryam Morron, uma oportunidade de promover Portugal e o Algarve, dando simultaneamente visibilidade a causas ligadas ao empoderamento feminino, à inclusão social, à educação e à defesa dos direitos humanos.

Com um percurso que reúne a investigação académica, a escrita e o desenvolvimento de projetos sociais, a representante portuguesa pretende demonstrar que os concursos internacionais de beleza também podem constituir espaços de reflexão sobre questões sociais e de valorização do papel das mulheres na sociedade.

Escritora com mais de 25 livros publicados e percurso ligado à educação

Licenciada em Línguas Modernas e mestre em Neuropsicologia da Educação, Miryam Morron é atualmente doutoranda em Estudos Culturais e frequenta também um mestrado em Ciências da Educação.

A sua formação académica reflete o interesse pelas áreas da educação, da cultura e do comportamento humano, temas que têm igualmente marcado a sua atividade enquanto escritora.

Com mais de 25 livros publicados, a autora aborda nas suas obras questões relacionadas com a educação, a psicologia humana e o desenvolvimento pessoal, procurando contribuir para a reflexão sobre os processos de aprendizagem e o papel do conhecimento na transformação da sociedade.

A representante portuguesa domina cinco línguas – português, espanhol, inglês, francês e italiano -, competências que lhe permitem comunicar em diferentes contextos culturais e internacionais.

Três projetos sociais dedicados às mulheres, aos jovens e aos migrantes

Para além da atividade académica e literária, Miryam Morron lidera três iniciativas sociais centradas na inclusão, na igualdade de oportunidades e na defesa da dignidade humana.

A The Visible Foundation dedica-se à valorização das histórias de mulheres que enfrentam processos de transformação pessoal, migração, reconstrução de vida e superação de dificuldades sociais.

Já o coletivo The Messy Mind desenvolve iniciativas de sensibilização e apoio nas áreas da saúde mental e do bem-estar emocional dos jovens, procurando promover o diálogo e uma maior compreensão dos desafios relacionados com a saúde psicológica.

Por sua vez, a organização Soy Migrante trabalha na promoção da inclusão de pessoas migrantes nas sociedades de acolhimento, defendendo o respeito pela diversidade cultural, pelos direitos fundamentais e pela dignidade humana.

Estas iniciativas integram o percurso de intervenção social de Miryam Morron, que pretende aproveitar a projeção internacional do concurso para chamar a atenção para a importância da igualdade de oportunidades e da inclusão.

Representante portuguesa quer dar visibilidade ao Algarve

Para Miryam Morron, a participação no Miss Classic Universe constitui uma oportunidade de associar a representação portuguesa a uma mensagem de responsabilidade social, conhecimento e valorização do papel das mulheres.

“Acredito que uma mulher não deve ser definida apenas pela sua aparência, mas também pelo conhecimento que constrói, pelas causas que defende e pelo impacto positivo que deixa na vida de outras pessoas. Representar Portugal é uma honra e uma responsabilidade que assumo com enorme orgulho. Quero levar comigo não apenas uma coroa, mas uma mensagem de esperança, dignidade e transformação”, afirma.

Residente no concelho de Lagoa, região que escolheu para viver, a escritora pretende também aproveitar a sua presença na Malásia para divulgar a cultura, as tradições, a gastronomia, o património e o talento português, com especial atenção ao Algarve.

A participação no concurso internacional, agendado para novembro, surge assim como uma oportunidade de conciliar a representação de Portugal com a divulgação dos projetos sociais que desenvolve e das causas que procura promover.

“Nunca é tarde para recomeçar, para aprender algo novo ou para transformar um sonho num projeto de vida. A verdadeira conquista está também naquilo que conseguimos construir para os outros ao longo do caminho”, sublinha Miryam Morron.

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Natação algarvia destaca-se em Olhão e Sines com vitórias e lugares de pódio

O fim de semana de 24 e 25 de outubro ficou marcado por resultados de destaque para a natação algarvia, com a realização do Torneio de Abertura de Infantis e Cadetes, em Olhão, e as boas classificações alcançadas pelo Futebol Clube de Ferreiras e pelo Aquático Clube de Silves na fase de qualificação para o Campeonato Nacional de Clubes da 3.ª Divisão, disputada em Sines.

As duas competições ficaram marcadas por vitórias coletivas, classificações de pódio e desempenhos individuais relevantes, evidenciando o trabalho desenvolvido pelos clubes da região, tanto na formação de jovens atletas como na competição nacional.

Em Olhão, o torneio reuniu nadadores dos escalões de Infantis e Cadetes, numa competição que, de acordo com a Associação de Natação do Algarve, demonstrou o crescimento da modalidade e a importância da colaboração entre clubes, treinadores, atletas e equipas de arbitragem.

Clube de Natação de Olhão e Louletano vencem competições regionais

Na Taça ANALGARVE de Infantis – Classe B, o Clube de Natação de Olhão conquistou o primeiro lugar da classificação coletiva, com 140 pontos, seguido do Louletano Desportos Clube, que somou 112 pontos. O Lagoa Académico Clube completou o pódio, na terceira posição, com 91 pontos.

Já na Taça ANALGARVE de Cadetes – Classe B, o Louletano Desportos Clube alcançou a vitória, com 97 pontos. O Aquático Clube de Silves terminou no segundo lugar, com 67 pontos, enquanto o Futebol Clube de Ferreiras assegurou a terceira posição, com 65 pontos.

Nas prestações individuais, avaliadas segundo a tabela AQUA 2025, destacaram-se Emma Neves Almeida, do Clube de Natação de Lagos, que obteve 461 pontos nos 100 metros livres, e Duarte Ferreira, do Louletano Desportos Clube, que alcançou 444 pontos nos 400 metros livres.

Para o presidente da Associação de Natação do Algarve, Fábio Bota, a competição demonstrou a evolução da modalidade, particularmente nos escalões de formação.

“Este fim de semana foi claramente o tipo de provas que pretendemos, onde o diálogo e a forma construtiva com que todos se apresentaram foram, sem dúvida, dos maiores vetores de sucesso. A quantidade de atletas infantis e cadetes é também uma prova inequívoca de que estamos todos no bom caminho. Estamos a crescer e a melhorar, em todos os planos.

Uma palavra também para a equipa de arbitragem, que tem sido um parceiro fundamental. Obrigado a todos!”, afirmou Fábio Bota.

Ferreiras e Silves destacam-se na qualificação para a 3.ª Divisão Nacional

Também no sábado, 24 de outubro, dois clubes algarvios estiveram em evidência na fase de qualificação para o Campeonato Nacional de Clubes da 3.ª Divisão, realizada em Sines.

Na classificação feminina, o Futebol Clube de Ferreiras conquistou o terceiro lugar, com 148 pontos, enquanto o Aquático Clube de Silves terminou na quinta posição, com 138 pontos.

Os resultados colocaram as duas formações algarvias entre as cinco primeiras classificadas da competição feminina, refletindo o trabalho de preparação desenvolvido pelos atletas e respetivas equipas técnicas.

Fábio Bota destacou a importância das classificações alcançadas e reconheceu o contributo dos clubes e das famílias para o desenvolvimento da modalidade.

“É um excelente resultado, que reflete todo o trabalho desenvolvido ao longo dos últimos meses. É um trabalho de equipa e quero dar especial destaque ao trabalho fantástico dos nossos clubes, bem como ao apoio de todos os agentes desportivos, em particular dos pais dos atletas, cujo contributo é fundamental”, sublinhou Fábio Bota.

“Resultados como estes dão-nos ainda mais confiança e motivação para continuar a trabalhar em prol da natação do Algarve. São uma demonstração da qualidade do trabalho que está a ser desenvolvido na nossa região e um incentivo para continuarmos a crescer”, acrescentou o responsável.

Atividade da natação algarvia prossegue com Torneio Alexandre Agostinho

A Associação de Natação do Algarve deixou ainda uma palavra de agradecimento ao Município de Olhão e à equipa da Piscina Municipal pelo apoio prestado na preparação e desmontagem das estruturas necessárias à realização do Torneio de Abertura.

A entidade reconheceu igualmente o contributo da equipa de arbitragem, dos clubes, treinadores, atletas e famílias para a organização das provas e para o desenvolvimento da natação na região.

O calendário competitivo prossegue no próximo fim de semana, com a realização do 6.º Torneio Alexandre Agostinho, organizado pela Portinado.

As classificações alcançadas em Olhão e Sines reforçam o balanço positivo da Associação de Natação do Algarve relativamente à evolução da modalidade, tanto nos escalões de formação como na participação dos clubes algarvios em competições nacionais.

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Faro recebe missa em homenagem aos falecidos no Dia de Todos os Santos

A cidade de Faro recebe, no próximo domingo, 1 de novembro, às 10:30, uma missa greco-católica em homenagem às pessoas falecidas cujos funerais foram realizados pela Servilusa. A celebração terá lugar na Igreja de Santo António do Alto e integra um programa nacional de 29 cerimónias religiosas que decorrerá até 30 de novembro.

A iniciativa, promovida anualmente pela Servilusa, pretende proporcionar às famílias e amigos um momento de recolhimento, partilha e homenagem à memória dos seus entes queridos, respeitando as diferentes tradições religiosas.

A celebração em Faro coincide com o Dia de Todos os Santos, que antecede o Dia de Finados, uma data tradicionalmente associada à evocação e homenagem aos falecidos.

Faro integra ciclo nacional de 29 celebrações religiosas

O programa de 2026 arrancou no domingo, 25 de outubro, em Lisboa, com uma celebração ortodoxa na Igreja de Nossa Senhora de Oliveira, às 10:00.

Celebração ortodoxa em homenagem às pessoas falecidas. Crédito: Servilusa

A segunda cerimónia está marcada para sábado, 31 de outubro, às 9:30, na Igreja de Nossa Senhora da Nazaré, também na capital, desta vez segundo a tradição greco-católica.

A terceira celebração realiza-se em Faro, no domingo seguinte, dando continuidade a um ciclo nacional de 29 missas, distribuídas por diferentes localidades do país até ao final de novembro.

Estas primeiras cerimónias são especialmente dirigidas às famílias das comunidades ortodoxa e greco-católica, permitindo-lhes prestar homenagem aos seus familiares falecidos de acordo com as respetivas tradições religiosas.

O programa reúne anualmente milhares de pessoas em todo o país, num conjunto de celebrações que procuram reforçar os laços entre as famílias e as comunidades.

Servilusa pretende proporcionar momentos de homenagem e recolhimento

Para a Servilusa, a realização destas cerimónias representa uma forma de manter a proximidade com as famílias após a realização dos funerais, proporcionando espaços de encontro e evocação da memória dos falecidos.

“A memória de quem partiu merece um lugar na vida das famílias. Com este ciclo de homenagens, queremos proporcionar momentos de encontro e recolhimento, próximos das comunidades e atentos às suas diferentes tradições religiosas. É esse compromisso com as famílias que orienta a Servilusa em todo o país”, afirma Paulo Carreira, diretor-geral da Servilusa.

Através desta iniciativa, a empresa procura dar continuidade ao acompanhamento das famílias em situação de luto, promovendo momentos de homenagem que permitam recordar os entes queridos e partilhar experiências com outras pessoas da comunidade.

O ciclo de missas prolonga-se até 30 de novembro, com celebrações em várias regiões de Portugal, sendo a cerimónia de Faro uma das primeiras previstas no programa deste ano.

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João Sustelo ajuda Areias de São João a conquistar título regional de corta-mato em Faro

O atleta natural de Silves João Sustelo foi uma das figuras do Campeonato Regional de Corta-Mato Longo 2026/27, disputado este domingo, 25 de outubro, em Faro, ao contribuir para a conquista do título regional masculino por equipas do Clube Desportivo Areias de São João.

A competição, organizada pela Associação de Atletismo do Algarve, terminou com o triunfo coletivo da formação algarvia, que somou 19 pontos e conquistou o seu 15.º título regional absoluto masculino, mantendo uma série de vitórias consecutivas iniciada em 2012.

João Sustelo desempenhou um papel decisivo na classificação coletiva, ao ser o quarto elemento da equipa a pontuar. O atleta terminou na sétima posição da classificação geral e no quarto lugar entre os seniores masculinos, completando os sete quilómetros do percurso em 24 minutos e 26 segundos, com um ritmo médio de 3 minutos e 29 segundos por quilómetro.

Areias de São João conquista títulos masculinos e femininos

O Clube Desportivo Areias de São João voltou a destacar-se no panorama regional do corta-mato, ao conquistar os títulos absolutos por equipas tanto na competição masculina como na feminina.

No pódio, ao centro, o Clube Desportivo Areias de São João, campeão regional do Algarve em Corta-Mato Longo representado pelos atletas Daniel Martins (E), Igor Varela (C) e João Sustelo (D). Crédito: Armando Caiadas

Na prova masculina, a formação somou 19 pontos, beneficiando também da vitória individual absoluta de Daniel Martins, que terminou no primeiro lugar. Cláudio Pica, quinto classificado, Igor Varela, sexto, e Jorge Varela, oitavo, estiveram igualmente entre os atletas em destaque.

Com este resultado, o clube conquistou o 15.º troféu da sua história nesta competição e prolongou a invencibilidade que mantém desde 2012.

Na vertente feminina, a equipa voltou a sagrar-se campeã regional absoluta, com um total de 27 pontos. A formação soma oito títulos desde 2018 e mantém uma sequência de sete conquistas consecutivas.

João Sustelo ficou a dois segundos do pódio individual

Apesar do contributo decisivo para a vitória coletiva, João Sustelo não conseguiu alcançar o pódio individual na categoria de seniores masculinos, terminando a apenas dois segundos do terceiro lugar.

Após a prova, o atleta destacou as dificuldades sentidas ao longo do percurso e a satisfação por ter ajudado a equipa a conquistar mais um título regional.

“Não foi nada fácil esta prova, hoje foi mesmo uma luta. O meu principal objetivo era conseguir ajudar o Clube Desportivo Areias de São João a ser campeão e fui eu quem fechou a pontuação para sermos campeões regionais por equipas. O outro objetivo era tentar o pódio regional sénior individual, mas falhei na parte final por escassos dois segundos”, afirmou João Sustelo.

O atleta algarvio, que regressou recentemente às competições de atletismo, considerou positivo o desempenho alcançado, apesar de ter ficado perto de uma medalha individual.

“Tenho de estar muito contente com este regresso às competições de atletismo. O importante é que estou a conseguir andar na frente das provas”, acrescentou.

Atleta de Silves mantém sequência de bons resultados

O desempenho em Faro surge na sequência de outros resultados alcançados por João Sustelo no atletismo regional e nacional.

Entre os títulos conquistados pelo atleta destaca-se o de campeão do Algarve dos 5.000 metros marcha, no Campeonato Regional de Inverno 2024/2025.

Na época 2025/2026, João Sustelo contribuiu também para a subida do Clube de Atletismo Areias de São João à 2.ª Divisão Nacional de Pista ao Ar Livre.

Mais recentemente, no início de outubro, venceu o 7.º Cross “Memorial José Menino”, disputado em Castro Marim, confirmando o bom momento competitivo.

Ainda durante este mês, participou no Campeonato Regional de Corta-Mato – Estafeta Mista, realizado em Lagoa, onde registou a segunda marca individual mais rápida da competição, com o tempo de 4 minutos e 14 segundos.

Nessa prova, alcançou também o melhor registo individual da sua equipa, contribuindo para a conquista do terceiro lugar do pódio regional pelo Clube de Atletismo Areias de São João.

Com o triunfo coletivo alcançado em Faro, João Sustelo dá continuidade aos resultados positivos neste início de época, enquanto o Areias de São João reforça o seu historial de conquistas no corta-mato algarvio.

Os resultados estão disponíveis aqui.

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São Brás de Alportel promove fórum de negócios para transformar ideias em projetos

O Município de São Brás de Alportel promove, esta terça-feira, 27 de outubro, às 18:00, a sexta edição do Fórum Ideias de Negócios, no São Brás Cineteatro Jaime Pinto, com o objetivo de incentivar o empreendedorismo, dar a conhecer novos projetos e criar oportunidades de colaboração entre empresas e empreendedores.

A iniciativa destina-se a todos os que tenham uma ideia, um projeto ou uma proposta empresarial que pretendam concretizar no concelho ou que possa envolver a comunidade local.

Durante o encontro, os participantes terão a oportunidade de apresentar as suas propostas em poucos minutos, num formato participativo que privilegia a troca de experiências, o contacto direto entre empreendedores e a identificação de potenciais parceiros e apoios.

Fórum pretende aproximar empreendedores e empresas locais

Organizado anualmente pela autarquia desde 2021, o Fórum Ideias de Negócios integra a estratégia municipal de incentivo à iniciativa empresarial e à criação de novas atividades económicas.

Ao longo das edições anteriores, o encontro tem procurado dar visibilidade a projetos empresariais e aproximar os diferentes intervenientes da economia local, promovendo a cooperação, a partilha de conhecimentos e o desenvolvimento de iniciativas conjuntas.

Nesta sexta edição, a organização mantém a aposta na criação de oportunidades de contacto entre empreendedores, empresas e entidades do concelho, procurando estimular o aparecimento de novos negócios e reforçar as relações de colaboração já existentes.

Participação gratuita e inscrições abertas

A participação no VI Fórum Ideias de Negócios é gratuita e aberta a todos os interessados, estando disponíveis inscrições para quem pretenda apresentar uma ideia, divulgar um projeto ou dar a conhecer a sua empresa.

Os interessados podem obter informações ou inscrever-se através do telefone 289 840 212, da rede fixa nacional, ou do endereço eletrónico empreendedor@cm-sbras.pt.

A iniciativa é organizada pelo Município de São Brás de Alportel, através do Gabinete do Empreendedor, e conta com o apoio de empresas e empreendedores locais, procurando contribuir para a dinamização da economia do concelho e para o desenvolvimento de novas iniciativas empresariais.

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